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	<title>monilíase &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>monilíase &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Convênio de R$ 2,2 milhões fortalece defesa contra pragas no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 16:13:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/vassoura-de-bruxa-da-mandioca-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o objetivo de blindar o setor produtivo paraense contra ameaças fitossanitárias, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) formalizaram, nesta quarta-feira, 4, um convênio de cooperação técnica de R$ 2,2 milhões. O recurso será aplicado exclusivamente em ações emergenciais de fiscalização e controle [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/vassoura-de-bruxa-da-mandioca-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com o objetivo de blindar o setor produtivo paraense contra ameaças fitossanitárias, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) formalizaram, nesta quarta-feira, 4, um convênio de cooperação técnica de R$ 2,2 milhões. O recurso será aplicado exclusivamente em ações emergenciais de fiscalização e controle ao longo de 2026.</p>
<p>Para o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, o acordo representa um salto estratégico na proteção do campo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Este convênio reafirma nossa parceria com o governo federal. Ele fortalece a defesa frente a três emergências fitossanitárias prioritárias, garantindo que o produtor mantenha sua capacidade de produção, geração de renda e manutenção de empregos&#8221;, destacou Macedo.</p></blockquote>
<p>Segundo o Mapa, o repasse de R$ 2,2 milhões será alocado como orçamento de custeio e investimento.</p>
<p>De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Carlos Goulart, o montante permitirá à Adepará modernizar sua estrutura, adquirir veículos e instrumentos de fiscalização, além de arcar com as despesas operacionais das ações de campo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os avanços na liderança global do Brasil em diversas cadeias produtivas são resultado do trabalho técnico realizado nos estados. Este convênio amplia a capacidade de resposta da defesa agropecuária paraense&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<h3>As ameaças no radar</h3>
<p>O combate às pragas é vital para a economia paraense. Segundo Lucionila Pimentel, diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, as cadeias produtivas que estão sob maior proteção movimentam cerca de R$ 10 bilhões anuais e ocupam 600 mil hectares no Estado.</p>
<p>Atualmente, o foco da fiscalização está concentrado em três frentes:</p>
<ul>
<li><strong>Vassoura-de-bruxa da mandioca</strong>: Com ocorrência restrita ao Parque do Tumucumaque (AP). Não há registros no Pará, mas o monitoramento é intensivo para evitar a entrada da praga.</li>
<li><strong>Mosca-da-carambola:</strong> Monitoramento contínuo com armadilhas e barreiras volantes na divisa com o Amapá para proteger os polos de fruticultura.</li>
<li><strong>Monilíase:</strong> Ações preventivas para evitar que a doença, que ataca o cacaueiro e o cupuaçuzeiro, comprometa o Pará, maior produtor nacional de amêndoas de cacau.</li>
</ul>
<p>Para executar o plano, a Adepará conta com uma capilaridade robusta: são 20 regionais, 178 escritórios locais de sanidade agropecuária e 14 postos de fiscalização distribuídos por todo o território paraense.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ataque a praga do cacau precisa de recursos, campanha e esforço integrado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 17:11:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[monilíase]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/monoliase-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma praga devastadora, conhecida como monilíase, representa um risco imenso para a produção de cacau.Hoje restrita no Brasil a algumas áreas não comerciais e urbanas no Acre e Amazonas, é preciso pensar formas de prevenção da doença e a construção de barreiras sanitárias no País, já que a disseminação do fungo Moniliophthora pode significar o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/monoliase-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma praga devastadora, conhecida como monilíase, representa um risco imenso para a produção de cacau.Hoje restrita no Brasil a algumas áreas não comerciais e urbanas no Acre e Amazonas, é preciso pensar formas de prevenção da doença e a construção de barreiras sanitárias no País, já que a disseminação do fungo Moniliophthora pode significar o fim da cacauicultura brasileira.</p>
