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	<title>pesquisa &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>pesquisa &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Calor extremo ameaça o modo de vida de povos da Floresta Amazônica, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 15:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Bacia amazônica]]></category>
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		<category><![CDATA[emissão de gases do efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/6948_6dbddc69-e3c9-a51a-def0-f77d30e50213-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Limpar a casa, trabalhar a terra ou simplesmente respirar o ar puro de onde se nasceu. Atividades simples do cotidiano tornaram-se fonte de insegurança para quem vive na floresta. Para pequenos agricultores, ribeirinhos e povos originários da Bacia Amazônica, o próprio modo de vida está sob ameaça, colocando essas comunidades, entre outras pelo mundo afora, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/6948_6dbddc69-e3c9-a51a-def0-f77d30e50213-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Limpar a casa, trabalhar a terra ou simplesmente respirar o ar puro de onde se nasceu. Atividades simples do cotidiano tornaram-se fonte de insegurança para quem vive na floresta. Para pequenos agricultores, ribeirinhos e povos originários da Bacia Amazônica, o próprio modo de vida está sob ameaça, colocando essas comunidades, entre outras pelo mundo afora, na linha de frente dos impactos das mudanças climáticas na América do Sul.</p>
<p>A conclusão veio de um estudo liderado por cientistas da organização ambiental <em>The Nature Conservancy (TNC) e publicado na revista Environmental Research: Health,</em> apontando que o número de dias com calor extremo dobrou desde a década de 1950, ampliando os impactos sobre a saúde e a capacidade das pessoas de realizar atividades ao ar livre. A pesquisa fez um perfil de povos afetados pelo mundo e na América do Sul, a Bacia Amazônica teve o principal destaque.</p>
<p>O estudo analisou os limites fisiológicos e sociais de adaptação ao calor e concluiu que cerca de um terço da população mundial já enfrenta riscos crescentes devido às altas temperaturas. Entre os grupos mais vulneráveis estão os idosos, que têm menor capacidade de regular a temperatura corporal por meio da transpiração.</p>
<h3>Recordes de calor</h3>
<p>A tendência de aquecimento é reforçada pelo Serviço de Mudanças Climáticas do Copernicus (C3S), da União Europeia, apontando fevereiro de 2026 como o quinto mais quente já registrado no planeta.</p>
<p>Segundo o relatório, divulgado nesta terça-feira, 10, a temperatura média global atingiu 1,49 °C acima dos níveis pré-industriais, aproximando-se do limite de 1,5 °C estabelecido no Acordo de Paris como referência para evitar impactos climáticos mais severos.</p>
<p>No mesmo período, a temperatura média da superfície do mar chegou a 20,88 °C, a segunda mais alta já registrada para o mês.</p>
<p>Os dados fazem parte do conjunto ERA5, que reúne bilhões de medições coletadas por satélites, navios, aviões e estações meteorológicas ao redor do mundo.</p>
<h3>Impactos cada vez mais intensos</h3>
<p>Para os cientistas, esses eventos mostram que o aquecimento global já está alterando padrões climáticos em diferentes regiões pelo mundo.</p>
<p>Segundo Luke Parsons, principal autor do estudo sobre calor extremo, cada fração adicional de aquecimento tende a ampliar os impactos na vida das pessoas.</p>
<blockquote><p>“O ano de 2024 nos deu uma prévia preocupante de como seria um mundo com 1,5 °C de aquecimento acima dos níveis pré-industriais. Isso deve fortalecer nossa determinação coletiva de evitar 2 °C ou mais”, afirmou.</p></blockquote>
<p>No estudo, os especialistas sugeriram estratégias para reduzir impactos imediatos dessas mudanças, como a criação de sistemas de alerta para ondas de calor, ampliação de áreas de sombra nas cidades e proteção específica para idosos e trabalhadores expostos ao sol.</p>
<p>Entretanto,  a pesquisa frisa que as medidas emergenciais são insuficientes sem um esforço global mais amplo e concreto para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.</p>
<p>Sem esse esforço concreto, regiões como a Bacia Amazônica, o sudoeste e o sul da Ásia, além de partes da África Ocidental estariam condenadas a enfrentar condições climáticas cada vez mais extremas nas próximas décadas.</p>
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		<title>Energia para a floresta: a chave para transformar a economia do açaí no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 12:53:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mapeamento da Sociobioeconomia: bases para políticas de inclusão energética na Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
