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	<title>Pantanal &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Pantanal &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Amazônia bate limite de 1,5º C acima da temperatura média pela primeira vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 14:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/amazonia_legal-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A temperatura média na Amazônia brasileira em 2024 foi de um grau e meio (1,5° C) acima da média histórica, uma marca que, idealmente, não deveria ter sido atingida, conforme o Acordo de Paris. Não foi um caso isolado: o Pantanal também superou a marca, registrando um aumento de 1,8° C em relação à média [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/amazonia_legal-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A temperatura média na Amazônia brasileira em 2024 foi de um grau e meio (1,5° C) acima da média histórica, uma marca que, idealmente, não deveria ter sido atingida, conforme o Acordo de Paris. Não foi um caso isolado: o Pantanal também superou a marca, registrando um aumento de 1,8° C em relação à média no ano passado.</p>
<p>Estes são alguns dos dados inéditos que o MapBiomas lança nesta quarta-feira (5), às vésperas da COP30, por meio de sua nova plataforma, o MapBiomas Atmosfera. A ferramenta utiliza imagens de satélite e modelagem de dados para disponibilizar dados climáticos sobre variações de temperatura e precipitação entre 1985 e 2024, além de informações sobre poluentes atmosféricos entre 2003 e 2024, cobrindo todo o território brasileiro.</p>
<blockquote><p>“O MapBiomas Atmosfera é uma nova ferramenta que auxilia o Brasil a implementar políticas públicas baseadas em evidências experimentais e mostra quais seriam as regiões mais impactadas pelas mudanças do clima e mudança de uso da terra. É uma nova ferramenta importante para auxiliar na preservação de nossos ecossistemas&#8221;, destaca Paulo Artaxo, professor da USP e membro da iniciativa do MapBiomas Atmosfera.</p></blockquote>
<p>De acordo com o coordenador-geral do MapBiomas, Tasso Azevedo, a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares (−13%) de vegetação nativa desde 1985. No mesmo período, o bioma teve um aumento médio de temperatura de 1,2° C.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os estudos mais recentes apontam que a perda de florestas modifica as trocas de calor e de vapor d’água com a atmosfera, resultando em temperaturas mais elevadas,” acrescenta.</p></blockquote>
<p>Um desses estudos, publicado na Nature Geoscience, mostrou que o desmatamento causa 74% da redução das chuvas e 16% do aumento da temperatura na Amazônia durante a seca.</p>
<p>Nas quatro décadas entre 1985 e 2024, a temperatura tem aumentado em todo o Brasil a uma taxa média de 0,29° C por década. É o caso do Pantanal  (+0,47° C / década) e do Cerrado (+0,31°C / década) – ambos na parte mais continental do país. A Amazônia, como um todo, permaneceu na média ( 0,29°C / década), enquanto outros biomas costeiros apresentaram um ritmo mais brando de aquecimento: Caatinga (+0,25°C / década), Mata Atlântica (+0,21°C / década) e Pampa (+0,14°C / década).</p>
<blockquote><p>“Os últimos três relatórios do IPCC já apontavam estas tendências de aquecimento e de alteração da precipitação que estamos observando na plataforma MapBiomas Atmosfera,” afirma Paulo Artaxo. “Estes aumentos de temperatura têm impactos significativos em todos os biomas brasileiros. A redução de precipitação também tem efeitos importantes, especialmente na Amazônia e no Pantanal&#8221;, complementa.</p></blockquote>
<h3>Anomalias de temperatura e seca</h3>
<p>Desde 2014, a temperatura no Brasil se mantém acima da média (1985-2024). O maior valor de anomalia foi em 2024, quando a temperatura ficou 1,2°C acima da média dos últimos 40 anos. O Pantanal registrou o recorde de anomalia em 2024, com temperaturas 1,8°C acima da média. A seca no Pantanal foi extrema: a Bacia do Alto Paraguai registrou precipitação 314 mm abaixo da média, com 205 dias sem chuva.</p>
<p>De acordo com o MapBiomas Atmosfera, a temperatura do ar está aumentando em todo o Brasil, mas com variações de estado a estado. Nas unidades federativas mais continentais, como Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Piauí, a temperatura está subindo mais rapidamente, com taxas entre 0,34° C e 0,40° C por década.</p>