<p>O assunto foi debatido em audiência pública da Comissão de Agricultura (CRA) na quarta-feira, 11. Entre outras reivindicações, os prsentes pediram um esforço integrado na supressão da praga, agilidade no uso de recursos públicos e campanhas educativas para dificultar a circulação de cacau contaminado.</p>
<p>A monilíase, já presente em outros países da América do Sul, foi detectada no Brasil pela primeira vez em julho de 2021, no Acre. Passados quase quatro anos, a praga permanece relativamente contida, mas a preocupação é crescente, principalmente impedir sua chegada no Pará, <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/para-se-consolida-como-referencia-na-producao-de-cacau-cultivado-em-agrofloresta/" target="_blank" rel="noopener">maior produtor de cacau do País.</a></p>
<p>A natureza destrutiva do fungo pode levar a perdas de 70% a 100% da produção, impactando diretamente a renda de milhares de famílias que dependem do cacau.</p>
<blockquote><p>&#8220;É uma doença devastadora e, se chegar aos principais estados produtores, é o fim da cacauicultura brasileira&#8221;, alerta a vice-presidente da Associação Nacional dos Produtores de Cacau (ANPC), Eunice Gutzeit.</p></blockquote>
<p>Ela, que classifica a monilíase como “ameaça real e crescente”, afirmou que, apesar dos esforços da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) para o controle da praga,  ainda há muito a fazer.</p>
<blockquote><p>&#8220;Teremos em breve o Festival do Chocolate em Altamira [PA], e não temos nenhum protocolo fitossanitário. Pessoas vindas  do Acre ou do Amazonas podem chegar, eventualmente, trazendo frutos. Realmente, o risco é enorme&#8221;, disse</p></blockquote>
<h3>Redução do desmatamento</h3>
<p>Paulo Lima, gerente do Programa Amazônia da Fundação Solidaridad — organização civil de apoio a produtores, com atuação em 52 países — associou a preservação da produção de cacau com a redução do desmatamento.</p>
<blockquote><p>&#8220;Há uma carência muito grande de informação e capacitação dessas famílias em relação à convivência com o fungo, a manejos mínimos fitossanitários, para garantir uma produtividade satisfatória comercialmente caso a monília entre no estado do Pará.</p></blockquote>
<p>A coordenadora-geral de pesquisa e inovação da Ceplac, Karina Peres Gramacho, explicou a forma de disseminação do Moniliophthora roreri, alertando que nenhuma região cacaueira está livre do risco. Ela mostrou os resultados de parcerias da Ceplac com pesquisadores internacionais no enfrentamento da praga, mas alertou para a importância da extensão rural e da conscientização maciça dos produtores.</p>
<blockquote><p>&#8220;A monilíase só será controlada se várias medidas de controle forem empregadas: controle químico, controle biológico, controle cultural. É um sistema complexo&#8221;, disse Karina</p></blockquote>
<p><em>Com informações da Agência Senado</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival Chocolat Amazônia deve gerar R$ 10 milhões em negócios e fortalecer a cacauicultura no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 16:12:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Chocolat Amazônia 2024]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
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		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/cacau-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Belém se prepara para receber, de 26 a 29 de setembro, o Festival Internacional do Chocolate e do Cacau &#8211; Chocolat Amazônia e Flor Pará 2024. Considerado o maior do segmento na América Latina, o evento é coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) que fez o lançamento oficial [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/cacau-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Belém se prepara para receber, de 26 a 29 de setembro, o Festival Internacional do Chocolate e do Cacau &#8211; Chocolat Amazônia e Flor Pará 2024. Considerado o maior do segmento na América Latina, o evento é coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) que fez o lançamento oficial do festival em uma cerimônia para convidados e imprensa nesta terça-feira, 17.</p>
<p>De acordo com a organização, o Chocolat Amazônia 2024 deve superar a edição anterior em diversos aspectos. São esperados R$ 10 milhões em negócios fechados dentro da feira, 120 mil visitantes, mais de 350 capacitações com certificações e cerca de 800 participantes, entre instituições parceiras, produtores de flores, produtores de amêndoas de cacau, empresários do ramo de chocolate das diferentes regiões do estado, entre outros.</p>
