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	<title>PIB &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>PIB &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Desastres climáticos fazem Brasil perder R$ 110 bilhões do PIB por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:58:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/chuva_Para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Chuvas e secas extremas causam desastres, matam gente e provocam perdas anuais de aproximadamente R$ 110 bilhões por ano ao PIB brasileiro — e a conta está crescendo. Em contraste, o gasto climático representa apenas 1% do orçamento total das despesas primárias e dos gastos tributários federais no período de 2019 a 2024. Estas são [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/chuva_Para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Chuvas e secas extremas causam desastres, matam gente e provocam perdas anuais de aproximadamente R$ 110 bilhões por ano ao PIB brasileiro — e a conta está crescendo. Em contraste, o gasto climático representa apenas 1% do orçamento total das despesas primárias e dos gastos tributários federais no período de 2019 a 2024.</p>
<p>Estas são algumas das mensagens de dois estudos relacionados, produzidos pelo Centro Internacional Celso Furtado (CICEF), com apoio do Instituto Clima e Sociedade (iCS), destaca Daniel Chiaretti, no Valor. A análise <a href="https://static.poder360.com.br/2026/04/relatorio-impactos-economicos-eventos-extremos-brasil-e-custo-das-mundancas-climaticas.pdf" target="_blank" rel="noopener">“Impactos Econômicos de Eventos Extremos no Brasil e o Custo das Mudanças Climáticas</a>” mostra o quanto o Brasil perde com desastres ambientais associados à chuva e à seca.</p>
<p>Já o relatório, “Orçamento Climático Nacional”, mostra os impactos da omissão no enfrentamento da crise climática no crescimento econômico, saúde pública, infraestrutura e arrecadação federal.</p>
<p>Os estudos indicam que, se o aumento da temperatura global chegar a 2°C — o limite máximo do Acordo de Paris —, o PIB do País pode perder cerca de R$ 145 bilhões anuais, e as perdas serão maiores nas cidades diretamente atingidas por secas extremas. Já os custos da inação saltariam de R$ 48,1 bilhões para R$ 84,5 bilhões por ano, caso o aquecimento atinja esse patamar.</p>
<p>Municípios que sofreram eventos extremos de seca apresentam, em média, perdas de 2% do PIB e de impostos incidentes sobre produtos. O efeito persiste por cinco anos após o desastre.</p>
<p>Na agropecuária, as perdas de valor adicionado (diferença entre o valor final de vendas e o custo dos insumos) são de mais de 7,5% nos dois primeiros anos e de 5% nos anos posteriores. Setores industriais e de serviços apresentam perdas de 1,5% e 2,5% ao ano, na média, entre o ano do desastre e os cinco anos posteriores.</p>
<p>Em cidades que sofreram eventos de chuvas extremas, a queda do PIB, em média, é de 1% no ano do desastre. A agropecuária, de novo, é o setor que mais perde — 3% ao ano no valor agregado. O número de feridos e doentes aumenta 126%, o de desalojados, 66%, e os danos materiais, 440%.</p>
<p>Quando se trata de adaptação climática, o Brasil continua reativo e não se antecipa, reforçam as pesquisas. Pior: enquanto o País tenta adotar um “orçamento verde” para alinhar o planejamento fiscal às metas do Acordo de Paris, há incoerência entre o planejamento estatal e as políticas climáticas. Afinal, uma parcela importante das renúncias fiscais beneficia atividades desfavoráveis à emergência climática — como os subsídios aos combustíveis fósseis.</p>
<blockquote><p>“Os gastos negativos para o clima são superiores aos positivos. Todo esforço que está sendo feito em clima pode estar sendo anulado pelos incentivos fiscais desfavoráveis”, reforça Camila Freitas, doutora em políticas públicas e integrante do Grupo de Economia do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (GEMA), da UFRJ, que fez os estudos.</p></blockquote>
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		<title>Bioeconomia no Pará pode gerar mais de 6 mil novos empregos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 14:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia em Casa Floresta em Pé]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/Bioeconomia_Ronaldo_Rosa_coleta-de-acai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um investimento de R$ 720 milhões em 13 cadeias da bioeconomia do Pará pode impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do estado em R$ 816 milhões, aumentar a arrecadação fiscal em R$ 44 milhões e gerar 6,6 mil empregos, com uma massa salarial de R$ 135 milhões. Essas são as conclusões apresentadas. Estes são os [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/Bioeconomia_Ronaldo_Rosa_coleta-de-acai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um investimento de R$ 720 milhões em 13 cadeias da bioeconomia do Pará pode impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do estado em R$ 816 milhões, aumentar a arrecadação fiscal em R$ 44 milhões e gerar 6,6 mil empregos, com uma massa salarial de R$ 135 milhões. Essas são as conclusões apresentadas. Estes são os números apresentado pelo estudo Impactos econômicos de investimento em bioeconomia no Pará</p>