<p>Já os estados ao longo da costa brasileira tendem a apresentar menores taxas de aumento de temperatura, como Rio Grande do Norte, Alagoas e Paraíba (0,10° C a 0,12° C/década).</p>
<h3>Poluição do ar e impactos na saúde</h3>
<p>A nova plataforma MapBiomas Atmosfera inclui ainda dados sobre poluição do ar entre 2003 e 2024, estimados a partir de modelos atmosféricos globais.</p>
<p>Eles mostram que o ar mais limpo do Brasil se encontra em estados litorâneos do Nordeste, como Bahia, Sergipe e Pernambuco, onde a concentração de material particulado fino (MP2,5) foi inferior a 7 µg/m³ em 2024.</p>
<blockquote><p>&#8220;O material particulado fino (MP2,5) é composto por partículas microscópicas presentes no ar, que representam uma das formas mais nocivas de poluição atmosférica e oferecem riscos à saúde da população,” explica Luiz Augusto Toledo Machado, professor visitante da USP e membro da equipe MapBiomas Atmosfera.</p></blockquote>
<p>Em Rondônia e Mato Grosso, os estados que apresentaram as maiores concentrações de material particulado fino do Brasil em 2024, a média anual de MP2,5 foi estimada em 42 e 30 µg/m³, respectivamente.</p>
<blockquote><p>“De forma geral, a poluição do ar na região Norte foi mais intensa do que em áreas fortemente urbanizadas da região Sudeste em 2024.  A baixa qualidade do ar em estados amazônicos tem relação direta com a fumaça dos incêndios florestais, que ocorrem principalmente na estação seca do bioma, entre julho e setembro, quando as chuvas diminuem de 250 mm/mês para 100 mm/mês, aproximadamente”, esclarece Luciana Rizzo, professora da USP e integrante da iniciativa do MapBiomas Atmosfera.</p></blockquote>
<h3>Menos chuva, mais fogo</h3>
<p>No pico da estação do fogo, em setembro, a área queimada na Amazônia atinge dois milhões de hectares, em média.  A concentração média de MP2,5 pode chegar a 43 µg/m³ nessa época do ano. Por outro lado, na época das chuvas, as concentrações de MP2,5 ficam abaixo de 15 µg/m³ na Amazônia.</p>
<p>Enquanto a temperatura do ar tem aumentado sistematicamente em todo o país, a precipitação anual mostra um comportamento mais complexo, com alternância entre períodos secos e chuvosos nos últimos 40 anos em todo o Brasil. Em 2009 choveu 252 mm (+14%) acima da média no país. Já 2023 foi o ano mais seco, com chuvas 308 mm (-18%) abaixo da média, quando se registrou o volume de 1446 mm.</p>
<p>O padrão de seca no Norte e chuvas no Sul é tipicamente observado em anos de El Niño. Em 2024, a Amazônia registrou chuvas 448 mm (-20%) abaixo da média, enquanto a temperatura ficou 1,5° C acima da média. A diminuição das chuvas contribuiu para o aumento da área queimada, que atingiu 15,6 milhões de hectares no bioma em 2024.</p>
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		<title>Governo federal convoca reunião para antecipar combate a incêndios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 17:23:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/incendios_florestais-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou os governadores dos estados da Amazônia, Cerrado e Pantanal para uma reunião na próxima quinta-feira, 28, com o objetivo de antecipar a mobilização de combate à temporada de incêndios. O encontro, que ocorrerá no Palácio do Planalto, busca alinhar as ações do governo federal, estados e municípios. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/incendios_florestais-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou os governadores dos estados da Amazônia, Cerrado e Pantanal para uma reunião na próxima quinta-feira, 28, com o objetivo de antecipar a mobilização de combate à temporada de incêndios. O encontro, que ocorrerá no Palácio do Planalto, busca alinhar as ações do governo federal, estados e municípios.</p>
<p>A nova estratégia, liderada pelo Ministério do Meio Ambiente, foca em medidas de prevenção e combate. Desde 2024, a pasta comandada pela ministra Marina Silva ampliou a capacidade de resposta, dispondo de 11 aeronaves e mais de 800 viaturas para as operações. A ministra reforçou ainda o compromisso do Brasil em atingir o desmatamento zero até 2030.</p>
<p>Ao convocar os líderes estaduais, Lula busca se antecipar a um problema que foi um dos principais desafios de seu governo em 2024, quando a crise climática causou impactos em diversas regiões do país. Em setembro do ano passado, no auge das queimadas, Lula já havia se reunido com os chefes dos Três Poderes e anunciado um crédito extraordinário de R$ 514,4 milhões para o combate ao fogo e à seca na Amazônia.</p>
