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	<title>pastagens degradadas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>pastagens degradadas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Embrapa propõe políticas para reaproveitamento de pastagens degradadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2024 17:43:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/pastagens_degradadas1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Brasil tem pelo menos 28 milhões de hectares (ha) de áreas de pastagens em degradação com potencial para conversão em agricultura, reflorestamento, aumento da produção pecuária ou até para produção de energia. O volume de hectares equivale ao tamanho do estado do Rio Grande do Sul. O cerrado é o bioma com o maior [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/pastagens_degradadas1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Brasil tem pelo menos 28 milhões de hectares (ha) de áreas de pastagens em degradação com potencial para conversão em agricultura, reflorestamento, aumento da produção pecuária ou até para produção de energia. O volume de hectares equivale ao tamanho do estado do Rio Grande do Sul.</p>
<p>O cerrado é o bioma com o maior número de áreas em degradação. Os estados com as  maiores áreas são o Mato Grosso (5,1 milhões de ha), Goiás (4,7 milhões de ha), Mato Grosso do Sul (4,3 milhões de ha), Minas Gerais (4,0 milhões de ha) e o Pará (2,1 milhões de ha).</p>
<p>Para ter uma ideia das possibilidades de reaproveitamento, se toda essas áreas fossem usadas para o cultivo de grãos (arros, feijão, milho, trigo, soja e algodão) haveria uma aumento de 35% a área total plantada no Brasil (comparação com a safra 2002/2023).</p>
<p>A extensão do problema e as diferentes possibilidades de reaproveitamento econômico dessas áreas fizeram o governo federal a criar no final do ano passado o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (Decreto nº 11.815/2023).</p>
<p>Para implantar o programa, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Embrapa, <a href="https://www.embrapa.br/en/busca-de-noticias/-/noticia/88740304/publicacao-aponta-caminhos-para-o-uso-sustentavel-de-pastagens-em-degradacao" target="_blank" rel="noopener">publicou em um livro</a> mais de 30 sugestões de políticas públicas, que o país tem experiência e tecnologia desenvolvida para implantação.</p>
<h3>Planejamento</h3>
<p>Apesar da expertise acumulada, a efetivação é um desafio. Cada área a ser recuperada exige estudo local. O planejamento das ações “deve levar em consideração informações sobre o ambiente biofísico, a infraestrutura, o meio ambiente e questões socioeconômicas. Além disso, é preciso avaliar o histórico de evolução pecuária no local e entender quais fatores condicionam a adoção dos sistemas vigentes”, descreve o livro publicado pela estatal.</p>
<p>A partir do planejamento, é necessário criar condições para o reaproveitamento das áreas: crédito, capacitação dos produtores e assistência.</p>
<blockquote><p>“É preciso integrar políticas públicas, fazer com que os produtores rurais tenham acesso ao crédito, ampliar o serviço de educação no campo, e dar assistência técnica e extensão rural para a estruturação de projetos e para haja um trabalho contínuo e não uma coisa pontual”, assinala o engenheiro agrônomo Eduardo Matos, superintendente de Estratégia da Embrapa.</p></blockquote>
<p>Nesta sexta-feira, 26/4, a empresa faz 51 anos de funcionamento. A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-04/lula-destaca-papel-da-embrapa-no-crescimento-da-agricultura-nacional" target="_blank" rel="noopener">cerimônia de comemoração</a>, nesta quinta-feira, 25/4, contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um exemplar do livro foi entregue à comitiva presidencial.</p>
<p>No total, as áreas de pastagem ocupam 160 milhões de hectares, sendo aproximadamente 50 milhões de hectares formados por pasto natural e o restante pasto plantado. A área de produção de grãos totaliza 78,5 milhões de hectares, e as florestas plantadas para uso econômico ocupam uma área aproximada de 10 milhões de hectares.</p>
