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	<title>protagonismo feminino &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Mulheres querem mais visibilidade no debate ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 22:42:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Mulheres Brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[protagonismo feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-01-at-16.45.19-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A realização do Diálogos Amazônicos nesta semana e dos demais eventos preparatórios para a 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que ocorrerá em Belém em 2025, devem gerar oportunidades para evidenciar o protagonismo das populações amazônidas no debate ambiental. Esse é o anseio de coletivos como [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-01-at-16.45.19-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A realização do Diálogos Amazônicos nesta semana e dos demais eventos preparatórios para a 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que ocorrerá em Belém em 2025, devem gerar oportunidades para evidenciar o protagonismo das populações amazônidas no debate ambiental. Esse é o anseio de coletivos como o Grupo de Mulheres Brasileiras (GMB), que busca ampliar a visibilidade feminina nesta agenda.</p>
<p>Veterana na luta feminista na região, a pedagoga Domingas Martins, de 70 anos, avalia que é preciso compreender os impactos e propor soluções para a crise do clima, levando em conta a perspectiva dos povos locais, em especial das mulheres.</p>
<blockquote><p>“Queremos estar à frente desses debates porque a defesa da Amazônia e a questão climática é algo que nos destrói também. Falamos principalmente das mulheres ribeirinhas e quilombolas que têm suas vidas ligadas diretamente às águas e às florestas. Mas isso é algo que afeta a todas. A poluição do ar e do meio ambiente é uma realidade cada vez maior nos territórios”, comenta Domingas que é coordenadora e uma das fundadoras do GMB.</p></blockquote>
<p>Sobre o papel protagonista das mulheres, ela complementa.</p>
<blockquote><p>“Na Amazônia, a maioria das mulheres são chefes de família, não têm nem casa para morar porque falta uma política de habitação. Muitas vivem de ‘bicos’ e não têm nem creches para deixar as crianças e poderem procurar trabalho. Infelizmente, a maior participação da mulher no mercado de trabalho veio sem acesso à formação e ao estudo. A gente quer políticas que mudem essa realidade e garantam melhorias na qualidade de vida para todas”.</p></blockquote>
<p>Para ela, que ingressou no movimento social aos 17 anos, a luta das mulheres tem avançado na região em virtude do fortalecimento e do apoio que há nas articulações entre entidades locais, nacionais e globais. Um exemplo disso deve ser notado durante as programações do Diálogos Amazônicos, que contarão com atividades em que se valoriza tanto o coletivo quanto as especificidades de grupos, como as indígenas, as negras, as mulheres do campo e outras.</p>
<p>Alguns desses eventos incluem a plenária “Mulheres da Panamazônia – Direitos, Corpos e Territórios por Justiça Socioambiental e Climática”, que ocorre no dia 4, às 13h; o debate sobre “Olhares das Mulheres de Povos e Comunidades Tradicionais Sobre o Uso, Manejo, Conservação e Proteção dos Territórios Tradicionais”, que será realizado no dia 5, às 10h; e a plenária “Mulheres Defensoras da Amazônia na Luta por Justiça Climática”, agendada para o dia 6, às 12h. Confira a agenda completa de atividade auto-organizadas clicando <a href="https://www.gov.br/secretariageral/pt-br/assuntos/dialogosamazonicos/atividades-auto-organizadas" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>Diante disso, Domingas destaca que observa um cenário positivo para que as mulheres amazônidas ocupem mais espaços como esse. “A nossa ideia é não só falar disso, mas também elaborar um documento dizendo o que nós queremos para cada categoria de mulher”, pontua a liderança.</p>
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		<title>Mulheres da floresta discutem protagonismo feminino nas tomadas de decisões sobre seus territórios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 16:54:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CURSOS & EVENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[FAS]]></category>
		<category><![CDATA[protagonismo feminino]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Mulheres da Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Seminario-Mulheres-da-Floresta1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma carta, assinada por cerca de 100 lideranças femininas da Amazônia, foi entregue para os governos estaduais da Amazônia Legal e governo federal. Nela, estão reivindicações nas áreas de educação, saúde, empoderamento, segurança, desenvolvimento econômico, infraestrutura, regularização fundiária, segurança alimentar e mudanças climáticas, de acordo com o eco. O documento é resultado do encontro dessas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Seminario-Mulheres-da-Floresta1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span data-contrast="none">Uma <a href="https://oeco.org.br/wp-content/uploads/2023/03/Carta-das-Mulheres-das-Floresta-30.03.2023.pdf" target="_blank" rel="noopener">carta,</a> assinada por cerca de 100 lideranças femininas da Amazônia, foi entregue para os governos estaduais da Amazônia Legal e governo federal. Nela, estão reivindicações nas áreas de educação, saúde, empoderamento, segurança, desenvolvimento econômico, infraestrutura, regularização fundiária, segurança alimentar e mudanças climáticas, de acordo com <a href="https://oeco.org.br/noticias/mulheres-da-floresta-discutem-protagonismo-na-gestao-de-areas-protegidas/" target="_blank" rel="noopener">o eco</a>.</span></p>
<p><span data-contrast="none">O documento é resultado do encontro dessas mulheres, a maioria vinda de unidades de conservação de uso sustentável, Terras Indígenas e Quilombolas,  durante o “Seminário Mulheres da Floresta”. Na pauta, foram  discutidos </span><span data-contrast="none">problemas e desafios comuns no cotidiano delas, mas principalmente a importância de reivindicar o protagonismo feminino nas tomadas de decisões sobre seus territórios.</span></p>
<p>“Para nós, não basta ser mulher para estar na política. É preciso defender nossas pautas aqui postas neste documento, inclusive a defesa da Amazônia, meio ambiente e justiça social”, dizem em um trecho do manifesto, que também destaca postos almejados por elas. “Não podemos ser apenas secretárias, queremos também ser presidentes, assumindo inclusive a comercialização dos produtos e não somente a produção”.</p>
<p><span data-contrast="none">Promovido pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS), <a href="https://fas-amazonia.org/troca-de-experiencias-e-protagonismo-feminino-marcam-primeiro-dia-do-seminario-mulheres-da-floresta/" target="_blank" rel="noopener">as rodas de conversa</a> giraram em torno de temas como a participação feminina em movimentos sociais, gestão de negócios, autoestima e autoimagem, durante dois dias, em Manaus (AM). </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:708,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<blockquote><p>“A carta elaborada durante o Seminário de Mulheres da Floresta representa um grande marco na área, porque possui as falas e anseios de mulheres de diversos territórios, ampliando as estratégias de defesa e proteção da Amazônia. Temos certeza que os debates gerados aqui vão promover grandes frutos em prol das mulheres amazônidas”, afirma Valcléia Solidade, superintendente de Desenvolvimento Sustentável de Comunidades na FAS.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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