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	<title>quelônios &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>quelônios &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Moradores da Flota de Faro soltam mais de mil tartarugas amazônicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2025 13:19:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Flota do Faro]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/quelonios-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Coletar os ovos, levá-los para as incubadoras, aguardar o nascimento dos filhotes, transferi-los para tanques com água e alimentá-los. Esse trabalho delicado, que precede a soltura das tartarugas amazônicas, é realizado com muito carinho pelas moradoras e moradores das comunidades de Monte Sião e do Português, localizadas na Floresta Estadual (Flota) de Faro, uma unidade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/quelonios-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Coletar os ovos, levá-los para as incubadoras, aguardar o nascimento dos filhotes, transferi-los para tanques com água e alimentá-los. Esse trabalho delicado, que precede a soltura das tartarugas amazônicas, é realizado com muito carinho pelas moradoras e moradores das comunidades de Monte Sião e do Português, localizadas na Floresta Estadual (Flota) de Faro, uma unidade de conservação que abrange parte dos territórios dos municípios de Faro e Oriximiná, no oeste do Pará.</p>
<p>Após o processo, que durou cerca de três meses, os comunitários devolveram à natureza mais de mil quelônios das espécies tracajá, calalumã, acassu e tartaruga-da-amazônia, durante dois eventos realizados em março.</p>
<p>A iniciativa conta com o apoio do Ideflor-Bio, responsável pela gestão da Flota, da Escola Municipal Francisco de Canindé, localizada no Português, e de organizações do terceiro setor, como o Imazon, que forneceu insumos para as duas comunidades no início do projeto, incluindo telas de zinco, caixas d’água e combustível para a coleta dos ovos.</p>
<p>Irenilson Araújo, coordenador da atividade em Monte Sião, explica que a ação é essencial para a preservação das espécies, que estavam diminuindo sua população na região. Ele destaca que o zelo no processo de aguardar a eclosão dos ovos — como é chamado o nascimento das tartarugas —, transportá-las para os tanques de água e esperar dois meses até que atinjam o tamanho ideal para a serem soltas no rio Nhamundá é fundamental para garantir que esses animais continuem a povoar a Flota.</p>
<p>“Como coordenador dessa ação é muito satisfatório trazer para dentro da nossa comunidade mais conhecimento e mais parceiros que vêm conhecer a ação que a gente faz”, afirma Irenilson.</p>
<h3>Conscientizar as crianças</h3>
<p>Já no Português, comunidade vizinha, a iniciativa ocorreu pela primeira vez no dia 29 de março e foi fruto de uma parceria com a Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental São Francisco de Canindé, que atende alunos da educação infantil ao 9º ano do ensino fundamental.</p>
<figure id="attachment_34042" aria-describedby="caption-attachment-34042" style="width: 465px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-34042" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/quelonios2-300x266.jpg" alt="" width="465" height="412" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/quelonios2-300x266.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/quelonios2-150x133.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/quelonios2-450x398.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/quelonios2.jpg 768w" sizes="(max-width: 465px) 100vw, 465px" /><figcaption id="caption-attachment-34042" class="wp-caption-text">Crianças da Escola Municipal São Francisco de Canindé, na Comunidade Português, alimentando os filhotes de quelônios/ Foto: Acervo da Escola</figcaption></figure>
<p>Meses atrás, a incubadora que recebe os ovos foi instalada na área da horta escolar, e todas as fases da jornada das tartarugas foram acompanhadas pelos estudantes, que tiveram a oportunidade de aprender, na prática, sobre as espécies e a importância de protegê-las.</p>
<blockquote><p>“Um dos objetivos é conscientizar, sensibilizar e promover a educação ambiental, unindo alunos e demais habitantes do Português. Nessa trajetória, reforçamos a importância da conservação das espécies por meio de atividades que incluíram o cuidado com os ovos, a coleta de alimentos para os filhotes e, por fim, a soltura”, explica o coordenador da escola, Josenildo Machado.</p></blockquote>
<p>O primeiro ano da ação, que ocorreu no lago do Peixe Boi, teve a presença de funcionários do colégio, alunos e moradores locais, contou com um café repleto de alimentos regionais como momento de socialização, além da entrega de cerca de 500 tartarugas as águas do local.</p>
