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	<title>sociobioeconomia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>sociobioeconomia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>&#8216;Amazônia em Casa&#8217; abre seleção para capacitar empreendedores da bioeconomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 14:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
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		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-03-at-11.14.08-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta terça-feira, 3, o programa Amazônia em Casa, Floresta em Pé (ACFP) abriu inscrições para o Ciclo 2026, uma formação intensiva para profissionalizar os empreendedores em vendas online de produtos da sociobiodiversidade amazônica. Os interessados têm até 29 de março para se inscrever gratuitamente pelo site oficial. O foco da iniciativa é em empreendedores que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-03-at-11.14.08-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta terça-feira, 3, o programa Amazônia em Casa, Floresta em Pé (ACFP) abriu inscrições para o Ciclo 2026, uma formação intensiva para profissionalizar os empreendedores em vendas online de produtos da sociobiodiversidade amazônica. Os interessados têm até 29 de março para se inscrever gratuitamente pelo <a href="https://www.amazoniaemcasa.org.br/chamada2026" target="_blank" rel="noopener">site oficial.</a></p>
<p>O foco da iniciativa é em empreendedores que ainda atuam de forma inicial no ambiente digital e desejam expandir e profissionalizar suas vendas pela internet.</p>
<p>O programa terá duração de sete meses, com aulas online a cada quinze dias, além de atividades práticas e palestras com especialistas e empreendedores convidados. A formação aborda:</p>
<ul>
<li>o cenário do mercado digital</li>
<li>estratégias de precificação</li>
<li>estruturação de vendas pelo WhatsApp Business</li>
<li>entrada em marketplaces</li>
<li>produção de conteúdo</li>
<li>atendimento ao cliente</li>
<li>noções de logística.</li>
</ul>
<p>Criado em 2020, o programa é realizado pelo Instituto Climate Ventures, que também participou da criação da iniciativa ao lado da Amaz e do Idesam. A iniciativa conta com financiamento da Climate and Land Use Alliance (CLUA), do Instituto Clima e Sociedade (iCS) e do Fundo Vale.</p>
<h3><strong>Quem pode participar</strong></h3>
<p>Negócios com CNPJ ativo que comercializem produtos físicos diretamente ao consumidor final (B2C), utilizem pelo menos 50% de insumos de origem amazônica e tenham no mínimo seis meses de comercialização. Também é necessário ter ao menos um produto pronto para venda, com embalagem, rotulagem adequadas e condições de envio ao cliente.</p>
<p>Além disso, a seletiva anuncia que empreendimentos liderados por populações da floresta, mulheres, indígenas, ribeirinhos, quilombolas ou outros grupos historicamente minoritários terão pontuação adicional no processo seletivo, assim como projetos alinhados ao impacto socioambiental positivo.</p>
<p>Os selecionados da seleção serão informados até o 10 de abril de 2026. Já as aulas começam no dia 27 de abril.</p>
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		<title>Iniciativas ligadas à bioeconomia terão aporte de R$ 2 bilhões do BB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 18:03:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[BB]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[produção sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[sociobioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/bioeconomia8-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As populações amazônidas e da Mata Atlântica brasileiras terão acesso a R$ 2 bilhões em financiamentos para iniciativas ligadas à sociobioeconomia, modelo que une conservação ambiental, valorização dos saberes tradicionais e inclusão social. Desse total, 3.500 famílias de comunidades tradicionais devem ser beneficiadas, com potencial de crédito de R$ 200 milhões. A disponibilização de crédito [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/bioeconomia8-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As populações amazônidas e da Mata Atlântica brasileiras terão acesso a R$ 2 bilhões em financiamentos para iniciativas ligadas à sociobioeconomia, modelo que une conservação ambiental, valorização dos saberes tradicionais e inclusão social. Desse total, 3.500 famílias de comunidades tradicionais devem ser beneficiadas, com potencial de crédito de R$ 200 milhões.</p>
<p>A disponibilização de crédito é parte da atuação do Hub Financeiro da Bioeconomia do Banco do Brasil (BB), que já tem unidades físicas em Manaus (AM), Belém (PA) e em Ilhéus (BA), e com capilaridade em todo o território brasileiro. O Hub Norte atende toda a região da Amazônia Legal e o Hub Nordeste, as comunidades do bioma Mata Atlântica. Todas as unidades devem alcançar R$ 5 bilhões em financiamentos até 2030.</p>
<p>Os espaços oferecem atendimento físico e digital, assistência técnica e soluções financeiras adaptadas às realidades específicas. Agentes de crédito especializados em sociobioeconomia atuarão diretamente nas comunidades tradicionais, promovendo educação financeira e inclusão produtiva.</p>