<p>De acordo com ele, esse montante já pode estar a caminho: foram identificados entre R$ 1,7 bilhão e R$ 1,8 bilhão em recursos captados, em negociação ou com potencial de captação para ações climáticas no Pará, sendo aproximadamente R$ 720 milhões direcionáveis à bioeconomia.</p>
<blockquote><p> “O Pará dispõe de um arcabouço institucional robusto e de instrumentos financeiros que podem potencializar a bioeconomia. A convergência entre o Plano Estadual de Bioeconomia (PlanBio-PA), o Plano de Recuperação da Vegetação nativa (PRVN-PA) e o Programa Territórios Sustentáveis (PTS) é essencial para viabilizar esse crescimento”, destaca Rafael Feltran-Barbieri, economista sênior do WRI Brasil.</p></blockquote>
<p>A bioeconomia é uma estratégia de desenvolvimento baseada no uso sustentável dos recursos naturais, valorizando a floresta em pé e promovendo cadeias produtivas ligadas à sociobiodiversidade. O que o estudo  comprova é que usar recursos naturais de forma sustentável pode trazer muito dinheiro e empregos para a Amazônia, sem prejudicar o meio ambiente.</p>
<p>Os pesquisadores calcularam que cada R$ 1,00 investido na bioeconomia pode gerar R$ 1,13 no PIB, R$ 0,19 em massa salarial e R$ 0,06 em impostos indiretos. A partir da lógica setorial, cada R$ 1,00 investido na produção de matéria-prima da bioeconomia geram-se R$ 1,14; se o investimento for na industrialização de produtos, são retornados R$ 1,27; e finalmente, na comercialização o efeito multiplicador seria de R$ 1,40 por real investido.</p>
<p>O estudo analisou 13 produtos da bioeconomia, incluindo açaí, castanha-do-pará, borracha de seringueira, mel de abelhas nativas e cupuaçu .</p>
<p>O estudo destaca ainda que a bioeconomia favorece populações indígenas, quilombolas, agricultores familiares e pequenos empreendedores urbanos, grupos que historicamente enfrentam desafios no acesso a oportunidades econômicas.</p>
<h3>Obstáculos e soluções</h3>
<p>O estudo também identificou obstáculos na infraestrutura logística e na comercialização dos produtos dessas 13 cadeias da bioeconomia, que demandam investimentos privados e políticas públicas para serem superados. A falta de um ambiente regulatório adequado às cadeias produtivas da sociobiodiversidade e os impactos de projetos voltados para exportação, que podem prejudicar territórios e comunidades tradicionais, são exemplos desses desafios.</p>
<p>Os autores do estudo defendem a necessidade de avançar em políticas de incentivo, mecanismos de rastreabilidade e acesso ao crédito para pequenos produtores.</p>
<p>Além disso, enfatizam a importância de garantir uma distribuição justa dos benefícios gerados pelas atividades da bioeconomia nos diversos setores em que ela se insere, uma vez definida uma agenda de investimentos para potencializar a sociobiodiversidade.</p>
<p>Com a COP 30, em Belém em 2025, batendo na porta é fundamental ressaltar a importância da bioeconomia como alternativa para o financiamento climático e o desenvolvimento sustentável da região.</p>
<p>O evento representa uma chance de apresentar ao mundo as potencialidades e desafios das economias centradas no bioma, além de legar às futuras gerações a vocação da Amazônia.</p>
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		<title>Crescimento do PIB do Pará deve ser maior do que o brasileiro em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 14:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/agricultura_familiar_652-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em ano de COP30 e com os diversos setores da economia aquecidos, o Produto Interno Bruto (PIB) paraense deve crescer acima da média nacional. A avaliação é da Tendências Consultoria, que prevê que o PIB brasileiro terá um aumento de 2% neste ano, enquanto que no Pará a alta será de 3,5%. Esse é o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/agricultura_familiar_652-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em ano de COP30 e com os diversos setores da economia aquecidos, o Produto Interno Bruto (PIB) paraense deve crescer acima da média nacional. A avaliação é da Tendências Consultoria, que prevê que o PIB brasileiro terá um aumento de 2% neste ano, enquanto que no Pará a alta será de 3,5%. Esse é o terceiro melhor desempenho entre todos os estados do país.</p>
<p>A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), ligada ao governo do estado, também projeta um crescimento no mesmo ritmo, com alta de 3,3%. Segundo o estudo, isso é reflexo de investimentos estratégicos em áreas como melhorias na infraestrutura logística, bioeconomia, energia renovável e o fortalecimento das cadeias produtivas do agronegócio, comércio exterior e turismo.</p>
