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	<title>Projeto Sistemas Agroflorestais &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Projeto Sistemas Agroflorestais &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Fazenda em Belém sediará laboratório de sistemas agroflorestais na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 17:38:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/saf-foto-jose-rey-souza-arquivo-embrapa-03-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Neste ano, o AgForest Lab, projeto focado em sistemas agroflorestais promete sair do papel. A iniciativa, firmada na COP30,  é fruto de uma parceria entre a Embrapa e a TIM Brasil para funcionar como um ambiente de experimentação prático para testar tecnologias e modelos produtivos sustentáveis que integrem agricultura, floresta e inovação digital. A sede [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/saf-foto-jose-rey-souza-arquivo-embrapa-03-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Neste ano, o AgForest Lab, projeto focado em sistemas agroflorestais promete sair do papel. A iniciativa, firmada na COP30,  é fruto de uma parceria entre a Embrapa e a TIM Brasil para funcionar como um ambiente de experimentação prático para testar tecnologias e modelos produtivos sustentáveis que integrem agricultura, floresta e inovação digital.</p>
<p>A sede do projeto será na Fazenda Felisberto Camargo, área que antes era destinada à produção animal na capital paraense. Após a fase de adaptação, o espaço deve integrar empresas, universidades, instituições de pesquisa e produtores interessados em tecnologias sustentáveis na Amazônia. A fazenda fica dentro do espaço da Embrapa Amazônia Oriental e possui aproximadamente 213 hectares.</p>
<p>Bruno Giovany, chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Amazônia Oriental, explicou ao Globo Rural que a proposta é que o AgForest Lab funcione como um laboratório vivo, permitindo que parceiros utilizem o conhecimento acumulado pela empresa em décadas de pesquisa. As culturas previstas para estudo são açaí, cacau, andiroba, café e cumaru.</p>
<p>Na prática, haverá sensores instalados nas áreas de cultivo para registrar informações como incidência de praga, doenças nas plantas e dados meteorológicos. As informações serão enviadas em tempo real para os laboratórios de pesquisa, ajudando no acompanhamento dos experimentos e na gestão da área.</p>
<p>Esses dados podem ajudar a validar tecnologias agrícolas em condições reais de produção, assim como aproximar o setor produtivo da pesquisa científica.</p>
<p>Essa é a segunda parceria entre Embrapa e TIM para conectar ambientes de inovação no agro. Em 2025, durante a Agrishow 2025, as duas instituições anunciaram um acordo para levar conectividade 4G à AgNest, fazenda-laboratório instalada na Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna, no interior de São Paulo.</p>
<p>No caso do AgForest Lab participação da TIM no projeto envolve a oferta de conectividade 4G e 5G no campo experimental, além de soluções baseadas em internet das coisas (IoT). A infraestrutura digital deve permitir o monitoramento das lavouras, coleta de dados ambientais e rastreabilidade da produção.</p>
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		<title>Viveiros no Marajó promovem recuperação de áreas degradadas e geram renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 14:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/viveiros_agrofloresta_Marajo-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Arquipélago do Marajó está se transformando em um polo de sustentabilidade e geração de renda com a instalação de seis novos viveiros pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio). A iniciativa, implementada no primeiro semestre de 2025, tem como foco impulsionar a bioeconomia local e a recuperação de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/viveiros_agrofloresta_Marajo-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Arquipélago do Marajó está se transformando em um polo de sustentabilidade e geração de renda com a instalação de seis novos viveiros pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio). A iniciativa, implementada no primeiro semestre de 2025, tem como foco impulsionar a bioeconomia local e a recuperação de áreas degradadas, fornecendo mais de 100 mil mudas por ano para agricultores familiares.</p>
<p>O trabalho do Ideflor-Bio atende diretamente ao Projeto Sistemas Agroflorestais (PROSAF), promovendo o cultivo de espécies nativas e frutíferas de alto valor econômico. O agricultor Jovanildo Teles destaca o impacto direto da ação.</p>
<blockquote><p>“Isso garante a possibilidade de uma muda de qualidade e próximo de suas propriedades rurais. Além de diminuir a quase zero o investimento em mudas para o agricultor, já que elas serão doadas”, ressaltou.</p></blockquote>
<p>Para o diretor Vicente Neto, a ação do Ideflor-Bio representa um avanço importante na recuperação de áreas degradadas, unindo os componentes social, econômico e ambiental.</p>
<blockquote><p>“Essas atividades estão dentro de uma proposta que engloba os componentes social, econômico e ambiental, com o envolvimento de famílias,  geração de renda e contribuição ambiental, por meio da recuperação dessas áreas que foram degradadas”, pontuou o diretor.</p></blockquote>
<p>A estrutura dos viveiros, feita com ferro galvanizado e um sistema de irrigação por aspersão, assegura a proteção ideal e a qualidade das mudas produzidas.</p>
<p>A gerente do Escritório Regional do Marajó Oriental, Osiane Barbosa, ressalta que os seis novos viveiros implantados na porção leste do arquipélago impulsionam a bioeconomia da região. Já o engenheiro florestal do Ideflor-Bio, Daniel Francês, destacou que o último viveiro foi instalado em julho, no município de Muaná, e que a iniciativa inclui treinamento para técnicos e agricultores familiares.</p>
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