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	<title>Sebrae &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Sebrae &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Projeto no Baixo Amazonas estrutura modelo de bioeconomia focado em negócios locais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:48:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/07/maha-cosmeticos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O programa Bioma Amazônico atua desde 2024 no Baixo Amazonas (PA) para fortalecer a bioeconomia, unindo a valorização dos saberes tradicionais, inovação e a conservação da floresta em pé. A iniciativa piloto atende municípios como Santarém, Belterra, Mojuí dos Campos e Alter do Chão, alcançando diretamente 160 empreendimentos e mais de 200 negócios comunitários. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/07/maha-cosmeticos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo </em></p>
<ul>
<li><em>O programa Bioma Amazônico atua desde 2024 no Baixo Amazonas (PA) para fortalecer a bioeconomia, unindo a valorização dos saberes tradicionais, inovação e a conservação da floresta em pé.</em></li>
<li><em>A iniciativa piloto atende municípios como Santarém, Belterra, Mojuí dos Campos e Alter do Chão, alcançando diretamente 160 empreendimentos e mais de 200 negócios comunitários.</em></li>
<li><em>Um dos projetos é Iconografia Local, em que 20 produtores das áreas de moda, artesanato e turismo receberam capacitação para transformar elementos da identidade regional em produtos de design.</em></li>
<li><em>O programa estruturou a Oka Hub e apoia a InTap (em parceria com a Ufopa), iniciativas que juntas aceleram startups voltadas à sociobiodiversidade e impulsionaram um aumento médio de 150% no faturamento das empresas incubadas.</em></li>
<li><em>O projeto desenvolve um modelo de carbono social para gerar renda a comunidades tradicionais através da preservação ambiental.</em></li>
</ul>
<p>A consolidação de um modelo de desenvolvimento baseado na floresta em pé, na valorização dos saberes tradicionais e na inovação de pequenos negócios avança na região do Baixo Amazonas, no Pará. Desde 2024, o projeto Bioma Amazônico, coordenado pelo Sebrae, desenvolve uma estratégia para fortalecer a bioeconomia em municípios como Santarém, Belterra, Mojuí dos Campos e Alter do Chão.</p>
<p>O piloto da iniciativa atinge diretamente cerca de 160 empreendimentos e, indiretamente, mais de 200 negócios e ações comunitárias.</p>
<p>O programa opera em frentes que vão da incubação de empresas e inovação aplicada ao fortalecimento de cadeias produtivas regenerativas, acesso a mercados e atração de investimentos. O foco está em gerar renda e promover a conservação ambiental a partir do potencial das comunidades locais.</p>
<p>De acordo com a diretoria do Sebrae, a proposta busca conectar ciência, inovação e conhecimentos tradicionais para abrir oportunidades de mercado por meio de bioativos, atendendo a demandas atuais de sustentabilidade e fortalecendo o empreendedorismo de quem habita e protege o território.</p>
<blockquote><p>&#8220;A bioeconomia não é uma agenda do futuro, é uma necessidade do presente. Quem conseguir conectar ciência, inovação e saberes tradicionais estará construindo as bases de um novo modelo de desenvolvimento, a partir das vocações dos territórios. O caminho está nos bioativos, gerando oportunidades de mercado e empreendedorismo para quem sempre viveu e protegeu esse território”, aponta o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.</p></blockquote>
<h3>Design regional e ecossistema de inovação</h3>
<p>Entre as ações implementadas na região destaca-se o projeto Iconografia Local – Bioma Amazônico, que inseriu elementos da cultura, ancestralidade e biodiversidade regional no design de produtos locais. A iniciativa ofereceu capacitação em gestão, precificação e posicionamento comercial para 20 empreendedores dos setores de moda, artesanato, turismo e economia criativa.</p>
<p>O fortalecimento do ecossistema de inovação local também ganhou o reforço da Oka Hub – Incubadora da Floresta, criada para acelerar startups voltadas à sociobiodiversidade amazônica. O espaço atende 11 startups em um processo de incubação de 24 meses.</p>
<p>O ecossistema, que mobiliza 155 pesquisadores, destinou R$ 350 mil em bolsas de apoio e registrou um incremento médio de 150% no faturamento das empresas participantes, além de contabilizar seis patentes em desenvolvimento.</p>
<h3>Parcerias e mercado de carbono</h3>
<p>A estratégia de atração de investimentos inclui ainda a InTap – Incubadora do Tapajós, desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e com apoio do Sebrae. A incubadora acompanha dez startups focadas em sustentabilidade e impacto social no território.</p>
