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	<title>preservação ambiental &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>preservação ambiental &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Transparência sobre o Código Florestal é insuficiente nos estados, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nahama Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 14:23:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/restauracao_florestal8-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Quase 40% das informações sobre a aplicação do Código Florestal nos estados e no Distrito Federal não estavam disponíveis ao público em 2025. A conclusão é de uma nota técnica do Observatório do Código Florestal (OCF), elaborada em parceria com o Instituto Centro de Vida (ICV). O estudo avaliou 12 tipos de dados sobre regularização [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/restauracao_florestal8-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">Quase 40% das informações sobre a aplicação do Código Florestal nos estados e no Distrito Federal não estavam disponíveis ao público em 2025. A conclusão é de uma nota técnica do Observatório do Código Florestal (OCF), elaborada em parceria com o Instituto Centro de Vida (ICV).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo avaliou 12 tipos de dados sobre regularização ambiental nos sites dos órgãos estaduais e analisou 135 pedidos de informação enviados entre julho e setembro de 2025.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o documento, “os órgãos ambientais devem divulgar de forma ativa informações sobre desmatamento, fiscalização, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e Programas de Regularização Ambiental (PRA), além de responder adequadamente às solicitações da sociedade”.</span></p>
<p>Para a analista socioambiental do ICV, Júlia Mariano, a falta de transparência dificulta a fiscalização e o avanço da regularização ambiental no país.</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“A transparência ambiental no Brasil ainda é limitada na maioria dos estados. Além da falta de dados essenciais como do monitoramento da fiscalização e da recuperação de áreas, dados críticos sobre o pagamento de multas, que permitem à sociedade acompanhar a responsabilização por danos ambientais, por vezes estão indisponíveis ou são apresentados de forma precária”, disse.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O levantamento mostrou ainda que apenas 8% das informações analisadas estavam completas, atualizadas e em formato adequado. Em relação aos pedidos via Lei de Acesso à Informação, 66,7% foram respondidos dentro do prazo, enquanto parte ficou sem resposta ou foi enviada fora do período legal.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Quando o governo não é transparente, ele viola diretamente o direito básico de todo cidadão de ter acesso à informação. Com isso, a democracia perde sua força, porque é justamente a informação que permite à sociedade participar de forma qualificada, fiscalizar e cobrar resultados”, pontuou Júlia Mariano.</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Consórcio Amazônia Legal e Governo Alemão assinam acordo para preservação ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 13:10:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[preservação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Termo de Cooperação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/acordo2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente do Consórcio Amazônia Legal (CAL) e governador do Pará, Helder Barbalho, e representantes da Embaixada da Alemanha no Brasil, assinaram no final da noite de quinta-feira, 9, um Termo de Cooperação para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. O documento é uma ferramenta institucional que garante segurança jurídica para a realização de parcerias entre [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/acordo2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O presidente do Consórcio Amazônia Legal (CAL) e governador do Pará, Helder Barbalho, e representantes da Embaixada da Alemanha no Brasil, assinaram no final da noite de quinta-feira, 9, um Termo de Cooperação para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. O documento é uma ferramenta institucional que garante segurança jurídica para a realização de parcerias entre os estados amazônicos e a Alemanha.</p>
<blockquote><p>“Com este Termo de Cooperação vamos ampliar nossas relações e fortalecer os instrumentos legais que possam permitir que o conhecimento, o apoiamento, o financiamento e a institucionalidade fortaleçam a preservação da Amazônia e o cuidado com os brasileiros que nela vivem”,disse o presidente do Consórcio.</p></blockquote>
<p>Helder Barbalho reforçou a importância de os estados amazônicos “avançarem na construção de um cenário de sustentabilidade, olhando pelas pessoas e cuidando da floresta”.</p>
