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	<title>regeneração natural &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>regeneração natural &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pará é o estado com maior potencial para restauração florestal na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 15:15:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/recuperacao-de-vegetacao-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A recente concessão de 10 mil hectares na APA Triunfo do Xingu para restauração florestal marcou o início de um novo projeto no Pará que alia o reflorestamento de uma área desmatada com a geração de renda a partir dos serviços ambientais. Essa pode ser uma saída para muitas regiões com floresta secundária e baixa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/recuperacao-de-vegetacao-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A recente <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/area-na-apa-triunfo-do-xingu-e-leiloada-para-recuperacao-florestal/">concessão de 10 mil hectares na APA Triunfo do Xingu para restauração florestal</a> marcou o início de um novo projeto no Pará que alia o reflorestamento de uma área desmatada com a geração de renda a partir dos serviços ambientais. Essa pode ser uma saída para muitas regiões com floresta secundária e baixa aptidão agrícola. E o potencial do estado é grande, como aponta um novo <a href="https://amazonia2030.org.br/wp-content/uploads/2025/03/A-Vocacao-da-Restauracao-Florestal.pdf" target="_blank" rel="noopener">estudo do Amazônia 2030 em parceria com o Imazon</a>.</p>
<p>O trabalho intitulado “<em>A Vocação da Restauração Florestal na Amazônia com Base na Vegetação Secundária”</em> mostra que existem na região 5,7 milhões de hectares de vegetação secundária com pelo menos seis anos de idade. Desse total, 4 milhões de hectares estão em áreas de baixo potencial agrícola, ou seja, não servem para o cultivo de grãos, mas podem ser recuperados.</p>
<p>Os estados que concentram as maiores áreas de vegetação secundária nessas condições são o Pará (1,88 milhões de hectares), Amazonas (612 mil hectares) e Mato Grosso (606 mil hectares). Além disso, a pesquisa indica que esses territórios podem ser encontrados principalmente em imóveis privados do Sistema de Gestão Fundiária (29%), áreas públicas não destinadas (16%), áreas com Cadastro Ambiental Rural (15%) e assentamentos rurais (15%).</p>
<p>A ideia é que esses dados sirvam de base para a construção de políticas públicas que atendam às necessidades dessas regiões, estimulando novas oportunidades econômicas.</p>
<blockquote><p>“Podem incluir essas áreas em programas de recuperação ambiental, para passar a ser um ativo florestal no CAR, por exemplo”, sugeriu ao <a href="https://umsoplaneta.globo.com/energia/noticia/2025/03/31/mais-de-70percent-das-areas-desmatadas-na-amazonia-tem-baixo-potencial-agricola.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Um Só Planeta</a> Paulo Amaral, pesquisador associado do Imazon.</p></blockquote>
<h3>Baixo custo</h3>
<p>Além disso, a restauração florestal é uma estratégia de baixo custo que auxilia na mitigação das mudanças climáticas, removendo CO₂ da atmosfera, recuperando a biodiversidade e ajudando na regulação climática</p>
<p>Para isso, no entanto, a pesquisa reforça que é preciso que haja um esforço coordenado entre políticas públicas, com incentivos econômicos e estratégias de governança territorial. Entre as recomendações para isso estão a criação de um sistema de monitoramento contínuo da vegetação secundária, a implementação de incentivos para proprietários rurais que transformem terras agricultáveis em áreas florestais e fortalecimento das concessões florestais como estratégia para a recuperação de áreas degradadas.</p>
<blockquote><p>“A vegetação secundária é a forma mais barata de restauração florestal na Amazônia e no Brasil”, ressalta o pesquisador, que destaca que a região conta ainda com um total de 29,7 milhões de hectares de áreas desmatadas com potencial para a restauração florestal por meio da regeneração natural, isto é, sem intervenção humana.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/restauracao-de-florestas-no-para-pode-gerar-mais-de-15-milhoes-de-toneladas-de-alimentos/" target="_top">Restauração de florestas no Pará pode gerar mais de 15 milhões de toneladas de alimentos</a></strong></p>
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		<title>Área com potencial para regeneração natural no Brasil é do tamanho da Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 14:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[12 milhões de hectares]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/refloresta1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As florestas tropicais de todo o mundo estão ameaçadas pelo avanço da devastação. A boa notícia é que uma área de 215 milhões de hectares &#8211; equivalente ao tamanho do México &#8211; tem potencial para ser recuperada em processos de regeneração natural. Em pesquisa publicada na revista Nature, o Brasil aparece em destaque nesse segmento, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/refloresta1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As florestas tropicais de todo o mundo estão ameaçadas pelo avanço da devastação. A boa notícia é que uma área de 215 milhões de hectares &#8211; equivalente ao tamanho do México &#8211; tem potencial para ser recuperada em processos de regeneração natural. Em pesquisa publicada na <a href="https://www.nature.com/articles/s41586-024-08106-4" target="_blank" rel="noopener">revista Nature</a>, o Brasil aparece em destaque nesse segmento, com uma área de 55,12 milhões de hectares, comparável ao território de todo o estado da Bahia, capaz de ser beneficiada pela restauração florestal.</p>