<p>Na avaliação do titular da Sedap, Giovanni Queiroz, os números dão a dimensão da importância da cacauicultura para o estado e como esse setor tem um potencial ainda maior a ser explorado, gerando benefícios socioeconômicos e ambientais para a região. Em 2023, o <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/para-lidera-producao-de-cacau-com-mais-de-150-mil-toneladas-colhidas-em-2023/">Pará produziu 149.396 toneladas de cacau</a>, segundo a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), ocupando o topo do ranking nacional.</p>
<blockquote><p>“O cacau é uma commodity nobre que, além do prazer degustativo, traz substâncias que são essenciais para a vida humana. Por isso ganha o mundo cada vez mais e, com isso, o nosso produtor começa a ser melhor remunerado. Por outro lado, nós estamos restaurando áreas antropizadas. Não derrubamos mata para plantar, ao contrário, nós colocamos mata onde não tem, com produção de cacau”, destaca o secretário.</p></blockquote>
<figure id="attachment_30697" aria-describedby="caption-attachment-30697" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-30697 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/giovanni-queiroz-agencia-para.jpg" alt="" width="400" height="267" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/giovanni-queiroz-agencia-para.jpg 400w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/giovanni-queiroz-agencia-para-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/giovanni-queiroz-agencia-para-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-30697" class="wp-caption-text">Giovanni Queiroz, da Sedap, ressaltou que os plantios de cacau são aliados da restauração florestal. Foto: Agência Pará</figcaption></figure>
<h3>Programação</h3>
<p>A programação do Chocolat Amazônia será composta por atividades para os diversos públicos envolvidos na cadeia produtiva e o consumidor final.</p>
<p>Alguns destaques são o Chocoday, em que serão discutidas as tendências de produção e mercado do chocolate; o painel acadêmico, com mostra de pesquisas científicas, inovação e tecnologia aplicadas à realidade da cacauicultura paraense e o fórum técnico, um espaço para divulgação de conhecimento e boas práticas para a cultura do cacau. Neste ano, o foco dos debates será na <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/cultivos-agroflorestais-de-cacau-ajudam-para-a-se-manter-livre-da-moniliase/">prevenção da monilíase</a>.</p>
<blockquote><p>“Nós vamos realizar uma palestra sobre as ações da Adepará (Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará) em relação ao combate e controle da monilíase. O Pará é o maior produtor de cacau nacional, com mais de 30 mil produtores envolvidos nessa cadeia e ainda sem registros dessa praga. Estamos direcionando ações para a prevenção, com visitas aos produtores rurais, educação sanitária, vigilância epidemiológica e fiscalização do trânsito interestadual de amêndoas”, adiantou o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo.</p></blockquote>
<h3>Concurso</h3>
<p>Além disso, o evento vai promover o 4º concurso de chocolates de origem, o 1º concurso de melhor amêndoa de cacau e rodadas de negócios que facilitam a conexão dos agricultores com empresários e segmentos da indústria do chocolate e derivados, oferecendo uma vitrine para a valorização de produtos com identidade amazônica.</p>
<blockquote><p>“A gente tem a nossa plantação no Moju, às margens do Rio Ubá, onde não usamos nenhum tipo de defensivo agrícola, ou seja, não agride a natureza, e é totalmente agroflorestal, então é um cacau que vai ter uma qualidade maior porque a biodiversidade vai ajudar o nosso fruto a ter maior qualidade e também vai ajudar a sustentar a floresta amazônica”, comenta Samuel Cruz, diretor da Da Cruz Chocolates, que vai participar do evento pela quinta vez.</p></blockquote>
<p>O Chocolat Amazônia e Flor Pará 2024 será realizado de 26 a 29 de setembro em Belém, no Hangar Centro de Convenções. O público poderá visitar a exposição e participar das atividades mediante a doação de 1kg de alimento não perecível.</p>
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		<title>Agricultura prorroga emergência fitossanitária para monilíase do cacaueiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 17:28:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