<blockquote><p>“A união dos comunitários, da escola e dos parceiros é essencial para o futuro desse projeto tão bonito que já cresceu este ano. Ele contribui para a proteção da Flota de Faro, um lugar estratégico dentro da Amazônia, que desempenha funções essenciais para a vida humana, com serviços ecossistêmicos que incluem a captura de carbono e o abrigo de uma grande diversidade de animais, como os quelônios, que estão se multiplicando graças ao exercício voluntário dos comunitários”, reitera Jeferson Figueira, pesquisador da equipe de áreas protegidas do Imazon.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Imazon</em></p>
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		<title>Pará tem soltura de ararajubas em Belém e de filhotes de tartaruga no rio Tapajós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 18:28:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ararajubas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[PQA]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Quelônios da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[quelônios]]></category>
		<category><![CDATA[tartarugas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/tartarugas6-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Neste inicio do ano, Pará foi cenário de espetáculos da natureza, graças aos esforços de entidades que se dedicam a estudar e trabalhar para recuperar espécies ameaçadas. No dia do aniversário de Belém, um grupo de ararajubas (Guaruba guarouba) foi solto no Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna. O pássaro era considerado até pouco tempo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/tartarugas6-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Neste inicio do ano, Pará foi cenário de espetáculos da natureza, graças aos esforços de entidades que se dedicam a estudar e trabalhar para recuperar espécies ameaçadas.</p>
<p>No dia do aniversário de Belém, um grupo de ararajubas (<em>Guaruba guarouba</em>) foi solto no Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna. O pássaro era considerado até pouco tempo atrás uma espécie ameaçada de extinção na região, mas graças ao trabalho de pesquisadores este quadro está sendo revertido.</p>
<figure id="attachment_27078" aria-describedby="caption-attachment-27078" style="width: 439px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-27078" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/ararajubas2-300x251.jpg" alt="" width="439" height="367" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/ararajubas2-300x251.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/ararajubas2-150x126.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/ararajubas2-450x377.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/ararajubas2.jpg 580w" sizes="(max-width: 439px) 100vw, 439px" /><figcaption id="caption-attachment-27078" class="wp-caption-text">Foto: Rodrigo Pinheiro/Agência Pará</figcaption></figure>
<p>Em oito anos de trabalho, o Projeto de Reintrodução e Monitoramento de Ararajubas na Região Metropolitana de Belém, conduzido pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), em parceria com a Fundação Lymington, já conseguiu devolver mais de 50 ararajubas aos céus da região. A expectativa é que, até 2025, outras 100 sejam reintegradas à natureza com o incentivo do Estado.</p>
<h3>Tartarugas</h3>
<p>E no início de 2023, o Programa Quelônios da Amazônia (PQA), gerido pelo Ibama, celebrou o nascimento de 931.886 filhotes de <a class="link_tag_no_texto" href="https://www.giroportal.com.br/noticias/tag/tartaruga-da-amazonia" target="_blank" rel="noopener"><b><u>tartaruga-da-Amazônia</u></b></a> (Podocnemis expansa), 1.400 de <a class="link_tag_no_texto" href="https://www.giroportal.com.br/noticias/tag/tracaja" target="_blank" rel="noopener"><b><u>tracajá</u></b></a> (Podocnemis unifilis) e 486 de <a class="link_tag_no_texto" href="https://www.giroportal.com.br/noticias/tag/pitiu" target="_blank" rel="noopener"><b><u>pitiú</u></b></a> (Podocnemis sextuberculata).</p>
<p>A tartatruga-da-Amazônia desova exclusivamente em locais específicos como o Tabuleiro de Monte Cristo, localizado próximo ao município de Aveiro, enquanto as outras espécies se espalham pelo rio Tapajós.</p>
<p>As espécies se aglomeram para fazer ninho sempre nos meses de outubro e de novembro, nas praias do André e do Tabuleiro. Estima-se que, aproximadamente, 15 mil fêmeas utilizam esse local. As eclosões acontecem em 60 dias.</p>
<p>O PQA monitora Monte Cristo reprodutivo desde 1979, quando havia somente 327 fêmeas e nasciam 18 mil filhotes. Graças aos esforços dos servidores do PQA/PA, foi possível a recuperação da espécie.</p>
<p>&nbsp;</p>
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