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		<category><![CDATA[sociobioeconomia amazônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/acai-Pedro-Guerreiro-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O açaí é o principal produto da sociobioeconomia da Amazônia Legal e o Pará ocupa o centro desse cenário. Dados do relatório &#8220;Mapeamento da Sociobioeconomia: bases para políticas de inclusão energética na Amazônia Legal&#8221;, do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), revelam que a região concentra 75% de toda a produção extrativista vegetal do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/acai-Pedro-Guerreiro-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p style="text-align: left;">O açaí é o principal produto da sociobioeconomia da Amazônia Legal e o Pará ocupa o centro desse cenário. Dados do relatório &#8220;<a href="https://energiaeambiente.org.br/wp-content/uploads/2025/11/AF_IEMA-SocioBioEconomia_Relatorio_publicado.pdf" target="_blank" rel="noopener">Mapeamento da Sociobioeconomia: bases para políticas de inclusão energética na Amazônia Legal&#8221;</a>, do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), revelam que a região concentra 75% de toda a produção extrativista vegetal do Brasil.</p>
<p>Na prática, são cerca de 450 mil toneladas por ano extraídas na Amazônia Legal, a maior parte vem do Pará, que junto aos estados do Amazonas e Maranhão concentra os principais núcleos produtivos da sociobioeconomia regional. Neste cenário, o Pará possui o maior número de estabelecimentos extrativistas e lidera tanto em volume quanto em concentração territorial da produção.</p>
<p>Entretanto, o Pará também é líder em estabelecimentos extrativistas sem acesso à energia elétrica: mais de 63 mil. Como 7 dos 10 municípios com maior produção do Brasil são ribeirinhos, a dificuldade ao acesso à energia elétrica aumenta a dependência da logística fluvial e impacta no desperdício do produto, tornando o transporte para localidades mais distantes custoso e arriscado.</p>
<p>No panorama regional, essa dificuldade gera um modelo de produção ineficiente, onde as frutas têm de ser vendidas in natura por falta de máquinas para extração de sua polpa. Com falta de margem de manobra, os produtores acabam vulneráveis aos atravessadores, que diminuem a margem de lucro de quem produz.</p>
<p>O relatório alerta que a falta de infraestrutura ameaça a competitividade de uma cadeia que já é estratégica e sustenta milhares de famílias de pequenos produtores, destacando a necessidade de políticas públicas integradas.</p>
<p>O acesso a energia elétrica é condição básica para ampliar a escala produtiva e reduzir desigualdades regionais. Desta forma, o principal desafio do Pará e dos estados da Amazônia é aumentar o desenvolvimento dessas comunidades para fortalecer a produção extrativista e quem move essa cadeia.</p>
<p>Para Vinícius Oliveira da Silva, um dos coordenadores da iniciativa, o objetivo do relatório é não apenas disponibilizar informações, mas contribuir para a eficiência das políticas públicas de universalização do acesso à energia.</p>
<blockquote><p>“A grande fronteira do acesso à energia está na Amazônia, mas historicamente existe uma deficiência do Estado em saber onde estão, quem são e o que produzem essas pessoas hoje excluídas. Nosso trabalho busca suprir esta lacuna”, disse.</p></blockquote>
<p>Ele reforça ainda que as distâncias e a diversidade do contexto amazônico exigem soluções adaptadas às diferentes realidades.</p>
<blockquote><p>“Não basta a política existir. Ela precisa ser baseada em dados reais do território e executada com respeito às particularidades culturais e locais para que realmente promova o desenvolvimento e a qualidade de vida dos povos e comunidades que vivem e mantêm a floresta em pé”.</p></blockquote>
<p>Os dados do relatório agora estão disponíveis para consulta na internet, por meio da Plataforma Mapeamento da Sociobioeconomia, <a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0d9cac0e-d396-49db-08fa-08de6f949f11/https%253a%252f%252fenergiaeambiente.org.br%252fsociobioeconomia%252f/21718483-e9f5-489e-c4a7-08d7c5ff26d1/godi@compartilhabrasil.com.br/True" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0d9cac0e-d396-49db-08fa-08de6f949f11/https%25253a%25252f%25252fenergiaeambiente.org.br%25252fsociobioeconomia%25252f/21718483-e9f5-489e-c4a7-08d7c5ff26d1/godi@compartilhabrasil.com.br/True&amp;source=gmail&amp;ust=1772560182883000&amp;usg=AOvVaw0QDAeb9rgTSvjBqiSDW3iR">site interativo</a>.</p>
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		<title>Pesquisa revela que consumo de açaí na juventude fortalece a saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 14:12:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Food Research International]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Barbosa]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade Federal do Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/up_ag_59374_b55595fe-7f2e-736a-c027-01edad32b3fd-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho O açaí é muito mais que energia! Um estudo da UFPA (Lafico) revelou que o consumo regular do fruto na infância e adolescência pode prevenir sintomas de ansiedade e depressão. A ciência confirma o que o paraense já sabia: açaí é saúde mental Os resultados foram publicados no início de 2026 na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/up_ag_59374_b55595fe-7f2e-736a-c027-01edad32b3fd-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>O açaí é muito mais que energia! Um estudo da UFPA (Lafico) revelou que o consumo regular do fruto na infância e adolescência pode prevenir sintomas de ansiedade e depressão. A ciência confirma o que o paraense já sabia: açaí é saúde mental</p>