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		<category><![CDATA[emergência fitossanitária]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/cacau-moniliase-Mateus-Costa-Ascom-Sedap-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério da Agricultura prorrogou até agosto de 2025 a emergência fitossanitária para a doença monilíase do cacaueiro. O alerta máximo vale para os Estado do Acre, Amazonas, Rondônia e Pará. A medida consta em portaria publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira, 26, e entra em vigor em 5 de agosto. Segundo a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/cacau-moniliase-Mateus-Costa-Ascom-Sedap-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério da Agricultura prorrogou até agosto de 2025 a emergência fitossanitária para a doença monilíase do cacaueiro. O alerta máximo vale para os Estado do Acre, Amazonas, Rondônia e Pará. A medida consta em portaria publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira, 26, e entra em vigor em 5 de agosto.</p>
<p>Segundo a portaria, a emergência fitossanitária deve-se ao &#8220;risco iminente da introdução da praga quarentenária Moniliophthora roreri nestes Estados. O status de alerta para a doença que afeta a cacauicultura tinha vigência prevista até 4 de agosto deste ano. Anteriormente, o Pará não estava incluído na condição de emergência para a doença.</p>
<p>A prorrogação da emergência fitossanitária pelo ministério ocorre após a confirmação de um novo foco de monilíase do cacaueiro Urucurituba, no Amazonas, detectado em 2 de julho. A monilíase é uma doença que afeta plantas do gênero Theobroma, como o cacau (Theobroma cacao L.) e o cupuaçu (Theobroma grandiflorum), causando perdas na produção e uma elevação nos custos devido à necessidade de medidas adicionais de manejo e aplicação de fungicidas para o controle da praga.</p>
<p>O primeiro foco da praga no Brasil foi identificado em julho de 2021 em área residencial urbana no município de Cruzeiro do Sul, interior do Acre. Em novembro de 2022, o segundo foco foi detectado no município de Tabatinga, no estado do Amazonas, dessa vez em comunidades rurais ribeirinhas. Conforme o Ministério da Agricultura, na América do Sul, a praga já se encontra presente no Equador, Colômbia, Venezuela, Bolívia e Peru.</p>
<p><em>Fonte: Estadão Conteúdo</em></p>
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		<title>Programa de prevenção à monilíase do cacau será apresentado em festival</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/para-vai-apresentar-investimentos-para-reforcar-prevencao-a-moniliase-do-cacau/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 13:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/cacau-moniliase-Mateus-Costa-Ascom-Sedap-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A monilíase é atualmente uma das principais ameaças à produção de cacau no Brasil, desde que casos da doença foram detectados no Acre e no Amazonas. O Pará segue livre da praga devido às medidas preventivas adotadas desde o surgimento das primeiras notícias sobre a infecção e, agora, deve fortalecer a estratégia com novos investimentos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/cacau-moniliase-Mateus-Costa-Ascom-Sedap-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A monilíase é atualmente uma das principais ameaças à produção de cacau no Brasil, desde que casos da doença foram detectados no Acre e no Amazonas. O <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/cultivos-agroflorestais-de-cacau-ajudam-para-a-se-manter-livre-da-moniliase/">Pará segue livre da praga devido às medidas preventivas</a> adotadas desde o surgimento das primeiras notícias sobre a infecção e, agora, deve fortalecer a estratégia com novos investimentos do Fundo de Apoio à Cacauicultura do Estado do Pará (Funcacau).</p>
<p>A monilíase é uma doença grave que contamina frutos do cacaueiro e do cupuaçuzeiro em qualquer fase de desenvolvimento. O sintoma mais evidente é a presença de uma espécie de pó branco na parte superior das frutas e que pode facilmente disseminado pelo vento, trazendo risco de perdas para a produção.</p>
<p>De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), já foram investidos mais de R$ 2,5 milhões em ações como a melhoria da qualidade das amêndoas; o envio de técnicos da Sedap, da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) e da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) para treinamento prática em identificação e controle da doença e medidas de fiscalização para evitar a entrada da doença no estado.</p>
