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	<title>situação de emergência &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>situação de emergência &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Inverno amazônico: Chuvas intensas afetam 90% dos municípios do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 18:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-18.18.36-1024x723-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As fortes chuvas que atingem o Pará nos últimos dias agravaram o cenário de alagamentos em diversas regiões. O impacto do inverno amazônico já levou sete municípios — Óbidos, Ananindeua, Portel, Novo Repartimento, Bannach, Pacajá e Bragança — a decretarem situação de emergência em 2026. Belém acumula 149,2 mm de chuva apenas nos primeiros cinco [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-18.18.36-1024x723-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As fortes chuvas que atingem o Pará nos últimos dias agravaram o cenário de alagamentos em diversas regiões. O impacto do inverno amazônico já levou sete municípios — Óbidos, Ananindeua, Portel, Novo Repartimento, Bannach, Pacajá e Bragança — a decretarem situação de emergência em 2026.</p>
<p>Belém acumula 149,2 mm de chuva apenas nos primeiros cinco dias de março, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Em Bragança, a situação é mais crítica, com 385 mm no mesmo período e mais de 9 mil pessoas afetadas, incluindo centenas de desalojados e desabrigados, de acordo com o Liberal. O Governo Federal já reconheceu oficialmente a emergência em Bragança e Ananindeua.</p>
<p>No sul do estado, a infraestrutura também sofre com o volume de água: em Xinguara, uma cratera interditou o km 98 da BR-155, e a prefeitura articula a decretação de estado de calamidade pública. Segundo meteorologistas, cerca de 90% do território paraense segue sob influência de sistemas que favorecem tempestades, como a Zona de Convergência Intertropical.</p>
<p>Para dar assistência aos moradores e municípios mais afetados, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (Cedec) atua na instalação do Gabinete de Crise e a implantação do Sistema de Comando de Incidentes (SCI), para garantir suporte aos afetados, assim como organização, coordenação e eficiência no atendimento às emergências em parceria com as prefeituras.</p>
<p>Segundo o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), os afetados podem pedir suporte no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), entretanto, é necessário que essas localidades tenham o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública.</p>
<p>De acordo com a previsão climática da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), as chuvas devem continuar acima da média até o mês de maio, afetando especialmente as regiões norte e nordeste do Pará, que contemplam mais de 50 municípios do Arquipélago do Marajó, Grande Belém, região do Salgado e parte do Baixo Amazonas.</p>
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		<title>Depois da seca, Pará enfrenta situação de emergência por causa das chuvas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 16:04:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/enchente-sao-felix-do-xingu-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Depois da seca severa, o Pará passa agora por um novo ciclo de evento extremo com fortes chuvas e aumento do nível dos rios que causam danos a casas, rodovias e afetam a agricultura. Além dos prejuízos materiais, as enchentes deixam milhares de pessoas desabrigadas em diferentes cidades. Atualmente, 26 municípios estão com decretos de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/enchente-sao-felix-do-xingu-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Depois da seca severa, o Pará passa agora por um novo ciclo de evento extremo com fortes chuvas e aumento do nível dos rios que causam danos a casas, rodovias e afetam a agricultura. Além dos prejuízos materiais, as enchentes deixam milhares de pessoas desabrigadas em diferentes cidades. Atualmente, 26 municípios estão com decretos de situação de emergência reconhecidos pelo governo federal.</p>
<p>As cidades atendidas são: Aveiro, Baião, Bannach, Belterra, Bom Jesus do Tocantins, Bonito, Breu Branco, Cachoeira do Piriá, Capanema, Chaves, Dom Eliseu, Goianésia do Pará, Jacareacanga, Monte Alegre, Muaná, Novo Progresso, Oeiras do Pará, Oriximiná, Pacajá, Placas, Rurópolis, Sapucaia, São Félix do Xingu, Tucuruí, Ulianópolis e Óbidos.</p>
<p>Entre os casos mais recentes está o de Monte Alegre, no oeste paraense, onde 375 famílias na zona urbana e 4.131 famílias da zona rural foram afetadas. As chuvas levaram à inundação de residências, atoleiros, destruição de estradas vicinais e pontes, além de prejuízos em unidades de saúde e escolas. Na cidade, o nível do rio Gurupatuba também subiu e chegou a marca de 4,50 metros e está prestes a inundar o terminal hidroviário local.</p>
