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	<title>racismo &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>racismo &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Presidente Lula sanciona lei que equipara crime de injúria racial ao racismo e amplia penas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 15:51:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[injúria racial]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/injuria-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na quarta-feira, 11, uma lei aprovada pelo Congresso Nacional que equipara o crime de injúria racial ao de racismo e amplia as penas. A solenidade de sanção ocorreu durante a cerimônia de posse, no Palácio do Planalto, das ministras Sônia Guajajara (Ministério dos Povos Indígenas) e Anielle Franco (Ministério da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/injuria-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na quarta-feira, 11, uma lei aprovada pelo Congresso Nacional que equipara o crime de injúria racial ao de racismo e amplia as penas. A solenidade de sanção ocorreu durante a cerimônia de posse, no Palácio do Planalto, das ministras <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-01/sonia-guajajara-diz-que-povos-indigenas-vivem-crise-humanitaria" target="_blank" rel="noopener">Sônia Guajajara</a> (Ministério dos Povos Indígenas) e <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-01/ministra-diz-que-brasil-do-futuro-precisa-responder-dividas-do-passado" target="_blank" rel="noopener">Anielle Franco</a> (Ministério da Igualdade Racial)<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1503770&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1503770&amp;o=node" /></p>
<p>Agora, a injúria racial pode ser punida com reclusão de 2 a 5 anos. Antes, a pena era de 1 a 3 anos. A pena será dobrada se o crime for cometido por duas ou mais pessoas. Também haverá aumento da pena se o crime de injúria racial for praticado em eventos esportivos ou culturais e para finalidade humorística.</p>
<p>A nova legislação se alinha ao entendimento do Supremo Tribunal Federal que, em outubro do ano passado, equiparou a injúria racial ao racismo e, por isso, tornou a injúria, assim como o racismo, um crime inafiançável e imprescritível.</p>
<p>A injúria racial é a ofensa a alguém, um indivíduo, em razão da raça, cor, etnia ou origem. E o racismo é quando uma discriminação atinge toda uma coletividade ao, por exemplo, impedir que uma pessoa negra assuma uma função, emprego ou entre em um estabelecimento por causa da cor da pele.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
</div>
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		<title>Marca de moda afro-amazônica de Belém tem apelo antirracista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sidney Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2022 20:04:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[afro-amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Fogoyó]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Saia-carimbo-e1647983497154-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Sidney Alves A moda paraense cada vez mais se destaca no mercado nacional. Uma marca que hoje atrai os holofotes é a Fogoyó, com sede em Belém, por abordar temas afro-amazônicos e ambientais em suas peças, bem como sensibilizar seu público politicamente com apelo antirrascista. Essa conscientização social é um dos motores da Fogoyó, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Saia-carimbo-e1647983497154-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Sidney Alves</em></p>
<p>A moda paraense cada vez mais se destaca no mercado nacional. Uma marca que hoje atrai os holofotes é a Fogoyó, com sede em Belém, por abordar temas afro-amazônicos e ambientais em suas peças, bem como sensibilizar seu público politicamente com apelo antirrascista. Essa conscientização social é um dos motores da Fogoyó, com a proposta de servir de exemplo às comunidades periféricas da capital paraense.</p>
<blockquote><p>“Vendemos para todo mundo, principalmente para quem tem como bandeira o anti-racismo”, afirmou Vanessa Mendonça, de 28 anos, idealizadora da marca, ao <strong>Pará Terra Boa</strong>.</p></blockquote>
<p>Um exemplo dessa proposta pôde ser visto nesta terça-feira, 22/03, com o primeiro desfile de moda preta na periferia de Belém, numa ocupação urbana no bairro da Terra Firme.</p>