<blockquote><p>“O nosso estado vem se destacando cada vez mais não só no crescimento das suas vocações naturais, que são o agronegócio, a mineração e os serviços, mas também nos serviços ecossistêmicos, no crédito de carbono, que são cadeias produtivas que vem cada dia mais se consolidando, nosso estado ganhando espaço, a bioeconomia”, afirmou o presidente da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), Marcel Botelho, em entrevista ao <a href="https://dol.com.br/noticias/para/893172/2025-para-sera-o-estado-com-3-maior-crescimento-economico?d=1" target="_blank" rel="noopener">Diário do Pará</a>.</p></blockquote>
<h3>Diversificação de atividade econômica</h3>
<p>Atualmente, o Pará responde por 41,1% do PIB regional e, segundo analistas, essa importância se deve à diversificação da atividade econômica, que favorece a geração de renda. Aliado a isso, o estado também se beneficia do bom momento impulsionado pela realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).</p>
<p>Para a economista Renata Novaes, o <a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/para-trilha-caminho-para-o-desenvolvimento-economico-com-sustentabilidade/" target="_blank" rel="noopener">evento vai deixar um impacto positivo</a> porque aumenta a visibilidade do estado no cenário internacional e abre portas para novos investimentos em energia limpa, agricultura sustentável e ecoturismo.</p>
<blockquote><p>“Atrai investimentos, especialmente em infraestrutura. Já contamos com mais de 4 bilhões em investimentos na infraestrutura viária, para melhorias na rede hoteleira e locais turísticos, o que gera empregos e movimenta a economia. A bioeconomia também ganha força, estimulando negócios sustentáveis e novas oportunidades para a região”, destaca a economista.</p></blockquote>
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		<title>Oferta de estadias cresce em 54% e impulsiona PIB de Belém em R$ 91 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 14:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/Belem1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um levantamento interno do Airbnb aponta que a plataforma impactou positivamente a economia de Belém, contribuindo para o acréscimo de R$ 91 milhões no PIB da cidade, além de apoiar 1.600 empregos. Esses dados são especialmente relevantes no momento em que a capital paraense se prepara para sediar a COP 30, Conferência das Nações Unidas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/Belem1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um levantamento interno do Airbnb aponta que a plataforma impactou positivamente a economia de Belém, contribuindo para o acréscimo de R$ 91 milhões no PIB da cidade, além de apoiar 1.600 empregos. Esses dados são especialmente relevantes no momento em que a capital paraense se prepara para sediar a COP 30, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em novembro de 2025.</p>
<p>O governo do Pará e a plataforma Airbnb anunciaram uma parceria, em novembro de 2023, para fortalecer o turismo e o desenvolvimento econômico em preparação para a COP 30, em Belém. Um ano depois, a ação se consolidou como estratégia que incentivou a população a aderir ao Airbnb para contribuir com o aumento da oferta de acomodações, o que vai ao encontro do evento internacional no próximo ano.</p>
<h3><strong>Rota Isso é Pará</strong></h3>
<p>Além disso, a iniciativa tem promovido a cultura regional e o turismo sustentável, com a inclusão da rota &#8220;Isso é Pará&#8221; no projeto Rotas Airbnb, com sugestão de roteiros em Belém, Bragança e Salinas, Santarém e região e na Ilha do Marajó.</p>
<p>O aumento do número de leitos disponíveis, para Belém, na plataforma, teve um salto de 54%, com 5.210 no primeiro ano de parceria. O governador Helder Barbalho ressalta que a ação cria oportunidades econômicas.</p>
<p>&#8220;O crescimento do Airbnb no Pará mostra que cada vez mais os turistas estão descobrindo o nosso Pará. Isto permite que possamos desenvolver esta nova vocação econômica, criando oportunidades de emprego e renda para a população&#8221;, disse ele,.</p>
<p>A atividade do Airbnb contribui para preparar Belém para receber os mais de 50 mil visitantes esperados durante a COP 30, e também representa uma oportunidade significativa para a economia local.</p>
<blockquote><p>“Estamos entusiasmados em ver como o Airbnb pode ser um aliado no fortalecimento da economia do Pará e de Belém, especialmente em um momento tão importante como a COP-30. O Airbnb segue empenhado em incentivar experiências que conectam visitantes e a rica cultura local”, afirma Fiamma Zarife, diretora geral do Airbnb na América do Sul.</p></blockquote>
<p>Em 2023, em média, para cada R$ 100 gastos em reservas pelo Airbnb no Brasil, os hóspedes desembolsaram R$ 522 em outros estabelecimentos durante suas viagens. No mesmo ano, o gasto médio por hóspede, excluindo despesas com aluguel, foi de R$ 2.100, com 45% desse valor permanecendo nas comunidades onde estavam hospedados.</p>
