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	<title>produtor rural &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>produtor rural &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Produtor que não se adaptar ao clima será visto como cliente de &#8216;maior risco&#8217; pelo sistema financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 16:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação climática]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/agronegocio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O produtor rural que não priorizar estratégias de adaptação às mudanças climáticas passará a ser percebido como um cliente de maior risco pelo sistema financeiro. A avaliação é de Fabiana Alves, presidente do Rabobank no Brasil, durante o Congresso Brasileiro de Direito do Agronegócio, na semana passada. “O clima é um ativo essencial, produtivo, sem [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/agronegocio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O produtor rural que não priorizar estratégias de adaptação às mudanças climáticas passará a ser percebido como um cliente de maior risco pelo sistema financeiro. A avaliação é de Fabiana Alves, presidente do Rabobank no Brasil, durante o Congresso Brasileiro de Direito do Agronegócio, na semana passada.</p>
<blockquote><p>“O clima é um ativo essencial, produtivo, sem o qual não há produtividade, não há estabilidade nem retorno econômico. Ao mesmo tempo, ele não está no controle do produtor, está mais volátil a cada dia e é um ativo para o qual a gente não tem seguro”, destacou a executiva.</p></blockquote>
<p>De acordo com ela, diante da crescente instabilidade climática, as instituições passaram a incorporar dados georreferenciados, histórico de produtividade e variabilidade climática na análise de crédito, com o objetivo de avaliar a exposição das propriedades a eventos extremos.</p>
<blockquote><p>“Os bancos estão intensificando o monitoramento das áreas financiadas com uso de geodata e dados climáticos. Hoje já é possível sobrepor regime de chuva, histórico de perdas e variabilidade hídrica para estimar risco de quebra de safra.”</p></blockquote>
<h3><strong>Ativo econômico</strong></h3>
<p>Nesse cenário, o clima deixa de ser apenas uma variável externa e passa a ser um fator econômico determinante para a atividade. No Brasil, esse fator está diretamente ligado ao regime de chuvas, que sustenta a produção e viabiliza a segunda safra em diversas regiões.</p>
<blockquote><p>“O primeiro incentivo à segurança climática é o próprio Código Florestal. O primeiro desincentivo é o desmatamento desenfreado”, disse Fabiana ao reforçar que essa dinâmica depende de uma estabilidade ecossistêmica associada à preservação.</p></blockquote>
<h3><strong>Análise baseada em dados climáticos</strong></h3>
<p>Ao incorporar essa nova variável de risco, o crédito rural passa a ser estruturado com maior nível de rastreabilidade, conectando o financiamento ao uso do solo e à exposição climática das áreas produtivas.</p>
<p>No Brasil, a Resolução 5.267 do Banco Central criou bases para essa integração, enquanto exigências de transparência sobre risco climático avançam em outros mercados, especialmente na Europa.</p>
<p>Na prática, a capacidade de adaptação do produtor vai influenciar cada vez mais as operações. Estratégias como manejo do solo, retenção de água, diversificação produtiva e preservação ambiental tendem a reduzir a percepção de risco e melhorar o acesso ao crédito.</p>
<blockquote><p>“Faz mais sentido abrir mais área ou garantir a resiliência climática da área que você já tem? Não é pela sustentabilidade ambiental, é pela sustentabilidade econômica do ativo”, disse a executiva.</p></blockquote>
<h3><strong>Seguro rural ainda é gargalo</strong></h3>
<p>Fabiana também chamou a atenção para a fragilidade do seguro rural no Brasil. A baixa cobertura e capacidade limitada de absorver perdas aumentam o risco do sistema e afetam as condições de financiamento. “É o seguro que vai garantir a fluidez do crédito em qualquer momento drástico, seja ele climático ou não”, acrescentou ela.</p>
<h3><strong>Compliance ambiental</strong></h3>
<p>A mudança também amplia a exigência de compliance ambiental pelos bancos, que precisam verificar se o produtor cumpre a legislação antes de liberar o recurso. Diante da falta de dados públicos confiáveis e integrados, as instituições têm criado estruturas próprias de verificação, o que encarece as operações.</p>
