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	<title>Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Brasil lança Plano Nacional de Bioeconomia em Belém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 17:58:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_46050_1d0085b4-3226-2437-c328-52b7add7c1ee-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho O governo brasileiro lançou, nesta terça-feira (11), na COP30, o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio), com o objetivo de consolidar o país como referência global em desenvolvimento sustentável e inovação baseada em recursos biológicos. O lançamento aconteceu na Green Zone, em Belém, e define diretrizes para os próximos dez anos, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_46050_1d0085b4-3226-2437-c328-52b7add7c1ee-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>O governo brasileiro lançou, nesta terça-feira (11), na COP30, o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio), com o objetivo de consolidar o país como referência global em desenvolvimento sustentável e inovação baseada em recursos biológicos.</p>
<p>O lançamento aconteceu na Green Zone, em Belém, e define diretrizes para os próximos dez anos, adotando a inclusão social e a valorização da sociobiodiversidade como principais pilares de atuação.</p>
<p>O anúncio acontece em um momento histórico para a agenda climática global, onde a bioeconomia é reconhecida oficialmente, pela primeira vez dentro do processo da ONU, como estratégia central de ação climática, sob a Meta 29 – Bioeconomia e Biotecnologia da Conferência do Clima de Belém.<br />
<!--StartFragment--> <!--EndFragment--></p>
<p>A proposta enfatiza que a bioeconomia brasileira reflete a diversidade cultural, natural e econômica do país, não podendo, portanto, ser resumida em um único produto ou estratégia.</p>
<p>Coordenado pela Secretaria Nacional de Bioeconomia, o PNDBio tem o objetivo de orientar políticas públicas e ações de fomento nos próximos dez anos. O plano define 11 missões estratégicas, incluindo frentes voltadas ao desenvolvimento de bioinsumos, biocombustíveis, biomateriais e à chamada sociobioeconomia.</p>
<p>Com prazo de implementação até 2035, o plano tem como desafio financiar a transição para uma economia mais limpa e inclusiva. Mecanismos de financiamento como o Eco Invest Brasil e o Propera Sociobio já foram anunciados em conjunto com o PNDBio.</p>
<p>Para Lucas Maciel, secretário adjunto de Economia Verde e Descarbonização no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a grande necessidade do plano é integrar políticas públicas, ciência, tecnologia e financiamentos para envolver as comunidades locais, os povos indígenas e os empreendedores sustentáveis a avançarem no desenvolvimento, mantendo a floresta em pé.</p>
<blockquote><p>“A criação e o fortalecimento do mercado para produtos da sociobioeconomia dependem da ação conjunta de governo, setor privado e sociedade civil. É uma responsabilidade compartilhada”, afirmou o secretário adjunto.</p></blockquote>
<p>Entre as principais missões do plano, o destaque passa pelos seguintes marcadores:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li> Fortalecimento dos negócios comunitários e das cadeias produtivas ligadas à sociobiodiversidade;</li>
<li>Pagamento por serviços ambientais, como forma de valorizar quem protege as florestas;</li>
<li>Estímulo à industrialização sustentável, com foco em biomassa, bioenergia e economia circular;</li>
<li>Desenvolvimento de fitoterápicos e produtos farmacêuticos baseados na biodiversidade brasileira, com rigor científico e tecnológico.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>O plano também prevê ações voltadas à educação e à descarbonização da economia, promovendo o uso de fontes renováveis e tecnologias limpas, inclusive voltadas para o fortalecimento do turismo ecológico sustentável e para o manejo de áreas florestais com atividades econômicas de baixo impacto ambiental.</p>
<h3>Cooperação entre as partes</h3>
<p>Durante o lançamento, Patrícia Cota, diretora adjunta do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), afirmou que o avanço da bioeconomia exige cooperação multilateral, incluindo articulação entre governo, finanças e sociedade civil, e novas formas de investimento para escalar soluções sustentáveis.</p>
<blockquote><p>&#8220;Além de lançar o plano, é preciso tornar ele viável para que esses recursos cheguem a quem batalha tanto para manter a floresta em pé&#8221;, disse.</p></blockquote>
<p>O plano também prevê linhas de crédito específicas e leilões voltados à bioindustrialização, com foco em regiões estratégicas da Amazônia.</p>
<p>Um exemplo disso é o Leilão 4 do Ecoinvest Brasil, que será realizado nesta sexta-feira (14), para atrair investimentos públicos, privados e internacionais, com o objetivo de financiar estratégias de bioeconomia na Amazônia.</p>
<p>A executiva da Conexsus, Fabíola Zerbini, frisou que a bioeconomia só será transformadora se colocar os povos e as comunidades tradicionais no centro das decisões.</p>
<blockquote><p>“A política de bioeconomia nasceu de uma demanda da sociedade civil, não de uma decisão isolada do governo. É fruto de um movimento coletivo por um modelo de desenvolvimento sustentável. Mais de 30 milhões de pessoas enfrentam a crise climática em seus próprios territórios. Se a solução não vier desses povos, ela simplesmente não vai acontecer. No entanto, eles precisam de apoio e adesão para agir&#8221;, reforçou a executiva da Conexsus.</p></blockquote>
<h3>Desafio bioeconomy challenge amplia agenda global</h3>
<p>A agenda brasileira para o setor ganha escala internacional com o lançamento do Bioeconomy Challenge. Liderada pelo Brasil, em parceria com a sociedade civil e organismos multilaterais, a iniciativa busca transformar os princípios da bioeconomia em ações concretas até 2028.</p>
<p>O desafio propõe métricas, mecanismos de financiamento e novas regras de mercado para criar padrões globais compartilhados. O objetivo é tornar o valor econômico da conservação mensurável e atrair capital para atividades sustentáveis, com foco em cinco áreas prioritárias:</p>
<ul>
<li>Florestas</li>
<li>Agricultura regenerativa</li>
<li>Sociobioeconomia</li>
<li>Bioindustrialização</li>
<li>Inovação financeira</li>
</ul>
<p>Organismos internacionais como a FAO, o BID, a UNCTAD, o WRI e a NatureFinance participam da iniciativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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