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	<title>Nasa &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Coluna de fumaça de queimadas no Pará é detectada por satélite da Nasa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 17:33:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fumaça]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/nasa_fumaca_para-150x150.avif" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma imagem de satélite divulgada pela Nasa na segunda-feira, 12 revela uma densa nuvem de fumaça cobrindo vastas áreas dos estados do Pará e Amazonas. De acordo com a agência espacial estadunidense, os incêndios florestais, intensificados pela seca e pelo desmatamento, são os principais responsáveis pela poluição atmosférica na região. As informações são do g1. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/nasa_fumaca_para-150x150.avif" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma imagem de satélite divulgada pela Nasa na segunda-feira, 12 revela uma densa nuvem de fumaça cobrindo vastas áreas dos estados do Pará e Amazonas. De acordo com a agência espacial estadunidense, os incêndios florestais, intensificados pela seca e pelo desmatamento, são os principais responsáveis pela poluição atmosférica na região. As informações são do <a href="https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2024/08/12/satelite-da-nasa-registra-grande-coluna-de-fumaca-no-para.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1</a>.</p>
<p>A fotografia, capturada pelo satélite Aqua no dia 4 de agosto, mostra com clareza a fumaça concentrada na região de Apuí, no Amazonas, e ao longo da rodovia BR-163, no sul do Pará. A Nasa destaca que as áreas desmatadas, geralmente utilizadas para pastagens e agricultura, são as principais fontes de ignição dos incêndios.</p>
<p data-sourcepos="9:1-9:261"><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/amazonia-tem-alta-de-71-no-numero-de-queimadas-de-janeiro-a-julho-de-2024-para-33/" target="_blank" rel="noopener">Os dados</a> do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) corroboram a gravidade da situação. Segundo o Inpe,  houve uma alta de 71% em número de queimadas, de 1º de janeiro a 30 de julho, comparado com o mesmo período de 2023. No Pará, o aumento foi de cerca de 32% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.</p>
<p>No Estado, uma força-tarefa conseguiu controlar um incêndio de grandes proporções na Floresta Nacional de Carajás, em Parauapebas. O fogo, iniciado após um acidente na última segunda-feira (5), consumiu mais de 180 hectares de vegetação.</p>
<p>A combinação de fatores como a seca prolongada, o desmatamento ilegal e as altas temperaturas tem intensificado os incêndios florestais na Amazônia, com sérias consequências para o meio ambiente e a saúde da população. A fumaça proveniente das queimadas pode causar problemas respiratórios, além de prejudicar a qualidade do ar e a biodiversidade da região.</p>
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		<title>Aumento de temperatura na Terra pode fazer Amazônia arder em chamas, alerta NASA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2023 13:40:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[alts temperaturas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/incendios_florestais-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um estudo desenvolvido por pesquisadores da NASA apresenta uma série de projeções sobre os efeitos da elevação das temperaturas nas diversas regiões do mundo. Os cientistas trabalharam com uma conjuntura de aumento de 2º C acima dos níveis pré-industriais e mostraram que, caso esse cenário se confirme, a Amazônia pode sofrer com maior incidência de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/incendios_florestais-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um estudo desenvolvido por pesquisadores da NASA apresenta uma série de projeções sobre os efeitos da elevação das temperaturas nas diversas regiões do mundo. Os cientistas trabalharam com uma conjuntura de aumento de 2º C acima dos níveis pré-industriais e mostraram que, caso esse cenário se confirme, a Amazônia pode sofrer com maior incidência de incêndios florestais, com as regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil estariam entre as mais afetadas.</p>
<p><a href="https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1029/2022EF003330" target="_blank" rel="noopener">A pesquisa, publicada na revista Earth’s Future,</a> se baseou em informações sobre mudanças na temperatura do ar, precipitação, umidade relativa, radiação solar de ondas curtas e longas e velocidade do vento. Os dados foram sistematizados em previsões geradas por 35 dos principais modelos climáticos do mundo, incluindo o CMIP (Projeto de Intercomparação de Modelos Acoplados).</p>
<p>O estudo revela que a elevação da temperatura acima de 2º C intensificaria um cenário de estresse térmico, que é quando há combinação de condições favoráveis à propagação de incêndios com efeitos sobre a temperatura e a umidade no corpo humano.</p>