<p>Este trabalho será um dos destaques apresentados pelo banco em eventos paralelos durante a COP30, em Belém (PA), e poderá ser conhecido também no estande do Banco do Brasil, na Zona Verde.</p>
<p>Os esforços dialogam com o <a href="https://www.gov.br/mma/pt-br/composicao/sbc/dpeb/estrategia-nacional-de-bioeconomia/plano-nacional-de-desenvolvimento-da-bioeconomia" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio) </a>, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), uma vez que um dos eixos mais estratégicos do planejamento é a sociobioeconomia, que busca integrar comunidades tradicionais, povos indígenas, agricultores familiares, mulheres e jovens às cadeias produtivas sustentáveis.</p>
<h3><strong>Outras ações</strong></h3>
<p>Por meio de acordo firmado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Fundo Verde para o Clima (GCF), o Banco do Brasil destinará US$ 250 milhões ao Programa BB Amazônia. A iniciativa visa ampliar o acesso ao crédito para até 11,7 mil empreendimentos locais, incluindo cooperativas, agricultores familiares e negócios liderados por mulheres.</p>
<p>De acordo com o vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, José Ricardo Sasseron, a instituição faz busca ativa pelas comunidades ribeirinhas, extrativistas e indígenas. “Não esperamos que os projetos venham até o banco. Nós vamos até eles.&#8221;</p>
<p>O BB também firmou parceria com o Instituto Clima e Sociedade (iCS), com o objetivo de implementar um programa de apoio a povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. A iniciativa fomenta o desenvolvimento socioeconômico sustentável e valoriza a cultura deste grupos, incentivando a comercialização de produtos da sociobioeconomia, como artesanato, e desenvolvendo projetos de recuperação de terras degradadas.</p>
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		<title>Seca deixa extrativistas sem safra de castanha na região da Terra do Meio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 12:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Altamira]]></category>
		<category><![CDATA[castanha]]></category>
		<category><![CDATA[extrativismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra do Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/castanha3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará passa atualmente pelo inverno amazônico, mas os impactos da última seca ainda são sentidos por muitas comunidades. Na região da Terra do Meio, em Altamira, esse período deveria ser de coleta e venda da castanha, mas devido à longa estação seca do ano passado as árvores não deram frutos ou a safra foi [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/castanha3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará passa atualmente pelo inverno amazônico, mas os impactos da última seca ainda são sentidos por muitas comunidades. Na região da Terra do Meio, em Altamira, esse período deveria ser de coleta e venda da castanha, mas devido à longa estação seca do ano passado as árvores não deram frutos ou a safra foi menor do que o normal. Com isso, a economia das populações tradicionais está abalada.</p>
<p>Normalmente, de dezembro a maio é o período em que os ouriços caem das castanheiras, mas dessa vez a safra foi a menor que já se viu, segundo os produtores da região. A queda de produção associada aos eventos extremos frequentes também está impactando nas atividades de colheita realizadas por povos indígenas e ribeirinhos.</p>
<blockquote><p>“A baixa da safra da castanha faz parte da sazonalidade da espécie. A questão é que esse ano deve ser a menor desde que estamos acompanhando. E é esse também o relato dos extrativistas”, explica Jeferson Straatmann, analista sênior em economia da sociobiodiversidade do Instituto Socioambiental (ISA).</p></blockquote>
<h3>Produção em queda</h3>
<p>Ribeirinhos, indígenas e extrativistas da Terra do Meio também afirmam que a produção da castanha vem caindo ano a ano, mas não é o único produto afetado. Na Reserva Extrativista (Resex) Riozinho do Anfrísio,a seca também provocou perdas nas roças e na produção de cacau. Além disso, o clima mais seco fez com que áreas que não pegavam fogo agora se tornassem inflamáveis.</p>
<p>Em 2024, o rio Xingu e o rio Iriri tiveram situação de escassez hídrica declarada pela Agência Nacional de Águas (ANA). O problema afetou o abastecimento e o transporte, principalmente das comunidades das Resex &#8211; Rio Iriri, Riozinho do Anfrísio e Rio Xingu, que precisaram receber doações de cestas básicas.</p>
<p>A alternativa encontrada para enfrentar o desabastecimento e manter a economia local é fortalecer o projeto da Rede de Cantinas, em que as comunidades se organizam para comercializar os produtos da floresta a preços mais justos e valorizados junto às empresas.</p>
<p>Com a falta de castanha, o foco será direcionado para a aquisição de produtos não perecíveis, farinha e óleo de babaçu. Somente em 2024, a Rede de Cantinas movimentou cerca de R$ 2 milhões na região, sendo que R$ 500 mil eram provenientes do comércio de castanha.</p>
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		<item>
