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	<title>Reserva Legal &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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		<title>Regeneração natural é solução ideal para recuperar áreas degradadas, defendem pesquisadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 14:32:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/florestas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Código Florestal Brasileiro estabelece que as propriedades rurais localizadas na Amazônia deveriam manter 80% de sua cobertura vegetal nativa, mas o que se observa é um grande déficit de reserva legal, que ultrapassa 18 milhões de hectares, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A perda de cobertura florestal preocupa e, por [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/florestas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Código Florestal Brasileiro estabelece que as propriedades rurais localizadas na Amazônia deveriam manter 80% de sua cobertura vegetal nativa, mas o que se observa é um grande déficit de reserva legal, que ultrapassa 18 milhões de hectares, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A perda de cobertura florestal preocupa e, por isso, estratégias de recuperação como a regeneração natural tem sido mais pesquisadas.</p>
<p>A regeneração é uma solução baseada na própria floresta, em que se permite que uma área devastada se recupere sozinha. Estudos científicos demonstram que essas florestas secundárias quando atingem mais de 20 anos conseguem alcançar estoques consideráveis de carbono e conservar a biodiversidade.</p>
<p>O avanço das pesquisas nesse tema e a realidade do potencial dessa abordagem foram abordados durante o simpósio “A regeneração natural da floresta amazônica no contexto da regularização ambiental e da restauração florestal”, realizado pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) na segunda-feira, 25.</p>
<blockquote><p>“Consideramos que o aproveitamento da regeneração natural em áreas que foram desmatadas e abandonadas ou degradadas pelo fogo é importante para além de cuidar de processos naturais de sucessão, pois pode agregar valores econômicos pelo menor custo de sua implantação”, explica a pesquisadora do MPEG, Ima Vieira.</p></blockquote>
<p>Um dos aspectos discutidos foi a vantagem de promover a regeneração natural em áreas com menos tempo de uso e próximas de outras florestas remanescentes. A interação entre os dois ambientes favorece o fornecimento de sementes que contribui para a recomposição da paisagem, por exemplo.</p>
<blockquote><p>“As áreas que tem menos floresta na paisagem, ou seja, que são ocupadas há muito tempo, vão ter um potencial menor de regeneração. Mas, mesmo nessas, a floresta consegue começar a regenerar. O que se precisa fazer é encontrar métodos para aumentar a sua diversidade”, acrescenta a professora da Universidade Federal de Santa Catarina e vice-coordenadora do projeto SinBiose, Catarina Jakovac.</p></blockquote>
<figure id="attachment_24528" aria-describedby="caption-attachment-24528" style="width: 584px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-24528 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-1024x683.jpg" alt="" width="584" height="389" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 584px) 100vw, 584px" /><figcaption id="caption-attachment-24528" class="wp-caption-text">Museu Goeldi apresentou pesquisas sobre o impacto positivo da regeneração natural. Foto: Janine Valente / MPEG</figcaption></figure>
<p>A regeneração favorece ainda a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e, por isso, deve ser melhor compreendida pelo poder público para que projetos desse tipo sejam incentivados no campo. Para Ima Vieira, o grande objetivo de discussões como essa é a capacidade de influenciar a elaboração de políticas públicas.</p>
<p>O secretário adjunto de gestão e regularidade ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Rodolpho Zaluth, também defendeu a contribuição que a ciência pode dar para as ações do governo e chamou a atenção dos pesquisadores para os desafios enfrentados no atendimento às comunidades rurais.</p>
<p>Zaluth apresentou dados do programa Regulariza Pará que mostram que dos 156 mil cadastros ambientais rurais (CAR’s) analisados no estado cerca de 126 mil possuem pendências. A área somada do passivo ambiental desses imóveis na conservação das áreas nativas é de cerca de 4,6 milhões hectares.</p>