<p>Dados recentes mostram que os alertas de desmatamento na Amazônia cresceram 4% no último ano, em grande parte por causa dos incêndios. O estado do Pará concentra 29% da área desmatada em toda a Amazônia nesse período. Em contraste, o Cerrado registrou uma redução de 20,8% no desmatamento pela primeira vez em quatro anos, com quedas significativas em estados como Maranhão, Minas Gerais e Tocantins, apesar de um aumento de 33% no Piauí.</p>
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		<title>Queimadas na Amazônia e no Pantanal prejudicam o ar em dez estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 16:32:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/queimadas_Alter-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com a intensificação da temporada de incêndios na Amazônia e no Pantanal, em decorrência da mudança do clima, cidades de dez estados registraram episódios de fumaça e diminuição na qualidade do ar. Imagens obtidas pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos mostram a concentração do monóxido de carbono sobre uma faixa que se [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/queimadas_Alter-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com a intensificação da temporada de incêndios na Amazônia e no Pantanal, em decorrência da mudança do clima, cidades de dez estados registraram episódios de fumaça e diminuição na qualidade do ar.</p>
<p>Imagens obtidas pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos mostram a concentração do monóxido de carbono sobre uma faixa que se estende do Norte do Brasil até as regiões Sul e Sudeste, passando sobre o Peru, Bolívia e Paraguai. Na última semana, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) fez um alerta sobre os cuidados necessários para a saúde nesses casos.</p>
<p>Segundo nota divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o fogo na Amazônia estava concentrado principalmente no sul do Amazonas e nos arredores da Rodovia Transamazônica (BR-230).</p>
<blockquote><p>“Amazonas e Pará concentram, juntos, mais da metade (51,6%) dos focos de incêndio registrados no bioma de 1º de janeiro a 18 de agosto de 2024, segundo dados do   Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desde 1º de julho, 67,2% dos focos registrados estão nos dois estados.”, informou o ministério.</p></blockquote>
<h3>Área afetada</h3>
<p>De acordo com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lasa-UFRJ), este ano o fogo consumiu 3,2 milhões de hectares da Amazônia, o que representa 0,77% do bioma. No Pantanal, quase 1,9 milhão de hectares foi consumido pelo fogo, atingindo 12,5% do território.</p>
<p>Um alerta de perigo extremo de fogo do Sistema de Alarmes do Lasa-UFRJ foi divulgado com previsões para a Bacia do Paraguai, no Pantanal. Segundo o informativo, até a próxima quinta-feira (22), toda a região enfrentará condições climáticas que dificultam o combate a incêndios até por meios aéreos, com alta velocidade de propagação do fogo.</p>
<p>O ministério (MMA), 1.489 brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) atuam no combate aos incêndios florestais na Amazônia. Desde o dia 24 de julho, 98 incêndios teriam sido extintos, mas 75 persistem ativos e podem reunir até milhares de focos de calor.</p>
<h3>Resposta a incêndios</h3>
<p>No Pantanal de Mato Grosso atuam 348 brigadistas do Ibama e ICMBio, além de 454 militares das Forças Armadas, 95 da Força Nacional e mais dez da Polícia Federal. Das 98 áreas de incêndio, 50 teriam sido extintas e 46 permanecem ativas, das quais 27 estão controladas.</p>
<p>Uma sala de situação criada pelo governo federal concentra a resposta federal aos incêndios no país desde junho. Na Amazônia Legal, foram disponibilizados R$ 405 milhões do Fundo Amazônia para apoiar as guarnições do Corpo de Bombeiros dos estados. No Pantanal, também foi liberado um crédito extraordinário de R$ 137,6 milhões, além do repasse de mais R$ 13,4 milhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para assistência humanitária e combate a incêndios florestais.