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	<title>Seaf &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Seaf &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pará conclui primeira consulta sobre Sistema de REDD+ com agricultores familiares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 14:29:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores familiares]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/redd-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um novo passo na consolidação das políticas climáticas do Pará foi dado nesta quinta-feira,12, em Belém, com a conclusão da primeira consulta prévia sobre o Sistema Jurisdicional de REDD+ voltada especificamente para agricultores familiares. O encerramento das Consultas Livres, Prévias e Informadas (CLPIs) com este grupo marca o avanço de uma estratégia que visa converter [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/redd-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um novo passo na consolidação das políticas climáticas do Pará foi dado nesta quinta-feira,12, em Belém, com a conclusão da primeira consulta prévia sobre o Sistema Jurisdicional de REDD+ voltada especificamente para agricultores familiares. O encerramento das Consultas Livres, Prévias e Informadas (CLPIs) com este grupo marca o avanço de uma estratégia que visa converter a redução do desmatamento em recursos para a manutenção dos modos de vida locais.</p>
<p>O trabalho é coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (Seaf), e conta com o suporte de órgãos como a Secretaria dos Povos Indígenas (Sepi), a Secretaria de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh) e a Procuradoria Geral do Estado (PGE).</p>
<p>Primeiro encontro de uma série de sete que percorrerão as regionais do estado, a etapa inicial reuniu representantes da agricultura familiar — tanto assentados quanto não assentados da reforma agrária — vindos de 35 municípios da regional Belém.</p>
<p>A medida cumpre a Resolução nº 19/2025 da Comissão Nacional para REDD+, assegurando a este segmento o mesmo direito de escuta já garantido a indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, conforme as diretrizes da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p>Durante três dias, os participantes tiveram acesso a apresentações informativas e rodadas de debates. A agricultora Rosa Maria Tavares, de Marituba, relatou sua percepção sobre o processo:</p>
<blockquote><p>“O mais importante é nos instruir, ensinar como lidar com a terra, com o meio ambiente e com as exigências que vão surgir. É um projeto maravilhoso, muito bem elaborado. Tenho certeza de que vai dar certo.”</p></blockquote>
<h3>Foco na produção sustentável</h3>
<p>Entre as propostas discutidas estão incentivo à transição para sistemas agroecológicos, apoio à implementação de sistemas agroflorestais, capacitação em práticas agrícolas de baixo carbono, recuperação de áreas degradadas, fortalecimento das cadeias produtivas locais, ampliação da comercialização da produção, apoio a cooperativas e associações e inclusão socioprodutiva de jovens e mulheres no campo.  <span style="font-size: 14px;">Para Maria de Nazaré Souza, de Tomé-Açu, a iniciativa concretiza uma demanda antiga:</span></p>
<blockquote><p>“Eu já tinha participado de alguns seminários onde se discutia a questão do REDD+, o sequestro e a venda de carbono. Mas, mesmo assim, ainda era muito pouco diante da importância do que a gente viu aqui. É uma coisa que a gente sonhava há muito tempo, de ver o trabalhador receber pelo carbono que consegue conservar.”</p></blockquote>
<p>A secretária de Administração e Finanças da FETAGRI-PA, Ângela de Jesus, classificou o debate como uma oportunidade histórica de construção coletiva:</p>
<blockquote><p>“Nossa avaliação é muito positiva. Houve debates, questionamentos e proposições. Para nós, é fundamental que essa construção aconteça de forma coletiva, dialogando diretamente com agricultores e agricultoras. É o momento de validar proposições que tratam dos compromissos de salvaguardas e da implementação de políticas públicas nos territórios, como a redução do desmatamento e a preservação dos recursos naturais.”</p></blockquote>
<p>Ângela destacou ainda que o sistema está sendo erguido &#8220;de baixo para cima&#8221;, reforçando que &#8220;informação é poder. Não são apenas as lideranças que precisam participar dos debates, mas também os agricultores e agricultoras que estão nos municípios.”</p>
<p>Enquanto as consultas avançam internamente, o Pará se posiciona para emitir créditos de carbono jurisdicionais no mercado voluntário internacional. Segundo Renata Nobre, secretária adjunta da Semas, a consulta garante a integridade e a segurança jurídica do sistema:</p>
