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	<title>startup &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>startup &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Novas empresas se preparam para COP30 com inovação e sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 15:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/acai33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Empresas em fase de desenvolvimento na Amazônia, as chamadas startups, apostam em modelos de inovação sustentável visando ao mercado global. Essas iniciativas se preparam para a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em novembro, em Belém. A startup gerida pelo empresário Maurício Pantoja em Igarapé-Miriri é um exemplo de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/acai33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Empresas em fase de desenvolvimento na Amazônia, as chamadas startups, apostam em modelos de inovação sustentável visando ao mercado global. Essas iniciativas se preparam para a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em novembro, em Belém.</p>
<p>A startup gerida pelo empresário Maurício Pantoja em Igarapé-Miriri é um exemplo de negócio alinhado ao modelo de desenvolvimento sustentável que valoriza a comercialização de produtos extraídos pelas comunidades tradicionais com a floresta em pé. Focada no beneficiamento de frutos regionais na forma de polpa e frutos em pó, a empresa já trabalha diretamente com duas cooperativas e gera oportunidade para 340 famílias de comunidades em Igarapé-Miri e Abaetetuba.</p>
<blockquote><p>“Além de conectar a produção dessas pequenas comunidades por meio de um comércio justo, a gente também usa a tecnologia para melhor gerir, prever a colheita, diminuir o desperdício e agregar valor aos produtos”, explica.</p></blockquote>
<p>O empresário lembra que o açaí foi o primeiro fruto a ser beneficiado na forma de polpa e vendido no mercado brasileiro, mas logo outros frutos entraram na carteira de produtos.</p>
<blockquote><p>“A gente é da capital mundial do açaí, então partimos dele e formos integrando outras culturas como cacau e cupuaçu para diminuir a monocultura na região e fazer com que esses produtores faturem o ano todo e não só na safra do açaí”, diz.</p></blockquote>
<p>Outra empresa em desenvolvimento focada na área de capacitação que também empreende de forma sustentável, na capital paraense, Belém, é a liderada pelo empresário Vitor Alves. A partir de cursos ofertados em plataformas virtuais, a startup alavanca pequenas empresas por meio do ensino de tecnologias empreendedoras.</p>
<blockquote><p>“A tecnologia é sempre um diferencial para a pequena empresa. Você tem hoje inteligências artificiais que aumentam a velocidade com que você resolve problemas, emite notas, faz controle de estoque e, inclusive, encontra clientes e faz análise de mercado”, explica.</p></blockquote>
<p>As duas foram as vencedoras da 11ª edição do Startup Day, promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em Belém, no sábado (22), com o objetivo de impactar o ecossistema dessas empresas em desenvolvimento, a partir de um dia de workshops, mentorias e oportunidades de conexão. Entre as mais de 300 iniciativas inscritas, as duas tiveram destaque nas categorias bioeconomia e tecnologia, respectivamente.</p>
<p>Segundo o diretor-superintendente do Sebrae do Pará, Rubens Magno, o encontro é uma oportunidade das startups se lançarem e desenvolverem suas grandes ideias em um ano de preparação para COP30.</p>
<blockquote><p>“O que nós queremos é mostrar que na Amazônia não é diferente de outros lugares do mundo que respiram inovação”, destaca.</p></blockquote>
<p>Para Pantoja, estar nesse ambiente reflete um esforço na construção da visibilidade de empresas que ficam fora do circuito comercial das grandes capitais.</p>
<blockquote><p>“A gente tem esse objetivo de atingir o mercado internacional, muito por ser um mercado que valoriza os trabalhos que cuidam da biodiversidade e que se importam com as pessoas que vivem na floresta. Então, eventos como o Startup Day são oportunidades para a gente, não só do interior, mas de todos os lugares do Pará, poder aparecer, mostrar o que a gente está fazendo e que é coisa séria”.</p></blockquote>
