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	<title>Prospera Sociobio &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>MMA apresenta na COP30 programa que fortalece produção da sociobiodiversidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 14:09:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/bioeconomia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) lançou, na noite de terça-feira (11), o Prospera Sociobio &#8211; programa nacional que tem a missão de promover o desenvolvimento sustentável e a conservação dos biomas brasileiros. Integrado ao Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio), seu objetivo é estruturar as cadeias [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/bioeconomia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) lançou, na noite de terça-feira (11), o Prospera Sociobio &#8211; programa nacional que tem a missão de promover o desenvolvimento sustentável e a conservação dos biomas brasileiros.</p>
<p>Integrado ao <a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/brasil-lanca-plano-nacional-de-bioeconomia-em-belem/" target="_blank" rel="noopener">Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio)</a>, seu objetivo é estruturar as cadeias produtivas da sociobiodiversidade, ou seja, organizar formas de produção sustentável de itens dos campos, das águas e das florestas.</p>
<p>A secretária nacional de Bioeconomia, Carina Pimenta, do MMA, destacou a construção coletiva do programa, iniciada em 2023 por meio de consultas com indígenas, quilombolas, extrativistas, ribeirinhos e agricultores familiares &#8211; grupos de todo o Brasil.</p>
<blockquote><p>“Não buscamos apenas gerar valor econômico para o que é feito nesses locais, mas também valor socioambiental e sociocultural. É uma política feita com os territórios, não para os territórios”, enfatizou.</p></blockquote>
<p>Segundo Carina, o programa parte de um princípio central: a socioeconomia começa nos territórios.</p>
<blockquote><p>“Não há bioeconomia sem território. Precisamos reconhecer onde estão as comunidades, o que produzem e como as políticas públicas podem chegar até elas”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O programa trabalhará com núcleos regionais de desenvolvimento, hubs de inovação e apoio técnico. Juntas, as iniciativas devem oferecer crédito, assistência, capacitação e tecnologia, que devem beneficiar 9 milhões de pessoas de forma direta ou indireta.</p>
<h3><strong>Metas iniciais</strong></h3>
<p>No lançamento, foram apresentadas as metas nacionais para o período de 2025 a 2029, com foco na ampliação e fortalecimento da sociobioeconomia em todo o país. As ações previstas incluem:</p>
<ul>
<li>Criação de 2.000 empreendimentos, beneficiando cerca de 180 mil pessoas;</li>
<li>Implantação de 30 polos de desenvolvimento da sociobioeconomia, distribuídos em diferentes regiões do Brasil;</li>
<li>Aumento de 50% na participação de mercado dos produtos da sociobiodiversidade nos próximos cinco anos, assim como a captação de R$ 1 bilhão em investimentos voltados ao setor.</li>
</ul>
<h3><strong>Fortalecimento da Amazônia e do Cerrado</strong></h3>
<p>A secretária executiva da Rede Cerrado, Ingrid Silveira, destacou a importância de olhar para os biomas que correm mais riscos, como a Amazônia e o Cerrado.</p>
<blockquote><p>“O Cerrado é o coração das águas do Brasil”, disse. “Assim como ele pulsa vida para os outros biomas, a socioeconomia pode ser a energia que mantém esse coração batendo.&#8221;</p></blockquote>
<p>Ingrid apresentou dados preliminares de um estudo que mostram o potencial econômico das cadeias produtivas do Cerrado: o baru movimentou cerca de R$ 200 milhões em 2024, seguido pelo pequi (R$ 25 milhões) e o babaçu (R$ 10 milhões). “Esses números mostram que a socioeconomia é renda, conservação e dignidade”, afirmou.</p>
<p>Já Ivanildo Brilhante, do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), reforçou a história da luta dos povos da floresta por políticas próprias.</p>
<blockquote><p>“Durante décadas, fomos obrigados a derrubar árvores para acessar crédito. Hoje, temos uma política que reconhece nosso modo de produzir e preservar. A solução climática está em nós.&#8221;</p></blockquote>
<h3>Integração de políticas públicas</h3>
<p>A secretária executiva do MDA, Fernanda Maquiavelli, anunciou avanços no Pronaf Bioeconomia e em novas linhas de crédito adaptadas às realidades da floresta. “Estamos reconstruindo o Estado para que o crédito, a assistência técnica e as compras públicas cheguem às comunidades tradicionais”, explicou.</p>
<p>Entre as medidas destacadas, estão:</p>
<ul>
<li>Pró-Sociodiversidade, que garante preços mínimos para produtos extrativistas, como babaçu, castanha e borracha;</li>
<li>Pró-SocioBio, que estrutura cadeias produtivas da sociobiodiversidade, assim como o fortalecimento do microcrédito, orientado para cooperativas e associações.</li>
</ul>
<p>A secretária de Economia Verde, Júlia Cruz, reforçou a integração com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). Segundo ela, o governo destinará R$ 112 milhões, via BNDES, para mecanização adequada à sociobioeconomia.</p>
<blockquote><p>“Queremos garantir que o valor fique nas cooperativas e comunidades, e não apenas nas indústrias”, afirmou.</p></blockquote>
<h3><strong>Momento histórico</strong></h3>
<p>O secretário executivo do MMA, João Paulo Capobianco, enfatizou que o Prospera Sociobio é fruto de um esforço interministerial e histórico. “Nada disso é episódico. É resultado de uma estratégia que começou ainda na transição de governo, para recolocar os povos e comunidades tradicionais no centro das políticas públicas”, ressaltou.</p>
<p>Capobianco lembrou ainda da retomada do Bolsa Verde, programa de pagamento por serviços ambientais que já alcança quase 100 mil famílias, e da inclusão da bioeconomia como tema prioritário no G20.</p>
<blockquote><p>“O Prospera é parte de uma nova arquitetura de Estado, que enxerga a floresta em pé como valor econômico, cultural e ambiental.”</p></blockquote>
<p>Na cerimônia, o governo também apresentou a prévia de um edital de R$ 120 milhões, em parceria com a CARE Brasil e a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), para implantação dos primeiros núcleos de bioeconomia, em seis territórios: Altamira, Marajó, Salgado Paraense, Médio Solimões, Macapá e Rio Branco.</p>
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