<p>Para ampliar a inserção comercial desses negócios, foram realizadas dez visitas técnicas ao Baixo Amazonas com comitivas formadas por representantes governamentais, investidores, pesquisadores e empresários.</p>
<p>Paralelamente, está em andamento a estruturação de um modelo de carbono social, desenhado para viabilizar renda a comunidades tradicionais e povos da floresta por meio da conservação ambiental e do acesso ao mercado de créditos de carbono.</p>
<p><em>Fonte: Agência Sebrae</em></p>
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		<title>Na AgriZone da COP30, estande recria floresta amazônica e encanta visitantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 15:03:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/sebra-estande-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No epicentro das negociações políticas e do calor úmido de Belém, o estande do Sebrae, na AgriZone da COP30, oferece um respiro e um choque de realidade sensorial. Em vez de gráficos e painéis, o espaço abriga o Viveiro Ardosa, uma réplica de 15 metros de uma floresta amazônica viva, completa, com sementes, mudas, folhagens [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/sebra-estande-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No epicentro das negociações políticas e do calor úmido de Belém, o estande do Sebrae, na AgriZone da COP30, oferece um respiro e um choque de realidade sensorial. Em vez de gráficos e painéis, o espaço abriga o Viveiro Ardosa, uma réplica de 15 metros de uma floresta amazônica viva, completa, com sementes, mudas, folhagens e os aromas intensos da mata.</p>
<p>A experiência gratuita, aberta até 21 de novembro, convida os visitantes a pisarem em solo que simula a terra fértil e a percorrerem o ciclo da vida das espécies nativas. Sons, texturas e aromas atuam como narradores, reforçando o papel crucial da restauração ecológica e da produção de mudas não apenas como pilares da sustentabilidade, mas como poderosos motores de geração de renda. O espaço reflete, assim, o compromisso da instituição com a bioeconomia amazônica e o fortalecimento dos pequenos negócios da floresta.</p>
<h3>Histórias que brotam da terra</h3>
<p>Os responsáveis pelo viveiro e pelas visitas guiadas são a veterinária Adna Azevedo e o biólogo Sidcley Matos. Eles recebem os visitantes com entusiasmo, apresentando o ciclo: primeiro, a variedade de sementes, depois as mudas, as plantas juvenis e, ao final, as árvores em desenvolvimento, tudo embalado pelos sons gravados da floresta.</p>
<p>Ao final do percurso, o visitante depara-se com as riquezas que brotam dessa matéria-prima: bancos artesanais do povo Munduruku, cestarias do Arapiuns, biocosméticos, biojoias e outras expressões da economia da floresta.</p>
<p>A motivação do casal, que trabalhou por dez anos com resgate de animais silvestres em Santarém, nasceu de uma frustração ambiental.</p>
<blockquote><p>“Toda vez que íamos soltá-los, percebíamos que as áreas estavam degradadas e já não havia alimento suficiente para a fauna. Isso nos motivou a criar o viveiro,” conta Adna.</p></blockquote>
<p>Há sete anos, em um terreno de quase 1 hectare em Santarém, eles iniciaram o que chamam de &#8220;projeto de vida&#8221;, cultivando andiroba, ucuúba, açaí, castanha-da-Amazônia, entre outras centenas de espécies nativas. Com apoio do Sebrae, o Viveiro Ardosa foi formalizado, ganhando impulso para novos mercados.</p>
<blockquote><p>“Me sinto realizado. Era tudo que eu queria na vida,” afirma Sidcley.</p></blockquote>
<h3>Crescimento com raízes no reflorestamento</h3>
<p>Desde 2023, o Viveiro Ardosa tem firmado parcerias estratégicas, fornecendo espécies para empresas que precisam restaurar áreas impactadas, como mineradoras e madeireiras. Além disso, participa do projeto Quintais Florestais do Sebrae, oferecendo mudas e sementes a famílias que, em poucos anos, já realizam as primeiras colheitas de cupuaçu, açaí e copaíba.</p>
<blockquote><p>“Nosso desafio é trabalhar com espécies ameaçadas de extinção, como acapu e pau-rosa. Mas contamos com a colaboração das comunidades tradicionais e da Rede de sementes do Tapajós,” revela Adna. A participação na COP30 tem sido um catalisador de negócios. “2025 foi um ano intenso e de muitas conquistas. Aqui na AgriZone, estamos recebendo muitos interessados e já surgiram contatos de possíveis parcerias. Estamos muito otimistas para 2026,” finaliza a veterinária.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tecnologia e ancestralidade: Ilha do Combú ganha 5G e Rota Turística</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 14:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Ilha do Combú, localizada a apenas 1,5 km da orla de Belém, consolida-se como um polo de turismo sustentável e de inclusão digital às vésperas da COP30. A comunidade ribeirinha da ilha, que abriga cerca de 600 famílias, ganhou conectividade inédita com a instalação da primeira torre de telefonia móvel (com sinais 4G e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Ilha do Combú, localizada a apenas 1,5 km da orla de Belém, consolida-se como um polo de turismo sustentável e de inclusão digital às vésperas da COP30.</p>
