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	<title>restauração &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>restauração &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Castanheira, sumaúma e andiroba: as protagonistas do novo capítulo de Paragominas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 15:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/07/floresta-1140x641-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo As empresas Vivo e re.green deram o primeiro passo na iniciativa &#8220;Floresta Futuro Vivo&#8221;, que prevê o plantio de 900 mil mudas nativas na Amazônia. O contrato de 30 anos visa restaurar cerca de 800 hectares na Fazenda São Pio, em Paragominas (PA), uma região historicamente impactada pelo desmatamento. O plantio em larga escala [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/07/floresta-1140x641-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>As empresas Vivo e re.green deram o primeiro passo na iniciativa &#8220;Floresta Futuro Vivo&#8221;, que prevê o plantio de 900 mil mudas nativas na Amazônia.</em></li>
<li><em> O contrato de 30 anos visa restaurar cerca de 800 hectares na Fazenda São Pio, em Paragominas (PA), uma região historicamente impactada pelo desmatamento.</em></li>
<li><em>O plantio em larga escala começará em janeiro de 2027, durante o período chuvoso; até lá, o foco é o mapeamento da área e o diálogo com comunidades e povos indígenas locais.</em></li>
<li><em> A startup re.green cuidará do cultivo das mudas, do acompanhamento científico, do monitoramento do crescimento das árvores e da medição da absorção de carbono.</em></li>
<li><em>O projeto busca proteger espécies ameaçadas, como o macaco-caiarara, e reatar fragmentos florestais. Os créditos de carbono gerados a partir de 2031 serão repassados aos clientes da Vivo para compensação de emissões.</em></li>
</ul>
<p>A meta de plantar 900 mil mudas de 30 espécies nativas na Amazônia acaba de sair do papel. Com o plantio simbólico de mudas de castanheira, sumaúma e andiroba — realizado lado a lado por Christian Gebara, CEO da Vivo, e Thiago Picolo, CEO da re.green —, teve início a fase prática de uma das maiores parcerias de restauração ambiental do país.</p>
<p>O gesto marca o primeiro passo da Floresta Futuro Vivo, um contrato de 30 anos firmado entre as duas companhias para regenerar cerca de 800 hectares na Fazenda São Pio, em Paragominas, no Pará, área de intensa pressão histórica por desmatamento.</p>
<p>O plantio em escala, porém, só deve começar em janeiro de 2027, no período chuvoso: o intervalo até lá tem sido usado para mapeamento da área, definição de espécies e diálogo com comunidades do entorno — entre elas povos indígenas Ka&#8217;apor, Awá-Guajá, Tembé Tenetehara e Guajajara.</p>
<p>A escolha de Paragominas não é aleatória. O município, situado no chamado arco do desmatamento, foi incluído em 2007 na lista de áreas prioritárias de combate à devastação e reverteu a situação após um pacto local que reduziu o desmatamento em 90% em um ano — um histórico que, segundo a Exame, ajuda a explicar o interesse da Vivo pela região.</p>
<p>Coube à comunicadora indígena Nice Tupinambá fazer a ponte entre a empresa e as lideranças locais antes da chegada da equipe da Vivo. Já a execução técnica do projeto é da re.green, vencedora do Earthshot Prize em 2025 e parceira também de empresas como BNDES, Microsoft e Nestlé em outras iniciativas de restauração.</p>
<h3>Parceria</h3>
<p>Esta é a primeira vez que a re.green estabelece um contrato desse porte com uma grande empresa brasileira. A startup ficará a cargo de todo o aparato científico e operacional — desde a coleta de sementes e cultivo das mudas junto a mais de duas dezenas de viveiros parceiros até o acompanhamento tecnológico do crescimento da floresta e da absorção de carbono.</p>
<p>Entre os benefícios esperados pelas empresas está a proteção de espécies ameaçadas, como o primata cebus kaapori (ou caiarara), além da reconexão de fragmentos florestais e a restauração de funções ecológicas na região. Os créditos de carbono gerados pela área — estimados a partir de 2031 e certificados pelo padrão internacional CCP — não serão vendidos pela Vivo, mas repassados a clientes da operadora para compensação de emissões, segundo a empresa.</p>
<p data-path-to-node="7"><em>Fontes: Exame e re.green</em></p>
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		<title>Três empresas vencem disputa para restaurar áreas degradadas na Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/tres-empresas-vencem-disputa-para-restaurar-areas-degradadas-na-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 17:56:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[brCarbon]]></category>
