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	<title>pista de pouso &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>pista de pouso &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pará lidera ranking de pistas de pouso dentro de Terras Indígenas e Unidades de Conservação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 15:15:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/pista_pouso-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O avanço desenfreado do garimpo na Amazônia Legal nos últimos anos pode ser evidenciado no levantamento inédito realizado pelo  MapBiomas, que identificou 2.869 pistas de pouso na região, mais do que o dobro das registradas na ANAC. De acordo com o estudo, 28% &#8211; ou 804 &#8211; delas estão localizadas dentro de alguma área protegida: [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/pista_pouso-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O avanço desenfreado do garimpo na Amazônia Legal nos últimos anos pode ser evidenciado no levantamento inédito realizado pelo  MapBiomas, que identificou 2.869 pistas de pouso na região, mais do que o dobro das registradas na ANAC.</p>
<p>De acordo com o estudo, 28% &#8211; ou 804 &#8211; delas estão localizadas dentro de alguma área protegida: 320 (11%) ficam no interior de Terras Indígenas e 498 (17%) no interior de Unidades de Conservação. E o Pará é o estado com o maior número em ambos os casos.</p>
<p>Dessas pistas, 456 (15,8% do total) ficam a até 5 km de distância de um garimpo, ou menos. No interior de Terras Indígenas, esse percentual é maior: no caso da TI Yanomami, 33,7% das pistas estão a 5 km ou menos de algum garimpo; na TI Kayapó, esse percentual é de 34,6%; na TI Munduruku, 80%.</p>
<p>E quais são as TIs mais exploradas pelo garimpo? Na ordem, Kayapó, com 11.542 hectares tomados pelo garimpo até 2021, seguida pela Munduruku, ambas localizadas no nosso Pará, com 4.743 hectares, e a Yanomami, com 1.556 hectares, em Roraima.</p>
<p>No ranking de pistas  em TIs, a  Yanomami (75 pistas) lidera, sendo seguida por Raposa Serra do Sol (58), Kayapó (26), Munduruku (21) e o Parque do Xingu (21).</p>
<p>Em relação às Unidades de Conservação com maior número de pistas de pouso, todas ficam no Pará: a APA do Tapajós (156 pistas), a Flona do Amaná (53), a APA Triunfo do Xingu (47) e a Floresta Estadual do Paru (30).</p>
<h3>MT lidera, mas Pará tem mais pista por município</h3>
<p>Os estados com maior quantidade de pistas de pouso na Amazônia são Mato Grosso (1062 pistas), Pará (883), Roraima (218) e Tocantins (205).</p>
<p>É no Pará, no entanto, que ficam os quatro municípios com mais pistas de pouso: Itaituba (de onde sai 81% do ouro ilegal do país, segundo <a href="http://www.lagesa.org/wp-content/uploads/documents/Manzolli_Rajao_21_Ilegalidade%20cadeia%20do%20Ouro.pdf" target="_blank" rel="noopener">estudo da </a><a href="http://www.lagesa.org/wp-content/uploads/documents/Manzolli_Rajao_21_Ilegalidade%20cadeia%20do%20Ouro.pdf" target="_blank" rel="noopener">UFMG</a> em cooperação com o MPF), São Félix Do Xingu, Altamira e Jacareacanga com 255, 86, 83 e 53 pistas, respectivamente.</p>
<p>Quando as pistas são classificadas por bacia hidrográfica, nosso Estado  também aparece nos primeiros lugares: Tapajós ( quem não se lembra <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/imagens-de-satelite-mostram-que-lama-de-garimpo-muda-cor-do-tapajos-em-alter-do-chao/" target="_blank" rel="noopener">das águas de Alter do Chão tingidas</a> pela lama contaminada do garimpo?), com 658 pistas; Xingu, com 430 pistas; Madeira, com 356 pistas; e Negro, com 254 pistas.</p>
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		<title>Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso são recordistas em pistas de pouso clandestinas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 17:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Itaituba]]></category>
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		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[pista de pouso]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/garimpo-ilegal-pistas-de-pouso-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso são os municípios paraenses que mais apresentam pistas clandestinas relacionadas a desmatamento por mineração. É o garimpo ilegal avançando sobre territórios indígenas, o que é crime ambiental. Localizado entre Itaituba e Jacareacanga, o território indígena Munduruku tem ao menos 21 pistas clandestinas, sendo 19 com rastro de desmatamento no perímetro [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/garimpo-ilegal-pistas-de-pouso-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso são os municípios paraenses que mais apresentam pistas clandestinas relacionadas a desmatamento por mineração. É o garimpo ilegal avançando sobre territórios indígenas, o que é crime ambiental.</p>