<p>Ao longo dos últimos doze meses de parceria, a plataforma anunciou diversas iniciativas no estado do Pará, como uma rota especial com atrativos em Belém, Bragança, Salinópolis, Santarém e na Ilha do Marajó, e uma parceria com o Sebrae Pará para capacitar novos e atuais anfitriões no Airbnb para receber visitantes através de cursos da Oficina Airbnb, até então inéditos no Brasil</p>
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		<title>Com alta recorde da Agropecuária, PIB fecha 2023 em 2,9%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 14:44:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/AGRICULTURA22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Produto Interno Bruto (PIB) do País encerrou 2023 com crescimento de 2,9%, totalizando R$ 10,9 trilhões. A atividade Agropecuária cresceu 15,1% de 2022 para 2023, influenciando o desempenho do PIB do País. Houve crescimento também na Indústria (1,6%) e em Serviços (2,4%). Já o PIB per capita alcançou R$ 50.194, um avanço, em termos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/AGRICULTURA22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Produto Interno Bruto (PIB) do País encerrou 2023 com crescimento de 2,9%, totalizando R$ 10,9 trilhões. A atividade Agropecuária cresceu 15,1% de 2022 para 2023, influenciando o desempenho do PIB do País. Houve crescimento também na Indústria (1,6%) e em Serviços (2,4%). Já o PIB per capita alcançou R$ 50.194, um avanço, em termos reais, de 2,2% em relação a 2022. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta sexta-feira (1°/03), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, explica que o resultado recorde da Agropecuária, superando a queda apresentada em 2022, teve influência do crescimento da produção e do ganho de produtividade da Agricultura.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esse comportamento foi puxado muito pelo crescimento de soja e milho, duas das mais importantes lavouras do Brasil, que tiveram produções recorde registradas pelo <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/agricultura-e-pecuaria/9201-levantamento-sistematico-da-producao-agricola.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) </a>”, enumera.</p></blockquote>
<p>Outra influência positiva no resultado do PIB de 2023 foi o desempenho das Indústrias Extrativas. A atividade teve alta de 8,7% devido ao aumento da extração de petróleo e gás natural e de minério de ferro. Destaque também para Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, com alta de 6,5%.</p>
<blockquote><p>&#8220;Houve condições hídricas favoráveis e a bandeira verde vigorou durante todo o ano de 2023. Além disso, o fenômeno climático <em>‘El Niño </em>’ aumentou a temperatura média, impactando o consumo de água e energia”, justifica a pesquisadora.</p></blockquote>
<p>As Indústrias de Transformação (-1,3%) e a Construção (-0,5%) fecharam o ano com queda.</p>
<p>Em Serviços, todas as atividades tiveram crescimento, com destaque para Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados Intermediação (6,6%). “As empresas seguradoras tiveram um ganho comparando os prêmios recebidos em relação aos sinistros pagos”, explica Rebeca.</p>
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		<item>
		<title>Crise climática impacta projeções do PIB brasileiro para 2024</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/crise-climatica-impacta-projecoes-do-pib-brasileiro-para-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 14:49:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[safra agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/soja_seca-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com os eventos extremos registrados no Brasil por causa da crise climática e do El Niño, as projeções para a safra agrícola de 2024 vêm sendo revistas – para baixo. Assim, a possibilidade de o desempenho do setor agropecuário decepcionar, por causa de fatores climáticos, e puxar para baixo o crescimento da economia brasileira neste ano [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/soja_seca-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com os eventos extremos registrados no Brasil por causa da crise climática e do <i>El Niño</i>, as projeções para a safra agrícola de 2024 vêm sendo revistas – para baixo. Assim, a possibilidade de o desempenho do setor agropecuário decepcionar, por causa de fatores climáticos, e puxar para baixo o crescimento da economia brasileira neste ano entrou no radar do Ministério da Fazenda (MF).</p>
<p>A pasta projeta alta de 2,2% para o PIB neste ano. Já a estimativa para o PIB agropecuário é, por enquanto, de crescimento de 0,5%. O número, divulgado pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do MF em novembro, considerava a primeira estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para “a evolução do plantio de algumas culturas agrícolas até meados de 2024”.</p>