<blockquote><p>“Eu sou moradora há três desta ocupação chamada Liberdade. Onde moram mais de 100  mil famílias”, disse ela.</p></blockquote>
<p>A marca também esteve presente no Primeiro Festival de Moda Afro Amazônica e Cultura Popular, aprovado pela Lei Aldir Blanc e realizado no início do ano no Teatro Espaço Gasômetro. O evento contou com a apresentação de artistas negros de vários setores culturais, com rodas de conversas, contação de histórias e palestras sobre execução de projetos culturais.</p>
<p>Atualmente Vanessa faz parte do coletivo Pretas Paridas de Amazônia, coletivo de mulheres empreendedoras nos variados serviços.</p>
<blockquote><p>“O coletivo é formado por 20 mulheres, e elas estão marcando história”, ressaltou Vanessa.</p></blockquote>
<p>Segundo ela, seu projeto inspira outros jovens, especialmente os que vivem na periferia. “Sei da nossa influência e que somos inspirações para muitos jovens empreendedores deste mercado. A Fogoyó é atualmente o sustento da nossa família”, conta ela, cujos familiares trabalham neste empreendimento de economia criativa. Vanessa é do bairro da Matinha, na periferia de Belém</p>
<h3>Criações</h3>
<p>A marca confecciona vários tipos de peças, como macacões, turbantes, tops, frentes únicas, acessórios, brincos, pochetes, bolsas etc.. Vanessa conta que as peças são feitas a partir de retalhos, viscose, chitão e até de garrafas pet. A maioria das criações, conta a empreendedora, são peças únicas e exclusivas. As saias de carimbó são um diferencial.</p>
<p>Um dos planos da Fogoyó para este ano é levar as peças para outros Estados, como Maranhão, Bahia e Rio de Janeiro.</p>
<h3><strong>O nome</strong></h3>
<p>O nome da marca vem de um apelido de quando a empreendedora era criança.</p>
<blockquote><p>“Fogoyó era como me chamavam quando eu era pequena. O meu cabelo crespo era um pouco amarelado e passaram a me chamar de Fogoyó. No começo, eu não gostava, mas depois eu percebi a força deste nome. Pois, o reino de Yó é também o reino de Xangô.</p></blockquote>
<h3><strong>Onde encontrar</strong></h3>
<p>A Fogoyó vai participar da Feira Preta de São Paulo, que ocorrerá no período de 28 de março a 5 de abril, na capital paulista. Em Belém, está presente no Espaço Cultural Apoena e todos os domingos na Praça da República. Há um ano está também no Quilombo da Praça, que é um espaço do Centro de Estudo e Defesa do Negro do Pará (Cedenpa).</p>
<p>As peças podem ser adquiridas pelo perfil da marca no <a href="https://m.facebook.com/FogoyoModaAfroAmazonica/" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>, no <a href="https://www.instagram.com/fogoyo.77/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e pelo Whatsapp: 91- 9 8221-4781.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:<br />
</strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/estilista-paraense-apresenta-tematica-amazonica-na-semana-de-moda-de-milao/"><strong>Estilista paraense apresenta temática amazônica na Semana de Moda de Milão</strong></a></p>
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		<title>&#8216;Negros não têm representatividade no espaço de poder no Pará&#8217;, condena Zélia Amador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 19:24:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[20 de Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[poder]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Zélia Amador]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/up_ag_14530_photoeditor_20190826_003453719-1868x1245-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Gisele Coutinho Racismo, antirracismo, igualdade de oportunidade, equidade. A gente ouve muito falar sobre tudo isso. E na prática? Como cada palavra dessa afeta o cotidiano de pessoas negras paraenses hoje em dia e de todo brasileiro? O 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, tem essa função, entre outras, de lembrar que o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/up_ag_14530_photoeditor_20190826_003453719-1868x1245-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Gisele Coutinho</em></p>
<p>Racismo, antirracismo, igualdade de oportunidade, equidade. A gente ouve muito falar sobre tudo isso. E na prática? Como cada palavra dessa afeta o cotidiano de pessoas negras paraenses hoje em dia e de todo brasileiro? <br /><br />O 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, tem essa função, entre outras, de lembrar que o Brasil é um país com maioria de população preta, assim como o Pará, com índices sociais desastrosos para esse contingente em vários aspectos, principalmente no que se refere a segurança, educação, saúde e mercado de trabalho.</p>
