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	<title>petróleo &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>petróleo &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Indígenas marcham por territórios livres da exploração de petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:08:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/indigenas2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Mais de 7 mil indígenas promovem uma marcha do Eixo Monumental rumo à Esplanada dos Ministérios nesta quinta-feira, 9, em Brasília. O objetivo central é entregar um conjunto de reivindicações que coloca os povos originários na linha de frente do debate energético global: a exclusão total da exploração de petróleo e gás dentro de territórios [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/indigenas2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Mais de 7 mil indígenas promovem uma marcha do Eixo Monumental rumo à Esplanada dos Ministérios nesta quinta-feira, 9, em Brasília. O objetivo central é entregar um conjunto de reivindicações que coloca os povos originários na linha de frente do debate energético global: a exclusão total da exploração de petróleo e gás dentro de territórios indígenas.</p>
<p>O movimento ocorre em um momento em que a Petrobras solicitou ao IBAMA autorização para perfurar mais três poços na bacia da Foz do Amazonas, intensificando a pressão sobre o bioma e as comunidades da região.</p>
<p>Vale lembrar que a petrolífera retomou em março a abertura de Morpho, interrompida em 4 de janeiro após o vazamento de mais de 18.000 litros de fluido de perfuração.</p>
<p>A proposta indígena busca preencher lacunas deixadas pela Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em 2025, em Belém. Na ocasião, o chamado &#8220;Mapa do Caminho&#8221; para o afastamento da economia de combustíveis fósseis — uma bandeira do governo brasileiro — acabou ficando de fora da lista oficial de consensos globais, apesar do apoio de mais de 80 países.</p>
<blockquote><p>“Como foi uma proposta do governo brasileiro para a construção do mapa do caminho e o desmatamento zero e também para a não exploração de petróleo e gás, nós estamos apresentando algumas propostas ao governo para serem incluídas no texto”, explicou Dinaman Tuxá, coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).</p></blockquote>
<h3>Mais três poços</h3>
<p>A Petrobras pediu permissão para perfurar mais três poços contingentes ao poço Morpho, no bloco FZA-M-59. Manga, Crotalus e Extensão (PAD) de Morpho – anteriormente chamados de Manga, Maracujá e Marolo – já estavam previstos no licenciamento ambiental</p>
<p>A estatal planeja perfurar em profundidades que ultrapassam os 2.800 metros, em operações que podem durar até 160 dias por poço. Além da perfuração, a estatal pediu autorização para testes de formação e o posterior abandono (fechamento definitivo) das unidades. Para os manifestantes, essa complexidade técnica, somada à distância da costa (cerca de 170 km), aumenta a vulnerabilidade do bioma e das comunidades que dependem do mar.</p>
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		<title>MPF pede que Justiça do Pará julgue ação contra licença da Petrobras na Foz do Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 17:31:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_5152468198686306089_x-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público Federal (MPF) apresentou à Justiça Federal, na última segunda-feira, 16, um novo documento reforçando o pedido de anulação ou suspensão da licença do Ibama para a Petrobras perfurar o Bloco FZA-M-59, localizado em águas profundas na Bacia da Foz do Amazonas. Embora o poço oceânico esteja geograficamente em frente à costa do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_5152468198686306089_x-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério Público Federal (MPF) apresentou à Justiça Federal, na última segunda-feira, 16, um novo documento reforçando o pedido de anulação ou suspensão da licença do Ibama para a Petrobras perfurar o Bloco FZA-M-59, localizado em águas profundas na Bacia da Foz do Amazonas.</p>
<p>Embora o poço oceânico esteja geograficamente em frente à costa do Amapá, o MPF argumenta que o processo deve ser julgado no Pará, visto que o território paraense é o epicentro dos impactos logísticos e socioambientais do empreendimento.</p>