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		<title>Manioca e Ajinomoto estabelecem parceria para promover ingredientes da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 19:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[ajinomoto]]></category>
		<category><![CDATA[culinária]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ingredientes amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Manioca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Manioca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os ingredientes que dão vida e sabores únicos à gastronomia regional estão conquistando cada vez mais novas fronteiras. Atualmente, produtos como o tucupi, cumaru, puxari e tapioca estão mais populares no Brasil e tendem a se tornar ainda mais conhecidos com a parceria da startup Manioca com a gigante alimentícia Ajinomoto. A aliança deve permitir [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Manioca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os ingredientes que dão vida e sabores únicos à gastronomia regional estão conquistando cada vez mais novas fronteiras. Atualmente, produtos como o tucupi, cumaru, puxari e tapioca estão mais populares no Brasil e tendem a se tornar ainda mais conhecidos com a parceria da <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/para-manioca-norte-precisa-ser-visto-como-parte-do-pais-nao-como-regiao-isolada/">startup Manioca</a> com a gigante alimentícia Ajinomoto. A aliança deve permitir o aumento da produção e o desenvolvimento de novos produtos.</p>
<p>O contato entre as duas empresas ocorreu a partir da seleção da Manioca para o Ajinolab, uma iniciativa de inovação em que a companhia japonesa buscou a diversificação do portfólio com base em experiências que valorizam a biodiversidade e a geração de impactos sociais e ambientais positivos. Esse foi o primeiro investimento da Ajinomoto em uma foodtech de fora do Japão.</p>
<blockquote><p>&#8220;A decisão de estabelecer essa colaboração foi determinada pelo compromisso que temos de expandir nossa linha de produtos saudáveis, buscando atender às crescentes demandas do mercado. A missão da Manioca, alinhada à valorização da biodiversidade da Amazônia, pautada no comer bem e fazer o bem, ressoa com os valores e princípios da Ajinomoto”, afirma o presidente da empresa no Brasil, Shigeo Nakamura.</p></blockquote>
<p>Com isso, a ideia é desenvolver um plano colaborativo de negócios, que contemple, por exemplo, estratégias para aprimorar a distribuição e a inovação no ramo de alimentos saudáveis. A empresa paraense também espera que a parceria alavanque as vendas diretas ao consumidor, que hoje tem acesso aos produtos por meio do site e de 150 pontos de vareja espalhados em 21 estados do país.</p>
<blockquote><p>“Temos um sonho grande que é estar na casa de todo brasileiro”, disse Joanna Martins ao <a href="https://capitalreset.uol.com.br/amazonia/bioeconomia/por-que-a-ajinomoto-se-interessou-pela-startup-do-tucupi/" target="_blank" rel="noopener">Reset</a>.</p></blockquote>
<p>Ela é uma das fundadoras da foodtech ao lado do empresário Paulo Reis, que dirige a recém-criada <a href="https://paraterraboa.com/economia/marcas-se-unem-para-fortalecer-negocios-da-sociobioeconomia-na-amazonia/">Associação de Negócios da Sociobioeconomia da Amazônia (ASSOBIO)</a>.</p>
<h3>Relação com agricultura familiar e comunidades tradicionais</h3>
<p>Ao longo de uma década, a empresa foi ganhando espaço pelo trabalho que alia tradição e inovação. O modelo de negócio é baseado na oferta de insumos típicos da Amazônia com uma linha de produtos diversos, como farinhas, granolas, temperos, pimentas e geleias.</p>
<p>Para isso, a <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/investimento-em-produtos-da-sociobiodiversidade-nao-encontra-eco-no-sistema-financeiro/">Manioca estruturou uma cadeia produtiva e relações de comércio justo com 45 famílias da agricultura familiar e povos e comunidades tradicionais da região</a>,  em que há a preocupação em ajudar esses negócios familiares a lidar com demandas do mercado. Isso, além de investir em campanhas de divulgação para que os consumidores de fora conheçam e aprendam a cozinhar com os ingredientes locais.</p>
