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	<title>recorde &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>recorde &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Com produtividade recorde, cacau do Pará supera médias nacional e internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 14:51:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O novo relatório de “Previsão de Safra de Cacau no Estado do Pará”, divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) em parceria com a Ceplac, reafirma a soberania paraense na cacauicultura nacional. Com uma produção de 141.452 toneladas, o Estado não apenas lidera o ranking brasileiro, mas se posiciona como um mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O novo relatório de “Previsão de Safra de Cacau no Estado do Pará”, divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) em parceria com a Ceplac, reafirma a soberania paraense na cacauicultura nacional. Com uma produção de 141.452 toneladas, o Estado não apenas lidera o ranking brasileiro, mas se posiciona como um mais produtivos do mundo.</p>
<p>A produtividade média paraense é de quase 900 kg por hectare, um número que supera e muito a média nacional (483 kg/ha) e a do continente africano (500 kg/ha), maior produtor global. Em cidades como Placas, Brasil Novo e Uruará, localizadas na Região de Integração do Xingu (Transamazônica), esse índice rompeu a barreira dos mil kg por hectare. E o melhor, a produção é, em sua maioria, é m sistemas agroflorestais.</p>
<p>A alta performance é atribuída à eficiência no uso de recursos e ao rigor técnico. O estudo aponta que o foco do produtor em tratos culturais, podas no tempo certo, controle de pragas e aproveitamento máximo da colheita são os pilares desses resultados excepcionais.</p>
<p>Exemplo disso é o produtor Gilmar Souza, de Uruará, recentemente premiado com a Medalha de Ouro no Cacao of Excellence 2025, um dos principais prêmios mundiais de qualidade de amêndoas de cacau, realizado em Amsterdã, na Holanda. Pioneiro no uso de cacau enxertado, ele destaca que o sucesso vem de uma vida dedicada à lavoura.</p>
<blockquote><p>“É uma cultura apaixonante, que envolve muito trabalho e amor, dedicação; hoje temos uma amêndoa premiada como a melhor do mundo. Mas, para chegar aqui houve muito trabalho e dedicação&#8221;, relata Souza.</p></blockquote>
<p>O secretário da Sedap, Giovanni Queiroz, lembrou que o protagonismo pertence aos produtores paraenses, em especial os agricultores familiares, que trabalham o cacau paraense com sustentabilidade, em consonância com a preservação do meio ambiente</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje nós temos muito o que comemorar. O Pará é o maior produtor de cacau do Brasil e um dos melhores do mundo. A nossa amêndoa tem sido premiada frequentemente. Mas, é o nosso pequeno produtor, que trabalha com a cultura do cacau, quem merece nossos aplausos. Ele ajuda a alavancar a economia do nosso Estado&#8221;, ressaltou.</p></blockquote>
<h3>Radiografia da produção</h3>
<p>Financiado pelo Funcacau, o projeto de previsão de safra monitora 86,5% da produção estadual. O levantamento detalha os principais polos e gargalos do setor:</p>
<ul>
<li><strong>Área Total:</strong> São 234.752 hectares plantados, sendo 173.191 já em produção.</li>
<li><strong>Ranking de Municípios</strong>:  <span style="font-size: 14px;">Medicilândia lidera isolada (37.564 toneladas), seguida por Uruará (21.426), Placas (17.052), Brasil Novo (10.818) e Novo Repartimento (8.855). Também figuram no top 10 as cidades de Tucumã (6.172) e Tomé-Açu (4.166).</span></li>
<li><strong>Divisão por Regiões</strong>: A Transamazônica detém 86,3% da produção. Na sequência aparecem o sudeste paraense (7,2%), nordeste paraense (3,8%), Ilhas (1,9%) e oeste paraense (0,8%).</li>
</ul>
<h3>Metodologia</h3>
<p>O engenheiro agrônomo da Ceplac, Fernando Mendes, explica que o relatório é fruto de uma metodologia rigorosa, que além da contagem de frutos em campo três vezes ao ano (março, julho e outubro) envolveu a análise estatísticas e emissão do relatório nos 11 municípios do Estado visitados e que representam 86% da produção do Estado</p>
<blockquote><p>&#8220;Foram aferidas 55 propriedades que nos dão 275 pontos amostrais&#8221;, detalha.</p></blockquote>
<p>Dos cerca de 13.500 frutos contados, as estatísticas focam naqueles com 100% de viabilidade.</p>
<p>O estudo serve como diagnóstico a para a tomada de decisões e planejamento pelos órgãos do Governo do Estado que atuam no segmento cacaueiro.</p>