<p>O argumento central é que, apesar de a perfuração ocorrer no mar, toda a operação terrestre e marítima depende do Pará. De acordo com o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), a base de apoio operará a partir de Belém; o<span style="font-size: 14px;"> descarte de cascalhos e fluidos será feito em municípios paraenses como Ananindeua, Primavera e Capanema, e </span> as embarcações partirão da capital paraense e atravessarão regiões sensíveis, como a Baía do Guajará e o Marajó, afetando diretamente a pesca artesanal local.</p>
<p>Ao todo, 17 municípios paraenses estão na área de influência. Para o MPF, considerar apenas a distância do poço até a costa do Amapá &#8220;provoca uma redução simplista de toda a logística de operação do empreendimento e contraria o próprio Estudo de Impacto Ambiental&#8221;.</p>
<h3>Acesso à justiça e direitos das comunidades</h3>
<p>A permanência do caso em Belém visa garantir que as populações tradicionais e indígenas do Pará tenham acesso ao devido processo legal. Os procuradores afirmam que levar o caso para o Amapá criaria barreiras econômicas para essas comunidades, enquanto o julgamento no Pará assegura a &#8220;eficiência quantitativa e qualitativa&#8221; na coleta de provas e depoimentos.</p>
<p>A ação aponta que o licenciamento avançou com falhas, como a ausência de um Plano de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP). O Ibama havia limitado as exigências a um raio de 500 metros ao redor do poço, critério que o MPF classifica como &#8220;restritivo e desconectado da lógica territorial&#8221;.</p>
<h3>Pedidos urgentes</h3>
<p>O MPF requer decisões imediatas para:</p>
<ul>
<li><strong>Suspensão da Licença</strong>: Interrupção da validade da licença de operação até a correção das falhas.</li>
<li><strong>Nova Área de Influência</strong>: Inclusão oficial dos municípios e comunidades paraenses afetadas.</li>
<li><strong>Novos Estudos</strong>: Realização de estudos de desembarque pesqueiro e componentes indígenas/quilombolas no Pará.</li>
<li><strong>Consulta Prévia (OIT 169)</strong>: Garantia de consulta livre e informada a todos os povos tradicionais atingidos pela logística.</li>
</ul>
<p>O órgão ressalta que esta ação é específica e não deve ser confundida com processos em trâmite no Amapá. Enquanto as demandas amapaenses focam em terras indígenas locais e modelos climáticos, o foco no Pará é a &#8220;reparação da disparidade no licenciamento&#8221;, que teria subdimensionado os impactos e invisibilizado a dinâmica das marés e os direitos dos pescadores paraenses.</p>
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		<title>MPF recomenda suspensão de licenciamento de petróleo na Foz do Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 14:16:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/foz_margem_equatorial-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público Federal (MPF) recomendou que o Ibama suspenda etapas do licenciamento para a exploração de petróleo na Foz do Amazonas. O órgão pede que a Petrobras revise as comunicações sobre o projeto e exige que o impacto ambiental seja analisado considerando o conjunto de todos os poços previstos para o bloco, e não [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/foz_margem_equatorial-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério Público Federal (MPF) recomendou que o Ibama suspenda etapas do licenciamento para a exploração de petróleo na Foz do Amazonas. O órgão pede que a Petrobras revise as comunicações sobre o projeto e exige que o impacto ambiental seja analisado considerando o conjunto de todos os poços previstos para o bloco, e não de forma individual.</p>
<p>Para os procuradores e procuradoras da República no Pará e no Amapá, a forma como os processos estão sendo conduzidos esconde os verdadeiros riscos socioambientais da exploração de petróleo na região.</p>
<p>Um dos pontos centrais de uma das recomendações é o bloco de exploração FZA-M-59. O MPF aponta uma contradição entre o que a Petrobras diz à sociedade e o que ela planeja tecnicamente.</p>
<p>Nos materiais de comunicação e reuniões com as comunidades, a Petrobras aborda a perfuração de apenas um poço (chamado &#8220;Morpho&#8221;). Já em um cronograma atualizado apresentado pela empresa, os estudos ambientais já preveem a perfuração de outros três poços no mesmo bloco (&#8220;Marolo&#8221;, &#8220;Manga&#8221; e &#8220;Maracujá&#8221;), entre 2027 e 2029.</p>
<p>Segundo o MPF, além de prejudicar o conhecimento público sobre a proporção real das atividades previstas, ao licenciar um poço de cada vez, o impacto total é mascarado. Quando quatro poços são perfurados na mesma região, os riscos de vazamentos, o barulho das máquinas e o fluxo de navios se somam, criando um impacto muito maior do que seria mensurado ao considerar cada poço de forma individual e independente.</p>