<blockquote><p>“As Consultas Livres, Prévias e Informadas são uma etapa essencial para garantir integridade, transparência e segurança jurídica na construção do SJREDD+. É nesse processo que o Estado apresenta a política, escuta as demandas de cada segmento e incorpora contribuições que vêm diretamente dos territórios. A agricultura familiar tem um papel estratégico nessa construção, porque está presente em todas as regiões do Pará e conecta produção, conservação e desenvolvimento local.”</p></blockquote>
<p>A expectativa é que os recursos gerados pelo sistema financiem a economia local e garantam novas oportunidades de desenvolvimento sustentável para quem vive e produz no campo.</p>
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		<title>Agricultura familiar e extrativismo preservam 28 milhões de hectares de floresta no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2024 18:54:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[extrativismo]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[preservação da floresta]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Seaf]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/agricultura_familiar3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O aproveitamento sustentável dos recursos oferecidos pela natureza é uma característica comum das estratégias de geração de renda desenvolvidas por comunidades extrativistas, populações tradicionais e agricultores familiares na Amazônia. Um trabalho que tem impacto direto na segurança alimentar, na geração de renda e conservação do bioma, ajudando a manter cerca de 28 milhões de hectares [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/agricultura_familiar3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O aproveitamento sustentável dos recursos oferecidos pela natureza é uma característica comum das estratégias de geração de renda desenvolvidas por comunidades extrativistas, populações tradicionais e agricultores familiares na Amazônia. Um trabalho que tem impacto direto na segurança alimentar, na geração de renda e conservação do bioma, ajudando a manter cerca de 28 milhões de hectares de floresta em pé.</p>
<p>As estimativas são da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (Seaf), criada em 2023, para atuar junto aos pequenos produtores rurais, sejam eles agricultores, quilombolas ou extrativistas. De acordo com a pasta, o universo é de aproximadamente 250 mil famílias paraenses.</p>
<p>As ações envolvem o planejamento estratégico, visando a agregação de valor aos produtos por meio da bioeconomia e o apoio à assistência e organização desses grupos. Entre eles está a Associação de Produtores e Produtoras Rurais de Campo Limpo, localizada no município de Santo Antônio do Tauá, onde funciona uma fábrica comunitária de extração de óleos essenciais de espécies nativas que servem de matéria-prima para a fabricação de cosméticos da Natura.</p>
<blockquote><p>“Para nós, agricultoras familiares, a implantação da fábrica foi uma oportunidade de geração de trabalho para nossos jovens, aumento dos ingressos econômicos na comunidade e apoio a nossa prática de produção sustentável”, afirma a presidente da Associação, Dilma Lopes à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/52823/estado-desenvolve-agricultura-bioeconomia-e-preserva-28-milhoes-de-hectares-de-floresta" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<p>Além dos óleos essenciais e dos biocosméticos, produtos elaborados a partir de frutas típicas, chocolate, queijo, artesanato e biojoias são exemplos do potencial criativo das populações locais e como é possível explorar a natureza de forma responsável.</p>
<p>Uma amostra disso foi presenteada aos presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; e da França, Emmanuel Macron na recente visita deles ao Pará. Os c<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/lula-e-macron-lancam-investimento-de-rs-5-bilhoes-para-desenvolvimento-da-amazonia/">hefes de Estado firmaram acordos e anunciaram investimentos para a bioeconomia da Amazônia</a>, mas também levaram na bagagem produtos derivados do açaí e da mandioca, mel de abelhas nativas, chocolates, castanha-do-Pará, artesanato de miriti e outros itens que são frutos da relação harmônica existente entre as populações tradicionais e a natureza.</p>
