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	<title>perda florestal &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>perda florestal &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Brasil teve uma redução de 36% na perda de floresta primária em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 12:22:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/floresta30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz O Brasil e a Colômbia foram os países que tiveram os melhores resultados no combate ao desmatamento no último ano, de acordo com dados do Global Forest Watch do World Resources Institute (WRI). O levantamento divulgado nesta quinta-feira, 4, mostra que a perda de floresta primária recuou 36% no território brasileiro e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/floresta30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>O Brasil e a Colômbia foram os países que tiveram os melhores resultados no combate ao desmatamento no último ano, de acordo com dados do Global Forest Watch do World Resources Institute (WRI). O levantamento divulgado nesta quinta-feira, 4, mostra que a perda de floresta primária recuou 36% no território brasileiro e 49% no país vizinho como resultado de políticas públicas direcionadas para a proteção do meio ambiente.</p>
<p>O estudo destaca que a perda florestal caiu principalmente na Amazônia, onde a redução do desmatamento foi de 39% no comparativo entre os anos de 2022 e 2023. O dado é animador visto que além de sua extensão, a floresta amazônica é de grande importância para a conservação da biodiversidade e para a mitigação das mudanças climáticas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estamos orgulhosos de ver um progresso marcante no Brasil, especialmente na Amazônia brasileira&#8221;, disse Mariana Oliveira, gerente do Programa de Florestas, Uso da Terra e Agricultura do WRI Brasil.</p></blockquote>
<p>Em contrapartida, o Global Forest Watch chama atenção para o fato de que as florestas tropicais permanecem ameaçadas em outras regiões do planeta. No ano passado, os trópicos perderam cerca de 3,7 milhões de hectares de floresta primária, uma área pouco menor que o território do Butão ou o equivalente a perda de 10 campos de futebol por minuto.</p>
<blockquote><p>“As acentuadas quedas na Amazônia brasileira e na Colômbia mostram que o progresso é possível, mas o aumento do desmatamento em outras áreas praticamente anulou esse progresso. Devemos aprender com os países que estão conseguindo reduzir com sucesso o desmatamento”, analisa Mikaela Weisse, diretora do Global Forest Watch, do WRI.</p></blockquote>
<h3>Outros biomas ameaçados</h3>
<p>Ainda que o Brasil esteja em uma posição de destaque, o levantamento alerta que o desmatamento tem crescido em biomas como o Cerrado e o Pantanal. No primeiro caso, a tendência é a mesma há cinco anos, sendo impulsionada pela abertura de áreas para a produção de grãos. Somente no último ano, a perda florestal na região avançou 6%.</p>
<p>Já no Pantanal, a principal ameaça é oriunda dos incêndios, que são uma característica natural desse ambiente. Contudo, o estudo revela que a ocorrência de secas sistemáticas e intensificadas pelo efeito das mudanças climáticas comprometem a capacidade desse ecossistema se recuperar.</p>
<blockquote><p>“Ainda temos um longo caminho a percorrer para melhorar e sustentar os esforços e espero que os dados que estamos trazendo à tona encorajem os governos nacional e subnacionais no Brasil &#8211; e os governos ao redor do mundo &#8211; a ampliar esse impulso de redução do desmatamento”, afirma Mariana Oliveira.</p></blockquote>
<p>Além dos biomas brasileiros, a preocupação é grande em outros países com grandes extensões florestais. Na Indonésia, por exemplo, a perda da floresta primária subiu 27%. A principal causa foram os incêndios que se alastraram com as condições favoráveis promovidas pelo El Niño, que também teve um grande impacto sobre as florestas do Canadá.</p>
<p>A situação preocupa, pois coloca o mundo na corrida contra o tempo para deter a perda florestal e a degradação do solo até 2030, conforme prevê Declaração dos Líderes de Glasgow sobre Florestas e Uso do Solo.</p>
<blockquote><p>&#8220;O mundo tem apenas seis anos para cumprir sua promessa de deter o desmatamento. Os números da perda de floresta deste ano contam uma história inspiradora do que podemos alcançar quando os líderes priorizam a ação, mas os dados também destacam muitas áreas urgentes de oportunidades perdidas para proteger nossas florestas e nosso futuro&#8221;, diz Ani Dasgupta, presidente e CEO do WRI.</p></blockquote>
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		<title>Brasil liderou a perda de florestas tropicais primárias no mundo em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 16:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[floresta primária]]></category>
		<category><![CDATA[florestas tropicais]]></category>
		<category><![CDATA[perda florestal]]></category>
