<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ourilândia do Norte &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/ourilandia-do-norte/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Tue, 03 Sep 2024 14:15:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>Ourilândia do Norte &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Quatro municípios paraenses lideram o ranking das queimadas no Brasil</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/quatro-municipios-paraenses-lideram-o-ranking-das-queimadas-no-brasil/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/quatro-municipios-paraenses-lideram-o-ranking-das-queimadas-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 19:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Altamira]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[fogo]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Progresso]]></category>
		<category><![CDATA[Ourilândia do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[São Felix do Xingu]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=30475</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/incendios_florestais-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As queimadas persistem em diversos biomas do País, afetando principalmente a Amazônia, que fechou o mês de agosto com 38.266 focos de incêndios, o maior dos últimos 14 anos, segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A situação é mais grave em 21 municípios onde estão concentrados 50% de todos os registros. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/incendios_florestais-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As queimadas persistem em diversos biomas do País, afetando principalmente a Amazônia, que fechou o mês de agosto com 38.266 focos de incêndios, o maior dos últimos 14 anos, segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A situação é mais grave em 21 municípios onde estão concentrados 50% de todos os registros. Entre eles, São Félix do Xingu e Altamira, que com1.443 focos e 1.102 focos na última semana, respectivamente, lideram o ranking dos que mais queimam no Brasil, posições que se mantêm nestes primeiros dias de setembro.</p>
<p>Somente de 1º a 2 de setembro, São Félix do Xingu contabilizou 342 focos de calor ativos, enquanto que em Altamira o número chega a 224. No entanto, o problema atinge outras regiões do estado que tem cinco dos 10 municípios com mais queimadas em todo o País. São eles: Novo Progresso (139), Ourilândia do Norte (105), que aparecem na terceira e quarta colocação; e Parauapebas (54), em décimo lugar. No total, já são 1.313 incêndios neste mês.</p>
<figure id="attachment_30471" aria-describedby="caption-attachment-30471" style="width: 324px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-30471 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/municipios-queimadas-setembro-1.png" alt="" width="324" height="225" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/municipios-queimadas-setembro-1.png 324w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/municipios-queimadas-setembro-1-300x208.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/municipios-queimadas-setembro-1-150x104.png 150w" sizes="(max-width: 324px) 100vw, 324px" /><figcaption id="caption-attachment-30471" class="wp-caption-text">Cidades do Pará registraram mais no início de setembro. Gráfico: Inpe</figcaption></figure>
<p>Para conter o avanço dos incêndios, o Governo do Pará decretou, na última terça-feira (27), estado de emergência, incluindo a proibição do uso de fogo para limpeza e manejo de áreas em todo o território estadual. Em entrevista à Globonews, o governador Helder Barbalho informou que a origem dos focos está sob investigação.</p>
<blockquote><p>“A investigação está acontecendo. Temos atuado para investigar informações advindas de incêndios criminosos, como também a Polícia Federal, da mesma forma, tem buscado atuar. Por ora, não se tem conclusão de que os focos [de incêndio] que estão, neste momento, na região, são advindos de crimes. E se há uma orquestração, como já assistimos há poucos anos, em Novo Progresso, fato que ficou conhecido, em âmbito nacional, como o dia do fogo”, disse.</p></blockquote>
<h3>O pior agosto da história</h3>
<p>De acordo com dados do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (LASA) da UFRJ. com 3.505.300 hectares queimados até sexta-feira, 30, a Amazônia encerrou seu pior mês de agosto na história em área queimada por incêndios florestais. Trata-se do maior território incendiado na região registrado desde 2012, quando iniciou-se o monitoramento do bioma. O número de focos em agosto foi mais que o dobro do ano anterior.</p>