<blockquote><p>“Nós temos os nossos números e são dados concretos e abalizados por uma instituição competente que faz esse trabalho em parceria com a Sedap, que é a Ceplac. Todas essas informações são importantes para a tomada de decisões dentro da cadeia produtiva do cacau, não só pelo governo como também à iniciativa privada que recebe esse relatório e pode se pautar por ele”, ressalta.</p></blockquote>
<h3>Resumo dos Resultados (Safra 2025)</h3>
<ul>
<li>Produção total: 141.452 toneladas</li>
<li>Área em produção: ~173.191 hectares</li>
<li>Produtividade média: 814 kg/ha (estatística geral) a 900 kg/ha (áreas monitoradas).</li>
<li>Principais Pragas monitoradas: Microácaro e Podridão Parda.</li>
</ul>
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		<title>Calor recorde em maio acelera derretimento de geleiras: saiba como isso afeta os oceanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 19:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[Copernicus]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança climática]]></category>
		<category><![CDATA[oceanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/mar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O mundo teve o segundo maio mais quente de sua história em 2025. Segundo dados do Observatório Europeu, as temperaturas estiveram 1,4°C mais altas do que no período pré-industrial de 1850-1900, quando os humanos começaram a queimar combustíveis fósseis. O índice só é menor do que o registrado em maio de 2024, o ano mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/mar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O mundo teve o segundo maio mais quente de sua história em 2025. Segundo dados do Observatório Europeu, as temperaturas estiveram 1,4°C mais altas do que no período pré-industrial de 1850-1900, quando os humanos começaram a queimar combustíveis fósseis. O índice só é menor do que o registrado em maio de 2024, o ano mais quente da história.</p>
<p>Com o calor, o derretimento da Groenlândia, em maio, foi 17 vezes mais rápido que a média, segundo os especialistas. E isso é uma péssima notícia por vários motivos.</p>
<p>As geleiras, grandes massas de gelo que se acumulam em terra firme – seja em montanhas ou nas calotas polares da Groenlândia e da Antártica – são verdadeiros reservatórios de água doce do planeta. Por milênios, elas atuaram como termômetros naturais da Terra. No entanto, com o avanço das mudanças climáticas, essas gigantes de gelo estão encolhendo em um ritmo alarmante, e seu derretimento tem consequências profundas e diretas para os oceanos e para a vida em nosso planeta.</p>
<p>A mais evidente é o aumento do nível do mar. Ao contrário do gelo marinho (que já está flutuando na água e, ao derreter, não altera significativamente o volume do oceano, similar a um cubo de gelo num copo d&#8217;água), o derretimento das geleiras e das calotas polares adiciona água que antes estava retida em terra diretamente aos oceanos.</p>
<p>Juntamente com a expansão térmica da água (quando a água esquenta, ela se expande), o derretimento do gelo terrestre é a principal causa do aumento do nível do mar que observamos hoje.</p>
<p>O aumento do nível do mar pode levar a inundações de cidades costeiras, erosão de praias, dunas e falésias, e a invasão de água do mar em reservatórios subterrâneos e áreas agrícolas próximas à costa. Isso contamina fontes de água doce para consumo humano e inviabiliza o cultivo em terras que antes eram férteis, afetando a segurança hídrica e alimentar.</p>
<h3>Água doce invade o mar</h3>
<p>As geleiras e calotas polares liberam água doce no oceano. Essa água, sendo menos densa que a água salgada, impactam as correntes oceânicas. As correntes são como &#8220;esteiras transportadoras&#8221; que distribuem calor, nutrientes e oxigênio por todo o globo.</p>
<p>Uma grande entrada de água doce pode diminuir o sal da água em regiões críticas, tornando-a menos densa e dificultando seu afundamento (processo essencial para a formação de correntes profundas). Uma interrupção ou desaceleração dessas correntes pode ter consequências globais, alterando o clima de alguma regiões e a distribuição e adaptação de animais e plantas marinhas.</p>
