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	<title>sustentabilidade &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>sustentabilidade &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pacto contra o desmatamento destina recursos para regularizar 2,3 milhões de hectares na Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pacto-contra-o-desmatamento-destina-recursos-para-regularizar-23-milhoes-de-hectares-na-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 15:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/unidade_de_conservacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um investimento de R$ 131,9 milhões marca o início de uma ofensiva estratégica para aliar produção sustentável e segurança jurídica na região Norte. Nos próximos 24 meses, cerca de 7.300 famílias de agricultores familiares, assentados e ocupantes de terras públicas em seis estados serão atendidas com serviços de regularização fundiária, ambiental e assistência técnica rural [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/unidade_de_conservacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um investimento de R$ 131,9 milhões marca o início de uma ofensiva estratégica para aliar produção sustentável e segurança jurídica na região Norte. Nos próximos 24 meses, cerca de 7.300 famílias de agricultores familiares, assentados e ocupantes de terras públicas em seis estados serão atendidas com serviços de regularização fundiária, ambiental e assistência técnica rural (Ater).</p>
<p>Este é o primeiro ciclo do Programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia (UCM). Os recursos, provenientes do Fundo Amazônia/BNDES, contemplam beneficiários em 48 municípios do Amazonas, Acre, Pará, Mato Grosso, Rondônia e Roraima. A meta inicial é cobrir 2,3 milhões de hectares, mas o planejamento até 2030 prevê alcançar 130 mil famílias e uma área de 9,5 milhões de hectares.</p>
<p>A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) já formalizou os contratos com as 14 entidades que realizarão o trabalho de campo. O ato, realizado em Brasília na última terça-feira (31), reuniu lideranças comunitárias de mais de 60 municípios do bioma e representantes do setor ambiental e agrário.</p>
<p>Segundo o diretor de Governança da Terra do Incra, João Pedro Gonçalves, a regularização é um pilar no combate aos crimes ambientais e no desenvolvimento regional. Já o presidente da Anater, Camilo Capiberibe, destacou que esta é a maior chamada pública da história da agência, integrando diferentes esferas para fortalecer a agricultura familiar.</p>
<blockquote><p>“Estamos falando da maior chamada pública já realizada pela agência, que começa com 7,3 mil famílias, mas chegará, em 2030, a 130 mil famílias amazônidas, integrando o Governo do Brasil, estados, municípios e entidades parceiras”, afirmou Capiberibe.</p></blockquote>
<h3>Foco em municípios prioritários</h3>
<p>O programa utiliza dados do Inpe para focar em 81 municípios considerados prioritários para o controle da degradação florestal — 70 deles já aderiram à iniciativa. Na prática, as famílias terão acesso a tecnologias sustentáveis e apoio para a transição agroecológica, respeitando as vocações produtivas locais.</p>
<p>Após a formação de equipes e a assinatura das ordens de serviço com as entidades, começarão os trabalhos de campo, junto às famílias a serem atendidas.</p>
<p>Ao todo, o montante mobilizado para essas ações deve chegar a R$ 815 milhões. Além do Fundo Amazônia, a verba conta com aportes do Projeto Floresta+ (parceria com o PNUD), do Fundo Verde para o Clima, do Fundo Nacional do Meio Ambiente e do Fundo de Defesa de Direitos Difusos.</p>
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		<title>Melhoramento genético: setor ganha reforço no crédito para pecuária sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 17:32:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/boi_rastreabilidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Menos metano, mais arrobas. Essa é a conta por trás da nova medida do Conselho Monetário Nacional (CMN), que aprovou, nesta quinta-feira, 26/3, a Resolução CMN nº 5.288. Ao incluir o melhoramento genético animal no cardápio de investimentos do programa RenovAgro, o governo aposta na biotecnologia para reduzir drasticamente a pegada de carbono na produção [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/boi_rastreabilidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Menos metano, mais arrobas. Essa é a conta por trás da nova medida do Conselho Monetário Nacional (CMN), que aprovou, nesta quinta-feira, 26/3, a Resolução CMN nº 5.288. Ao incluir o melhoramento genético animal no cardápio de investimentos do programa RenovAgro, o governo aposta na biotecnologia para reduzir drasticamente a pegada de carbono na produção de carne e leite, sinalizando ao mercado que a pecuária do futuro não precisa de mais terra, mas de animais mais eficientes.</p>
<p>A partir de agora, produtores rurais poderão acessar crédito rural para a aquisição de sêmen, óvulos e embriões destinados a bovinos, bubalinos, ovinos e caprinos. O financiamento também cobre os serviços de inseminação artificial e transferência de embriões, ferramentas que prometem elevar o patamar de produtividade do rebanho brasileiro.</p>
<p>O RenovAgro é hoje o principal instrumento de crédito voltado à produção de baixo carbono no Brasil. A inclusão da genética reforça a estratégia de apoiar tecnologias que aumentem a eficiência produtiva enquanto reduzem o impacto ambiental.</p>
<p>Estudos técnicos apontam que a adoção da inseminação artificial em tempo fixo (IATF) pode reduzir em até 37% a pegada de carbono por litro de leite e em até 49% por quilograma de peso vivo em sistemas de corte.</p>
<p>Esses ganhos vêm da aceleração do ciclo produtivo: a idade ao primeiro parto cai de 48 para 24 meses, enquanto a taxa de desmame salta de 60% para 80%.</p>
<h3>O que muda com a nova resolução?</h3>
<p>A norma altera o Manual de Crédito Rural (MCR) e permite que o produtor utilize a integralidade do limite do programa — atualmente de R$ 5 milhões — para a aquisição de material genético e serviços associados, sem restrição de percentual sobre o valor total do projeto.</p>
<p>As condições do financiamento para esta finalidade são:</p>
<ul>
<li><strong>Prazo</strong>: Até cinco anos;</li>
<li><strong>Carência</strong>: Até 12 meses;</li>
<li><strong>Agricultura Familiar:</strong> A resolução também atualiza regras do Pronaf, garantindo acesso a essas biotecnologias com juros diferenciados, com foco especial na pecuária de leite.</li>
</ul>
<h3>Compromisso com a eficiência</h3>
<p>A medida faz parte da agenda do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para promover sistemas mais responsáveis. Segundo a Secretaria de Política Agrícola, a lógica é otimizar o uso de recursos naturais:</p>
<blockquote><p>“Rebanhos mais eficientes, do ponto de vista reprodutivo, permitem produzir a mesma quantidade de animais com menor número de matrizes, reduzindo o consumo de insumos, o metano entérico emitido pelo rebanho e os custos de produção, benefícios simultâneos para o produtor, para o setor e para o meio ambiente.”</p></blockquote>