<p><strong>Desenvolvimento integrado</strong></p>
<p>O Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal é formado por nove estados, que ocupam 59% do território brasileiro e abrigam mais de 29,3 milhões de pessoas.</p>
<p>Sua missão é acelerar o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal de forma integrada e cooperativa, considerando as oportunidades e os desafios regionais. O Consórcio visa ser referência global em articulação, estratégia e governança, para transformar a Amazônia Legal em uma região competitiva, integrada e sustentável até 2030.</p>
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		<title>Pará defende união na Amazônia para ampliar acesso a financiamentos internacionais</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-defende-uniao-na-amazonia-para-ampliar-acesso-a-financiamentos-internacionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 13:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[preservação ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/vista-da-amazonia_-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Mauro O’de Almeida, defendeu nesta quinta-feira, 9, em Manaus, no Amazonas, ações conjuntas dos estados da Amazônia Legal para o combate ao desmatamento e a preservação ambiental, além da desburocratização dos fundos de financiamento globais que podem colaborar com o Pará e a região, para impulsionar [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/vista-da-amazonia_-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Mauro O’de Almeida, defendeu nesta quinta-feira, 9, em Manaus, no Amazonas, ações conjuntas dos estados da Amazônia Legal para o combate ao desmatamento e a preservação ambiental, além da desburocratização dos fundos de financiamento globais que podem colaborar com o Pará e a região, para impulsionar as políticas que buscam garantir a chamada transição socioeconômica de baixo carbono, destinada a conciliar crescimento econômico e preservação ambiental, com a redução da emissão de gases do efeito estufa.</p>
<p>O titular da Semas participa, desde a última quarta-feira, 7, de agendas organizadas pelo Consórcio Interestadual de Governadores da Amazônia Legal, que antecedem a  Assembleia Geral dos Governadores da região, nesta sexta-feira, 10, com a presença do governador do Pará e presidente do Consórcio, Helder Barbalho, e dos demais chefes dos Executivos da região.</p>
<p>A diretora-geral do Programa Municípios Verdes, do Governo do Pará, Camilla Miranda, também participa da programação.</p>
<p>Entre os temas discutidos nas agendas preliminares estão a institucionalização do GCF Task Force (Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Floresta), movimento criado para apoiar iniciativas de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (Redd+), e outras iniciativas que reduzam as emissões de gases causadores do efeito estufa, além da participação dos estados na Conferência do Clima das Nações Unidas (COP) 28, neste ano, como um caminho a ser percorrido até a COP 30, em Belém, em 2025. Bioeconomia e mercado de carbono também fizeram parte dos debates.</p>
<p>Mauro O’de Almeida adiantou que o Consórcio está pensando em um plano regional de combate ao desmatamento, e cobrou mais apoio para políticas e ações em forma de recursos.</p>
<p>“Eu entendo esse plano como um suporte para os estados nas estratégias que cada um tem para combater o desmatamento e as queimadas, que vêm de uma cobrança necessária e urgente, mas que precisam também vir acompanhadas de uma acesso a recursos em forma de financiamento, suporte acessível e melhores fluxos. Hoje, nós temos recursos disponíveis no mundo para a agenda climática, mas eles são muito burocratizados, muito difíceis de serem acessados. Quase nenhum estado da Amazônia Legal tem acesso ao Green Climate Fund e Global Environment Fund, grandes fundos que resultaram de convenções da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre mudanças climáticas e biodiversidade. A gente precisa, para além da cobrança, de apoio”, frisou o titular da Semas.</p>
<h3><strong>Desafios expostos</strong></h3>
<p>De acordo com o secretário, um dos diferenciais do Brasil é que apresenta seus desafios internacionalmente.</p>
<blockquote><p>“Todo mundo tenta esconder os seus desafios, e o Brasil é o único que diz que tem desafios e precisa de ajuda. A cobrança tem que vir casada com esse apoio, para que a gente possa colocar nossas políticas em implementação. Nós sabemos como fazer, temos planos. Precisamos de suporte”, reiterou.</p></blockquote>
<p>Mauro O’de Almeida frisou ainda que no momento em que estão reunidas as altas administrações ambientais dos estados é fundamental tratar não apenas do cenário das mudanças climáticas, mas também do que precisa ser feito até 2025, incluindo os desafios da floresta, das queimadas, do desmatamento, e de demandas sociais e econômicas.</p>