<p>De acordo com o IBGE, a atividade agropecuária ocupa mais de 15 milhões de pessoas no Brasil. Um terço desses empregos são na pecuária bovina (4,7 milhões). O país é o segundo maior produtor de carne bovina do mundo e o maior exportador (11 milhões de toneladas).</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>&#8216;Brasil assume cada vez mais compromisso com produção que respeita o meio ambiente&#8217;, diz ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 14:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[pastagens degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[PNCPD]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/pastagem-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou na quinta-feira, 14, que o governo quer apresentar a conversão de pastagens degradadas em áreas de produção agropecuária com a &#8220;roupagem e o compromisso certificado da sustentabilidade&#8221;. O objetivo do programa encampado pelo Executivo é recuperar até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade, o que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/pastagem-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div id="dv" class="not">O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou na quinta-feira, 14, que o governo quer apresentar a conversão de pastagens degradadas em áreas de produção agropecuária com a &#8220;roupagem e o compromisso certificado da sustentabilidade&#8221;.</div>
<div class="not">O objetivo do programa encampado pelo Executivo é recuperar até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade, o que poderia dobrar a área de produção de alimentos no País sem desmatamento, em um prazo de dez anos.</div>
<blockquote>
<div class="not">&#8220;É fato que o Brasil assume cada vez mais compromisso com a sustentabilidade, compromisso com a produção que respeita o meio ambiente, que respeita as legislações trabalhistas, as boas parcerias. E o mundo quer cada vez mais isso&#8221;, disse Fávaro, em café com jornalistas.</div>
</blockquote>
<div class="not">Segundo o ministro, muitos países falam em diminuição da agropecuária como forma de manter a sustentabilidade, mas não é isso que o governo brasileiro defende.</div>
<blockquote>
<div class="not">&#8220;O Brasil tem o mesmo compromisso ambiental, mas com crescimento (da produção agrícola), incremento de área, com crescimento de oportunidades, e cada vez menos desmatamento.&#8221;</div>
</blockquote>
<div class="not">Fávaro ressaltou que o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD) já está previsto em decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas que é preciso levar a proposta ao exterior para conseguir financiamento.</div>
<div class="not">O ministro quer apresentar o programa &#8220;com a roupagem e o compromisso certificado da sustentabilidade&#8221;. &#8220;Para que isso atraia capital, abra mais mercados e possa gerar ativos de sustentabilidade&#8221;, acrescentou.</div>
<div class="not">O pacote deve incluir linhas de crédito para os produtores realizarem práticas sustentáveis nas áreas degradadas.<br />
&#8220;Queremos zerar o desmatamento, não precisamos crescer sobre a floresta. Claro, tem o Código Florestal que tem permissões para poder fazer novas áreas improvisadas, mas não é necessário&#8221;, disse Fávaro, ao citar a conversão de pastagens degradadas em áreas de produção sustentável.</div>
<div class="not">O Ministério da Agricultura iniciou nesta quinta-feira, 14, o funcionamento de grupos de trabalho que apresentarão propostas sobre o programa para um comitê presidido pelo assessor especial Carlos Augustin.<br />
A ideia é que, com o apoio do Banco do Brasil e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o ministério auxilie na captação de recursos externos para financiar as atividades do programa.</div>
<blockquote>
<div class="not">&#8220;O mundo quer que a gente não desmate. concordamos com isso. O mundo quer alimentos saudáveis produzidos com baixo carbono, com isso de bioinsumos. Com uma série de requisitos de sustentabilidade podemos fazer isso, temos capacidade técnica, mas não temos dinheiro&#8221;, disse Augustin, que também participou do café com jornalistas, na sede do ministério. &#8220;Não queremos usar recurso do Tesouro, e vamos insistir nessa tecla, a não ser que dê tudo errado na nossa comunicação&#8221;, emendou.</div>
</blockquote>
<div class="not">A ideia é captar o chamado &#8220;dinheiro verde&#8221;, uma espécie de financiamento externo para atividades sustentáveis com juros baixos.</div>
<div class="not">Fávaro disse que será necessário explicar para o investidor internacional os benefícios de aplicar seus recursos para ampliar a conversão de pastagens degradadas em áreas sustentáveis no Brasil.</div>