<p>Outro efeito devastador é que o derretimento do gelo contribui para um ciclo vicioso. Geleiras e calotas de gelo são brancas e refletem grande parte da luz solar de volta para o espaço. Quando elas derretem, a área que antes era branca é substituída por oceanos escuros ou terra, que absorvem muito mais calor. Essa absorção adicional acelera o aquecimento das águas e, por sua vez, intensifica o derretimento do gelo restante, criando um ciclo vicioso de aquecimento e perda de gelo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mundo baterá recorde de calor nos próximos cinco anos, prevê ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 18:04:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O planeta deve enfrentar um período de calor nunca visto antes nos próximos anos. Segundo o relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), ligada à ONU,, há 86% de chance de que ao menos um dos próximos cinco anos (2025 a 2029) seja o mais quente já registrado, superando as temperaturas recordes de 2024. O estudo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O planeta deve enfrentar um período de calor nunca visto antes nos próximos anos. Segundo o relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), ligada à ONU,, há 86% de chance de que ao menos um dos próximos cinco anos (2025 a 2029) seja o mais quente já registrado, superando as temperaturas recordes de 2024.</p>
<p>O estudo aponta ainda que há 80% de probabilidade de as temperaturas globais baterem pelo menos um recorde anual de calor neste período, aumentando significativamente os riscos climáticos para sociedades e economias em todo o mundo. A previsão é alarmante: a temperatura média global em cada ano até o fim de 2029 deve ficar entre 1,2°C e 1,9°C acima da média registrada entre 1850 e 1900, período considerado pré-industrial.</p>
<p>Um dos dados mais preocupantes do relatório é que existe 70% de probabilidade de que o aquecimento médio dos cinco anos entre 2025 e 2029 seja superior a 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais. Este é justamente o limite estabelecido pelo Acordo de Paris como meta para evitar os piores impactos das mudanças climáticas. Ultrapassar essa marca, mesmo que temporariamente, sinaliza a urgência de ações mais ambiciosas para redução de emissões de gases de efeito estufa.</p>
<h3>A Importância de se adaptar</h3>
<p>Os especialistas destacam que o aumento das temperaturas globais intensifica eventos climáticos extremos como ondas de calor, secas prolongadas, tempestades mais intensas e elevação do nível do mar. Estes fenômenos têm impactos diretos na segurança alimentar, disponibilidade de água, saúde pública e infraestrutura, afetando de forma desproporcional as populações mais vulneráveis.</p>
<p>O relatório comprova a necessidade urgente de adaptação da agropecuária, com práticas que ajudem a atividade a enfrentar as mudanças do clima. No caso da pecuária, por exemplo, o plantio de árvores no pasto pode retardar a secura da pastagem que, na sombra, sofre menos com os efeitos da seca e do calor. Na agricultura, a boa gestão da água será muito importante. Recuperar a vegetação natural em áreas de nascentes, topos de morro e ao redor de cursos d&#8217;água reduz perdas. Plantio em curva e outras técnicas que reduzem a erosão serão igualmente estratégicas.</p>
<p>A agência enfatiza que, apesar do cenário desafiador, ainda há tempo para evitar os piores cenários climáticos, desde que governos, empresas e sociedade civil intensifiquem seus esforços para uma transição rápida para uma economia de baixo carbono.</p>
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		<title>Janeiro de 2025 é o mais quente já registrado na história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 15:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/quente1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O mês de janeiro de 2025 foi o mais quente já registrado em todo o planeta, com uma temperatura média de 13,23°C, conforme dados divulgados pelo observatório europeu Copernicus. Nem o fenômeno La Niña, que normalmente causa um resfriamento das temperaturas, foi suficiente para impedir essa marca histórica. Com registros de temperatura 1,75°C acima do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/quente1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-sourcepos="3:1-3:380">O mês de janeiro de 2025 foi o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-tem-o-maior-numero-de-cidades-que-enfrentaram-calor-extremo-no-pais-em-2024/" target="_blank" rel="noopener">mais quente</a> já registrado em todo o planeta, com uma temperatura média de 13,23°C, conforme dados divulgados pelo observatório europeu Copernicus. Nem o fenômeno La Niña, que normalmente causa um resfriamento das temperaturas, foi suficiente para impedir essa marca histórica.</p>
<p data-sourcepos="7:1-7:260">Com registros de temperatura 1,75°C acima do período pré-industrial (1850-1900), janeiro de 2025 marca o 18º mês consecutivo de recorde de calor.</p>