<p>A<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/conheca-as-vantagens-da-recuperacao-de-areas-degradadas-com-regeneracao-natural/" target="_blank" rel="noopener"> regeneração natural</a> é um processo de restauração que ocorre com pouca ou nenhuma intervenção humana, por isso são práticas mais baratas. De acordo com o estudo, o investimento necessário em florestas que crescem sozinhas varia de US$ 12 a US$ 3.880 por hectare, enquanto que os projetos tradicionais de restauração com plantios precisam de US$ 105 a US$ 25.830 por hectare.</p>
<p>Além disso, as áreas regeneradas naturalmente têm um melhor resultado no quesito <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/saiba-como-o-carbono-gerado-em-regeneracao-natural-pode-mudar-o-destino-da-amazonia/">sequestro de carbono</a>. A pesquisa estima que se todas áreas indicadas forem restauradas, 23 gigatoneladas de carbono seriam retidas na biomassa acima do solo ao longo de 30 anos. Isso equivale a quase metade das emissões anuais de gases de efeito estufa do mundo. Se for considerada a biomassa abaixo do solo, a projeção é que o sequestro total de carbono chegaria a cerca de 30 gigatoneladas por ano.</p>
<blockquote><p>“A regeneração natural das florestas é um dos caminhos mais promissores para dar a escala necessária à restauração florestal para gerar os benefícios desejados de mitigação climática por meio da captura de carbono, contribuindo para as metas de emissão líquida zero até meados do século”, afirma Ludmila Pugliese, gerente de Restauração da Conservação Internacional (CI-Brasil), que tem pesquisadores envolvidos no estudo.</p></blockquote>
<p>No momento em que mais de 190 nações se voltam para a discussão de propostas para a proteção dos diversos biomas durante a COP16, a pesquisa ressalta ainda outras vantagens que a regeneração natural oferece, como a conservação da biodiversidade, a regulação dos recursos hídricos, a redução dos riscos de erosão e o aumento da resiliência ecológica geral.</p>
<p>Além do Brasil, Indonésia, China, México e Colômbia têm grandes potenciais para a regeneração e, juntos, representam 52% de todas as florestas passíveis de restauração no planeta. Ainda assim, essa é uma estratégia subutilizada e que precisa ser incentivada.</p>
<p>Para os pesquisadores, é necessário apostar em mecanismos que envolvam a participação das comunidades nesse processo. Um dos caminhos é criar formas de compensação de agricultores e comunidades pelo engajamento na regeneração natural através de pagamentos por serviços ecossistêmicos ou mercados de compensação. Combinadas com benefícios de longo prazo, a expectativa é que haveria uma continuidade da conservação nas florestas atendidas.</p>
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		<title>Restauração de terras indígenas com SAFs pode fortalecer geração de renda e segurança alimentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 17:06:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/reflorestar-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As áreas em terras indígenas (TIs) estão entre as mais protegidas da devastação e do desmatamento. Ainda assim, esses territórios sofrem enorme pressão de grupos de madeireiros e garimpos e já tiveram cerca de 1,26 milhão de hectares degradados. Estudos indicam que 82% dessa área tem potencial para a regeneração natural e o restante pode [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/reflorestar-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As áreas em terras indígenas (TIs) estão entre as mais protegidas da devastação e do desmatamento. Ainda assim, esses territórios sofrem enorme pressão de grupos de madeireiros e garimpos e já tiveram cerca de 1,26 milhão de hectares degradados. Estudos indicam que 82% dessa área tem potencial para a regeneração natural e o restante pode ser recuperado com implantação de <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/sistemas-agroflorestais-alavancam-restauracao-de-pequenas-propriedades-em-paragominas/">sistemas agroflorestais (SAFs)</a>.</p>
<p>A solução é apontada na mais recente pesquisa do Instituto Escolhas, que destaca o impacto social, econômico e ambiental que a restauração com agrofloresta tem. Segundo o estudo, no bioma Amazônia, em torno de 1 milhão de hectares nas TI tem capacidade de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/conheca-as-vantagens-da-recuperacao-de-areas-degradadas-com-regeneracao-natural/">regeneração natural</a> e os demais 200 mil hectares poderiam servir para  produção de alimentos.</p>