<p><em>Fonte: Estadão Conteúdo</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Regeneração de pastagens degradadas ganha força em São Félix do Xingu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 13:50:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ILPF]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/SFX2022-DJI_0933-©DenysCosta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Os compromissos com um futuro mais sustentável se dá pela promoção de modelos de desenvolvimento capazes de aliar a geração de renda com a preservação das florestas. Pensando nisso, o Brasil instituiu o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD) que tem o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/SFX2022-DJI_0933-©DenysCosta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Os compromissos com um futuro mais sustentável se dá pela promoção de modelos de desenvolvimento capazes de aliar a geração de renda com a preservação das florestas. Pensando nisso, o Brasil instituiu o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cop28-brasil-anuncia-programa-para-recuperar-40-milhoes-de-hectares-de-pastagens-degradadas/">Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD) </a>que tem o objetivo de recuperar 40 milhões de hectares de pastagens degradadas. A meta é ambiciosa, mas deve avançar com a implementação de estratégias já testadas no Pará.</p>
<p>Aqui no estado, organizações como a The Nature Conservancy (TNC) já colheram bons resultados com práticas de agricultura regenerativa em regiões impactadas pelo desmatamento, como é o caso do município de São Félix do Xingu, no sudeste paraense. Por lá, mais de 1 mil hectares passaram por restauração ecológica e cerca de 2 mil hectares de pastagens degradadas foram convertidos em sistemas agroflorestas (SAFs) utilizando uma espécie nativa da Amazônia: o cacau.</p>
<p>De acordo com a Rodrigo Freire, líder de Áreas Privadas para a Amazônia da TNC Brasil, um dos desafios da regeneração é a oferta de capacitação técnica para que os produtores possam vislumbrar novas formas de manter uma atividade econômica agregando valor e sem desmatar.</p>
<blockquote><p>“É comum que pequenos produtores na Amazônia comprometam a saúde de suas terras investindo em um modelo de pecuária de baixa tecnologia, ou seja, na criação de gado sem cuidados de manejo que, com o tempo, acabam degradando suas terras e as deixando improdutivas. De cada dez hectares de florestas derrubados na Amazônia, seis viram pastagens, três são abandonados e um é convertido para agricultura”, contextualiza.</p></blockquote>
<p>Por isso, um dos focos do trabalho está na assistência técnica e extensão rural (ATER), que atende tanto demandas individuais quanto coletivas. As ações envolvem, por exemplo, o incentivo à implantação de SAFs com o projeto Cacau Floresta ou ainda de <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/sistema-ilpf-garante-producao-rural-sustentavel-e-com-mais-rentabilidade/">sistemas de Integração Lavoura Pecuária e Florestas (ILPF)</a>.</p>
<figure id="attachment_27497" aria-describedby="caption-attachment-27497" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-27497 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1486-Maira-Erlich-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1486-Maira-Erlich-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1486-Maira-Erlich-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1486-Maira-Erlich-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1486-Maira-Erlich-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1486-Maira-Erlich-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1486-Maira-Erlich-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1486-Maira-Erlich-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1486-Maira-Erlich-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-27497" class="wp-caption-text">Oferta de capacitação é um dos desafios enfrentados por produtores rurais. Foto: Maíra Erlich / TNC Brasil</figcaption></figure>
<p>Nas chamadas agroflorestas, ocorre a associação da floresta com o plantio de diferentes culturas agrícolas de interesse econômico e com safras em períodos distintos. Já no ILPF, além dos componentes florestal e da agricultura é contemplado também a criação de gado. As vantagens dessas propostas incluem aumento da produção de alimentos, sem expansão para áreas de floresta nativa e maior capacidade de sequestro de carbono comparada à prática da pecuária extensiva tão disseminada na região.</p>
<blockquote><p>“Sem o conhecimento adequado, as pastagens degradam o solo, demandam novas áreas de florestas e comprometem a produtividade e geração de renda dos agricultores. Esse cenário leva a um processo contínuo de desmatamento e de degradação. No entanto, há 10 anos na região, o projeto Cacau Floresta tem provado que o cultivo de cacau em sistemas agroflorestais é uma estratégia eficaz para recuperar essas áreas, gerar renda aos produtores rurais e, assim, combater o desmatamento ao romper com esse ciclo”, acrescenta Rodrigo Freire.</p></blockquote>