<blockquote><p>“Os bancos estão tendo que fazer além do seu papel, por risco reputacional e pela falta de dados públicos confiáveis”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Um dos principais entraves, segundo ela, é o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que ainda não está totalmente analisado e validado. “Sem o CAR, a gente não consegue garantir o compliance ambiental nem usar adequadamente os instrumentos de incentivo à segurança climática”, concluiu.</p>
<p><em>Fonte: André Garcia/Gigante 163</em></p>
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		<title>CAR simplificado promete acelerar regularização de pequenas propriedades no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/tecnologia/car-simplificado-promete-acelerar-regularizacao-de-pequenas-propriedades-no-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 14:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[#CAR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
		<category><![CDATA[regularização]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/54601_142606-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará quer dar um passo para desburocratizar a regularização ambiental no campo, com a recém-publicada Instrução Normativa nº 2/2026, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas). A medida oficializa o uso de ferramentas geoespaciais como instrumentos de análise acelerada para o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Voltada especificamente para pequenas propriedades [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/54601_142606-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará quer dar um passo para desburocratizar a regularização ambiental no campo, com a recém-publicada Instrução Normativa nº 2/2026, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas). A medida oficializa o uso de ferramentas geoespaciais como instrumentos de análise acelerada para o Cadastro Ambiental Rural (CAR).</p>
<p>Voltada especificamente para pequenas propriedades e posses rurais de até quatro módulos fiscais. Na prática, a tecnologia de satélite passa a ser o &#8220;braço direito&#8221; da análise técnica, permitindo que o sistema estadual processe informações geográficas com muito mais agilidade.</p>
<p>O foco é resolver um gargalo histórico: a demora na validação dos cadastros, que impede o pequeno produtor de acessar créditos e políticas públicas.</p>
<p>De acordo com o secretário da Semas, Raul Protázio Romão, a mudança tem foco na eficiência sem abrir mão da segurança jurídica.</p>
<blockquote><p>“A ideia é garantir que o pequeno produtor receba uma resposta mais rápida. O CAR é a porta de entrada para várias políticas públicas, e a norma deixa o caminho mais claro, mantendo a proteção ambiental”, afirma.</p></blockquote>
<p>A reorganização do procedimento é feita a partir do seguinte esquema:</p>
<ul>
<li>Critérios mais objetivos: seguindo regras claras e bem definidas de análise, o número de interpretações divergentes cai, tornando o processo mais previsível.</li>
<li>Foco em verificações essenciais: a checagem possui foco na coerência das informações declaradas e na confirmação de que o imóvel não sobrepõe áreas legalmente protegidas como Unidades de Conservação, Terras Indígenas e territórios quilombolas.</li>
<li>Uso integrado de bases oficiais: a análise incorpora a tecnologia e utiliza dados de órgãos como IBGE, Incra, Iterpa e Funai para evitar duplicidade de análises.</li>
<li>Apoio de tecnologia e geoprocessamento: imagens de satélite e sistemas de monitoramento ajudam a validar informações com mais rapidez e precisão.</li>
<li>Correção de inconsistências: quando um erro é identificado, o órgão deve ajustar o cadastro com base nas informações oficiais, evitando a necessidade de reiniciar todo o processo.</li>
</ul>
<p>O secretário-adjunto da Semas, Rodolpho Zahluth Bastos, explica que a mudança busca tirar o pequeno produtor da espera prolongada causada pela burocracia.</p>
<blockquote><p>“Os procedimentos ficaram mais ágeis, mas com critérios técnicos bem definidos. O uso de bases oficiais e a rastreabilidade do processo garantem segurança. Com o CAR analisado mais rápido, o produtor consegue avançar na regularização e acessar assistência técnica, programas de apoio e crédito”, destaca.</p></blockquote>
<h3>Mais oportunidades para os produtores</h3>
<p>Segundo o Termômetro do Código Florestal (TCF), divulgado na semana passada pelo Observatório do Código Florestal (OCF), <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/diagnostico-revela-avanco-no-cadastro-ambiental-rural-mas-paralisia-na-recuperacao-ambiental/" target="_blank" rel="noopener">o Brasil teve avanço de 1,87% nos hectares inscritos no CAR no último ano, totalizando 436,9 milhões de hectares</a>. No entanto, as sobreposições de imóveis rurais com Unidades de Conservação cresceram 9%, sinalizando mais cadastros com menos qualidade.</p>
