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	<title>presebração &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>COP30 debate papel vital dos quilombolas na preservação da florestas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 15:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/quilombo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um novo estudo científico publicado na revista Communications Earth &#38; Environment, do grupo Nature Portfolio, forneceu um argumento fundamental para a defesa de territórios quilombolas: a preservação ambiental. A pesquisa, que analisou terras quilombolas no Brasil, Colômbia, Equador e Suriname, provou que as áreas geridas por esses povos coincidem com locais de alta biodiversidade e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/quilombo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-path-to-node="1">Um novo estudo científico publicado na revista <i>Communications Earth &amp; Environment, do </i>grupo Nature Portfolio, forneceu um argumento fundamental para a defesa de territórios quilombolas: a preservação ambiental.</p>
<p data-path-to-node="2">A pesquisa, que analisou terras quilombolas no Brasil, Colômbia, Equador e Suriname, provou que as áreas geridas por esses povos coincidem com locais de alta biodiversidade e grande estoque de carbono irrecuperável — aquele que, se perdido, leva mais de 30 anos para ser recuperado.</p>
<p data-path-to-node="2">Este tema será o foco do evento “Raízes Resistentes: mulheres afrodescendentes pela justiça climática e biodiversidade”, que acontece neste sábado (15), durante a COP30, no Museu Goeldi, a partir das 10h.</p>
<p data-path-to-node="7">O artigo, o primeiro a combinar dados estatísticos, espaciais e históricos para quantificar este papel, enfatiza que, apesar das contribuições concretas, as vozes e experiências dos povos afrodescendentes são frequentemente negligenciadas em fóruns globais de clima e biodiversidade.</p>
<p data-path-to-node="7">A gestão histórica desses povos gerou resultados ambientais concretos, como a redução na perda florestal entre 29% e 55%, em comparação com outras áreas. Embora ocupem menos de 1% do território total dos quatro países, essas terras armazenam mais de 486 milhões de toneladas de carbono irrecuperável, superando a média nacional combinada, e se sobrepõem a 46% das espécies de vertebrados ameaçadas nos países estudados.</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“As comunidades quilombolas, no Brasil, e outros povos afrodescendentes nos países vizinhos, com suas histórias de resistência e sabedoria ancestral sobre a natureza, não apenas conservam as florestas, mas oferecem o caminho para respostas rápidas e eficazes às mudanças climáticas”, ressalta Martha Rosero, da Conservação Internacional e autora do estudo, que estará no debate.</span></p></blockquote>
<p>Para ela, o<span style="font-weight: 400;"> reconhecimento formal de terras, como os territórios quilombolas titulados, é, portanto, um mecanismo eficaz para garantir não apenas a justiça social, mas também a integridade dos biomas e o cumprimento de metas globais de conservação e clima.</span></p>
<p data-path-to-node="2">O debate contará ainda com a participação de Fran Paula (Conaq), Valéria Carneiro (Fundo Quilombola Mizizi Dudu), Vanuza Cardoso (Quilombo Abacatal), Margaret Rugadya (Tenure Facility) e a autora do estudo, Martha Rosero (Conservação Internacional).</p>
<h3 data-path-to-node="2">Pesquisa mostra vulnerabilidade dos quilombolas</h3>
<p data-path-to-node="2">Um estudo inédito lançado pelo Instituto Sumaúma nesta quinta-feira (13), na COP30, revela o quanto estes territórios tão importantes para a conservação da floresta são vulneráveis.</p>
<p data-path-to-node="2">Entre a crise climática e a violação de direitos humanos nos territórios quilombolas brasileiros, a pesquisa, intitulada <i>Corpos-territórios quilombolas e o fio conectado da ancestralidade</i>, aponta que invasões e garimpo ilegal ocorrem em quase 60% das comunidades quilombolas no país.</p>
<p data-path-to-node="2">Os dados demonstram que esses territórios são altamente vulneráveis:</p>
<ul data-path-to-node="3">
<li>
<p data-path-to-node="3,0,0">54,7% dos territórios já reportam secas extremas.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="3,1,0">43,4% sofrem com a perda de suas plantações.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="3,1,0">64,2% das lideranças encontram dificuldades para captar recursos devido ao racismo estrutural e à exclusão por parte do ecossistema de filantropia.</p>
</li>
<li>A urgência das comunidades está concentrada em racismo (87%), demanda por políticas públicas (85%) e educação (77,4%).</li>
</ul>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
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