<p>Até agora, o pior agosto havia sido o de 2020, quando 2.536.600 hectares foram consumidos pelo fogo. E com os números do mês passado, a área queimada na Amazônia neste ano totaliza 5.043.525 de hectares, segundo o LASA/UFRJ. É uma área equivalente ao território da Costa Rica, e maior que países como Dinamarca e Bélgica, explica o <a href="https://umsoplaneta.globo.com/clima/noticia/2024/08/31/amazonia-chega-a-5-milhoes-de-hectares-queimados-no-ano-apos-pior-agosto-ja-registrado.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Um Só Planeta</a>.</p>
<p>No Pará, os dados do Inpe apontam que 13.803 queimadas no mês passado. No período, as áreas mais afetadas foram os municípios de São Félix do Xingu, com 2.908 focos; seguida por Novo Progresso, com 2.609; e Altamira, com 2.382 queimadas.</p>
<p>Além do Pará, a situação também é grave em estados como o Amazonas que teve seu pior agosto em termos de queimadas desde 1998, quando o órgão iniciou o monitoramento, informa o <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2024/09/01/com-mais-de-10-mil-queimadas-amazonas-tem-pior-mes-de-agosto-dos-ultimos-26-anos.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1</a>. Parte do território amazonense está encoberto por uma <a href="https://climainfo.org.br/2024/08/29/brasil-em-chamas-mancha-de-fogo-de-mais-de-500-km-toma-conta-da-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">mancha de fogo de quase 500 km de extensão</a>, captada pelo satélite europeu Corpenicus. O problema também afeta Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e agora o Pará, formando um verdadeiro “cinturão do fogo”.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/quatro-municipios-paraenses-lideram-o-ranking-das-queimadas-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Primeira cacique mulher toma posse como liderança do povo Kayapó</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/primeira-cacique-mulher-toma-posse-como-lideranca-do-povo-kayapo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cultura/primeira-cacique-mulher-toma-posse-como-lideranca-do-povo-kayapo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 19:46:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[aldeia Kranhkrô]]></category>
		<category><![CDATA[cacica]]></category>
		<category><![CDATA[kayapó]]></category>
		<category><![CDATA[Ourilândia do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[primeira cacique]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=29172</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/cacica-Kayapo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Kôkônhyjtí Kayapó, de 37 anos, tomou posse como primeira cacica do povo Kayapó, da aldeia Kranhkrô, em Ourilândia do Norte, no sudeste paraense. Liderança com uma longa trajetória nos movimentos indígenas da região, Kôkônhyjtí é descendente de uma linhagem de caciques formada por seu pai, o líder Bebaiti Kayapó, e seu avô Tuto Pombo. As [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/cacica-Kayapo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">Kôkônhyjtí Kayapó, de 37 anos, tomou posse como primeira cacica do povo Kayapó, da aldeia </span><span style="font-weight: 400;">Kranhkrô, em </span><a href="https://g1.globo.com/pa/para/cidade/ourilandia-do-norte/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Ourilândia do Norte</span></a><span style="font-weight: 400;">, no sudeste paraense. Liderança com uma longa trajetória nos movimentos indígenas da região, </span><span style="font-weight: 400;">Kôkônhyjtí é descendente de uma linhagem de caciques formada por seu pai, o líder Bebaiti Kayapó, e seu avô Tuto Pombo. As informações são do </span><a href="https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2024/06/10/primeira-cacique-mulher-do-povo-kayapo-do-kranhkro-toma-posse-no-para-video.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">G1 Pará</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na cerimônia, prestigiada por lideranças indígenas dos estados do Pará e do Mato Grosso, a cacica foi acompanhada por um grupo de mulheres da comunidade durante o ritual celebrado com danças tradicionais do povo Kayapó e a entrega da faixa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seu discurso, </span><span style="font-weight: 400;">Kôkônhyjtí Kayapó destacou que seu compromisso é com o</span><span style="font-weight: 400;"> diálogo e com o estabelecimento de novas parcerias que tragam benefícios para o atendimento das demandas coletivas da comunidade.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Hoje estou ocupando um espaço como cacica dentro da aldeia para poder atender e resolver as nossas demandas. Estou pronta pra argumentar, defender e estar lado a lado do meu povo. Vamos juntos lutar e buscar a melhoria de qualidade de vida para o nosso povo”, declarou a cacica.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Representantes dos povos originários da região que acompanharam a posse ressaltaram que a nova liderança traz um perfil de união, justiça e preservação cultural. Para </span><span style="font-weight: 400;">Ô-é Paiakan Kaiapó, coordenadora regional Kayapó Sul do Pará, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a posse de uma mulher para representar o povo é um ato representativo para a igualdade de gênero.