<p>O anúncio desta semana do governo aponta uma estratégia de combate a queda da qualidade desses registros, já que eles são indispensáveis para garantir a participação das famílias em projetos de valorização como o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e outros que incentivam a recuperação de áreas degradadas.</p>
<p>A diretora de Geotecnologias da Semas, Maximira Costa, garante que a simplificação não significa flexibilização da análise, mas um uso mais eficiente da metodologia e da tecnologia disponíveis.</p>
<blockquote><p>“O processo ficou mais organizado, garantindo segurança jurídica e acelerando a regularização ambiental da agricultura familiar”, ressalta.</p></blockquote>
<p>Para o secretário Raul Protázio, acelerar a análise do CAR é uma forma eficiente de melhorar o acesso do pequeno produtor aos programas de apoio e linhas de financiamento, fundamentais para que esses trabalhadores consigam ampliar práticas sustentáveis na agricultura e pecuária com segurança jurídica.</p>
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		<title>Mais de 440 mil produtores rurais regularizaram suas dívidas pelo Desenrola Rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 16:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/produtor_rural94-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Desenrola Rural alcançou resultados expressivos na regularização de dívidas de pequenos produtores agrícolas, após quase um ano do seu lançamento. Dados consolidados revelam um balanço positivo e apontam que mais de 440 mil acordos foram realizados e R$ 20,3 bilhões negociados por meio do Edital nº 3/2025 . Theo Lucas Borges, assessor especial da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/produtor_rural94-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Desenrola Rural alcançou resultados expressivos na regularização de dívidas de pequenos produtores agrícolas, após quase um ano do seu lançamento. Dados consolidados revelam um balanço positivo e apontam que mais de 440 mil acordos foram realizados e R$ 20,3 bilhões negociados por meio do Edital nº 3/2025 .</p>
<p>Theo Lucas Borges, assessor especial da procuradora-geral da Fazenda Nacional, avaliou que o sucesso do edital se deu pela atratividade das condições oferecidas: descontos de até 70%, parcelamento em até 145 meses e entrada dividida em 12 prestações.</p>
<blockquote><p>“Entre fevereiro e dezembro de 2025, foram mais de 881 mil débitos regularizados, totalizando mais de R$ 20 bilhões negociados e a concessão de mais de R$ 6 bilhões em descontos para o agricultor familiar”, comemorou o procurador.</p></blockquote>
<p>Um dos maiores benefícios destacados foi a agilidade na recuperação do crédito, já que, logo após o pagamento da primeira prestação, o produtor obtém a Certidão Positiva de Débito com Efeito de Negativa (CPDEN) e sai do Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados do Setor Público Federal (Cadin). Com isso, ele já fica apto para acessar as linhas de crédito do Plano Safra e de outros programas federais em poucos dias.</p>
<h3>Adesões seguem abertas</h3>
<p>Para ampliar o acesso ao crédito e contemplar mais produtores, o programa segue com adesões abertas até 30 de janeiro de 2026. Com a extensão, a expectativa da Procuradoria é ultrapassar a marca dos 450 mil acordos e chegar a mais de R$ 22 bilhões em dívidas renegociadas nesta reta final.</p>
<p>Eduardo Bucci, procurador da Fazenda Nacional, destaca que a importância do Desenrola Rural vai além dos números. Ele frisou o papel fundamental dos produtores familiares na economia e na segurança alimentar do País.</p>
<blockquote><p>“A agricultura familiar é o que alimenta o povo brasileiro, é o que faz a produção de fato dos produtos que chegam para nós”, afirmou. A regularização fiscal, segundo ele, é um passo decisivo para que esses produtores possam acessar políticas públicas. “Trazer a regularidade fiscal para esse público permite que ele compre fertilizantes, maquinário, faça uma melhor irrigação e tenha maior dignidade”, completou.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Preservação da floresta aumenta produtividade do cacau no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nahama Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 12:57:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