<blockquote><p>“Eles não estão acostumados a atender uma indústria, por exemplo, que quer um produto mais padronizado, embalado de uma forma adequada, que seja pedido e entregue em um prazo específico, que tenha nota fiscal”, destaca Joanna.</p></blockquote>
<p>A expectativa é que a nova parceria inspire também os projetos de outras empresas do ramo para investir não só na exploração das matérias-primas locais, mas principalmente na agregação de valor e no reconhecimento dos empreendedores locais tocados por grupos familiares e comunidades tradicionais, fortalecendo assim a economia e a rede de fornecedores da região.</p>
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		<title>Região Norte teve crescimento superior a 300% em número de startups que atuam na área agrícola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 12:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[agritech]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/tecnologia2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O número de startups que atuam no setor agrícola teve um aumento de 300% na região Norte do País, segundo a Radar Agtech Brasil 2023. De 26 empresas, em 2022, o número mais do que quadruplicou, passando para 116 em 2023. Esse mapeamento anual das startups do agro brasileiro, também conhecido por agtechs ou agritechs, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/tecnologia2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O número de startups que atuam no setor agrícola teve um aumento de 300% na região Norte do País, segundo a<a href="https://radaragtech.com.br/" target="_blank" rel="noopener"> Radar Agtech Brasil 2023.</a> De 26 empresas, em 2022, o número mais do que quadruplicou, passando para 116 em 2023.</p>
<p>Esse mapeamento anual das startups do agro brasileiro, também conhecido por agtechs ou agritechs, foi desenvolvido em conjunto entre a Embrapa, a SP Ventures e a Homo Ludens, e já é referência por oferecer informações atualizadas sobre perfil, segmento, área de atuação e localização dessas empresas no Brasil.</p>
<p>Além disso, identifica ambientes de inovação e o cenário de investimento para esse setor, possibilitando a conexão de agtechs a variados ecossistemas, em níveis nacionais e internacionais.</p>
<p>E o melhor é que a sustentabilidade foi um dos temas que mais pautou o crescimento das startups do agro em 2023. Na categoria “Biodiversidade da sustentabilidade”, o crescimento foi de 124,30% (de 37 para 83); em “Bioenergia e energia renovável”, de 34,60% (de 26 para 35); Segurança e rastreabilidade de alimentos, de 56,62% (de 13 para 21); “Controle Biológico e Manejo Integrado de Pragas”, de 30,56% (de 36 para 45) e em “Sistemas de embalagem, meio ambiente e reciclagem”, de 12,50% (24 para 27), Esses dados totalizam um aumento de 55,15% em relação ao ano passado no número de startups com tecnologias seguras contidas nessas categorias mencionadas.</p>
<blockquote><p>“É uma comprovação do protagonismo do tema no contexto da agropecuária atual”, reforça o analista.</p></blockquote>
<p>A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, destaca a importância da movimentação das agtechs para as regiões Norte e Nordeste do País. Segundo ela, esse crescimento está muito relacionado à questão da sustentabilidade não apenas do ponto de vista econômico, mas ambiental e social.</p>
<blockquote><p>“O documento mostra que esse apelo está se reletindo também nas empresas privadas, corroborando a integração de todos os setores na definição de números e métricas que comprovem a sustentabilidade da agropecuária brasileira”, reforça.</p></blockquote>
<p>Outro dado ressaltado por ela é o aumento das startups dentro da fazenda em relação a 2022. Isso mostra que, cada vez mais, os produtores de todos os portes, especialmente os pequenos e médios, estão percebendo a importância da inovação e da tecnologia em suas propriedades, contribuindo para um ecossistema cada vez integrado.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Radar Agtech tem comprovado que as startups estão dando continuidade às ações de pesquisa e inovação iniciadas pelas instituições de pesquisa e ensino, levando as tecnologias para dentro da fazenda e também para o mercado. Para nós, essa interação com o setor privado é muito importante para a geração de inovação em prol do agro do País&#8221;, enfatiza o presidente.</p></blockquote>