<p>De acordo com o engenheiro hidrólogo do Serviço Geológico do Brasil, Marcus Suassuna, as cheias repentinas podem causar &#8220;dificuldades de navegação, prejuízos à agricultura, problemas de saneamento e o aumento de &#8216;terras caídas&#8217;, eventos com grande potencial destrutivo&#8221;.</p>
<p>Em Belterra, também no oeste, 6.824 pessoas foram atingidas, incluindo a população de três comunidades indígenas da Flona Tapajós. Já em Novo Progresso, na região sudoeste, a defesa civil municipal identificou que 1.872 ficaram desalojadas, e 3.456 parcial ou diretamente afetadas por problemas como a destruição de cinco pontes de estrutura e a impossibilidade de trafegar em 147 km de estradas.</p>
<p>Com o reconhecimento federal da situação de emergência nessas cidades, as prefeituras podem solicitar recursos para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros materiais necessários para o atendimento da população.</p>
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		<title>Cheias nos rios Itacaiúnas, Tocantins e Xingu deixam famílias desabrigadas no sudeste paraense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 18:57:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/enchente_Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Ao menos 81 famílias de Marabá ficaram desabrigadas após as cheias nos rios Itacaiúnas e Tocantins. Segundo a Defesa Civil, outras 88 famílias estão desalojadas e precisaram ficar em casas de parentes e amigos, e 13 estão ilhadas. O problema é efeito direto da alta do volume de chuvas na região que fez com o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/enchente_Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Ao menos 81 famílias de Marabá ficaram desabrigadas após as cheias nos rios Itacaiúnas e Tocantins. Segundo a Defesa Civil, outras 88 famílias estão desalojadas e precisaram ficar em casas de parentes e amigos, e 13 estão ilhadas. O problema é efeito direto da alta do volume de chuvas na região que fez com o nível dos rios passasse da cota de segurança.</p>
<p>Na última sexta-feira, 14, o rio Itacaiúnas estava com 11,21 metros (nível de emergência) e o Tocantins, com 9,34 (nível de alerta), segundo a Agência Nacional de Águas. Diante do risco, o Exército foi mobilizado para prestar socorro à comunidade. De acordo com o jornal <a href="https://www.oliberal.com/para/cheias-dos-rios-itacaiunas-e-tocantins-deixam-81-fam%C3%ADlias-desabrigadas-em-maraba-1.930255" target="_blank" rel="noopener">O Liberal</a>, além de resgatar as pessoas atingidas, os militares também estão oferecendo apoio logístico na distribuição de mantimentos, água potável e assistência básica.</p>
<h3>São Félix do Xingu</h3>
<p>As enchentes também preocupam em São Félix do Xingu, onde o rio Xingu atingiu 7.92 metros. A elevação do nível fez com que mais de 200 km de estradas ficaram intrafegáveis, afetando mais de 8,9 mil famílias e deixando 1.792 desalojadas.</p>
<p>A prefeitura de São Félix do Xingu decretou situação de emergência devido aos impactos causados pelas chuvas e ressaltou que comunidades ribeirinhas, aldeias indígenas e pequenos produtores rurais foram diretamente afetados.</p>
<blockquote><p>“Tenho medo porque pode aparecer cobra, estou ficando no andar de cima e suspendi os móveis. Na redondeza os vizinhos se mudaram, todos tiveram que sair porque a água invadiu o imóvel”, disse o morador de São Félix do Xingu, Francisco Protázio, ao<a href="https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2025/03/14/enchentes-no-pa-municipio-recebe-ajuda-do-exercito-e-outros-dois-decretam-situacao-de-emergencia.ghtml" target="_blank" rel="noopener"> G1 Pará</a>.</p></blockquote>
<h3>Situação de emergência</h3>
<p>Atualmente, a situação de emergência é reconhecida pelo governo federal em seis municípios paraenses: Jacareacanga, Ulianópolis, Novo Progresso, Rurópolis, Bannach e Aveiro. Com isso, os municípios podem solicitar recursos para ações emergenciais de defesa civil.</p>
<p>Em todo o estado também há 58 reconhecimentos vigentes por estiagem, 35 por incêndios florestais, dois por vendaval e um por doenças infecciosas virais.</p>
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		<title>Defesa Civil monitora nível do Rio Tapajós após fortes chuvas em Santarém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 17:33:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/portalamazonia_encontrodasaguas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As chuvas intensas deste início de ano tem ajudado os rios do Pará a recuperar os níveis normais e deixar os problemas da seca para trás. O problema é que o aumento acelerado das águas também pode trazer prejuízos e riscos, principalmente para populações ribeirinhas e comunidades de áreas de várzea. Em Santarém, no oeste [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/portalamazonia_encontrodasaguas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As chuvas intensas deste início de ano tem ajudado os rios do Pará a recuperar os níveis normais e deixar os problemas da seca para trás. O problema é que o aumento acelerado das águas também pode trazer prejuízos e riscos, principalmente para populações ribeirinhas e comunidades de áreas de várzea. Em Santarém, no oeste do estado, a Defesa Civil já está em alerta para possíveis impactos.</p>
