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	<title>ribeirinha &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Cultura ribeirinha é reconhecida por como patrimônio do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 17:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/ribeirinhos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A cultura ribeirinha passou a ser oficialmente reconhecida como patrimônio do Pará. Sancionada pelo governador Helder Barbalho e idealizada pelo deputado Carlos Bordalo, a legislação reconhece as expressões das águas como essenciais à identidade paraense. O Pará abriga uma das maiores populações ribeirinhas da Amazônia, distribuídas em comunidades que mantêm modos de vida profundamente relacionados [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/ribeirinhos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A cultura ribeirinha passou a ser oficialmente reconhecida como patrimônio do Pará. Sancionada pelo governador Helder Barbalho e idealizada pelo deputado Carlos Bordalo, a legislação reconhece as expressões das águas como essenciais à identidade paraense.</p>
<p dir="ltr">O Pará abriga uma das maiores populações ribeirinhas da Amazônia, distribuídas em comunidades que mantêm modos de vida profundamente relacionados aos rios, florestas e ilhas, elementos fundamentais na formação do território e da identidade paraense.</p>
<p dir="ltr">A Lei nº 11.325, de 13 de janeiro de 2025, tem como objetivo assegurar a proteção, promoção e valorização dos saberes, práticas e expressões culturais das comunidades ribeirinhas e das demais manifestações da cultura paraense. A política busca garantir que o conhecimento ancestral dos povos das águas e da floresta seja preservado, reconhecido e transmitido às futuras gerações.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa também reconhece o papel estratégico dessas comunidades na preservação ambiental e na manutenção de modos de vida sustentáveis, integrando cultura, território e meio ambiente.</p>
<p dir="ltr">Além de seu valor simbólico e identitário, a política reconhece a cultura como vetor de desenvolvimento econômico e inclusão social. A valorização de artistas, artesãos e iniciativas culturais ribeirinhas pode impulsionar a economia criativa, fortalecer o turismo de base comunitária e gerar renda, promovendo desenvolvimento sustentável em territórios historicamente vulnerabilizados.</p>
<p dir="ltr">Atualmente, apenas cerca de um terço das famílias ribeirinhas dessas áreas está incluída em assentamentos agroextrativistas reconhecidos, o que reforça a necessidade de políticas públicas integradas, territorializadas e permanentes, conforme aponta o Instituto Peabiru.</p>
<p dir="ltr">Para o deputado Carlos Bordalo, a sanção da Lei nº 11.325 representa um avanço significativo na construção de políticas públicas culturais voltadas aos povos tradicionais do Pará. “</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">Preservar a cultura ribeirinha é garantir a continuidade da nossa história, fortalecer a identidade paraense e reconhecer os modos de vida que sustentam o estado”, destacou o parlamentar.</p>
</blockquote>
<h3 dir="ltr">Princípios</h3>
<p dir="ltr">A Política Estadual de Valorização da Cultura Ribeirinha e Paraense será orientada por princípios como:</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Valorização da diversidade cultural e dos povos tradicionais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Respeito às práticas sociais, religiosas, econômicas e culturais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Participação efetiva das comunidades na construção e execução das políticas culturais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Descentralização das ações culturais, fortalecendo os territórios onde a cultura é produzida;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Integração dos saberes tradicionais aos processos educacionais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Articulação com políticas de preservação ambiental e sustentabilidade.</p>
</li>
</ul>
<h3 dir="ltr"><strong>Ações estruturantes</strong></h3>
<p dir="ltr">Para garantir a efetivação da política, o Poder Executivo poderá desenvolver ações como:</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Registro, documentação e salvaguarda das tradições ribeirinhas, incluindo festas, rituais, culinária, artesanato e práticas religiosas;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Proteção de patrimônios materiais e imateriais, sítios históricos, arquitetônicos e culturais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Apoio à realização de festivais, feiras, exposições e eventos culturais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Implementação de oficinas, cursos e atividades formativas voltadas aos saberes tradicionais e à economia cultural local.</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">
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