<p>No total, seriam 1,3 milhão de hectares nas TIs do País onde os SAFs podem ser adotados. O investimento necessário seria de R$ 27,7 bilhões, mas o retorno financeiro chegaria a cinco vezes mais, girando em torno de R$153,3 bilhões.</p>
<blockquote><p>“Devemos lembrar que a recuperação da vegetação nativa é um dos principais eixos temáticos da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI) e essa estratégia pode fomentar a ampliação de iniciativas já desenvolvidas nas TIs, incluindo projetos capazes de gerar renda e produzir alimentos nesses territórios”, diz o diretor do Instituto Escolhas, Sérgio Leitão.</p></blockquote>
<p>Além do aumento da renda para as populações diretamente envolvidas, o apoio a sistemas agroflorestais é uma alternativa para alavancar as políticas de soberania e segurança alimentar.</p>
<p>De acordo com as projeções, 317,8 milhões de toneladas de alimentos seriam produzidas nessas áreas ao longo de 30 anos, sendo 88% ou 279 milhões de toneladas seriam de culturas perenes, como frutos in natura, polpa de frutas, amêndoas, sementes e palmitos. Já 38 milhões de toneladas seriam de culturas anuais, como milho, feijão e mandioca.</p>
<blockquote><p>“É fundamental reconhecer que já existem diversas iniciativas bem-sucedidas em recuperar o que foi desmatado nas TIs, mas somente com a ação e o compromisso da gestão pública e do governo federal a restauração vai acontecer com a escala e a velocidade necessárias em todo o país”, acrescenta Sérgio Leitão, que diz que já há propostas de apresentação do estudo à equipe do Ministério dos Povos Indígenas (MPI).</p></blockquote>
<p>Outro benefício da estratégia que combina regeneração natural com sistemas agroflorestais seria o reforço da capacidade de absorção das emissões de carbono no País, fortalecendo o combate às mudanças climáticas. De acordo com a pesquisa, a recuperação da vegetação nas TIs pode representar a remoção de 798,8 milhões de toneladas de CO2 da atmosfera ao fim de 30 anos.</p>
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		<title>Saiba como o carbono originado de regeneração natural pode mudar o destino da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 17:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/amazonia36-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A extensão da maior florestal tropical do mundo torna a Amazônia uma região estratégica para o combate à crise climática. Embora tenha um enorme potencial para a absorção de carbono, as emissões oriundas do bioma são altas em virtude do desmatamento e de políticas que incentivam a degradação ambiental. O cenário é [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/amazonia36-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A extensão da maior florestal tropical do mundo torna a Amazônia uma região estratégica para o combate à crise climática. Embora tenha um enorme potencial para a absorção de carbono, as emissões oriundas do bioma são altas em virtude do desmatamento e de políticas que incentivam a degradação ambiental. O cenário é desolador, mas um estudo da iniciativa Amazônia 2030 mostra que é possível promover desenvolvimento para a região por meio da <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/conheca-as-vantagens-da-recuperacao-de-areas-degradadas-com-regeneracao-natural/">regeneração natural</a>.</p>
<p>O trabalho intitulado <a href="https://amazonia2030.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Carbono-e-o-destino-da-Amazonia.pdf" target="_blank" rel="noopener">“Carbono e o destino da Amazônia</a>” chama atenção para o descompasso entre o impacto da devastação e a geração de riquezas. Enquanto o desmatamento da região é responsável por cerca de 50% das emissões de gases do efeito estufa do País e colocam a Amazônia à frente dos Estados Unidos, da União Europeia e da China em volume de emissões per capita, as atividades econômicas respondem por apenas 9% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.</p>
<p>A causa desse paradoxo seriam as políticas que incentivaram a destruição da floresta para abertura de pastos ou cultivo de grãos visando o mercado externo, ou seja, foi criado um cenário que tornou rentável a derrubada da Amazônia. Para reverter isso, os pesquisadores buscaram elaborar um modelo para saber as condições em que a preservação seria mais viável financeiramente.</p>
<figure id="attachment_28490" aria-describedby="caption-attachment-28490" style="width: 870px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-28490 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/emissao-de-gases-e-PIB.jpg" alt="" width="870" height="652" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/emissao-de-gases-e-PIB.jpg 870w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/emissao-de-gases-e-PIB-300x225.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/emissao-de-gases-e-PIB-768x576.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/emissao-de-gases-e-PIB-150x112.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/emissao-de-gases-e-PIB-450x337.jpg 450w" sizes="(max-width: 870px) 100vw, 870px" /><figcaption id="caption-attachment-28490" class="wp-caption-text">Amazônia emite mais gases do efeito estufa per capita do que EUA e China. Foto: Reprodução Amazônia 2030</figcaption></figure>
