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	<title>Medicilândia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Medicilândia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Medicilândia pode ganhar o título de Capital Nacional do Cacau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilania3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No coração da Transamazônica, o município de Medicilândia, no sudoeste do Pará, consolidou-se como o maior produtor de cacau do Brasil. Responsável por uma fatia expressiva da safra paraense — estado que lidera a produção nacional do fruto —, a cidade transformou a cultura cacaueira não apenas em sua principal força econômica, mas em um [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilania3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No coração da Transamazônica, o município de Medicilândia, no sudoeste do Pará, consolidou-se como o maior produtor de cacau do Brasil. Responsável por uma fatia expressiva da safra paraense — estado que lidera a produção nacional do fruto —, a cidade transformou a cultura cacaueira não apenas em sua principal força econômica, mas em um exemplo de bioeconomia sustentável na Amazônia.</p>
<p>Tudo isso pode tornar a cidade Capital Nacional do Cacau, com o PL 77/2020, que está sendo discutido no Senado.</p>
<p>A importância de Medicilândia é quantificada por estatísticas robustas. Segundo os dados mais recentes do IBGE, o município produz anualmente cerca de 50 mil toneladas de amêndoas, superando regiões históricas de cultivo.</p>
<p>De acordo com a Faepa, o Pará possui mais de 169 mil hectares em produção, gerando uma arrecadação de R$ 358 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), evidenciando a força econômica da cadeia cacaueira no estado.</p>
<p>Essa liderança é sustentada por condições excepcionais: o solo de Terra Roxa da região (formado por decomposição de rocha basáltica) é extremamente fértil, e o clima equatorial, com chuvas bem distribuídas, oferece o ambiente ideal para o desenvolvimento do cacaueiro.</p>
<h3>Cabruca e a sustentabilidade</h3>
<p>Diferente de outras monoculturas, o cacau em Medicilândia é um aliado da preservação ambiental. Grande parte da produção ocorre no sistema de Cabruca ou em Sistemas Agroflorestais (SAFs), onde o cacaueiro é plantado à sombra de árvores nativas da floresta amazônica.</p>
<ul>
<li><strong>Recuperação de áreas</strong>: o cultivo tem servido para reflorestar áreas anteriormente degradadas por pastagens, transformando-as novamente em florestas produtivas.</li>
<li><strong>Agricultura Familiar</strong>: cerca de 80% da produção do município provém de pequenas propriedades e da agricultura familiar, o que gera uma distribuição de renda capilarizada por toda a região.</li>
</ul>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-40472 aligncenter" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-300x200.jpg" alt="" width="722" height="481" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 722px) 100vw, 722px" /></p>
<h3>Da amêndoa ao chocolate de origem</h3>
<p>Medicilândia deixou de ser apenas uma exportadora de matéria-prima. Nos últimos anos, o município iniciou um processo de verticalização da produção. Hoje, o cacau local é reconhecido internacionalmente pela sua qualidade superior, com notas sensoriais amadeiradas e frutais.</p>
<p>A cidade já conta com fábricas de chocolate de origem, onde a amêndoa é processada e transformada em barras de alto valor agregado. O reconhecimento da Indicação Geográfica (IG) para o cacau de Tomé-Açu e regiões vizinhas impulsionou Medicilândia a também buscar selos de qualidade que garantem a procedência e o manejo sustentável do seu fruto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Produtores paraenses são destaque no 7º Concurso Nacional de Cacau Especial do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 16:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[#agrofloresta]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/na-categoria-mistura-o-primeiro-lugar-ficou-com-o-produtor-paraense-robson-brogni-de-medicilandia-foto-viralize-comunicacao-copy-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará e a região amazônica confirmaram seu protagonismo na cadeia do cacau de alto valor agregado. Na sétima edição do Concurso Nacional de Cacau Especial do Brasil, realizada no sábado, 6, em Cacoal (RO), o destaque foi para os produtores paraenses, que conquistaram os três primeiros lugares na categoria mais disputada, a Mistura (blends [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/na-categoria-mistura-o-primeiro-lugar-ficou-com-o-produtor-paraense-robson-brogni-de-medicilandia-foto-viralize-comunicacao-copy-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará e a região amazônica confirmaram seu protagonismo na cadeia do cacau de alto valor agregado. Na sétima edição do Concurso Nacional de Cacau Especial do Brasil, realizada no sábado, 6, em Cacoal (RO), o destaque foi para os produtores paraenses, que conquistaram os três primeiros lugares na categoria mais disputada, a Mistura (blends de variedades).</p>