<p>Na cidade, o Rio Tapajós registrou 4,56 metros nesta sexta-feira, 7, mais de um metro em relação ao mesmo período de 2024, quando registrava 3,46 metros. A alta está diretamente ligada ao inverno amazônico, que provocou chuvas de 60 mm em Santarém, o que representa 15% da média mensal para fevereiro, de acordo com dados do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC).</p>
<blockquote><p>“O índice de chuva este ano está muito maior. Como ficamos na confluência do Tapajós com o Amazonas, as chuvas que acontecem acima do Tapajós, em Itaituba, Jacareacanga e outros municípios, além da influência das chuvas no estado do Amazonas, contribuem para essa elevação”, afirmou ao jornal<a href="https://www.oliberal.com/para/nivel-do-rio-tapajos-sobe-1-metro-em-relacao-a-2024-e-acende-alerta-da-defesa-civil-1.915960" target="_blank" rel="noopener"> O Liberal</a> Darlison Maia, coordenador da Defesa Civil..</p></blockquote>
<p>A preocupação é porque a cheia do Rio Tapajós ocorre de forma gradual e geralmente atinge o pico em meados de abril e maio, mas as chuvas vieram tão fortes que já levaram a prefeitura do município a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/depois-da-seca-cidades-do-oeste-do-para-agora-sofrem-com-chuvas-intensas/">decretar situação de emergência</a>. Apesar do aumento rápido, a Defesa Civil diz que a situação é tranquila, pois a cota de alerta de 7,10 metros ainda está distante.</p>
<p>Nesses casos, os maiores são para as áreas de várzea, onde as casas em palafitas podem ser tomadas pelas águas e deixar famílias desabrigadas. Na área urbana de Santarém, os impactos comuns são os alagamentos devido ao transbordamento de canais e igarapés, queda de árvores e falta de energia elétrica, como foi observado na quinta-feira, 6, segundo o <a href="https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2025/02/07/chuva-forte-causa-queda-de-arvores-falta-de-energia-e-transtornos-em-santarem.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1 Santarém</a>.</p>
<p>A recomendação é que os ribeirinhos acompanhem os boletins divulgados pela Defesa Civil e evitem permanecer em áreas de risco. Caso percebam o avanço das águas próximo às, é importante entrar em contato com as autoridades para que as providências necessárias sejam tomadas.</p>
<p>No Pará, o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) já reconheceu a situação de emergência em decorrência das chuvas em Aveiro e Bannach. Além disso, o município de Baião também pode solicitar apoio federal para recuperar os estragos causados por vendavais.</p>
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		<title>Depois da seca, cidades do oeste do Pará agora sofrem com chuvas intensas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 18:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/chuvas-Santarem-Defesa-Civil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Depois de enfrentar o segundo ano seguido de seca severa, a região do oeste paraense agora enfrenta o sufoco causado pelas fortes chuvas deste início de ano. A situação já preocupa a população e levou as prefeituras de Santarém e Aveiro a declarar situação de emergência para reforçar as ações da Defesa Civil. A chegada [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/chuvas-Santarem-Defesa-Civil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Depois de enfrentar o segundo ano seguido de seca severa, a região do oeste paraense agora enfrenta o sufoco causado pelas fortes chuvas deste início de ano. A situação já preocupa a população e levou as prefeituras de Santarém e Aveiro a declarar situação de emergência para reforçar as ações da Defesa Civil.</p>
<p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/subida-do-rio-tapajos-marca-fim-da-fase-critica-da-seca-no-oeste-paraense/">chegada do inverno amazônico foi um alívio para muitas comunidades,</a> já que a estiagem não só reduz o nível dos rios, mas também prejudica o transporte, dificulta o acesso à água, compromete a agricultura e a pesca, além de trazer riscos à saúde. O problema é que as chuvas voltaram com tanta intensidade que ressurgiram os riscos relacionados aos alagamentos.</p>
<p>Na última sexta-feira, 31, a Prefeitura de Santarém decretou a situação de emergência por 90 dias em razão das fortes chuvas, com alagamentos e vendavais registrados em janeiro. Durante esse período, os órgãos municipais vão atuar para dar resposta a desastres e apoio para reabilitação e reconstrução.</p>
<p>O decreto também autoriza a convocação de voluntários para reforçar as ações e realização de campanhas de arrecadação de recursos com o objetivo de facilitar as ações de assistência à população afetada.</p>