		<title>Pará reforça apoio a empreendimentos da bioeconomia em evento realizado pela ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 19:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[linha de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Estadual da Bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[PLANbio]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/artesanato-bioeconomia-Mauro-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pioneiro na elaboração de um plano estadual de bioeconomia, o Pará conta com ações que facilitam o acesso a crédito e dão mais visibilidade aos negócios baseados em recursos da biodiversidade e da agricultura familiar da Amazônia. Os investimentos direcionados ao setor foram destaque durante o Bioeconomy Amazon Summit (BAS), realizado na quinta-feira, 1º, em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/artesanato-bioeconomia-Mauro-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">Pioneiro na elaboração de um plano estadual de bioeconomia, o Pará conta com ações que facilitam o acesso a crédito e dão mais visibilidade aos negócios baseados em recursos da biodiversidade e da agricultura familiar da Amazônia. Os investimentos direcionados ao setor foram destaque durante o Bioeconomy Amazon Summit (BAS), realizado na quinta-feira, 1º, em Belém. O evento foi  promovido pelo Pacto Global da ONU &#8211; Rede Brasil e pela empresa de venture capital KPTL.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O incentivo aos negócios sustentáveis é uma das apostas do Governo do Pará para garantir a conservação da floresta e criar novas oportunidades de geração de emprego e renda. A estratégia está prevista na Política Estadual sobre Mudanças Climáticas, </span> <span style="font-weight: 400;">que orienta a agenda climática e de transição ecológica do estado que sediará a COP30 em 2025.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“O Plano de Bioeconomia trouxe um levantamento que destaca um potencial de geração de receitas com produtos da bioeconomia no Pará de US$ 30 bilhões até o ano de 2040, além de outros US$ 120 bilhões anuais com a exportação de 43 bioprodutos florestais. Portanto temos um horizonte de oportunidades para que possamos gerar emprego, renda e novas soluções e é nisso que nós acreditamos”, afirmou à </span><a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/58418/governo-do-para-destaca-acoes-da-bioeconomia-no-bioeconomy-amazon-summit" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Agência Pará</span></a><span style="font-weight: 400;"> o governador Helder Barbalho.</span></p></blockquote>
<figure id="attachment_30007" aria-describedby="caption-attachment-30007" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-30007 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Helder-Barbalho-BAS-Marco-Santos-Agencia-Para.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Helder-Barbalho-BAS-Marco-Santos-Agencia-Para.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Helder-Barbalho-BAS-Marco-Santos-Agencia-Para-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Helder-Barbalho-BAS-Marco-Santos-Agencia-Para-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Helder-Barbalho-BAS-Marco-Santos-Agencia-Para-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Helder-Barbalho-BAS-Marco-Santos-Agencia-Para-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-30007" class="wp-caption-text">Helder Barbalho destaca importância da bioeconomia para a Amazônia. Foto: Marco Santos / Agência Pará</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Para aproveitar esse potencial, algumas medidas já foram implementadas e criam um ambiente favorável ao desenvolvimento dos negócios. Uma delas é a construção do Parque Estadual da Bioeconomia, que funcionará no Porto Futuro II e deve abrigar cerca de 250 empreendimentos do Pará e outros estados como o Amazonas e o Acre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro projeto já em execução é a oferta de uma linha de crédito específica para esse segmento e que atende às necessidades de pequenos e médios produtores rurais.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Abrimos linha de crédito no Banco do Estado do Pará chamada Banpará Bio, com um fundo garantidor para alavancar o acesso a financiamento para propriedades de até 100 hectares, para que a agricultura familiar possa completar a sua renda a partir da bioeconomia, colaborando de forma decisiva para a geração de empregos verdes e sustentáveis”, destacou.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, durante o BAS a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) anunciou que aplicará recursos do programa “Floresta em Pé”, fruto da cooperação financeira com a Alemanha, no </span><a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/58434/semas-apoia-projeto-vitrines-da-bioeconomia-que-divulga-produtos-sustentaveis-da-amazonia" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">projeto “Vitrines da Bioeconomia”</span></a><span style="font-weight: 400;">, idealizado pela </span><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/marcas-se-unem-para-fortalecer-negocios-da-sociobioeconomia-na-amazonia/"><span style="font-weight: 400;">Associação dos Negócios da Sociobioeconomia da Amazônia (Assobio)</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Gostaria de anunciar que a Semas vai apoiar o desenvolvimento desse projeto, em parceria com a Assobio, dando visibilidade para os produtos da bioeconomia para que na COP30, no próximo ano, possamos espalhar o projeto pela Região Metropolitana levando os nossos visitantes a conhecer e entender melhor as oportunidades de uma nova economia, nova para alguns, mas não para nós, que a entendemos como um reencontro com as nossas origens ancestrais”, declarou o titular da Semas, Mauro Ó de Almeida.