<h3>Incentivo para controlar desmate</h3>
<p>O modelo adotado na pesquisa indica que um preço mínimo de US$ 20 por tonelada de carbono capturado via <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pesquisadores-defendem-regeneracao-natural-para-recuperacao-de-areas-degradadas/">regeneração natural</a> serviria de incentivo para controlar o desmatamento. O valor é superior aos US$ 5,76 por tonelada de carbono calculados quando se toma como referência a receita gerada pela agropecuária, e o desmatamento acumulado até 2008, ano de criação do Fundo Amazônia que financia projetos para evitar esse tipo de ação.</p>
<blockquote><p>“O preço de US$ 20 por tonelada de CO² capturado é uma referência base para negociação, uma vez que permissões de emissão na Europa estão sendo negociadas a US$ 90 por tonelada de CO². Com esse valor, seria mais vantajoso economicamente trocar a maior parte das áreas de pecuária em áreas destinadas ao restauro florestal via regeneração natural”, diz um trecho da publicação.</p></blockquote>
<p>As simulações apresentadas no estudo demonstram ainda que caso a devastação siga o mesmo ritmo com abertura de mais pastagens, a Amazônia deve ter 30% do total de sua área desmatada em 20 anos atingindo assim o chamado ponto de não-retorno.</p>
<p>Por outro lado, a criação de mecanismos de pagamentos pelo carbono obtido com a restauração cria benefícios que ajudam a elevar a renda ao mesmo tempo que transforma a região de uma grande emissora em uma captadora de CO² em larga escala. Segundo a pesquisa, a regeneração natural seria capaz de absorver 16 gigatoneladas de carbono ao longo dos próximos 30 anos.</p>
<figure id="attachment_28489" aria-describedby="caption-attachment-28489" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-28489 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/remuneracao-credito-de-carbono-amazonia-Reproducao-Amazonia-2030-1024x583.jpg" alt="" width="1024" height="583" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/remuneracao-credito-de-carbono-amazonia-Reproducao-Amazonia-2030-1024x583.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/remuneracao-credito-de-carbono-amazonia-Reproducao-Amazonia-2030-300x171.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/remuneracao-credito-de-carbono-amazonia-Reproducao-Amazonia-2030-768x437.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/remuneracao-credito-de-carbono-amazonia-Reproducao-Amazonia-2030-150x85.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/remuneracao-credito-de-carbono-amazonia-Reproducao-Amazonia-2030-450x256.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/remuneracao-credito-de-carbono-amazonia-Reproducao-Amazonia-2030-1200x683.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/remuneracao-credito-de-carbono-amazonia-Reproducao-Amazonia-2030.jpg 1318w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-28489" class="wp-caption-text">Regeneração natural tem potencial para reverter devastação. Foto: Reprodução Amazônia 2030</figcaption></figure>
<blockquote><p>“A obtenção de um valor de US$ 20 por tonelada de CO² capturado na simulação aponta para o grande potencial do restauro florestal em países tropicais como parte relevante da carteira de soluções para a crise do clima”, pontua o artigo.</p></blockquote>
<h3>Milhões de hectares em regeneração</h3>
<p>Aliado a isso, estima-se que a interrupção do ciclo do desmatamento levaria o Brasil a deixar de emitir 32 gigatoneladas de carbono em 30 anos, o que totalizaria 48 gigatoneladas de carbono no período. E o Brasil tem um grande potencial para aproveitar já que conta atualmente com 10 milhões de hectares em regeneração na Amazônia e outros 7,2 milhões de hectares em processo avançado há mais de seis anos.</p>
<p>Para os cientistas, esse é um modelo sustentável e que oferece uma solução de fomento à restauração para outras regiões com grandes extensões florestais.</p>
<blockquote><p>“O restauro florestal em escala e os recursos associados podem catalisar uma transformação profunda na região, restaurando a integração das pessoas com a natureza, em um cenário de prosperidade socioeconômica”, conclui o estudo.</p></blockquote>
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		<title>Recuperação produtiva de áreas degradadas é uma das estratégias para combater crise climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2024 19:44:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Nacional da Conservação do Solo]]></category>
		<category><![CDATA[ILPF]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/07/Captura-de-Tela-2021-07-19-às-17.30.15-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Recurso essencial para a preservação dos ecossistemas, o solo é também um elemento importante para o desenvolvimento da agricultura e da pecuária, além de ser estratégico para combater a crise climática. Neste 15 de abril, quando se comemora o Dia Nacional da Conservação do Solo, o Pará Terra Boa destaca boas iniciativas que valorizam a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/07/Captura-de-Tela-2021-07-19-às-17.30.15-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Recurso essencial para a preservação dos ecossistemas, o solo é também um elemento importante para o desenvolvimento da agricultura e da pecuária, além de ser estratégico para combater a crise climática. Neste 15 de abril, quando se comemora o Dia Nacional da Conservação do Solo, o <strong>Pará Terra Boa</strong> destaca boas iniciativas que valorizam a recuperação de áreas degradadas.</p>