<blockquote><p>Para ele, as consequências disso serão problemas como a restrição de acesso ao crédito e um incentivo maior às cadeias de commodities ao invés da alimentação e do abastecimento para o mercado interno. “É importante que a estratégia de restauração esteja voltada para o pequeno produtor, que é a maioria dos CAR”, frisou.</p></blockquote>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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		<title>Código Florestal completa 10 anos sem pacificar o campo no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 15:19:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[#Cadastro Ambiental Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/RNA-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Lei 12.651, de 25 de maio de 2012, também conhecida como Código Florestal Brasileiro, completa 10 anos de existência na quarta-feira, 25/05. Ela foi criada lá atrás com o propósito de pacificar o campo com a regularização de propriedades rurais e preservação ambiental. Sua implementação é necessária para que os agricultores tenham paz e não [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/RNA-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Lei <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm" target="_blank" rel="noopener">12.651, de 25 de maio de 2012</a>, também conhecida como Código Florestal Brasileiro, completa 10 anos de existência na quarta-feira, 25/05. Ela foi criada lá atrás com o propósito de pacificar o campo com a regularização de propriedades rurais e preservação ambiental. Sua implementação é necessária para que os agricultores tenham paz e não vejam suas terras receberem apelidos que envergonham o paraense, como foi o caso de Paragominas, antes conhecida como &#8220;Paragobalas&#8221; em função dos altos índices de violência associados ao desmatamento.</p>
<p>Se Paragominas tenta hoje virar a página, vários outros municípios do Estado, não. Altamira vive meses de insegurança com degradação ambiental desenfreados, Marabá abriga uma quadrilha de extração ilegal de manganês, São Félix do Xingu testemunhou no início do ano a morte de pai, mãe e filha defensores de tartarugas. O município é conhecido por conflitos fundiários graves resultantes de ações de grilagens de terras públicas, desmatamento ilegal voltado à atividade da pecuária extensiva, invasões de terras indígenas e áreas de preservação, além da instalação de garimpos ilegais. Esses conflitos têm resultado em assassinatos de lideranças, chacinas e trabalho escravo.</p>
<p>A promessa da hidrovia Araguaia-Tocantins, que deve derrocar o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/hidrovia-araguaia-tocantins-tira-sono-de-ribeirinhos-com-fim-do-pedral-de-lourenco/" target="_blank" rel="noopener">Pedral do Lourenço</a>, ameaça ribeirinhos que vivem no local, peixes e vegetação em áreas preservadas. Outros municípios poderiam ser citados, uma vez que, segundo a 36ª edição do relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT), o Estado do Pará liderou o <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/para-lidera-o-ranking-nacional-de-conflitos-por-terra-em-2021/" target="_blank" rel="noopener">ranking nacional de conflitos por terra em 2021</a>.</p>
<p>Para cobrar das autoridades que o instrumento seja cumprido, é preciso conhecê-lo e ligar lé com cré. O que o Código Florestal Brasileiro influencia diretamente na sua vida? Portanto, nesta semana o <strong>Pará Terra Boa</strong> publica uma série de matérias sobre o assunto.</p>
<h3>O que é o Código Florestal?</h3>
<p>A lei regula a exploração de áreas verdes em propriedades rurais. O primeiro passo para a implementação do Código Florestal é o Cadastro Ambiental Rural (CAR). O registro unificado é obrigatório para todas as propriedades rurais do País. Segundo o boletim com os dados do Cadastro Ambiental Rural do Serviço Florestal Brasileiro, 6,5 milhões de imóveis rurais, totalizando uma área de  612.567.861 hectares, estão inseridos na base de dados do sistema.</p>
<p>O registro é autodeclaratório e deveria passar por alguma verificação dos órgãos estaduais, mas segundo os dados do <a href="https://www.florestal.gov.br/numeros-do-car#:~:text=N%C3%BAmeros%20do%20Cadastro%20Ambiental%20Rural&amp;text=Nestas%20publica%C3%A7%C3%B5es%20%C3%A9%20poss%C3%ADvel%20encontrar,base%20de%20dados%20do%20sistema." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Serviço Florestal Brasileiro</a>, até o dia 11 de abril de 2022, apenas 18,5% passaram por alguma análise e 0,4% foram concluídas.</p>
<p>O texto foi aprovado em 2012 após forte pressão pela flexibilização das leis florestais de 1965, quando ruralistas argumentavam que as leis ambientais eram muito restritivas e impediam a sua efetiva implementação.</p>
<p>Se devidamente implementado, o Código Florestal tem o potencial de conservar mais de 150 milhões de hectares de vegetação nativa no Brasil, responsáveis por armazenar cerca de 100 GtCO2 e pode servir de base para um grande plano de desenvolvimento social e econômico do meio rural.</p>
<h3>Quais são as obrigações?</h3>
<p>Algumas obrigações previstas no Código Florestal de 1965 foram mantidas e até hoje são os maiores desafios da implementação da nova Lei: a adequação das Áreas de Preservação Permanente (APP) e da Reserva Legal (RL) dos imóveis rurais.</p>
<p>Para adequar-se à lei, os imóveis rurais com déficit de RL e APP e que desmataram até 2008, tiveram regras de transição as quais permitem a adaptação das propriedades rurais aos termos da Lei, por meio de um processo que envolve a inscrição do imóvel rural no CAR.</p>