		<category><![CDATA[crédito de carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-10.33.41-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo Systemica, brCarbon e re.green foram selecionadas no âmbito do ProFloresta+ para fornecer 5 milhões de créditos de carbono de alta integridade gerados a partir da restauração ecológica na Amazônia Iniciativa deve mobilizar cerca de R$ 450 milhões, plantar mais de 25 milhões de árvores nativas e gerar 6,3 mil empregos verdes Anunciado também parceria [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-10.33.41-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo </em></p>
<ul>
<li><em>Systemica, brCarbon e re.green foram selecionadas no âmbito do ProFloresta+ para fornecer 5 milhões de créditos de carbono de alta integridade gerados a partir da restauração ecológica na Amazônia</em></li>
<li><em>Iniciativa deve mobilizar cerca de R$ 450 milhões, plantar mais de 25 milhões de árvores nativas e gerar 6,3 mil empregos verdes</em></li>
<li><em>Anunciado também parceria para construção de iniciativas em PD&amp;I relacionadas a minerais críticos e estratégicos</em></li>
</ul>
<p>O resultado do primeiro leilão do ProFloresta+, iniciativa voltada à compra de créditos de carbono de alta integridade a partir da restauração ecológica na Amazônia, foi anunciado nesta segunda-feira, 22.</p>
<p>Três empresas desenvolvedoras de projetos foram selecionadas para fornecer créditos gerados pela recuperação de áreas degradadas, somando um volume total negociado de 5 milhões de toneladas de carbono equivalente ($tCO_2e$).</p>
<p>As vencedoras foram a Systemica e a brCarbon, cada uma selecionada para lotes de 2 milhões de toneladas (aos preços de US$ 55,33 e US$ 55,76 por $tCO_2e$, respectivamente), e a re.green, que arrematou o lote de 1 milhão de toneladas ao valor de US$ 73,82 por tonelada.</p>
<p>O anúncio oficial, feito pelo  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Petrobras, ocorreu no Rio de Janeiro.</p>
<p>O primeiro leilão prevê a aquisição, pela Petrobras, de 5 milhões de créditos de carbono originados de projetos de restauração ecológica com espécies nativas no bioma amazônico. A iniciativa deverá mobilizar cerca de R$ 450 milhões em investimentos, apenas em plantio, gerar 6,3 mil empregos verdes, viabilizar o plantio de mais de 25 milhões de árvores nativas e capturar 5 milhões de toneladas de carbono.</p>
<p>No evento que celebrou os seus 74 anos, o BNDES também firmou parceria com a Petrobras para construção de iniciativas em PD&amp;I relacionadas a minerais críticos e estratégicos vinculados às cadeias de transição energética e de óleo e gás.</p>
<p>O instrumento vai permitir a troca de informações e realização de análises das principais lacunas de capacidade produtiva ou tecnológica. A parceria também envolve projetos em execução e em fase de desenvolvimento, bem como novas ações que contribuam para o desenvolvimento das cadeias de transição energética e de óleo e gás.</p>
<h3>Sobre o ProFloresta+</h3>
<p>Anunciado em março de 2025, o ProFloresta+  tem potencial de alcançar até 15 milhões de toneladas de créditos de carbono em parceria entre BNDES e Petrobras, com restauração de até 50 mil hectares de áreas degradadas na Amazônia, através de novos editais para compra de créditos de carbono oriundos de projetos de restauração florestal.</p>
<p>Por meio do ProFloresta+, será revelado pela primeira vez o preço negociado em uma transação pública de créditos de carbono de restauração ecológica no Brasil, com contratos de 25 anos e elevado conjunto de salvaguardas sociais e ambientais. O modelo busca ampliar a confiança no mercado voluntário de carbono, dar previsibilidade a investidores e fortalecer a cadeia da restauração florestal.</p>
<blockquote><p>“O ProFloresta+ inaugura uma nova etapa para a restauração ecológica no Brasil. Estamos falando de projetos com espécies nativas, com biodiversidade, com geração de empregos verdes e com impacto direto na reconstrução da floresta amazônica. O BNDES entra com instrumentos financeiros capazes de dar escala a esse mercado, e a Petrobras entra como compradora de créditos de alta integridade. Essa combinação é decisiva para transformar a restauração em uma atividade economicamente viável e socialmente inclusiva”, afirmou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.</p></blockquote>
<h3>Financiamento</h3>