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Paulo Reis, presidente da Assobio, a parceria com o poder público será essencial para ampliar a divulgação dos negócios. O projeto-piloto foi apresentado durante o evento e contou com a participação de empreendedores dos ramos de alimentação, artesanato, biocosméticos e outros. A ideia é replicar esse modelo de exposição em diversos momentos até a Conferência do Clima em Belém.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“A gente tem como preocupação também a defesa da importância de pequenos e médios negócios para o desenvolvimento da região amazônica. Esse pequeno e médio negócio tem capacidade de dar resiliência, trabalhar com uma diversidade enorme de produtos da biodiversidade”, ressaltou Paulo Reis.</span></p></blockquote>
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		<title>Em Santarém, Marina Silva destaca papel da sociobioeconomia para redução do desmatamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 19:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[econcentro]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
		<category><![CDATA[sociobioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/ecocentro-santarem-marina-silva-reproducao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A Cooperativa dos Trabalhadores Agroextrativistas do Oeste do Pará (ACOSPER), o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR) e o Projeto Saúde e Alegria (PSA) comemoraram nesta sexta-feira, 19, a inauguração do Ecocentro da Sociobioeconomia. O evento contou com a presença da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/ecocentro-santarem-marina-silva-reproducao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A Cooperativa dos Trabalhadores Agroextrativistas do Oeste do Pará (ACOSPER), o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR) e o Projeto Saúde e Alegria (PSA) comemoraram nesta sexta-feira, 19, a inauguração do <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/ecocentro-fortalece-extracao-de-oleos-essenciais-e-capacitacao-de-extrativistas-do-oeste-do-para/">Ecocentro da Sociobioeconomia</a>. O evento contou com a presença da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; representantes da Alemanha e<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/noruega-anuncia-nova-doacao-de-mais-de-r-270-milhoes-ao-fundo-amazonia/" target="_blank" rel="noopener"> Noruega, que estão entre os principais doadores do Fundo Amazônia</a>, autoridades locais e outros apoiadores.</p>
<p>O Ecocentro surge para fortalecer as atividades de extração de látex e óleos essenciais, o beneficiamento de frutas e sementes nativas e a produção de mel de abelhas sem ferrão na região. O espaço era um antigo galpão de borracha da ACOSPER e foi revitalizado e equipado para se tornar um ponto referência de multiprocessamento, armazenamento e comercialização de <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/sociobioeconomia-e-fundamental-para-evitar-o-ponto-de-nao-retorno-na-amazonia/">produtos da sociobiodiversidade</a>.</p>
<blockquote><p>&#8220;Agora com o Ecocentro, será possível agregar valor a toda essa produção comunitária. Ao invés de vender sementes “in natura”, poderão por exemplo aumentar as receitas ao comercializá-las na forma de óleos ou manteigas. E diretamente, sem atravessadores. Taí o povo agroextrativista do Tapajós mostrando que é possível sim um outro tipo de desenvolvimento, a partir das vocações e culturas locais, e com a floresta em pé”, destacou Caetano Scannavino, coordenador do PSA.</p></blockquote>
<p>Em seu discurso, Marina Silva tratou da importância da retomada do Fundo Amazônia no atual governo e seu papel dentro das políticas de apoio aos povos e comunidades tradicionais e para fomentar estratégias econômicas mais sustentáveis na região.</p>
<blockquote><p>“Esses recursos são para projetos-piloto como esse, para que eles possam ganhar escala e possam ser transformados cada vez mais em política pública, para que a gente possa fazer com que o desmatamento zero na Amazônia não seja apenas por ação de comando e controle, mas em função da mudança do modelo de desenvolvimento, da criação de um novo ciclo de prosperidade, que combate à desigualdade e que faz a agenda econômica, social, ambiental e cultural da sustentabilidade”, declarou a ministra.</p></blockquote>
<p>Marina Silva também se disse emocionada ao ver a combinação de ética e técnica do ecocentro com os conhecimentos tradicionais, o que vai permitir otimizar e ampliar a produção, além de agregar valor aos produtos que surgem do manejo responsável dos recursos naturais.</p>
<blockquote><p>“Eu me lembrei que para tirar óleo de andiroba, a gente ralava a semente no ralo, uma por uma. Para tirar o óleo da copaíba, o processo era artesanal e difícil, nem todos sabiam manejar e, às vezes, a árvore até morria”, recordou Marina, que durante a infância e a adolescência viveu com a família no seringal Bagaço, no estado do Acre. “Tantas vezes eu andei com meu pai por 14 km por dia para poder coletar 16 latas de leite para fazer a borracha para vender para o patrão”, pontuou.</p></blockquote>