<p>Em janeiro, a Prefeitura de Aveiro também declarou emergência por causa do impacto das chuvas intensas. A situação foi reconhecida na segunda-feira, 3, pelo Ministério do Desenvolvimento e Integração Regional (MIDR). Com isso, o município pode solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.</p>
<p>Atualmente, no Pará estão vigentes 100 reconhecimentos de situação de emergência pelo Governo Federal. São 59 por estiagem, 38 por incêndios florestais, dois por vendaval e, até agora, apenas Aveiro por conta das chuvas intensas.</p>
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		<title>Secas vão afetar 3 em cada 4 pessoas no mundo até 2050, diz relatório da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 18:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[COP da Desertificação]]></category>
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		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_Amazonas5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Secas prolongadas e graves, como a que o Pará vivencia pelo segundo ano consecutivo, devem se tornar frequentes e afetar três em cada quatro pessoas em todo o mundo. De acordo com o Atlas Mundial da Seca, lançado durante a COP16 do Combate à Desertificação, que ocorre esta semana na Arábia Saudita, este será o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_Amazonas5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">Secas prolongadas e graves, como a que o Pará vivencia pelo segundo ano consecutivo, devem se tornar frequentes e afetar três em cada quatro pessoas em todo o mundo. De acordo com o Atlas Mundial da Seca, lançado durante a COP16 do Combate à Desertificação, que ocorre esta semana na Arábia Saudita, este será o cenário até 2050, caso não sejam adotadas medidas para frear ou mitigar o problema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O documento revela que as emissões de gases de efeito estufa advindas da atividade industrial são a principal causa do aumento da<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-extrema-deixa-toneladas-de-peixes-mortos-em-comunidade-ribeirinha-de-santarem/" target="_blank" rel="noopener"> seca</a> no planeta. Há 30 anos, em 1990, o problema atingia um a cada cinco indivíduos e, na atualidade, já chega a uma em cada três pessoas.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“As atividades humanas estão impulsionando ou exacerbando as secas e seus impactos na sociedade. Isso é claramente descrito no Atlas, e com base na literatura científica e usando exemplos de todo o mundo”, afirmou ao <a href="https://umsoplaneta.globo.com/clima/noticia/2024/12/09/3-em-cada-4-pessoas-vao-ser-afetadas-por-secas-no-mundo-ate-2050-diz-onu.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Um Só Planeta</a> a pesquisadora Marthe Wens.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar das projeções negativas, o Atlas enumera uma série de medidas e caminhos concretos que podem contribuir para reduzir e adaptar as diversas comunidades aos impactos das estiagens severas que refletem também na produção de energia, na agricultura, no transporte fluvial e no comércio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As recomendações incluem políticas de governança, com criação de sistemas de alerta precoce, seguro para pequenos agricultores e esquemas de preços para uso da água; gestão do uso da terra, com incentivo à restauração de terras e à agroflorestas; e a gestão do fornecimento e uso da água, promovendo sistemas de reutilização de águas e conservação de águas subterrâneas.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Por meio de nossa gestão da terra e da água, temos a capacidade de reduzir os impactos da seca e aumentar a resiliência de nossos sistemas”, reforça Marthe Wens.</span></p></blockquote>
<h3><b>Situação de emergência em 96 municípios</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No Pará, o monitoramento da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) aponta que a falta de chuvas fez avançar a seca de moderada para grave na porção norte do estado e de fraca para moderada nos municípios da região nordeste. Segundo a agência, os impactos nessas áreas são de curto prazo, mas podem se estender no norte em razão da situação mais crítica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somente neste ano, 56 municípios paraenses estão com situação de emergência decretada devido à estiagem. Os casos mais recentes foram em Nova Esperança do Piriá, Novo Repartimento, Acará e Mocajuba, todos no nordeste do estado,</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o governo federal reconheceu também a emergência em 38 cidades em razão das queimadas, um por chuvas intensas e um por vendaval, totalizando 96 municípios que estão autorizados a solicitar recursos extraordinários para ações de defesa civil. No início de dezembro, por exemplo, foram liberados mais de R$ 5,7 milhões para seis cidades que já tinham o reconhecimento da crise no âmbito federal.</span></p>