<blockquote><p>“No último final de semana, por exemplo, a Adepará apreendeu 126 sacas de cacau vindas do Amazonas transportadas sem as devidas condições exigidas pela legislação; esse trabalho minucioso é importante para evitarmos a chegada da monilíase”,  explicou Dulcimar Melo, engenheira agrônoma da Sedap, à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/56487/sedap-vai-apresentar-investimentos-do-funcacau-para-prevencao-da-moniliase" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<p>Além disso, o estado aprovou a criação Projeto de Fomento e Capacitação para a Melhoria da Qualidade das Amêndoas de Cacau no Estado do Pará, também voltado à prevenção da monilíase. O objetivo é capacitar cerca de mil produtores em práticas de fermentação e secagem de amêndoas que sejam mais sustentáveis e produtivas.</p>
<p>O programa que será lançado durante o Festival Internacional do Chocolate e do Cacau – Chocolat Xingu, que ocorre de 13 a 16 de junho, em Altamira.</p>
<blockquote><p>“Por meio de recursos do Funcacau repassaremos cochos e estufas aos produtores, além dos treinamentos; o projeto também atenderá os técnicos que acompanharão os produtores, eles serão capacitados”, adiantou Dulcimar Melo.</p></blockquote>
<p>Na programação do Chocolat Xingu será realizado Fórum da Cacauicultura da Transamazônica e Xingu para tratar dos desafios econômicos, sociais e ambientais da produção, debatendo pontos como os sistemas agroflorestais, o uso sustentável e conservação de recursos naturais, a organização social e a promoção da cidadania e inclusão social nas lavouras.</p>
<blockquote><p>“Os temas serão debatidos por pesquisadores, professores e agricultores familiares. Será um dia de palestras integrando atores de toda a cadeia produtiva”, destaca a engenheira agrônoma.</p></blockquote>
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		<title>Cultivos agroflorestais de cacau ajudam Pará a se manter livre da monilíase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2024 13:56:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[monilíase]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[SAFs]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/cacau5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Matéria-prima para a produção do chocolate, o cacau é um fruto típico da região amazônica que conquistou o mundo. Mas essa produção tem sido rondada pela ameaça da monilíase, que foi detectada em localidades dos estados do Acre e do Amazonas, o que aumentou o sinal alerta no estado do Pará, que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/cacau5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Matéria-prima para a produção do chocolate, o cacau é um fruto típico da região amazônica que conquistou o mundo. Mas essa produção tem sido rondada pela ameaça da monilíase, que foi detectada em localidades dos estados do Acre e do Amazonas, o que aumentou o sinal alerta no estado do Pará, que <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/para-lidera-producao-de-cacau-com-mais-de-150-mil-toneladas-colhidas-em-2023/">lidera a produção nacional de cacau com mais de 150 mil toneladas</a>.</p>
<p>A monilíase é uma doença causada por um fungo que ataca os frutos de plantas do gênero Theobroma, incluindo o cacaueiro e o cupuaçuzeiro. Em sua fase infectante, a praga é caracterizada pela presença de uma espécie de pó branco na parte superior dos frutos. Esse sintoma faz com que eles se soltem mais facilmente das árvores e contribui para a disseminação do fungo causador pelo vento ou por materiais como roupas, sementes e embalagens.</p>
<p>Para evitar que a infestação atinja as lavouras paraenses, uma série de ações vem sendo reforçadas desde o registro dos primeiros casos nos anos de 2021 e 2022. Aliado a isso, o fato de que os cacauicultores paraenses mantém cultivos baseados em sistemas agroflorestais (SAFs) ou agroflorestas, como ocorre em Tomé-Açu e na região da Transamazônica, é um diferencial que também ajuda a manter a sanidade da lavoura.</p>
<blockquote><p>“O cultivo em SAFs são referências porque nesse modelo de sistema de cultivo se promove um equilíbrio do meio ambiente, com diminuição da ocorrência de pragas e doenças dentro do plantio. É um modelo que diminui a incidência de pragas e contribui com o clima”, explica a engenheira agrônoma e diretora de defesa e inspeção vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), Lucionila Pimentel.</p></blockquote>
<p>Um dos aspectos positivos dos sistemas agroflorestais é associação de culturas agrícolas variadas com a vegetação nativa, o que ajuda a fornecer sombra e a reter água e nutrientes no solo, por exemplo. Já as práticas agroecológicas podem gerar outros benefícios, como a eliminação do uso de agrotóxicos e outros agentes químicos bastante utilizados em propriedades onde predomina a monocultura.</p>