<p>A ministra afirmou ainda que o Brasil se tornou protagonista da agenda climática atualmente porque dá exemplo com a redução do desmatamento na Amazônia e com apoio prestado a outros países da região. A expectativa é que o compromisso nacional seja reforçado durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que ocorre em 2025, em Belém.</p>
<blockquote><p>“A mudança climática que nos assola será enfrentada com desmatamento zero e redução de emissão de CO2 de carvão, petróleo e gás. Nós vamos para a COP30 com INDCs (Contribuição Nacionalmente Determinada) que sejam ambiciosas para não ultrapassar o 1,5ºC”, frisou Marina Silva.</p></blockquote>
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		<title>Sociobioeconomia é fundamental para evitar o ponto de não-retorno na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 21:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
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		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/587d9213-718c-4b12-83cc-66471c166964-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A exploração intensiva da Amazônia promovida pela abertura das áreas de floresta com desmatamento, a degradação e as queimadas criaram, , nas últimas décadas, um cenário em que a sobrevivência do bioma, as suas características e serviços ambientais prestados ao planeta estão cada vez mais ameaçados. Chamado de ponto de não-retorno, esse [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/587d9213-718c-4b12-83cc-66471c166964-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A exploração intensiva da Amazônia promovida pela abertura das áreas de floresta com desmatamento, a degradação e as queimadas criaram, , nas últimas décadas, um cenário em que a sobrevivência do bioma, as suas características e serviços ambientais prestados ao planeta estão cada vez mais ameaçados. Chamado de ponto de não-retorno, esse futuro crítico exige que uma série de medidas sejam adotadas para evita-lo e uma delas envolve o fortalecimento das cadeias produtivas da sociobioeconomia.</p>
<p>Essa foi a ideia central discutida durante a mesa-redonda “Caminhos para afastar a Amazônia do ponto de não-retorno com uma nova sociobioeconomia de saudáveis florestas em pé e rios fluindo”, promovida pelo Painel Científico para a Amazônia (SPA, na sigla em inglês) durante a 76ª reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, realizada em Belém.</p>
<p>Cientista sênior no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), Carlos Nobre abordou a urgência do tema diante das evidências de que a transformação do bioma está em curso. De acordo com o pesquisador, o desmatamento e o aquecimento global têm contribuído para a queda da umidade do ar na região que envolve o norte do Cerrado e o sul e sudeste da Amazônia, onde predomina a pecuária extensiva;  e para o aumento da mortalidade de árvores em áreas ao norte dos estados do Pará e do Amazonas e sul do Amapá, bem como da Guiana, da Guiana Francesa, da Bolívia e do Peru.</p>
<blockquote><p>“O mais preocupante é que nos últimos 40 anos, em todo o sul da Amazônia a estação seca está de quatro a cinco semanas mais longa. Isso é uma semana a mais por década. Historicamente, a estação seca dura de três a quatro meses, só que sempre com chuva. O mínimo de chuva em toda essa região era de 40 mm. Agora está ficando mais longa e mais seca. Chega a cinco semanas a mais nas áreas mais desmatadas. Se a estação chega a seis meses, não tem condição nenhuma de manter a floresta”, alerta Carlos Nobre, que é co-presidente do SPA.</p></blockquote>
<p>Para ele, é preciso agir agora para reduzir o risco de um ponto de não-retorno, envolvendo estratégias de aumento da governança na região, eliminação do desmatamento, da degradação florestal e das queimadas, planos para conservação e restauração de florestas e investimentos em sociobioeconomia.</p>
<figure id="attachment_29692" aria-describedby="caption-attachment-29692" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-29692 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/e5f2faeb-75e2-4a5f-a593-59adf6349832-1024x682.jpeg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/e5f2faeb-75e2-4a5f-a593-59adf6349832-1024x682.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/e5f2faeb-75e2-4a5f-a593-59adf6349832-300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/e5f2faeb-75e2-4a5f-a593-59adf6349832-768x512.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/e5f2faeb-75e2-4a5f-a593-59adf6349832-1536x1023.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/e5f2faeb-75e2-4a5f-a593-59adf6349832-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/e5f2faeb-75e2-4a5f-a593-59adf6349832-450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/e5f2faeb-75e2-4a5f-a593-59adf6349832-1200x800.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/e5f2faeb-75e2-4a5f-a593-59adf6349832.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-29692" class="wp-caption-text">Evidências científicas mostram que Amazônia corre risco de alcançar o ponto de não-retorno, alertou Carlos Nobre. Fotos: Alexandre de Moraes / Ascom UFPA</figcaption></figure>
