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	<title>Patrimônio Cultural do Brasil &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Patrimônio Cultural do Brasil &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Iphan reconhece Ofício das Tacacazeiras como Patrimônio Cultural do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 15:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[comida de rua]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/tacaca-Credito-Joyce-Ferreira-Agencia-Belem-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A cada cuia quente servida em uma esquina amazônica, uma história de resistência, sustento familiar e identidade cultural é celebrada. Nesta terça-feira (25), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu formalmente a importância desse ritual ao declarar o Ofício das Tacacazeiras da Região Norte como Patrimônio Cultural do Brasil. A decisão, que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/tacaca-Credito-Joyce-Ferreira-Agencia-Belem-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A cada cuia quente servida em uma esquina amazônica, uma história de resistência, sustento familiar e identidade cultural é celebrada. Nesta terça-feira (25), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu formalmente a importância desse ritual ao declarar o Ofício das Tacacazeiras da Região Norte como Patrimônio Cultural do Brasil.</p>
<p>A decisão, que inscreve o saber-fazer das mulheres amazônicas no Livro dos Saberes, valoriza um conjunto de práticas que vai muito além da receita e se consolida como um pilar da sobrevivência e do legado ancestral.</p>
<p>Prato típico da Amazônia, o tacacá é feito com tucupi e goma (derivados da mandioca), camarão seco, jambu e temperos variados. Contudo, o ofício não se restringe à culinária.</p>
<p>Conforme destacou o parecer técnico aprovado, escrito pela conselheira Izabela Tamaso, o ofício de tacacazeira compreende um conjunto integrado de práticas agrícolas, saberes tradicionais, técnicas culinárias, modos de comercialização, formas de sociabilidade e sentidos simbólicos.</p>
<blockquote><p>“É o reconhecimento dos saberes e tradições da região Norte. A região Norte deve ser valorizada e fala sobre o que é o Brasil,” afirmou Leandro Grass, presidente do Iphan.</p></blockquote>
<h3>Sobrevivência e legado</h3>
<p>A história do ofício está intimamente ligada a um contexto de crise econômica e à falta de empregos formais, quando a venda de alimentos de rua se tornou uma estratégia de autonomia e de manutenção familiar, majoritariamente feminina. Por isso, a conquista é imensa entre as tacacazeiras.</p>
<blockquote><p>“Mantenho o legado da minha mãe, com modernidade. Todas as tacacazeiras estão em festa&#8221;, disse Ivanete Pantoja, presidente da Associação das Tacacazeiras de Belém.</p></blockquote>
<p>Muito antes desse reconhecimento, a tacacazeira <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/tacacazeiras-mulheres-protagonizam-o-preparo-e-a-conducao-dos-negocios-da-comida-tipicas-do-para/" target="_blank" rel="noopener">Maria de Fátima Silva de Araújo, de 70 anos, mais conhecida como Fafá</a>, já se considerava um patrimônio em Belém.  Há 25 anos atendendo no mesmo ponto, Fafá afirmou, ao<strong> Pará Terra Boa, </strong>que  esse tipo de negócio sempre foi tocado pelas mulheres. &#8220;Hoje em dia, está mais misturado, mas é um espaço que nós conquistamos”.</p>
<p><span style="font-size: 14px;">A voz de Maria de Nazaré, tacacazeira de 71 anos que atua em Manaus, ecoa o sentimento de vitória e legado.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-size: 14px;">&#8220;Através do tacacá eu criei e eduquei vários netos. É de geração para geração. Meus filhos estão fazendo faculdade aqui, eu tenho um filho cirurgião, tenho um neto advogado. Tudo se criou aqui, vendendo tacacá.&#8221;</span></p></blockquote>
<h3> O tabuleiro que une a Amazônia</h3>
<p>O ofício está presente nas sete capitais do Norte, com características próprias em cada localidade, de Belém (PA) — com registros literários do século XIX — a Palmas (TO), onde a prática é mais recente.</p>
<p>Os pontos de venda são variados, de bancas e quiosques a carrinhos, e funcionam como centros de sociabilidade, reforçando a identidade amazônica. Segundo a pesquisa, quase 70% das pessoas que trabalham com tacacá são mulheres, muitas delas responsáveis por transmitir o conhecimento ancestral de preparo para as novas gerações.</p>
<h3> Do pedido à salvaguarda</h3>
<p>O processo de registro começou em 2010 e ganhou impulso em 2024, com uma pesquisa que ouviu mais de 100 tacacazeiras. O trabalho de reconhecimento foi validado com o suporte do Iphan e da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).</p>
<p>Com a oficialização, o Iphan agora elaborará um Plano de Salvaguarda. O objetivo não é apenas preservar o saber-fazer, mas garantir condições dignas de trabalho. O plano terá cinco eixos, incluindo: melhoria das condições de comercialização, acesso a matérias-primas e o direito à cidade, garantindo melhor infraestrutura nos pontos de venda.</p>