<p>A fatura social e política da escravidão é paga pelos pretos até hoje quando, especialmente, falamos de trabalho num país com menos de 5% de executivos negros nas 500 maiores empresas brasileiras. <br /><br />As diferenças salariais são gritantes entre brancos e negros, mesmo com as mesmas qualificações. Na nossa Região Norte, a força de trabalho de mulheres negras é maior que a branca. Representa 42,2%, enquanto as mulheres brancas ocupam 35,3% do mercado de trabalho nortista, mas apenas 2,1% de mulheres negras ocupam cargos de direção, contra 3,5% de brancas nesses cargos.</p>
<p>Os números também são alarmantes entre os homens do Norte. Mesmo com uma divisão mais justa, de 26,3% de negros na força de trabalho e 23,7% brancos, apenas 1,7% de negros está em cargos de direção, frente a 3,4% de homens brancos diretores.<br /><br />O rendimento médio de mulheres brancas no Norte é de R$ 2.438, enquanto das negras é de R$ 1.580. Um homem negro recebe, em média, R$ 1.733, enquanto o branco recebe R$ 2.638. <br /><br />Os dados são do segundo semestre de 2021 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, que aponta também dados do trabalhador desprotegido, ou seja, aquele que está empregado sem carteira assinada, autônomos que não contribuem com a Previdência Social e trabalhadores familiares auxiliares. Desses, mulheres brancas são 56%, homens brancos 64%, enquanto mulheres negras representam 62% e negros 65%.</p>
<blockquote>
<p>“As mulheres negras na sociedade brasileira estão em último na pirâmide social. Isso não é diferente no Pará. Onde estão as negras? Não estão no Parlamento, na Câmara Municipal. Quantas vereadoras negras temos no Pará? Apenas três. Quantas deputadas estaduais negras temos? Nenhuma. As pessoas negras não têm representatividade no espaço de poder”, afirma a professora e ativista paraense Zélia Amador de Deus ao <strong>Pará Terra Boa</strong>.</p>
</blockquote>
<h3>Importância do voto</h3>
<p>Zélia é uma das principais referências na luta pela visibilidade negra no país. Professora emérita da Universidade Federal do Pará, ela é uma das fundadoras do Centro de Estudo e Defesa do Negro no Pará (Cedenpa) e do Grupo de Estudos Afro-Amazônicos (GEAM-UFPA). Também foi presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros e participou da criação do sistema de cotas negras nas universidades.</p>
<p>Um dos instrumentos nessa busca por justiça social apontados pela pesquisadora é o voto, ainda que a confiança do eleitor em política esteja abalada. Zélia reforça o quanto é preciso ter consciência em quem votamos, em quem depositamos nossa esperança para nos representar de forma justa nos governos estaduais, parlamentos municipais, na Presidência da República e nas duas Casas legislativas do Congresso Nacional. Ela chama atenção para o papel que os jovens têm nesse processo de mudança.</p>
<blockquote>
<p>“A juventude negra paraense não pode perder de vista que temos que eleger pessoas comprometidas com a pauta do movimento negro. Pessoas que tenham o racismo como centro da sua preocupação. Não podemos mais dar voto nem eleger pessoas que não consideram o racismo o grande causador das desigualdades no Brasil. O racismo afeta todas as áreas da vida. O racismo não incide apenas em uma área da vida do brasileiro. Ele atinge saúde, educação, trabalho, renda, todas as áreas. Tem que pensar em candidato que esteja centrado na pauta do racismo, na pauta antirracista”, orienta.</p>
</blockquote>
<p>Questionada sobre sua maior esperança hoje, ela fala da importância de reforçar nossa frágil democracia por meio da igualdade racial.<br /><br />“A minha esperança é que a gente consiga nosso processo democrático, que foi interrompido na última eleição. A juventude negra tem que olhar para isso. Retomar nosso processo democrático para continuar construindo essa democracia que é frágil. Precisamos de uma democracia que não possa conviver com o racismo. Enquanto houver racismo não haverá democracia”, conclui.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br /><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/dia-da-consciencia-negra-marca-luta-de-pretos-e-quilombos-contra-sistema-embranquecido/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Dia da Consciência Negra marca luta de pretos e quilombos contra ‘sistema embranquecido’</strong></a></p>]]></content:encoded>
					
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