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Queimadas em florestas quase dobram em 2022 e Pará é o estado mais atingido da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 21:56:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[fogo no cerrado]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_34080_6643509b-f22a-48c9-7300-c03ebf5eb113-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Dados do Monitor do Fogo do MapBiomas divulgados nesta terça-feira, 31/1, confirmam que em 2022 uma área do tamanho do Acre foi queimada no Brasil. Segundo o levantamento, 16,3 milhões de hectares foram atingidos pelas chamas, cerca de 2,8 milhões de hectares só de área de floresta, sendo que só a Amazônia e o Cerrado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_34080_6643509b-f22a-48c9-7300-c03ebf5eb113-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">Dados do Monitor do Fogo do MapBiomas divulgados nesta terça-feira, 31/1, confirmam que em 2022 uma área do tamanho do Acre foi queimada no Brasil. Segundo o levantamento, 16,3 milhões de hectares foram atingidos pelas chamas, cerca de 2,8 milhões de hectares só de área de floresta, sendo que só a Amazônia e o Cerrado concentram 95% desse total. </span><span style="font-weight: 400;">O Pará foi o que mais queimou entre os estados amazônicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O número representa um crescimento de 93% em relação ao ano anterior, quando a área queimada atingiu aproximadamente 1,4 milhão de hectares.</span></p>
<figure id="attachment_14865" aria-describedby="caption-attachment-14865" style="width: 968px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-14865" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/map-1.jpg" alt="" width="968" height="626" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/map-1.jpg 968w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/map-1-300x194.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/map-1-768x497.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/map-1-150x97.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/map-1-450x291.jpg 450w" sizes="(max-width: 968px) 100vw, 968px" /><figcaption id="caption-attachment-14865" class="wp-caption-text">Foto: Monitor do Fogo</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Praticamente metade do fogo (49%) registrado no período ocorreu na Amazônia, totalizando 7,9 milhões de hectares. Entre os estados, o que mais teve queimadas foi o Mato Grosso, com 820 mil hectares destruídos, seguido por Pará (761 mil) e Amazonas (364 mil).</span></p>
<figure id="attachment_14866" aria-describedby="caption-attachment-14866" style="width: 923px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-14866" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/area-queimada-por-mes.jpg" alt="" width="923" height="616" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/area-queimada-por-mes.jpg 923w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/area-queimada-por-mes-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/area-queimada-por-mes-768x513.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/area-queimada-por-mes-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/area-queimada-por-mes-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 923px) 100vw, 923px" /><figcaption id="caption-attachment-14866" class="wp-caption-text">Foto: Monitor do Fogo</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">As queimadas em área de florestas tiveram um crescimento de 93% em relação ao ano anterior. Desse total, 85% ocorreram na Amazônia. Da área total queimada nesse bioma ao longo de todo o ano passado, 70% ocorreram nos meses de agosto, setembro e outubro. Em dezembro, quando não se espera muito fogo, a Amazônia queimou 50% a mais do que em 2021.</span></p>
<h3><strong>Destaques demais Biomas</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No Cerrado, 7,4 milhões de hectares (45% do total) queimaram em 2022, sendo o bioma mais afetado pelo fogo, já que sua área total equivale a metade da extensão da Amazônia brasileira. A Mata Atlântica e o Pantanal apresentaram a menor área queimada nos últimos quatro anos. Em relação a 2021, a redução foi de 85% no caso do Pantanal.</span></p>
<p><b>Sobre o Monitor do Fogo</b><span style="font-weight: 400;">: O Monitor do Fogo é o mapeamento mensal de cicatrizes de fogo para o Brasil, abrangendo o período a partir de 2019. Baseado em mosaicos mensais de imagens multiespectrais do Sentinel 2 com resolução espacial de 10 metros e temporal de 5 dias. O Monitor de Fogo revela em tempo quase real a localização e extensão das áreas queimadas, facilitando assim a contabilidade da destruição decorrente do fogo. </span></p>