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		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/altamira-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A produtividade do cacau no estado do Pará está diretamente ligada à conservação das florestas. Municípios que mantiveram suas áreas de vegetação nativa intactas desde a década de 1980 registraram um aumento de cerca de 65% na produção de cacau. Em contrapartida, as regiões que sofreram com o desmatamento desenfreado tiveram uma queda de até [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/altamira-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A produtividade do cacau no estado do Pará está diretamente ligada à conservação das florestas. Municípios que mantiveram suas áreas de vegetação nativa intactas desde a década de 1980 registraram um aumento de cerca de 65% na produção de cacau. Em contrapartida, as regiões que sofreram com o desmatamento desenfreado tiveram uma queda de até 40% na produtividade</p>
<p>Essa foi a principal conclusão de um <a href="https://www.cambridge.org/core/journals/environmental-conservation/article/tropical-forests-and-cocoa-production-synergies-and-threats-in-the-chocolate-market/C9B13062D8A6C5EDBEDFFE490B14D9C3" target="_blank" rel="noopener">estudo publicado na revista “<em>Environmental Conservation</em></a>” por pesquisadores do Instituto Tecnológico Vale (ITV) e das universidades federais do Pará (UFPA) e de Goiás (UFG).</p>
<p>Os pesquisadores analisaram a produção do cacau em 60 municípios do Pará, e em mais 101 cidades da Bahia, estados líderes na produção do fruto que é o principal ingrediente do chocolate. Ao longo de quase quatro décadas, comparou-se dados de cobertura florestal, extensão de terras cultivadas e fragmentação das áreas verdes. Os resultados indicam que a presença de florestas favorece o clima, a proteção do solo e a polinização, fatores fundamentais para a produtividade das lavouras de cacau.</p>
<blockquote><p>“Independentemente do histórico de uso do solo nas regiões estudadas, nosso trabalho deixa claro que a perda de cobertura florestal é um fator determinante para a queda na produção”, explica Gustavo Júnior de Araújo, pesquisador do ITV e autor do estudo.</p></blockquote>
<p>Ainda de acordo com o estudo o modelo de cultivo também influencia o resultado: áreas que preservaram a vegetação natural mantiveram um equilíbrio mais sustentável na produção do cacau.</p>
<p>O estudo também observou que o benefício da cobertura florestal varia conforme o tamanho das propriedades. Grandes produtores, com áreas acima de 10 hectares, conseguiram aproveitar melhor os efeitos positivos das florestas, enquanto pequenos agricultores enfrentam desafios, como maior dificuldade de acesso a tecnologias e mercado. Ainda assim, a manutenção das matas nativas é fundamental para garantir a produtividade a longo prazo.</p>
<p>As conclusões do estudo alertam que a expansão do monocultivo de cacau a pleno sol pode comprometer a produção, além de reduzir as florestas naturais e os serviços ecossistêmicos essenciais para a produtividade do cacau.</p>
<blockquote><p>“É necessário incentivar políticas públicas que promovam os benefícios dos sistemas agroflorestais, apoiar financeiramente os produtores na transição para sistemas mais sustentáveis e fomentar a pesquisa sobre a viabilidade e os impactos dos monocultivos de cacau”, destaca o pesquisador</p></blockquote>
<p>Após o estudo sobre a produção de cacau, a equipe de pesquisadores ressalta que continuará investigando formas de equilibrar rentabilidade e preservação, incluindo a diversidade genética das plantas, do clima e do solo, para fortalecer a produção do fruto.</p>
<p><em>Com informações do site Um Só Planeta</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Agricultores de áreas de riscos climáticos terão condições especiais para contratar crédito rural</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/agricultores-de-areas-de-riscos-climaticos-terao-condicoes-especiais-para-contratar-credito-rural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2023 16:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[custeio agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[ProAgro]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
