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	<title>REDD+ Pará &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>MPF aponta irregularidades e pede anulação de contratos de carbono no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 17:25:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/16789_f7cb72de-4e97-07cf-f307-5e5ca9e1cd56-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público Federal (MPF) recomendou a suspensão imediata da certificação e da venda de créditos de carbono do Pará até o julgamento de uma ação civil pública que aponta irregularidades no modelo adotado pelo estado. No centro da disputa está a interpretação oficial de quando e como os créditos de carbono podem ser comercializados. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/16789_f7cb72de-4e97-07cf-f307-5e5ca9e1cd56-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p class="MsoNormal">O Ministério Público Federal (MPF) recomendou a suspensão imediata da certificação e da venda de créditos de carbono do Pará até o julgamento de uma ação civil pública que aponta irregularidades no modelo adotado pelo estado. <span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">No centro da disputa está a interpretação oficial de quando e como os créditos de carbono podem ser comercializados.</span></p>
<p class="MsoNormal">Segundo o MPF, a autorização para comercialização desses créditos só deve ocorrer após a conclusão do processo judicial. A ação questiona o modelo jurisdicional de REDD+ implementado no Pará, que permite a emissão de créditos a partir da redução do desmatamento em nível estadual, além de contratos firmados para venda futura dessas reduções.</p>
<p>Em junho de 2025, o<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mpf-pede-a-justica-federal-a-anulacao-do-contrato-bilionario-de-creditos-de-carbono-do-governo-do-para/" target="_blank" rel="noopener"> MPF entrou com uma ação na Justiça Federal para suspender e anular um contrato </a>milionário de venda de créditos de carbono entre o governo do Pará e um grupo de governos e empresas estrangeiras, alegando ilegalidades. Entretanto, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/justica-federal-nega-pedido-de-suspensao-de-contrato-de-carbono-do-governo-do-para/" target="_blank" rel="noopener">a Justiça Federal negou o pedido</a>.</p>
<h3>Indícios de irregularidades</h3>
<p class="MsoNormal">Embora o modelo de REDD+ seja considerado estratégico para atrair recursos internacionais e financiar políticas públicas, o MPF aponta possíveis violações à Lei Federal 15.042/2024, que proíbe a venda antecipada de créditos. O órgão também cita descumprimento da Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), especialmente em relação à consulta a comunidades tradicionais.</p>
<p class="MsoNormal">A recomendação ocorre durante o período de consulta pública aberto por uma certificadora internacional que avalia a adesão do Pará ao padrão TREES (The REDD+ Environmental Excellence Standard). A certificação permitiria ao estado validar e comercializar créditos de carbono no mercado global.</p>
<p class="MsoNormal">De acordo com a procuradoria, a definição prévia de preços e volumes de emissões reduzidas, antes da verificação e certificação, pode configurar prática ilegal. A ação pede a anulação dos contratos firmados e a suspensão da elegibilidade do Pará no mercado de carbono.</p>
<p class="MsoNormal">Entre as falhas técnicas apontadas está a falta de integração entre projetos públicos e privados. O MPF alerta que a coexistência de iniciativas em territórios tradicionais, sem regulamentação clara, pode gerar “dupla contagem” de emissões reduzidas e violar direitos de comunidades locais.</p>
<h3 class="MsoNormal">Ambiente de incertezas</h3>
<p class="MsoNormal">Especialistas avaliam que a insegurança jurídica pode afetar diretamente o financiamento de políticas ambientais. Em entrevista ao Um Só Planeta, a executiva de sustentabilidade Ana Luci Grizzi, especialista em governança climática e capital natural, afirma que programas jurisdicionais dependem de fluxo contínuo de recursos para ações como fiscalização ambiental, combate a incêndios e apoio a comunidades.</p>
<p class="MsoNormal">Segundo ela, a falta de alinhamento entre governos, órgãos de controle, reguladores e compradores internacionais aumenta a percepção de risco e pode afastar investidores.</p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal">“Quando federação, estados, Ministério Público, reguladores e compradores não falam a mesma linguagem, surgem incertezas que desestimulam aportes”, afirma.</p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal">Grizzi alerta ainda para o risco de recursos serem direcionados a países com maior previsibilidade regulatória. Para ela, uma eventual paralisação do programa pode comprometer a proteção ambiental.</p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal">“A suspensão da certificação tende a desestruturar a cadeia de valor climática. Sem previsibilidade de receitas, investimentos em controle do desmatamento, prevenção de incêndios e inclusão socioambiental ficam ameaçados”, diz.</p>
</blockquote>
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