<p>No sudeste paraense, São Félix do Xingu figura como um dos municípios campeões do desmatamento na Amazônia. Apesar do histórico negativo, produtores rurais da região com o apoio de ações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) têm conseguido avançar na regeneração das propriedades e alcançado ganhos produtivos com melhores estratégias de trato da terra.</p>
<p>A adoção de cuidados como a correção com nutrientes, a adubação química e o pastejo rotacionado ajudou o pecuarista Osvaldo Wagner a recuperar a saúde do solo onde ele cria 200 cabeças de gado e cultiva cacau.</p>
<blockquote><p>“A Emater ajuda muito, sim. Primeiro pela troca de ideias, de conhecimento. Segundo pela atualização científica. Fora isso, é um incentivo pra gente manter e recompor áreas de floresta dentro da propriedade, a partir de frutíferas, entre outras espécies que são importantes pra natureza”, disse o produtor rural à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/53288/emater-trabalha-com-tecnologias-para-recuperar-areas-degradadas-em-propriedades" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<p>O trabalho no município está integrado ao programa Territórios Sustentáveis promovido pelo Governo do Pará e localmente já beneficia cerca de 300 agricultores familiares, que conseguiram recuperar 249 hectares de áreas degradadas com as soluções propostas.</p>
<blockquote><p>“São solos expostos, que sofrem de perda significativa de fertilidade, de acidez, de poluição. Quando intervimos, é com uma gama embasada de soluções: nós estudamos o solo, calculamos física e química, reprojetamos a lotação de pasto, controlamos as ervas-daninhas, reflorestamos com SAFs (sistemas agroflorestais) à base de cacau, açaí, banana. O produtor ganha o solo saudável de volta, com o acréscimo de geração complementar de renda e segurança alimentar, haja vista que pode vender polpa de frutas e consumir dentro de casa”, explica Mário Silva, chefe do escritório local da Emater em São Félix do Xingu.</p></blockquote>
<p>Os resultados dessa experiência devem ser potencializados em toda a região do Araguaia com a implantação do Laboratório de Solos da Emater, previsto para entrar em pleno funcionamento ainda neste semestre. A ideia é que o laboratório ofereça serviços de análise de solos para os produtores rurais, além de promover tecnologias como a gestão sustentável de pastagens, <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/sistemas-agroflorestais-geram-ganhos-positivos-para-comunidades-do-marajo/">SAFs</a> e substituição das queimadas por métodos alternativos.</p>
<h3><strong>Desafio brasileiro</strong></h3>
<p>No contexto nacional, o cenário da degradação das áreas florestais não é nada animador. Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o passivo ambiental brasileiro é de aproximadamente 25 milhões de hectares. Além disso, o País se comprometeu no Acordo de Paris a recuperar 12 milhões de hectares de floresta até 2030, porém somente 79 mil hectares de áreas degradadas foram recuperados, de acordo com o Observatório da Restauração e do Reflorestamento.</p>
<p>Em entrevista à <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/Brasil-precisa-recuperar-25-milh%C3%B5es-de-hectares-de-vegeta%C3%A7%C3%A3o-nativa" target="_blank" rel="noopener">Agência Brasil</a>, a diretora do Departamento de Florestas do MMA, Fabiola Zerbini, explicou que o governo está realizando um processo de revisão das metas e políticas públicas para o setor visando garantir tanto o cumprimento dos acordos internacionais quanto assegurar que as propriedades rurais estejam em acordo com o que prevê a legislação ambiental.</p>
<p>Esse levantamento envolve estudos sobre os custos de restauração e as estratégias mais adequadas em cada tipo de território, sejam áreas públicas ou privadas, assim como as peculiaridades de cada bioma.</p>
<p>Com base nessas informações, o objetivo do MMA é alcançar a meta de recuperar 12 milhões de hectares incentivando três propostas: a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/conheca-as-vantagens-da-recuperacao-de-areas-degradadas-com-regeneracao-natural/">regeneração natural,</a> o plantio total em unidades de conservação e a implantação de SAFs e do sistema de <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/sistema-ilpf-garante-producao-rural-sustentavel-e-com-mais-rentabilidade/">integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF)</a>.</p>
<blockquote><p>“A gente entende que desses 25 [milhões], aproximadamente nove (milhões0 podem ser compensados, ou seja, o produtor decide que vai proteger uma área que está conservada, e a gente vai recuperar algo em torno de 14 milhões, que é a meta atualizada, mas lembrando que a oficial é pelo menos 12 milhões de hectares”, esclareceu Fabiola Zerbini.</p></blockquote>
