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	<title>portugueses &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>portugueses &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>200 anos de Independência: Por que indígenas foram &#8216;transformados&#8217; em portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Sep 2022 13:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Igreja-Santarem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Ivana Guimarães Em continuação à série de conteúdos sobre as heranças portuguesas na cultura paraense, no contexto dos 200 anos da Independência do Brasil, o Pará Terra Boa conversou com o historiador André Machado, doutor em História Social e pesquisador da formação do Estado e da Nação no Brasil, estudando o processo de independência [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Igreja-Santarem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Ivana Guimarães</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em continuação à série de conteúdos sobre as heranças portuguesas na cultura paraense, no contexto dos 200 anos da Independência do Brasil, o <strong>Pará Terra Boa</strong> conversou com o historiador André Machado, doutor em História Social e pesquisador da formação do Estado e da Nação no Brasil, estudando o processo de independência na província do Grão-Pará. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">André contou um pouco sobre o reflexo da independência do Pará em levantes como a <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/uma-das-maiores-revolucoes-do-brasil-cabanagem-celebra-187-anos/" target="_blank" rel="noopener">Cabanagem</a> e ainda sobre o processo de aportuguesamento da província do Grão-Pará</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure id="attachment_12317" aria-describedby="caption-attachment-12317" style="width: 225px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-12317" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Andre-Machado-Historiador-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Andre-Machado-Historiador-225x300.jpeg 225w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Andre-Machado-Historiador-150x200.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Andre-Machado-Historiador-450x600.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Andre-Machado-Historiador.jpeg 567w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /><figcaption id="caption-attachment-12317" class="wp-caption-text">André Machado, doutor em História Social e pesquisador da independência na província do Grão-Pará</figcaption></figure>
<h3><b>Quais os motivos que levaram a província a não aderir à Independência do Brasil em 1822?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>André Machado &#8211;</strong> Na verdade, não era óbvio que a província deveria aderir. Quando olhavam esse cenário de dissolução do antigo regime, pouquíssimos observadores apostavam que as antigas províncias de Portugal na América se reuniriam todas em um único país que foi o Brasil, o mais provável seria que fossem outros panoramas. Existia uma série de interesses que eram diferentes em cada uma das províncias. No caso do Pará, havia aspectos que o ligavam mais a Lisboa, por exemplo, a facilidade de navegação e questões do comércio. </span></p>
<h3><b>Se pode dizer que a construção do Estado Brasileiro se deu de forma pacífica por meio de um acordo entre elites?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>André Machado &#8211;</strong> A ideia de que o Brasil se construiu de maneira pacífica é uma construção historiográfica que atende a uma perspectiva não de história, mas de projetos de nação que têm tudo a ver com o contexto do século 19, quando ela foi montada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Era preciso se criar uma justificativa para o fato de se ter uma manutenção da mesma casa reinante, da colonização no império. Uma narrativa na qual a independência do Brasil é quase uma evolução, como se fosse óbvio que a colônia portuguesa na América se transformaria num país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O caminho para o qual os historiadores têm seguido é de que a independência é apenas uma das soluções possíveis, por uma série de conflitos que aconteceram ali na virada do século 18 e 19. Na verdade, o que se tem é um mundo que vai não funcionando, que é o mundo do antigo regime. A questão do Pará querer ficar com Portugal ou com o Rio de Janeiro, por exemplo, era inclusive menor para uma parcela bem significativa da população. As questões que eram centrais nessa época e que estavam em disputa eram outras. </span></p>