<p>Os resultados <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S096399692600027X?ref=pdf_download&amp;fr=RR-2&amp;rr=9ccd1dd438b0f195" target="_blank" rel="noopener">foram publicados no início de 2026 na revista Food Research International</a>, abrindo caminho para testes clínicos com humanos.</p>
<p>A pesquisa partiu de uma pergunta central: é possível que um alimento tradicional da Amazônia tenha efeito preventivo, sobre transtornos mentais? A resposta até o momento, aponta que sim. Especialmente em comportamentos relacionados a ansiedade e depressão.</p>
<p>Os testes foram realizados com ratos adolescentes, fase equivalente à infância e adolescência em humanos. Parte dos animais recebeu diariamente suco clarificado de açaí, em dose proporcional ao consumo humano de meio litro por dia. Já o outro grupo não ingeriu o fruto.</p>
<p>Em entrevista ao portal Amazônia Vox, a <span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">doutoranda em Ciências Farmacêuticas </span><span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">Marta Barbosa, uma das autoras do estudo, celebrou os resultados positivos da pesquisa.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-size: 14px;">“Em todas as avaliações, o grupo que ingeriu açaí teve significativa melhora comportamental em relação aos animais que não receberam açaí, demonstrando redução dos parâmetros de ansiedade e depressão, associada aos efeitos dos compostos bioativos”, afirma Marta.</span></p></blockquote>
<p>Os animais que consumiram açaí demonstraram maior disposição para explorar ambientes abertos, comportamento associado à redução da ansiedade, e menor tempo de imobilidade no teste de nado forçado, indicador relacionado a comportamento depressivo.</p>
<h3>&#8220;Blindagem&#8221; natural para o cérebro contra a ansiedade</h3>
<p>Para entender como o açaí ajuda a mente, os cientistas da UFPA foram além da observação do comportamento e olharam o que acontecia dentro das células cerebrais. O resultado? O fruto funciona como um poderoso sistema de limpeza e proteção.</p>
<p>O estudo mostrou que o açaí aumenta as defesas naturais (antioxidantes) em áreas que controlam nossos sentimentos. Veja o impacto nas regiões principais:</p>
<ul>
<li>Controle emocional: No córtex pré-frontal, o açaí aumentou o nível de substâncias que protegem a mente.</li>
<li>Resposta ao estresse: No hipocampo, área que nos ajuda a lidar com a pressão, as células ficaram mais fortes.</li>
<li>Combate ao medo: Na amígdala (o &#8220;centro do medo&#8221; do cérebro), o açaí reduziu os danos causados pelo desgaste celular.</li>
</ul>
<p>Um dos grandes destaques foi o aumento de uma enzima chamada catalase, que combate inflamações e o estresse das células.</p>
<blockquote><p>“Nos animais que tiveram dieta à base de açaí, a gente teve uma melhora significativa dessa enzima”, explica a pesquisadora Marta.</p></blockquote>
<h3>Um escudo para os neurônios</h3>
<p>Na prática, o açaí cria um mecanismo de defesa em áreas sensíveis do cérebro. Para a neurocientista Cristiane Maia, coordenadora do estudo, os dados provam que o fruto é um neuroprotetor — ou seja, ele blinda os neurônios.</p>
<blockquote><p>“Comprovamos que o açaí, por si só, melhora as condições de emocionalidade para os testes que aplicamos, de ansiedade, depressão e locomoção espontânea [&#8230;]. Me parece que, além de tudo, o açaí é também um neuroprotetor&#8221;, afirma Cristiane.</p></blockquote>
<h3>Próximo passo: Testes em humanos</h3>
<p>A descoberta é tão promissora que a equipe já prepara a fase seguinte: testes com voluntários no Hospital Militar de Belém. O objetivo é confirmar se esse &#8220;efeito protetor&#8221; observado nos animais se repete em pessoas de diferentes idades e estados emocionais.</p>
<p>Essa pesquisa surge em um momento crítico, onde mais de 1 bilhão de pessoas sofrem com transtornos mentais, como ansiedade e depressão, segundo a OMS. Ao transformar um alimento típico da região em inovação científica, os pesquisadores reforçam a riqueza da Amazônia, mesmo enfrentando a falta de recursos e investimentos para a ciência local.</p>
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		<title>Jambu pode ajudar a combater inflamações no corpo, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 18:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Dexametadona]]></category>
		<category><![CDATA[Glicocorticoides]]></category>
		<category><![CDATA[jambu]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/jambu-interna-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O sabor picante e o formigamento característico do jambu podem estar prestes a conquistar a ciência e a medicina. Um novo estudo de universidades brasileiras revelou que a planta típica da Amazônia possui propriedades promissoras para combater inflamações crônicas, oferecendo uma alternativa natural a pacientes com artrite e dermatite, que hoje dependem de medicamentos fortes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/jambu-interna-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O sabor picante e o formigamento característico do jambu podem estar prestes a conquistar a ciência e a medicina. Um novo estudo de universidades brasileiras revelou que a planta típica da Amazônia possui propriedades promissoras para combater inflamações crônicas, oferecendo uma alternativa natural a pacientes com artrite e dermatite, que hoje dependem de medicamentos fortes e com longos históricos de efeitos colaterais.</p>
