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	<title>mulher &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>mulher &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Em Augusto Corrêa, Fazenda Bacuri vence obstáculos com agroindústria de produtos certificados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2022 12:20:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Corrêa]]></category>
		<category><![CDATA[Bacuri]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-150x150.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-300x300.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-768x768.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-450x450.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05.jpeg 1126w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Por Ivana Guimarães Como desenvolver uma agroindústria em um município com um dos menores índices de desenvolvimento humano (IDH) do país, sendo mulher e sem incentivos? Hortência Osaqui, engenheira florestal e administradora da Fazenda Bacuri em Augusto Corrêa, município paraense que ficou na posição 107 do ranking de cidades com o pior Índice de Desenvolvimento [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-150x150.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-300x300.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-768x768.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05-450x450.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-04-at-16.26.05.jpeg 1126w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><em>Por Ivana Guimarães</em></p>
<p>Como desenvolver uma agroindústria em um município com um dos menores índices de desenvolvimento humano (IDH) do país, sendo mulher e sem incentivos?</p>
<p>Hortência Osaqui, engenheira florestal e administradora da <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/em-augusto-correa-fazenda-bacuri-sofre-efeitos-de-mudancas-no-clima/?preview_id=12675&amp;preview_nonce=23b6d11299&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=12692&amp;preview=true">Fazenda Bacuri em Augusto Corrêa</a>, município paraense que <span style="font-weight: 400;">ficou na posição 107 do ranking de cidades com o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2010, contou ao <strong>Pará Terra Boa</strong> sobre como superou esses desafios, valorizando tecnologias de inovação social, ambiental e econômica, bem como se despertou para a potencialidade do turismo dentro da propriedade que administra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fazenda trabalha hoje com produção agroindustrial orgânica e artesanal de polpa de frutas e licores da biodiversidade amazônica, sendo pioneira na certificação de seus processos e tendo reconhecimento internacional.</span></p>
<h3>Tradição e pioneirismo na certificação</h3>
<p>De volta à propriedade da família em 2009 e com o objetivo de dar continuidade ao legado do pai, Hortência diz que se deparou com diversas barreiras.</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Em 2009, eu voltei para a fazenda pensando em como eu iria fazer alguma coisa num município com um dos menores IDHs do Brasil, sem nenhum incentivo para agricultura e estando a 230 quilômetros do grande mercado. E aí eu tive a necessidade de entender o legado do meu pai&#8221;.</span></p></blockquote>
<p>Seu pai, lá atrás, já estava preocupado em fazer o manejo correto do solo diante de tanta variedade de frutas. Hortência deu sequência, expandindo sua lista de clientes, que resultou na abertura de uma pequena agroindústria. Hoje, até selo de qualidade seus produtos têm.</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Então, depois do manejo, o próximo passo seria a verticalização da cadeia produtiva que seria uma agroindústria. Aí eu me deparei com milhões de barreiras. Infelizmente, o estado não consegue ver que a gente precisa desenvolver a cadeia produtiva. Hoje já vê mais ou menos, mas há 12 anos ele estava começando o processo de legislação. Através dessa legislação, nós poderíamos fazer uma pequena agroindústria, verticalizar a produção e vender para outros lugares. Isso antes não era possível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E</span><span style="font-weight: 400;">m 2014, a gente fez a primeira agroindústria artesanal familiar com selo de inspeção artesanal para nossas geleias, licores e polpas. </span><span style="font-weight: 400;">Também fomos a primeira agroindústria do estado com produtos acabados e com frutas da biodiversidade a ter o selo para licores de frutas da Amazônia&#8221;, diz a produtora rural.</span></p></blockquote>
<h3>Fortalecendo o turismo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para manter a fazenda, foi traçado um plano econômico e um dos principais pontos estudados foi o turismo. Além de a Fazenda Bacuri produzir vários produtos com certificação, também encanta turistas em busca de natureza.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;As pessoas vêm à fazenda para entender o processo de como uma pequena família trabalha na Amazônia de forma sustentável. Não vêm fazer uma visita só para tirar foto do bacurizeiro, não é nada disso. O bacuri tem quatro meses de safra, mas eu tenho que gerar renda durante o ano inteiro. Quando eu recebi o meu primeiro turista em 2016, comecei a fortalecer esse processo, estudando o que podia ser melhorado. Todos esses estudos que a fazenda faz são transformados em tecnologia de inovação social, ambiental e econômica&#8221;, diz Hortência.</span></p></blockquote>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/B0mDmoCJcwx/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/B0mDmoCJcwx/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Fazenda Bacuri (@fazendabacuribio)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h3>Papel social do bacuri</h3>
<p>Dentre as inovações sociais da Fazenda Bacuri está o trabalho de <span style="font-weight: 400;">convidar parceiros de diferentes atividades para conhecer seus processos. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Aí começa o nosso processo de orientar essas pessoas </span><span style="font-weight: 400;">e convidar alguns parceiros para fazer esse entendimento do turismo. Orientamos essas pessoas, por exemplo, sobre como atuar na fase produtiva de alimento, quais são os requisitos que ela precisa se adequar. Então, a fazenda faz esse link para que empreendimentos sejam empreendedores e acreditem no próprio negócio&#8221;, esclarece.</span></p></blockquote>