<p>Aliado a isso, o governo tem buscado criar mecanismos para fomentar a regularização ambiental, assim como trabalhar em articulação com governos estaduais, municipais e produtores rurais. Todos esses pontos devem ser valorizados na Política Nacional de Recuperação de Vegetação Nativa, prevista para ser atualizada em junho deste ano.</p>
<blockquote><p>“Temos articulado com parceiros, em especial o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), linhas de financiamento e linhas de crédito como o Restaura Amazônia, que é dinheiro do Fundo Amazônia, que vai direcionar R$ 450 milhões para projetos de recuperação de vegetação nativa na Amazônia. Pará além disso, a gente também combinou com o Fundo Clima mais R$ 550 milhões”, pontuou a diretora.</p></blockquote>
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		<title>Agricultores do sudeste do Pará apostam em estratégias de restauração florestal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 13:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Itupiranga]]></category>
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		<category><![CDATA[restauração florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/Restauracao-Floresta-Credito-Enilson-Solano-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os municípios do sudeste paraense têm um longo histórico de ocupação por projetos de assentamento. Na região, é comum promover a derrubada e queima da floresta para abertura de áreas produtivas, um processo que contribui para o desmatamento, a perda da biodiversidade e o aumento do passivo ambiental. Para contornar esses problemas, os agricultores têm [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/Restauracao-Floresta-Credito-Enilson-Solano-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os municípios do sudeste paraense têm um longo histórico de ocupação por projetos de assentamento. Na região, é comum promover a derrubada e queima da floresta para abertura de áreas produtivas, um processo que contribui para o desmatamento, a perda da biodiversidade e o aumento do passivo ambiental. Para contornar esses problemas, os agricultores têm atuado em parceria com pesquisadores da Embrapa para experimentar diferentes abordagens de restauração florestal.</p>
<p>Algumas das tecnologias incentivadas são os Sistemas Agroflorestais (SAFs), o reflorestamento com <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/sistema-ilpf-garante-producao-rural-sustentavel-e-com-mais-rentabilidade/">sistemas integrados de produção, como o ILPF</a>, e a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/conheca-as-vantagens-da-recuperacao-de-areas-degradadas-com-regeneracao-natural/">regeneração natural</a>. A região é um dos pontos de implantação das ações do <a href="https://www.embrapa.br/busca-geral?p_p_id=buscageral_WAR_pcebusca6_1portlet&amp;p_p_lifecycle=1&amp;p_p_state=normal&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_col_id=column-1&amp;p_p_col_count=1&amp;_buscageral_WAR_pcebusca6_1portlet_javax.portlet.action=buscar&amp;_buscageral_WAR_pcebusca6_1portlet_delta=10" target="_blank" rel="noopener">Inovaflora</a>, um dos 19 projetos que fazem parte do Projeto Integrado da Amazônia (PIAmz), parceria entre a Embrapa e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com ações financiadas pelo Fundo Amazônia.</p>
<p>Oito agricultores do assentamento Mamuí, no município de Itupiranga, estão entre os beneficiados pela ação, que aposta no plantio de sementes pré-germinadas e mudas de espécies já existentes no local para recuperar áreas de proteção permanente ou de reserva legal nas propriedades.</p>
<blockquote><p>“Levamos tecnologias e construímos alternativas com os agricultores para que eles possam se adequar à legislação e produzir mais em suas áreas”, afirma a pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental e coordenadora do Inovaflora, Michelliny Bentes.</p></blockquote>
<p>Além disso, o plantio de espécies nativas frutíferas ou de interesse florestal também é adotado na proposta. A ideia é reintroduzir nos espaços degradados árvores que já eram escassas na região, como jatobá, mogno-brasileiro, maranhoto, pau-preto, sumaúma, angelim-branco, oiti, bacaba e bacuri.</p>
<p>Os agricultores participantes do projeto utilizam essas espécies para recuperar áreas como as margens de cursos d’água, bstante vsiadas para derubada e ocupadas por pequenos agricultores para ter acesso mais fácil a água e evitar animais peçonhentos. O problema é que, segundo a legislação, essas são áreas de proteção permanente e devem ser preservadas.</p>
<blockquote><p>“As nossas áreas de preservação permanente devem estar cobertas com vegetação nativa e produtiva também. Se descobrirmos tudo, isso compromete a qualidade da nossa água”, comenta o agricultor Antônio Maurício, que já implantou a estratégia de recuperação em 3.500 metros de sua propriedade.</p></blockquote>