<p>Nesse modelo, Nobre prevê uma composição da Amazônia com cerca de 70% de áreas preservadas, até 20% de sistemas agroflorestais e, no máximo, 10% de áreas com agricultura, mineração e pecuária sustentáveis.</p>
<blockquote><p>“(A sociobioeconomia) tem um gigantesco potencial de manter a floresta: mantém os serviços ecossistêmicos, combate a emergência climática e protege as populações muito melhor e também contribui para a economia do País”., ressaltou.</p></blockquote>
<h3><strong>Valorização da sociobioeconomia</strong></h3>
<p>O caminho parece claro, mas a pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental Joice Ferreira diz que há o desafio de estabelecer políticas e programas que favoreçam a sociobioeconomia, visto que este conceito ainda está em disputa e é utilizado inclusive para promover empreendimentos com plantio de soja, ao mesmo tempo que abarca o extrativismo tradicional, o que é prejudicial para as comunidades locais da Amazônia.</p>
<blockquote><p>“É a economia da floresta e sua sociobiodiversidade com foco na equidade e geração de valor a partir da diversidade biocultural da região, dos povos indígenas e comunidades locais&#8221;, definiu a cientista, ressaltando que o termo contempla atividades que levam à conservação e restauração dos ecossistemas, promovem práticas agroecológicas diversas, protegem os direitos humanos e territoriais, agregam valor aos produtos amazônicos, geram benefícios de longo prazo, entre outros benefícios.</p></blockquote>
<p>Na mesma linha, o doutor em Economia e professor da Universidade Federal do Pará (UFPA) Francisco de Assis Costa destacou que essa chamada nova sociobioeconomia já existe nas práticas tradicionais das populações da região, mas que precisa ser melhor entendida e empoderada como estratégia de desenvolvimento.</p>
<p>Nesse sentido, o pesquisador pontuou a necessidade de valorização dos produtos amazônicos pelas suas peculiaridades e adotando a lógica de mercado de <em>terroir, </em> no lugar da perspectiva de generalização que se faz quando se explora, por exemplo, somente os princípios biológicos ou químicos de um de uma determinada espécie, como o açaí ou o guaraná.</p>
<blockquote><p>“É o apelo do que superalimento produz. O superalimento vai para o mercado mundial como molécula. Não tem cheiro, não tem cor, não tem gosto e, nesse sentido, não traz oportunidade de agregação de valor pela distinção. Para pensar nisso, basta pensar toda a economia do vinho que está baseada na lógica da &#8216;especiação&#8217;”, esclareceu o professor.</p></blockquote>
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		<title>Santo Antônio do Tauá agora conta com agroindústria de processamento de óleos essenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 19:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Natura]]></category>
		<category><![CDATA[óleos essenciais]]></category>
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		<category><![CDATA[Seaf]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/natura-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O município de Santo Antônio do Tauá, no nordeste paraense, agora conta com uma agroindústria de processamento de óleos essenciais da sociobioeconomia, resultado de parceria entre a Associação dos Produtores e Produtoras Rurais da Comunidade Campo Limpo e a empresa Natura&#38;Co. O titular da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (Seaf), Cássio Pereira, participou na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/natura-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O município de Santo Antônio do Tauá, no nordeste paraense, agora conta com uma agroindústria de processamento de óleos essenciais da sociobioeconomia, resultado de parceria entre a Associação dos Produtores e Produtoras Rurais da Comunidade Campo Limpo e a empresa Natura&amp;Co.</p>
<p>O titular da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (Seaf), Cássio Pereira, participou na quinta-feira,1º, da inauguração do empreendimento, quando também foi assinado um Termo de Cooperação da Seaf com a Natura para apoiar o desenvolvimento e a produção de palma sustentável, mediante a implantação de sistemas agroflorestais biodiversos (SAF Dendê) no município.</p>
<p>O acordo prevê ainda auxiliar o fortalecimento das cadeias da sociobioeconomia nas comunidades tradicionais, nas quais a Natura está presente no Pará; apoio institucional e assessoramento a entidades e organizações sociais, da agricultura familiar e das comunidades tradicionais, com ações convergentes ao objeto do acordo; promoção de ações colaborativas que corroborem os esforços do Governo do Pará na implantação de um modelo conciliatório de desenvolvimento da agricultura familiar e das comunidades tradicionais, baseado na conservação e valorização de ativos ambientais; ampliação do potencial econômico e de eficiência de cadeias de produção, bem como a melhoria das condições sociais locais em ações que implementem ações contidas no Plano Estadual de Agricultura Familiar e das Comunidades Tradicionais; transição dos sistemas de produção em monocultivo de palma para sistemas biodiversos (SAFs), e identificação de novas áreas e organizações de agricultores familiares de produtos da sociobioeconomia.<span class="w3cgWrapper w3cgAlignCenter"><span class="w3cgLegenda">O empreendimento fomenta a produção sustentável e gera renda para agricultores familiares</span></span></p>