<p>Para o MPF, os impactos devem ser analisados considerando os efeitos cumulativos e sinérgicos.</p>
<h3>Pesquisa sísmica</h3>
<p>A outra recomendação foca na pesquisa sísmica — um método que usa canhões de ar comprimido para emitir pulsos sonoros potentes e mapear o petróleo no fundo do mar.</p>
<p>O MPF identificou que o licenciamento dessas pesquisas está avançando sem dados primários. Isso significa que a empresa responsável não foi ao local coletar informações reais sobre todo o ecossistema que vive ali.</p>
<p>Além de destacar que a região abriga o Cânion do Rio Amazonas e recifes de corais, que são áreas de extrema sensibilidade biológica, o MPF aponta que pareceres técnicos do próprio Ibama confirmam que não foi apresentado o diagnóstico de meio ambiente que foi exigido.</p>
<p>Segundo o MPF, sem esses dados, as reuniões técnicas informativas (RTIs) com a população são inválidas, pois a sociedade acaba sendo consultada sobre um projeto cujo impacto real não é conhecido nem pelos próprios técnicos do projeto.</p>
<h3>O mito da &#8220;soberania nacional&#8221;</h3>
<p>O MPF também contesta o uso frequente do argumento de &#8220;defesa do interesse nacional&#8221; e &#8220;independência energética&#8221; para acelerar as licenças. Os procuradores e as procuradoras da República explicam que, no modelo de exploração atual &#8211; regime de concessão -, a propriedade do petróleo e do gás extraídos é transferida para as empresas que ganham o direito de explorar.</p>
<p>O resultado do 5º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão (OPC), por exemplo, resultou na adjudicação de blocos a um consórcio majoritariamente composto por grandes corporações transnacionais, tais como Chevron, Equinor, ExxonMobil, Petrogal, Karoon, CNODC e Shell.</p>
<p>Como muitas dessas empresas são grandes corporações estrangeiras, o lucro da atividade vai prioritariamente para acionistas ao redor do mundo, e não para o Brasil.</p>
<p>Para o MPF, o uso da &#8220;soberania&#8221; como justificativa é contraditório, pois o controle do recurso natural é entregue ao capital internacional, enquanto os custos ambientais operacionais e os riscos de um eventual desastre são assumidos integralmente pelas comunidades locais e pelo ecossistema brasileiro.</p>
<p>Para garantir a segurança das populações e do meio ambiente, o MPF fez pedidos específicos:</p>
<p><strong>Ao Ibama:</strong></p>
<ul>
<li>Não autorize a perfuração dos poços Marolo, Manga e Maracujá sem que a Petrobras apresente os estudos técnicos necessários;</li>
<li>Condicione qualquer avanço no Bloco FZA-M-59 à análise conjunta dos quatro poços previstos, considerando os efeitos sinérgicos e cumulativos;</li>
<li>Suspenda o prazo para manifestação pública e as Reuniões Técnicas Informativas, até que os estudos necessários para as pesquisas sísmicas sejam realizados corretamente;</li>
</ul>
<p><strong>À Petrobras:</strong></p>
<ul>
<li>Retifique e atualize, em 30 dias, o projeto de comunicação social e os boletins informativos, para que conste de forma clara a previsão de perfuração dos quatro poços ao invés de um;</li>
<li>Atualize todos os canais oficiais da empresa, removendo informações que considerem a perfuração de apenas um poço, garantindo o direito à informação e a transparência ambiental.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ibama multa Petrobras por vazamento em Foz do Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 16:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/petrobras3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ibama aplicou um auto de infração na Petrobras com multa de R$ 2,5 milhões pelo vazamento em perfuração no mar na Bacia da Foz do Amazonas ocorrido no último dia 4 de janeiro. O derramamento do fluido ocorreu a 175 quilômetros do Amapá, na Margem Equatorial brasileira. “A autuação decorre da descarga de 18,44 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/petrobras3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ibama aplicou um auto de infração na Petrobras com multa de R$ 2,5 milhões pelo vazamento em perfuração no mar na Bacia da Foz do Amazonas ocorrido no último dia 4 de janeiro. O derramamento do fluido ocorreu a 175 quilômetros do Amapá, na Margem Equatorial brasileira.</p>
<blockquote><p>“A autuação decorre da descarga de 18,44 m³ de Fluido de Perfuração de Base Não Aquosa (mistura oleosa) no mar, oriunda da instalação denominada Navio Sonda 42 (NS-42), que operava na Bacia da Foz do Amazonas”, informou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p></blockquote>