<p><b>Sobre MapBiomas</b><span style="font-weight: 400;">: iniciativa multi-institucional, que envolve universidades, ONGs e empresas de tecnologia, focada em monitorar as transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil, para buscar a conservação e o manejo sustentável dos recursos naturais, como forma de combate às mudanças climáticas. Esta plataforma é hoje a mais completa, atualizada e detalhada base de dados espaciais de uso da terra em um país disponível no mundo. Todos os dados, mapas, métodos e códigos do MapBiomas são oferecidos de forma pública e gratuita no <a href="https://mapbiomas.org/" target="_blank" rel="noopener">site</a> da iniciativa.</span></p>
<p><em>Fonte: MapBiomas</em></p>
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		<title>&#8216;Uma floresta em pé é muito mais rica que uma floresta deitada&#8217;, diz Marcos Palmeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 18:09:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[#sistema agroflorestal]]></category>
		<category><![CDATA[Arara]]></category>
		<category><![CDATA[José Leôncio]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Palmeira]]></category>
		<category><![CDATA[novela]]></category>
		<category><![CDATA[orgânicos]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/Ze-Leoncio-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A novela &#8220;Pantanal&#8221; tem levado às telas a importância da preservação ambiental, bem como outros temas fundamentais para nossa sociedade, como o combate ao racismo e à homofobia. Um dos recentes capítulos discutiu a implantação do sistema agroflorestal na fazenda do personagem José Leôncio, interpretado pelo ator Marcos Palmeira. “Sem dúvida, a agrofloresta pode ser [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/Ze-Leoncio-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A novela &#8220;Pantanal&#8221; tem levado às telas a importância da preservação ambiental, bem como outros temas fundamentais para nossa sociedade, como o combate ao racismo e à homofobia. Um dos recentes capítulos discutiu a implantação do sistema agroflorestal na fazenda do personagem José Leôncio, interpretado pelo ator Marcos Palmeira.</p>
<blockquote><p>“Sem dúvida, a agrofloresta pode ser uma solução muito interessante, <em>(assim como)</em> a permacultura. A gente tem de romper com esse conceito de que só <em>(serve)</em> para propriedades pequenas. Os grandes fazendeiros têm que ter um outro olhar para suas próprias terras”, disse o ator em entrevista ao jornal &#8220;Estadão&#8221;. “Uma floresta em pé é muito mais rica que uma floresta deitada.”</p></blockquote>
<p>Ele participou também da primeira versão da novela, 32 anos atrás, produzida pela extinta TV Manchete. O ator disse que a diferença de paisagem no Pantanal nessas três décadas é visível.</p>
<blockquote><p>“A diferença é perceptível da primeira temporada para essa. Era uma época de cheias. E agora a gente está numa época de mais de dois anos de seca constante, com queimadas violentas todos os anos. É muito clara a presença do homem e a sua interferência empobrecendo o bioma”, disse.</p></blockquote>
<p>A relação do ator com questões da terra começou quando ele tinha 16 anos. Palmeira passou uma temporada de dois meses na aldeia Xavante de São Pedro (MT), onde recebeu o nome indígena de Tsiwari, ou &#8220;o Filho Valente&#8221;. Também passou 30 dias pela região dos povos indígenas <a href="https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Arara_da_Volta_Grande" target="_blank" rel="noopener">Arara</a>, de Volta Grande do Xingu, próxima a Altamira.</p>
<blockquote><p>“Minha experiência com os índios me trouxe outro olhar para o meio ambiente, o entendimento da importância que as comunidades indígenas têm no Brasil como um todo e que a gente valoriza muito pouco”, disse o ator.</p></blockquote>
<p>Ele cultiva até hoje sua paixão pelo campo, como agricultor de uma fazenda de 200 hectares em Teresópolis, Região Serrana do Rio.</p>
<blockquote><p>“Como produtor rural, quando fui trabalhar com a agricultura orgânica, entendi o que significa a palavra sustentabilidade, agrofloresta, biodinâmica, permacultura”, disse Palmeira. “Foi aí que entendi esse maravilhoso mundo dos orgânicos, da minha experiência com a fazenda, de uma situação muito simples, quando descobri que um funcionário não comia aquilo que ele estava plantando. Aí as fichas todas caíram e entendi o que que era aquele agrotóxico.”</p></blockquote>