<blockquote><p>“Hoje, o Pará viveu um momento importante da sua história no tema da sociobioeconomia. Este acordo tem um foco na ampliação da área de cultivo de dendê em sistemas agroflorestais, e também no trabalho de prospecção de novas áreas, novos agricultores familiares, novas organizações, bem como na industrialização dos produtos derivados da sociobioeconomia. Teremos a oportunidade de desenvolver políticas públicas que foquem no apoio para a expansão da meta da agricultura, que é atingir nos próximos anos 40 mil hectares de cultivo de dendê em sistemas agroflorestais. Do ponto de vista do governo do Estado, nós vamos trabalhar para organizar esses agricultores e adequar as linhas de crédito”, declarou Cássio Pereira.</p></blockquote>
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		<title>Bioeconomia, que gera emprego e renda, é arma contra exploração predatória de recursos, diz Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 16:58:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CÚPULA DA AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[sociobiodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[sociobioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/cupula3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quarta-feira, 9, do segundo e último dia da Cúpula da Amazônia, promovida pela Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), em Belém, no Pará. o evento reúne representantes de países amazônicos, além de países convidados, para discutir desenvolvimento sustentável da Amazônia. Em seu discurso de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/cupula3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quarta-feira, 9, do segundo e último dia da Cúpula da Amazônia, promovida pela Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), em Belém, no Pará. o evento reúne representantes de países amazônicos, além de países convidados, para discutir desenvolvimento sustentável da Amazônia.</p>
<p>Em seu discurso de abertura, Lula disse que a &#8216;promoção do bioma&#8217; amazônico é a &#8216;promoção do bem-estar dos seus habitante&#8221; e a Cúpula era uma oportunidade de expandir o diálogo com outros países, que têm apoiado esforços na região amazônica. Ele se referia a Indonésia, a República Democrática do Congo e a República do Congo, países que, por também possuírem florestas tropicais, foram convidados a participar do evento.</p>
<blockquote><p>“São os produtos da sociobiodiversidade que vão gerar emprego e renda e oferecer alternativas à exploração predatória dos recursos naturais. É conjugando atividade econômica com preservação que vamos diminuir as pressões sobre a vegetação nativa. É valorizando as culturas locais que vamos promover o turismo sustentável. É resgatando os conhecimentos e os saberes tradicionais que vamos fomentar a pesquisa e a ciência de ponta. E é transformando as cidades em centros de inovação que vamos agregar valor aos produtos da floresta e alavancar o desenvolvimento tecnológico”, disse o presidente.</p></blockquote>
<p>Lula disse que &#8220;os países detentores de florestas tropicais herdaram do passado colonial um modelo econômico predatório. Um modelo baseado na exploração irracional dos recursos naturais, na escravidão e na exclusão sistemática das populações locais&#8221;.</p>
<p>Ele  chamou de &#8220;neocolonialismo verde&#8221; as barreiras comerciais impostas pelo mercado internacional, em clara alusão à lei antidesmatamento da União Europeia.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não podemos aceitar um neocolonialismo verde que, sob o pretexto de proteger o meio ambiente, impõe barreiras comerciais e medidas discriminatórias e desconsidera nossos marcos normativos e políticas domésticas&#8221;, disse. &#8220;O que precisamos para dar um salto de qualidade é de financiamento de longo prazo e sem condicionalidades para projetos de infraestrutura e industrialização verdes&#8221;, continuou.</p></blockquote>
<p>Na terça-feira, 8, os presidentes dos países amazônicos divulgaram a <a href="https://www.paraterraboa.com/cupula-da-amazonia/declaracao-de-belem-fala-em-esforcos-para-evitar-colapso-mas-nao-inclui-desmatamento-zero/" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Belém,</a> documento que consolida a agenda comum entre os oito países signatários do TCA para a região.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1547998&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1547998&amp;o=node" /></p>
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		<title>Colombia pede fim dos combustíveis fósseis; Bolívia e Peru querem OTCA mais forte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 21:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CÚPULA DA AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[foz do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[povos originários]]></category>