<p>A comunidade ribeirinha da ilha, que abriga cerca de 600 famílias, ganhou conectividade inédita com a instalação da primeira torre de telefonia móvel (com sinais 4G e 5G). A torre, de 60 metros, foi um projeto de infraestrutura compartilhada entre Vivo, Claro, TIM e IHS, com o governo do Pará atuando como facilitador.</p>
<blockquote><p>“Esta é uma solução sem precedentes na Ilha do Combú, que se beneficiou de todas as operadoras estarem no projeto desde o seu princípio. Conectividade, neste contexto, significa inclusão social, apoio a políticas públicas e menos impacto ambiental pelo compartilhamento — um modelo que queremos replicar em outras regiões da Amazônia”, disse o diretor da IHS, Rafael Podestà.</p></blockquote>
<p>Paralelamente à melhoria da infraestrutura digital, foi lançada recentemente a Rota Combú, um projeto de turismo de base comunitária elaborado pelo Sebrae Nacional, Sebrae Pará e a comunidade local.</p>
<p>A 15 minutos de barco de Belém, a ilha é famosa pelos restaurantes à beira do rio, banhos em igarapés e culinária típica. O projeto vem para criar um produto turístico estruturado, que convide o visitante a permanecer dois ou três dias na ilha, vivenciando tudo o que ela tem a oferecer, em substituição aos passeios curtos, de meio período, que até então estavam à disposição dos visitantes da região.</p>
<p>A Rota é composta por 14 empreendimentos que vão desde a agroecologia na fabricação de artesanatos até uma cooperativa de barqueiros que atua no transporte fluvial e passeios entre Belém e Combu, passando por artesanatos, ateliês, trilhas, quintais produtivos, hospedagem e diversas vivências culturais e experiências apresentadas por empreendedores locais, que estão prontos para receber turistas internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Casal transforma tenda em restaurante de influência ribeirinha de olho na COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 13:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Delícias do Bosque]]></category>
		<category><![CDATA[Prepara Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.13.18-e1755103388765-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Lançado em março de 2025, o programa Prepara Gastronomia tem o objetivo de qualificiar os negócios do setor para o aumento da demanda durante a COP 30, que acontece em novembro em Belém. A expectativa é aumentar a circulação de turistas na capital paraense, baseada nos 50 mil visitantes estimados pelo governo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.13.18-e1755103388765-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Lançado em março de 2025, o programa Prepara Gastronomia tem o objetivo de qualificiar os negócios do setor para o aumento da demanda durante a COP 30, que acontece em novembro em Belém. A expectativa é aumentar a circulação de turistas na capital paraense, baseada nos 50 mil visitantes estimados pelo governo brasileiro.</p>
<p>Desde então, 90 empreendimentos em todo o Pará estão recebendo consultorias, cursos, oficinas, mentorias e orientações técnicas aos empreendedores inscritos, com subsídio do Sebrae. Agora, faltando 89 dias para o evento, os resultados começam a aparecer.</p>
<p>Um dos empreendimentos que fazem parte do programa é o restaurante Delícias do Bosque, liderado pelo casal de quilombolas Eduardo Cravo e Ana Maria Batista.</p>
<p>O casal, que se conheceu em Belém, iniciou o negócio na capital paraense em 2012 para complementar a renda e sair do aluguel. Treze anos depois, o que começou com uma tenda em uma praça no centro da cidade, agora é um ponto comercial no Parque da Cidade, que vai receber as principais programações da COP30, e um faturamento mensal de R$ 60 mil reais.</p>
<p>Eduardo Cravo conta que, no ínicio, a ideia era vender café da manhã em uma tenda na Praça Valdemar Henrique para complementar a renda, Na época, ele trabalhava como carregador de malas e Ana Maria em serviços gerais.</p>
<blockquote><p>“Essa tenda na praça funcionava só nos finais de semana, que era quando a gente podia. Com o tempo, as pessoas começaram a perguntar se a gente tinha um restaurante, um lugar fixo. A gente começou pra dar uma melhorada na renda, pagar as contas e comprar nossa casa própria, mas veio a oportunidade de algo ainda melhor que hoje ajuda a família toda”, narra.</p></blockquote>
