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	<title>re.green &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>re.green &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Três empresas vencem disputa para restaurar áreas degradadas na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 17:56:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[brCarbon]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-10.33.41-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo Systemica, brCarbon e re.green foram selecionadas no âmbito do ProFloresta+ para fornecer 5 milhões de créditos de carbono de alta integridade gerados a partir da restauração ecológica na Amazônia Iniciativa deve mobilizar cerca de R$ 450 milhões, plantar mais de 25 milhões de árvores nativas e gerar 6,3 mil empregos verdes Anunciado também parceria [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-10.33.41-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo </em></p>
<ul>
<li><em>Systemica, brCarbon e re.green foram selecionadas no âmbito do ProFloresta+ para fornecer 5 milhões de créditos de carbono de alta integridade gerados a partir da restauração ecológica na Amazônia</em></li>
<li><em>Iniciativa deve mobilizar cerca de R$ 450 milhões, plantar mais de 25 milhões de árvores nativas e gerar 6,3 mil empregos verdes</em></li>
<li><em>Anunciado também parceria para construção de iniciativas em PD&amp;I relacionadas a minerais críticos e estratégicos</em></li>
</ul>
<p>O resultado do primeiro leilão do ProFloresta+, iniciativa voltada à compra de créditos de carbono de alta integridade a partir da restauração ecológica na Amazônia, foi anunciado nesta segunda-feira, 22.</p>
<p>Três empresas desenvolvedoras de projetos foram selecionadas para fornecer créditos gerados pela recuperação de áreas degradadas, somando um volume total negociado de 5 milhões de toneladas de carbono equivalente ($tCO_2e$).</p>
<p>As vencedoras foram a Systemica e a brCarbon, cada uma selecionada para lotes de 2 milhões de toneladas (aos preços de US$ 55,33 e US$ 55,76 por $tCO_2e$, respectivamente), e a re.green, que arrematou o lote de 1 milhão de toneladas ao valor de US$ 73,82 por tonelada.</p>
<p>O anúncio oficial, feito pelo  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Petrobras, ocorreu no Rio de Janeiro.</p>
<p>O primeiro leilão prevê a aquisição, pela Petrobras, de 5 milhões de créditos de carbono originados de projetos de restauração ecológica com espécies nativas no bioma amazônico. A iniciativa deverá mobilizar cerca de R$ 450 milhões em investimentos, apenas em plantio, gerar 6,3 mil empregos verdes, viabilizar o plantio de mais de 25 milhões de árvores nativas e capturar 5 milhões de toneladas de carbono.</p>
<p>No evento que celebrou os seus 74 anos, o BNDES também firmou parceria com a Petrobras para construção de iniciativas em PD&amp;I relacionadas a minerais críticos e estratégicos vinculados às cadeias de transição energética e de óleo e gás.</p>
<p>O instrumento vai permitir a troca de informações e realização de análises das principais lacunas de capacidade produtiva ou tecnológica. A parceria também envolve projetos em execução e em fase de desenvolvimento, bem como novas ações que contribuam para o desenvolvimento das cadeias de transição energética e de óleo e gás.</p>
<h3>Sobre o ProFloresta+</h3>
<p>Anunciado em março de 2025, o ProFloresta+  tem potencial de alcançar até 15 milhões de toneladas de créditos de carbono em parceria entre BNDES e Petrobras, com restauração de até 50 mil hectares de áreas degradadas na Amazônia, através de novos editais para compra de créditos de carbono oriundos de projetos de restauração florestal.</p>
<p>Por meio do ProFloresta+, será revelado pela primeira vez o preço negociado em uma transação pública de créditos de carbono de restauração ecológica no Brasil, com contratos de 25 anos e elevado conjunto de salvaguardas sociais e ambientais. O modelo busca ampliar a confiança no mercado voluntário de carbono, dar previsibilidade a investidores e fortalecer a cadeia da restauração florestal.</p>
<blockquote><p>“O ProFloresta+ inaugura uma nova etapa para a restauração ecológica no Brasil. Estamos falando de projetos com espécies nativas, com biodiversidade, com geração de empregos verdes e com impacto direto na reconstrução da floresta amazônica. O BNDES entra com instrumentos financeiros capazes de dar escala a esse mercado, e a Petrobras entra como compradora de créditos de alta integridade. Essa combinação é decisiva para transformar a restauração em uma atividade economicamente viável e socialmente inclusiva”, afirmou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.</p></blockquote>
<h3>Financiamento</h3>