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		<title>Quatro cidades paraenses obtêm o reconhecimento federal de situação de emergência devido à estiagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 16:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[MIDR]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional]]></category>
		<category><![CDATA[seca severa]]></category>
		<category><![CDATA[situação de emergência]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/mocajuba-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu a situação de emergência nas cidades paraenses de Nova Esperança do Piriá, Novo Repartimento, Acará e Mocajuba, afetadas pela estiagem. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Agora, as prefeituras estão aptas a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/mocajuba-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu a situação de emergência nas cidades paraenses de Nova Esperança do Piriá, Novo Repartimento, Acará e Mocajuba, afetadas pela estiagem. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).</p>
<p>Agora, as prefeituras estão aptas a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil.</p>
<p>Até o momento, o <span class="highlightedSearchTerm">Pará</span> tem 96 reconhecimentos vigentes, dos quais 56 por estiagem, 38 por incêndios florestais, um por chuvas intensas e um por vendaval.</p>
<p>Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (<a class="external-link" title="" href="http://s2id.mi.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview->S2iD</a>).</p>
<p>Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.</p>
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		<title>Queimadas pioram qualidade do ar e Prefeitura de Santarém decreta situação de emergência ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 18:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[decreto de proibição do uso do fogo]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fogo]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do ar]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
		<category><![CDATA[situação de emergência]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/por-do-sol-fumaca-santarem-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O município de Santarém, no oeste paraense, vive uma nova crise ambiental. Quando o nível do rio Tapajós começou a subir, reduzindo os impactos da forte seca, as populações da região passaram a conviver com o aumento das nuvens de fumaça oriundas das queimadas. Em razão do estado crítico da qualidade do ar, a prefeitura [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/por-do-sol-fumaca-santarem-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O município de Santarém, no oeste paraense, vive uma nova crise ambiental. Quando o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/nivel-do-rio-tapajos-volta-a-subir-e-traz-esperanca-de-fim-de-seca-severa/">nível do rio Tapajós começou a subir</a>, reduzindo os impactos da forte seca, as populações da região passaram a conviver com o aumento das nuvens de fumaça oriundas das queimadas. Em razão do estado crítico da qualidade do ar, a prefeitura da cidade publicou nesta segunda-feira, 25, um decreto declarando situação de emergência com proibição do uso do fogo por 180 dias.</p>
<p>Na cidade conhecida mundialmente pelas belezas das praias de Alter do Chão, o pôr-do-sol ficou com um aspecto mais avermelhado devido à interferência da fumaça. No final de semana, a celebração o Círio de Nossa Senhora da Conceição pelos santarenos estampou um cenário predominantemente cinza, como revelam as fotos da festividade.</p>
<figure id="attachment_32073" aria-describedby="caption-attachment-32073" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-32073 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/cirio-conceicao-santarem-Ronaldo-Ferreira-1024x684.jpg" alt="" width="1024" height="684" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/cirio-conceicao-santarem-Ronaldo-Ferreira-1024x684.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/cirio-conceicao-santarem-Ronaldo-Ferreira-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/cirio-conceicao-santarem-Ronaldo-Ferreira-768x513.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/cirio-conceicao-santarem-Ronaldo-Ferreira-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/cirio-conceicao-santarem-Ronaldo-Ferreira-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/cirio-conceicao-santarem-Ronaldo-Ferreira-1200x801.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/cirio-conceicao-santarem-Ronaldo-Ferreira.jpg 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-32073" class="wp-caption-text">Círio de Nossa Senhora da Conceição foi realizado sob muita fumaça. Foto: Ronaldo Ferreira / Prefeitura de Santarém</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Este decreto é uma medida urgente e necessária para conter os danos das queimadas, que não só afetam nosso meio ambiente, mas também colocam em risco a vida das pessoas. Santarém precisa da colaboração de todos para superar esse momento crítico,” disse o prefeito Nélio Aguiar em entrevista coletiva.</p></blockquote>