<p>Os vencedores do leilão poderão buscar financiamento do BNDES por meio das melhores condições disponíveis para restauração ecológica no país. Entre as alternativas está o Fundo Clima – Florestas Nativas, que oferece taxa de juros em torno de 2% ao ano, prazo total de até 25 anos, carência em torno de cinco anos e financiamento de até R$ 250 milhões por projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Terra Preta da Amazônia acelera reflorestamento em até 88%, mostra estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/terra-preta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A restauração de áreas degradadas na Amazônia acaba de ganhar um aliado poderoso vindo do passado. Um novo estudo revela que a Terra Preta da Amazônia (TPA) — solo extremamente fértil criado por populações indígenas — funciona como um &#8220;bioinoculante&#8221; capaz de acelerar o crescimento de árvores nativas. A descoberta indica que o valor desse [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/terra-preta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A restauração de áreas degradadas na Amazônia acaba de ganhar um aliado poderoso vindo do passado. Um novo estudo revela que a Terra Preta da Amazônia (TPA) — solo extremamente fértil criado por populações indígenas — funciona como um &#8220;bioinoculante&#8221; capaz de acelerar o crescimento de árvores nativas. A descoberta indica que o valor desse solo não está apenas em seus nutrientes, mas em sua comunidade microbiana viva.</p>
<p>A pesquisa investigou o impacto da aplicação de pequenos volumes de TPA no cultivo de duas espécies fundamentais para o reflorestamento e a economia regional: o Paricá e o Ipê-roxo. Os resultados mostram melhoras significativas tanto na altura das plantas quanto no diâmetro do caule.</p>
<p>No ipê-roxo, árvore que ocorre também na Mata Atlântica, o crescimento foi em até 55% na altura e 88% em diâmetro. No paricá, o aumento foi de 20% na altura e 15% no diâmetro do tronco. Os resultados são referentes aos primeiros 180 dias de vida das plantas, em comparação com outras das mesmas espécies que não receberam a terra preta.</p>
<p>O estudo aponta que a TPA atua como um &#8220;reset&#8221; biológico para solos empobrecidos. Ao ser introduzida, ela reestrutura fundamentalmente a vida invisível sob a terra, eliminando microrganismos oportunistas e patogênicos e abrindo espaço para espécies benéficas.</p>
<h3>Faxina biológica e proteção</h3>
<p>O mecanismo identificado pelos cientistas mostra que a Terra Preta funciona como um supressor natural de doenças. Observou-se uma redução drástica em fungos e bactérias conhecidos por causar danos às plantações.</p>
<p>Em contrapartida, o solo ancestral promoveu o &#8220;boom&#8221; de agentes de biocontrole e promotores de crescimento, como outros fungos e bactérias.</p>
<p>Um detalhe curioso observado pelos pesquisadores é que a alta concentração de nutrientes da Terra Preta cria um ciclo de retroalimentação: como o solo já é rico, a planta reduz a dependência de funções microbianas extenuantes, como a fixação de nitrogênio, focando sua energia no crescimento vertical e fortalecimento do caule.</p>
<p>O trabalho conclui que a utilização da comunidade microbiana da TPA oferece uma estratégia sustentável e eficaz para acelerar a recuperação de paisagens tropicais degradadas. Mais do que um adubo, a Terra Preta Amazônia se confirma como uma tecnologia biológica sofisticada, herdada do manejo milenar da floresta, pronta para enfrentar os desafios ambientais do século XXI.</p>
<p>Com apoio da FAPESP e <a href="https://link.springer.com/article/10.1186/s12862-026-02495-y" target="_blank" rel="noopener"><strong>publicada</strong></a> na revista <em>BMC Ecology and Evolution</em>, a pesquisa foi conduzida por pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (Cena-USP), em Piracicaba, da Embrapa Amazônia Ocidental e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), ambos em Manaus.</p>
<blockquote><p>“O determinante não foi a quantidade de nutrientes em si, que não muda muito, mas os microrganismos, que eram bem diferentes, especialmente os fungos. Nas plantas tratadas com terra preta há uma reorganização da microbiota em torno das raízes, com um recrutamento mais eficiente de microrganismos benéficos e uma redução de patógenos”, explica Anderson Santos de Freitas, primeiro autor do estudo, realizado durante doutorado no Cena-USP com bolsa da FAPESP.</p></blockquote>
<h3>O que é a Terra Preta Amazônia?</h3>
<p>A Terra Preta Amazônia  ou Terra Preta de Índio é um tipo de solo escuro, extremamente fértil, encontrado em diversas partes da Amazônia. Ao contrário dos solos amarelados e ácidos predominantes na região, a TPA é um &#8220;antrossolo&#8221;, ou seja, um solo criado pela atividade humana ao longo de milhares de anos.</p>
<p>Sua formação é o resultado do descarte e manejo de resíduos por populações indígenas pré-colombianas entre 500 e 2.500 anos atrás. Ela é composta por uma mistura rica de matéria orgânica, restos de cerâmica, ossos de animais e, principalmente, carvão vegetal resultante de queimas controladas.</p>