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		<title>Agricultora usa sistema agroflorestal para produzir uma das melhores amêndoas de cacau do País</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/agricultora-usa-sistema-agroflorestal-para-produzir-uma-das-melhores-amendoas-de-cacau-do-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 14:57:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[#agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[preservação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[SAF]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/cacau_producao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />É de um sítio na rodovia Transamazônica, no município de Brasil Novo, na região de integração do Xingu, no sudoeste paraense, que sai uma das melhores amêndoas de cacau do Brasil. A produção é da agricultora e chocolatier Verônica Preuss, catarinense que chegou ao Pará em 2009 com a família. Nos últimos 14 anos, a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/cacau_producao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>É de um sítio na rodovia Transamazônica, no município de Brasil Novo, na região de integração do Xingu, no sudoeste paraense, que sai uma das melhores amêndoas de cacau do Brasil. A produção é da agricultora e chocolatier Verônica Preuss, catarinense que chegou ao Pará em 2009 com a família. Nos últimos 14 anos, a plantação saiu de três para dez mil pés do fruto.</p>
<blockquote><p>“Nossa produção foi desde o início com a preocupação com a conservação do solo e das matas. Pois recuperamos uma área de pastagem já degradada plantando o cacau. Em seguida não usamos a queimada para outra área. Inclusive, mantivemos muitas árvores nativas tendo essa área como SAFs”, explica Verônica.</p></blockquote>
<p>SAFs é a sigla para sistemas agroflorestais. Os SAFs otimizam o uso da terra, conciliando a preservação ambiental com a produção de alimentos, conservando o solo e diminuindo a pressão pelo uso da terra para a produção agrícola. Os sistemas têm vantagens ecológicas e econômicas e podem ser utilizados para restaurar florestas e recuperar áreas degradadas.</p>
<p>A expansão sustentável da propriedade da Verônica é um exemplo de como o cultivo da principal matéria-prima do chocolate tem integrado geração de emprego e renda à preservação da floresta. A cultura feita em plantação de áreas degradadas, por agricultores familiares e em sistemas agroflorestais, tem como resultado a recuperação dessas áreas, com a redução do fogo e do desmatamento na região.</p>
<h3>Incentivo e proteção da floresta</h3>
<p>A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuária e da Pesca (Sedap) desenvolve um projeto de internacionalização de amêndoas que incentiva o beneficiamento primário de cacau, com o objetivo de melhorar a qualidade das amêndoas e assim conseguir melhores preços nos mercados nacional e internacional.</p>
<blockquote><p>“Este incentivo é concedido às instituições públicas e privadas através de recursos financeiros do Funcacau – Fundo de Desenvolvimento da Cacauicultura Paraense, proporcionando que produtores conquistem prêmios de melhor amêndoa tanto a nível nacional quanto internacional”, explica o engenheiro agrônomo e coordenador do projeto Procacau, Ivaldo Santana.</p></blockquote>
<p>Outra etapa do projeto é a promoção, divulgação, identificação de mercados através de missões nacionais e internacionais, comercialização de amêndoas em feiras e rodadas de negócios, com a execução de dois festivais internacionais de cacau no Estado. Há ainda um projeto de Indicação Geográfica que está em execução nas regiões da Transamazônica e Baixo Tocantins.</p>
<p>Ainda segundo o engenheiro agrônomo, o Estado atua como promotor da expansão sustentável do cacau em diferentes eixos, como a produção de sementes híbridas, que são distribuídas gratuitamente aos produtores, na recuperação de áreas degradadas com o plantio de cacau em SAF’s, tendo a cultura do cacau como o componente principal, e outros serviços.</p>
<blockquote><p>“Hoje o cacau é utilizado para recomposição de áreas de reserva legal (Instrução Normativa Semas/Ideflor-Bio) mediante plantio de cacau (Theobrama cacao L.) em Sistemas Agroflorestais, e também as ações voltadas para a captura/sequestro de carbono, objetivando incrementar a renda da propriedade com a comercialização de CO2”, complementa Ivaldo Santana.