		<category><![CDATA[risco climático]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/24082012-150627-soja001_vagem02_100dpi_1600x1200px-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os produtores rurais de áreas classificadas como de riscos climáticos terão mais flexibilidade para contratar operações de crédito rural de custeio agrícola. O Conselho Monetário Nacional (CMN) dispensou a exigência de seguro rural ou de enquadramento obrigatório no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) para produtores dessas áreas em empréstimos de até R$ 335 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/24082012-150627-soja001_vagem02_100dpi_1600x1200px-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Os produtores rurais de áreas classificadas como de riscos climáticos terão mais flexibilidade para contratar operações de crédito rural de custeio agrícola. O Conselho Monetário Nacional (CMN) dispensou a exigência de seguro rural ou de enquadramento obrigatório no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) para produtores dessas áreas em empréstimos de até R$ 335 mil com recursos controlados.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1551037&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1551037&amp;o=node" /></p>
<p>A dispensa valerá até junho de 2024 e beneficiará produtores cujas lavouras estejam dentro do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), definido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.</p>
<p>A flexibilização só será aplicada se o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou o Cadastro Ambiental Rural (CAR) do tomador do empréstimo tiver pelo menos sete perdas de safra, consecutivas ou não, nos cinco anos agrícolas (que vão de julho de um ano a junho do ano seguinte) em que ocorreu o pedido de enquadramento no Proagro.</p>
<p>O CMN também autorizou uma nova rodada de renegociações de empréstimos de crédito rural para investimentos (compra de equipamentos ou modernização de propriedades rurais) com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p>Cada produtor poderá renegociar cada operação três vezes, em vez do limite atual de duas, em caso de incapacidade de pagamento, por dificuldade de comercialização, quebra de safra ou entraves ao plantio e à colheita.</p>
<p>Com a medida, os médios e grandes produtores rurais passaram a ter o mesmo tratamento dos agricultores familiares. Em junho, os financiamentos de investimento concedidos pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) em atraso passaram a ser renegociados até três vezes.</p>
<p>Desde 2005, os financiamentos rurais com recursos do BNDES podem prorrogar as operações de investimento em caso de dificuldade de pagamento até o limite de 8% da soma das parcelas com vencimento no respectivo ano em cada instituição financeira.</p>
<p>Na reunião de quinta-feira, 24, o CMN também aprovou os preços de referência para os produtos agropecuários e da aquicultura que terão vigência a partir do ano agrícola 2023/2024.</p>
<p>Definidos com base nos custos de produção ou dos preços médios de mercado, esses preços são considerados em linhas especiais para estocagem de produtos e nas linhas que garantem o preço mínimo na aquisição por cooperativas, agroindústrias e outras empresas que beneficiam ou industrializam os produtos amparados pela política de preços de referência</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
</div>
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		<title>Agro ganha reforço de R$ 7,6 bilhões em créditos rurais para os próximos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 15:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[Baixo Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2022/2023]]></category>
		<category><![CDATA[PLano Safra 2023/2024]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/plano4-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Prestes a ser lançado o Novo Plano Safra 2023/2024, focado na Agricultura de Baixo Carbono, os produtores rurais do Brasil poderão contar com um reforço de aproximadamente R$ 7,6 bilhões em crédito rural e financiamento dolarizado para os próximos dias. O anúncio foi feito durante a abertura da Bahia Farm Show, na terça-feira (6), em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/plano4-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Prestes a ser lançado o Novo Plano Safra 2023/2024, focado na Agricultura de Baixo Carbono, os produtores rurais do Brasil poderão contar com um reforço de aproximadamente R$ 7,6 bilhões em crédito rural e financiamento dolarizado para os próximos dias. O anúncio foi feito durante a abertura da Bahia Farm Show, na terça-feira (6), em Luis Eduardo Magalhães (BA).</p>
<p>O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, anunciou o complemento de R$ 3,6 bilhões para o Plano Safra 2022/2023, que está em vigor. Disponibilizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), os recursos para a Safrinha ofertam crédito rural para todos os programas agropecuários do governo federal, permitindo investimentos em custeio, inovação, maquinário e comercialização e estarão à disposição dos produtores rurais que participam da feira em busca de novos investimentos e suas produções.</p>