<p>A tacacazeira de Roraima, Irene Morais, resumiu o sentimento de gratidão: “Criei meus filhos com o tacacá, sou feliz pela minha profissão. Obrigado ao Iphan por toda essa estrutura&#8221;.</p>
<p>O futuro do ofício será guiado pelo cuidado e pela paixão de suas guardiãs: “Temos que colocar amor na hora de fazer o tacacá&#8221;,  finalizou Keila Carneiro, tacacazeira também de Roraima.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/tacacazeiras-mulheres-protagonizam-o-preparo-e-a-conducao-dos-negocios-da-comida-tipicas-do-para/" target="_top">Tacacazeiras: Mulheres protagonizam o preparo e a condução dos negócios da comida típica do Pará</a></strong></p>
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		<title>Marujadas de São Benedito viram patrimônio cultural imaterial do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 21:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[marujada]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As Marujadas em devoção a São Benedito realizadas nos municípios de Augusto Corrêa, Bragança, Capanema, Primavera, Quatipuru, Tracuateua e Ananindeua foram reconhecidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural do País. A manifestação envolve uma série de atividades, como rituais, procissões, missas, o levantamento e a derrubada de mastros, almoços [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As Marujadas em devoção a São Benedito realizadas nos municípios de Augusto Corrêa, Bragança, Capanema, Primavera, Quatipuru, Tracuateua e Ananindeua foram reconhecidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural do País.</p>
<p>A manifestação envolve uma série de atividades, como rituais, procissões, missas, o levantamento e a derrubada de mastros, almoços coletivos, leilões e danças, organizadas pelos devotos de São Benedito e São Sebastião para agradecer pelas graças alcançadas. Os festejos ocorrem tradicionalmente entre dezembro e janeiro e reúnem milhares de fiéis e turistas na região bragantina.</p>
<p>O pedido de registro foi apresentado em 2011 pela Irmandade da Marujada de São Benedito de Bragança, que é a mais antiga do Pará. A organização de caráter educativo e cultural foi fundada por negros escravizados e libertos em 1798. Entre 2018 e 2022 foram realizadas as pesquisas que subsidiam o pedido de registro, quando foram incluídas também as marujadas de Capanema, Quatipuru, Augusto Corrêa, Tracuateua e Primavera e de Ananindeua, e os cultos em devoção a São Sebastião.</p>
<p>O historiador e professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Dário Benedito Rodrigues foi um dos pesquisadores envolvidos na elaboração do dossiê enviado ao Iphan. Ele acompanhou a reunião do conselho consultivo realizada na quarta-feira, 4, que aprovou a inscrição do bem no Livro de Registro de Celebrações.</p>
<blockquote><p>“Um dia de muita alegria, emoção, memórias e conexões com a devoção a São Benedito e a vida de tantas pessoas que tem nessa celebração parte de sua trajetória e testemunho”, comemorou o professor.</p></blockquote>
<p>Além da marujada, o Pará teve o <a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/saire-deve-ser-reconhecida-como-manifestacao-da-cultura-nacional/">Arraial do Pavulagem reconhecido também como patrimônio da cultura do Brasil</a>. em registro sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
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		<title>Tacacazeiras podem virar patrimônio cultural do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 13:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Maria-Helena-Lica-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O modo de fazer, servir e vender tacacá que caracteriza o trabalho das tacacazeiras pode se tornar Patrimônio Cultural do Brasil. Na quarta-feira, 20, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) se reuniu, em Belém, pela primeira vez, com as Tacacazeiras do Pará, para dar início aos estudos que ajudarão no registro do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Maria-Helena-Lica-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O modo de fazer, servir e vender tacacá que caracteriza o trabalho das <span class="highlightedSearchTerm">tacacazeiras</span> pode se tornar Patrimônio Cultural do Brasil. Na quarta-feira, 20, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) se reuniu, em Belém, pela primeira vez, com as <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/tacacazeiras-mulheres-protagonizam-o-preparo-e-a-conducao-dos-negocios-da-comida-tipicas-do-para/" target="_blank" rel="noopener">Tacacazeiras do Pará</a>, para dar início aos estudos que ajudarão no registro do Ofício de Tacacazeira como patrimônio cultural do Brasil.</p>
<p>Em parceria com o Núcleo de Estudos Interdisciplinares em Sociedades Amazônicas, Cultura e Ambiente (Sacaca) da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), a reunião faz parte da etapa da pesquisa, que se estende aos estados do Acre, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins para instruir o processo de registro que trará mais oportunidades para as fazedoras de tacacá da Região Norte.</p>