<figure id="attachment_11318" aria-describedby="caption-attachment-11318" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-11318" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira_pantanal-300x169.jpeg" alt="" width="450" height="253" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira_pantanal-300x169.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira_pantanal-768x432.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira_pantanal-150x84.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira_pantanal-450x253.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira_pantanal.jpeg 932w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><figcaption id="caption-attachment-11318" class="wp-caption-text">Marcos Palmeira em sua fazenda de orgânicos, em Teresópolis. Foto: Ronaldo Nina/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Na entrevista, ele lamentou o processo de destruição pelo qual passa o Pantanal, retratado pela novela com imagens de fogo destruindo o bioma.</p>
<blockquote><p>“Uma imagem como aquela fala por mil palavras. O público se identifica e entende, consegue ver que o Pantanal realmente está sofrendo e precisando de ajuda”, disse.</p></blockquote>
<p>Palmeira fez uma espécie de alerta a produtores rurais que se recusam a assumir que as mudanças climáticas, com alterações nos períodos de chuva e estiagem, têm levado vários danos ao meio ambiente.</p>
<blockquote><p>“As pessoas hoje estão mais conscientes, mas ainda é muito longe do entendimento real da urgência do que a gente está vivendo. Ainda se fala muito que são crises, são ciclos, só que a gente não percebe que os ciclos são cada vez menores. É um espaço de tempo mais curtos e entre um ciclo e o outro, não tem nenhuma interferência do homem  para evitar que se repita”, afirmou Marco Palmeira.</p></blockquote>
<figure id="attachment_11320" aria-describedby="caption-attachment-11320" style="width: 169px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11320" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira-169x300.jpeg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira-169x300.jpeg 169w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira-576x1024.jpeg 576w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira-768x1365.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira-864x1536.jpeg 864w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira-150x267.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira-450x800.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/marcos-palmeira.jpeg 932w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /><figcaption id="caption-attachment-11320" class="wp-caption-text">Foto: Ronaldo Nina/Divulgação</figcaption></figure>
<h3>Sistema agroflorestal</h3>
<p>Um sistema agroflorestal é uma forma de uso e ocupação do solo em que árvores são plantadas ou manejadas em associação com culturas agrícolas ou forrageiras. Em outras palavras, é um sistema em que o produtor planta e cultiva árvores e produtos agrícolas em uma mesma área, garantindo a melhora de aspectos ambientais e a produção de alimentos e madeira.</p>
<p>Para ser um sistema agroflorestal efetivo, é importante que esse sistema seja desenhado seguindo uma lógica de produção, levando em consideração solo, clima, mercado, composição de espécies, arranjos, operação, objetivo com a produção, custos e a legislação. O objetivo é garantir que as espécies trabalhem juntas. Por exemplo, algumas espécies agrícolas já consolidadas, como cacau, café ou erva-mate, crescem bem na sombra de árvores. O produtor pode combinar esses plantios com árvores como araucárias, seringueiras, açaizeiros, entre outras.</p>
<p>Os benefícios econômicos para os produtores são múltiplos. Primeiro, eles garantem renda ao longo do tempo, porque podem comercializar primeiro as espécies agrícolas de crescimento rápido, depois espécies de médio prazo, como as frutíferas e, no longo prazo, as espécies madeireiras de alto valor agregado. As árvores plantadas no sistema também podem funcionar como uma “aposentadoria” para agricultores familiares – elas podem demorar décadas para crescer e serem comercializadas, mas quando chega a hora da colheita, proporcionam um bom retorno do investimento inicial.</p>