<p>A questão climática permeou a conversa que o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, teve na terça-feira, 30, com Fernando Haddad, titular da Fazenda para tratar dos problemas que vêm impactando o setor, destaca o <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2024/01/31/veja-como-a-crise-climatica-afeta-cenario-do-governo-para-pib-de-2024.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Valor</a>.</p>
<blockquote><p>“Vamos discutir o Plano Safra 2023-2024, contextualizar o cenário, que é bem mais difícil que os últimos anos, as intempéries climáticas, seca no Centro-Oeste e Nordeste, excesso de chuva no Sul, preço das <i>commodities</i> bem mais achatado, custo de produção alto, endividamento dos produtores”, disse Fávaro antes da reunião.</p></blockquote>
<p>A dor de cabeça que a crise climática causa nos ministérios da Agricultura e da Fazenda – e também na população brasileira, já que <a href="https://climainfo.org.br/2023/11/29/oito-em-cada-10-brasileiros-estao-preocupados-com-a-crise-climatica/" target="_blank" rel="noopener">8 em cada 10 brasileiros</a> se preocupam com ela – passa longe do setor financeiro nacional. Uma pesquisa global da PwC com CEOs de diversos setores mostra que o segmento de finanças não está tão preocupado com as mudanças do clima.</p>
<p>Quando questionados sobre as principais ameaças nos próximos 12 meses, o que mais preocupa os executivos brasileiros são riscos cibernéticos (43%), inflação (37%), instabilidade macroeconômica (37%), riscos sanitários (17%) e conflitos geopolíticos (11%). Mudanças climáticas e desigualdade social empatam na última posição, com apenas 9%, detalha o <a href="https://valor.globo.com/financas/noticia/2024/01/30/setor-financeiro-brasileiro-nao-ve-questao-climatica-como-um-grande-risco-aponta-pesquisa-da-pwc.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Valor</a>.</p>
<p>A média de 9% de preocupação do setor financeiro brasileiro com a crise climática está abaixo do setor financeiro global (14%). E também atrás da média de todos os setores da economia brasileira (16%) e da economia global (12%).</p>
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		<title>Pecuária, café, milho e cana puxam queda em PIB da agropecuária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 20:14:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/cana-de-acucar-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Produto Interno Bruto (PIB) do País avançou 0,5% no quarto trimestre de 2021 e encerrou o ano com crescimento de 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. Esse avanço recuperou as perdas de 2020, quando a economia brasileira encolheu 3,9% devido à pandemia. Já o PIB per capita alcançou R$ 40.688 no ano passado, um avanço [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/cana-de-acucar-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Produto Interno Bruto (PIB) do País avançou 0,5% no quarto trimestre de 2021 e encerrou o ano com crescimento de 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. Esse avanço recuperou as perdas de 2020, quando a economia brasileira encolheu 3,9% devido à pandemia. Já o PIB <em>per capita</em> alcançou R$ 40.688 no ano passado, um avanço de 3,9% em relação ao ano anterior (-4,6%). O PIB da agropecuária, porém, caiu 0,2% ante 2020.</p>
<p>O PIB, que é a soma dos bens e serviços finais produzidos no País, está 0,5% acima do quarto trimestre de 2019, período pré-pandemia, mas continua 2,8% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica na série histórica, alcançado no primeiro trimestre de 2014. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta sexta-feira, 4/03, pelo IBGE.</p>
<p>O crescimento da economia foi puxado pelas altas nos serviços (4,7%) e na indústria (4,5%), que juntos representam 90% do PIB do país. Por outro lado, a agropecuária recuou 0,2% no ano passado. Outras atividades de serviços (7,6%) também tiveram alta no período. Cresceram ainda o comércio (5,5%), atividades imobiliárias (2,2%), administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade sociais (1,5%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,7%).</p>
<p>Na indústria, o destaque positivo foi o desempenho da construção que, após cair 6,3% em 2020, subiu 9,7% em 2021. Tal expansão foi corroborada pelo aumento da ocupação na atividade.</p>
<p>Já a agropecuária, que havia crescido em 2020, recuou 0,2% em 2021, em decorrência da estiagem prolongada e de geadas.</p>
<blockquote><p>“Apesar do crescimento anual da produção de soja (11,0%), culturas importantes da lavoura registraram queda na estimativa de produção e perda de produtividade em 2021, como a cana-de-açúcar (-10,1%), o milho (-15,0%) e o café (-21,1%). O baixo desempenho da pecuária é explicado, principalmente, pela queda nas estimativas de produção dos bovinos e de leite”, detalha a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.</p></blockquote>
<h3>Quarto trimestre</h3>
<p>No quarto trimestre de 2021, o PIB cresceu 0,5% na comparação com o terceiro trimestre do ano (-0,1%), registrando resultado positivo nessa comparação, depois da alta de 1,4% no primeiro trimestre e do recuo de 0,3% no segundo trimestre. Em valores correntes, isso corresponde a R$ 2,2 trilhões. Quando comparado ao quarto trimestre de 2020, o PIB teve alta de 1,6%.</p>