<p>A planta, típica da bacia amazônica, é bastante popular na culinária paraense, presente em pratos como tacacá, arroz paraense e pato no tucupi.</p>
<p>O alvo da pesquisa, realizada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), pela Unifal (Universidade Federal de Alfenas) e pela UFOB (Universidade Federal do Oeste da Bahia), foi o espilantol &#8211; molécula ativa do jambu responsável pela sensação de dormência na língua. A partir dela, os pesquisadores identificaram dois compostos com ação anti-inflamatória semelhante à da dexametasona, um corticoide potente amplamente utilizado no tratamento de inflamações.</p>
<blockquote><p>&#8220;Além disso, os compostos atuam por um mecanismo duplo, inibindo duas enzimas associadas ao processo inflamatório — característica geralmente restrita a medicamentos de maior potência e com maior risco de efeitos adversos”, detalha o professor Júlio Cezar Pastre, do Instituto de Química (IQ) da Unicamp e um dos inventores da tecnologia.</p></blockquote>
<p>Segundo Pastre, o perfil das moléculas é compatível com aplicações que exigem uso mais prolongado.</p>
<blockquote><p>“Como elas são inspiradas em compostos naturais, e já demonstraram boa resposta em testes iniciais, inclusive em ensaios <i>in vivo</i>, há espaço para pensar em formulações de uso contínuo, desde que avaliadas com os devidos critérios de segurança”, afirma.</p></blockquote>
<h3>Alternativa mais segura</h3>
<p>Com a conclusão promissora, o próximo passo da pesquisa é estabelecer parcerias com a indústria farmacêutica para realizar testes em animais de maior porte e, futuramente, avaliar o potencial do jambu no tratamento de inflamações em humanos.</p>
<p>A descoberta abre caminho para o desenvolvimento de medicamentos naturais com menos efeitos colaterais, oferecendo uma possível alternativa para pacientes que dependem de terapias anti-inflamatórias de longo prazo.</p>
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		<title>Pesquisa revela potencial tecnológico de planta típica da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 12:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[aninga]]></category>
		<category><![CDATA[biomateriais]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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		<category><![CDATA[planta]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/aninga-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) apresentaram um estudo que destaca o alto desempenho das fibras naturais da aninga (Montrichardia linifera). A planta aquática, comum nas margens de rios e igarapés da Amazônia, é foco de pesquisas há mais de 15 anos e possui um enorme potencial para aplicações tecnológicas, especialmente na indústria de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/aninga-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) apresentaram um estudo que destaca o alto desempenho das fibras naturais da aninga (Montrichardia linifera). A planta aquática, comum nas margens de rios e igarapés da Amazônia, é foco de pesquisas há mais de 15 anos e possui um enorme potencial para aplicações tecnológicas, especialmente na indústria de materiais compostos.</p>
<p>Um dos exemplos é tratado em artigo publicado na revista Scientific Reports, da Nature. O trabalho é o resultado de uma colaboração entre o Museu Goeldi e a Universidade Federal do Pará (UFPA), que descreve as características das fibras extraídas do caule da aninga e seu uso para o desenvolvimento de compósitos poliméricos unidimensionais, um material que possui alta resistência e durabilidade. A pesquisa resultou no depósito de uma patente com grande potencial de absorção pelas indústrias.</p>
<p>Os estudos com a planta começaram com a pesquisadora Cristine Bastos do Amarante e hoje envolve um grupo de estudantes de graduação e pós-graduação, além de cientistas de outras instituições, Segundo a especialista, as características da espécie, como a sua resistência, indicam que ela pode ser fonte de fibras naturais úteis para novos materiais de baixo custo e sustentáveis.</p>
<blockquote><p>“Esta fibra pode ter inúmeras aplicações, tais como na construção civil, na engenharia naval, na indústria de papel e embalagens, na medicina, entre muitas outras. Inclusive, ela poderá ser mais uma alternativa para a corda do Círio, por exemplo”, afirma a pesquisadora do Museu Goeldi, Cristine Amarante.</p></blockquote>
<p>Outra característica é que a aninga possui poros e estruturas em formato de favo de mel em sua fibra, o que aumenta a rugosidade da superfície e permite maior ligação e aderência comparáveis às propriedades de outras fibras já bastante conhecidas, como o algodão, o linho, o cânhamo e o curauá.</p>
<p>Para os pesquisadores envolvidos, a fibra da aninga é apenas um exemplo de como a ciência e a tecnologia podem ajudar a aproveitar os recursos naturais de maneira responsável e eficiente, promovendo o desenvolvimento econômico e sustentável na Amazônia.</p>
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		<title>Nova tecnologia promete aumentar a produção e combater pragas na citricultura do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 13:04:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[#laranja]]></category>