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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		<title>Em reunião com Lula, primeiro-ministro do Reino Unido fala em doar R$ 500 milhões para o Fundo Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/em-reuniao-com-lula-primeiro-ministro-do-reino-unido-fala-em-doar-r-500-milhoes-para-o-fundo-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 17:36:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[preservação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/lula-rishi-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, afirmou que o governo do Reino Unido irá investir no Fundo Amazônia, que financia projetos de recuperação da maior floresta tropical do mundo. O anúncio foi feito após encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira, 5 . O montante da doação, segundo a assessoria do governo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/lula-rishi-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, afirmou que o governo do Reino Unido irá investir no Fundo Amazônia, que financia projetos de recuperação da maior floresta tropical do mundo. O anúncio foi feito após encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira, 5 . O montante da doação, segundo a <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2023/05/manifestantes-pro-e-contra-lula-recebem-presidente-antes-de-reuniao-com-premie-britanico.shtml" target="_blank" rel="noopener">assessoria do governo brasileiro</a>, será em torno de R$ 500 milhões.</p>
<p>Lula está na Inglaterra, onde no sábado, 6, participa da cerimônia de coroação do rei Charles III.</p>
<blockquote><p>“Podemos fazer muito mais nas nossas relações comerciais”, disse Lula. “Esta é a retomada das relações do Brasil com o mundo, após um período de isolamento. Temos interesse em discutir formas de aumentar nosso relacionamento comercial”</p></blockquote>
<h3>Fundo fico paralisado 4 anos</h3>
<p>Criado há 15 anos, o Fundo foi paralisado em junho de 2019 pelo governo Bolsonaro, depois que o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, extinguiu o Comitê Orientador do Fundo Amazônia (Cofa), sem usar doações que somam R$ 3,4 bilhões, feitas pelos governos da Noruega e Alemanha.</p>
<p>Reativado como uma das primeiras ações do novo governo Lula, a partir de então, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/reativacao-do-fundo-amazonia-traz-doacoes-internacionais-e-renegociacao-entre-governo-e-bndes/" target="_blank" rel="noopener">países anunciaram a retomada de investimentos</a>, como Noruega e Alemanha, contribuintes de primeira hora do Fundo. Em abril, o governo dos Estados Unidos anunciou <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/estados-unidos-anunciam-doacao-de-r-25-bilhoes-para-o-fundo-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">a doação de US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) para o Fundo Amazônia</a>, entre outras iniciativas globais de combate ao desmatamento, proteção ambiental, reflorestamento e mitigação da mudança do clima direcionadas ao Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Cédula verde chega para recompensar produtor pela preservação ambiental</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/cedula-verde-chega-para-recompensar-produtor-pela-preservacao-ambiental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 21:51:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Cédula de Produtor Rural]]></category>
		<category><![CDATA[cédula verde]]></category>
		<category><![CDATA[CPR]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[preservação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[título]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/cedula-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A partir deste mês de outubro de 2021, o produtor rural brasileiro contará com um novo título para financiar a conservação da parcela de vegetação nativa em sua propriedade. O mercado estimado é de R$ 30 bilhões em quatro anos. A cédula verde é como um pagamento pelos serviços ambientais prestados pelo produtor, que deixa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/cedula-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div id="messageBody">
<div class="conteudo">
<article>
<p class="p1">A partir deste mês de outubro de 2021, o produtor rural brasileiro contará com um novo título para financiar a conservação da parcela de vegetação nativa em sua propriedade. O mercado estimado é de R$ 30 bilhões em quatro anos.</p>
<p class="p1">A cédula verde é como um pagamento pelos serviços ambientais prestados pelo produtor, que deixa de abrir novos espaços de vegetação para expandir a sua produção agropecuária.</p>
<p class="p1">O Decreto que institui a nova modalidade foi assinado nesta sexta-feira, 1/10, pelo presidente Jair Bolsonaro, em cerimônia no Palácio do Planalto.A Cédula de Produto Rural (CPR) Verde poderá ser emitida pelos produtores para atividades de serviços ambientais relacionadas à conservação de florestas e recuperação da vegetação nativa e que resultem, entre outros, em redução de emissões de gases de efeito estufa.</p>
<p class="p1">“É um programa extremamente ousado, que veio para fazer justiça ao produtor rural, que é o grande mantenedor do meio ambiente. O que o agro está fazendo, é com responsabilidade, criando esse ambiente sustentável que todos esperam de nós”, destacou o ministro da Agricultura em exercício, Marcos Montes.</p>