<h3>Liderança feminina no meio rural</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo mulher em um ambiente predominantemente masculino, Hortência fala sobre os desafios que enfrentou.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Quando comecei a vender bacuri, eu saía às 17 horas daqui e chegava às 22h em Belém. Dormia e vinha no outro dia. Quando chegava lá era só homem que praticamente trabalhava na compra. Aí </span><span style="font-weight: 400;">teve um dia que eu estava muito cansada por causa da safra, a gente anda 17 quilômetros por dia. Então eu chego em Belém carregada e me dizem que vão pagar bem menos que o combinado, depois que eu já havia baixado todo o bacuri. Eu chamei o rapaz que descarregou e paguei o dobro para recolocar todo o meu produto no carro&#8221;, relembra.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">A administradora da Fazenda Bacuri entende que seu trabalho serve de inspiração e incentivo para outras mulheres.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Ainda é um mundo dos homens, mas eu calcei a bota da produtora rural e vi que essa </span><span style="font-weight: 400;">é uma oportunidade para abrir portas para outras pessoas. Porque hoje eu sirvo de referência para muitas mulheres, sabe? Hoje estou olhando para minha propriedade porque o meu sonho era esse e eu vejo que é possível fazer&#8221;, analisa.</span></p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/em-augusto-correa-fazenda-bacuri-sofre-efeitos-de-mudancas-no-clima/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Em Augusto Corrêa, Fazenda Bacuri sofre efeitos de mudanças no clima</strong></a></p>
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		<title>Artigo: A mulher no desafio de alimentar os estudantes do mundo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/artigo-a-mulher-no-desafio-de-alimentar-os-estudantes-do-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 13:58:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[zona rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/canva-MADGyf5YWWc-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Najla Veloso* São mais de 335 milhões as mulheres na América Latina e Caribe, das quais cerca de 65 milhões vivem na zona rural, segundo estatísticas do IICA[1]. Elas convivem com uma história de luta e de conquistas desde sempre. Neste Dia Internacional da Mulher é imenso o nosso desejo de registrar o quanto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/canva-MADGyf5YWWc-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Najla Veloso*</em></p>
<p>São mais de 335 milhões as mulheres na América Latina e Caribe, das quais cerca de 65 milhões vivem na zona rural, segundo estatísticas do IICA<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>. Elas convivem com uma história de luta e de conquistas desde sempre. Neste Dia Internacional da Mulher é imenso o nosso desejo de registrar o quanto ela faz diferença na história do mundo, da sociedade, da família, da escola e, especialmente, da política de alimentação escolar.</p>
<p>Na escola sempre as encontraremos seja na figura da mãe que leva o filho, da avó que cuida do neto, da professora que o recebe, da diretora que faz a gestão, da nutricionista que orienta o cardápio, da cozinheira que o prepara, da mãe voluntária, da auxiliar da limpeza que cuida do ambiente, das meninas e adolescentes estudantes, da agricultora familiar que produz o alimento ou da gestora da política em nível escolar, municipal, estadual ou nacional.</p>
<p>Na vida são mulheres trabalhadoras de duas, três ou quatro jornadas. Na alimentação escolar são a alma, o cérebro e o coração. Por isso, nosso tributo hoje vai para aquelas que se envolveram na tarefa de produzir, educar, preparar, gerir e entregar o alimento a mais de 87 milhões de estudantes na América Latina e Caribe – e mais de 40 milhões somente no Brasil.</p>
<p>Cerca da metade desse número é de meninas, adolescentes e jovens que estão mudando sua cultura, nutrindo seus corpos, aprendendo sobre a cadeia alimentar e construindo as bases culturais e alimentares dessa e da próxima geração. Inclusive, a política de alimentação escolar tem sido responsável por garantir a cerca de 5 milhões desse total de meninas, a principal refeição do dia.</p>
<p>Seja como estudante, professora, nutricionista ou agricultora, essas mulheres trazem em si uma grande chance de impactar nos indicadores de rendimento na escola, de evasão, de obesidade, de sobrepeso, de enfermidades crônicas não transmissíveis, de consumo de alimentos processados e ultra processados, além de prover ingressos para o sustento de milhares de famílias.</p>
<p>São mulheres grandes em um gigantesco desafio. Elas protagonizam a suntuosa cadeia que move toneladas de alimentos que a cada dia chegam às milhares de escolas e ao prato de mais de 387 milhões de estudantes em todo o mundo. São elas que, junto com os seus colegas, estabelecem as regras do que se vai produzir, comercializar e comer em casa, na rua e na escola.</p>
<p>Que nesse ano elas estejam mais perto de conquistar a autonomia, equidade de tratamento, paridade nas condições de trabalho, de vida social e principalmente, a liberdade de ser o que quiserem ser. Que sejam livres de todos os vieses discriminatórios. Que escolham o que querem estudar, onde viver e o que construir de sua história. Que estejam vivas e protegidas em todo e qualquer espaço, uma vez que o seu lugar é em casa, é na escola, é na rua, é no campo, é no mercado de trabalho rural ou urbano, é em outro país, é onde ela quiser estar.</p>
<p>Que, como Nações Unidas e governos, trabalhemos ainda mais por garantir aos estudantes melhor alimento em casa e na escola, igualdade de oportunidades, equidade de direitos e justiça social e assim imprimir, de maneira definitiva, que todas as meninas, adolescentes e jovens escolares, todas as trabalhadoras da educação, todas as mães de estudantes, todas as produtoras e todas nós, mulheres, somos igualmente protagonistas no desenvolvimento, na paz e na construção da sociedade que queremos.</p>
<p>Nesse dia de reconhecimento internacional, registramos nosso tributo às mulheres na certeza de que nenhuma mudança substancial na sociedade passará à margem de sua intensa e competente atuação.</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura, 2020.</p>
<p><em>*Coordenadora regional do projeto de alimentação escolar da Cooperação Brasil-FAO</em></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cnbb-projetos-de-lei-escondem-desastre-social-ambiental-e-trabalhista-de-mineradoras/" target="_blank" rel="noopener"><b>CNBB: Projetos de lei escondem desastre social, ambiental e trabalhista de mineradoras</b></a></p>
]]></content:encoded>
					
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