<p>Em nota à imprensa, o órgão ambiental acrescentou que o fluido vazado acidentalmente pela Petrobras é uma mistura de produtos usada nas atividades de exploração e produção de petróleo e gás.</p>
<p>O Ibama alega que o material “representa risco médio tanto para a saúde humana quanto para o ecossistema aquático”, conforme classificação do órgão definida na Instrução Normativa nº 14, de 28 de julho de 2025.</p>
<p>A Petrobras confirmou que recebeu a notificação do Ibama e que vai tomar “as providências cabíveis”. Diferentemente do Ibama, a petroleira sustenta que o material não traz danos ao meio ambiente.</p>
<blockquote><p>“Reiteramos que o fluido é biodegradável, não persistente, não bioacumulável e não tóxico, conforme a Ficha de Dados de Segurança do produto. Atende a todos os parâmetros do órgão ambiental e não gera qualquer dano ao meio ambiente”, informou a Petrobras.</p></blockquote>
<p>A partir da ciência do auto de infração, a Petrobras tem o prazo de 20 dias para efetuar o pagamento da multa ou apresentar defesa administrativa.</p>
<h3>Vazamento</h3>
<p>Ocorrido no início do ano, o vazamento na região da Bacia do Amazonas teve origem na instalação denominada Navio Sonda 42 (NS-42).</p>
<p>De acordo com a Petrobras, o que ocorreu foi a perda de fluido de perfuração em duas linhas auxiliares que conectam à sonda de perfuração ao poço Morpho.</p>
<p>Na última quarta-feira (4), a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) impôs novas condições para a Petrobras retomar a perfuração do poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, que está paralisado desde o dia 6 de janeiro, dois dias após o vazamento.</p>
<p>A ANP exige, entre outras medidas, a substituição de todos os selos das juntas do riser de perfuração &#8211; um tubo de grande diâmetro que conecta o poço de petróleo no fundo do mar à sonda.</p>
<p>Além disso, a Petrobras deve apresentar evidências da troca dos selos em até cinco dias após a instalação da última junta, incluindo uma análise da adequação da instalação.</p>
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		<title>Petrobras envia ao Ibama relatório sobre vazamento na Foz do Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:07:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/foz_do_amazonas6-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Petrobras entregou ao Ibama na segunda-feira, 2, um relatório sobre o vazamento de quase 20 mil litros de fluido durante a perfuração do poço de exploração Morpho no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas. O acidente completou um mês. Desde o dia 4 de janeiro, os trabalhos de abertura do poço estão suspensos. No [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/foz_do_amazonas6-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Petrobras entregou ao Ibama na segunda-feira, 2, um relatório sobre o vazamento de quase 20 mil litros de fluido durante a perfuração do poço de exploração Morpho no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas. O acidente completou um mês. Desde o dia 4 de janeiro, os trabalhos de abertura do poço estão suspensos.</p>
<p>No documento ao órgão ambiental, que investiga o acidente, a Petrobras diz que “em nenhum momento houve comprometimento da segurança do poço”. “Os conjuntos solidários de barreiras permaneceram 100% íntegros e operacionais. As linhas auxiliares envolvidas não integram o sistema de barreiras de segurança do poço, não tendo sido identificada qualquer condição que representasse risco à integridade do poço, à segurança operacional, às pessoas envolvidas e ao meio ambiente”, afirma o relatório.</p>
<p>A petrolífera também forneceu mais detalhes sobre o vazamento, ocorrido durante testes e verificações prévias ao início da perfuração da fase 4 do poço pela plataforma NS-42 (ODN-II), da Foresea. Segundo a Petrobras, foi observada uma perda localizada de contenção de fluido de perfuração em linhas auxiliares do riser (tubulação que liga a plataforma ao poço).</p>
<p>O local do vazamento fica a cerca de 50 km do Grande Sistema de Recifes da Amazônia (GARS), formação única que ocupa cerca de 9.500 km² entre o Amapá e o Maranhão. Estudos mostram também três territórios indígenas, seis comunidades quilombolas e 34 Áreas Protegidas com alta vulnerabilidade à contaminação por hidrocarbonetos – incluindo o maior manguezal contínuo do país e um dos maiores do mundo.</p>