<p>O documento diz que o uso do fogo é proibido para qualquer finalidade, incluindo a limpeza e o manejo de propriedades rurais. As únicas exceções previstas são as práticas de combate a incêndios supervisionadas por órgãos competentes, as atividades agrícolas de subsistência de comunidades tradicionais e indígenas, o controle fitossanitário com autorização ambiental e as pesquisas científicas autorizadas. Quem descumprir as regras estará sujeito a sanções penais, cíveis e administrativas.</p>
<h3>Apoio para combate às chamas</h3>
<p>Entre os dias 20 e 24 de novembro, foram registrados 34 queimadas no município, mas, além disso, a cidade também estaria sendo afetada pela fumaça dos focos de incêndio registrados em municípios vizinhos. De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), Santarém não figura entre os 20 municípios com os maiores focos de calor monitorados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas).</p>
<p>Com o agravamento do problema, a prefeitura já havia enviado um ofício ao Governo Federal no domingo, 24, solicitando o envio das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança para atuar no combate às queimadas. Também foi pedido que os órgãos federais e estaduais realizem ações mais incisivas de fiscalização ambiental para coibir os incêndios criminosos.</p>
<p>Aliado a isso, Nélio Aguiar disse que os órgãos locais vão intensificar o monitoramento de casos de incêndio e orientar a população sobre medidas preventivas e de saúde para <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/queimadas-provocam-complicacoes-para-a-saude-respiratoria-no-para/">minimizar os impactos de doenças respiratórias causadas pela fumaça</a>.</p>
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		<title>Governo reconhece situação de emergência devido à seca em mais cinco municípios do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 18:24:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/seca-rio-xingu-Prefeitura-de-Altamira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) publicou uma nova portaria que reconhece a situação de emergência provocada pela estiagem nos municípios de Almeirim, Altamira, Anapu, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu. Agora, já são 76 reconhecimentos federais de situação de emergência vigentes no Pará, dos quais 37 são devido aos incêndios florestais, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/seca-rio-xingu-Prefeitura-de-Altamira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) publicou uma nova portaria que reconhece a situação de emergência provocada pela <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-no-tapajos-provoca-isolamento-de-mais-de-9-mil-familias-em-santarem/" target="_blank" rel="noopener">estiagem</a> nos municípios de Almeirim, Altamira, Anapu, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu. Agora, já são 76 reconhecimentos federais de situação de emergência vigentes no Pará, dos quais 37 são devido aos incêndios florestais, 31 por estiagem, sete por chuvas intensas e um por enxurradas.</p>
<p>Com essa medida, as prefeituras ficam aptas a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros. Na última terça-feira, 29, por exemplo, foram liberados mais de R$ 1 milhão para Ponta de Pedras que já tinha o reconhecimento federal.</p>
<p>Nos novos municípios atendidos, os principais impactados são vivenciados principalmente por populações ribeirinhas, que enfrentam dificuldades de deslocamento e de acesso à água potável e a alimentos em razão da seca severa nos rios Amazonas e <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/imagens-de-satelite-mostram-impacto-da-seca-severa-no-rio-xingu/">Xingu</a>.</p>
<p>De acordo com o mais recente monitoramento de secas feito pela Agência Nacional de Água e Saneamento Básico (ANA), no Pará as chuvas seguem abaixo da normalidade e, por isso, houve um avanço do status de seca moderada em grande parte do estado e da situação grave nas regiões oeste e sudeste.</p>
<h3>Saiba como ajudar</h3>
<p>O <strong>Pará Terra Boa</strong> une-se à campanha do Projeto Saúde &amp; Alegria (PSA) em apoio aos povos ribeirinhos, indígenas, quilombolas e extrativistas, afetados pela seca severa que atinge a região do Baixo Amazonas. A campanha, que está sendo possível graças à parceria com organizações e movimentos sociais, inclui a distribuição de filtros de nanotecnologia para comunidades isoladas pela estiagem. Estes filtros, acoplados a baldes, promovem um verdadeiro milagre: transformam a água barrenta em potável.</p>
<p>E você pode ajudar, acessando o link:</p>
<p><a href="https://www.doebem.org.br/organizacao_recomendada?org=saude_alegria&amp;lang=pt" target="_blank" rel="noopener">https://www.doebem.org.br/organizacao_recomendada?org=saude_alegria&amp;lang=pt</a></p>