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;É de suma importância as mulheres estarem ocupando os espaços de poderes dentro e fora do território&#8221;, pontuou Ô-é Paiakan Kaiapó.</span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cultura/primeira-cacique-mulher-toma-posse-como-lideranca-do-povo-kayapo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo mostra o que está por trás da violência no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/estudo-mostra-o-que-esta-por-tras-da-violencia-no-para/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/estudo-mostra-o-que-esta-por-tras-da-violencia-no-para/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 14:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Igarapé]]></category>
		<category><![CDATA[Itaituba]]></category>
		<category><![CDATA[Jacareacanga]]></category>
		<category><![CDATA[operações]]></category>
		<category><![CDATA[Ourilândia do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico de drogas]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=11463</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/ourilandia-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Análise do Instituto Igarapé, a partir de mais de 300 operações da Polícia Federal (PF) realizadas entre os anos de 2016 e 2021, demonstra que, além de possuir uma natureza organizada, a criminalidade ambiental na Amazônia está muito longe de ser um problema apenas local. As ramificações do ecossistema do crime ambiental, segundo o documento [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/ourilandia-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Análise do Instituto Igarapé<strong>,</strong> a partir de mais de 300 operações da Polícia Federal (PF) realizadas entre os anos de 2016 e 2021, demonstra que, além de possuir uma natureza organizada, a criminalidade ambiental na Amazônia está muito longe de ser um problema apenas local. As ramificações do ecossistema do crime ambiental, segundo o documento divulgado na quarta-feira, 21/7, chegaram em 24 dos 27 Estados brasileiros, com exceção de Alagoas, Pernambuco e Paraíba.</p>
<p>Nosso Pará é o Estado que mais aparece no mapeamento, com um total de 161 territórios em 46 municípios decorrentes de 83 operações da Polícia Federal.</p>
<p>Rondônia aparece em segundo lugar com 122 territórios em 29 municípios e o Amapá vem em seguida com 101 territórios em 10 municípios. Fora da Amazônia Legal, o Estado de São Paulo se destaca com 36 territórios, seguido do Paraná com 14 territórios e do estado de Goiás com 10 territórios.</p>
<p>O setor da madeira é o que mais possui territórios mapeados. 87% estão dentro da Amazônia Legal e 13% estão fora dela. 23 Estados brasileiros e 166 municípios aparecem nos territórios conectados a esta economia ilícita.</p>
<p>Já no caso da mineração ilegal, os mais de 350 territórios identificados se distribuem em 125 cidades espalhadas por 20 Estados brasileiros, com destaque para Alto Alegre (RR), <strong>Ourilândia do Norte, Itaituba e Jacareacanga (PA</strong>) e também para a cidade de São Paulo (SP).</p>
<h3>O que está por trás</h3>
<p>Grupos associados aos crimes ambientais na Amazônia, como extração ilegal de madeira e minérios, desmatamento e ocupação ilegal de terras, também atuam em outras frentes criminosas, como fraudes, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e pessoas, crimes contra o sistema financeiro e sonegação fiscal, entre outros.</p>
<h3>Brasil e fronteiras</h3>
<p>Em todo o Brasil, o estudo identificou a presença dessas quadrilhas em 254 municípios, com destaque para Estados de fora da Amazônia Legal, como São Paulo, Paraná e Goiás. A atuação criminosa, no entanto, não se limita ao território brasileiro: na América do Sul, as operações da PF tiveram desdobramentos em Guiana Francesa, Venezuela, Suriname, Colômbia, Paraguai e Bolívia.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/para-tem-8-dos-30-municipios-mais-violentos-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><b>Pará tem 8 dos 30 municípios mais violentos do Brasil<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/veja-as-rotas-de-drogas-e-pontos-de-atuacao-de-faccoes-criminosas-no-para/" target="_blank" rel="noopener"><b>Veja as rotas de drogas e pontos de atuação de facções criminosas no Pará<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/violencia-no-campo-dispara-mostra-comissao-pastoral-da-terra/" target="_blank" rel="noopener"><b>Violência no campo dispara, mostra Comissão Pastoral da Terra</b></a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/estudo-mostra-o-que-esta-por-tras-da-violencia-no-para/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-08-29 22:29:00 by W3 Total Cache
-->