<h3><b>Quais são as principais heranças portuguesas deixadas no Pará?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>André Machado &#8211;</strong> Esses padrões, digamos assim de heranças, adentraram nessa região de uma forma mais resistente ao longo dos séculos. Então, quando falamos da língua portuguesa que seria a herança mais óbvia, a entronização dela nessa região é muito lenta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se têm as reformas pombalinas na metade do século 18, a língua portuguesa era praticamente morta nessa região. Mesmo quando se estava no entorno do Centro Administrativo de Belém, a dificuldade de encontrar pessoas que conseguissem compreender ordens em português era enorme. E chegando ao processo de independência, a língua portuguesa não é a primeira ou a língua dominante nem mesmo em Belém. Então esse processo de afiliação dessas heranças no caso da fala é mais lento.</span></p>
<h3><b>Como você explica a relação entre levantes como a Cabanagem e o evento da adesão do Pará?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>André Machado &#8211;</strong> Eu parto da ideia de que no contexto da independência se tem um desejo de muitos setores da sociedade por mudanças que não acontece só no Pará, mas na Bahia, em Pernambuco, no Maranhão e em quase todos os lugares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas perspectivas de uma independência mais revolucionária foram sufocadas, mas não eliminadas, e o que acontece é que muito disso vai ressurgir depois. Nesse sentido, acredito que muito dessa energia de mudança e de insatisfação que está presente na cabanagem e que todo mundo enxerga, também se encontra no processo de independência, mas isso é menos reconhecido pelas pessoas pela ideia de que a independência foi pacífica. </span></p>
<h3><b>O que justifica o fato de que existem diversas cidades paraenses com nomes de cidades portuguesas?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>André Machado &#8211;</strong> Na metade do século 18, se criou uma série de reformas na América, chegando até o Tratado de Madrid, que era um acordo territorial com a Espanha para definir quais eram os limites da colônia portuguesa e da colônia hispânica na América. Porque até então o que definia era o Tratado de Tordesilhas, um limite territorial muito pequeno que não incluía a Amazônia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratado de Madrid definia que o que valia de fato era a posse da terra, ou seja, onde os portugueses de fato dominam, eles são os proprietários. Onde os espanhóis de fato dominam, eles são proprietários. O que definia era o povoamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A grande questão é que o território da Amazônia, digamos assim, tinha pouquíssimas cidades e vilas habitadas por brancos e a esmagadora maioria eram indígenas. Então, como Marquês de Pombal não podia levar uma grande quantidade de portugueses para habitar a Amazônia, ele resolveu que esses indígenas deveriam ser “transformados” em portugueses, criando várias novas vilas em cima dos antigos aldeamentos indígenas e trocando os nomes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses aldeamentos indígenas tinham inclusive muitos nomes, como por exemplo Tapajós. Nesse contexto, Pombal vai dizer que uma vila portuguesa não pode ter nome indígena, aí eles colocaram justamente os mesmos nomes que existiam em Portugal. Então, por exemplo, Tapajós vira Santarém. Mas, na década de 30, quando Machado de Oliveira, um intelectual ligado aos indígenas, vira presidente da província, ele faz uma proposta e esses nomes voltam aos nomes indígenas. Porém, isso tem uma validade durante algum tempo e alguns anos depois voltam aos nomes originalmente portugueses. </span></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p class="p1"><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/200-anos-de-independencia-para-e-portugal-tem-23-cidades-com-mesmo-nome/" target="_blank" rel="noopener"><strong>200 anos de Independência: Pará e Portugal têm 23 cidades com mesmo nome</strong></a></p>
<p class="p1"><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/200-anos-de-independencia-arquitetura-e-chiado-de-paraense-sao-herancas-portuguesas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>200 anos de Independência: Arquitetura e chiado de paraense são heranças portuguesas</strong></a></p>
<p class="p1"><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/uma-das-maiores-revolucoes-do-brasil-cabanagem-celebra-187-anos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Uma das maiores revoluções do Brasil, Cabanagem celebra 187 anos</strong></a></p>
