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	<title>semente &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>semente &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Embrapa licencia produtores de sementes e mudas de cupuaçu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 20:39:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[BRS Carimbó]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/cupuacu-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Embrapa Amazônia Oriental abriu edital para selecionar produtores de sementes e mudas de cupuaçu que tenham interesse em comercializar os materiais desenvolvidos pela instituição. A BRS Carimbó e o Kit Clonal Cupuaçu 5.0 são resultados do programa de melhoramento genético do cupuaçuzeiro da Embrapa de Belém e têm como principais características a alta produtividade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/cupuacu-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Embrapa Amazônia Oriental abriu edital para selecionar produtores de sementes e mudas de cupuaçu que tenham interesse em comercializar os materiais desenvolvidos pela instituição. A BRS Carimbó e o Kit Clonal Cupuaçu 5.0 são resultados do programa de melhoramento genético do cupuaçuzeiro da Embrapa de Belém e têm como principais características a alta produtividade de frutos e mais resistência à vassoura-de-bruxa, que é a principal doença dessa planta na região.</p>
<p>Os produtores interessados devem estar inscritos no Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem), do Ministério da Agricultura, e vão ter a licença para gerir os campos de produção, multiplicar e comercializar as sementes, ponteiras e mudas dos cupuaçus com a marca “Tecnologia Embrapa”. O processo de licenciamento envolve o desenvolvimento contínuo das tecnologias envolvidas no edital, ou seja, ao estabelecer um contrato de cooperação com a Embrapa, o produtor será também “um braço” da pesquisa no campo para que os ativos tecnológicos estejam em constante aprimoramento. Os licenciados serão orientados pela equipe técnica da instituição.</p>
<p><strong>O edital pode ser acessado<u> <a href="https://www.embrapa.br/editais-e-ofertas-publicas-para-licenciamento/-/asset_publisher/bAm8YE8Ljj9I/content/oferta-14-2022-cupuacu-brs-carimbo-e-clones-de-cupuacu-5-0/1355719?inheritRedirect=false&amp;redirect=https%3A%2F%2Fwww.embrapa.br%2Feditais-e-ofertas-publicas-para-licenciamento%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_bAm8YE8Ljj9I%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_pos%3D1%26p_p_col_count%3D4" target="_blank" rel="noopener">neste link</a></u>. Os produtores interessados em participar do certame devem enviar mensagem única (e-mail) ao endereço eletrônico <a href="mailto:cpatu.chtt@embrapa.br">cpatu.chtt@embrapa.br</a> até às 17h do dia 14 de novembro de 2022.</strong></p>
<h4>BRS Carimbó</h4>
<p>A cultivar de cupuaçuzeiro <a href="https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/918695/brs-carimbo" target="_blank" rel="noopener">BRS Carimbó</a> foi lançada em 2012 pela Embrapa Amazônia Oriental para suprir uma demanda por sementes melhoradas dessa fruteira nativa da Amazônia e melhorar a produtividade e sanidade dos cultivos. Entre as principais características dessa cultivar destacam-se a dupla aptidão, tanto para polpa quanto para semente; maior produtividade chegando a 11 toneladas de frutos por hectare e maior resistência à vassoura-de-bruxa.</p>
<h4>Cupuaçu 5.0 – kit de clones de cupuaçuzeiro</h4>
<p>O kit clonal Cupuaçu 5.0 foi lançado em maio deste ano (2022) e é composto pelas<a href="https://www.embrapa.br/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-servico/6075/cupuacu-50---kit-de-cultivares-de-cupuacuzeiro-de-alta-produtividade-e-boa-resistencia-a-vassoura-de-bruxa-" target="_blank" rel="noopener"> cultivares de cupuaçuzeiro BRS Careca, BRS Fartura, BRS Duquesa, BRS Curinga e BRS Golias</a>. Plantadas simultaneamente, possuem em comum alta produtividade de frutos e boa resistência à vassoura de bruxa, visando tornar o cultivo do cupuaçu mais rentável e sustentável.  Em comparação com as cultivares existentes no mercado, as novas cultivares apresentam ampla vantagem em termos de produtividade, tanto de frutos, quanto de polpa e amêndoas, podendo chegar a 14 toneladas por hectare.</p>
<p><em>Fonte: Embrapa Amazônia Oriental</em></p>
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		<title>Novas formas de extrair óleo de pracaxi aumentam produção de comunidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2022 18:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<category><![CDATA[óleo de pracaxi]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi4-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O pracaxizeiro é visto em grande quantidade nas margens dos rios do estuário amazônico &#8211; ponto de encontro do rio e o mar, na divisa do Amapá e Pará. Seu óleo é amplamente utilizado na região como anti-inﬂamatório, cicatrizante e antiofídico. A adoção das boas práticas em todas as fases, desde a coleta das sementes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi4-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O pracaxizeiro é visto em grande quantidade nas margens dos rios do estuário amazônico &#8211; ponto de encontro do rio e o mar, na divisa do Amapá e Pará. Seu óleo é amplamente utilizado na região como anti-inﬂamatório, cicatrizante e antiofídico. A adoção das boas práticas em todas as fases, desde a coleta das sementes até o envasamento do óleo, além de novos equipamentos, tem proporcionado aumento de produção e comercialização para a comunidade ribeirinha Limão do Curuá, localizada no Arquipélago do Bailique (Amapá). Mas pode e deve ser adotada no Pará também.</p>