<figure id="attachment_26163" aria-describedby="caption-attachment-26163" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-26163 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/Restauracao-Florestal-Antonio-Mauricio-Credito-Enilson-Solano.jpg" alt="" width="600" height="800" /><figcaption id="caption-attachment-26163" class="wp-caption-text">O agricultor Antônio Maurício é um dos benefíciados pelo projeto Inovaflora. Foto: Enilson Solano / Embrapa</figcaption></figure>
<p>Aliado a isso, o Inovaflora incentiva a produção por meio de sistema agroflorestal para recuperar, que garante a segurança alimentar e também a geração de renda com a venda de frutos de interesse econômico, a exemplo do açaí, banana e cacau.</p>
<blockquote><p> “Com isso o projeto conseguiu conciliar dois objetivos: reintroduzir uma espécie nativa no seu habitat natural e promover a atração da fauna e o aumento da polinização, que se destaca com um dos mais nobres serviços ecossistêmicos para a restauração ecológica”, ressalta a pesquisadora Michelliny Bentes.</p></blockquote>
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		<title>Conheça as vantagens da recuperação de áreas degradadas com regeneração natural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 15:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[regeneração natural]]></category>
		<category><![CDATA[restauração ecológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/restauracao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A expansão de atividades produtivas na Amazônia levou à redução das áreas de floresta nativa na região. O passivo ambiental de áreas ocupadas pela agricultura e pecuária preocupa, mas a ciência tem demonstrado que a própria floresta oferece soluções para esse problema, como é o caso da regeneração natural. A doutora em Ecologia e pesquisadora [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/restauracao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A expansão de atividades produtivas na Amazônia levou à redução das áreas de floresta nativa na região. <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pesquisadores-defendem-regeneracao-natural-para-recuperacao-de-areas-degradadas/">O passivo ambiental de áreas ocupadas pela agricultura e pecuária preocupa</a>, mas a ciência tem demonstrado que a própria floresta oferece soluções para esse problema, como é o caso da regeneração natural.</p>
<p>A doutora em Ecologia e pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental Joice Ferreira explica que há diferentes estratégias contempladas no conceito de restauração, que visa a retomada das condições de qualidade ambiental de uma determinada área. Uma delas é a restauração ecológica em que se utiliza técnicas para recuperar as características de um sistema de modo a torná-lo mais próximo do original. Nessa abordagem pode ser realizada a semeadura ou plantio de mudas, por exemplo.</p>
<p>Por sua vez, na regeneração propõe permitir que a recuperação ocorra livremente na área degradada, o que representa um custo menor em relação a outros procedimentos e menos necessidade de mão-de-obra. Apesar disso, é permitido fazer intervenções, como limpeza de plantas competidoras e adubação.</p>
<blockquote><p>“Não precisa fazer nada, é só parar de usar a sua área como agrícola. Os agricultores da Amazônia já fazem tradicionalmente em uma prática chamada de pousio, que é quando se deixa o local em repouso para acumular nutrientes e folhas, que vão enriquecendo o solo que pode ser utilizado depois de alguns anos”, comenta a pesquisadora.</p></blockquote>
<p>A perspectiva da regeneração tem sido valorizada nas pesquisas de diferentes pesquisadores ao longo das últimas décadas. Um dos dados revelados pelo conhecimento acumulado é que a floresta é capaz de recuperar a biomassa e a absorção de carbono, principalmente em áreas que não passaram por usos intensivos ao longo da história.</p>
<blockquote><p>“O processo depende da região. No nordeste paraense, onde teve a primeira colonização praticamente não tem floresta primária, então a recuperação é mais devagar e pode precisar de alguma ajuda. Já em outras regiões não precisa de intervenção nenhuma porque quanto mais floresta primária tem por perto, mais tem animais dispersores e sementes. Dessa forma, a floresta tende a se recuperar mais rápido”, explica Joice Ferreira, destacando o potencial do oeste do Pará como área propícia para a regeneração natural.</p></blockquote>
<h3>Floresta secundária em 10 anos</h3>
<p>Os dados de pesquisa revelam também que, em geral, é possível ter uma floresta secundária bem desenvolvida em cerca de 10 anos, porém vale ressaltar que os serviços ecossistêmicos se tornam mais relevantes em florestas mais maduras.</p>
<p>Para Joice Ferreira, é preciso entender também que há fatores que podem limitar a recuperação e crescimento da vegetação, como o clima mais seco e a retomada da exploração das áreas em alguns casos. Ainda assim, ela considera que a sua adoção deve ser incentivada nas políticas públicas.</p>