<blockquote><p>“Estamos vivendo uma fase de muito incentivo. A retomada de programas de investimentos com toda a força e determinação do presidente Lula”, comentou o ministro lembrando que, em fevereiro, foram liberados R$ 2,9 bilhões para reforço do Plano Safra.</p></blockquote>
<p>Considerada um sucesso, a linha de financiamento em dólar para crédito rural, desenvolvida pela parceria entre Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e BNDES, conta com R$ 4 bilhões no BNDES Crédito Rural que, a partir de agora, também poderão ser utilizados para financiamento de construção e ampliação de armazéns, irrigação, formação e recuperação de pastagens, geração e distribuição de energias de fontes renováveis e regularização ambiental da propriedade.</p>
<p>O financiamento conta com taxa de juros fixas de até 8,06% ao ano mais a variação do dólar e prazo de 120 meses, com até 24 de carência. “A novidade é que a linha passa a ser destinada para programas, para tudo aquilo que o produtor tiver necessidade, quer seja a compra de calcário, a conversão de pastagens, todos aqueles investimentos em máquinas, armazéns, inclusive a construção civil dessas obras podem ser financiadas -por essa linha de crédito dolarizada”, explicou Fávaro.</p>
<p>Ao todo, neste primeiro semestre, o BNDES disponibiliza cerca de R$ 11 bilhões para o setor agropecuário. Já o Banco do Brasil, em maio de 2023, registrou o maior investimento de toda a sua história no setor, totalizando aproximadamente R$ 15 bilhões.</p>
<p>O ministro ainda destacou que o Novo Plano Safra, ancorado na agricultura de baixo carbono, será robusto, com recursos de apoio à comercialização e dê condições para que os produtores continuem sendo competitivos.</p>
<p><strong>Competitividade</strong></p>
<p>Entre as propostas para ampliar a competitividade dos produtores da região, o ministro Carlos Fávaro anunciou uma parceria entre o Mapa e o Governo da Bahia para a realização de obras estruturantes nas estradas vicinais, como a substituição de pontes de madeira, drenagem, entre outras, que permitirão o melhor escoamento da safra.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Sisteminha faz 21 anos e ganha versão voltada ao empreendedorismo comunitário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 18:20:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo comunitário]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
		<category><![CDATA[Sisteminha]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/sisteminha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Sistema de Produção Integrada de Alimentos, conhecido como Sisteminha, acaba de completar 21 anos como uma das tecnologias sociais de maior sucesso no Brasil e adotada em vários outros países. Ele permite que famílias de baixa renda possam se alimentar com o que é produzido localmente, por meio de estruturas simples montadas com recursos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/sisteminha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Sistema de Produção Integrada de Alimentos, conhecido como Sisteminha, acaba de completar 21 anos como uma das tecnologias sociais de maior sucesso no Brasil e adotada em vários outros países. Ele permite que famílias de baixa renda possam se alimentar com o que é produzido localmente, por meio de estruturas simples montadas com recursos disponíveis no lugar. A produção excedente pode ser partilhada com vizinhos ou mesmo comercializada.</p>
<p>O Sisteminha acaba de ganhar uma versão para auxiliar as famílias a gerar renda por meio do empreendedorismo comunitário. O Sisteminha Comunidades,  além de contribuir para a segurança alimentar e nutricional da família, quando instalado com ênfase na comunidade, a produção é incrementada para atender ao mercado local, podendo se tornar modelo de empreendedorismo e desenvolvimento comunitário.</p>
<h3><strong>Como funciona</strong></h3>
<p>A tecnologia social é apropriada para produzir alimentos em pequenos espaços em áreas urbanas e rurais para atender às necessidades nutricionais de uma família de quatro a cinco pessoas, de acordo com as recomendações nutricionais da Organização Mundial da Saúde (<a href="https://www.who.int/pt" target="_blank" rel="noopener">OMS</a>).</p>