<figure id="attachment_28250" aria-describedby="caption-attachment-28250" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-28250 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/presentes-Lula-Divulgacao-Agencia-Para.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/presentes-Lula-Divulgacao-Agencia-Para.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/presentes-Lula-Divulgacao-Agencia-Para-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/presentes-Lula-Divulgacao-Agencia-Para-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/presentes-Lula-Divulgacao-Agencia-Para-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/presentes-Lula-Divulgacao-Agencia-Para-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-28250" class="wp-caption-text">Presidente Lula recebeu itens produzidos por agricultores familiares do estado. Foto: Divulgação / Agência Pará</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Não adianta apenas combater as mudanças climáticas, é importante que as pessoas que vivem e produzem na floresta melhorem a qualidade de vida delas também”, pontuou José Filho, presidente da Cooperativa Mista Agroextrativista da Reserva Extrativista Arioca-Pruanã, de Oeiras do Pará.</p></blockquote>
<p>Para a Seaf, é necessário apostar na valorização das comunidades extrativistas e de agricultores familiares por meio da ampliação das ações de assistência e de organização desses grupos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Desenvolver a economia da sociobiodiversidade e agregar valor aos produtos das comunidades locais é o melhor caminho para garantir a floresta viva e melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nas áreas de floresta”, reforça o secretário, Cássio Pereira.</p></blockquote>
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		<title>Santo Antônio do Tauá agora conta com agroindústria de processamento de óleos essenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 19:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
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		<category><![CDATA[sociobioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/natura-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O município de Santo Antônio do Tauá, no nordeste paraense, agora conta com uma agroindústria de processamento de óleos essenciais da sociobioeconomia, resultado de parceria entre a Associação dos Produtores e Produtoras Rurais da Comunidade Campo Limpo e a empresa Natura&#38;Co. O titular da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (Seaf), Cássio Pereira, participou na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/natura-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O município de Santo Antônio do Tauá, no nordeste paraense, agora conta com uma agroindústria de processamento de óleos essenciais da sociobioeconomia, resultado de parceria entre a Associação dos Produtores e Produtoras Rurais da Comunidade Campo Limpo e a empresa Natura&amp;Co.</p>
<p>O titular da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (Seaf), Cássio Pereira, participou na quinta-feira,1º, da inauguração do empreendimento, quando também foi assinado um Termo de Cooperação da Seaf com a Natura para apoiar o desenvolvimento e a produção de palma sustentável, mediante a implantação de sistemas agroflorestais biodiversos (SAF Dendê) no município.</p>
<p>O acordo prevê ainda auxiliar o fortalecimento das cadeias da sociobioeconomia nas comunidades tradicionais, nas quais a Natura está presente no Pará; apoio institucional e assessoramento a entidades e organizações sociais, da agricultura familiar e das comunidades tradicionais, com ações convergentes ao objeto do acordo; promoção de ações colaborativas que corroborem os esforços do Governo do Pará na implantação de um modelo conciliatório de desenvolvimento da agricultura familiar e das comunidades tradicionais, baseado na conservação e valorização de ativos ambientais; ampliação do potencial econômico e de eficiência de cadeias de produção, bem como a melhoria das condições sociais locais em ações que implementem ações contidas no Plano Estadual de Agricultura Familiar e das Comunidades Tradicionais; transição dos sistemas de produção em monocultivo de palma para sistemas biodiversos (SAFs), e identificação de novas áreas e organizações de agricultores familiares de produtos da sociobioeconomia.<span class="w3cgWrapper w3cgAlignCenter"><span class="w3cgLegenda">O empreendimento fomenta a produção sustentável e gera renda para agricultores familiares</span></span></p>
<blockquote><p>“Hoje, o Pará viveu um momento importante da sua história no tema da sociobioeconomia. Este acordo tem um foco na ampliação da área de cultivo de dendê em sistemas agroflorestais, e também no trabalho de prospecção de novas áreas, novos agricultores familiares, novas organizações, bem como na industrialização dos produtos derivados da sociobioeconomia. Teremos a oportunidade de desenvolver políticas públicas que foquem no apoio para a expansão da meta da agricultura, que é atingir nos próximos anos 40 mil hectares de cultivo de dendê em sistemas agroflorestais. Do ponto de vista do governo do Estado, nós vamos trabalhar para organizar esses agricultores e adequar as linhas de crédito”, declarou Cássio Pereira.</p></blockquote>
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