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		<title>Com produtividade recorde, cacau do Pará supera médias nacional e internacional</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/com-produtividade-recorde-cacau-do-para-supera-medias-nacional-e-internacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 14:51:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[#agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O novo relatório de “Previsão de Safra de Cacau no Estado do Pará”, divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) em parceria com a Ceplac, reafirma a soberania paraense na cacauicultura nacional. Com uma produção de 141.452 toneladas, o Estado não apenas lidera o ranking brasileiro, mas se posiciona como um mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O novo relatório de “Previsão de Safra de Cacau no Estado do Pará”, divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) em parceria com a Ceplac, reafirma a soberania paraense na cacauicultura nacional. Com uma produção de 141.452 toneladas, o Estado não apenas lidera o ranking brasileiro, mas se posiciona como um mais produtivos do mundo.</p>
<p>A produtividade média paraense é de quase 900 kg por hectare, um número que supera e muito a média nacional (483 kg/ha) e a do continente africano (500 kg/ha), maior produtor global. Em cidades como Placas, Brasil Novo e Uruará, localizadas na Região de Integração do Xingu (Transamazônica), esse índice rompeu a barreira dos mil kg por hectare. E o melhor, a produção é, em sua maioria, é m sistemas agroflorestais.</p>
<p>A alta performance é atribuída à eficiência no uso de recursos e ao rigor técnico. O estudo aponta que o foco do produtor em tratos culturais, podas no tempo certo, controle de pragas e aproveitamento máximo da colheita são os pilares desses resultados excepcionais.</p>
<p>Exemplo disso é o produtor Gilmar Souza, de Uruará, recentemente premiado com a Medalha de Ouro no Cacao of Excellence 2025, um dos principais prêmios mundiais de qualidade de amêndoas de cacau, realizado em Amsterdã, na Holanda. Pioneiro no uso de cacau enxertado, ele destaca que o sucesso vem de uma vida dedicada à lavoura.</p>
<blockquote><p>“É uma cultura apaixonante, que envolve muito trabalho e amor, dedicação; hoje temos uma amêndoa premiada como a melhor do mundo. Mas, para chegar aqui houve muito trabalho e dedicação&#8221;, relata Souza.</p></blockquote>
<p>O secretário da Sedap, Giovanni Queiroz, lembrou que o protagonismo pertence aos produtores paraenses, em especial os agricultores familiares, que trabalham o cacau paraense com sustentabilidade, em consonância com a preservação do meio ambiente</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje nós temos muito o que comemorar. O Pará é o maior produtor de cacau do Brasil e um dos melhores do mundo. A nossa amêndoa tem sido premiada frequentemente. Mas, é o nosso pequeno produtor, que trabalha com a cultura do cacau, quem merece nossos aplausos. Ele ajuda a alavancar a economia do nosso Estado&#8221;, ressaltou.</p></blockquote>
<h3>Radiografia da produção</h3>
<p>Financiado pelo Funcacau, o projeto de previsão de safra monitora 86,5% da produção estadual. O levantamento detalha os principais polos e gargalos do setor:</p>
<ul>
<li><strong>Área Total:</strong> São 234.752 hectares plantados, sendo 173.191 já em produção.</li>
<li><strong>Ranking de Municípios</strong>:  <span style="font-size: 14px;">Medicilândia lidera isolada (37.564 toneladas), seguida por Uruará (21.426), Placas (17.052), Brasil Novo (10.818) e Novo Repartimento (8.855). Também figuram no top 10 as cidades de Tucumã (6.172) e Tomé-Açu (4.166).</span></li>
<li><strong>Divisão por Regiões</strong>: A Transamazônica detém 86,3% da produção. Na sequência aparecem o sudeste paraense (7,2%), nordeste paraense (3,8%), Ilhas (1,9%) e oeste paraense (0,8%).</li>
</ul>
<h3>Metodologia</h3>
<p>O engenheiro agrônomo da Ceplac, Fernando Mendes, explica que o relatório é fruto de uma metodologia rigorosa, que além da contagem de frutos em campo três vezes ao ano (março, julho e outubro) envolveu a análise estatísticas e emissão do relatório nos 11 municípios do Estado visitados e que representam 86% da produção do Estado</p>
<blockquote><p>&#8220;Foram aferidas 55 propriedades que nos dão 275 pontos amostrais&#8221;, detalha.</p></blockquote>
<p>Dos cerca de 13.500 frutos contados, as estatísticas focam naqueles com 100% de viabilidade.</p>
<p>O estudo serve como diagnóstico a para a tomada de decisões e planejamento pelos órgãos do Governo do Estado que atuam no segmento cacaueiro.</p>
<blockquote><p>“Nós temos os nossos números e são dados concretos e abalizados por uma instituição competente que faz esse trabalho em parceria com a Sedap, que é a Ceplac. Todas essas informações são importantes para a tomada de decisões dentro da cadeia produtiva do cacau, não só pelo governo como também à iniciativa privada que recebe esse relatório e pode se pautar por ele”, ressalta.</p></blockquote>
<h3>Resumo dos Resultados (Safra 2025)</h3>
<ul>
<li>Produção total: 141.452 toneladas</li>
<li>Área em produção: ~173.191 hectares</li>
<li>Produtividade média: 814 kg/ha (estatística geral) a 900 kg/ha (áreas monitoradas).</li>
<li>Principais Pragas monitoradas: Microácaro e Podridão Parda.</li>
</ul>
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		<title>Safra da castanha-do-pará é aberta na Flota do Paru com foco em sustentabilidade e segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:32:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317111030-GC00075539-F00294555E-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O início de um novo ciclo produtivo e ambiental marcou a última segunda-feira,16, no município de Monte Alegre, na região do Baixo Amazonas. A abertura oficial da safra de castanha-do-pará na Floresta Estadual (Flota) do Paru mobilizou centenas de extrativistas, consolidando um modelo de gestão que une a geração de renda para comunidades tradicionais à [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317111030-GC00075539-F00294555E-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O início de um novo ciclo produtivo e ambiental marcou a última segunda-feira,16, no município de Monte Alegre, na região do Baixo Amazonas. A abertura oficial da safra de castanha-do-pará na Floresta Estadual (Flota) do Paru mobilizou centenas de extrativistas, consolidando um modelo de gestão que une a geração de renda para comunidades tradicionais à conservação da natureza.</p>
<p>A safra de 2026 reflete o amadurecimento de políticas públicas implementadas pelo Governo do Pará, por meio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio). Nos últimos dois anos, o órgão executou o projeto de compatibilização do extrativismo em áreas de concessão florestal, buscando o equilíbrio entre o uso tradicional dos recursos e o manejo das florestas públicas.</p>
<p>Para o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, a iniciativa é estratégica para o desenvolvimento regional com sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>“A castanha-do-pará é um símbolo da bioeconomia amazônica. Ao investir nos extrativistas, estamos fortalecendo a economia local, gerando renda e, ao mesmo tempo, protegendo a floresta. Esse é o caminho para um desenvolvimento que respeita as pessoas e o meio ambiente.”</p></blockquote>
<h3>Segurança e suporte técnico</h3>