<blockquote><p>“Em sistemas de cultivo a pleno sol, há uma rotina de aplicação de produtos agrotóxicos, então a utilização desses produtos é muito maior, o que vai na contramão da sustentabilidade”, diz a engenheira agrônoma ressaltando que o Pará não tem nenhum registro de monilíase.</p></blockquote>
<p><strong>Combate à monilíase no Pará</strong></p>
<p>O êxito do estado na contenção da praga também está associado às diversas ações de caráter preventivo desenvolvidas nas áreas de fiscalização, biossegurança e educação fitossanitária. Somente em 2023 foram mais mil propriedades vistoriadas em todo o estado, bem como inspeções portos e rodovias, principalmente nas áreas de fronteira. Além disso, palestras, rodadas de conversa e capacitações são realizadas junto a agricultores e cooperativas de todas as regiões produtoras de cacau.</p>
<p>Uma das medidas divulgadas nesses encontros é relacionada à importância da poda adequada para que as árvores fiquem com altura entre 2,20 e 2,50m. De acordo com Lucionila Pimentel, o rebaixamento contribui para o arejamento dos vegetais e permite que os produtores possam detectar com mais rapidez os sinais de surgimento de esporos e outros sintomas da praga.</p>
<blockquote><p>“Somos o maior produtor de cacau do Brasil. Temos uma cadeia produtiva que envolve cerca de 32 mil agricultores, em sua maioria familiares e que trabalham buscando um equilíbrio ambiental. A entrada de uma praga quarentenária causaria impacto econômicos, sociais e ambientais muito grande, por isso, estamos realizando essas ações continuadamente”, frisa a diretora da Adepará.</p></blockquote>
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		<title>Agricultores entregarão ao Mapa documento com medidas protetivas contra praga do cacau e cupuaçu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 12:58:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[cupuauçu]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[monilíase]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Moniliase-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Representantes do Pará apresentarão ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), na quinta-feira, 13, um documento contendo medidas protetivas para contenção e prevenção da monilíase nas plantações  de cacau e de cupuaçu nos estados da região Norte. A doença é causada pelo fungo Moniliaphthoraroreri, que acarreta lesões no interior do fruto e progride para a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Moniliase-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Representantes do Pará apresentarão ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), na quinta-feira, 13, um documento contendo medidas protetivas para contenção e prevenção da monilíase nas plantações  de cacau e de cupuaçu nos estados da região Norte.</p>
<p><b></b>A doença é causada pelo fungo Moniliaphthoraroreri, que acarreta lesões no interior do fruto e progride para a parte externa, o que ocasiona manchas, necrose e a formação de um pó branco.</p>
<p>No documento, que será entregue ao ministro da agricultura pelo titular da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Giovanni Queiroz, constará o encaminhamento das preocupações e reivindicações com relação às medidas protetivas.</p>
<p>A carta, que será finalizada nesta quarta-feira (12), terá a contribuição de representantes dos estados do Pará, Amazonas, do Acre e de Rondônia, que estiveram reunidos na terça-feira, 11, na sede da Sedap, para apresentar um panorama das ações que estão sendo realizadas para combater a monilíase.</p>
<p>O Pará e Rondônia não apresentam nenhum foco registrado, diferente do que ocorre no Acre que registrou o primeiro foco em 2021 e no Amazonas, que manifestou o início da doença no final do ano passado.</p>
<p>Como advertiu Queiroz, há, portanto, a necessidade da intensificação das ações preventivas e de combate aos focos com a máxima urgência para evitar que chegue ao Pará,  em especial, onde mais de 30 mil produtores sobrevivem da cultura cacaueira.</p>
<blockquote><p>“A chegada da monilíase acarretaria num imenso prejuízo à cultura cacaueira. Nós temos a necessidade de um aporte maior de ações que o Ministério da Agricultura e Pecuária(Mapa)pode nos dar”, avaliou o secretário.</p></blockquote>
<p>Ele frisou que o Mapa já tem posições com relação à monilíase, que é uma  preocupação de  alguns  anos.</p>