<blockquote><p>“O tipo de estratégia de recuperação vai depender do produtor. Os princípios da restauração são os mesmos, independente de ser uma área de pecuária, de roça ou uma mata ciliar. O uso que se faz do terreno pode influenciar na rapidez de retorno da floresta, mas o importante é ressaltar que ela representa um custo-benefício muito melhor para o produtor do ponto de vista econômico e ambiental”, afirma a pesquisadora.</p></blockquote>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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		<title>Regeneração natural é solução ideal para recuperar áreas degradadas, defendem pesquisadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 14:32:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[regeneração natural]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva Legal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/florestas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Código Florestal Brasileiro estabelece que as propriedades rurais localizadas na Amazônia deveriam manter 80% de sua cobertura vegetal nativa, mas o que se observa é um grande déficit de reserva legal, que ultrapassa 18 milhões de hectares, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A perda de cobertura florestal preocupa e, por [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/florestas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Código Florestal Brasileiro estabelece que as propriedades rurais localizadas na Amazônia deveriam manter 80% de sua cobertura vegetal nativa, mas o que se observa é um grande déficit de reserva legal, que ultrapassa 18 milhões de hectares, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A perda de cobertura florestal preocupa e, por isso, estratégias de recuperação como a regeneração natural tem sido mais pesquisadas.</p>
<p>A regeneração é uma solução baseada na própria floresta, em que se permite que uma área devastada se recupere sozinha. Estudos científicos demonstram que essas florestas secundárias quando atingem mais de 20 anos conseguem alcançar estoques consideráveis de carbono e conservar a biodiversidade.</p>
<p>O avanço das pesquisas nesse tema e a realidade do potencial dessa abordagem foram abordados durante o simpósio “A regeneração natural da floresta amazônica no contexto da regularização ambiental e da restauração florestal”, realizado pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) na segunda-feira, 25.</p>
<blockquote><p>“Consideramos que o aproveitamento da regeneração natural em áreas que foram desmatadas e abandonadas ou degradadas pelo fogo é importante para além de cuidar de processos naturais de sucessão, pois pode agregar valores econômicos pelo menor custo de sua implantação”, explica a pesquisadora do MPEG, Ima Vieira.</p></blockquote>
<p>Um dos aspectos discutidos foi a vantagem de promover a regeneração natural em áreas com menos tempo de uso e próximas de outras florestas remanescentes. A interação entre os dois ambientes favorece o fornecimento de sementes que contribui para a recomposição da paisagem, por exemplo.</p>
<blockquote><p>“As áreas que tem menos floresta na paisagem, ou seja, que são ocupadas há muito tempo, vão ter um potencial menor de regeneração. Mas, mesmo nessas, a floresta consegue começar a regenerar. O que se precisa fazer é encontrar métodos para aumentar a sua diversidade”, acrescenta a professora da Universidade Federal de Santa Catarina e vice-coordenadora do projeto SinBiose, Catarina Jakovac.</p></blockquote>
<figure id="attachment_24528" aria-describedby="caption-attachment-24528" style="width: 584px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-24528 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-1024x683.jpg" alt="" width="584" height="389" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/simposio-regeneracao-Museu-Goeldi-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 584px) 100vw, 584px" /><figcaption id="caption-attachment-24528" class="wp-caption-text">Museu Goeldi apresentou pesquisas sobre o impacto positivo da regeneração natural. Foto: Janine Valente / MPEG</figcaption></figure>
<p>A regeneração favorece ainda a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e, por isso, deve ser melhor compreendida pelo poder público para que projetos desse tipo sejam incentivados no campo. Para Ima Vieira, o grande objetivo de discussões como essa é a capacidade de influenciar a elaboração de políticas públicas.</p>
<p>O secretário adjunto de gestão e regularidade ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Rodolpho Zaluth, também defendeu a contribuição que a ciência pode dar para as ações do governo e chamou a atenção dos pesquisadores para os desafios enfrentados no atendimento às comunidades rurais.</p>
<p>Zaluth apresentou dados do programa Regulariza Pará que mostram que dos 156 mil cadastros ambientais rurais (CAR’s) analisados no estado cerca de 126 mil possuem pendências. A área somada do passivo ambiental desses imóveis na conservação das áreas nativas é de cerca de 4,6 milhões hectares.</p>
<blockquote><p>Para ele, as consequências disso serão problemas como a restrição de acesso ao crédito e um incentivo maior às cadeias de commodities ao invés da alimentação e do abastecimento para o mercado interno. “É importante que a estratégia de restauração esteja voltada para o pequeno produtor, que é a maioria dos CAR”, frisou.</p></blockquote>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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