<p>No dia 12 de fevereiro, a Diretoria de Gestão de Florestas Públicas de Produção (DGFLOP) finalizou a entrega de kits de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e insumos básicos. Dos 187 coletores habilitados na Flota do Paru, 150 já receberam uniformes, botas, luvas, capacetes e óculos, além de ferramentas como terçados, sacas de ráfia, linhas e agulhas.</p>
<figure id="attachment_41485" aria-describedby="caption-attachment-41485" style="width: 680px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-41485" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-300x225.webp" alt="" width="680" height="510" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-300x225.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-1024x769.webp 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-768x577.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-150x113.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-450x338.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-1200x901.webp 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552.webp 1400w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption id="caption-attachment-41485" class="wp-caption-text">Foto: DGFLOP/Ideflor-Bio</figcaption></figure>
<p>Além do suporte material, o conhecimento técnico foi priorizado. Ao longo de 2025, os coletores passaram por capacitações promovidas pelo Instituto Floresta Tropical (IFT) e pela The Nature Conservancy (TNC), abordando boas práticas de manejo, segurança no trabalho e estratégias de precificação no mercado de produtos não madeireiros.</p>
<h3>Gestão participativa e financiamento</h3>
<p>Um dos diferenciais desta safra é a entrega de uma cartilha de regras de uso das áreas de coleta, elaborada de forma participativa pelos próprios extrativistas. O documento estabelece acordos de convivência e normas para evitar conflitos, fortalecendo a autogestão comunitária nos castanhais.</p>
<p>O projeto é financiado com recursos do Fundo de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Fundeflor), provenientes das próprias concessões florestais.</p>
<blockquote><p>“Estamos promovendo um modelo em que o extrativista é reconhecido como parte essencial da gestão da floresta. Ao garantir segurança, organização e regras claras, fortalecemos a atividade e asseguramos a conservação dos recursos naturais para as próximas gerações&#8221;, disse a gerente de Contratos Florestais do Ideflor-Bio, Cíntia Soares, que enfatiza a relevância da integração:</p></blockquote>
<p>A diretora da DGFLOP, Ana Claudia Simoneti, reforça que o projeto é um exemplo de inovação na gestão pública:</p>
<blockquote><p>“A compatibilização entre o uso tradicional e a concessão florestal é um desafio, mas também uma grande oportunidade. Esse trabalho mostra que é possível construir soluções conjuntas, respeitando o conhecimento das comunidades e promovendo uma gestão mais eficiente e inclusiva.”</p></blockquote>
<p>Com o início da colheita, a expectativa é de que a organização alcançada neste ano sirva de modelo para outras unidades de conservação no estado, reafirmando o papel do Pará como protagonista na bioeconomia nacional.</p>
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		<title>O segredo do miriti: como uma família transformou resíduos em um negócio de sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 13:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fibras da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/whatsapp-image-2026-02-27-at-15.39.42-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Dá para transformar resíduos da floresta em produtos de alto valor e fortalecer a pegada sustentável dos seus clientes? Há 26 anos, a Fibras da Amazônia confirma que sim. Comandado pelos sócios Hilson Rabelo e Elivane Rabelo, a empresa produz papelaria artesanal, ecobags e outros itens presenteáveis a partir de fibras reaproveitadas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/whatsapp-image-2026-02-27-at-15.39.42-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Dá para transformar resíduos da floresta em produtos de alto valor e fortalecer a pegada sustentável dos seus clientes? Há 26 anos, a Fibras da Amazônia confirma que sim. Comandado pelos sócios Hilson Rabelo e Elivane Rabelo, a empresa produz papelaria artesanal, ecobags e outros itens presenteáveis a partir de fibras reaproveitadas de miriti, tururi e patchouli.</p>
<p>A matéria-prima dessas fibras são utilizadas principalmente no artesanato, mas após o uso inicial, os resíduos viravam lixo em áreas de várzea a manguezais, contribuindo com a poluição de áreas do nordeste paraense. A rede de parcerias firmada com artesãos, pequenos comerciantes e instituições resolveu este problema, permitindo gerar lucro extra em todas as etapas, além de criar produtos que levam a sustentabilidade e o meio ambiente em seu DNA.</p>
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<p>Para Hilson, também artesão, o diferencial está na &#8216;rede de negócios sustentáveis&#8217;, que potencializa o alcance e o impacto da causa pelo manejo consciente dos recursos naturais.</p>
<blockquote><p>“A experiência (do cliente final) começa naqueles primeiros segundos, quando você vê ou toca nas embalagens. Essa conexão imediata faz muita diferença e leva nossa mensagem ainda mais longe, por isso essa rede é tão fundamental”, afirma.</p></blockquote>
<p>Atualmente, a Fibras da Amazônia utiliza matéria-prima vinda de Abaetetuba, município famoso pela produção artesanal de miriti — ícone cultural do Círio de Nazaré. Boa parte do insumo provém do reaproveitamento de resíduos da confecção dos tradicionais brinquedos locais.</p>
<p>A empresa transforma esse material em biomassa, base para a produção de papel artesanal, seu principal produto. Hoje, o portfólio inclui kits corporativos personalizados, como pastas, blocos, crachás plantáveis e ecobags, segmento que impulsiona o negócio e responde por mais da metade do faturamento — que atingiu R$ 60 mil em 2025.&#8221;</p>
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<p>Segundo o empreendedor, a proposta geral vai além da estética dos produtos. A ideia é que cada item carregue uma história de produção sustentável e cooperação entre diferentes atores da cadeia.</p>
<blockquote><p>“Seja para um pequeno empresário que compra da gente para criar uma entrega especial do seu produto ou para uma empresa que faz acordo com a gente para produzir press kits, a mensagem do nosso compromisso com o meio ambiente percorre toda a cadeia produtiva. E chega ao cliente com valor agregado, que também pode fazer parte desse ciclo ao plantar seu crachá ao final do evento que participou, por exemplo”, explica.</p></blockquote>
<p>A produção da empresa fica concentrada em Belém, enquanto a operação comercial possui duas unidades em Salinópolis. O município, destino de grande fluxo turístico durante as férias escolares e no verão, tornou-se um ponto estratégico para atrair novos clientes. A operação tem apresentado bons resultados, com um gasto médio de R$ 300 por visitante.</p>
<h3>Cultura e legado</h3>
<p>A identidade cultural da região também é parte central do projeto. Nas estampas das peças aparecem elementos da cultura amazônica, como referências marajoaras, tapajônicas e ícones urbanos da capital paraense.</p>
<p>Para Elivane Rabelo, essa conexão com o território e com outros empreendedores fortalece tanto a marca quanto o impacto socioambiental do negócio.</p>