<p data-sourcepos="7:1-7:260">Vale lembrar que o ano de 2024 já havia sido considerado o ano mais quente da história, ultrapassando todos os recordes anteriores.</p>
<p data-sourcepos="8:1-8:66"><strong>O que significa &#8220;temperatura acima do período pré-industrial&#8221;?</strong></p>
<p data-sourcepos="10:1-10:397">A expressão &#8220;temperatura global acima do período pré-industrial&#8221; é uma forma de comparar a temperatura média atual da Terra com um período de referência (1850-1900), em que a influência humana no clima era mínima.</p>
<p data-sourcepos="10:1-10:397">Se hoje a temperatura é maior é por causa do acúmulo de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera, resultante de atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e a agricultura intensiva.</p>
<p data-sourcepos="12:1-12:30"><strong>Por que isso é importante?</strong></p>
<p data-sourcepos="14:1-14:81">O aumento da temperatura global tem diversos impactos negativos no planeta, como ondas de calor, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mais-de-130-cidades-passaram-9-meses-em-situacao-de-seca-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">secas,</a> <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/depois-da-seca-cidades-do-oeste-do-para-agora-sofrem-com-chuvas-intensas/" target="_blank" rel="noopener">inundações e tempestades</a> se tornam mais frequentes e intensas. Ele também provoca a absorção de dióxido de carbono (CO2) pelos oceanos, prejudicando a vida marinha, além de do risco de muitas espécies de plantas e animais serem extintas por não conseguirem se adaptar às mudanças do clima.</p>
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		<title>Com recorde de queimadas em 24 horas, Amazônia bate &#8216;dia do fogo&#8217; de 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 15:31:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/FOGO_am-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Entre 21h de terça, 27, e 20h59 de quarta-feira, 28, a Amazônia viveu suas 24h com maior número de queimadas no ano. Segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), foram 2.433 focos de calor, ou seja, mais de 100 por hora. O número,  é superior ao registrado no chamado &#8220;dia do fogo&#8221;, em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/FOGO_am-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p class="bullet mt-0" data-v-232111b4="data-v-232111b4">Entre 21h de terça, 27, e 20h59 de quarta-feira, 28, a Amazônia viveu suas 24h com maior número de queimadas no ano. Segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), foram 2.433 focos de calor, ou seja, mais de 100 por hora.</p>
<p class="bullet" data-v-232111b4="data-v-232111b4">O número,  é superior ao registrado no chamado &#8220;dia do fogo&#8221;, em 11 de agosto de 2019, quando foram anotados 2.366 focos, aponta o<a href="https://noticias.uol.com.br/colunas/carlos-madeiro/2024/08/29/queimadas-amazonia-recorde-24h.htm?cmpid=copiaecola" target="_blank" rel="noopener"> UOL</a>.</p>
<p data-v-232111b4="data-v-232111b4">Naquela data, uma série de incêndios florestais foram praticados por fazendeiros no município de Novo Progresso (PA) —que começaram, na verdade, no dia anterior. Cinco anos depois, n<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cinco-anos-do-dia-do-fogo-alem-de-seguirem-impunes-criminosos-receberam-dinheiro-do-credito-rural/" target="_blank" rel="noopener">inguém foi punido pelo caso e ainda os criminosos conseguiram crédito do Governo Federal.</a></p>
<p data-v-232111b4="data-v-232111b4">Nesse ritmo, antes mesmo de acabar, agosto com 31.130 foco de calor registrados deve superar os números de 2022, quando foram anotados 33.116 casos. No, Pará, a situação também é preocupante: de julho a agosto o número de queimadas <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/em-situacao-de-emergencia-para-ganha-7-mil-focos-de-queimadas-em-apenas-um-mes/" target="_blank" rel="noopener">saltou de 3.265 focos para 10.217.</a></p>
<p class="bullet" data-v-232111b4="data-v-232111b4">Desde janeiro, na Amazônia, foram 56,053 focos de calor registrados.</p>
<h3>Investigação</h3>
<p>A Polícia Federal informou ter aberto 32 inquéritos para apurar incêndios em biomas brasileiros, incluindo a Amazônia e o Pantanal. Os próximos passos incluem o envio de peritos especializados aos locais afetados e o uso de tecnologia avançada para identificar os pontos de origem dos incêndios.</p>