		<category><![CDATA[#limão]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[porta-enxertos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1211-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Terceiro maior produtor de limão do País, o Pará pode avançar no ramo da citricultura com a adoção de estratégia de plantio pensada a partir da realidade da Amazônia. A recomendação de porta-enxertos sob copa para limão é o primeiro resultado de um projeto da Embrapa Amazônia Oriental que tem o objetivo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1211-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Terceiro maior produtor de limão do País, o Pará pode avançar no ramo da citricultura com a adoção de estratégia de plantio pensada a partir da realidade da Amazônia. A recomendação de porta-enxertos sob copa para limão é o primeiro resultado de um projeto da Embrapa Amazônia Oriental que tem o objetivo de fortalecer a produção de citros na região com variedades mais resistentes a pragas e de baixo custo.</p>
<p>O trabalho avaliou o desempenho de sete variedades de porta-enxertos, que é a planta da qual se aproveita a raiz e a base do caule para garantir o desenvolvimento de outra planta. A análise demonstrou que porta-enxertos Sunki Tropical, BRS O S Passos e Citrandarin Indio são os mais adequados para plantios no Pará, pois apresentam os melhores índices de produtividade, estabilidade e adaptabilidade. A variedade Citrandarin Indio também é recomendada para todos os estados da região.</p>
<p>Responsável pela coordenação do projeto, o pesquisador Fábio de Lima Gurgel explica que a adoção de porta-enxertos é necessária para renovar a citricultura na região Norte, onde ainda é comum a produção de mudas direto no solo, o que facilita a disseminação de doenças como a gomose, uma das pragas que mais afetam a cultura dos citros.</p>
<p>O principal sintoma da gomose é o chamado depauperamento da planta, caracterizado pelos ramos e folhas secas que geram frutos desuniformes e com casca manchada. Em casos graves, a contaminação pode causar a morte da planta. Porém, a utilização dos porta-enxertos recomendados garante o plantio com mudas mais sadias e resistentes a fungos.</p>
<blockquote><p>“São porta-enxertos que diminuem também o porte da planta, o que é um risco porque muitas vezes se precisa de escadas para colher o fruto em árvores que ultrapassam 5 metros. Agora temos plantas que variam de 2,5 a 3 metros, onde há um adensamento da copa. Ou seja, temos um pomar sadio, mais produtivo e permite esse bem-estar ao trabalhador que vai fazer a colheita. É um avanço tecnológico para a citricultura paraense”, acrescenta Fábio Gurgel.</p></blockquote>
<p>Outra vantagem demonstrada pelo projeto é a tolerância das variedades selecionadas às alterações do clima, inclusive períodos de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/apos-chuva-no-rio-grande-do-sul-pais-se-prepara-para-seca-severa-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">seca extrema</a> como os observados recentemente na Amazônia..</p>
<figure id="attachment_29356" aria-describedby="caption-attachment-29356" style="width: 900px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-29356 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1212.jpeg" alt="" width="900" height="642" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1212.jpeg 900w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1212-300x214.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1212-768x548.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1212-150x107.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1212-450x321.jpeg 450w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-29356" class="wp-caption-text">Pesquisa identificou três variedades de porta-enxertos de limão mais recomendado para o Pará. mais Foto: Vinicius Braga / Embrapa</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Nesses trabalhos, além de estudar a produção, altura da planta e sanidade, fazermos estudos de estresse hídrico. Quando a planta é muito fraca ao período de seca, as folhas se enrolam para perder menos água. Nesses experimentos, observarmos que agora as plantas conseguem reter mais água e apresentam uma tolerância maior”, ressalta o pesquisador.</p></blockquote>
<p>Com a resistência comprovada a gomose, o projeto pretende investigar ainda a possibilidade dos porta-enxertos evitarem a proliferação do greening, que a principal praga que tem afetado as culturas de São Paulo e Minas Gerais, que lideram a produção de cítricos do país. O Pará ocupa a terceira colocação no ranking de produção de limão e sétimo de laranja.</p>
<blockquote><p>“Quando se diversifica os porta-enxertos, é possível que parte dessa produção pode não ser atacada pelo greening, que tem reduzido drasticamente a produtividade do Sudeste. É uma oportunidade do Pará alcançar novos mercados”, afirma.</p></blockquote>
<p>A novidade já está disponível em viveiros do Pará. A expectativa é que até o próximo ano sejam apresentadas as recomendações de porta-enxertos para laranjas, ampliando o alcance do projeto em benefício dos produtores de citros.</p>