		<category><![CDATA[WRI Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/desmatamento-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Quase metade da perda de florestas primárias (aquelas que nunca foram tocadas ou que sofreram pouquíssima intervenção do homem) no mundo em 2021 se deu no Brasil. O dado é do Global Forest Watch (GFW), plataforma de monitoramento de florestas em todo o planeta, divulgado nesta quita-feira, 28/04.. Pois é, o que os cientistas estrangeiros [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/desmatamento-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Quase metade da perda de florestas primárias (<em>aquelas que nunca foram tocadas ou que sofreram pouquíssima intervenção do homem</em>) no mundo em 2021 se deu no Brasil. O dado é do Global Forest Watch (GFW), plataforma de monitoramento de florestas em todo o planeta, divulgado nesta quita-feira, 28/04..</p>
<p>Pois é, o que os cientistas estrangeiros registram o paraense vê e sente na própria pele. Entre janeiro e março de 2022, a Amazônia perdeu uma área equivalente a metade da cidade do Rio de Janeiro. Foram 687 km² de floresta que foram ao chão no primeiro trimestre do ano, segundo medições do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Nesse levantamento, Mato Grosso foi o Estado que mais desmatou. Em segundo lugar ficou o Pará, com 27% da derrubada da Amazônia (33 km²). Desse total, 21% (7 km²) foram registrados apenas dentro de duas unidades de conservação, a APA Triunfo do Xingu e Flona do Jamanxim. Elas foram as áreas protegidas com maior derrubada na floresta em março, com 5 e 2 km², respectivamente.</p>
<p>Já no estudo do GFW, foram 1,5 milhão de hectares de florestas tropicais primárias perdidas no ano passado, o que representa 40% de toda a perda de florestas primárias no planeta em 2021. O Brasil lidera o triste ranking da perda de florestas bem à frente do segundo colocado (República Democrática do Congo, com 500 mil hectares).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Todos os anos, o GFW apresenta uma avaliação independente do estado das florestas do mundo no ano anterior. Os dados são produzidos a partir de análises geoespaciais desenvolvidas pela Universidade de Maryland, nos EUA, e monitoram a cobertura florestal no mundo todo, incêndios florestais e perda de florestas primárias nos trópicos.<br class="" /><br class="" />A atualização deste ano apresenta uma novidade, que são as perdas de florestas causadas ou não por fogo. No caso do Brasil, nem mesmo a redução dos focos na Amazônia e Pantanal em 2021 alterou essa tendência. As perdas não relacionadas ao fogo &#8211; que no Brasil são mais frequentemente associadas à expansão agrícola &#8211; aumentaram 9% entre 2020 e 2021.</p>
<div class="">O Brasil detém cerca de um terço das florestas tropicais primárias remanescentes do mundo e tem mantido taxas de perda de florestas primárias acima de 1 milhão de hectares desde 2016, segundo os dados do GFW.<span class="Apple-converted-space"> </span></div>
<blockquote>
<div class="">“A perda de floresta primária no Brasil é especialmente preocupante, pois novas evidências revelam que a floresta amazônica está perdendo resiliência, estando mais perto de um ponto de inflexão do que se pensava anteriormente”, diz Fabíola Zerbini, diretora de Florestas, Agricultura e Uso do Solo do WRI Brasil.</div>
</blockquote>
<div class="">A distribuição das áreas de perda de florestas primárias mostra uma expansão das regiões mais críticas para além do Arco do Desmatamento. Muitos novos focos de perda de floresta primária nesses Estados abrangem clareiras em grande escala &#8212; provavelmente para pastagens de gado &#8212; ao longo de estradas existentes, como a BR-319.<span class="Apple-converted-space"> </span></div>
<h3>No mundo</h3>
<div>
<div class="">Ao todo, o GFW identificou a perda de 3,75 milhões de hectares de florestas tropicais primárias no mundo. Para além do Brasil, chama a atenção a perda de florestas em países como Bolívia e República Democrática do Congo, que registraram aumento com relação à 2020. Já a Indonésia registrou redução das taxas de perda florestal pelo quinto ano consecutivo, indicando que políticas públicas do governo da Indonésia e comprometimentos do setor privado no país estão surtindo efeito.</div>
<div></div>
<div class="">Apesar de se concentrar nos trópicos, que é onde ocorre 96% da derrubada permanente de florestas no mundo, o GFW também analisou florestas boreais e temperadas, identificando um aumento de 29% na perda florestal por fogo, especialmente na Sibéria &#8212; nessa região, as florestas estão ameaçadas pelas mudanças climáticas.</div>
</div>
<p class=""><em>Fonte: GFW: O Global Forest Watch é uma plataforma global de monitoramento de perda de florestas em todo o planeta. Ela analisa e interpreta os dados fornecidos pela Universidade de Maryland, com resolução de 30 metros, que mapeiam a perda de cobertura arbórea, ou seja, tanto de florestas naturais como de florestas plantadas e perda devido a causas naturais ou humanas.<span class="Apple-converted-space"> </span></em></p>
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