<p>O grande diferencial da Terra Preta é sua capacidade de reter nutrientes e manter sua fertilidade por séculos, mesmo sob as fortes chuvas da Amazônia. Além disso, ela abriga uma comunidade única de microrganismos que agem como defensores das plantas, transformando o que seria um solo pobre em um dos ecossistemas mais produtivos do planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Restauração da Bacia do Rio Xingu ganha reforço de R$ 6,3 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 16:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edital Bacia do Rio Xingu 2.]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/rio-xingu3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na última sexta-feira, 5, o lançamento do Edital Bacia do Rio Xingu 2. Com recursos de até R$ 6,3 milhões, a iniciativa visa financiar até seis projetos de restauração ecológica na região, em uma parceria estratégica entre o Fundo Socioambiental do BNDES e três grandes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/rio-xingu3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na última sexta-feira, 5, o lançamento do Edital Bacia do Rio Xingu 2. Com recursos de até R$ 6,3 milhões, a iniciativa visa financiar até seis projetos de restauração ecológica na região, em uma parceria estratégica entre o Fundo Socioambiental do BNDES e três grandes empresas: Grupo Energisa, Norte Energia S/A e Fundo Vale.</p>
<p>Os projetos contemplados devem focar na restauração de áreas de grande relevância ambiental e social, incluindo Unidades de Conservação, Áreas de Preservação Permanente (APP), Reservas Legais (RL) em propriedades rurais e assentamentos, além de territórios indígenas, quilombolas e de comunidades tradicionais. A participação ativa e o engajamento desses povos e comunidades são considerados prioridade no edital. O prazo final para a submissão das propostas é 7 de novembro, até as 18h.</p>
<h3>Floresta Viva mobiliza parceiros</h3>
<p>O edital faz parte do programa Floresta Viva, uma iniciativa do BNDES que busca parcerias para projetos de restauração em diferentes biomas brasileiros, utilizando espécies nativas e sistemas agroflorestais (SAFs).</p>
<p>Até o momento, o programa já mobilizou cerca de R$ 460 milhões, com metade dos recursos vindos do Fundo Socioambiental do BNDES e a outra metade de parceiros públicos e privados. A gestão do Floresta Viva é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), responsável pela organização dos editais e pelo repasse de verbas aos projetos.</p>
<p>Manoel Serrão, superintendente de programas do Funbio, enfatiza que o impacto vai além do plantio de árvores.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ao financiar e capacitar projetos locais, não estamos apenas plantando árvores; estamos fortalecendo toda a cadeia da restauração – desde os coletores de sementes nativas até as comunidades que farão a floresta voltar a crescer. É um projeto de escala nacional com resultados locais tangíveis&#8221;, avaliou.</p></blockquote>
<h3>O foco na Bacia do Rio Xingu</h3>
<p>O rio Xingu, com seus 1,9 mil quilômetros de extensão, percorre uma vasta área que abrange cerca de 50 municípios nos estados do Mato Grosso e do Pará, onde se encontram diversas Terras Indígenas e Unidades de Conservação. A bacia ocupa aproximadamente 53 milhões de hectares e é considerada uma região estratégica para a conservação.</p>
<p>Este é o segundo edital do programa Floresta Viva focado na região. O primeiro foi lançado em 2023, selecionando quatro projetos que totalizaram R$ 20,3 milhões. Os R$ 6,3 milhões remanescentes serão utilizados no novo edital.</p>
<p>A diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, ressaltou que a prioridade será dada a projetos que invistam em capacitação e no fortalecimento de cadeias produtivas locais.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estamos priorizando projetos que incluam iniciativas de capacitação dos proponentes e de fortalecimento das cadeias produtivas. No mínimo, 50% dos recursos previstos em cada proposta devem ser destinados às atividades de restauração ecológica&#8221;, concluiu Campello.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/regiao-do-xingu-tera-mais-r-150-milhoes-para-projetos-de-desenvolvimento-regional/" target="_top">Região do Xingu terá mais R$ 150 milhões para projetos de desenvolvimento regional</a></strong></p>
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		<title>Convênio investe US$ 1 milhão em restauração de florestas na Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/convenio-investe-us-1-milhao-em-restauracao-de-florestas-na-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 15:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/floresta30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) assinaram Carta Convênio para estruturar projetos de parcerias entre estados e iniciativa privada que fortaleçam a bioeconomia da Amazônia, priorizando o manejo sustentável e a restauração de florestas públicas estaduais.  A assinatura resultará num aporte de US$ 1 milhão [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/floresta30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) assinaram Carta Convênio para estruturar projetos de parcerias entre estados e iniciativa privada que fortaleçam a bioeconomia da Amazônia, priorizando o manejo sustentável e a restauração de florestas públicas estaduais.  A assinatura resultará num aporte de US$ 1 milhão (R$ 6 milhões) do BID para a iniciativa.</p>