<blockquote><p>“Hoje, o tacacá está sendo cantado mundialmente pela cantora Joelma, que representa a importância do tacacá para a nossa regionalidade e cultura paraense. Nós ampliamos essa pesquisa para o Norte, porque precisamos mostrar a importância nacional do ofício de fazer o tacacá. O Brasil precisa conhecer o Norte, precisa conhecer o Pará, e o Tacacá é um cartão-postal gastronômico de Belém”, ressalta a superintendente do Iphan-PA, Cristina Vasconcelos.</p></blockquote>
<p>Após a viralização da música &#8220;Voando pro Pará&#8221;, o termo &#8220;tacacá&#8221; foi o mais pesquisado no Google no ano passado. Afinal todo mundo queria saber o que era exatamente o prato típico da Amazônia, que leva tucupi e a goma de mandioca, além de camarão seco, jambu e diversos temperos.</p>
<figure id="attachment_27054" aria-describedby="caption-attachment-27054" style="width: 649px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-27054" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/tacaca-Credito-Joyce-Ferreira-Agencia-Belem-300x200.jpg" alt="" width="649" height="432" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/tacaca-Credito-Joyce-Ferreira-Agencia-Belem-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/tacaca-Credito-Joyce-Ferreira-Agencia-Belem-1024x682.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/tacaca-Credito-Joyce-Ferreira-Agencia-Belem-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/tacaca-Credito-Joyce-Ferreira-Agencia-Belem-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/tacaca-Credito-Joyce-Ferreira-Agencia-Belem-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/tacaca-Credito-Joyce-Ferreira-Agencia-Belem-1200x800.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/tacaca-Credito-Joyce-Ferreira-Agencia-Belem.jpg 1280w" sizes="(max-width: 649px) 100vw, 649px" /><figcaption id="caption-attachment-27054" class="wp-caption-text">O cheiro do tucupi é um aroma comum nas ruas de Belém. Foto: Joyce Ferreira / Agência Belém</figcaption></figure>
<div class="texto printContent">
<h3><strong>Pesquisa</strong></h3>
<p>Nesta etapa inicial, serão realizados encontros para a produção de materiais que auxiliem na criação do dossiê para as fases necessárias do registro. A Sacaca está sendo a responsável pela organização das reuniões que ocorrerão por algumas cidades do Norte.</p>
<blockquote><p>“Estamos na fase do processo de instrução, onde estão sendo feitas pesquisas e serão produzidos vídeos-documentários e fotos. Esse momento é o ideal para ouvirmos as tacacazeiras e compreendermos a realidade do ofício em nossa região”, afirma a coordenadora do Sacac, Luciana Carvalho.</p></blockquote>
<h3><strong>Conhecimento científico</strong></h3>
<p>Os encontros realizados possuem o objetivo de fornecer conhecimentos científicos atualizados sobre esse ofício, a partir de pesquisas bibliográficas, documentais e etnográficas e da produção de documentação adequada em diferentes localidades da Região Norte. Segundo a analista do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan de Brasília, Kátia Michelan, o material é necessário para realizar o registro do conhecimento no Livro de Saberes.</p>
<blockquote><p>“A nossa pesquisa serve para atender muitas questões: Quem são as pessoas que fazem o tacacá? O que deve ser feito para melhorar e preservar esse ofício? Quando o Brasil olha pro Pará, eles logo pensam no tacacá. Assim como o carimbó, o tacacá é mais centralizado em Belém. Então, precisamos mostrar ao mundo a nossa identidade e registrá-la para que as instituições estatais possam  garantir a preservação do patrimônio cultural”, declara Kátia Michelan.</p></blockquote>
<h3><strong>Tacacazeiras de Belém</strong></h3>
<p>Além disso, a reunião permitiu que as tacacazeiras de Belém contassem suas dificuldades e vivências ao exercer o ofício na capital paraense.</p>
<blockquote><p>“Esse encontro foi muito importante pra gente, porque, além de trazermos nossas demandas, pudemos entender os benefícios que teremos com o registro do nosso trabalho. Através dele, nossa profissão terá mais apoio e poderemos trabalhar com segurança e tudo dentro da lei. Pra gente <em>tá</em> sendo um momento histórico”,  conta Márcia Helena, tacacazeira de Belém.</p></blockquote>
<p>Ao todo, o Iphan possui 53 bens registrados no Brasil. Para se tornar um patrimônio cultural e imaterial,  o modo de se fazer o tacacá se enquadra, e se justifica, por ser um ofício tradicional e prioritariamente feminino, ser um saber técnico relacionado às matérias-primas provenientes de ecossistemas amazônicos e por ser uma comida de rua ligada à memória da cidade.</p>
<p>A pesquisa realizada permitirá que o Iphan avalie a profissão como um bem imaterial, promovendo o reconhecimento da importância desses bens e sua valorização em parceria com entidades públicas e privadas<em>.</em></p>
<p><em>Com Agência Belém</em></p>
</div>
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