<p>Localizado entre Itaituba e Jacareacanga, o território indígena Munduruku tem ao menos 21 pistas clandestinas, sendo 19 com rastro de desmatamento no perímetro de 20 quilômetros, segundo levantamento do site &#8220;<a href="https://theintercept.com/2022/08/02/amazonia-pistas-clandestinas-garimpo/" target="_blank" rel="noopener">The Intercept Brasil</a>&#8221; em parceria com a <a href="https://theintercept.com/pistas-do-desmatamento/" target="_blank" rel="noopener">Rainforest Investigations Network</a>, do Pulitzer Center, e o maior jornal do mundo, &#8220;The New York Times&#8221;.</p>
<p>De acordo com o projeto <a href="https://minada.infoamazonia.org/" target="_blank" rel="noopener">Amazônia Minada</a>, um mapa que monitora em tempo real os requerimentos de mineração que afetam terras indígenas da Amazônia Legal, há <a href="https://twitter.com/amazonia_minada/status/1518605767821213696" target="_blank" rel="noopener">mais de 2,5 mil processos minerários</a> sobrepostos a territórios indígenas na região.</p>
<p>A região lidera o ranking  brasileiro de destruição de áreas de mata nativa por garimpos de ouro. Segundo um estudo da organização <a href="https://mapbiomas-br-site.s3.amazonaws.com/Fact_Sheet_1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Mapbiomas</a>, em 2020, Itaituba e Jacareacanga eram os líderes nacionais em desmatamento por mineradores, com 54.340 hectares tomados pela exploração de ouro, área maior que a de Maceió, capital de Alagoas.</p>
<p>Em apenas 36 hectares se trata de mineração industrial. Considerando apenas os números de garimpo de ouro, as duas cidades paraenses somam mais de 50% da área desmatada em todo o país para essa finalidade.</p>
<p>Quando considerados os noves Estados da Amazônia Legal, o levantamento do &#8220;The Intercept Brasil&#8221; detectou a existência de 362 pistas de pouso e decolagem clandestinas — ou seja, sem registro na Agência Nacional de Aviação (Anac).</p>
<p>Mas o número mais do que triplica se considerarmos todas as pistas abertas sem autorização e registro na Amazônia Legal: 1.269 vias para pouso e decolagem. Esse número supera o de pistas registradas na região, que chegou a 1.26o em abril deste ano. Os dados foram consolidados em 1º de maio, informa a publicação.</p>
<h3>Comércio ilegal bilionário</h3>
<p>Em 2021, a Agência Nacional de Mineração, a ANM, responsável por regular e disciplinar a exploração de jazidas minerais no Brasil, recebeu a declaração de <strong>R$ 4,6 bilhões</strong> em ouro extraído em Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso — 17% de todo o ouro declarado no País naquele ano. No entanto, como uma <a href="http://www.lagesa.org/wp-content/uploads/documents/Manzolli_Rajao_21_Ilegalidade%20cadeia%20do%20Ouro.pdf" target="_blank" rel="noopener">pesquisa</a> da Universidade Federal de Minas Gerais e inquéritos da Polícia Federal já indicaram, nem todo esse ouro saiu de minas legalizadas. Para manter esse negócio bilionário funcionando, pistas sem registro são utilizadas largamente.</p>
<h3>Nem aí</h3>
<p>Responsável por regular o setor, a Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac, não tem muito interesse em fiscalizar esse comércio ilegal de ouro em terras indígenas no Pará. As normas foram afrouxadas. O governo federal <a href="https://www.gov.br/anac/pt-br/noticias/2022/anac-retira-prazo-para-utilizacao-de-locais-nao-cadastrados-de-pousos-na-amazonia-legal" target="_blank" rel="noopener">retirou indefinidamente</a> as restrições de pouso e decolagem de vias sem registro na Anac, um presente para quem utiliza pistas clandestinas na Amazônia Legal.</p>
<h3>Pista do 180</h3>
<p>Ao longo do trecho da BR-230, a Rodovia Transamazônica, entre Itaituba e Jacareacanga, a mais antiga é conhecida como <a href="https://goo.gl/maps/qhbhcS6CPFk58NqA7" target="_blank" rel="noopener">pista do 180</a>, em referência à quilometragem da rodovia. A pista obteve o aval da Anac em <a href="https://pergamum.anac.gov.br/arquivos/PA2021-5733.pdf" target="_blank" rel="noopener">agosto de 2021</a>, mas opera desde a década de 1980 e, até hoje, funciona como uma escala para voos rumo a localidades mais afastadas para dezenas de pilotos de garimpo. Há até pousadas ao lado dela.</p>
<h3>Gana Gold</h3>
<p>Entre janeiro e abril de 2022, a Anac autorizou 76 pistas na Amazônia Legal. Uma das empresas que contou com as graças da agência foi a Gana Gold, que, após dois anos usando uma pista clandestina, conseguiu regularizá-la <a href="https://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/portarias/2022/portaria-6931" target="_blank" rel="noopener">em janeiro</a> sem precisar pagar qualquer multa à Anac. A pista serve de apoio a uma mina que foi embargada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, o Ibama, e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio, confirmados em decisões da Justiça Federal do Pará.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://theintercept.com/2022/08/02/amazonia-pistas-clandestinas-garimpo/" target="_blank" rel="noopener">Hyury Potter, do site &#8220;The Intercept Brasil&#8221;</a></em></p>
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