<p>Ao Valor, o Ibama informou que acompanha a apuração e mantém contato com a Petrobras e também com a Agência Nacional do Petróleo (ANP) para avaliar a segurança operacional da retomada da atividade. Segundo o órgão, não há prazo para concluir a investigação. “O Ibama acompanha o processo de apuração para, quando identificadas as causas da ocorrência, poder verificar se há necessidade de algum ajuste no processo de licenciamento ambiental.”</p>
<p>Nesta semana, a ANP iniciou sua auditoria sobre o acidente e a segurança da sonda de perfuração. Até sábado, 7, técnicos do órgão regulador farão inspeções in loco, na própria plataforma. E a partir da próxima segunda-feira, 9, as análises da ANP serão feitas remotamente.</p>
<p>A perfuração de Morpho somente será retomada após autorização da agência.</p>
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		<title>Após vazamento, sonda da Petrobras na Foz do Amazonas passará por auditoria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 14:26:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/margem-equatorial-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Agência Nacional do Petróleo (ANP) inicia, entre os dias 2 e 7 de fevereiro, uma auditoria de segurança na sonda operada pela Petrobras na bacia da Foz do Amazonas. A fiscalização é uma resposta ao vazamento de 18 mil litros de fluido de perfuração ocorrido em 4 de janeiro no poço exploratório “Morpho”, localizado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/margem-equatorial-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Agência Nacional do Petróleo (ANP) inicia, entre os dias 2 e 7 de fevereiro, uma auditoria de segurança na sonda operada pela Petrobras na bacia da Foz do Amazonas. A fiscalização é uma resposta ao vazamento de 18 mil litros de fluido de perfuração ocorrido em 4 de janeiro no poço exploratório “Morpho”, localizado no bloco 59, a 175 km da costa do Amapá.</p>
<p>O incidente paralisou as atividades e reacendeu o alerta sobre os riscos estruturais da exploração de petróleo em uma das regiões ecologicamente mais sensíveis do planeta.</p>
<p>E o vazamento não parece ser um caso isolado. Levantamento da InfoAmazonia, com dados da própria ANP, revela um cenário preocupante: desde 1970, uma em cada quatro tentativas de perfuração na costa amazônica foi interrompida por acidentes mecânicos.</p>
<p>Na bacia da Foz do Amazonas, o índice de falhas atinge 28% — uma frequência de um acidente a cada 3,5 poços. Em Barreirinhas, no Maranhão, o cenário é ainda mais crítico, com 35% das perfurações paralisadas por problemas mecânicos.</p>
<p>Esses números superam drasticamente a média nacional de 7% e os índices das bacias de Campos (7%) e Santos (5%), evidenciando que a complexidade oceânica da região amazônica impõe desafios que a tecnologia atual ainda não neutralizou totalmente.</p>
<p>A perfuração no bloco 59 segue suspensa por determinação da ANP e só poderá ser retomada após a conclusão da auditoria, que focará no Sistema de Segurança Operacional. A Petrobras tem 90 dias para apresentar um relatório detalhado sobre as causas do incidente.</p>
<h3>Riscos ambientais</h3>
<p>Embora a Petrobras afirme que o fluido vazado (conhecido como &#8220;lama&#8221;) é biodegradável e de baixa toxicidade, entidades como o Greenpeace e o Instituto Arayara classificam o episódio como um &#8220;prenúncio do pior&#8221;. O vazamento ocorreu a 2.700 metros de profundidade, em uma área com correntes marítimas intensas e próximas ao Grande Sistema de Recifes da Amazônia (GARS).</p>
<p>Povos indígenas e comunidades tradicionais do Oiapoque também se manifestaram, classificando o vazamento como um &#8220;alerta final&#8221;. Eles denunciam a falta de transparência e o descumprimento do direito à consulta prévia, destacando que um acidente com óleo cru atingiria diretamente a maior faixa contínua de mangues do Brasil e territórios ancestrais.</p>
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		<title>Perfuração na Foz do Amazonas segue parada após vazamento de fluido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 15:00:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/foz_petrobras-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O navio-sonda NS-42 [ou ODN II], usado pela Petrobras para perfurar um poço de exploração de combustíveis fósseis no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas, continua sem operar. A plataforma foi paralisada após um vazamento no mar de quase 20 mil litros de fluido de perfuração no dia 4 de janeiro. A Agência Nacional do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/foz_petrobras-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O navio-sonda NS-42 [ou ODN II], usado pela Petrobras para perfurar um poço de exploração de combustíveis fósseis no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas, continua sem operar. A plataforma foi paralisada após um vazamento no mar de quase 20 mil litros de fluido de perfuração no dia 4 de janeiro.</p>