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		<title>Maioria da população brasileira tem consciência sobre mudanças climáticas, afirma pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 21:20:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_tapajos2-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os eventos extremos ligados às mudanças climáticas estão cada vez mais frequentes e chamam a atenção da sociedade. No Brasil, uma pesquisa de opinião realizada pelo Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), instituição ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), mostra que a consciência sobre as mudanças climáticas é alta, alcançando 95,4% [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_tapajos2-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os eventos extremos ligados às <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/mudancas-climaticas-podem-reduzir-em-30-a-renda-na-amazonia-ate-2050-aponta-estudo/">mudanças climáticas</a> estão cada vez mais frequentes e chamam a atenção da sociedade. No Brasil, uma pesquisa de opinião realizada pelo Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), instituição ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), mostra que a consciência sobre as mudanças climáticas é alta, alcançando 95,4% da população. Os dados fazem parte do estudo <a href="https://www.cgee.org.br/documents/10195/4686075/CGEE_OCTI_Resumo_Executivo-Perc_Pub_CT_Br_2023.pdf" target="_blank" rel="noopener">Percepção pública da C&amp;T no Brasil 2023</a>.</p>
<p>A  pesquisa revela ainda que,para a grande maioria dos entrevistado, 78,2%, as <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mudancas-climaticas-e-nao-o-el-nino-foram-a-causa-principal-da-seca-severa-na-amazonia/">transformações no clima são decorrentes da ação humana</a>, como apontam diferentes estudos científicos. Já 19,6% acredita que as alterações são típicas da natureza, sem interferência do homem.</p>
<p>Além disso, a percepção sobre a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seis-em-cada-10-brasileiros-veem-prejuizos-de-mudancas-climaticas-ao-turismo-revela-pesquisa/">gravidade das mudanças climáticas</a> é relativa dentro da amostragem. Para 60,5% do público, o fenômeno representa “um grave perigo para as pessoas do Brasil”, enquanto 26,9% consideram que o risco é médio, 8,2% classificam o perigo como “pequeno” e 3,6% dizem que as mudanças do clima “não são um perigo”.</p>
<p>Essa é sexta edição da pesquisa de opinião sobre percepção pública de ciência e tecnologia realizada desde 1987 no país. Segundo os pesquisadores, não houve alterações significativas de interesse das pessoas pelo tema, que alcançou o mesmo patamar da pesquisa anterior (60,3%), atrás de outras áreas como medicina e saúde (77,9%), meio ambiente (76,2%), religião (70,5%) e economia (67,7%).</p>
<p>O CGEE coletou os dados entre a última semana de novembro e primeira semana de dezembro do ano passado. Foram 1.931 pessoas com 16 anos ou mais entrevistadas, levando em conta a representação de estratos por gênero, idade, escolaridade, renda e local de moradia em todas as regiões do país. Para conferir o trabalho completo, clique <a href="https://www.cgee.org.br/documents/10195/4686075/CGEE_OCTI_Resumo_Executivo-Perc_Pub_CT_Br_2023.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Quatro países integram a nova Rede Amazônica de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2024 13:05:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Paraense Emílio Goeldi]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/Amazonia25-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Rede Amazônica de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade é mais um instrumento que pretende contribuir para o desenvolvimento científico tecnológico e de inovações, que permitam a sustentabilidade, qualidade de vida e saúde da população amazônica. A iniciativa agrega os conhecimentos produzidos por grandes instituições de pesquisa da Pan Amazônia, como o Museu Paraense Emílio Goeldi, Instituto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/Amazonia25-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Rede Amazônica de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade é mais um instrumento que pretende contribuir para o desenvolvimento científico tecnológico e de inovações, que permitam a sustentabilidade, qualidade de vida e saúde da população amazônica.</p>
<p>A iniciativa agrega os conhecimentos produzidos por grandes instituições de pesquisa da Pan Amazônia, como o Museu Paraense Emílio Goeldi, Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Instituto Humboldt e Instituto SINCHI da Colômbia, Instituto Nacional de Biodiversidade (INABIO) do Equador e o Instituto de Pesquisa da Amazônia Peruana (IIAP).</p>
<blockquote><p>“Essa rede vem coroar esforços de longa data, de integração entre as instituições de pesquisa mais importantes da Amazônia e que retém conhecimento e acervos biológicos, etnográficos, linguísticos; integrar as informações já existentes; planejar a melhor forma de dar continuidade ao processo de coleta de informações sobre a Amazônia; e elaborar sínteses sobre o bioma, de forma a contribuir de maneira mais efetiva com políticas públicas e planejamento de desenvolvimento da região como um todo”, destaca  Marlúcia Martins,  pesquisadora de Zoologia e coordenadora substituta de Pesquisa e Pós-Graduação.</p></blockquote>