<blockquote><p>“Participamos de vários eventos com pequenos comerciantes e produtores todos os anos. Esse ecossistema (mercadológico) voltado para o (fortalecimento do) meio ambiente gera trocas e ideias incríveis para novos produtos”, declara.</p></blockquote>
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<p>Segundo ela, ouvir todos os envolvidos na cadeia produtiva é essencial para criar soluções mais sustentáveis e inovadoras.</p>
<blockquote><p>“Precisamos ouvir todas as pontas da cadeia e valorizar cada etapa. Assim como a natureza fica mais próspera com mais espécies, para a gente também funciona assim. Cada contribuição já fortalece”, reforça.</p></blockquote>
<p>O modelo colaborativo também se reflete nos futuros projetos da empresa. Entre eles está o desenvolvimento de carvão vegetal feito a partir de fibra de coco, para reaproveitar o volume de cascas descartadas no turismo de Salinópolis. Já a outra iniciativa, desenvolvida em parceria com o Laboratório de Óleos da Amazônia (LOA), pretende criar embalagens biodegradáveis a partir de biopolímeros produzidos com batata e fibra de miriti.</p>
<p>A meta da empresa é faturar R$ 100 mil em 2026 com as novas iniciativas, reforçando que a bioeconomia possui valor econômico sem precisar degradar o meio ambiente.</p>
<blockquote><p>“A COP30 foi muito especial para nossas vendas e saímos de lá ainda mais fortalecidos. Agora vamos levar nossas ideias para outros mercados com certeza de que a bioeconomia tem valor e pode ficar ainda mais presente no dia a dia das pessoas”, declara Hilson.</p></blockquote>
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			</item>
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		<title>Breves recebe mutirão de reflorestamento após avanço de queimadas no Marajó</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/breves-recebe-mutirao-de-reflorestamento-apos-avanco-de-queimadas-no-marajo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 12:45:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[#sistemas agroflorestais]]></category>
		<category><![CDATA[agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Breves]]></category>
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		<category><![CDATA[Observatório do Marajó]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-04-131214-e1772640964469-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta semana, uma comunidade da zona rural de Breves, no Arquipélago do Marajó, recebe o mutirão de reflorestamento coordenado pelo Observatório do Marajó, que vai levar mais de 2,5 mil mudas para recuperação de áreas degradadas na região. Em 2024, Breves viveu mais de 20 dias consecutivos sob fumaça provocada por incêndios florestais. O cenário [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-04-131214-e1772640964469-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta semana, uma comunidade da zona rural de Breves, no Arquipélago do Marajó, recebe o mutirão de reflorestamento coordenado pelo Observatório do Marajó, que vai levar mais de 2,5 mil mudas para recuperação de áreas degradadas na região.</p>
<figure id="attachment_41201" aria-describedby="caption-attachment-41201" style="width: 814px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-41201" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0066-1024x768.jpg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0066-1024x768.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0066-300x225.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0066-768x576.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0066-1536x1152.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0066-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0066-450x338.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0066-1200x900.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0066.jpg 1600w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-41201" class="wp-caption-text">Comunidade N.Sra do Carmo, atendida pelo mutirão em Breves. Foto: Observatório do Marajó</figcaption></figure>
<p>Em 2024, Breves viveu mais de 20 dias consecutivos sob fumaça provocada por incêndios florestais. O cenário é reflexo de um ciclo de desmatamento e queimadas crescentes que têm pressionado a região.</p>
<p>A ação circular começou no último final de semana em Portel, onde a parceria com comunidades levou oficinas, plantio, mapeamento e desenho de mapas de SAFs ao longo de três dias. O que levou a iniciativa até lá foram os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que mostraram que Portel registrou 4.565 focos de queimadas entre 2023 e 2025, o maior número da área citada.</p>
<p>Salomeia é uma das agricultoras que participaram da ação. Liderança do grupo Sementes do PA, ela comenta que participar do projeto dá continuidade ao propósito do grupo, que é expandir os plantios nas comunidades e usá-los para recuperar áreas degradadas.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente sabe que é possível (usar o plantio para regeneração de áreas), mas não tínhamos condições de fazer em uma escala maior. Agora, com o mutirão, o que era desejo já é algo possível, real&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<p>Ao todo, a mobilização que reúne 50 membros de comunidades ribeirinhas e quilombolas realiza o plantio de mudas de espécies nativas como açaí, cacau, pracaxi e acapu em sistemas agroflorestais. A ideia principal é garantir renda para as famílias que vivem ali, fortalecendo a economia comunitária, valorizando a floresta em pé e garantindo segurança alimentar.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DVRanaiCIHW/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DVRanaiCIHW/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Observatório do Marajó (@obsdomarajo)</a></p>
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Na comunidade N.Sra do Carmo, principal beneficiada pelo mutirão em Breves, o agricultor Benedito Pantoja revela que sempre sonhou em plantar café, mas nunca conseguiu pelo preço e dificuldade no acesso às mudas. Agora, o sonho é realizado pelo mutirão, que plantou as tão sonhadas mudas de café para Benedito.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu tô realizando um sonho porque sempre quis plantar café, mas nunca deu pelo preço ou pela dificuldade de trazer a muda pra cá. Agora a muda tá aqui sendo plantada e daqui a três ou quatro anos vamos ter esse alimento tão importante na mesa. É um presente finalmente ter minha mudinha, que vai trazer outras oportunidades&#8221;, celebra.</p></blockquote>
<figure id="attachment_41202" aria-describedby="caption-attachment-41202" style="width: 814px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-41202" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0065-1024x768.jpg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0065-1024x768.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0065-300x225.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0065-768x576.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0065-1536x1152.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0065-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0065-450x338.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0065-1200x900.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/IMG-20260305-WA0065.jpg 1600w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-41202" class="wp-caption-text">Plantio de mudas na comunidade N.Sra do Carmo, em Breves. Foto: Observatório do Marajó</figcaption></figure>