<p>Uma das inovações impactantes no processo de extração do óleo de pracaxi é o uso da prensa mecânica. Anteriormente, o equipamento mais usado era a prensa artesanal feita pelos próprios agroextrativistas com a madeira da árvore pracuúba. Porém, por ser de madeira, é vulnerável a rachaduras que viram habitat para micro-organismos nocivos como fungos e bactérias, que podem potencializar a acidez e redução da qualidade química do óleo.</p>
<p>A prensa mecânica proporciona uma importante redução do tempo de extração, já que não há necessidade de trabalhar a massa todos os dias, três vezes ao dia, durante 30 dias, para o escorrimento do óleo.</p>
<figure id="attachment_12260" aria-describedby="caption-attachment-12260" style="width: 380px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-12260" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi2-214x300.jpeg" alt="" width="380" height="533" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi2-214x300.jpeg 214w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi2-150x210.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi2-450x631.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi2.jpeg 642w" sizes="(max-width: 380px) 100vw, 380px" /><figcaption id="caption-attachment-12260" class="wp-caption-text">Foto: Paulo Paiva</figcaption></figure>
<p>Outra prática que gera bons resultados é substituir o fogo pelo sol na hora do cozimento.</p>
<p>“Nós trabalhávamos da forma mais antiga, criada pelas nossas avós. Fazíamos o cozimento das sementes ao fogo, o que durava o dia inteiro. Hoje, nosso grupo adotou a prática de levá-las ao sol. Além disso, ao invés de piladas, as sementes são trituradas no liquidificador industrial. Com isso, em poucos minutos temos a massa para ser levada à prensa mecânica”, explica a extratora Claudiane Barbosa.</p>
<p>Ela conta que se antes a extração de um litro de óleo de pracaxi demorava de três a quatro dias, hoje leva apenas 30 minutos.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-12259" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi-300x214.jpeg" alt="" width="450" height="321" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi-300x214.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi-768x548.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi-150x107.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi-450x321.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi.jpeg 900w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>Também gera bons resultados o uso de água tratada com hipoclorito para lavagem de sementes, no lugar de água de rio. A Embrapa também recomenda que o envasamento do óleo seja feito em garrafas escuras ou protegidas por papel no lugar de garrafas pet ou de vidro transparente.</p>
<figure id="attachment_12262" aria-describedby="caption-attachment-12262" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-12262" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi3-300x214.jpeg" alt="" width="450" height="321" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi3-300x214.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi3-768x548.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi3-150x107.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi3-450x321.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/pracaxi3.jpeg 900w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><figcaption id="caption-attachment-12262" class="wp-caption-text">Foto: Paulo Paiva</figcaption></figure>
<p>O óleo de pracaxi é extraído das sementes da árvore <em>Pentaclethra macroloba</em> (Willd.) Kuntze, conhecida popularmente como pracaxizeiro. É uma espécie típica da Amazônia que pode alcançar 14 metros de altura, o equivalente a um prédio de quatro andares, e seu tronco atinge um Diâmetro na Altura do Peito (DAP) de até 59 centímetros.</p>
<p>Os frutos amadurecem e as sementes se dispersam entre os meses de janeiro a abril até 10 metros de distância das árvores e flutuam nos ambientes de várzea, onde são transportadas pelas marés ao longo dos rios e igarapés.</p>
<p><em>Fonte: Embrapa Amapá</em></p>
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		<title>Extrativistas do norte do Pará devem comercializar 10,5 t de sementes de cumaru em dezembro</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/extrativistas-do-norte-do-para-devem-comercializar-105-t-de-sementes-de-cumaru-em-dezembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 13:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[cumaru]]></category>
		<category><![CDATA[Imaflora]]></category>
		<category><![CDATA[madeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/Cumaru-Arvore-Medicinal-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A safra de cumaru neste ano deve se estender até meados de dezembro, mas as estimativas para as comunidades que vivem da coleta e venda de suas sementes na região da Calha Norte do Rio Amazonas, no Pará, são otimistas. Segundo dados do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), a previsão é [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/Cumaru-Arvore-Medicinal-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p class="p1">A safra de cumaru neste ano deve se estender até meados de dezembro, mas as estimativas para as comunidades que vivem da coleta e venda de suas sementes na região da Calha Norte do Rio Amazonas, no Pará, são otimistas.</p>
