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	<title>nibs &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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		<title>Fábrica de cacau em Altamira premia produtor que extrai fruto de forma sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2022 14:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Gisele Coutinho O cacau colhido totalmente maduro, fermentado, com boa secagem e com uma torra mais baixa garante aromas e sabores inesquecíveis quando transformado em chocolate. E todo esse processo começa lá na lavoura. É a mão experiente de quem planta e colhe cacau que sabe a hora certa da colheita, com o fruto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Gisele Coutinho</em></p>
<p>O cacau colhido totalmente maduro, fermentado, com boa secagem e com uma torra mais baixa garante aromas e sabores inesquecíveis quando transformado em chocolate. E todo esse processo começa lá na lavoura. É a mão experiente de quem planta e colhe cacau que sabe a hora certa da colheita, com o fruto no ponto, nem verde, nem quase maduro ou passado. É no ponto certo!</p>
<p>O fruto tem que ser colhido com uma quantidade de poupa necessária para render uma boa fermentação. Entre esses segredos do manejo, o produtor paraense vem se destacado. Que nosso Pará é uma potência produtiva de cacau, a gente sabe. Mas, alguns números, como a produção do cacau em pó, por exemplo, deixam a gente com a pulga atrás da orelha se compararmos aos números da produção baiana, nossa eterna rival quando o assunto é cacau &#8211; no melhor sentido, é claro!</p>
<p>O<strong> Pará Terra Boa</strong> conversou com um empresário que “respira chocolate” desde criança e que tem forte vínculo com o cacau paraense para entender um pouco mais sobre o que vem sendo feito e o que falta para o povo paraense aproveitar socialmente e economicamente os benefícios de ser o maior produtor do fruto no Brasil.</p>
<h3><strong>Tradição familiar</strong></h3>
<p>Ernesto Neugebauer iniciou a carreira aos 17 anos como classificador das amêndoas de cacau na empresa fundada pelo bisavô em Porto Alegre em 1891, a Neugebauer, primeira fábrica de chocolate do Brasil.</p>
<p>Na década de 1980, Ernesto ficou sócio da Harald, vendida a um grupo japonês em 2015. E em 2020, o empresário resolveu deixar um legado com um trabalho mais sustentável no ramo do chocolate. Nascia a Danke, com uma fábrica para processar o cacau <em>in natura</em> ao lado dos produtores paraenses, em meio à floresta.</p>
<figure id="attachment_10267" aria-describedby="caption-attachment-10267" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-10267 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke6.jpeg" alt="" width="1024" height="540" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke6.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke6-300x158.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke6-768x405.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke6-150x79.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke6-450x237.jpeg 450w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-10267" class="wp-caption-text">Fábrica fica em plena Transamazônica e mais perto de produtores paraenses de cacau. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3><strong>Comparação com a Bahia</strong></h3>
<p>Com capacidade para 18 mil toneladas de cacau, a fábrica da Danke é totalmente automatizada e conta com enxutos 30 funcionários. O investimento custou R$ 60 milhões para estar em Medicilândia, com pouco mais de 30 mil habitantes à beira da Transamazônica. É movida a energias renováveis, como a biomassa e a casca do próprio cacau.</p>
<p>A cidade é a maior produtora de cacau do Pará. Somente em 2019, o volume foi de 44.738 toneladas e superado em 2020, com 50.160 toneladas. Para se ter ideia, em segundo lugar vem Uruará, com 19.714 toneladas de cacau produzido em 2020.</p>
<p>Apesar da grande produção, o investimento na indústria cacaueira da Bahia e as exportações ainda são bem maiores que na paraense. Segundo estudo da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa), a cacauicultura baiana registra maior volume de exportação de cacau em pó e produtos provenientes do cacau, os quais possuem maior valor agregado que o cacau puro, além de preços mais elevados no mercado internacional. O Pará exporta 99% de cacau ainda bruto.</p>
<blockquote><p>“Na verdade, as grandes processadoras estão todas na Bahia. Muito do cacau em pó produzido na Bahia é feito com amêndoa paraense. O cacau viaja até Ilhéus para ser processado lá”, explica Ernesto.</p></blockquote>