<p>Em um quintal de tamanho entre 100 e 1,5 mil metros quadrados, o Sisteminha expressa toda sua versatilidade, sendo possível a produção de peixes, ovos e carne de galinhas e codornas, suínos, porquinhos-da-índia, grãos, legumes, frutas, hortaliças, húmus de minhoca e composto orgânico, entre outros. Além de garantir a alimentação básica às famílias, possibilita também a geração de renda, por meio da comercialização do excedente da produção.</p>
<p>Toda a implantação do projeto é voltada para a redução de custos e seguindo modelo agrícola sustentável.</p>
<blockquote><p>“É uma metodologia simples, de fácil construção, que não interfere culturalmente nas famílias e consegue retirar as pessoas da situação de pobreza e miséria, gerando segurança e soberania alimentar em menos de sete meses. E o principal, ensina as famílias a conquistarem sua independência alimentar e nutricional, melhorando sua autoestima e capacidade de resolver problemas relacionados à execução das atividades”, explica o criador do Sisteminha, o zootecnista Luiz Carlos Guilherme, pesquisador da Embrapa.</p></blockquote>
<h3>Do empreendedorismo familiar ao comunitário</h3>
<p>Embora seja simples, o Sisteminha tem que ser gerido como uma empresa. A princípio, sem fins lucrativos, mas com clientes: os próprios integrantes da família beneficiada. Os insumos utilizados, como sementes e ração, por exemplo, devem ser escolhidos visando à produtividade.</p>
<blockquote><p>“Porque não adianta você receber um animal, um pintinho GLK, ISA Brown, com a capacidade de postura de até 300 ovos por ano e não alimentá-lo com ração balanceada específica ou substituí-la por milho e outros alimentos alternativos, que não suprem a necessidade imposta pela alta produção”, observa Guilherme.</p></blockquote>
<p>Segundo explica o autor da tecnologia, no modelo de execução individual, a família é responsável pela gestão de toda a cadeia produtiva do Sisteminha, incluindo a aquisição de insumos, obtenção de informações técnicas e comercialização dos produtos excedentes, de acordo com as possibilidades de negócios que aparecem (escambo ou venda).</p>
<blockquote><p>“Mesmo com limitações, consegue-se, por meio de alguns multiplicadores populares, racionalizar e organizar a produção de alimentos e a geração de excedentes. No entanto, o ônus do processo individual de produção não contribui para a formação de uma rede que possa atuar diretamente com o mercado, de modo a profissionalizar o empreendedorismo individual da família, uma vez que o mercado, nesse caso, não é prioridade, mas sim a segurança alimentar,” detalha Guilherme. “O Sisteminha Comunidades, novo modelo do Sisteminha proposto pela Embrapa Cocais, vem para integrar o mercado nas atividades de produção.”</p></blockquote>
<h3>Produção escalada de alimentos</h3>
<p>O modelo do Sisteminha Comunidades favorece a execução coletiva nas comunidades e a produção escalada de alimentos. Com isso, o empreendedorismo vai além da estabilização da segurança alimentar e nutricional da família. O excedente da produção dos alimentos pode ser compartilhado, trocado ou vendido entre a comunidade das famílias e comercializado no mercado local para compra coletiva dos insumos e demais necessidades do negócio.</p>
<blockquote><p>“O papel dos multiplicadores populares é essencial para o sucesso do empreendimento coletivo. São eles que levam o conhecimento técnico-científico para o entorno das comunidades, assim sucessivamente, movimento que pode ser potencializado nas regiões com o apoio institucional”, destaca o pesquisador. Ele afirma que a versão escalada da tecnologia é o Sisteminha melhorado e foca no desenvolvimento socioeconômico da região com sustentabilidade.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Embrapa</em></p>
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		<title>Custo de contêiner para Europa passa de &#8216;US$ 2 mil para US$ 15 mil&#8217;</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/custo-de-conteiner-para-europa-passa-de-us-2-mil-para-us-15-mil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 13:39:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[contêiner]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[frete marítimo]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/conteiner-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A escassez de contêineres e navios para o translado de mercadorias continua a afetar os produtores rurais no Brasil. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), destacou na terça-feira, 19/10, durante a reunião-almoço da bancada, que a demora para suprir a demanda tem elevado o preço dos fretes e gerado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/conteiner-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A escassez de contêineres e navios para o translado de mercadorias continua a afetar os produtores rurais no Brasil. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), destacou na terça-feira, 19/10, durante a reunião-almoço da bancada, que a demora para suprir a demanda tem elevado o preço dos fretes e gerado aumento nos prazos para a exportação e importação de produtos.</p>