		<category><![CDATA[sociobioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/cupula2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Os chefes de Estado dos países pan-amazônicos iniciaram nesta terça-feira, 8, em Belém, os debates em torno da agenda para o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento do Tratado de Cooperação Amazônica (TCA). As discussões estão no centro do debate promovido pela Cúpula da Amazônia, que recebe os líderes do Brasil, Bolívia, Colômbia, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/cupula2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Os chefes de Estado dos países pan-amazônicos iniciaram nesta terça-feira, 8, em Belém, os debates em torno da agenda para o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento do Tratado de Cooperação Amazônica (TCA). As discussões estão no centro do debate promovido pela Cúpula da Amazônia, que recebe os líderes do Brasil, Bolívia, Colômbia, Guiana, Equador, Peru, Suriname e Venezuela.</p>
<p>Na abertura do evento, o presidente Luís Inácio Lula da Silva discursou sobre a necessidade do encontro que não ocorria há 14 anos. “Nunca foi tão urgente retomar e ampliar essa cooperação. Os desafios da nossa era, e as oportunidades que surgem, demandam ação conjunta”, disse o presidente citando o agravamento da crise climática.</p>
<blockquote><p>“Fortaleceremos o lugar dos países detentores das florestas tropicais na agenda global, em temas que vão do enfrentamento à mudança do clima à reforma do sistema financeiro internacional. O fato de estarmos todos juntos aqui – governos, sociedade civil e academia, estados e municípios, parlamentares e lideranças – reflete a nossa firme intenção de trabalhar por esses objetivos”, acrescentou Lula.</p></blockquote>
<p>O presidente boliviano Luís Arce adiantou que a Declaração de Belém possui avanços importantes e que contemplam as demandas das populações originárias de seu país.</p>
<blockquote><p>“A Bolívia defende a criação de reuniões que possam dar mais institucionalidade e fortalecer a OTCA, ao mesmo tempo destacamos e agradecemos pelo estabelecimento de um mecanismo de povos indígenas da Amazônia. Esse é um reconhecimento à sabedoria ancestral dos povos indígenas e ao seu papel fundamental para a preservação da biodiversidade e do conhecimento sobre os ecossistemas”, comentou.</p></blockquote>
<p>Por sua vez, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro destacou uma posição contrária à continuidade do uso e exploração de combustíveis fósseis na região. Ele afirmou que “as forças progressistas deveriam estar sintonizadas com a ciência”.</p>
<blockquote><p>“O planeta precisa deixar de usar o petróleo, carvão e gás”, disse ele</p></blockquote>
<p>Para Petro, é contraditório manter essa matriz energética ao mesmo tempo em que se discute sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>“O problema é o uso do petróleo. A selva poderia nos ajudar a salvar a vida e o que estamos fazendo? Explorando gás e petróleo na selva. É um contrassenso total”, opinou, em meio à polêmica sobre a tentativa de o Brasil explorar petróleo na foz do Rio Amazonas.</p></blockquote>
<p>Já a presidente do Peru, Dina Boluarte, também falou da importância de fortalecer OTCA, como seu colega boliviano, e ressaltou a necessidade de valorização de conhecimentos ancestrais, a adoção de tecnologias inovadoras e sustentáveis, a promoção de iniciativas conjuntas de turismo, entre outras.</p>
<blockquote><p>“Precisamos assegurar recursos e, ao mesmo tempo, fortalecer capacidades e implementar políticas públicas que reconheçam o potencial das atividades desenvolvidas na Amazônia”, frisou.</p></blockquote>
<p>Para a secretária-geral da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), Maria Alexandra Moreira, a Declaração de Belém representará um avanço para a região.</p>
<blockquote><p>“Esta Declaração é um compromisso enérgico e ousado com uma visão abrangente que procurou entender a Amazônia em sua dimensão mais ampla como um bioma com interconexões complexas, que requer medidas de gestão em nível sistêmico, transfronteiriço, multissetorial e multinível”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Para ela, a Declaração de Belém é um marco para a região e aponta a necessidade de efetivação do acordo assumido entre os países.</p>
<blockquote><p>“Tudo isso cria um duplo desafio para implementar esta Declaração. Por um lado: urgência de ação. Com uma implementação imediata e pragmática de ações e, em segundo lugar, que essas ações e desenvolvimento de políticas públicas sejam baseadas em evidências científicas e produção de cenários e dados próprios regionalizados e adaptados para a Amazônia”, acrescentou.</p></blockquote>
<h3>Diálogos Amazônicos</h3>
<p>Durante a reunião, seis representantes da sociedade civil foram convidados a participar da Cúpula relatando os apontamentos feitos nas plenárias realizadas nos Diálogos Amazônicos na semana passada. Foram eles: Eslin Enrique, da Venezuela; Manuela Merino, do Equador; Pablo Neri, do Brasil; Pablo Solón, da Bolívia; Ruth Chaparro, da Colômbia; e Toya Manchieri, do Brasil.</p>
<p>Os relatórios produzidos pelos movimentos sociais trazem uma série de proposições que devem ser adotadas pelos governos da região. Algumas delas são o combate a grandes empreendimentos; o respeito ao direito dos povos e comunidades tradicionais à consulta livre, prévia e informada; o enfrentamento do racismo ambiental, apoiar políticas de sociobioeconomia e economia indígena, recuperação de terras indígenas invadidas, incentivar os modelos de produção de alimentos em bases agroecológicas, entre outras.</p>
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