<h3>Belém aparece entre as 20 do ranking</h3>
<p>O estudo começou em 2019 e mostra uma evolução constante desde então. Entre 2022 e 2023, houve um crescimento de 14,7% das startups que atuam no agro no País, de 1.703 para 1.953. A maior parte das agtechs mapeadas se encontra nas regiões Sudeste (56,9%) e Sul (26%).</p>
<p>Entre as cidades com maior número de startups do agro, as dez primeiras colocações contêm municípios das regiões Sudeste e Sul, sendo sete deles do Sudeste, dos quais cinco do estado de São Paulo. Vale destacar a cidade de Curitiba, no Paraná, que herdou a segunda colocação, abaixo apenas de São Paulo capital, com um número muito superior aos demais. Se ampliarmos o recorte para os 20 primeiros no ranking, conseguimos visualizar cidades do Centro-Oeste, Goiânia (GO) e Brasília (DF), bem como a região Norte do Brasil, como Manaus (AM) e Belém (PA).</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Chamada da Amaz seleciona negócios amazônicos para investimento de até R$ 600 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 18:36:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[CURSOS & EVENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[Amaz]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Chamada 2022]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/amaz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Você tem uma ideia inovadora de negócios que geram impacto positivo para a Amazônia, contribuindo para manter a floresta em pé e ao mesmo tempo gerar renda para as populações da região? Então se liga na Chamada de Negócios 2022 da da AMAZ aceleradora de impacto. As inscrições estão abertas até o dia 5 de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/amaz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Você tem uma ideia inovadora de negócios que geram impacto positivo para a Amazônia, contribuindo para manter a floresta em pé e ao mesmo tempo gerar renda para as populações da região? Então se liga na Chamada de Negócios 2022 da da <a href="http://amaz.org.br" target="_blank" rel="noopener">AMAZ aceleradora de impacto</a>.</p>
<p>As inscrições estão abertas até o dia 5 de maio com o objetivo de encontrar startups e negócios inovadores para serem acelerados e receberem investimento de até R＄ 600 mil.</p>
<p>Interessados podem se inscrever e conhecer o regulamento completo da iniciativa no site da <a href="https://amazchamada2022.prosas.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Amaz</a>.</p>
<p>A Amaz busca negócios que gerem impacto positivo nas regiões rurais e florestais  da Amazônia, possuam produto ou serviço já testado no mercado e operem ou planejem atuar na região.</p>
<h3>Quem pode se inscrever?</h3>
<p>Podem se inscrever startups, negócios de base comunitária, organizações e empresas que estejam desenvolvendo negócios de impacto voltados à conservação da floresta, conservação da biodiversidade e ao desenvolvimento socioambiental da Amazônia.</p>
<p>Serão consideradas iniciativas que já estejam desenvolvendo atividades de forma prática e operacional: protótipo desenvolvido, em fase de teste de mercado; produto testado, em fase de lançamento no mercado; ou produto lançado, em fase de captação ou expansão.</p>
<h3>Quais setores podem participar?</h3>
<p>São esperados negócios sustentáveis nos setores de alimentação, beleza e cosméticos; biotecnologia;  produtos da sociobiodiversidade; agricultura e pecuária sustentável; manejo e produção florestal sustentável; ecoturismo e/ou turismo de base comunitária; artesanato; moda; transporte, logística e comunicação; serviços financeiros; plataformas de comercialização e acesso a mercados; educação e empreendedorismo de impacto; mitigação e adaptação às mudanças climáticas; serviços ambientais e mercados de carbono, entre outros.</p>
<p>Ou seja, negócios que geram soluções para os principais problemas sociais e ambientais da Amazônia, buscando conservar ou recuperar áreas de floresta, valorizar os saberes e a biodiversidade, gerar renda e qualidade de vida para as comunidades rurais e ribeirinhas.</p>