<p>A Agência Nacional do Petróleo (ANP) determinou que a retomada da perfuração do poço Morpho só poderá ocorrer após sua autorização. A liberação está condicionada à entrega de um diagnóstico inicial que explique as causas imediatas do vazamento, os impactos nas barreiras de segurança e na operação.</p>
<p>De acordo com a ANP, até segunda-feira, 19 – 15 dias após o acidente – a Petrobras ainda não havia enviado um relatório detalhado sobre o vazamento. Conforme a Resolução nº 882/2022 da agência, a Petrobras tem até 90 dias, contados da constatação inicial do vazamento, para apresentar o relatório completo com as causas do acidente. O documento também precisa apresentar as ações de mitigação adotadas pela petrolífera.</p>
<p>O Ibama, órgão que concedeu a licença para a perfuração do poço em 20 de outubro, cobrou da Petrobras na semana passada um relatório sobre o vazamento no Bloco 59, localizado no litoral do Amapá, a 175 km de Oiapoque. Em ofício, o órgão ambiental afirmou ter “grande preocupação […] acerca dos riscos e potenciais impactos da atividade” na região. Além de solicitar uma reunião com a petrolífera, condicionou a retomada da perfuração a explicações sobre o acidente.</p>
<p>Mais preocupados do que o Ibama estão povos indígenas, quilombolas e comunidades ribeirinhas da região. O vazamento reforça o medo de acidentes mais graves, com impactos ambientais e ameaças diretas às fontes de alimento e ao modo de vida tradicional. E a falta de informação e de orientação por parte da Petrobras aumenta ainda mais esta angústia.</p>
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		<title>MPF pede suspensão de teste da Petrobras na Foz do Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 18:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/foz_petrobras-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na Justiça Federal para anular o despacho do IBAMA que autorizou a Avaliação Pré-Operacional (APO) no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas, operado pela Petrobras. O MPF também pediu à Justiça a imediata paralisação de todas as atividades relacionadas à APO – espécie de simulado de vazamento de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/foz_petrobras-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="brxe-post-content post_content__content">
<p>O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na Justiça Federal para anular o despacho do IBAMA que autorizou a Avaliação Pré-Operacional (APO) no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas, operado pela Petrobras. O MPF também pediu à Justiça a imediata paralisação de todas as atividades relacionadas à APO – espécie de simulado de vazamento de petróleo e socorro à fauna que precede a concessão [ou não] da licença pelo órgão ambiental.</p>
<p>Para o MPF, a medida é urgente, devido à iminente realização da APO sem estudos aprofundados sobre os riscos ao meio ambiente e às Comunidades Tradicionais.</p>
<p>O MPF argumenta que a autorização do IBAMA para a avaliação pré-operacional violou diversas normas, tanto nacionais quanto internacionais, e desconsiderou pareceres técnicos sobre as insuficiências do licenciamento ambiental do bloco 59. O órgão aponta que a autorização ignorou o princípio da precaução, que impõe a prevenção de danos ambientais mesmo na ausência de certeza científica absoluta.</p>
<p>A autorização à Petrobras foi dada pelo presidente do IBAMA, Rodrigo Agostinho, sem considerar a análise de 29 analistas ambientais do órgão, que avaliaram o Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada (PPAF) apresentado pela petroleira como insuficiente e com graves omissões. Por isso, o MPF alerta para o caráter técnico do IBAMA e sua função de proteção ao meio ambiente.</p>
<blockquote><p>“O problema é o viés político superar a ciência no que se refere às garantias ao meio ambiente que essa exploração deve possuir”, diz um trecho do documento.</p></blockquote>
<p>A ação judicial é embasada em laudos técnicos detalhados da equipe pericial do MPF, que abrange as áreas de engenharia química, oceanografia e biologia, bem como em pareceres internos do próprio IBAMA. Os documentos revelam sérias lacunas e problemas de viabilidade nos estudos ambientais apresentados pela Petrobras, que persistem mesmo após revisões.</p>