<blockquote><p>“A agropecuária cresceu 5,8%, mas o fator determinante para o crescimento do PIB no quarto trimestre foram os serviços (0,5%), que têm peso maior na economia. Nos serviços, os destaques foram as mesmas atividades que cresceram no ano: informação e comunicação (3,4%), transporte, armazenagem e correio (2,6%), outras atividades de serviços (2,1%)”, destaca Rebeca Palis.</p></blockquote>
<p>Também avançaram administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,0%). Por outro lado, houve queda no comércio (-2,0%), seguida pela variação negativa nas atividades imobiliárias (-0,4%) e estabilidade nas atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,0%).</p>
<p>Já a indústria recuou com a queda nas indústrias de transformação (-2,5%), principalmente na atividade de bens de consumo duráveis. As indústrias extrativas (-2,4%) e a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,2%) também recuaram. O único resultado positivo foi na construção (1,5%).</p>
<p>A agropecuária cresceu porque acabou a safra do café e do milho, cujas estimativas eram negativas. Isso acabou puxando o resultado do trimestre para cima em relação ao anterior.</p>
<p>Pela ótica da despesa, houve crescimento no consumo das famílias (0,7%) e no consumo do governo (0,8%). Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) avançaram 0,4% no período. No que se refere ao setor externo, as exportações caíram 2,4%, enquanto as importações avançaram 0,5% em relação ao terceiro trimestre de 2021.</p>
<p><em>Fonte: IBGE</em></p>
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		<title>Pará terá maior crescimento de PIB do País em 2022, projeta consultoria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sidney Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 18:08:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências Consultoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Mina-de-Salobo_PA-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O aumento do Produto Interno Bruto (PIB) do Pará previsto para este ano é de 3%, o maior do País, segundo projeções da empresa Tendências Consultoria publicadas na revista &#8220;Exame&#8221;, em fevereiro. Em segundo, vem Rondônia (1,6%) e, depois, o Amapá com 1,3%, todos no Norte do Brasil. A alavanca do possível crescimento virá das [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Mina-de-Salobo_PA-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O aumento do Produto Interno Bruto (PIB) do Pará previsto para este ano é de 3%, o maior do País, segundo projeções da empresa Tendências Consultoria publicadas na revista &#8220;Exame&#8221;, em fevereiro. Em segundo, vem Rondônia (1,6%) e, depois, o Amapá com 1,3%, todos no Norte do Brasil.</p>
<p>A alavanca do possível crescimento virá das <em>commodities, </em>especialmente o minério de ferro. “A produção de <em>commodities</em>, seja minério de ferro ou alimentos, deve aumentar na região este ano”, diz a economista Camila Saito, sócia da empresa Tendências Consultoria, para a <a href="https://exame.com/brasil/nem-tudo-esta-perdido-os-estados-na-trilha-do-crescimento-em-2022/#:~:text=O%20Par%C3%A1%20lidera%20a%20fila,Amap%C3%A1%20(1%2C3%25)." target="_blank" rel="noopener">Exame</a>.</p>
<p>Como abordamos neste espaço, <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/pujanca-da-mineracao-no-para-nao-reflete-em-melhoria-de-indices-sociais-do-estado/" target="_blank" rel="noopener">a pujança da mineração não se traduz em benefícios sociais para a população estadual</a>. O Pará, por exemplo, faturou valores recordes como primeiro exportador de minério no País no ano passado, mas os municípios onde as mineradoras exploram as riquezas naturais apresentam índices preocupantes de escolaridade e empregabilidade.</p>
<p>Ainda segundo Camila, a indústria metalúrgica também vem crescendo, especialmente no Pará.</p>
<p>Sendo uma das maiores mineradoras do mundo, a Vale deve aumentar sua produção este ano, passando de cerca de 320 milhões de toneladas em 2021 para 335 milhões de toneladas. A maioria deste crescimento ocorrerá no nosso Pará, onde se encontram algumas das maiores jazidas do País. Até 2024, a indústria de mineração deve investir R$ 22 bilhões no Estado, segundo a Simeral (Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará).</p>
<p>No ano passado, a exportação do minério de ferro bateu um recorde, chegando a marca de 36,6 bilhões de dólares, valor que foi impulsionado pela retomada econômica global e pelo aumento dos preços no mercado internacional. O pagamento de royalties aos governos estaduais superou R$ 10 bilhões no ano passado, de acordo com o Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração).</p>