<p>Dentre os benefícios oferecidos pela AMAZ, estão:</p>
<ul>
<li>Investimento inicial de até R＄200 mil e possibilidade de novo investimento de até R＄ 400 mil ao final do processo de aceleração (6 meses)</li>
<li>Desenvolvimento da tese de Impacto e modelagem de negócios</li>
<li>Programa de mentorias e acompanhamento</li>
<li>Assessoria jurídica e contábil especializada em negócios de impacto</li>
<li>Assessoria de comunicação e marketing</li>
<li>Conhecimento e apoio de gestão com acompanhamento</li>
<li>Programa de Bolsas e Pequenos Apoios</li>
<li>Acesso a rede de investidores e parceiros da AMAZ</li>
<li><a href="https://amazoniaemcasa.org.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Programa Amazônia em Casa </strong></a></li>
</ul>
<blockquote><p>“Em meio a condições extremamente desafiadoras e um ecossistema ainda nascente, os empreendedores enfrentam todo tipo de dificuldade para alavancar seu negócio na Amazônia. O papel da AMAZ é apoiar esse empreendedor com capital, conhecimento, conexões e tudo mais que for necessário para alavancar seu crescimento. Esperamos fomentar e criar na prática um ecossistema de impacto e inovação na Amazônia”, afirma Mariano Cenamo, CEO da Amaz.</p></blockquote>
<h3>Quem é a Amaz?</h3>
<p>A <a href="http://amaz.org.br" target="_blank" rel="noopener">AMAZ aceleradora de impacto</a> é coordenada pelo Idesam (Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia), e conta com um fundo de financiamento híbrido (<em>blended finance</em>) de R$ 25 milhões para investimento em negócios de impacto nos próximos cinco anos, o primeiro voltado exclusivamente para a região.</p>
<p>Tem como fundadores e parceiros estratégicos Fundo Vale, Instituto humanize, ICS (Instituto Clima e Sociedade), Good Energies Foundation, Fundo JBS pela Amazônia e PPA (Plataforma Parceiros pela Amazônia). Conta também com uma ampla rede de parceiros como Move.Social, Sense-Lab, Mercado Livre, ICE, Costa Brasil, Climate Ventures e investidores privados.</p>
<p>Em 2021, a aceleradora selecionou seis novos negócios para seu portfólio, que atualmente passam por aceleração e investimento. O  potencial de impacto aproximado desses negócios, entre cinco e dez anos, inclui mais de um milhão de hectares de florestas preservados, mais de 700 mil toneladas de emissão de carbono evitadas anualmente, 3.700 hectares de florestas recuperadas, centenas de famílias beneficiadas e injeção de cerca de R＄ 30 milhões em comunidades locais.</p>
<p><em>Fonte: Amaz</em></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/cursos-eventos/aberta-chamada-publica-do-projeto-floresta-amazonia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Aberta chamada pública do Projeto Floresta+ Amazônia</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/cursos-eventos/oportunidade-semas-lanca-3-editais-para-indigenas-quilombolas-e-extrativistas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Oportunidade: Semas lança 3 editais para indígenas, quilombolas e extrativistas</strong></a></p>
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		<title>Startup de estudante em Castanhal é aprovada na primeira fase do Inova Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/startup-de-estudante-em-castanhal-e-aprovada-na-primeira-fase-do-inova-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2021 20:05:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Castanhal]]></category>
		<category><![CDATA[IFPA]]></category>
		<category><![CDATA[Inova Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Mimo Delicado]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/dolores2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Notícia boa é quando gente da terra consegue levar adiante algum projeto empreendedor em parceria com instituições públicas ou privadas. A startup Mimo Delicado, criada pela estudante de Agronomia Dolores Reis, por exemplo, foi aprovada na primeira fase do Programa Inova Amazônia Edição Pará 2021 desenvolvido pelo Sebrae. O resultado foi divulgado neste mês de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/dolores2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Notícia boa é quando gente da terra consegue levar adiante algum projeto empreendedor em parceria com instituições públicas ou privadas.</p>