<p>Em 2021, a Bahia exportou 98% de sua produção de cacau em pó e apenas 2% do cacau bruto, enquanto o Pará exportou apenas 0,09% de cacau em pó e o montante de 99,91% do cacau bruto. O número aponta como a industrialização do cacau no Pará ainda deixa a desejar e o quanto pode crescer.</p>
<h3><strong>Prêmio por sustentabilidade </strong></h3>
<p>Então, a saída para o produtor paraense é investir na qualidade do cacau e fazer tudo certo porteira para dentro. Para vender o fruto para a Danke, ele precisa cumprir uma série de quesitos de sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>“Temos um protocolo de 21 obrigações para fornecer cacau para a gente, entre elas, sobre a infraestrutura que ele tem que ter dentro da fazenda, o manejo agrícola sobre o que ele aplica, como eventualmente trabalha com produtos químicos, crianças na escola e com carteira de vacinação em dia, entre outras questões”.</p></blockquote>
<p>Segundo Ernesto, já é possível ter um panorama logo no primeiro olhar quando eles visitam as propriedades pela primeira vez.</p>
<blockquote><p>“Ao assinar o protocolo, nós pagamos um prêmio que pode variar de 25 a 30% em cima do preço do cacau cotado no dia. Então, além de conseguir ter bons parceiros, todos ficam ávidos pelo prêmio e começam a corrigir suas práticas a partir do protocolo”, explica.</p></blockquote>
<p>Também é necessário fazer bom manejo de fermentação e secagem para alavancar esse prêmio. “O cacau é responsável por 90% da qualidade do chocolate”, reforça.</p>
<p>Além de Medicilândia, produtores de regiões próximas já abastecem a Danke, que começou com 6 produtores em 2020 e hoje conta com cerca de 60.</p>
<blockquote><p>“Fermentação foi nossa maior dificuldade. No Pará, diferente da Bahia, a grande indústria não exigia a fermentação de cacau. Essa cultura da fermentação e da secagem que já existe na Bahia foi um desafio no Pará”.</p></blockquote>
<figure id="attachment_10265" aria-describedby="caption-attachment-10265" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-10265 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke4.jpeg" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke4.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke4-300x169.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke4-768x432.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke4-150x84.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/danke4-450x253.jpeg 450w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-10265" class="wp-caption-text">Cerca de 60 produtores de cacau abastecem fábrica da Danke. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p><strong>LEIA MAIS: </strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/as-expedicoes-em-busca-do-melhor-cacau-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener"><b>As expedições em busca do ‘melhor cacau do mundo’<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/saiba-como-acessar-credito-publico-para-o-cacau-por-meio-do-pronaf/" target="_blank" rel="noopener"><b>Saiba como acessar crédito público para o cacau por meio do Pronaf<br />
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</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/santarem-recebe-laboratorio-itinerante-de-cacau-com-uso-de-tecnologia-3d/" target="_blank" rel="noopener"><b>Santarém recebe laboratório itinerante de cacau com uso de tecnologia 3D<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/agricultor-familiar-de-novo-repartimento-conquista-premio-em-paris-com-amendoa-de-cacau/" target="_blank" rel="noopener"><b>Agricultor familiar de Novo Repartimento conquista prêmio em Paris com amêndoa de cacau<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/chocolate-da-ilha-do-combu-e-tesouro-da-bioeconomia-do-para/" target="_blank" rel="noopener"><b>Chocolate da Ilha do Combu é tesouro da bioeconomia do Pará</b></a></p>
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		<title>Chocolate da Ilha do Combu é tesouro da bioeconomia do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 14:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/09/Captura-de-Tela-2021-09-02-às-11.44.51-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Larissa Noguchi, especial para o Pará Terra Boa Izete Santos Costa, conhecida como dona Nena, vive a raiz amazônica desde que nasceu, no Igarapé Piriquitaquara, área de preservação ambiental da Ilha do Combu, em Belém. Desde criança, ajuda os pais que plantavam e produziam cacau para venda na região. Hoje, aos 56 anos, é [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/09/Captura-de-Tela-2021-09-02-às-11.44.51-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Larissa Noguchi, especial para o <strong>Pará Terra Boa</strong></em></p>