<blockquote><p>&#8220;A PF está empenhada em identificar não apenas os autores materiais, mas também os possíveis mandantes, buscando correlacionar esses crimes ambientais a outros delitos conexos, para que todos os envolvidos respondam por todos crimes praticados, garantindo assim a devida responsabilização&#8221;, diz a corporação.</p></blockquote>
<h3>Mais brigadistas</h3>
<p>No mesmo dia em que se registrou o recorde queimadas na Amazônia, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)  publicou no Diário Oficial portaria para contratação de 2.227 brigadistas para combaterem incêndios florestais em todo o Brasil. Até o momento, já foram enviados a campo 1.907 profissionais, incluindo chefes de brigada e chefes de esquadrão contratados por meio de portarias anteriores deste ano.</p>
<p>As brigadas federais temporárias atuarão em diversos municípios distribuídos em 19 estados e no Distrito Federal para prevenção e combate aos incêndios florestais prioritariamente em áreas federais, como Terras Indígenas, Unidades de Conservação federais e assentamentos.</p>
<p>Total de contratações por Unidade da Federação até o momento:</p>
<ul>
<li>Acre: 46</li>
<li>Amazonas: 102</li>
<li>Amapá: 57</li>
<li>Bahia: 102</li>
<li>Ceará: 40</li>
<li>Distrito Federal: 95</li>
<li>Goiás: 136</li>
<li>Maranhão: 206</li>
<li>Minas Gerais: 29</li>
<li>Mato Grosso do Sul: 145</li>
<li>Mato Grosso: 304</li>
<li>Pará: 153</li>
<li>Pernambuco: 84</li>
<li>Piauí: 69</li>
<li>Paraná: 16</li>
<li>Rio de Janeiro: 39</li>
<li>Rondônia: 116</li>
<li>Roraima: 192</li>
<li>São Paulo: 27</li>
<li>Tocantins: 269.</li>
</ul>
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		<title>Planeta ferve: Mês passado foi o segundo julho mais quente já registrado no planeta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 19:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[Copernicus]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[julho mais quente]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[recorde]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/calor39-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O planeta ferve. Essa frase, que soa cada vez mais como um alerta, ganhou força com os dados divulgados pelo Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S), da União Europeia. Julho de 2024 foi o segundo julho mais quente já registrado na história e o segundo mês mais quente globalmente. Segundo os pesquisadores, o último julho [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/calor39-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-sourcepos="3:1-3:49">O planeta ferve. Essa frase, que soa cada vez mais como um alerta, ganhou força com os dados divulgados pelo Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S), da União Europeia. Julho de 2024 foi o segundo julho mais quente já registrado na história e o segundo mês mais quente globalmente.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o último julho teve temperatura média da superfície terrestre de 16,91°C, ou seja 0,68°C acima da média registrada para o mesmo mêa entre 1991 e 2020 e apenas, 0,04% inferior a julho de 2023.</p>
<p><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">Embora a diferença em relação a julho de 2023 seja pequena (0,04°C,), a temperatura média contabilizada interrompeu uma sequência de 13 meses consecutivos em que cada mês registrava níveis</span><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);"> iguais ou superiores a 1,5°C. Mas não há o que comemorar, segundo os cientistas.</span></p>
<blockquote><p>“A sequência de meses recordes chegou ao fim, mas foi por pouco. Globalmente, julho de 2024 foi quase tão quente quanto julho de 2023, o mês mais quente já registrado”, disse a diretora adjunta do serviço de mudanças climáticas do Copernicus, Samantha Cidadão.</p></blockquote>
<p>Segundo os dados do observatório, o mês passado registrou também os dois dias mais quentes da história recente da Terra. No dia 22, a média global foi de 17,16°C, enquanto, no dia 23, foi de 17,15°C.</p>
<p data-sourcepos="5:1-5:10">Essa constatação coloca em evidência a intensificação da crise climática e os impactos cada vez mais severos que ela causa em todo o mundo. As temperaturas extremas registradas em diversos países, as ondas de calor prolongadas e os eventos climáticos extremos, como incêndios florestais e inundações, são sinais claros de que o planeta está passando por um período de aquecimento sem precedentes.</p>