<p class="p1">Segundo dados do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), a previsão é que sejam comercializadas 10,5 toneladas de sementes secas e selecionadas, gerando uma movimentação de mais de R$ 740 mil, conforme informou no dia 2/12.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">Como parte do projeto, está sendo desenvolvido um viveiro em Alenquer, localizado no Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Paraíso. A previsão é que, a partir do início de 2022, sejam produzidas entre 30 mil e 60 mil mudas por ano de espécies como cumaru, castanha-do-Brasil, andiroba, ipê, cedro, mogno e massaranduba; além de espécies frutíferas como açaí, cupuaçu, cacau, graviola e acerola.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<blockquote>
<p class="p1">&#8220;O viveiro vai permitir que agricultores familiares possam converter áreas atualmente sem uso ou ocupadas por pastagens degradadas, por sistemas agroflorestais biodiversos com foco na soberania alimentar e geração de renda a partir da comercialização do excedente da produção&#8221;, afirma Eduardo Trevisan, Gerente de Projetos do Imaflora.</p>
</blockquote>
<p class="p1">Ele também oferece a oportunidade da associação representante do território planejar a recuperação de áreas desmatadas com o plantio de espécies florestais que, além de contribuir com serviços ambientais, pode gerar renda para a comunidade por meio da comercialização de produtos florestais não madeireiros.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">Um dos eixos de atuação do Imaflora é a promoção de cadeias florestais e agropecuárias responsáveis, e desde 2010, por meio do programa Florestas de Valor, desenvolvido pelo Imaflora com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental e financiamento do Instituto Moreira Salles e do Fundo Amazônia/BNDES.</p>
<p class="p1">Com isso, a organização contribui para a estruturação da cadeia produtiva do cumaru nos municípios de Oriximiná e Alenquer, promovendo o comércio mais justo junto a empresas, que pagam um valor acima da média de mercado para a produção. Hoje, são mais de mais de 200 extrativistas apoiados nas duas cidades, que comercializam esse produto junto a Cooperativa Mista dos Povos e Comunidades Tradicionais da Calha Norte (Coopaflora), que é formada por indígenas, quilombolas e ribeirinhos.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">A semente de cumaru pode ser utilizada tanto na indústria de cosméticos &#8211; na composição de fragrâncias -, quanto na gastronomia, sendo utilizada para incrementar receitas de sobremesas e até mesmo bebidas.</p>
<p class="p1">O município de Alenquer é um dos principais polos de cumaru do País, com 36% da produção brasileira entre 2016 e 2018.<b> </b>Para operacionalizar a cadeia neste município, foram estabelecidos dois entrepostos comunitários no Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Paraíso e instalados secadores solares para as sementes, além de treinamento por consultores da empresa e técnicos do Imaflora para garantir a qualidade do produto. Em Oriximiná, um entreposto foi estabelecido na sede da Cooperativa na zona urbana da cidade e outro foi estabelecido em um território quilombola na zona rural.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p class="p1">&#8220;Fora a geração de renda e conservação da floresta, o extrativismo também é um aliado no monitoramento do território, já que os extrativistas percorrem longos trajetos até chegar nas áreas de coleta e, nesse deslocamento, podem identificar invasões e áreas desmatadas, por exemplo&#8221;, diz Jonas Gebara, Coordenador de Projetos do Imaflora.</p>
<p class="p1">Recentemente, o Instituto lançou o aplicativo <a href="https://www.imaflora.org/terraontrack/" target="_blank" rel="noopener">Terra on Track</a>, para auxiliar as comunidades extrativistas na detecção de focos de incêndio e desmatamento em áreas florestais. Além de gerar alertas para ameaças, as informações levantadas também poderão ser usadas pelas comunidades para a gestão de seus territórios, para que possam tomar decisões sobre melhores áreas de plantio ou extrativismo, por exemplo.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Porém, uma das características que assombram a manutenção dessa harmonia é a altíssima qualidade da madeira dessa árvore muito resistente ao ataque de cupins e de fungos que provocam apodrecimento. A indústria moveleira de luxo é a grande consumidora dessa matéria-prima, o que acaba por ameaçar a continuidade de sua existência nos ambientes naturais.</p>
<h3 class="p1"><b>Sobre o Imaflora</b><span class="Apple-converted-space"> </span></h3>
<p class="p1">O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) é uma associação civil sem fins lucrativos, criada em 1995 sob a premissa de que a melhor forma de conservar as florestas tropicais é dar a elas uma destinação econômica, associada a boas práticas de manejo e à gestão responsável dos recursos naturais.</p>
<p class="p1">O Imaflora busca influenciar as cadeias produtivas dos produtos de origem florestal e agrícola, colaborar para a elaboração e implementação de políticas de interesse público e, finalmente, fazer a diferença nas regiões em que atua, criando modelos de uso da terra e de desenvolvimento sustentável que possam ser reproduzidos em diferentes municípios, regiões e biomas do país.</p>
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