<p>O avanço do desmatamento só piora a situação, uma vez que a cobertura florestal, principalmente na Amazônia, tende &#8220;a produzir&#8221; chuva,  por meio de um processo chamado de evapotranspiração. Ou seja, menos árvores significam menos vapor d&#8217;água sendo liberado na atmosfera, o que diminui a umidade disponível para a formação de nuvens e chuva.</p>
<p>De acordo com o estudo, os países mais próximos da Linha do Equador, que atravessa diversas áreas da Pan-Amazônia,  podem ter dias com clima extremo e maior risco de disseminação de fogo. Além disso, as projeções indicam que mais de quarto da população pode ter um mês a mais de estresse térmico.</p>
<blockquote><p>“Os impactos crescentes de todos os extremos climáticos estudados podem causar danos significativos às comunidades e economias, devido a incêndios, inundações, deslizamentos de terra e quebras de safras”, alerta o pesquisador Ramakrishna Nemani.</p></blockquote>
<p>A expectativa é que as informações científicas possam embasar a tomada de decisões sobre a importância de medidas preventivas e mitigadoras.</p>
<blockquote><p>“Queríamos estudar como esses aspectos do meio ambiente são projetados para mudar e o que seus impactos combinados podem significar para as pessoas em todo o mundo”, acrescenta o primeiro autor do artigo, Taejin Park.</p></blockquote>
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		<title>Nasa quer ampliar parceria com Brasil no monitoramento da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 11:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/imazon-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A agência espacial americana (Nasa) quer ampliar a parceria com o Brasil no monitoramento do desmatamento da floresta amazônica e em ações de preservação. O administrador da Nasa, Bill Nelson, se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira, 24, no Palácio do Planalto, em Brasília, para tratar da cooperação aeroespacial entre [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/imazon-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A agência espacial americana (Nasa) quer ampliar a parceria com o Brasil no monitoramento do desmatamento da floresta amazônica e em ações de preservação. O administrador da Nasa, Bill Nelson, se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira, 24, no Palácio do Planalto, em Brasília, para tratar da cooperação aeroespacial entre Brasil e Estados Unidos.</p>
<p>A embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Elizabeth Frawley Bagley, também presente na reunião, disse que, em breve, Lula deve conversar com o presidente Joe Biden sobre os assuntos tratados no encontro de hoje. A assessoria da Presidência confirmou que o telefonema entre os dois presidentes deve ocorrer, provavelmente, esta semana.</p>
<blockquote><p>“Os nossos satélites já mandam muitas imagens e informações aos cientistas aqui no Brasil para localizar a destruição da floresta e nós lançaremos, futuramente, três novos satélites que vão aumentar, e muito, a habilidade de poder identificar e impedir o desmatamento”, disse Bill Nelson à imprensa após o encontro.</p></blockquote>
<p>O administrador da Nasa lembrou que, há 37 anos, fez um sobrevoo no espaço e conseguiu observar a destruição da floresta e a sedimentação na foz do Rio Amazonas, resultado do desmatamento.</p>
<p>Em outro exemplo de possível parceria, Nelson explicou que a agência espacial tem instrumentos que podem ajudar a aumentar a produtividade no campo, que identificam a umidade do terreno e do ar e detectam pragas.</p>
<h3>Visita ao Inpe</h3>
<p>Nesta terça-feira,25, Nelson visitará as instalações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Embraer, em São Paulo. A visita do americano ao Brasil será seguida de reuniões de acompanhamento entre os cientistas dos dois países.</p>
<p>A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, explicou que qualquer tipo de parceria no monitoramento das florestas depende do aval das autoridades científicas que acompanham a política aeroespacial brasileira, que podem apontar a real necessidade de utilização desses equipamentos e sistemas e a viabilidade de cruzamento de informações.</p>
<p>Ela lembrou que, em breve, deve entrar em operação um novo radar sintético que possibilitará a captação de imagens através das nuvens e que o Inpe “continua firme e forte fazendo o dever de casa” na qualificação de informações para o combate ao desmatamento na Amazônia.</p>
<blockquote><p>“Mas, a princípio, nós temos total simpatia, tudo que tiver de avanço tecnológico para poder garantir o melhor monitoramento da nossa floresta, nós estamos à disposição”, disse.</p></blockquote>
<p>O interesse do Brasil é que as autoridades americanas observam as potencialidades da indústria brasileira na área espacial. “Nós temos empresas com capacidade de produção para fornecer para a Nasa, também equipamentos na indústria aeroespacial, então é um pouco essa troca que nós queremos estabelecer na visita do presidente da Nasa ao Inpe”, explicou a ministra Luciana Santos.</p>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info"><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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