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		<title>Mundo registra o dia mais quente já visto, segundo observatório europeu</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mundo-registra-o-dia-mais-quente-ja-visto-segundo-observatorio-europeu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 15:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Copernicus]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[quente]]></category>
		<category><![CDATA[recorde]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/calor9-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O planeta Terra teve um novo recorde histórico de calor. Segundo o serviço climático do observatório Copernicus, da União Europeia, o domingo, 21, foi o dia mais quente já registrado, quando a temperatura média global  atingiu 17,09ºC. O índice foi ligeiramente acima do recorde anterior de 17,08ºC registrado em 6 de julho de 2023. O [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/calor9-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O planeta Terra teve um novo recorde histórico de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/ar-quente-e-seco-e-falta-de-chuvas-dominam-clima-da-amazonia-afirma-metsul/" target="_blank" rel="noopener">calor</a>. Segundo o serviço climático do observatório <a href="https://climate.copernicus.eu/new-record-daily-global-average-temperature-reached-july-2024" target="_blank" rel="noopener">Copernicus</a>, da União Europeia, o domingo, 21, foi o dia mais quente já registrado, quando a temperatura média global  atingiu 17,09ºC. O índice foi ligeiramente acima do recorde anterior de 17,08ºC registrado em 6 de julho de 2023.</p>
<p>O novo recorde global de calor acontece em meio a mais um verão intenso no Hemisfério Norte, marcado por altas temperaturas em diversas partes da Europa e da América do Norte. Ele também reforça uma trajetória preocupante: desde o verão do ano passado, as temperaturas médias globais seguem em um patamar superior à média histórica, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mais-quente-da-historia-junho-foi-o-13o-mes-seguido-a-bater-recorde-de-temperatura/" target="_blank" rel="noopener">batendo sucessivos recordes de alta temperatura.</a></p>
<blockquote><p>“O que realmente impressiona é a diferença entre a temperatura dos últimos 13 meses e os recordes de temperatura anteriores”, afirmou o diretor do serviço climático do observatório Copernicus, Carlo Buontempo. “Estamos agora em um território verdadeiramente desconhecido e, à medida que o clima continua esquentando, estamos fadados a ver novos recordes sendo quebrados nos próximos meses e anos”.</p></blockquote>
<p>De acordo com o Copernicus, a análise dos anos com as maiores temperaturas máximas globais diárias mostra que <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/2023-e-o-ano-mais-quente-da-historia-confirma-relatorio-da-onu/" target="_blank" rel="noopener">tanto 2023 quanto 2024 registraram máximas anuais</a> substancialmente acima daquelas registradas nos anos anteriores. Outro dado preocupante é a sequência de anos com recordes históricos de calor: os dez anos com as maiores temperaturas médias diárias aconteceram na última década, de 2015 a 2024.</p>
<p>A temperatura média global já vinha em níveis quase recordes nos últimos dias, um pouco abaixo dos níveis de 2023. Segundo os meteorologistas europeus, o aumento recente está relacionado a temperaturas muito acima da média em grandes partes da Antártica, com baixa extensão da cobertura de gelo marinho naquela região. Essas anomalias também contribuíram para os recordes históricos de calor em julho do ano passado.</p>
<p>A expectativa é de que a temperatura média global diária aumente ainda mais nos próximos dias, tendo os dias 22 ou 23 de julho como potenciais picos, diminuindo posteriormente. A depender do desenvolvimento e da intensidade da La Niña no Pacífico, ainda é possível que 2024 feche como o ano mais quente da história, batendo o recorde de 2023</p>
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		<title>Mais quente da história, junho foi o 13º mês seguido a bater recorde de temperatura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 15:17:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[Copernicus]]></category>
		<category><![CDATA[junho]]></category>