<p>O MPF argumenta que a decisão de Rodrigo Agostinho desrespeita diretamente a Constituição Federal, a Política Nacional do Meio Ambiente e as resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA). A lei que regula o procedimento administrativo é outro dispositivo infringido, pela evidente violação ao entendimento da área técnica.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<ul class="brxe-div post_content__em_tempo">
<li class="brxe-vpfiqy brxe-div post_content__em_tempo__container"></li>
</ul>
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		<title>Sob críticas, ANP leiloa 19 pontos de exploração de petróleo na Foz do Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 19:03:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/foz-do-Amazonas-8-paises-afetados-810x540-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Sob críticas do Ministério Público Federal e protestos de 200 indígenas, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) concedeu 19 novos blocos para exploração de petróleo na Foz do Rio Amazonas, na costa do Amapá. No total, o leilão, que aconteceu nesta terça-feira, 17, arrecadou R$ 989 milhões com a concessão de 34 das 172 áreas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/foz-do-Amazonas-8-paises-afetados-810x540-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Sob críticas do Ministério Público Federal e protestos de 200 indígenas, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) concedeu 19 novos blocos para exploração de petróleo na<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/exploracao-de-petroleo-na-foz-do-amazonas-ameaca-natureza-e-comunidades-locais/" target="_blank" rel="noopener"> Foz do Rio Amazonas,</a> na costa do Amapá. No total, o leilão, que aconteceu nesta terça-feira, 17, arrecadou R$ 989 milhões com a concessão de 34 das 172 áreas oferecidas pela agência reguladora.</p>
<p>Lotes foram comprados pela Petrobrás, ExxonMobil, Chevron Brasil e CNPC Brasil;</p>
<p>Além da Foz do Amazonas, houve lances por blocos nas bacias de Santos, Pelotas e Parecis. No entanto, a bacia da<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-nao-precisa-explorar-foz-do-amazonas-se-cumprir-meta-climatica/" target="_blank" rel="noopener"> Foz do Amazonas</a> se destacou, representando 40% dos blocos ofertados e impressionantes 85% da arrecadação total do leilão.</p>
<p>O governo colocou para leilão 172 novos blocos exploratórios, sendo 47 deles localizados <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/foz-do-amazonas-e-supersensivel-a-oleo-e-exploracao-precisa-de-dados-cientificos-destacam-especialistas/" target="_blank" rel="noopener">na sensível bacia da Foz do Amazonas.</a> Essa região, na costa do Amapá, é conhecida por sua alta vulnerabilidade ambiental, abrigando mangues, restingas e os recentemente descobertos corais da Amazônia &#8211; encontrada em 2016,  uma área é habitat de diversas espécies marinhas, muitas delas ainda desconhecidas pela ciência.</p>
<p>Na semana passada, o Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça Federal contra a ANP, para supender a realização do leilão e impedir a oferta de 47 blocos para exploração de petróleo e gás na bacia da foz do Rio Amazonas</p>
<p>Na ação, o MPF destaca que a expansão da exploração de petróleo na região representa um &#8220;grave contrassenso&#8221; diante da emergência climática e dos compromissos assumidos pelo Brasil, como o Acordo de Paris. O órgão aponta que a decisão de leiloar os blocos sem quantificar previamente os impactos climáticos e socioambientais é &#8220;cientificamente insustentável, legalmente indefensável e moralmente injustificável&#8221;.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-nao-precisa-explorar-foz-do-amazonas-se-cumprir-meta-climatica/" target="_top">Brasil não precisa explorar Foz do Amazonas, se cumprir meta climática</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/exploracao-de-petroleo-na-foz-do-amazonas-ameaca-natureza-e-comunidades-locais/" target="_top">Exploração de petróleo na Foz do Amazonas ameaça natureza e comunidades locais</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/foz-do-amazonas-e-supersensivel-a-oleo-e-exploracao-precisa-de-dados-cientificos-destacam-especialistas/" target="_top">Foz do Amazonas é supersensível a óleo e exploração precisa de dados científicos</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/foz-do-amazonas-pode-apresentar-extremos-climaticos-secas-severas-e-chuvas-intensas/" target="_top">Foz do Amazonas pode apresentar extremos climáticos: secas severas e chuvas intensas</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisadores defendem royalties verdes para evitar exploração de petróleo