<p>Desde que foi criado o projeto Cacau Floresta já atendeu 600 famílias de São Félix do Xingu, Tucumã, Altamira, Vitória do Xingu, Brasil Novo, Medicilândia, Anapu e Pacajá, que produziram mais de 2 toneladas de cacau. Com a instituição do PNCPD, a expectativa é que mais produtores rurais possam ser beneficiados, o que deve contribuir para diminuir o passivo ambiental na região. Segundo a organização, são 579.745 hectares de pastagens degradadas em 13.203 propriedades de São Félix do Xingu e municípios do entorno que estão aptas ao PNCPD.</p>
<figure id="attachment_27496" aria-describedby="caption-attachment-27496" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-27496 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1314-Maira-Erlich-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1314-Maira-Erlich-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1314-Maira-Erlich-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1314-Maira-Erlich-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1314-Maira-Erlich-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1314-Maira-Erlich-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1314-Maira-Erlich-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1314-Maira-Erlich-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1314-Maira-Erlich-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-27496" class="wp-caption-text">Cacau ajuda na recuperação florestal de São Félix do Xingu. Foto: Maíra Erlich / TNC Brasil</figcaption></figure>
<h3>Regularização de terras</h3>
<p>Para que essas áreas possam ser restauradas, no entanto, é necessário o fortalecimento de programas de regularização ambiental e fundiária, além de assegurar crédito e outros mecanismos financeiros. A injeção de recursos é apontada como essencial já que ajudaria a diminuir os custos com a regeneração, que atualmente gira em torno de R$ 5 mil por hectare em áreas de baixa aptidão produtiva e R$ 2.5 mil onde a degradação está em nível moderado.</p>
<blockquote><p>“O PNCDP, se implementado no estado do Pará, associado a iniciativas estaduais, como o Programa de Regularização Ambiental (PRA); Paisagens Sustentáveis; Plano Amazônia Agora; Política Estadual de Mudanças Climáticas com ênfase no Programa Estadual de Boas Práticas Produtivas e Programa Estadual de Recuperação da Vegetação Nativa, ganhará muita velocidade em um ambiente de programa integrados e contribuirá fortemente com as metas de todos estes programas”, analisa Francisco Fonseca, especialista em governança público-privada na pecuária amazônica da TNC.</p></blockquote>
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		<title>Banco do Brasil estrutura programa para acelerar recuperação de pastagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 15:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/pastagens_foto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco do Brasil informou que formalizará acordo de cooperação com iRancho, Traive e MyCarbon (subsidiária da Minerva Foods) para promover modelo de negócio &#8220;viável e sustentável&#8221; que permita a modernização da pecuária de corte e o aumento da lucratividade. &#8220;No modelo de negócio, testado em um projeto piloto em Araguaína (TO) em outubro de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/pastagens_foto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div id="dv" class="not">O Banco do Brasil informou que formalizará acordo de cooperação com iRancho, Traive e MyCarbon (subsidiária da Minerva Foods) para promover modelo de negócio &#8220;viável e sustentável&#8221; que permita a modernização da pecuária de corte e o aumento da lucratividade.</div>
<blockquote>
<div class="not">&#8220;No modelo de negócio, testado em um projeto piloto em Araguaína (TO) em outubro de 2023, além de ofertar o crédito rural para a recuperação de pastagens, foram apresentadas soluções de gestão, rastreabilidade e crédito de carbono que, se utilizadas de forma integrada, trarão benefícios para toda a cadeia produtiva&#8221;, disse o banco em nota.</div>
</blockquote>
<div class="not">A parceria prevê que o BB financie esses pacotes tecnológicos.</div>
<div class="not">A iniciativa está alinhada com o Decreto 11.815/2023, que cria o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD).</div>
<div class="not">Segundo levantamento do BB, cerca de 101 milhões de hectares de pastagens no Brasil são moderada ou severamente degradadas, o que gera perdas substanciais de produtividade.<br />
O anúncio da parceria será realizado durante o 36º Show Rural Coopavel.</div>
<div><em>Fonte: Estadão Conteúdo</em></div>
<p>&nbsp;</p>
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