		<category><![CDATA[mais quente]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[recorde]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Junho de 2024, de acordo com o Serviço de Mudança Climática Copernicus da Europa, se tornou o mês de junho mais quente da história, superando o recorde anterior de 2023. Essa marca preocupante é mais um ponto em uma série de recordes de calor: os últimos 13 meses consecutivos foram de calor histórico. As temperaturas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Junho de 2024, de acordo com o Serviço de Mudança Climática Copernicus da Europa, se tornou o mês de junho mais quente da história, superando o recorde anterior de 2023. Essa marca preocupante é mais um ponto em uma série de recordes de calor: os últimos 13 meses consecutivos foram de calor histórico.</p>
<p data-sourcepos="3:1-3:28">As temperaturas extremas, dizem os cientistas, são um sinal claro que vivemos uma crise climática.</p>
<blockquote>
<p data-sourcepos="3:1-3:28">&#8220;Isto é mais do que uma raridade estatística e evidencia uma mudança importante e contínua em nosso clima&#8221;, declarou o diretor do observatório, Carlo Buontempo, após um mês marcado por fortes ondas de calor  em várias partes do mundo.</p>
</blockquote>
<p>A temperatura média global do ar em junho ficou 0,67°C acima da média de junho entre 1991 e 2020, segundo o observatório. Esse valor supera o recorde anterior de junho de 2023, e também é 1,50°C acima da média de junho entre 1850 e 1900, o período de referência pré-industrial.</p>
<p>As temperaturas da superfície do mar também atingiram novos recordes em junho, marcando o 15º mês consecutivo com máximas.</p>
<p>Esse aumento pode indicar que 2024 superará 2023. O Ano passado foi classificado pelo Copernicus e por outras instituições de pesquisa<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/2023-e-o-ano-mais-quente-da-historia-confirma-relatorio-da-onu/" target="_blank" rel="noopener"> como o ano mais quente da história.</a> Além de representar um marco preocupante no cenário do aquecimento global e um alerta para as graves consequências que essa mudança climática pode trazer.&lt;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Com março, planeta acumula 10 meses consecutivos com temperaturas recordes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 19:11:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[10º mês consecutivo]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Paris]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[março]]></category>
		<category><![CDATA[recorde]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/calor_Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os efeitos do aquecimento global estão cada vez mais evidentes. A mais nova prova disso veio com o novo relatório do observatório europeu Copernicus (CSS) que mostra que março de 2024 foi o 10º mês consecutivo classificado como o mais quente da história. As informações são da Agência Brasil e do G1. Desde junho do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/calor_Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os efeitos do aquecimento global estão cada vez mais evidentes. A mais nova prova disso veio com o novo relatório do <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/observatorio-copernicus-tambem-confirma-2023-como-o-ano-mais-quente-da-historia/">observatório europeu Copernicus (CSS)</a> que mostra que março de 2024 foi o 10º mês consecutivo classificado como o mais quente da história. As informações são da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2024-04/marco-e-o-10o-mes-consecutivo-mais-quente-ja-registrado" target="_blank" rel="noopener">Agência Brasil</a> e do <a href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2024/04/08/marco-2024-recorde-calor.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1</a>.</p>
<p>Desde junho do ano passado, o mundo tem batido recordes de calor em todos os meses. As razões para isso são os impactos das altas emissões de gases do efeito estufa e o fenômeno El Niño, que aquece as águas do Oceano Pacífico e provoca alterações nos padrões climáticos.</p>
<p>Na prática, a combinação desses fatores levou o planeta a registrar temperaturas cerca de 1,58º C mais altas no comparativo com os níveis pré-industriais. Além disso, durante o mês de março, foi registrado pela primeira vez um dia com temperatura média global 2°C acima dessa mesma referência. Pelo Acordo de Paris, as nações devem atuar para conter o aumento da temperatura em até 1,5º C acima do nível da era pré-industrial.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ver registros como esse, mês após mês, nos mostra que realmente o nosso clima está mudando. Mudando rapidamente”, lamentou a vice-diretora do Copernicus, Samantha Burgess.</p></blockquote>