<p>Com o apoio técnico e financeiro doBanco Interamericano de Desenvolvimento (BID) a Rede Amazônica de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade integra o programa guarda-chuva Amazônia Sempre e iniciou sua articulação no ano passado. A construção deu o passo definitivo em fevereiro de 2024 no evento “Taller creación Red Amazónica de Investigación e Innovación sobre la Biodiversidad”, que aconteceu em Bogotá (Colômbia), quando reuniu dirigentes do BID e das instituições científicas da Amazônia colombiana, equatoriana, peruana e brasileira &#8211; o Museu Goeldi esteve representado por seu diretor, Nilson Gabas Júnior.</p>
<p>A próxima etapa de consolidação da Rede será em na reunião em Manaus,  em junho de 2024, quando os representantes institucionais irão estruturar suas ações.</p>
<p>O projeto vai seguir três linhas de trabalho: diálogo e intercâmbio de conhecimento entre seus membros, fortalecimento da capacidade técnica dos institutos por meio de iniciativas de aprendizagem coletiva e mobilidade de pesquisadores, e promoção da conservação da biodiversidade e do desenvolvimento da bioeconomia amazônica através de programas e projetos colaborativos.</p>
<p>A rede também vai atuar em parceria com os povos indígenas e comunidades tradicionais, governos, setor privado e outros atores interessados em se unir à conservação e uso sustentável da biodiversidade com valor agregado para melhorar a qualidade de vida das comunidades da região amazônica.</p>
<p>A nova iniciativa científica será liderada por um Comitê Diretor composto por um representante de cada instituto membro fundador e um representante do BID. Além disso, o BID assumirá a secretaria técnica por um período inicial de quatro anos. Os critérios para a incorporação de novos membros serão divulgados na segunda assembleia anual da Rede, que acontecerá em 2025.</p>
<p>Clique <a href="https://www.iadb.org/pt-br/quem-somos/topicos/amazonia" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> para saber mais sobre a Rede Amazônica de Pesquisa e Inovação e o programa Amazônia Sempre.</p>
<p><em>Fonte: Agência Museu Goeldi</em></p>
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		<title>Pará busca parcerias na área de bioeconomia com instituto de tecnologia dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 15:04:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[MIT]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/MIT-Helder-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Durante a recente passagem pelos Estados Unidos, o governador do Pará, Helder Barbalho, discutiu a possibilidade de estabelecer parcerias com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) para viabilizar projetos do plano de bioeconomia do estado. A expectativa é que a colaboração seja estabelecida nas áreas de educação, ciência, pesquisa e inovação. Uma das ideias [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/MIT-Helder-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Durante a recente passagem pelos Estados Unidos, o governador do Pará, Helder Barbalho, discutiu a possibilidade de estabelecer parcerias com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) para viabilizar projetos do plano de bioeconomia do estado. A expectativa é que a colaboração seja estabelecida nas áreas de educação, ciência, pesquisa e inovação.</p>
<p>Uma das ideias é que a universidade invista no Parque de Bioeconomia e Inovação, que será uma das obras entregues pelo Pará na COP30 em Belém, em 2025. Outra proposta é atrair para o estado uma unidade do MIT Amazônia, uma iniciativa já existente na instituição, mas sem representação no Brasil. Caso seja efetivado, o projeto deve contribuir para o desenvolvimento de pesquisa e tecnologias na área de ciências aplicadas.</p>
<blockquote><p>“Discutimos parcerias que possamos levar para o nosso Estado, para a nossa Universidade, para o PCT Guamá e para o nosso Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia. Estamos construindo parcerias que possam fortalecer a bioeconomia para deixar um legado e trazer benefícios ao Pará. Tenho certeza de que essas oportunidades poderão formar líderes, trazer conhecimento e acima de tudo, atentar para soluções que possam cuidar da nossa população a partir da natureza&#8221;, afirmou o governador à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/53108/nos-eua-governador-discute-parcerias-para-bioeconomia-com-uma-das-maiores-universidades-do-mundo" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<p>O MIT está localizado na cidade de Cambridge e possui cerca de mil professores e cerca de 11 mil estudantes, sendo reconhecida pelo QS World University como uma das melhores universidades do mundo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Até novembro do próximo ano, nós estaremos em um cenário muito valioso para agregar parcerias e deixar legados para o nosso Estado e à população nas mais diversas áreas”, destacou Helder Barbalho.</p></blockquote>