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		<title>200 anos de Independência: Arquitetura e chiado de paraense são heranças portuguesas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2022 16:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/largo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Ivana Guimarães O Pará Terra Boa continua neste sábado, 27/08, a série de conteúdos sobre as heranças portuguesas deixadas por aqui, em comemoração aos 200 anos da Independência do Brasil. E para falar dessas influências arquitetônicas e culturais, conversamos com o historiador e secretário de cultura de Belém, Michel Pinho.  Heranças arquitetônicas e linguísticas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/largo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Ivana Guimarães</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Pará Terra Boa</strong> continua neste sábado, 27/08, a série de conteúdos sobre as heranças portuguesas deixadas por aqui, em comemoração aos 200 anos da Independência do Brasil. E para falar dessas influências arquitetônicas e culturais, conversamos com o historiador e secretário de cultura de Belém, Michel Pinho. </span></p>
<h3><strong>Heranças arquitetônicas e linguísticas</strong></h3>
<p>A chegada da Corte Portuguesa ao País ainda pode ser sentida ao andar pelas ruas de cidades como Belém, observando casarões, fortes, igrejas e monumentos.</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Os largos do século 18 são todos portugueses. Largo das Mercês, do Carmo, da Sé e de Sant&#8217;Ana. Nós também temos um casario na cidade velha, uma construção do início até o final do século 19 com azulejos, essas são todas referências importantes”, lembra Michel. </span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">A língua é uma das principais heranças, e o chiado de diversos paraenses não nega a influência lusitana. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Nós falamos tu vais, tu vens, tu fazes, né? Nosso chiado tem uma relação direta com essa sociedade portuguesa que se assentou aqui há 400 anos”, reflete.</span></p></blockquote>
<h3><b>Relações de conflito</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, é importante ressaltar que esse assentamento português em terras brasileiras não era um diálogo pacífico. Tratou-se de uma relação de disputa que se instaurou na sociedade até chegar em conflitos como a Cabanagem, no século 19. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O historiador explica que um desses choques, que existiu de forma muito forte entre a sociedade portuguesa e as sociedades originárias do Pará, foi na culinária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do lado português, o apreço era pela farinha de trigo. Do lado dos povos indígenas, quem reinava, e reina até hoje, é a farinha de mandioca, tão essencial hoje na dieta do paraense.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eles trouxeram bebidas alcoólicas, como o vinho, muito comum a eles por causa das videiras, enquanto aqui se tinha o aluá, bebida dos povos originários consumida até hoje.</span></p>
<h3><b>Menos grandes figuras</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Um ramo da historiografia entende que há um progresso constante da humanidade, que nunca regrediria, tendendo a ser mantido sempre em evolução. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nessa linha, Michel defende uma narrativa brasileira focada menos em grandes figuras e mais nos processos.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Hoje, a gente está preocupado com outros aspectos da história, com atividades econômicas importantes, como as drogas do sertão, comercializadas em grande parte por portugueses que levaram para fora daqui esses produtos como cacau, pele de peixe e peixe salgado”, diz.</span></p></blockquote>
<h3><b>Reflexos comerciais</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre uma das heranças encontradas no comércio nacional, o professor finaliza: </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Quando a família real veio para cá, Dom Pedro II abriu os portos de navegação para a Amazônia. Então, a grande economia da borracha no final dos séculos 19 só foi possível por essa autorização para que esse comércio pudesse entrar nos rios e chegar até o interior do Acre e do Amazonas, como temos até hoje”.</span></p></blockquote>
<p><em>Fonte: Da redação, História do Mundo e Arquivo Nacional</em></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p class="p1"><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/200-anos-de-independencia-para-e-portugal-tem-23-cidades-com-mesmo-nome/" target="_blank" rel="noopener"><b>200 anos de Independência: Pará e Portugal têm 23 cidades com mesmo nome</b></a></p>
<p class="p1"><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/documentario-de-paraense-mostra-cidades-irmas-do-para-e-portugal/" target="_blank" rel="noopener"><b>Documentário de paraense mostra cidades-irmãs do Pará e Portugal</b></a></p>
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