<figure id="attachment_36077" aria-describedby="caption-attachment-36077" style="width: 701px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-36077" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.45.15-e1755103698247-300x207.jpeg" alt="" width="701" height="484" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.45.15-e1755103698247-300x207.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.45.15-e1755103698247-1024x707.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.45.15-e1755103698247-768x530.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.45.15-e1755103698247-150x104.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.45.15-e1755103698247-450x311.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.45.15-e1755103698247-1200x829.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.45.15-e1755103698247.jpeg 1270w" sizes="(max-width: 701px) 100vw, 701px" /><figcaption id="caption-attachment-36077" class="wp-caption-text">O casal na época em que vendiam café da manhã na tenda, no centro de Belém. Foto: arquivo pessoal</figcaption></figure>
<p>Hoje, o negócio oferece refeições que recriam a memória familiar e sua influência ribeirinha e quilombola.</p>
<blockquote><p>“Eu nasci no quilombo Burajuba, em Barcarena e a Ana Maria no quilombo Gurupá, em Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó. Com o aumento da procura pelo que a gente produz, incluímos pratos que a gente comia desde a infância e ajudaram a gente a criar nossos filhos”, relembra Eduardo, pai de Ewerton, Edielton e Edney, que colaboram com o negócio de acordo com suas habilidades.</p></blockquote>
<p>Eduardo destaca que hoje os desafios são outros, mas que conta com a própria história e o apoio oferecido pelo Prepara Gastronomia para dar passos ainda maiores.</p>
<blockquote><p>“É uma responsabilidade muito grande receber toda essa gente que vem pra COP, mas é uma oportunidade importante pra gente vender nossos serviços e mostrar nossa história e herança em cada prato servido, porque nessa hora a gente também representa o Pará e o Brasil, diz”.</p></blockquote>
<figure id="attachment_36076" aria-describedby="caption-attachment-36076" style="width: 708px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-36076" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.13.19-300x193.jpeg" alt="" width="708" height="456" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.13.19-300x193.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.13.19-1024x658.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.13.19-150x96.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.13.19-450x289.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.13.19-1200x771.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.13.19.jpeg 1284w" sizes="(max-width: 708px) 100vw, 708px" /><figcaption id="caption-attachment-36076" class="wp-caption-text">Um dos pratos servidos no Delícias do Bosque. Foto: Delícias do Bosque</figcaption></figure>
<h3>Personalização</h3>
<p>Rubens Magno, diretor superintendente do Sebrae no Pará, explica que a personalização é a chave para o planejamento adequado das estratégias com as empresas participantes.</p>
<blockquote><p>“O Pará é o segundo estado do Brasil (o primeiro foi Minas Gerais) a executar a metodologia do Prepara Gastronomia, que envolve as áreas de gestão financeira, operacional e vendas. Atualmente temos 90 clientes em atendimento, com cinco turmas em andamento em três regiões do estado (Grande Belém, Região de Integração do Guamá e Baixo Tocantins), que devem concluir a capacitação no final de outubro”, diz.</p></blockquote>
<p>Rubens destaca que o atendimento personalizado é fundamental para que as etapas do programa façam sentido para cada empreendedor.</p>
<blockquote><p>“A ideia é que os empreendedores possam adotar os conhecimentos adquiridos em seus negócios para potencializar vendas e realizar um bom atendimento, sobretudo neste ano em que vamos receber milhares de visitantes”.</p></blockquote>
<p>Ele também reforça que ainda há vagas abertas para as empresas que quiserem fazer parte do programa: “Os empreendedores de que desejem aderir ao programa, podem se inscrever com as equipes de atendimento do Sebrae Pará nas 13 agências regionais”</p>
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		<title>Incubadora de startups da bioeconomia amazônica é lançada no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 21:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/bioeconomia_sebrae-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o objetivo de construir um novo modelo de desenvolvimento baseado na floresta em pé, o Sebrae lançou o Oka Hub Incubadora da Floresta na cidade paraense de Belterra. Em um evento realizado no Museu de Ciência da Amazônia (MUCA), o projeto apresentou suas 10 primeiras startups selecionadas, que terão a missão de transformar a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/bioeconomia_sebrae-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com o objetivo de construir um novo modelo de desenvolvimento baseado na floresta em pé, o Sebrae lançou o Oka Hub Incubadora da Floresta na cidade paraense de Belterra. Em um evento realizado no Museu de Ciência da Amazônia (MUCA), o projeto apresentou suas 10 primeiras startups selecionadas, que terão a missão de transformar a bioeconomia da região.</p>