<p style="font-weight: 400;">A startup Mimo Delicado, criada pela estudante de Agronomia Dolores Reis, por exemplo, foi aprovada na primeira fase do Programa Inova Amazônia Edição Pará 2021 desenvolvido pelo Sebrae. O resultado foi divulgado neste mês de outubro e garante à empreendedora dois meses de capacitação online para que ela aprenda mais sobre como acelerar seu negócio. Ela estuda no Instituto Federal do Pará (IFPA), campus Castanhal.</p>
<p style="font-weight: 400;">Dolores criou a marca Mimo Delicado em 2020, vendendo sabonetes à base de açaí para melhorar a renda familiar. Ao ingressar no IFPA para cursar Agronomia, em 2019, elaborou o primeiro projeto inovador da sua trajetória acadêmica, a bebida aromática Açaifé, feita do caroço do açaí torrado e moído. Em 2021, o projeto foi ampliado, ela criou novos produtos e elaborou um plano de negócios.</p>
<blockquote><p>&#8220;Sou estudante de agronomia do IFPA Campus Castanhal, onde adquirir conhecimentos de inovação e sustentabilidade, então em 2019 realizei meu primeiro projeto Açaifé, que é uma bebida aromática feita do caroço do açaí torrado e moído, divulgando a ideia em eventos como SICAT, SICOOPES E COINTER. Em 2020 no início da pandemia resolvi ampliar o projeto criando mais dois produtos com o caroço do açaí, o sabonete esfoliante e as embalagens que também pode ser usada para decoração, em parceria com o Time ENACTUS para elaboração dos produtos. Fiquei sabendo do INOVA AMAZÔNIA pela minha orientadora Tatiana Pará. Então, submeti a proposta da minha startup Mimo Delicado, que é focada em produtos inovadoras e sustentáveis, que dá um destino adequado ao caroço do açaí, contribuindo dessa forma com a diminuição do impacto ambiental. Está sendo incrível, muito aprendizado e tenho certeza que o Inova Amazônia vai me ajudar a alavancar meu negócio&#8221;, disse ela ao <strong>Pará Terra Boa</strong>.</p></blockquote>
<p style="font-weight: 400;">Orientada pela professora Tatiana Pará Monteiro de Freitas, Dolores conta que as ideias foram surgindo a partir dos conhecimentos adquiridos em sala de aula e mentorias do projeto Enactus IFPA, em parceria com a Casa do Açaí do campus Castanhal.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Programa Inova Amazônia do Sebrae busca fortalecer e potencializar o empreendedorismo a partir da bioeconomia, sustentabilidade e o desenvolvimento territorial. Procura aliar ciência e tecnologia para a geração de negócios com foco no uso sustentável dos recursos naturais, tornando seus produtos sinônimo de riqueza. É realizado em três fases.</p>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;">“Estou muito feliz pela seleção. É uma vitória para mim. Agora vou poder divulgar e compartilhar as ideias inovadoras do projeto. Sinto como um reconhecimento de uma trabalho”, ressalta Dolores.</p>
</blockquote>
<p style="font-weight: 400;">Os projetos selecionados para a segunda fase do programa recebem 6 meses de aceleração presencial, além de uma bolsa de apoio durante os mesmos 6 meses. Na terceira e última fase, serão oferecidos 2 meses de capacitação para internacionalização. Os custos de deslocamentos e abertura de empresas não serão apoiados pelo programa.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para participar do Inova Amazônia é fundamental descrever o produto com clareza para que possa ser corretamente avaliado. Os editais e resultados da seleção de startup são divulgados no site <a href="http://www.sebrae.com.br/inovaamazonia" target="_blank" rel="noopener">www.sebrae.com.br/inovaamazonia</a>.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para cada fase há formulário específico e cronograma. Podem participar pessoas proprietárias da ideia inovadora que desejam desenvolver atividades empresariais ligadas à bioeconomia, com a utilização sustentável de recursos naturais da biodiversidade da Amazônia. Os escolhidos para a Fase 2 precisam constituir Microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EPP) ou Microempreendedor Individual (MEI) no Estado em que foi divulgado o edital.</p>
<p><em>Fonte: Instituto Federal do Pará</em></p>
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