<p>Os vencedores do leilão poderão buscar financiamento do BNDES por meio das melhores condições disponíveis para restauração ecológica no país. Entre as alternativas está o Fundo Clima – Florestas Nativas, que oferece taxa de juros em torno de 2% ao ano, prazo total de até 25 anos, carência em torno de cinco anos e financiamento de até R$ 250 milhões por projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Fundo Clima libera R$ 80 milhões para reflorestar áreas na Amazônia e Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 19:47:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[créditos de carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen-restauracao-florestal-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou R$ 80 milhões do Fundo Clima para a re.green, empresa brasileira especializada em restauração florestal em larga escala. Os projetos da companhia abrangem a recuperação de 15 mil hectares em áreas degradadas na Mata Atlântica e no chamado arco do desmatamento, que vai do leste [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen-restauracao-florestal-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou R$ 80 milhões do Fundo Clima para a re.green, empresa brasileira especializada em restauração florestal em larga escala. Os projetos da companhia abrangem a recuperação de 15 mil hectares em áreas degradadas na Mata Atlântica e no chamado arco do desmatamento, que vai do leste do Maranhão ao Acre, passando pelo sul do Pará, Mato Grosso e Rondônia.</p>
<p>A re.green é a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/bndes-aprova-r-187-milhoes-para-restaurar-15-mil-hectares-de-florestas-na-amazonia-e-na-mata-atlantica/">primeira empresa a acessar os recursos do Fundo Clima</a> com foco específico em biodiversidade, respaldada por parecer técnico internacional. A partir dessa primeira experiência, o BNDES vê que é possível que outras empresas busquem o crédito e ajudem o Brasil a avançar na agenda de recuperação de áreas degradadas e mitigação das mudanças climáticas.</p>
<blockquote><p>“Estamos diante de um marco duplo: o uso de garantias privadas para destravar capital público e o reconhecimento técnico da restauração florestal como uma solução concreta para o clima, a biodiversidade e o desenvolvimento territorial. É mais do que financiamento — é um modelo replicável para transformar natureza em infraestrutura essencial para o país”, acrescenta Thiago Picolo, CEO da re.green.</p></blockquote>
<p>Os recursos devem ser utilizados para para custear atividades de restauração florestal para geração de créditos de carbono de alta integridade. As ações incluem preparo do solo, plantio e manutenção de espécies nativas, além de monitoramento com drones e envolvimento direto de comunidades locais.</p>
<p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/startup-busca-parceria-com-produtores-rurais-paraenses-para-alavancar-restauracao-florestal/">re.green já possui uma fazenda de 4 mil hectares no município de Paragominas</a> e está ampliando sua presença na Amazônia e na Mata Atlântica. Nos dois biomas já são 26 mil hectares em processo de restauração, com mais de 4,5 milhões de mudas plantadas, geração de mais de 200 empregos diretos e capacitação de cerca de 300 pessoas em atividades como coleta de sementes, prevenção de incêndios e meliponicultura.</p>
<p>O projeto submetido ao BNDES foi avaliado por instituições internacionais e alcançou a avaliação “Verde Escuro”, que é a classificação mais alta da metodologia Shades of Green, utilizada para medir o grau de alinhamento aos princípios e títulos sustentáveis. A parceira da iniciativa é a Microsoft, que negociou um contrato para compra de 3 milhões de toneladas de carbono ao longo de 15 anos.</p>
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		<title>Startup busca parceria com produtores rurais paraenses para alavancar restauração florestal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 14:33:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[créditos de carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen-restauracao-florestal-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Áreas degradadas reflorestadas com espécies nativas para geração de créditos de carbono e renda a longo prazo para os produtores. É com essa perspectiva que trabalha a re.green, startup que conseguiu o primeiro financiamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para investimento em restauração ecológica. Com planos ousados para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen-restauracao-florestal-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><i><span style="font-weight: 400;">Por Fabrício Queiroz</span></i></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/restauracao-florestal-eleva-niveis-de-chuva-e-reduz-de-impactos-de-secas-e-inundacoes/" target="_blank" rel="noopener">Áreas degradadas reflorestadas</a> com espécies nativas para geração de créditos de carbono e renda a longo prazo para os produtores. É com essa perspectiva que trabalha a re.green, startup que conseguiu o primeiro financiamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para investimento em <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-aposta-na-economia-verde-com-projetos-de-mercado-de-carbono-e-restauracao-florestal/" target="_blank" rel="noopener">restauração ecológica</a>. Com planos ousados para se tornar uma das principais empresas desse segmento, a re.green já desembarcou no Pará visando ampliar os projetos na Amazônia.</p>