<p>As instituições já atuam de forma conjunta para viabilizar a implementação de projetos ambientais na região. Até o momento, o BID disponibilizou US$ 3 milhões (R$ 18 milhões) para financiar iniciativas de sustentabilidade, enquanto o BNDES destinou R$ 30 milhões com o intuito de mitigar riscos financeiros aos estados da federação.</p>
<blockquote><p>“Hoje, entendemos muito melhor o importante vínculo entre a vida das pessoas, a economia do Brasil e a proteção de áreas de floresta. É um grande orgulho estar aqui e dar mais um passo para, de forma muito concreta, fomentar o reflorestamento de áreas federais e subnacionais”, afirmou a chefe da Representação do BID no Brasil, Annette Killmer.</p></blockquote>
<p>Além do suporte financeiro, as equipes técnicas dos dois bancos de fomento também oferecerão expertise, fruto de experiências acumuladas em diversos projetos em diferentes setores e níveis de governo, garantindo a qualidade e a eficiência na execução das ações.</p>
<p>Essa parceria se integra a outros investimentos já destinados a projetos federais, sob a coordenação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), ampliando o alcance e o impacto das políticas públicas voltadas à preservação e ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.</p>
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		<title>Regeneração Natural Assistida: conheça os benefícios e o potencial para escalar a restauração ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Dec 2024 13:31:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[regeneração natural assistida]]></category>
		<category><![CDATA[restauração]]></category>
		<category><![CDATA[RNA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/regeneracao-natural-assistida-amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Conhecido pelo custo muito baixo e praticidade, o sistema de Regeneração Natural Assistida (RNA) é uma ótima opção para restaurar áreas degradadas. Ela tem como base a recuperação espontânea das espécies nativas — o que a difere de um modelo de regeneração natural comum são as pequenas interferências que o produtor precisa realizar para garantir [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/regeneracao-natural-assistida-amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Conhecido pelo custo muito baixo e praticidade, o sistema de Regeneração Natural Assistida (RNA) é uma ótima opção para restaurar áreas degradadas. Ela tem como base a recuperação espontânea das espécies nativas — o que a difere de um modelo de regeneração natural comum são as pequenas interferências que o produtor precisa realizar para garantir o bom desenvolvimento.</p>
<p>A abordagem funciona melhor, por exemplo, em áreas que não tenham sido altamente degradadas, sejam cercadas por remanescentes florestais e onde as sementes estão vivas no solo. Em áreas onde a agricultura intensiva e a pastagem em excesso não degradaram ou compactaram demais o solo, o plantio de árvores geralmente faz mais sentido.</p>
<p>A assistência dada pelo proprietário tende a ser mais necessária nos primeiros três anos, especialmente com técnicas de manejo e controle de pragas e capim. Aqui os conhecimentos do agricultor são essenciais para a eliminação de barreiras e possíveis ameaças à vegetação. Depois disso, ele só precisará monitorar a recuperação da área, com cada vez menos necessidade de ações de manejo.</p>
<p>Segundo Ingo Isernhagen, pesquisador em Restauração Florestal e Adequação Ambiental da Embrapa Agrossilvipastoril, para que esse modelo de restauração seja viável, é importante uma avaliação técnica, para saber se há o potencial de regeneração natural, a partir da existência de um banco de sementes ou da proximidade da área com uma floresta natura.</p>
<h3><b>O que produtores podem fazer?</b></h3>
<p>O agricultor, para prevenir incêndios florestais, pode garantir a limpeza do solo, removendo capim e detritos secos. Para impedir que alguns insetos atrapalhem o crescimento das plantas mais jovens, ele pode aplicar ações pontuais de controle de praga, além de remover arbustos e demais ervas que dificultem o desenvolvimento da vegetação nativa. É possível também cercar a área para barrar a entrada de animais que possam mastigar ou pisotear as mudas.</p>
<p>Caso a área de regeneração pareça escassa, passados os primeiros anos, o produtor pode ainda plantar algumas mudas seletas para acompanhar o desenvolvimento daquelas que nasceram naturalmente, de acordo com o que for orientado pelos especialistas técnicos.</p>