<p>&#8220;O modelo de desenvolvimento que vimos até agora se esgotou. O planeta está doente, as pessoas estão doentes. Precisamos fomentar um outro modelo, com a floresta de pé, os rios limpos, promovendo a vida&#8221;, disse o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick,.</p>
<p>As empresas selecionadas, todas da região Norte, terão acesso a um suporte de 24 meses dentro do Oka Flow, uma metodologia exclusiva do Sebrae para startups de bioeconomia. Como um incentivo adicional, cada empreendimento receberá uma bolsa socioempreendedor mensal de R$ 6.500 no primeiro ano. Os negócios incubados atuam em segmentos variados, como saúde, regularização fundiária, moda, biocosmético e nanotecnologia.</p>
<p>No evento, os empreendedores fizeram uma apresentação de três minutos para mostrar suas inovações a uma plateia que incluía nomes de peso do setor público e privado. Representantes do Sebrae e dos governos federal e estadual, como o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, e a secretária Nacional de Bioeconomia do Ministério do Meio Ambiente, Carina Mendonça Pimenta, estiveram presentes.</p>
<p>O evento também contou com uma missão técnica do setor privado com empresários e investidores de renome, como Luis Justo (CEO do Rock in Rio) e Patrícia Ellen (CEO da Systemiq Earth), proporcionando um ambiente rico para networking e parcerias.</p>
<p>Os primeiros empreendimentos</p>
<p>Bruna Freitas, CEO da Yara Couro, foi um dos destaques ao apresentar seu negócio. A empresa fabrica couro a partir de resíduos de pele de peixe, que seriam descartados, criando um ciclo virtuoso. &#8220;Gera um ciclo virtuoso de empreendedorismo, gerando renda e impacto ambiental, melhorando a qualidade de vida das pessoas, com um produto que tem a nossa identidade da Amazônia&#8221;, afirmou Bruna, que trabalha com comunidades de pescadores. Seu sonho é transformar a Yara Couro na maior companhia de couro de peixe do mundo.</p>
<p>Outras startups selecionadas para a incubadora incluem:</p>
<ul>
<li><b>Amazbiotech</b>, que usa nanobiotecnologia para soluções em fármacos e cosméticos.</li>
<li><b>Cacauaré</b>, focada em cacau de alto padrão cultivado no Pará.</li>
<li><b>Deveras Amazônia</b>, que desenvolve licores, conservas e outros produtos com frutos da Amazônia.</li>
<li><b>MAD</b>, voltada para alimentos de alto valor nutricional como spirulina e guaraná.</li>
<li><b>Mahá Biocosméticos</b>, que pesquisa e fabrica cosméticos capilares.</li>
<li><b>Neuroprotect</b>, focada em desenvolver bioprodutos para proteger o cérebro.</li>
<li><b>Soul da Mata</b>, de shots funcionais.</li>
<li><b>Tapajó</b>, para o fortalecimento do turismo de base comunitária.</li>
<li><b>Uirapuru Tech</b>, que utiliza inteligência artificial e ferramentas territoriais para combater a irregularidade ambiental.</li>
</ul>
<p>De acordo com Thyago Gatto, analista do Sebrae, a metodologia Oka Flow valoriza o conhecimento tradicional, ao mesmo tempo em que aporta novos conhecimentos. O objetivo é não apenas desenvolver os negócios individualmente, mas também fortalecer todo o ecossistema e as cadeias envolvidas.</p>
<hr />
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		<title>COP30 vai mostrar papel dos pequenos negócios na agenda climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 13:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento Climático]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/Belem1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A corrida para deter o avanço das mudanças climáticas deve contar com o apoio dos diversos setores da sociedade. No Brasil, que será a sede da COP30, que ocorre em novembro em Belém, o segmento das micro e pequenas empresas quer mostrar que também busca uma economia mais sustentável. Em reunião na semana pasada, com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/Belem1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A corrida para deter o avanço das mudanças climáticas deve contar com o apoio dos diversos setores da sociedade. No Brasil, que será a sede da COP30, que ocorre em novembro em Belém, o segmento das micro e pequenas empresas quer mostrar que também busca uma economia mais sustentável.</p>