na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2025 13:35:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[royalties verdes]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/exploracao-petroleo-petrobras-divulgacao-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os impactos das mudanças climáticas estão cada vez mais presentes no dia a dia, mesmo assim projetos para explorar reservas de petróleo ainda recebem muito apoio e investimento. A promessa é que esses projetos podem estimular o desenvolvimento econômico mesmo com o aumento das emissões de gases do efeito estufa. Porém, um grupo de cientistas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/exploracao-petroleo-petrobras-divulgacao-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os impactos das mudanças climáticas estão cada vez mais presentes no dia a dia, mesmo assim projetos para explorar reservas de petróleo ainda recebem muito apoio e investimento. A promessa é que esses projetos podem estimular o desenvolvimento econômico mesmo com o aumento das emissões de gases do efeito estufa. Porém, um grupo de cientistas acredita que é possível garantir benefícios econômicos e sociais sem queimar mais combustíveis fósseis.</p>
<p>Em um <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2530064425000124" target="_blank" rel="noopener">artigo publicado na revista Perspectives in Ecology and Conservation</a>, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Museu do Amanhã, PUC-Rio e UFRJ defendem que a criação de um Fundo de Royalties Verdes compensaria Estados e municípios da Amazônia pela não exploração de petróleo na Amazônia.</p>
<p>Royalties é como são chamados os recursos que empresas pagam para explorar regiões onde há reservas de petróleo e gás natural. No caso dos royalties verdes, a ideia é que as áreas que receberiam ganhos com a exploração da Margem Equatorial na Amazônia possam ser beneficiadas com pagamentos a longo prazo, porém sem perfuração de poços ou produção de petróleo.</p>
<p>A proposta prevê que a criação do Fundo de Royalties Verdes com US$ 19,9 bilhões compensaria Estados e municípios diretamente afetados pela não exploração de petróleo na Margem Equatorial com remuneração anual de US$ 2,2 bilhões por tempo indeterminado.</p>
<p>De acordo com os cálculos dos cientistas, esse montante seria o suficiente para remunerar as áreas afetadas com o valor equivalente ao que seria gerado pela exploração de petróleo durante 27 anos. Além disso, o fundo tem a vantagem de oferecer uma compensação com valores estáveis, diferente dos royalties tradicionais que flutuam seguindo a variação do preço dos barris de petróleo no mercado.</p>
<p>A implementação de um mecanismo desse tipo traria uma série de impactos positivos, já que com o esgotamento das reservas de combustíveis fósseis e os atuais investimentos em energia limpa, o petróleo tende a se desvalorizar. Outro ponto importante é que não perfurar poços em uma região como a Amazônia também diminui os riscos de danos ambientais.</p>
<blockquote><p>“A proposta dos royalties verdes está alinhada com essa realidade, pois prevê o fornecimento de recursos a Estados e Municípios de maneira estável e permanente ao longo do tempo. Além disso, não haveria riscos de vazamento ou acidentes, o que traria danos muitas vezes irremediáveis para tais regiões amazônicas”, explica André Guimarães, diretor executivo do IPAM.</p></blockquote>
<p>Para garantir a criação do fundo, o artigo sugere que o Tesouro Nacional poderia contribuir com um capital semente para sua estruturação. Outros recursos seriam captados com fontes de capital privadas e investidores. A ideia é que a verba seja utilizada para investimentos em conservação, restauração, transição energética e atividades econômicas sustentáveis.</p>
<p>A aposta nessas áreas é crucial, já que, segundo os pesquisadores, a promessa de que a exploração de petróleo garante melhorias sociais não se comprova. Ao analisar os dados de dez cidades fluminenses que mais receberam royalties nos últimos dez anos, o estudo revela que apenas duas registraram alguma melhora no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).</p>
<blockquote><p>“Os dados expõem uma desconexão entre os repasses milionários e melhorias efetivas na qualidade de vida, com exceções pontuais como Maricá e Campos, que apresentaram ligeira melhoria. O caso evidencia os desafios na gestão dos recursos do petróleo para promover desenvolvimento sustentável”, avalia Anna Aguiar, pesquisadora da PUC-Rio e uma das autoras do artigo.</p></blockquote>
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