<p>Para dar às árvores nativas espaço suficiente para crescer, pode-se remover gramíneas e arbustos invasores.</p>
<h3><strong>Quanto custa aplicar a RNA?</strong></h3>
<p>As árvores e florestas podem ser restauradas usando a regeneração natural assistida por menos de um terço do custo do plantio de árvores, com base em estimativas do <a href="https://wribrasil.org.br/pt/blog/florestas/regeneracao-natural-assistida-seus-beneficios-e-seu-poder-para-dar-escala-restauracao" target="_blank" rel="noopener">WRI Global</a>. No Brasil, restaurar 21,6 milhões de hectares com RNA poderia reduzir o custo da recuperação da vegetação nativa em <a href="https://conbio.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/conl.12709" target="_blank" rel="noopener">77%</a> comparado com plantio de árvores.</p>
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		<title>BNDES e CI-Brasil lançam edital de R$ 23 milhões para restauração ecológica na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 13:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazôn ia]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[mudas]]></category>
		<category><![CDATA[restauração]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/rios_amazonia-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Conservação Internacional do Brasil (CI-Brasil) lançaram o edital Floresta para o Bem-Estar no valor de até R$ 23 milhões. O objetivo é apoiar ações de restauração ecológica e o fortalecimento da cadeia de mudas e sementes nos estados do Amazonas, Pará, Acre e Mato [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/rios_amazonia-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Conservação Internacional do Brasil (CI-Brasil) lançaram o <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=qWHexLSZakyWLr2FZgLoviseUgw0HlVMmhFltxfL6IFUNFJUNjlNTjUwU1owRUVFQ1ZDWVlETzdYOC4u&amp;route=shorturl%5D&amp;utm_source=IRI+Brasil+Newsletter&amp;utm_campaign=2dcc4dc21a-EMAIL_CAMPAIGN_2024_11_07_11_27&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=0_-2dcc4dc21a-%5BLIST_EMAIL_ID%5D" target="_blank" rel="noopener">edital Floresta para o Bem-Estar</a> no valor de até R$ 23 milhões. O objetivo é apoiar ações de restauração ecológica e o fortalecimento da cadeia de mudas e sementes nos estados do Amazonas, Pará, Acre e Mato Grosso. As propostas podem ser enviadas até às 23:59 do dia 7 de janeiro de 2025.</p>
<p class="x_xmsonormal">Parte da iniciativa Floresta para o Bem-Viver, o edital beneficiará comunidades indígenas, assentados e pequenos proprietários rurais na região amazônica com recursos do Fundo Amazônia. A expectativa é de restaurar 1,5 mil hectares, o que corresponde a cerca de 3 milhões de árvores, a partir do apoio para até 10 projetos.</p>
<p class="x_xmsonormal"><span lang="PT">A área de atuação dos selecionados serão as unidades de conservação (UC), terras indígenas (TI), assentamentos rurais, além de imóveis rurais de até quatro módulos fiscais com atividades de implantação de sistemas agroflorestais (SAFs) e regeneração natural assistida (RNA).</span></p>
<p class="x_xmsonormal"><span lang="PT">As proponentes têm que ser pessoas jurídicas de direito privado com ou sem fins lucrativos constituídas como associações civis, cooperativas, fundações de direito privado, organização da sociedade civil de interesse público (oscip) ou microempresa de prestação de serviços. Cada projeto proposta deve ter uma única instituição proponente responsável por ele.</span></p>
<p class="x_xmsonormal"><span lang="PT">As propostas serão avaliadas por critérios quantiativos para a seleção de projetos que garantam o sucesso das intervenções em termos da restauração ecológica, da conservação da biodiversidade, do impacto social, da persistência dos resultados em longo prazo e da economicidade.</span></p>
<p class="x_xmsonormal"><span lang="PT">A área de abrangência dos projetos contempla regiões com alto índice de desmatamento dos quatro estados (AC, AM, MT e PA), como a Bacia do Rio Acre, Centro de Endemismo de Belém, Bacia do Rio Xingu e entorno da rodovia federal BR-163. Elas são pressionadas pela expansão da fronteira agrícola, o que representa cerca de 75% do desmatamento da Amazônia.</span></p>
<blockquote>
<p class="x_xmsonormal"><span lang="PT">“Mesmo com 20% dela já desmatada, a Floresta Amazônica é a maior floresta tropical do mundo. Ela é fundamental para a manutenção da vida no planeta e na regulação climática em escala global. Caso o desmatamento aumente demais, a Amazônia cruzará um limite que resultaria em alterações climáticas sem precedentes”, alertou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.</span></p>
</blockquote>