<p>Ediane Lima, gestora de projetos do Observatório do Marajó, explica que as atividades, planejadas desde 2025, incluem formações em agroecologia, construção de planos de ação comunitária e mapeamento das áreas onde os sistemas agroflorestais serão implantados. Antes do plantio, as comunidades participam de oficinas, intercâmbio de saberes e desenho coletivo dos mapas das áreas produtivas.</p>
<p>Ela explica ainda que a proposta vai além de recompor a vegetação, já que o modelo agroflorestal permite que a produção de alimentos comece já no primeiro ano.</p>
<blockquote><p>“ (As SAFs) Fortalecem a coletividade, geram conhecimentos e contribuem para que as famílias colham alimentos seguros e construam novas fontes de renda”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Já a diretora executiva da organização, Valma Teles, reforça que o plantio representa uma estratégia de futuro para cada município atendido.</p>
<blockquote><p>“Plantamos hoje e promovemos práticas sustentáveis para um futuro melhor. As comunidades estão fazendo na prática o que foi prometido em grandes conferências climáticas. Estamos plantando o presente para garantir um futuro mais próspero.”</p></blockquote>
<p>Além dos mutirões de reflorestamento, o Observatório do Marajó já formou cinco brigadas comunitárias de combate a incêndios florestais desde 2020, fortalecendo a capacidade de resposta das comunidades.</p>
<p>Para eles, a grande expressão das queimadas no Marajó destaca a vulnerabilidade da região, assim como a necessidade de ações urgentes para evitar novos focos e recuperar áreas degradadas.</p>
<p>Após a passagem por Breves e Portel, os mutirões chegarão a Melgaço e Oeiras do Pará nas próximas semanas. Nesses municípios, a grande meta é continuar a corrente para transformar áreas queimadas em novas florestas produtivas, dando novas possibilidades de sustento em parceria com a natureza.</p>
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		<title>Carnaval sustentável? Conheça a folia centenária de São Caetano de Odivelas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/carnaval-sustentavel-conheca-a-folia-centenaria-de-sao-caetano-de-odivelas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 15:04:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[São Caetano de Odivelas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/20260130111802-GF00026169-F00487972-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No nordeste do Pará, a cerca de 100 quilômetros de Belém, uma cidade de pouco mais de 16 mil habitantes transforma o Carnaval em um espetáculo de criatividade popular. Em São Caetano de Odivelas, o coração da folia nasce nas mãos dos moradores, que reaproveitam materiais recicláveis e levam o artesanato para as ruas da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/20260130111802-GF00026169-F00487972-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No nordeste do Pará, a cerca de 100 quilômetros de Belém, uma cidade de pouco mais de 16 mil habitantes transforma o Carnaval em um espetáculo de criatividade popular. Em São Caetano de Odivelas, o coração da folia nasce nas mãos dos moradores, que reaproveitam materiais recicláveis e levam o artesanato para as ruas da cidade. Juntos, o Boi de Máscaras, os Cabeçudos e Pierrôs levam música, diversão e improviso às ruas.</p>
<p>Embora a tradição esteja perto de atingir o primeiro centenário, completando 98 anos em 2026, o movimento saiu das margens e ganhou o status oficial de identidade do Carnaval local em 2006, quando o município passou a investir em uma marca própria para a sua folia. O resultado é uma celebração singular que funde tradição, invenção e muito improviso.</p>
<p>Diferente do tradicional bumba meu boi, o Boi de Máscaras não segue um roteiro fixo; sua encenação nasce no calor do momento, conforme os personagens interagem com o público. Para dar vida ao boi, são necessários dois brincantes que se movimentam em sincronia para formar o corpo do animal. Ao redor dele, orbitam 18 personagens que ampliam o universo da brincadeira: zebras, búfalos e até dinossauros entram na cena.</p>
<h3>Cabeçudos na frente</h3>
<p>Na frente do cortejo, os Cabeçudos abrem caminho com passos próprios, arrancando risadas da multidão. A base da fantasia vem de um objeto rudimentar e onipresente na vida amazônica: o paneiro, cesto tradicional trançado com cipó e usado para transportar açaí e mandioca. Nas mãos dos artesãos odivelenses, esses cestos ganham uma nova e lúdica função.</p>
<p>Encapados com papel machê e pintados com expressões caricatas, os paneiros transformam-se em enormes cabeças que cobrem até a metade do corpo do brincante, criando figuras desproporcionais e divertidas. Enquanto as pernas ficam à mostra, vestidas com trajes que lembram ternos, os braços são encaixados por dentro da fantasia, conferindo um movimento peculiar ao personagem.</p>
<p>Já os Pierrôs ostentam máscaras de papel e adereços metálicos. A história local preserva a memória de que, nos tempos anteriores à eletricidade, esses personagens carregavam velas acesas nos candelabros que usam sobre a cabeça para iluminar a festa.</p>
<h3>Sustentabilidade e tradição hereditária</h3>
<p>Ivete Sousa, costureira e artesã nascida na cidade e hoje residente em Marituba, na Grande Belém, é testemunha de como esse saber é transmitido e garante a sustentabilidade da folia.</p>
<blockquote><p>“Aprendemos desde criança a lidar com papel e a fazer as cabeças na escola e em casa. Como agora moro aqui, faço umas fantasias para os pierrôs e ajudo a fazer as cabeças quando volto pra lá. Meu retorno no Carnaval é mais que garantido e minhas clientes já sabem disso”, explica.</p></blockquote>
<p>Ivete reforça que a durabilidade dos itens produzidos permite que, após a quarta-feira de cinzas, as peças se tornem objetos de decoração e símbolos culturais.</p>
<blockquote><p>“Se laquear direitinho (impermeabilizar), dura 10 anos ou mais. Os cabeçudos a gente usa outra vez na festa junina e depois guarda pro próximo ano, mas as pequenas do pierrô dão pra decorar a casa tranquilo no resto do ano, daí quando chega a festa só dá uma limpada, empresta pras visitas brincarem também”, comenta.</p></blockquote>
<h3>Programação 2026</h3>
<p>A atmosfera sonora da festa fica por conta das bandas de fanfarra, que embalam o público com frevo e marchinhas, unindo o reaproveitamento de materiais à efervescência rítmica.</p>
<p>Em 2026, a folia ocorre entre os dias 14 e 18 de fevereiro, ocupando a nova orla de São Caetano de Odivelas. A cada dia, um dos bois tradicionais da região assume o papel de patrono e conduz o cortejo, dividindo a programação com concursos de fantasias e shows de artistas regionais.</p>
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		<title>Ofensiva paraense busca proteger o cacau e expandir mercado de carne bovina</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/ofensiva-paraense-busca-proteger-o-cacau-e-expandir-mercado-de-carne-bovina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[dendê]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governador do Pará, Helder Barbalho, liderou uma comitiva de prefeitos, deputados e lideranças de dez municípios do estado em uma reunião estratégica no Ministério da Agricultura (Mapa), nesta quarta-feira, 11. O encontro resultou em um plano de ação para proteger as cadeias do cacau e do dendê contra importações predatórias e acelerar a exportação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governador do Pará, Helder Barbalho, liderou uma comitiva de prefeitos, deputados e lideranças de dez municípios do estado em uma reunião estratégica no Ministério da Agricultura (Mapa), nesta quarta-feira, 11. O encontro resultou em um plano de ação para proteger as cadeias do cacau e do dendê contra importações predatórias e acelerar a exportação de carne bovina para os Estados Unidos.</p>