<p>Em reunião na semana pasada, com o presidente da COP30, o embaixador André Corrêa do Lago, o presidente do Sebrae, Décio Lima, entregou documento que defende a inclusão de pequenos negócios na conferência e suas contribuições para o enfrentamento dos desafios climáticos.</p>
<p>A ideia da instituição é criar um dia das micro e pequenas empresas no evento para orientar os empreendedores sobre como ter acesso a recursos de financiamento climático, incluindo as modalidades de crédito de carbono e financiamentos de fundos e investidores internacionais a partir da prestação de serviços ambientais.</p>
<blockquote><p>“Vamos ter um espaço específico em que vamos oferecer um retrato para mostrar ao mundo a pequena economia em um território próprio. Esse exemplo do Brasil vai se transformar em um marco para as COPs do futuro, mostrando que as pequenas economias estão inclusas no conceito da sustentabilidade”, adiantou Décio Lima em coletiva à imprensa sobre o espaço do Sebrae na zona verde.</p></blockquote>
<p>Atualmente, o Sebrae conta com o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (FAMPE), que concede crédito que pode ser aplicado na adaptação dos empreendimentos às práticas sustentáveis.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2025, o fundo já viabilizou R$ 950 milhões em crédito. A expectativa é alcançar R$ 12 bilhões em crédito e 160 mil operações de apoio ao setor até o final do ano.</p>
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		<title>Cooperativa une manejo sustentável e desenvolvimento social na Floresta do Tapajós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nahama Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 16:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
		<category><![CDATA[COOMFLONA]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativa Mista da Flona do Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva de Proteção Ambiental Floresta Nacional do Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[ribeirinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/agencia-sebrae-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Cooperativa Mista da Flona do Tapajós (Coomflona) é exemplo em aliar desenvolvimento econômico e sustentabilidade, provando que é possível extrair madeira da floresta e, ao mesmo tempo, preservar o meio ambiente. Formada em 2005 por ribeirinhos que vivem nas 21 comunidades da Reserva de Proteção Ambiental Floresta Nacional do Tapajós, no município de Belterra [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/agencia-sebrae-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Cooperativa Mista da Flona do Tapajós (Coomflona) é exemplo em aliar desenvolvimento econômico e sustentabilidade, provando que é possível extrair madeira da floresta e, ao mesmo tempo, preservar o meio ambiente.</p>
<p>Formada em 2005 por ribeirinhos que vivem nas 21 comunidades da Reserva de Proteção Ambiental Floresta Nacional do Tapajós, no município de Belterra (PA), na região do Baixo Amazonas, a Coomflona possui o selo FSC, certificação internacional que garante que seus produtos são extraídos de forma responsável.</p>
<p>Os cooperados trabalham com copaíba, andiroba, apicultura e artesanato comunitário, mas a principal fonte de renda vem da venda de toras de madeira. Parte dessa produção é destinada à movelaria Anambé, que transforma a madeira em mesas, cadeiras, armários e outros móveis sustentáveis.</p>
<h3><strong>Manejo planejado</strong></h3>
<p>O processo de extração segue diversas etapas rigorosas, como delimitação da área, inventário florestal e planejamento detalhado antes do corte das árvores. Ao contrário do senso comum, a planta não é substituída por uma nova muda. A retirada da madeira respeita o ritmo de crescimento da floresta, garantindo a regeneração natural sem necessidade de replantio.</p>
<blockquote><p>“Aqui tudo é planejado, tudo é feito dentro de um projeto maior. Até a forma como as árvores são abatidas tem que ter um jeito, porque é de impacto reduzido, sem o uso de maquinários pesados, tratores”, explica Arimar Rodrigues, coordenador da movelaria Anambé.</p></blockquote>
<p>Atualmente, mais de mil famílias são beneficiadas pela produção sustentável realizada pelos 316 cooperados.</p>
<p>Além do manejo da madeira, a Coomflona busca ampliar o aproveitamento dos resíduos florestais, como galhos e sobras da extração. Atualmente, os cooperados ainda não conseguem aproveitar todo esse potencial, que pode ser transformado em móveis sustentáveis. A Austrália, por exemplo, tem a base da movelaria feita com o que é recolhido do chão.</p>
<h3><strong>Apoio do Sebrae</strong></h3>
<p>Para fortalecer a Coomflona, o Sebrae tem oferecido capacitação em gestão e aprimoramento técnico. Agora, o apoio será ampliado, com a implantação de oficinas de design para fortalecer a identidade dos produtos e melhorar seu posicionamento no mercado.</p>