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		<title>Pesquisa identifica propriedades benéficas à saúde no chocolate paraense e subprodutos do cacau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 14:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[pct guamá]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/cacau-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O cacau paraense é hoje um dos principais produtos da agricultura do estado. O fruto serve de matéria-prima para a produção de inúmeras variedades de chocolates, mas estudos demonstram que o benefício vai além da alimentação. Um projeto em desenvolvimento no Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá investiga o potencial uso no tratamento e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/cacau-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O cacau paraense é hoje um dos principais produtos da agricultura do estado. O fruto serve de matéria-prima para a produção de inúmeras variedades de chocolates, mas estudos demonstram que o benefício vai além da alimentação. Um projeto em desenvolvimento no Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá investiga o potencial uso no tratamento e prevenção de doenças como o diabetes e câncer.</p>
<p>A iniciativa é coordenada pela pesquisadora Giulia Lima, do Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA) que lembra haver registros históricos que associam o fruto ao tratamento de diferentes doenças. A ciência mostra ainda que as amêndoas possuem antioxidantes, que são substâncias capazes de combater os radicais livres responsáveis por causar alterações no metabolismo.</p>
<p>No entanto, para saber quais amêndoas têm maior concentração desses compostos é preciso analisar as variedades de cacau e seus subprodutos, como o chocolate, manteigas, chás e nibs. Nesse estudo, amostras de 19 tipos de cacau estão em análise.</p>
<p>A ideia é selecionar as amêndoas com melhor composição e capacidade de manter os benefícios medicinais. Assim, seria possível elaborar produtos funcionais com menos perdas de nutrientes nas etapas de processamento.</p>
<blockquote><p>“O cacau tem vários compostos bioativos diferentes com funções positivas para o organismo. Por isso é importante fazer essa qualificação. Por exemplo, se quisermos produzir um chocolate funcional que previne o envelhecimento precoce e o desenvolvimento de diversas doenças, incluindo câncer e doenças cardíacas, é possível escolher as amêndoas de cacau que possuem maior quantidade desses compostos para atender a necessidade dos consumidores que têm interesse nessas propriedades&#8221;, disse a pesquisadora à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/51255/pesquisa-feita-no-pct-guama-identifica-propriedades-beneficas-a-saude-no-chocolate-paraense-e-subprodutos-do-cacau" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<figure id="attachment_27412" aria-describedby="caption-attachment-27412" style="width: 552px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-27412 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/pesquisadora-Giulia-Lima-Foto-Ayla-Ferreira-Fundacao-Guama.jpg" alt="" width="552" height="368" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/pesquisadora-Giulia-Lima-Foto-Ayla-Ferreira-Fundacao-Guama.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/pesquisadora-Giulia-Lima-Foto-Ayla-Ferreira-Fundacao-Guama-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/pesquisadora-Giulia-Lima-Foto-Ayla-Ferreira-Fundacao-Guama-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/pesquisadora-Giulia-Lima-Foto-Ayla-Ferreira-Fundacao-Guama-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/pesquisadora-Giulia-Lima-Foto-Ayla-Ferreira-Fundacao-Guama-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 552px) 100vw, 552px" /><figcaption id="caption-attachment-27412" class="wp-caption-text">Pesquisadora investiga propriedades e diferenciais do cacau paraense. Foto: Ayla Ferreira / Fundação Guamá</figcaption></figure>
<p>Giulia Lima considera que os nibs podem ser uma formulação mais benéfica devido ao menor nível de processamento. Outra hipótese é que os chocolates com teor de cacau entre 70% e 80% também possuam melhores propriedades nutritivas. Para ela, esse potencial deve ser ainda melhor aproveitado associado às características únicas do cacau paraense.</p>
<blockquote><p>“Aqui no Pará nós temos o cacau de várzea, que cresce em áreas alagadas e não existe em nenhum outro lugar no mundo. Como o cacau é uma planta nativa, ele cresce perto de outras espécies, o que faz com que a amêndoa e o fruto tenham, por exemplo, notas de banana por crescer perto de uma bananeira. Ele tem propriedades aromáticas e nutricionais únicas”, pontua.</p></blockquote>
<p>O CVACBA atua em áreas como bioprospecção de espécies e controle de qualidade de materiais de origem vegetal. O centro oferece serviços de atividade residual enzimática, análises de cacau, chocolate e derivados, açaí e outros produtos visando o desenvolvimento de tecnologias aplicadas às necessidades dos produtores e do mercado.</p>
<blockquote><p>“Recebemos amêndoas do lote de um produtor e fazemos a avaliação para definir se a matéria-prima dele é segura para a produção de chocolate. Há critérios sobre isso. Minha pesquisa auxilia nessa resposta ao produtor, que irá saber qual é o melhor tipo de amêndoa para produzir o que ele planeja e o mercado demanda”, ressalta Giulia Lima.</p></blockquote>
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