<p><strong>Resumo das Decisões:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Cacau</strong>: O Ministério revisará a Instrução Normativa 125/2021 (que retirou exigências sanitárias do cacau africano) e acionará a Conab para rever preços mínimos e previsões de safra.</li>
<li><strong>Carne Bovina</strong>: Com o status de zona livre de aftosa sem vacinação, o Pará busca agora a missão oficial norte-americana para habilitar a exportação de carne in natura e industrializada.</li>
<li><strong>Dendê</strong>: Lideranças pedem a suspensão da cota de importação de 150 mil toneladas, alegando que o estado tem produção suficiente para suprir o mercado nacional.</li>
</ul>
<p>Participaram a reunião, representantes das principais regiões produtoras, incluindo Uruará, Vitória do Xingu, Medicilândia, Senador José Porfírio, Anapu, Placas, Altamira, Brasil Novo, Tucumã, São Félix do Xingu e municípios produtores de dendê.</p>
<h3>Cacau: Combate ao risco sanitário</h3>
<p>Um dos pontos mais críticos discutidos foi a dispensa do tratamento fitossanitário com brometo de metila para o cacau da Costa do Marfim. Produtores alertam que a medida amplia o risco de contaminação das lavouras brasileiras.</p>
<p>O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, destacou que uma comitiva do Ministério está em missão na África para garantir que as importações não tragam riscos às plantações brasileiras.</p>
<blockquote><p>“Temos consciência de que a cadeia do cacau envolve milhares de famílias e possui um forte impacto social. Nosso objetivo é encontrar soluções que retomem a viabilidade econômica da cultura, com equilíbrio de mercado e proteção aos produtores”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O ministro afirmou que o Brasil construiu uma reputação internacional como fornecedor seguro e competitivo, e qualquer decisão sobre importações será tomada com responsabilidade</p>
<blockquote><p> “Não vamos precarizar a questão sanitária em hipótese alguma&#8221;, disse</p></blockquote>
<p>Para o governador Helder Barbalho, o mercado vive um momento de excesso de oferta e queda de preços. Daí a importância de se &#8220;proteger o produtor do Pará, garantindo que o cacau continue sendo um grande motor econômico, social e ambiental”.</p>
<p><strong>As quatro ações anunciadas pelo Mapa:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Segurança Sanitária</strong>: Reavaliação imediata dos riscos das importações africanas.</li>
<li><strong>Revisão do Drawback</strong>: Reavaliação do regime que permite a entrada de cacau estrangeiro sem impostos.</li>
<li><strong>Tarifas e Cotas:</strong> Ajuste das taxas de importação para equilibrar o mercado interno.</li>
<li><strong>Ação Comercial:</strong> Promoção do cacau brasileiro em mercados de alto valor, como Suíça, Europa e Rússia. &#8220;Vamos sair da defesa e jogar no ataque&#8221;, afirmou Fávaro.</li>
</ul>
<h3>Carne bovina: Foco em sustentabilidade</h3>
<p>Com o segundo maior rebanho do Brasil, e 23,4 milhões de cabeças de gado, o Pará foca em sustentabilidade para atrair mercados que pagam melhor. O estado exportou 222 mil toneladas em 2025 e quer mais.</p>
<blockquote><p>“O trabalho realizado nos últimos anos para abrir novos mercados e habilitar plantas industriais tem gerado resultados concretos. O Pará é um exemplo de estado que pode ampliar sua presença no comércio internacional de carnes”, disse Fávaro.</p></blockquote>
<p>Para Barbalho, a abertura de mercados internacionais também contribui para estimular práticas sustentáveis na produção.</p>
<blockquote><p>“Quanto mais habilitações internacionais tivermos, mais o produtor vai direcionar sua produção para mercados que pagam melhor. Isso estimula boas práticas e constrói uma política de sustentabilidade baseada em rentabilidade”.</p></blockquote>
<p>O Mapa agora trabalha para viabilizar a missão técnica dos EUA ao estado para a abertura oficial desse mercado.</p>
<h3>Dendê: Valorização da produção nacional</h3>
<p>O Pará é o maior produtor de dendê do Brasil, mas enfrenta dificuldades pelo excesso de frutos nas indústrias enquanto o País mantém cotas de importação de 150 mil toneladas.</p>
<p>Representantes da palma pediram a manutenção da taxa de importação atual para garantir a competitividade do setor no Brasil.</p>
<blockquote><p>“A pauta é que o Brasil processe apenas os frutos produzidos internamente”, explicou Jamir Macedo.</p></blockquote>
<p>O governador reforçou que a prioridade deve ser o produto paraense para garantir a sustentabilidade econômica do setor.</p>
<p>Fávaro encaminhou o pleito para a Gecex/Camex:</p>
<blockquote><p>“Vamos verificar as possibilidades com base em dados técnicos, na posição dos estados e das entidades representativas, buscando a melhor solução para o setor”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Empresa paraense transforma resíduo do açaí em opção sustentável para a arquitetura</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/empresa-paraense-transforma-residuo-do-acai-em-opcao-sustentavel-para-a-arquitetura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 14:22:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Unaí Biopainéis]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.53.14-e1769453716355-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Diante de um cenário onde a produção de açaí gera diariamente entre 200 e 1.000 toneladas de resíduos — sendo 90% compostos por caroços, segundo a UFRA —, a gestão desse material tornou-se uma prioridade pública e privada. A Prefeitura de Belém disponibilizou para consulta pública a Resolução Normativa nº 001/2026. A [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.53.14-e1769453716355-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Diante de um cenário onde a produção de açaí gera diariamente entre 200 e 1.000 toneladas de resíduos — sendo 90% compostos por caroços, segundo a UFRA —, a gestão desse material tornou-se uma prioridade pública e privada.</p>
<p>A Prefeitura de Belém disponibilizou para consulta pública a Resolução Normativa nº 001/2026. A medida estabelece regras para o armazenamento, coleta e destinação do resíduo, visando coibir o descarte irregular em canais e vias públicas. O prazo para contribuições segue até 18 de fevereiro.</p>
<p>Essa necessidade de regulamentação reflete um desafio que o empresário Washington Filho observa desde a infância no nordeste paraense.</p>
<blockquote><p>&#8220;Desde muito cedo observamos esse acúmulo nas cidades e nas comunidades (ribeirinhas). Embora faça parte de quem somos, esse resíduo não deixa de ser um problema ambiental&#8221;, afirma.</p></blockquote>