<p>A Coomflona é um dos empreendimentos selecionados pelo Sebrae para aprimorar seus processos e se tornar uma referência nacional, com foco na bioeconomia e na economia sustentável.</p>
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		<title>Novas empresas se preparam para COP30 com inovação e sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 15:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/acai33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Empresas em fase de desenvolvimento na Amazônia, as chamadas startups, apostam em modelos de inovação sustentável visando ao mercado global. Essas iniciativas se preparam para a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em novembro, em Belém. A startup gerida pelo empresário Maurício Pantoja em Igarapé-Miriri é um exemplo de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/acai33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Empresas em fase de desenvolvimento na Amazônia, as chamadas startups, apostam em modelos de inovação sustentável visando ao mercado global. Essas iniciativas se preparam para a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em novembro, em Belém.</p>
<p>A startup gerida pelo empresário Maurício Pantoja em Igarapé-Miriri é um exemplo de negócio alinhado ao modelo de desenvolvimento sustentável que valoriza a comercialização de produtos extraídos pelas comunidades tradicionais com a floresta em pé. Focada no beneficiamento de frutos regionais na forma de polpa e frutos em pó, a empresa já trabalha diretamente com duas cooperativas e gera oportunidade para 340 famílias de comunidades em Igarapé-Miri e Abaetetuba.</p>
<blockquote><p>“Além de conectar a produção dessas pequenas comunidades por meio de um comércio justo, a gente também usa a tecnologia para melhor gerir, prever a colheita, diminuir o desperdício e agregar valor aos produtos”, explica.</p></blockquote>
<p>O empresário lembra que o açaí foi o primeiro fruto a ser beneficiado na forma de polpa e vendido no mercado brasileiro, mas logo outros frutos entraram na carteira de produtos.</p>
<blockquote><p>“A gente é da capital mundial do açaí, então partimos dele e formos integrando outras culturas como cacau e cupuaçu para diminuir a monocultura na região e fazer com que esses produtores faturem o ano todo e não só na safra do açaí”, diz.</p></blockquote>
<p>Outra empresa em desenvolvimento focada na área de capacitação que também empreende de forma sustentável, na capital paraense, Belém, é a liderada pelo empresário Vitor Alves. A partir de cursos ofertados em plataformas virtuais, a startup alavanca pequenas empresas por meio do ensino de tecnologias empreendedoras.</p>
<blockquote><p>“A tecnologia é sempre um diferencial para a pequena empresa. Você tem hoje inteligências artificiais que aumentam a velocidade com que você resolve problemas, emite notas, faz controle de estoque e, inclusive, encontra clientes e faz análise de mercado”, explica.</p></blockquote>
<p>As duas foram as vencedoras da 11ª edição do Startup Day, promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em Belém, no sábado (22), com o objetivo de impactar o ecossistema dessas empresas em desenvolvimento, a partir de um dia de workshops, mentorias e oportunidades de conexão. Entre as mais de 300 iniciativas inscritas, as duas tiveram destaque nas categorias bioeconomia e tecnologia, respectivamente.</p>
<p>Segundo o diretor-superintendente do Sebrae do Pará, Rubens Magno, o encontro é uma oportunidade das startups se lançarem e desenvolverem suas grandes ideias em um ano de preparação para COP30.</p>
<blockquote><p>“O que nós queremos é mostrar que na Amazônia não é diferente de outros lugares do mundo que respiram inovação”, destaca.</p></blockquote>
<p>Para Pantoja, estar nesse ambiente reflete um esforço na construção da visibilidade de empresas que ficam fora do circuito comercial das grandes capitais.</p>
<blockquote><p>“A gente tem esse objetivo de atingir o mercado internacional, muito por ser um mercado que valoriza os trabalhos que cuidam da biodiversidade e que se importam com as pessoas que vivem na floresta. Então, eventos como o Startup Day são oportunidades para a gente, não só do interior, mas de todos os lugares do Pará, poder aparecer, mostrar o que a gente está fazendo e que é coisa séria”.</p></blockquote>