<p>Hoje, a região Norte representa 5,7% da geração de riquezas no País, registra a revista. Metade do PIB nacional é produzido por apenas quatro unidades da Federação, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal, que devem registrar estagnação este ano. A expectativa é que a economia do País cresça apenas 0,5%, com a pressão de custos maiores, a crise na cadeia global de abastecimentos causada pela pandemia e incertezas no campo fiscal.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/pujanca-da-mineracao-no-para-nao-reflete-em-melhoria-de-indices-sociais-do-estado/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pujança da mineração no Pará não reflete em melhoria de índices sociais do Estado</strong></a></p>
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		<title>PIB fica em -0,1% no terceiro trimestre influenciado por queda na agropecuária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 18:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/agropecuaria-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Produto Interno Bruto (PIB), que é soma dos bens e serviços finais produzidos no país, ficou em -0,1% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o segundo trimestre, quando caiu 0,4%. Apesar da alta de 1,1% nos serviços, que respondem por mais de 70% do PIB nacional, o índice foi influenciado para baixo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/agropecuaria-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Produto Interno Bruto (PIB), que é soma dos bens e serviços finais produzidos no país, ficou em -0,1% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o segundo trimestre, quando caiu 0,4%. Apesar da alta de 1,1% nos serviços, que respondem por mais de 70% do PIB nacional, o índice foi influenciado para baixo principalmente por conta da queda de 8,0% na agropecuária e também pelo recuo de 9,8% nas exportações de bens e serviços. Já a indústria ficou estável (0,0%).</p>
<p>O PIB está no patamar do fim de 2019 e início de 2020, período pré-pandemia, e ainda está 3,4% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica na série histórica, alcançado no primeiro trimestre de 2014. Em valores correntes, o PIB atingiu R$ 2,2 trilhões no terceiro trimestre. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, o PIB cresceu 4,0%.</p>
<p>No acumulado do ano até o mês de setembro, o PIB brasileiro apresenta avanço de 5,7% em relação a igual período de 2020. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado na quinta-feira, 2/12, pelo IBGE.</p>
<h3>Agropecuária</h3>
<p>O recuo na agropecuária (-8,0%) foi consequência do encerramento da safra de soja, que também acabou impactando as exportações. A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, explica que a colheita da soja, por ser muito mais concentrada nos dois primeiros trimestres, impacta no resultado.</p>
<blockquote><p>“Como ela é a principal <em>commodity</em> brasileira, a produção agrícola tende a ser menor a partir do segundo semestre. Além disso, a agropecuária vem de uma base de comparação alta, já que foi a atividade que mais cresceu no período de pandemia e, para este ano, as perspectivas não foram tão positivas, em ano de bienalidade negativa para o café e com a ocorrência de fatores climáticos adversos na época do plantio de alguns grãos”, relaciona Palis.</p></blockquote>
<h3>Serviços</h3>
<p>Já o crescimento dos serviços foi puxado por outras atividades (4,4%), que reúnem diversos serviços prestados às famílias. “Com o avanço da vacinação contra covid-19 e o consequente aumento da mobilidade e reabertura da economia, as famílias passaram a consumir menos bens e mais serviços.”, comenta Palis.</p>
<p>Cinco atividades da categoria apresentaram crescimento: outras atividades de serviços (4,4%), informação e comunicação (2,4%), transporte, armazenagem e correio (1,2%), administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,8%). As atividades imobiliárias (0,0%) ficaram estáveis e apenas as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,5%) e comércio (-0,4%) registraram variações negativas.</p>
<p>“A queda nos serviços financeiros se deve em parte a um aumento nos sinistros de planos de saúde. Já o comércio, que foi um dos setores mais afetados pela pandemia, teve uma forte alta no segundo trimestre, com a reabertura e, portanto, a base de comparação estava alta e as famílias também migraram parte do seu consumo para os serviços”, explica Palis.</p>
<h3>Indústria</h3>
<p>Já a indústria, que responde por cerca de 20% do PIB nacional, ficou estável (0,0%) no trimestre. Houve crescimento apenas na construção (3,9%). eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,1%), indústrias de transformação (-1,0%) e indústrias extrativas (-0,4%) tiveram queda.</p>
<p>“O encarecimento dos insumos e outros problemas na cadeia produtiva, além da crise energética, vêm afetando o setor industrial”, ressalta Palis.</p>
<h3><strong>Exportações </strong></h3>
<p>Pela ótica da demanda, o consumo das famílias aumentou 0,9% na comparação com o trimestre anterior. E o consumo do governo também cresceu (0,8%).</p>