<p>Para enfrentar a questão, ele fundou a Unaí, transformando o descarte em matéria-prima de alto valor para construção civil e design. Washington explica que, embora o artesanato já aproveita o caroço, a escala atual exige soluções robustas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Comecei a trabalhar muito cedo e, com minha avó, sempre treinamos muito o olhar para buscar oportunidades e o açaí me tocou por estar sempre na minha vida. Muitas famílias fazem esse aproveitamento por meio do artesanato e produção de moda, mas hoje o volume de resíduos é muito alto e precisávamos de algo que usasse grandes volumes de matéria-prima&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Com a Unaí, o empreendedor paraense transformou o desafio ambiental do açaí em oportunidade de negócio tanto para a construção civil quanto para a arquitetura e o design.</p>
<h3><strong>Construções com identidade ribeirinha</strong></h3>
<p>Atualmente, o principal público da Unaí são arquitetos, designers, construtoras, empresas e marcas que buscam soluções sustentáveis para revestimentos, decoração e projetos especiais. Os produtos principais são os revestimentos personalizados para áreas internas e externas, mas também existe a produção sob medida de utensílios como pias e recursos de iluminação.</p>
<figure id="attachment_40517" aria-describedby="caption-attachment-40517" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-40517" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-1024x761.jpeg" alt="" width="814" height="605" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-1024x761.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-300x223.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-768x571.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-150x112.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-450x335.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40517" class="wp-caption-text">Revestimento interno de restaurante em Belém feito com painéis da Unaí. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>Washington explica que essa diversidade de clientes existe graças às conexões firmadas entre parceiros, amigos e clientes antigos, que renderam participações em programas de televisão como Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios e Shark Tank Brasil.</p>
<blockquote><p>&#8220;O mercado está cada vez mais atento à sustentabilidade, mas boa parte do caminho entre o cliente e o empreendedor ainda acontece no boca a boca. Esses espaços (na TV, sites especializados e eventos) ajudam a nossa iniciativa a chegar em clientes que demoraríamos mais tempo para alcançar&#8221;, explica.</p></blockquote>
<figure id="attachment_40519" aria-describedby="caption-attachment-40519" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-40519" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-1024x686.jpeg" alt="" width="814" height="545" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-1024x686.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-300x201.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-768x514.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-450x301.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48.jpeg 1036w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40519" class="wp-caption-text">Participação de Washington no programa Shark Tank Brasil, em 2025. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>A empresa já criou projetos para empresas de grande porte, como Natura e Supergasbras, e também possui parceiros em Belém e São Paulo para aplicações em lojas, espaços comerciais e ações de ESG. Para ele, cada nova parceria mostra a força do empreendimento e da sua missão.</p>
<blockquote><p>&#8220;Cada projeto é especial por mostrar que o resíduo do açaí pode ocupar espaços nobres da arquitetura e do design. Já passamos a fase de projetos experimentais e agora você pode estar em um evento ou estabelecimento onde sua construção apoia a economia sustentável e todo o ecossistema de trabalhadores que sobrevivem da floresta e dos seus insumos, da fruta aos resíduos&#8221;, detalha.</p></blockquote>
<figure id="attachment_40518" aria-describedby="caption-attachment-40518" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-40518" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-1024x925.jpeg" alt="" width="814" height="735" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-1024x925.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-300x271.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-768x694.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-150x135.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-450x406.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48.jpeg 1044w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40518" class="wp-caption-text">Pia produzida pela Unaí. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<h3><strong>Sustentabilidade de ponta a ponta</strong></h3>
<p>Por meio de parcerias com a Cooperativa dos Fruticultores de Abaetetuba (COFruta do Brasil) e batedores de açaí da cidade, a Unaí resgata o que antes seria apenas resíduo sólido para uso como matéria-prima.</p>
<blockquote><p>&#8220;Essas parcerias são fundamentais para exercer nosso trabalho. Dessa forma ajudamos a criar um ecossistema sustentável ao utilizar os insumos, valorizá-los economicamente e evitar o acúmulo de lixo, porque a má gestão dos resíduos gera problemas ambientais e prejuízos na escala de todos esses negócios&#8221;, diz.</p></blockquote>
<h3>Biojoias e armações de óculos</h3>
<p>O projeto para 2026 inclui ampliar a produção e desenvolver novos produtos como biojoias e armações de óculos. O impulso para escalonar a ampliação da empresa veio pelas demandas recebidas e pelas conexões estabelecidas durante a COP30, ocorrida em Belém no final de 2025. Para Washington, o evento trouxe oportunidades especiais de conexões para a iniciativa.</p>
<blockquote><p>&#8220;Aumentando a produção, podemos incluir mais cooperativas e buscar resíduos além de Abaetetuba. Com esse reforço na estruturação queremos entrar na disputa para acessar investimentos e parceiros estratégicos para ampliar nosso impacto positivo na sociedade e no meio ambiente&#8221;, diz.</p></blockquote>
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		<title>Startup aposta no mel como estratégia de renda, conservação e bioeconomia no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 13:17:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Bee Commerce Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[BeeCommerce]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Mel]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/maxresdefault-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Uma imersão profunda pelos sabores do Pará. Essa é uma das experiências proporcionadas pela Bee Commerce Amazônia, startup de impacto socioambiental que aposta na valorização da cadeia produtiva das abelhas como estratégia de geração de renda, conservação ambiental e fortalecimento da bioeconomia por meio do mel de abelha. Fundada pela bióloga Jamille [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/maxresdefault-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Uma imersão profunda pelos sabores do Pará. Essa é uma das experiências proporcionadas pela Bee Commerce Amazônia, startup de impacto socioambiental que aposta na valorização da cadeia produtiva das abelhas como estratégia de geração de renda, conservação ambiental e fortalecimento da bioeconomia por meio do mel de abelha.</p>