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		<title>Sebrae lança programa para potencializar pequenos negócios de gastronomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 17:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Prepara Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/comida-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Sebrae no Pará lançou, na segunda-feira, 17, o programa &#8220;Prepara Gastronomia COP 30&#8221; na Estação das Docas, em Belém, com o objetivo de preparar os pequenos negócios paraenses para a COP 30. Cerca de 400 proprietários de bares, restaurantes, lanchonetes, pizzarias, hamburguerias e cafeterias participaram do evento de lançamento. O diretor superintendente do Sebrae [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/comida-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Sebrae no Pará lançou, na segunda-feira, 17, o programa &#8220;Prepara Gastronomia COP 30&#8221; na Estação das Docas, em Belém, com o objetivo de preparar os pequenos negócios paraenses para a COP 30. Cerca de 400 proprietários de bares, restaurantes, lanchonetes, pizzarias, hamburguerias e cafeterias participaram do evento de lançamento.</p>
<p>O diretor superintendente do Sebrae no Pará, Rubens Magno, destacou que o programa é mais uma iniciativa do Sebrae para apoiar os empreendedores que participarão da COP 30, potencializando a culinária paraense, conhecida mundialmente por sua criatividade, sabores e influência ancestral da fauna e flora amazônica.</p>
<p>O evento contou com a participação de chef renomado como Saulo Jennings, que deu orientações aos empreendedores sobre as oportunidades da COP 30, que será realizada em novembro deste ano, em Belém.</p>
<h3>Programa</h3>
<p>O programa &#8220;Prepara Gastronomia&#8221; oferecerá consultorias, cursos, oficinas, mentorias e orientações técnicas aos empreendedores inscritos, com subsídio do Sebrae/PA. A iniciativa visa preparar os negócios do setor para o aumento da demanda durante a COP 30, com a expectativa de maior circulação de turistas na capital paraense.</p>
<p>Na primeira etapa do programa, serão disponibilizadas 260 vagas para microempresas e empresas de pequeno porte, com subsídio de 90% na inscrição. Os empreendedores terão acompanhamento do Sebrae/PA por até seis meses, com o objetivo de criar inovações e preparar os negócios para o aumento da demanda durante a COP 30.</p>
<p>Desde o início das ações de preparação para a COP 30, o Sebrae no Pará já realizou 23.787 atendimentos a empresas do setor de alimentos e bebidas na região metropolitana, sendo mais de nove mil em Belém.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Projeto valoriza produção artesanal e turismo na região de Carajás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 11:45:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Origens Carajás]]></category>
		<category><![CDATA[Parauapebas]]></category>
		<category><![CDATA[pequenos negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/origens-carajas-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Empreendedores do sudeste paraense contam agora com uma plataforma de destaque para a divulgação de produções artesanais da região por meio do projeto Origem Carajás. A iniciativa é do Sebrae no Pará que busca fortalecer a economia local aproveitando a visibilidade que a COP30 está gerando para o estado. Uma das ações foi a criação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/origens-carajas-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Empreendedores do sudeste paraense contam agora com uma plataforma de destaque para a divulgação de produções artesanais da região por meio do projeto Origem Carajás. A iniciativa é do Sebrae no Pará que busca fortalecer a economia local aproveitando a visibilidade que a COP30 está gerando para o estado.</p>
<p>Uma das ações foi a criação de um catálogo com produtos de cerca de 20 negócios locais, como artesanato em madeira, pedras naturais e barro, biocosméticos, biodecoração, biojoias, moda autoral sustentável e gastronomia. O material é bilíngue (inglês e português) e deve ser disponibilizado para turistas via QR Code em hotéis, restaurantes, shopping, aeroporto e outros locais.</p>
<blockquote><p>“Queremos fortalecer o empreendedorismo artesanal da região de Carajás, associado ao turismo em Parauapebas, além de potencializar o mercado, apresentar toda essa riqueza para o mercado e até para as pessoas que vierem de fora”, explica a gerente regional do Sebrae em Parauapebas, Ana Suzi Rego.</p></blockquote>
<p>Além disso, o Origens Carajás promove encontros e capacitações para os empresários, que têm a oportunidade de qualificar seus serviços e estratégias de divulgação, assim como estabelecer parcerias, trocar experiências e fechar negócios.</p>
<blockquote><p>“A ideia é que a COP30 contribua para que as belezas do estado sejam mais conhecidas, deixando como legado o fortalecimento de uma economia sustentável, impactando positivamente tanto os negócios locais quanto o meio ambiente””, reforça o diretor-superintendente do Sebrae no Pará, Rubens Magno.</p></blockquote>
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