<p>Ainda que a medição de temperatura feita pelo CSS adote um sistema diferente do utilizado pelo Acordo de Paris, que calcula as médias ao longo de décadas ao invés de meses, os dados revelados reforçam a necessidade de medidas para combater as causas do aquecimento, sobretudo às relacionadas à ação do homem, como a emissão de carbono e metano.</p>
<blockquote><p>“A trajetória não está na direção certa”, pontuou Samantha Burgess.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Está com calor? Veja 12 dicas para se proteger das altas temperaturas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/esta-com-calor-veja-12-dicas-para-se-proteger-das-altas-temperaturas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 11:55:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[proteção]]></category>
		<category><![CDATA[recorde]]></category>
		<category><![CDATA[verão amazônico]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/calor4_-_marcelo_camargo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os meteorologistas já alertaram: as temperaturas nesta quarta-feira, 23, prometem bater recordes no verão amazônico. Saber enfrentar o calor extremo requer cuidados e sabedoria para garantir a segurança e o bem-estar de todos, principalmente de crianças e idosos. Aqui vão algumas recomendações de especialistas: Roupas Leves e Respiráveis: Opte por roupas leves, de cores claras [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/calor4_-_marcelo_camargo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="flex-1 overflow-hidden">
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<p>Os meteorologistas já alertaram: as temperaturas nesta quarta-feira, 23, prometem bater recordes no verão amazônico. Saber enfrentar o calor extremo requer cuidados e sabedoria para garantir a segurança e o bem-estar de todos, principalmente de crianças e idosos.</p>
<p>Aqui vão algumas recomendações de especialistas:</p>
<ol>
<li><strong>Roupas Leves e Respiráveis:</strong>
<ul>
<li>Opte por roupas leves, de cores claras e feitas de materiais naturais como algodão ou linho, que permitem a circulação de ar e ajudam a manter o corpo fresco.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Protetor Solar:</strong>
<ul>
<li>Use protetor solar de amplo com fator de proteção solar (FPS) adequado para proteger a pele dos raios ultravioleta (UV) prejudiciais do sol.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Chapéu, Óculos de Sol e sombrinhas:</strong>
<ul>
<li>Use sombrinhas, chapéu de abas largas e óculos de sol com proteção UV para proteger o rosto e os olhos dos raios solares.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Hidratação Adequada:</strong>
<ul>
<li>Mantenha-se hidratado bebendo água ou água de coco regularmente ao longo do dia. Evite bebidas açucaradas e alcoólicas, que podem levar à desidratação.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Umidificador e Ventiladores:</strong>
<ul>
<li>Utilize um umidificador e ventiladores para manter o ambiente interno mais fresco e confortável.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Tomar Banhos Frios:</strong>
<ul>
<li>Tome banhos frios ou use toalhas úmidas para refrescar o corpo e reduzir a temperatura corporal.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Evitar Exercícios Intensos:</strong>
<ul>
<li>Evite exercícios físicos intensos durante as horas mais quentes do dia. Opte por atividades físicas mais leves pela manhã ou no final da tarde.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Ficar em Ambientes Climatizados:</strong>
<ul>
<li>Se possível, fique em ambientes com ar-condicionado ou ventiladores para reduzir o risco de superaquecimento.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Evitar Exposição Excessiva ao Sol:</strong>
<ul>
<li>Reduza o tempo de exposição direta ao sol, especialmente durante as horas de pico do calor.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Alimentação Leve e Hidratante:</strong>
<ul>
<li>Opte por refeições leves e ricas em água, como frutas e vegetais, e peixes e carnes magras.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Monitorar Sintomas de Insolação:</strong>
<ul>
<li>Esteja ciente dos sintomas de insolação, como tontura, náusea, pele avermelhada e sudorese excessiva. Se sentir esses sintomas, procure um local fresco e hidrate-se.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Manter-se Informado:</strong>
<ul>
<li>Acompanhe as previsões meteorológicas para se preparar para dias especialmente quentes e extremos.</li>
</ul>
</li>
</ol>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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</div>
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