<blockquote><p>“Vamos  buscar junto ao Governo Federal uma sensibilização ainda maior para que ele nos socorra com ferramentas que nos permita melhor combater esta praga que, sem dúvida nenhuma, seria desastrosa particularmente para nós do Pará. Nós produzimos mais de 90% do cacau da Amazônia, somos exportadores, temos  a melhor amêndoa do mundo e seríamos penalizados fortemente com a entrada da monilíase”, destacou chefe da Sedap.</p></blockquote>
<p>De acordo com Queiroz, com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Cacauicultura do Pará (Funcacau), já foram investidos cerca de R$ 2,5 milhões em ações preventivas contra a monilíase.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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		<title>Alerta: Acre, Amazonas e Rondônia em estado de emergência por praga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 20:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[monilíase]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
		<category><![CDATA[quarentena]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/08/moliniase-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério da Agricultura (Mapa) publicou na sexta-feira (6/8) a Portaria nº 249 declarando estado de emergência fitossanitária para a praga Moniliophthora roreri (monilíase do cacaueiro) nos estados do Acre, Amazonas e Rondônia. A declaração visa reforçar as medidas de prevenção e evitar a dispersão da praga para as áreas de cultivo de cacau e cupuaçu. O estado de emergência [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/08/moliniase-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p class=" ">O Ministério da Agricultura (Mapa) publicou na sexta-feira (6/8) a <a class="external-link" title="" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mapa-n-249-de-4-de-agosto-de-2021-336635127" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview->Portaria nº 249 </a>declarando estado de emergência fitossanitária para a praga <i>Moniliophthora roreri</i> (monilíase do cacaueiro) nos estados do Acre, Amazonas e Rondônia. A declaração visa reforçar as medidas de prevenção e evitar a dispersão da praga para as áreas de cultivo de cacau e cupuaçu. O estado de emergência será de um ano.</p>
<p class=" ">No mês passado, <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/foco-de-praga-que-atinge-cultivo-de-cacau-e-cupuacu-e-detectado-no-acre" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview->um foco da praga foi detectado</a> em área residencial urbana no município de Cruzeiro do Sul, interior do Acre. O estado de emergência fitossanitária para a monilíase do cacaueiro incluiu o Amazonas e Rondônia por serem as unidades da federação que fazem fronteira com o Acre.</p>
<p class=" ">Durante a vigência do estado de emergência, todas as ações necessárias à erradicação da praga e que evitem sua disseminação para as áreas produtivas poderão ser adotadas com maior agilidade tanto no nível federal, quanto estaduais. “O objetivo do Mapa é o de conseguir erradicá-la na maior brevidade possível, enquanto ainda se encontra em uma área restrita do país”, disse Graciane de Castro, coordenadora-geral de Proteção de Plantas.</p>
<p class=" ">Como uma medida cautelar, o Mapa <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/mapa-declara-quarentena-ao-estado-do-acre-para-conter-a-moniliase-do-cacaueiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview->declarou o estado do Acre como “área sob quarentena”</a> para prover um maior suporte para as ações de fiscalização do trânsito de vegetais, executadas pelas Agências Estaduais de Defesa Agropecuária.</p>
<p class=" ">Desde a confirmação da ocorrência da praga, equipes compostas por profissionais do Mapa, do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (IDAF/AC), da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (IDARON/RO), da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (ADAF/AM), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Universidade de Brasília (UnB) estão no município executando uma varredura completa na área considerada como de maior risco de detecção de possíveis novos focos da praga.</p>
<p class=" ">Conforme previsto na portaria, nos próximos dias será publicado um ato complementar com o detalhamento das medidas a serem adotadas por cada Estado, conforme o nível de risco e particularidades de cada, podendo englobar ações específicas relacionadas à fiscalização do trânsito de plantas hospedeiras, ao manejo preventivo da praga em áreas produtivas, campanhas de educação fitossanitária, mapeamento e eliminação de plantas, entre outras.</p>