<p>No setor externo, as exportações de bens e serviços apresentaram queda de 9,8%, enquanto as importações de bens e serviços recuaram 8,3% no terceiro trimestre de 2021 frente ao segundo trimestre.</p>
<p>“A balança de bens e serviços negativa acabou puxando a variação do PIB para baixo na comparação com o trimestre anterior. Cabe destacar, no entanto, que na comparação interanual, ambas as atividades tiveram alta acentuada, muito por conta da retomada do turismo internacional, mas a contribuição ao crescimento ainda ficou negativa, já que as importações (20,6%) superaram em muito as exportações (4,0%)”, conclui Palis.</p>
<p>Na comparação interanual, dentre as exportações, aquelas que registraram melhores resultados foram produtos de metal, máquinas e equipamentos e especialmente os serviços. Na pauta de importações, as altas mais relevantes ocorreram em veículos automotores, produtos farmoquímicos, máquinas e equipamentos e produtos químicos.</p>
<p><strong>Sobre o Sistema de Contas Nacionais</strong></p>
<p>O Sistema de Contas Nacionais apresenta os valores correntes e os índices de volume trimestralmente para o <a href="https://www.ibge.gov.br/explica/pib.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Produto Interno Bruto (PIB)</a> a preços de mercado, impostos sobre produtos, valor adicionado a preços básicos, consumo pessoal, consumo do governo, formação bruta de capital fixo, variação de estoques, exportações e importações de bens e serviços. No IBGE, a pesquisa foi iniciada em 1988 e reestruturada a partir de 1998, quando os seus resultados foram integrados ao Sistema de Contas Nacionais, de periodicidade anual.</p>
<p><em>Fonte: IBGE</em></p>
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		<title>Cadeia produtiva do Pará rende quase 3 vezes mais que o próprio PIB, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 18:17:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia produtiva]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[riqueza]]></category>
		<category><![CDATA[The Nature Conservancy]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/pib-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Fórum Mundial de Bioeconomia, que se encerrou nesta quarta-feira, 20/10, em Belém, chacoalhou o debate sobre economia verde em nosso Estado. Para se ter uma ideia do que as cadeias produtivas proporcionam em cifrões ao Pará, conforme temos noticiado, uma pesquisa realizada pela The Nature Conservancy (TNC) mostrou que, em 2019, o PIB estadual [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/pib-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Fórum Mundial de Bioeconomia, que se encerrou nesta quarta-feira, 20/10, em Belém, chacoalhou o debate sobre economia verde em nosso Estado. Para se ter uma ideia do que as cadeias produtivas proporcionam em cifrões ao Pará, conforme temos noticiado, uma pesquisa realizada pela The Nature Conservancy (TNC) mostrou que, em 2019, o PIB estadual gerado por essas cadeias foi de R$ 5,4 bilhões.</p>
<p>O valor é quase três vezes maior do que o PIB registrado pelo IBGE, que revelava R$ 1,9 bilhão para o mesmo ano, considerando apenas a produção rural, primeiro elo da cadeia. Além disso, o estudo estima que essas produções tenham gerado cerca de 224 mil empregos.</p>
<p>A pesquisa analisou a cadeia de 30 produtos, entres os quais estão o açaí, cacau-amêndoa, castanha-do-pará, palmito, borracha, tucumã, cupuaçu-amêndoa, cumaru, murumuru e óleo de castanha-do-pará.</p>
<p>Quando analisados 10 produtos da cadeia produtiva, a renda total gerada por eles poderá chegar a R$ 170 bilhões em 2040. São eles: açaí, cacau, castanha, copaíba, cumaru, andiroba, mel , buriti, cupuaçu e palmito.</p>
<p>Esse valor, que colocou o Pará na 11ª posição entre as 27 unidades da federação e primeira na região Norte, é próximo dos R$ 161 bilhões do PIB registrado em 2018 pelo Estado, segundo dados divulgados em 2020 pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa).</p>
<p>Feita em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Natura, a pesquisa é resultado do mapeamento de comunidades e cooperativas locais, por vezes isoladas, coordenado pelo professor do Núcleo de Altos Estudos da Amazônia (NAEA/UFPA), Francisco de Assis Costa. Diferentemente do IBGE, os pesquisadores analisaram todas as etapas da cadeia produtiva, desde sua coleta ou produção, passando por cooperativas, indústria e delas para mercados em outros Estados.</p>
<blockquote><p>“Podemos ser protagonistas na agenda global de sustentabilidade e da economia de baixo carbono, se escolhermos modelos compatíveis com conservação e regeneração dos biomas, inovando com investimentos na sociobioeconomia de floresta em pé, apostando em ciência e tecnologia, aliando desenvolvimento humano e valorização das comunidades e do conhecimento tradicional”, diz a diretora de sustentabilidade de Natura para América Latina, Denise Hills.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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