<h3>Como funcionará</h3>
<p>O título verde vai funcionar da seguinte forma: ao invés de se comprometer em entregar o resultado da produção agropecuária em pagamento a um recurso financeiro obtido para investimento, o produtor poderá dar como garantia ao dinheiro recebido a manutenção de determinada área florestal em pé.</p>
<blockquote><p>“Falar de serviços ambientas parece ser muito abstrato e a CPR Verde é um instrumento financeiro que vem para trazer essa concretude. Isso é fundamental para remunerar o produtor nesse desafio de manter essa conservação e isso passa a ter um valor”, avaliou o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Guilherme Bastos.</p></blockquote>
<p>No Brasil, até então, o produtor que mantivesse a área de floresta preservada, além da parcela obrigatória, não recebia nenhum trocado ou benefício em troca.</p>
<p>A intenção é utilizar a CPR, instrumento já difundido na agropecuária brasileira há mais de 20 anos, para que interessados em fazer compensação de carbono e zerar suas emissões, por exemplo, possam incentivar o setor, gerando uma renda extra para o produtor rural.</p>
<blockquote><p>“Juntos, conseguimos desenhar uma CPR que vai trazer mais uma possibilidade ao produtor de antecipar recursos de serviços ambientais, lastreados no estoque de carbono da vegetação nativa e na absorção de crédito de carbono na produção agropecuária e em outros benefícios ecossistêmicos”, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite.</p></blockquote>
<h3><strong>Mercado de ativos verdes</strong></h3>
<p>Além do produtor rural, associações e cooperativas rurais, o instrumento também poderá ser emitido pelo concessionário de florestas nativas ou plantadas.</p>
<p>A emissão da CPR Verde poderá ser emitida ainda para as áreas de preservação obrigatórias da propriedade rural, como as de preservação permanente (APP) ou reservas legais.</p>
<h3>Exigência</h3>
<p>O título, para ser emitido, deverá ser acompanhado de certificação por auditoria externa ou de terceira parte, para indicação e especificação dos produtos rurais que a lastreiam.</p>
<p>O instrumento é facultativo e privado e visa facilitar o trânsito financeiro entre as partes. Os investidores interessados em aplicar seus recursos em serviços ambientais e os proprietários de florestas interessados em prestar tais serviços devem acertar entre si pontos como modelo de pagamento e seus prazos. Assim como já é realizado na CPR tradicional.</p>
<p>Outra finalidade do novo título é o que resulta em aumento ou manutenção de estoque de carbono florestal e também a redução do desmatamento e degradação de vegetação nativa. A nova modalidade proporcionará a conservação da biodiversidade, de recursos hídricos, conservação do solo aliado a outros benefícios ecossistêmicos.</p>
<p>Como consequência, a CPR Verde tem potencial de impactar muito favoravelmente o meio ambiente, além de oferecer uma boa oportunidade de investimento para os mercados “ESG” (sigla em inglês), que tratam de atividades econômicas que levam em conta aspectos ambientais, climáticos, sociais e governança corporativa.</p>
<blockquote><p>“Nós estamos com todo o arcabouço também do ponto de vista do mercado financeiro e de capitais para facilitar esse trânsito de recursos entre o investidor, ávido por investir em sustentabilidade, e o nosso produtor, detentor de ativos a serem monetizados”, afirmou o secretário-Adjunto de Política Agrícola do Mapa, José Ângelo Mazzillo Júnior.</p></blockquote>
<h3><strong>Histórico</strong></h3>
<p>A CPR é um instrumento que existe desde 1994, quando foi criada pela Lei n. 8.929. Ela serve para que o produtor possa financiar a safra, recebendo valores financeiros e dando como garantia de pagamento o resultado futuro de sua produção rural, como acontece com tradicionais commodities de soja e milho.</p>
<p>O primeiro passo na elaboração da regulamentação da cédula verde ocorreu com a edição da Lei 13.986/2020, conhecida como Lei do Agro. A normativa possibilitou o uso da CPR para financiar atividades de ativos ambientais como para conservação da biodiversidade e de recursos hídricos.</p>
<p>Todavia, a referida previsão legal introduzida pela Lei do Agro não surtiu o efeito desejado, motivando o Poder Executivo a elaborar uma regulamentação a fim de melhor definir o emprego de recursos dos mercados financeiro e de capitais para a conservação ambiental, favorecendo, dessa forma, o desenvolvimento da prestação desses serviços no país, em face de seu grande potencial.</p>
<p>A CPR Verde foi proposta pela ministra Tereza Cristina, em parceria com seus pares Paulo Guedes (Economia); Joaquim Leite (Meio Ambiente), e Roberto Campos Neto (Banco Central).</p>
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</div>
<div class="rodape"><em>Fonte: Ministério da Agricultura</em></div>
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