<p class=" ">O status de &#8220;área sob quarentena&#8221; para todo o Acre permanecerá vigente até que sejam concluídos os trabalhos de delimitação da área exata da ocorrência da praga e estruturadas as medidas previstas de prevenção e erradicação da praga previstas no Plano Nacional de Prevenção e Vigilância de <i>Moniliophthora roreri</i>.</p>
<h3>Entenda a monilíase</h3>
<p>A monilíase, causada pelo fungo <i>Moniliophthora roreri</i>, é uma das mais sérias doenças do cacaueiro, infectando os frutos em qualquer fase de desenvolvimento e, em condições favoráveis, pode causar perdas de até 100% da produção.</p>
<p>A partir do século passado na Colômbia, a sua dispersão vem ocorrendo com maior intensidade, passando ao Equador (1917), Venezuela (1941), Panamá (1949), Costa Rica (1978), Nicarágua (1980), Peru (1988), Honduras (1997), Guatemala (2002) e Belize (2004). Mais recentemente a doença atingiu o México (2005) e Bolívia (2012) e hoje se encontra em todos os países produtores de cacau da América Latina, exceto o Brasil. Com o aumento do trânsito de pessoas na fronteira amazônica, inclusive com a construção de rodovias ligando esta região aos países onde a doença ocorre a exemplo do Peru, o risco de introdução dessa enfermidade aumentou bastante, colocando o Brasil em alerta.</p>
<p>Nas regiões onde a monilíase se instalou, a sua ação tornou-se mais destrutiva do que a causada pela vassoura-de-bruxa <i>(Moniliophthora perniciosa), </i>doença que provocou uma catástrofe na Região Cacaueira do Sul da Bahia, eliminando mais de 250 mil empregos diretos e reduzindo a produção de cacau a 25%.</p>
<p>O potencial de inóculo por fruto é elevado. Um fruto doente pode produzir cerca de sete bilhões de esporos na superfície da lesão necrosada. A característica pulverulenta dos esporos do fungo, facilita a dispersão natural pelo vento, ou por meio de respingos de chuva das lesões esporulantes para outras plantas, podendo alcançar 1 km de distância.</p>
<p>A dispersão a grandes distâncias entre regiões e/ou países ocorre por intervenção humana principalmente pelo transporte de frutos infectados. Os esporos podem sobreviver até 9 meses em qualquer material: ferramentas, sapatos, roupas, equipamentos, veículos e contêineres, artigos regulamentados, como sacarias e embalagens de acondicionamento de produtos vegetais que porventura foram infestados com esporos provenientes de países onde a doença ocorre.</p>
<p>A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC/SDI/MAPA) e a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (EBDA) elaboraram uma <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/ceplac/publicacoes/moniliase/moniliase-do-cacaueiro-portugues" target="_self" rel="noopener" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-><b>Cartilha</b> </a>sobre a Monilíase do Cacaueiro e, pela primeira vez, um <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/ceplac/publicacoes/moniliase/biosseguranca-domestica-a-moniliase-do-cacaueiro-portugues" target="_self" rel="noopener" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-><b>Protocolo de Biossegurança</b></a> para esta praga quarentenária ausente que ameaça a cacauicultura brasileira. Esse já é um desdobramento do trabalho de priorização da CEPLAC e ADAB no sentido de enfatizar as medidas necessárias à prevenção da moniliase. A definição dos critérios para estabelecimento do Protocolo de Biossegurança e da Cartilha é fruto de várias reuniões técnicas ocorridas nos últimos anos.</p>
<p>A <b><a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/ceplac/publicacoes/moniliase/moniliase-do-cacaueiro-portugues" target="_self" rel="noopener" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview->Cartilha</a></b> traz ilustrações que esclarece sobre a doença e as diversas ações para sua prevenção; um livro didático dedicado principalmente ao agricultor. O <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/ceplac/publicacoes/moniliase/biosseguranca-domestica-a-moniliase-do-cacaueiro-portugues" target="_self" rel="noopener" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-><b>Protocolo de B</b><b>iossegurança</b></a> é um conjunto de procedimentos, ações, capazes de eliminar ou minimizar riscos de entrada da praga. Recomendamos que este seja utilizado principalmente pelo viajante, ao turismo rural, e outros setores da cadeia produtiva do cacau.</p>
<p>É imprescindível a todos, o conhecimento e a compreensão do perigo que esta praga representa, e as ações para sua prevenção contribuindo para as boas práticas de biossegurança</p>
<p><em>Fonte: Mapa e Manfred Willy Müller &#8211; Coordenador-Geral de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da CEPLAC</em></p>
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