<p>Izete Santos Costa, conhecida como dona Nena, vive a raiz amazônica desde que nasceu, no Igarapé Piriquitaquara, área de preservação ambiental da Ilha do Combu, em Belém. Desde criança, ajuda os pais que plantavam e produziam cacau para venda na região. Hoje, aos 56 anos, é uma empreendedora referencial pela produção do famoso cacau do Combu por meio do resgate da cultura de produção do produto na comunidade.</p>
<p>Como hábito familiar, dona Nena e seus pais produziam o chocolate caseiro que é o cacau seco, torrado no tacho e seco no pilão com adição de açúcar. Para tentar crescer e experimentar novos sabores, a produção passou por vários testes até chegar em uma barra 100% cacau.</p>
<blockquote><p>“Comecei vendendo as barras de chocolate 100% cacau feito no pilão na feira de orgânicos e não deu certo. Resolvi experimentar um outro método, com o moinho e acabou dando certo”, lembra dona Nena, em referência à compactação do chocolate em barra.</p></blockquote>
<p>O trabalho ganhou notoriedade e chegou até ao chefe de cozinha Thiago Castanho, que levou a técnica da dona Nena para o seu restaurante na época, Remando do Bosque. Das trocas de conhecimento e experimentações gastronômicas, surgiu o brigadeiro da floresta e outros produtos, como os nibs de cacau e os chocolates em barra.</p>
<blockquote><p>“O Remando foi nossa vitrine. Já recebi visita de chefes da França, da Argentina, dos Estados Unidos além de São Paulo e de outros Estados brasileiros. O meu trabalho foi crescendo nas redes sociais e em 2017 precisei criar a microempresa e começar a crescer”, lembra dona Nena. Nascia, então, a Filha do Combu, marca oficial da empreendedora.</p></blockquote>
<p>O trabalho dela é um exemplo prático do conceito de bioeconomia, em que desenvolvimento econômico e sustentável andam de mãos dadas. Em uma produção familiar, com o compromisso de manter a tradição cultural e ancestral na produção de chocolate, a Filha do Combu vem crescendo cada vez mais.</p>
<blockquote><p>“Vejo a floresta como recurso muito importante para o sustento da minha família e das pessoas que colaboram com a produção”, avalia dona Nena, que consegue produzir até 200 kg por mês.</p></blockquote>
<p>Além da fabricação de doces e barras de chocolate, é possível fazer uma visita em seu quintal, colocar os pés na terra, acompanhar de perto a produção dos produtos além de saborear o chocolate 100% da Amazônia.</p>
<h3>A ilha</h3>
<p>A Área de Proteção Ambiental (APA) da Ilha do Combu é a quarta maior ilha do município de Belém, com área territorial de 15,972 Km², sendo margeada pelo rio Guamá ao Norte, pelo furo São Benedito ao Sul, pelo furo da Paciência a Leste e pela Baía do Guajará a Oeste.</p>
<p>Sua população gira em torno de 1.500  habitantes, que vivem basicamente da pesca e do extrativismo dos recursos da floresta, sobretudo o açaí, que pode ser encontrado por toda a Ilha.</p>
<p>Possui rica avifauna – destacando o papagaio do Mangue ou “Curica” como a ave mais comum na ilha. Pode-se encontrar também botos, cobras, bichos preguiça, além de diversas espécies de macacos de pequeno porte.</p>
<h3>O Fórum</h3>
<p>O Pará já é destaque na produção e exportação de vários produtos e frutos típicos da região amazônica e, agora, também tem se destacado na diversidade de recursos naturais aliada à tecnologia. Com o propósito de criar uma cadeia sustentável, a bioeconomia vem ganhando seu espaço. Em outubro, a capital paraense vai sediar o Fórum Mundial de Bioeconomia (WCBEF) nos dias 18, 19 e 20. Será a primeira vez que o evento ocorrerá fora da cidade de origem, Ruka, na Finlândia.</p>
<p>O fundador do Fórum, Jukka Kantola, visitou em agosto a capital para conhecer de perto o potencial da Amazônia para os negócios, como o exemplo de dona Nena.</p>
<p>O Fórum Mundial de Bioeconomia é um evento internacional, que reúne lideranças de vários países para debates sobre economia gerada a partir de recursos naturais com respeito à biodiversidade e comunidades locais.</p>
<p>A escolha histórica de Belém como sede da agenda internacional faz parte da estratégia de valorizar locais onde a bioeconomia tem potencial. O fórum terá quatro eixos temáticos: “A Bioeconomia: Pessoas, Políticas do Planeta”, “Líderes globais e o mundo financeiro”, “Bioprodutos ao nosso redor” e “Olhando para o futuro”.</p>
<h3><strong>Serviço</strong></h3>
<p>As inscrições para o Fórum Mundial de Bioeconomia já estão abertas no site oficial do evento: <a href="http://www.wcbef.com" target="_blank" rel="noopener">www.wcbef.com</a></p>
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