<p>Fundada pela bióloga Jamille Veiga, a empresa trabalha com a comercialização de méis e outros produtos derivados da criação de abelhas com e sem ferrão. Entre os principais produtos estão o extrato artesanal de própolis e os méis, provenientes de pequenos produtores de cinco cidades do nordeste paraense. A empresa também é composta pela engenheira agrônoma Yasmin Gomes e o biólogo Lucas Bernardes.</p>
<h3><strong>Biodiversidade na ponta da língua</strong></h3>
<p><span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">Ao apresentar o produto, Jamille mostra</span><span style="font-size: 14px;"> algumas embalagens de mel onde é possível ver pequenas diferenças de cor e sedimentação. </span>Na degustação de cada amostra, o que se sente é uma variação de sabores que abrangem o aromático, cítrico, amadeirado e picante. Jamille conta que o sabor do mel é diretamente ligado ao ambiente  onde as abelhas vivem, resultando em uma produção diversa ao longo do ano.</p>
<blockquote><p>&#8220;O manejo das abelhas e a biodiversidade local têm relação direta com o que você vai sentir ao experimentar: locais com floresta mais densa e com maior exposição à chuva e à umidade podem gerar méis mais concentrados e com um sabor mais picante, podendo apresentar notas amadeiradas. Já em regiões de agrofloresta e com estações mais definidas, o mel pode apresentar um sabor mais frutado, com presença de nuances florais&#8221;, explica.</p></blockquote>
<figure id="attachment_40213" aria-describedby="caption-attachment-40213" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-40213" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-1024x682.jpeg" alt="" width="814" height="542" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-1024x682.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-768x512.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-1200x800.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40213" class="wp-caption-text">Uma das volumetrias disponíveis para o mel especial. Foto: Divulgação/Bee Commerce</figcaption></figure>
<h3>Benefícios medicinais</h3>
<p>De acordo com a bióloga, o mercado de saúde voltado à prevenção de doenças pela alimentação movimenta lucros anuais superiores a 500 bilhões de dólares. Com base na experiência prévia de toda a equipe em projetos de proteção às abelhas, eles decidiram unir o conhecimento sobre o mel silvestre aos seus benefícios medicinais. O objetivo é consolidar o produto como um superalimento que fortalece o sistema imunológico e, simultaneamente, protege a vegetação nativa. Por meio de uma curadoria junto a pequenos produtores, a iniciativa garante um mel livre de desmatamento que auxilia diretamente na preservação da floresta.</p>
<blockquote><p>&#8220;Muita gente só lembra do mel na hora de tratar gripes e resfriados, mas há comprovação científica dos seus benefícios como alimento prebiótico, ajudando a tratar problemas gastrointestinais, a combater radicais livres e a ser uma fonte natural de energia. Isso sem falar em outras vantagens que a indústria cosmética já conhece, como ajudar na hidratação de pele, cabelos e até na cicatrização de ferimentos&#8221;, lembra.</p></blockquote>
<p>Os principais parceiros da Bee Commerce são pequenos produtores dos municípios de São João de Pirabas, Salinópolis, Tracuateua, Quatipuru e Santarém Novo. Por meio do manejo cuidadoso e do comércio justo, esses produtores garantem o bem-estar das abelhas e promovem a economia da floresta em pé, unindo produtividade à conservação ambiental.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DJ9lSL1Nx57/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DJ9lSL1Nx57/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Bee-commerce Amazônia (@beecommerce.amazonia)</a></p>
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h3><strong>Origem comprovada e fortalecimento conjunto</strong></h3>
<p>Jamille destaca que o principal diferencial do negócio está no respeito à pequena escala e à identidade de cada produção. Na prática, isso significa que os méis não são misturados, logo, cada frasco representa exclusivamente o trabalho de um produtor ou produtora.</p>
<blockquote><p>“Esse cuidado garante rastreabilidade, transparência e valoriza quem está na ponta da cadeia”, explica Jamille.</p></blockquote>
<p>A rastreabilidade e a transparência são garantidas por cartões informativos que acompanham cada produto, independentemente do volume. Esses registros detalham se o manejo provém da apicultura (abelhas com ferrão) ou da meliponicultura (abelhas nativas sem ferrão), identificando a espécie responsável, o perfil dos criadores e a origem botânica do mel. Essa abordagem estabelece uma conexão direta entre a biodiversidade local, as técnicas de manejo e as notas sensoriais do alimento.</p>
<figure id="attachment_40214" aria-describedby="caption-attachment-40214" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-40214" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-2048x1536.jpeg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-1200x900.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40214" class="wp-caption-text">Etiqueta com informações sobre a origem do produto. Foto: Divulgação/Bee Commerce</figcaption></figure>
<p>Enquanto o mel de abelhas com ferrão já é amplamente conhecido, as espécies nativas da Amazônia ocupam um lugar central na estratégia da empresa, que busca valorizar o produtor regional e integrar a sustentabilidade ao crescimento da cadeia produtiva.</p>
<figure id="attachment_40215" aria-describedby="caption-attachment-40215" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-40215 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-1024x721.jpeg" alt="" width="814" height="573" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-1024x721.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-300x211.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-768x541.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-150x106.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-450x317.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-1200x845.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970.jpeg 1252w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40215" class="wp-caption-text">Abelhas nativas sem ferrão. Foto: Lucas Magalhães/Bee Commerce</figcaption></figure>
<blockquote><p>&#8220;No Pará, mais de 120 espécies já foram catalogadas, o que coloca o estado como uma referência para a meliponicultura, mas essa vocação do território ainda é pouco reconhecida. Por isso muitas pessoas não conhecem essas abelhas, nem o mel que produzem”, afirma.</p></blockquote>
<p>Atualmente, a comercialização do produto, que conta com embalagens em vidro e refis de diversos volumes, é feita pelas<a href="https://www.instagram.com/beecommerce.amazonia/" target="_blank" rel="noopener"> redes sociais</a> e <a href="https://beecommerceamazonia.com.br/" target="_blank" rel="noopener">site do Bee Commerce</a>. Por lá também é possível agendar a experiência sensorial, em que o cliente faz um passeio imersivo pelos sabores do mel amazônico.</p>
<p>Para Jamille, a ideia de aproximar este superalimento do dia a dia da população é ampliar o olhar do consumidor para além do produto final, convidando a uma reflexão sobre origem, biodiversidade e conservação ambiental.</p>
<blockquote><p>“A ideia é encantar, mas também educar quem consome”, declara.</p></blockquote>
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