<p>A entrada na região ocorreu com a compra de uma fazenda de 4 mil hectares em <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/sistemas-agroflorestais-alavancam-restauracao-de-pequenas-propriedades-em-paragominas/" target="_blank" rel="noopener">Paragominas,</a> município do sudeste paraense que ficou conhecido pelos altos índices de desmatamento, mas que mudou essa lógica a partir de investimentos em modelos de <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/floresta-nativa-preservada-protege-gado-do-calor-extremo-em-fazenda-de-paragominas/" target="_blank" rel="noopener">pecuária sustentável</a> nas últimas décadas. A área adquirida pela re.green é uma antiga pastagem que está sendo recuperada com foco apenas na restauração e geração de créditos de carbono. Essa experiência deve servir de estímulo para engajar os produtores rurais locais no negócio.</p>
<blockquote><p>“A gente tem um corpo acadêmico e científico muito forte nos orientando para que o trabalho seja desenvolvido em cima da ciência da restauração ecológica. Isso permitiu mapear as principais regiões para a restauração no País, e Paragominas é uma delas. Adquirimos a fazenda Ipê, que é por onde vamos começar esse processo, mas já projetando o avanço disso com as parcerias rurais”, comenta Luigi Grimaldi, especialista em parcerias da re.green.</p></blockquote>
<p>A ideia é levar para as propriedades da região as tecnologias e estratégias que chamaram a atenção da Microsoft, que negociou a compra de 3 milhões de toneladas de carbono ao longo de 15 anos com a startup. No Pará, a área degradada receberá o plantio de espécies nativas, como o jatobá, o mogno e diversos tipos de ipê. Nas outras regiões onde a empresa atua no Maranhão e na Bahia, o cuidado com a promoção da biodiversidade também orienta os cultivos que já recuperaram 16 mil hectares.</p>
<figure id="attachment_30231" aria-describedby="caption-attachment-30231" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-30231 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen_MA-restauracao-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen_MA-restauracao-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen_MA-restauracao-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen_MA-restauracao-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen_MA-restauracao-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen_MA-restauracao-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen_MA-restauracao-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen_MA-restauracao-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen_MA-restauracao-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-30231" class="wp-caption-text">Restauração em áreas degradadas por pastagens valoriza espécies nativas do bioma. Foto: re.green / Divulgação</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Estamos olhando para áreas de pastagem e com baixa aptidão econômica. A pecuária teve um ciclo produtivo negativo, a pecuária leiteira vem diminuindo e a gente sabe que isso pode levar alguns produtores a deixar a atividade devido à queda na rentabilidade. O que a gente propõe é pegar uma parte dessa área e fazer um projeto que vai proporcionar uma adição de renda para que eles tenham um fluxo de caixa a longo prazo. Nossa proposta não é de competir com a renda da agricultura e da pecuária, mas trazer uma possibilidade de rentabilidade adicional e sustentabilidade futura”, explica Luigi Grimaldi.</p></blockquote>
<p>Com o mercado voluntário de carbono em alta e impulsionado pelas práticas de governança ambiental, social e corporativa (ESG) e as negociações para a criação de um marco regulatório para o setor, o especialista avalia que a restauração em larga escala se destaca como uma solução econômica e climática com perspectivas de crescimento a partir da Amazônia.</p>
<blockquote><p>“O Brasil tem uma posição de liderança e protagonismo na restauração ecológica e florestal. Já Paragominas tem uma história recente ligada ao sistema ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta) e à pecuária sustentável que se mostra no grande interesse que os produtores têm pelo mercado de carbono. Então, o potencial da re.green no Brasil e aqui na região é enorme Estamos muito animados com a oportunidade de complementar a renda e diminuir os riscos da produção rural com a restauração florestal”, ressalta.</p></blockquote>
<p><strong>Leia mais</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/reflorestamento-transforma-areas-degradadas-e-vida-de-trabalhadores-em-mae-do-rio/" target="_top" rel="noopener">Reflorestamento transforma áreas degradadas e vida de trabalhadores em Mãe do Rio</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/recuperacao-produtiva-de-areas-degradadas-e-uma-das-estrategias-para-combater-crise-climatica/" target="_top" rel="noopener">Recuperação produtiva de áreas degradadas é uma das estratégias para combater crise climática</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/tecnica-desenvolvida-em-altamira-pode-acelerar-restauracao-de-areas-degradadas/" target="_top" rel="noopener">Técnica desenvolvida em Altamira pode acelerar restauração de áreas degradadas</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>BNDES aprova R$ 187 milhões