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		<title>Pesquisa identifica espécies-chave de plantas e abelhas para a restauração da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 19:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[abelhas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[restauração]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/urucum-Mauricio-Mercadante-Flickr-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma pesquisa revelou novas possibilidades para a restauração de áreas degradadas na Amazônia. O estudo, publicado na revista Restoration Ecology, foi conduzido por pesquisadores Instituto Tecnológico Vale (ITV), o Museu Paraense Emílio Goeldi, e as universidades federais do Pará (UFPA) e de Minas Gerais (UFMG) e lista dez espécies de abelhas e dez de plantas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/urucum-Mauricio-Mercadante-Flickr-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma pesquisa revelou novas possibilidades para a restauração de áreas degradadas na Amazônia. O estudo, publicado na revista Restoration Ecology, foi conduzido por pesquisadores Instituto Tecnológico Vale (ITV), o Museu Paraense Emílio Goeldi, e as universidades federais do Pará (UFPA) e de Minas Gerais (UFMG) e lista dez espécies de abelhas e dez de plantas que formam redes ecológicas essenciais para o recuperação ambiental.</p>
<p>Os destaques entre as plantas selecionadas estão o urucum (<em>Bixa orellana</em>), o muricí-da-praia (<em>Byrsonima stipulacea</em>) e o fedegoso-gigante <em>(Senna alata</em>). Já entre as abelhas, algumas das espécies com melhores avaliações foram a uruçu boca de renda (<em>Melipona seminigra</em>), a abelha-borá (<em>Tetragona clavipes</em>) e a jataí (<em>Tetragonisca angustula</em>). A ideia é que ao favorecer essas espécies se tenha maior êxito nos processos de restauração.</p>
<p>Para isso, a pesquisa analisou a interação entre polinizadores e plantas em diferentes estágios de recuperação na Floresta Nacional de Carajás, no sudeste paraense, onde há impactos causados por projetos de mineração. Na região, foram coletados visitantes florais em áreas de restauração de minas de areia, depósitos de resíduos de ferro e em áreas de floresta primária.</p>
<p>No total, foram identificadas 118 espécies de plantas, 137 espécies de abelhas e 51 de vespas, destacando que cinco espécies de abelhas e doze espécies de plantas respondiam por mais da metade das interações observadas.</p>
<p>Para o pesquisador do ITV, Rafael Cabral Borges, essa nova abordagem para a restauração ecológica vai além do simples plantio de árvores, pois permite, por exemplo, saber quais são as espécies mais generalistas, ou seja, que interagem com um maior número de plantas. Isso, segundo o especialista, torna a restauração mais eficiente e facilita o processo de recuperação do ecossistema.</p>
<blockquote><p>“Integrar polinizadores, que são essenciais para a reprodução das plantas, é crucial para garantir a estabilidade a longo prazo dos ecossistemas restaurados”, explicou Rafael Borges à <a href="https://abori.com.br/ambiente/interacoes-plantas-polinizadores-restauracao-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">Agência Bori</a>.</p></blockquote>
<p>Além da importância para a restauração de grande áreas com impacto ambiental, o pesquisador observa que esse modelo pode ser útil tanto para pequenos agricultores, que enfrentam desafios de polinização em suas propriedades, mantendo o equilíbrio entre fauna e flora.</p>
<p>O pesquisador ressalta ainda que a proposta oferece uma base científica para auxiliar em tomadas de decisões e alocação de recursos nos projetos de restauração em diversas escalas.</p>
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		<title>Recuperação de áreas degradadas é tema de encontro de ministros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 14:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[restauração]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/sistemas_agroflorestais-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, recebeu o ministro-chefe de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), na quarta-feira (31), para falar sobre as pautas prioritárias da agropecuária brasileira e debater as propostas apresentadas pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão. Entre as principais propostas apresentadas está [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/sistemas_agroflorestais-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div id="dv" class="not">
<p>O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, recebeu o ministro-chefe de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), na quarta-feira (31), para falar sobre as pautas prioritárias da agropecuária brasileira e debater as propostas apresentadas pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão.</p>