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		<title>Força-tarefa é criada para apoiar ações de combate à seca em municípios do Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/forca-tarefa-vai-apoiar-acoes-de-combate-a-seca-em-municipios-do-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 19:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<category><![CDATA[situação de emergência]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/seca-santarem-2024-prefeitura-de-santarem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério das Cidades anunciou a criação de uma força-tarefa para auxiliar os 75 municípios paraenses com situação de emergência, por causa da seca, reconhecida pelo Governo Federal. A proposta surgiu em reunião que envolveu também o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) e a Federação dos Municípios do Estado do Pará (Famep). As [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/seca-santarem-2024-prefeitura-de-santarem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério das Cidades anunciou a criação de uma força-tarefa para auxiliar os <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/sem-comocao-nacional-comunidades-sofrem-com-falta-de-agua-em-nova-seca-historica-na-amazonia/">75 municípios paraenses com situação de emergência, por causa da seca</a>, reconhecida pelo Governo Federal. A proposta surgiu em reunião que envolveu também o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) e a Federação dos Municípios do Estado do Pará (Famep).</p>
<p>As ações devem se somar ao trabalho realizado pelo MIDR que já ordenou a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) a realizar um levantamento das condições locais e a adoção de medidas adequadas às necessidades das comunidades ribeirinhas. Nesta quinta-feira, 10, as equipes da Defesa Civil chegam para a avaliação das condições em Santarém, no oeste do estado, onde o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/com-seca-severa-rio-tapajos-esta-em-situacao-de-escassez-hidrica/">rio Tapajós enfrenta uma crise de escassez hídrica</a>.</p>
<blockquote><p>O maior desafio em Santarém é o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-no-rio-tapajos-compromete-acesso-da-populacao-a-servicos-basicos/">isolamento das comunidades</a>. Sem a navegação, que garante a mobilidade das pessoas e o transporte de cargas, serviços essenciais ficam prejudicados. Para enfrentar esse problema, precisamos ofertar motobombas para instalar no rio Amazonas, quilômetros de mangueiras para bombear essa água e reservatórios de caixa d&#8217;água, além de montar uma estrutura de veículos”, destacou o prefeito de Santarém,  Nélio Aguiar.</p></blockquote>
<figure id="attachment_31051" aria-describedby="caption-attachment-31051" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-31051 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/forca-tarefa-seca-Marcio-Pinheiro-MIDR-1024x704.jpeg" alt="" width="1024" height="704" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/forca-tarefa-seca-Marcio-Pinheiro-MIDR-1024x704.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/forca-tarefa-seca-Marcio-Pinheiro-MIDR-300x206.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/forca-tarefa-seca-Marcio-Pinheiro-MIDR-768x528.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/forca-tarefa-seca-Marcio-Pinheiro-MIDR-1536x1056.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/forca-tarefa-seca-Marcio-Pinheiro-MIDR-150x103.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/forca-tarefa-seca-Marcio-Pinheiro-MIDR-450x309.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/forca-tarefa-seca-Marcio-Pinheiro-MIDR-1200x825.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/forca-tarefa-seca-Marcio-Pinheiro-MIDR.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-31051" class="wp-caption-text">Ministros discutiram demandas das prefeituras que enfrentam a seca. Foto: Márcio Pinheiro / MIDR</figcaption></figure>
<p>Quando uma cidade tem reconhecida a situação de emergência pelo governo, a<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-solicita-ao-governo-federal-r-146-milhoes-para-combater-queimadas-e-estiagem/"> legislação permite a liberação de recursos federais</a> para a aquisição de cestas básicas, água potável, refeições, kits de limpeza e higiene pessoal, entre outros. Porém, o presidente da Famep, Nélio Aguiar, diz que a demanda maior nas cidades é por equipamentos, que não estão previstos nas portarias atuais.</p>
<blockquote><p>“Em conjunto com o ministro Jader Filho, discutimos a necessidade de revisitar conceitos e normas nas portarias do ministério para adaptar os planos de trabalho a essa nova realidade que a Amazônia está vivendo”, afirmou o ministro Waldez Goés, que destacou que uma nova reunião técnica para definição de estratégias será realizada ainda esta semana.</p></blockquote>
<p>De acordo com o MIDR, até o momento, o Pará tem 75 reconhecimentos vigentes. Desse total, 36 foram incluídos na última terça-feira, 8, sendo 34 por conta dos incêndios florestais e dois novos em decorrência da forte seca.</p>
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