<p>A nova lei também concedeu diversas anistias para aqueles que não cumpriram a lei anterior, que representam em torno de 41 milhões de hectares de vegetação nativa que deveriam ser restaurados anteriormente (36,5 milhões de ha de RL e 4,5 milhões de ha de APPs). Mas mesmo com todas essas anistias, juntas APPs e RLs somam aproximadamente 21 milhões de hectares que ainda precisam de adequação.</p>
<p>A manutenção da vegetação nativa em APPs deve ser preservada em função de sua localização, tais como rios, nascentes, topos de morro e áreas muito íngremes, e a manutenção de vegetação nativa das Reservas Legais (RL) deve obedecer uma porcentagem do imóvel rural, varia entre 20 a 80% conforme a região em que o imóvel se localiza.</p>
<p>A inscrição no CAR é um pré-requisito para que o produtor rural possa aderir a outra novidade trazida pelo Novo Código Florestal: o Programa de Regularização Ambiental (PRA). O marco legal estabelece as regras genéricas que o PRA deve seguir, mas cada Estado deve regulamentar seu próprio programa, fixando condições específicas. O prazo para inscrição no programa vence em 31 de dezembro de 2022.</p>
<h3>CAR sobreposto</h3>
<p>Dos 612,5 milhões de hectares que estão inseridos na base de dados do sistema, um total de 12,3 milhões de hectares apresentam sobreposição em terras indígenas, o que é ilegal. Outros 5,6 milhões de hectares são sobrepostos a outros imóveis rurais, principalmente no nosso Pará.</p>
<p>Desses imóveis, 52% solicitaram adesão ao PRA, que prevê a regularização de passivos ambientais de RL e de APP, mas apenas os Estados do Acre, Rondônia, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso Do Sul e Bahia já possuem o PRA regulamentado, com validação e adesão de imóveis rurais em andamento.</p>
<p>A grande maioria dos Estados brasileiros estão regulamentados, mas ainda não possuem adesão de imóveis rurais. Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe são os únicos que ainda não possuem o PRA regulamentado.</p>
<h3><strong>Código Florestal no dia a dia</strong></h3>
<p>Sabe aquela notícia triste que lemos e vivemos todos os anos no Pará, cada vez de forma mais intensa, de gente desabrigada por conta das cheias? Esse é o reflexo do não cumprimento do Código Florestal.</p>
<p>E esse reflexo é visto por todo o Brasil e mundo afora, em áreas rurais e urbanas.</p>
<blockquote><p>“Quando tem deslizamento de encosta, quando morrem pessoas soterradas, quando você tem problema de contaminação ou abastecimento de água, enchentes mesmo nas cidades, é a falta de cumprimento do Código Florestal agindo”, explica Beto Mesquita, engenheiro florestal e doutor em Ciências Ambientais e Florestais, em evento nesta manhã de segunda-feira, 23/05, de análise dos 10 anos da legislação.</p></blockquote>
<p>Ele alerta que o cumprimento do Código “garante não apenas o capital natural que o agronegócio depende, mas também a proteção de nossas próprias vidas”.</p>
<h3><strong>Glossário</strong></h3>
<p>CAR – O Cadastro Ambiental Rural é um registro eletrônico que possui todas as informações relevantes sobre as características ambientais e áreas de uso dos imóveis. É como o CPF. Você tem o número daquele documento e precisa estar sempre ativo para fazer muitas coisas que envolvem sua identidade, certo? Tudo que envolve suas terras é preciso também estar em dia, formalizado.</p>
<p>APP – Áreas de Preservação Permanente. O Código é o instrumento para manutenção da vegetação nativa em áreas sensíveis que devem ser preservadas em função de sua localização, tais como rios, nascentes, topos de morro e áreas muito íngremes.</p>
<p>RL – Significa Reserva Legal. A manutenção de vegetação nativa em uma porcentagem do imóvel rural, denominada Reserva Legal, varia entre 20 a 80% conforme a região em que o imóvel se localiza.</p>
<p>PRA – Uma coisa é declarar o Imposto de Renda, outra é saber se não caiu na malha fina. O PRA é exatamente isso. Depois do CAR, é preciso concluir a adesão ao Programa de Regularização Ambiental, a ser implementado para a regularização de passivos ambientais de RL ou APP, considerando as condições ambientais específicas de cada Estado.</p>
<p>Segundo a Lei, até 28 de maio de 2032 todo produtor rural deve estar em conformidade com o Código Florestal em todo o Brasil.</p>
<p><em>Fonte: com Observatório do Código Florestal, CNA, Amazônia.org</em></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:<br />
</strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/para-lidera-o-ranking-nacional-de-conflitos-por-terra-em-2021/" target="_blank" rel="noopener"><b>Pará lidera o ranking nacional de conflitos por terra em 2021<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/altamira-vive-horror-de-chacinas-com-presenca-de-faccoes-criminosas/" target="_blank" rel="noopener"><b>Altamira vive horror de chacinas com presença de ‘facções criminosas”<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/violencia-no-campo-dispara-mostra-comissao-pastoral-da-terra/" target="_blank" rel="noopener"><b>Violência no campo dispara, mostra Comissão Pastoral da Terra</b></a></p>
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