para restaurar 15 mil hectares de florestas na Amazônia e na Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 17:33:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/floresta22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 186,7 milhões para a re.green, a serem investidos na restauração ecológica de 14.802 hectares de áreas degradadas nos biomas  Amazônia e Mata Atlântica – o que equivale à área de mais de 13,7 mil campos de futebol. O apoio inclui R$ 80 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/floresta22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 186,7 milhões para a re.green, a serem investidos na restauração ecológica de 14.802 hectares de áreas degradadas nos biomas  Amazônia e Mata Atlântica – o que equivale à área de mais de 13,7 mil campos de futebol.</p>
<p>O apoio inclui R$ 80 milhões em recursos do Fundo Clima, como parte do investimento já anunciado pelo Banco ao programa Arco da Restauração, que prevê a destinação de até R$ 1 bilhão para ações de reflorestamento na Amazônia.</p>
<p>A re.green restaura florestas nativas em áreas historicamente degradadas, selecionadas a partir de inteligência espacial e com base em seu potencial de regeneração. Por meio do projeto apoiado pelo BNDES, serão restaurados cerca de 12,8 mil hectares no bioma Amazônia, em propriedades no município de Maracaçumé, no Maranhão, e em municípios a serem definidos no estado do Pará, e 2 mil hectares no bioma Mata Atlântica, nos municípios de Potiraguá e Eunápolis, na Bahia.</p>
<p>As áreas plantadas receberão cerca de 100 espécies diferentes de vegetação nativa, contribuindo para a conservação da biodiversidade nas regiões, assim como para a captura de carbono. A estimativa é de que em torno de 4,1 milhões toneladas de CO2 equivalente sejam retirados da atmosfera em um período de 25 anos, o que equivaleria a quase dois anos de emissões dos carros em circulação na cidade de São Paulo.</p>
<p>A diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, destaca que “o apoio ao projeto sinaliza a prioridade conferida pelo Banco às ações de restauração dos biomas brasileiros, que têm potencial de contribuir decisivamente para capturar carbono, conservar a biodiversidade do país e promover o desenvolvimento sustentável em regiões sensíveis”.</p>
<p>Campello lembra que o Arco da Restauração – anunciado pelo presidente Lula, pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, na COP28 – conta, além de R$ 550 milhões do Fundo Clima, com R$ 450 milhões do Fundo Amazônia.</p>
<p>Para a CFO da re.green, Ana Luiza Squadri, o financiamento realça a importância das soluções baseadas na natureza para a economia</p>
<blockquote><p>“Este é um marco importante para o setor da restauração florestal, que pode ser um dos mais proeminentes na economia verde, e o Brasil tem um potencial enorme para liderar esse processo. O financiamento do BNDES representa a atração de capital capaz de alavancar esse segmento promissor da economia. Na re.green acreditamos que é possível fazer a restauração em larga escala devolvendo serviços ecossistêmicos ao planeta e contribuindo com as populações locais”, completa Squadri.</p></blockquote>
<h3>Regeneração natural assistida e restauração ativa</h3>
<p>O modelo de restauração adotado pela re.green combina regeneração natural assistida e restauração ativa, com ciência desenvolvida por pesquisadores internacionalmente premiados. A empresa atua com parceiros locais, como coletores de sementes, produtores de mudas e viveiristas, ajudando a capacitar e movimentar uma cadeia de manejo florestal sustentável.</p>
<p>A iniciativa terá impactos positivos para a regulação do clima, conservação da biodiversidade e inclusão social de comunidades contempladas no projeto, que deve mobilizar cerca de 2,2 mil empregos diretos e indiretos durante o período de restauração das áreas.</p>
<p>O financiamento do BNDES contempla R$ 80 milhões em recursos do Fundo Clima, na modalidade voltada a projetos de manejo florestal sustentável, e outros R$ 106,7 milhões em recursos próprios, por meio do BNDES Finem, destinados a projetos de recuperação e conservação de ecossistemas e da biodiversidade.</p>
<h3>Créditos de carbono</h3>
<p>A partir das áreas restauradas, a re.green poderá também gerar créditos de carbono para comercialização no mercado voluntário internacional. O projeto está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável nº 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima) e nº 15 (Vida Terrestre) da ONU.</p>
<p>Sobre a re.green – Fundada em 2021, a empresa desenvolve tecnologia e ciências ambientais para recuperar florestas em larga escala em terras degradadas na Amazônia e Mata Atlântica. Por meio da integração de uma rede de cientistas, tecnologias baseadas em dados e apoio às comunidades, a re.green contribui para a mitigação das mudanças climáticas, a regeneração dos processos do ecossistema, a proteção da biodiversidade e o desenvolvimento social. A empresa tem a meta de restaurar 1 milhão de hectares com espécies nativas, recuperando a biodiversidade e desenvolvendo ecossistemas diversificados.</p>
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