<p>As vantagens ambientais também são grandes. As árvores têm importante papel na redução da degradação, melhora da qualidade do solo e da água da propriedade, entre outros.</p>
<p><em>Fonte: &#8220;Estadão&#8221; e WRI Brasil</em></p>
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		<title>Expansão da pecuária propaga incêndios na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sidney Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 13:21:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[queimada]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/incendio-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os aumentos dos incêndios florestais nos principais biomas nacionais, Amazônia, Cerrado e o Pantanal, estão relacionados com uma combinação entre as mudanças climáticas e o aumento do desmatamento. No caso mais específico da Amazônia, as queimadas estão relacionadas com o desmatamento ao longo da fronteira agrícola. Estas informações estão presentes no artigo ‘Determinants of Fire [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/incendio-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os aumentos dos incêndios florestais nos principais biomas nacionais, Amazônia, Cerrado e o Pantanal, estão relacionados com uma combinação entre as mudanças climáticas e o aumento do desmatamento. No caso mais específico da Amazônia, as queimadas estão relacionadas com o desmatamento ao longo da fronteira agrícola. Estas informações estão presentes no artigo <a href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/ffgc.2022.735017/full" target="_blank" rel="noopener">‘Determinants of Fire Impact in the Brazilian Biomes’</a>, divulgadas pelo site <a href="http://Frontiers in Forests and Global Change">Frontiers in Forest and Global Change</a>.</p>
<p>Segundo o estudo, nos últimos 20 anos, 45% do Pantanal, 34% do Cerrado e 9% da Amazônia já pegaram fogo pelo menos uma vez, conforme informou a <a href="https://ufmg.br/comunicacao/noticias/incendios-florestais-deverao-se-agravar-com-a-expansao-agropecuaria-e-mudancas-climaticas" target="_blank" rel="noopener">Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)</a>, no dia 18/04.</p>
<p>O resultado da pesquisa ainda mostrou que a vegetação nativa, sobretudo as formações florestais em todos os biomas, está sendo fortemente impactada pelo fogo, perdendo, como resultado, sua capacidade de regeneração.</p>
<p>Ainda de acordo com a pesquisa, as Unidades de Conservação e Terras Indígenas localizadas na Amazônia ainda são pouco impactadas pelos incêndios de grande impacto, por causa do escudo verde, mesmo diante a carência de fiscalização.</p>
<h3><strong>Formas de prevenção</strong></h3>
<p>Conforme afirmou o líder da pesquisa, o professor do Instituto de Geociências da UFMG, Ubirajara Oliveira,  &#8220;é necessária a intensificação da fiscalização visando coibir os causadores de incêndios, aliada a maior investimento em programas de prevenção e combate ao fogo&#8221;, como o projeto Desenvolvimento de Sistemas de Prevenção de Incêndios Florestais e Monitoramento da Cobertura Vegetal do Cerrado Brasileiro (FIP Monitoramento Cerrado)</p>
<p>Este projeto foi desenvolvido pela UFMG, em parceria com a UNB e o Inpe. O projeto recebeu neste mês de abril o <a href="https://ufmg.br/comunicacao/noticias/sistema-de-prevencao-incedios-vence-premio-de-melhores-praticas-em-captacao-internacional" target="_blank" rel="noopener">prêmio</a> concedido pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e pela Secretaria de Assuntos Econômicos Internacionais do Ministério da Economia.</p>
<p><em>Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais</em></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/amazonia-tem-2o-maior-desmatamento-no-1o-trimestre-em-15-anos/"><strong>Amazônia tem 2º maior desmatamento no 1º trimestre em 15 anos</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/amazonia-tem-pior-1o-trimestre-em-desmatamento-informa-inpe/"><strong>Amazônia tem pior 1º trimestre em desmatamento, informa Inpe</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/zerar-desmatamento-e-vital-para-garantir-manutencao-de-recursos-hidricos-na-amazonia/"><strong>Zerar desmatamento é vital para garantir manutenção de recursos hídricos na Amazônia</strong></a></p>
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