<p>Entre as principais propostas apresentadas está a recuperação de áreas degradadas. Desde o ano passado, o Mapa vem trabalhando no projeto para a conversão de até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em áreas agricultáveis, o que pode, praticamente, dobrar a área de produção de alimentos no Brasil sem desmatamento.</p>
<p>Considerado o maior plano de produção sustentável de alimentos do mundo, o projeto se tornou uma ação do Governo Federal por meio do Decreto nº 11.815, que instituiu o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção.</p>
<p>Padilha entregou as propostas do Grupo de Trabalho Áreas Degradadas do Conselhão.</p>
<blockquote><p>“Vamos construir junto com o ministro Fávaro uma proposta de recuperação das terras degradadas”, declarou o ministro-chefe de Relações Institucionais.</p></blockquote>
<p>Além da recuperação e conversão das áreas avaliadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) como de baixa produtividade e com alta aptidão para a agricultura, o Programa prevê a adoção de medidas de rastreabilidade e sustentabilidade que contribuem com a segurança alimentar e climática do planeta.</p>
<blockquote><p>“Podemos e vamos intensificar a produção de alimentos sem avançar nas áreas preservadas do país e, mais, fazendo a cobertura foliar, o tratamento do solo, permitindo, inclusive, o sequestro de carbono”, detalhou Fávaro.</p></blockquote>
<p>Durante o encontro, Padilha também tratou com Fávaro a agenda prioritária do Congresso Nacional para o setor agropecuário e o reforço para o Plano Safra 2023/2024 e também as medidas de transição energética em ações como o Hidrogênio Verde e o Combustível do Futuro.</p>
</div>
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		<title>São Félix do Xingu e Novo Repartimento recebem Projeto-Piloto de Pagamento por Serviços Ambientais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 12:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agroflorestas]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Repartimento]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto-Piloto de Pagamento por Serviços Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[restauração]]></category>
		<category><![CDATA[São Felix do Xingu]]></category>
		<category><![CDATA[SEMAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/sistemas_agroflorestais2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Pará anunciou que deu início à execução do Projeto-Piloto de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) nos municípios de São Félix do Xingu e Novo Repartimento. O objetivo é beneficiar produtores rurais que tenham interesse em restaurar suas áreas. O projeto faz parte do programa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/sistemas_agroflorestais2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Pará anunciou que deu início à execução do Projeto-Piloto de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) nos municípios de São Félix do Xingu e Novo Repartimento. O objetivo é beneficiar produtores rurais que tenham interesse em restaurar suas áreas.</p>
<p>O projeto faz parte do programa Territórios Sustentáveis (TS), uma das principais estratégias do Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA) do Governo do Estado do Pará .</p>
<blockquote><p>“Estamos chamando esse projeto de piloto, porque ele vai dar toda a base, para que, em 2025, tenhamos um programa estadual de pagamento por serviços ambientais, robusto e construído de forma coletiva com base nas realidades locais”, afirmou explicou Diana Castro, assessora da Secretaria Adjunta de Gestão de Recursos Hídricos e Clima (SAGRH).</p></blockquote>
<p>A ação de encontro e escuta aos produtores rurais foi finalizada na quinta feira, 6, no município de Novo Repartimento, após passar por São Félix do Xingu, no dia 4. A Semas estabeleceu que a meta é que as famílias já tenham acesso aos benefícios e consigam conduzir a recuperação de suas áreas até setembro deste ano.</p>
<p>Na primeira etapa do projeto-piloto, estão sendo trabalhados imóveis rurais individuais, nos dois municípios, onde o foco é a escuta dos produtores, saber se os valores e insumos pensados estão de acordo com a realidade desses municípios.</p>
<p>Além dos produtores rurais, também estão sendo ouvidos o poder público local e as entidades técnicas privadas e públicas, como a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).</p>
<blockquote><p>“Nesse momento, estamos trabalhando com foco na restauração ecológica, contudo testaremos medotologias para a recuperação produtiva de áreas, através da implantação de sistemas agroflorestais que possibilita uma renda melhor para o produtor”, explicou Diana Castro.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Semas</em></p>
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