<blockquote><p>“Um contêiner, em média custava US$ 2 mil para chegar à Europa, hoje temos casos de produtores pagando até US$ 15 mil,” disse o deputado.</p></blockquote>
<p>O parlamentar defendeu a criação de um plano mínimo de contingência nos portos brasileiros por parte do Governo Federal. “Já fizemos reunião com o Ministério da Economia, Ministério da Infraestrutura e amanhã seria com os armadores, mas foi transferida para novembro,” afirmou Sérgio Souza.</p>
<p>O deputado completou ao dizer que “a cadeia produtiva precisa se movimentar para solucionar esse problema, que tem gerado perda de oportunidades de mercado devido à demora dos envios, motivada pela demanda crescente de grandes exportadores, como Ásia, EUA e Europa.”</p>
<h3>Ferrovias</h3>
<p>Entre os demais assuntos, os integrantes da bancada debateram também o Marco Legal das Ferrovias (PLS 261/2018), aprovado no último dia 5, no Senado Federal, para o destravamento de obras e escoamento da produção agropecuária no país.</p>
<blockquote><p>“Esse tema é um grande indutor da redução dos custos de produção nos estados. A logística é algo importantíssimo. Onde temos ferrovias a tonelada de soja chega ao porto com uma diferença de R$ 40 a R$ 50 reais por tonelada,” explica Sérgio Souza.</p></blockquote>
<p>O texto estabelece uma nova ordem de ferrovias, construídas ou adquiridas pela iniciativa privada por meio de outorgas de autorização, além de dispor sobre a autorregulação ferroviária e a segurança do trânsito e do transporte ferroviários.</p>
<p>Do senador licenciado José Serra (PSDB-SP), o texto será relatado na Câmara dos Deputados pelo deputado Zé Vitor (PSL-MG), membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).</p>
<p>Coordenador de infraestrutura e logística da FPA, o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania – SP), disse que o intuito da autorização na outorga de ferrovias, disposto no PL, trará ritos mais simplificados para investidores interessados em participar do esforço de ampliação e modernização da malha ferroviária. Pela proposta, a autorização para exploração de ferrovia pela empresa requerente ou vencedora de processo seletivo, caso haja mais de uma interessada no trecho, deverá ser formalizada em contrato com prazo determinado.</p>
<p>O deputado ressaltou ainda as emendas apresentadas pela FPA, como a MP 165, em tramitação na Câmara, que trata também sobre o tema. Desde a sua vigência, o Ministério da Infraestrutura já permitiu 12 licitações de ferrovias.</p>
<p>“Essa MP recebeu um conjunto de contribuições do nosso setor para garantir que as licitações tenham concorrência. Não queremos monopólio estatal, mas sim segurança jurídica, com menor custo e tarifa mais acessível para o produtor garantir o escoamento da produção.”</p>
<h3><strong>Custo de produção</strong></h3>
<p>Sérgio Souza enfatizou os problemas causados pelo aumento do custo de produção ocorrido no Brasil, nos últimos meses.</p>
<blockquote><p>“É inaceitável a forma como se deram os aumentos dos preços de produtos e insumos agrícolas, nos últimos sete meses. Isso está sendo sentido pelo povo brasileiro, que está pagando mais caro pelo alimento,” afirmou o parlamentar.</p></blockquote>
<p>O presidente da FPA destacou ainda que a solução para o problema está entre o produtor e o consumidor. “Isso será pauta prioritária da FPA daqui para a frente, vamos buscar uma fórmula junto ao governo para que possamos reduzir os custos na produção agrícola e entregar ao cidadão um produto mais em conta,” finalizou.</p>
<h3><strong>COP-26</strong></h3>
<p>Ainda durante a reunião, o presidente da Embrapa, Celso Moretti, afirmou que irá defender o setor agropecuário brasileiro, que segundo ele “alia um trabalho de produção e preservação”, durante a Conferência das Partes (COP26), em Glasgow, na Escócia. O maior evento do mundo sobre meio ambiente é organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e começa no próximo dia 31.</p>
<p>“O Brasil fez ao longo dessas cinco décadas uma transformação fantástica, saiu de um país importador de alimentos, na década de 70, e tornou-se um dos maiores players produtores mundiais de alimentos, fibras e bioenergia,” disse.</p>
<p><em>Fonte: FPA</em></p>
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