<p>A competição visa posicionar o País no mercado de cacau premium, avaliando atributos físico-químicos, sensoriais e de sustentabilidade.</p>
<p>O produtor paraense Robson Brogni, de Medicilândia, levou o primeiro lugar na categoria Mistura, seguido de Gilmar Batista de Souza (Uruará) e Miriam Aparecida Federicci Vieira (Medicilândia). Brogni, que já é veterano no pódio do concurso, tem reconhecimento global: ele alcançou o segundo lugar no Cacao of Excellence Award em 2024, a principal competição mundial do segmento.</p>
<p>Já na categoria Varietal, que teve o tricampeonato de Mauro Celso Tauffer, agricultor familiar de Buritis (RO), o paraense José Batista de Souza, de Uruará, ficou em segundo lugar.</p>
<p><span style="font-size: 14px;">O sucesso do cacau amazônico não é à toa. A produção amazônica vem se consolidando a partir de modelos agrícolas mais integrados ao ecossistema, com especial atenção aos SAFS (Sistemas Agroflorestais). Essa lógica combina o cacau com espécies nativas, aproveitando a condição de planta de sub-bosque do cacaueiro, que se desenvolve bem à sombra, o que ajuda a recompor a paisagem degradada e a reduzir os danos ambientais.</span></p>
<p>Para Adriana Reis, especialista em análise sensorial de cacau e chocolate e gerente de qualidade do CIC, o concurso cumpre a missão de encontrar &#8216;as joias de cacau espalhadas pelo Brasil&#8217;. Na edição de 2025, os resultados mostram o destaque da Amazônia no cenário cacaueiro nacional.</p>
<blockquote><p>“O cacau amazônico é complexo, com notas suaves e frutadas, baixo amargor e nuances florais e de especiarias”, comenta.</p></blockquote>
<h3 data-path-to-node="13">Avaliação</h3>
<p data-path-to-node="13">O concurso, organizado pelo CIC (Centro de Inovação do Cacau) em parceria com a AIPC e a Abicab, recebeu 108 amostras, das quais 20 avançaram para a final. Na etapa decisiva, o líquor (massa de cacau sem açúcar) e chocolates 70% produzidos pelo CIC foram submetidos à degustação às cegas, em um processo padronizado para reduzir interferências.</p>
<p data-path-to-node="14">O júri externo, composto por nomes como a jornalista e cacauicultora Ticiana Villas Boas e a crítica gastronômica da <i>Folha de S.Paulo</i>, Priscila Pastre, contribuiu para a definição dos vencedores, a partir das notas consolidadas de todas as etapas.</p>
<p>O resultado da premiação valoriza a missão de produtores paraenses e da Amazônia em produzir cacau de alta qualidade, cuja produção é essencialmente feita em parceria com famílias ribeirinhas, comunidades indígenas e quilombolas, adotando técnicas de plantio sustentável.</p>
<p>Além do reconhecimento, os primeiros colocados levaram R$ 25 mil como premiação, enquanto os segundos ganharam R$ 15 mil e os terceiros, R$ 10 mil.</p>
<p><strong>Confira a lista completa de vencedores:</strong></p>
<p><strong>Categoria Mistura</strong><br />
1º – Robson Brogni (Medicilândia – PA)<br />
2º – Gilmar Batista de Souza (Uruará – PA)<br />
3º – Miriam Aparecida Federicci Vieira (Medicilândia – PA)</p>
<p><strong>Categoria Varietal</strong><br />
1º – Mauro Celso Tauffer (Buritis – RO) — Variedade BN34<br />
2º – José Batista de Souza (Uruará – PA) — Variedade Casca Fina<br />
3º – Luiz Anastácio da Silva (Cacoal – RO) — Variedade CEPEC 2022</p>
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		<title>Cacau transforma região do Xingu e pauta bioeconomia na COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 12:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Altamira]]></category>
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		<category><![CDATA[Xingu Paraense]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho O sabor e o aroma do cacau produzido na Transamazônica, região do Pará que abrange os municípios de Altamira, Medicilândia e outras 10 localidades, traz consigo a história de uma região que transformou dificuldades em décadas passadas em referência nacional de bioeconomia e sustentabilidade. Em um painel, realizado durante a COP30 sobre [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>O sabor e o aroma do cacau produzido na Transamazônica, região do Pará que abrange os municípios de Altamira, Medicilândia e outras 10 localidades, traz consigo a história de uma região que transformou dificuldades em décadas passadas em referência nacional de bioeconomia e sustentabilidade.</p>
<p>Em um painel, realizado durante a COP30 sobre economia da floresta, lideranças locais, produtores e gestores públicos apresentaram experiências que mostram como o cacau se tornou um vetor de desenvolvimento e conservação ambiental às margens do rio Xingu.</p>
<p>O secretário municipal de Meio Ambiente de Altamira, Rafael Silva, destacou a importância da verticalização da cadeia produtiva do cacau como instrumento de geração de emprego e renda aliado à recuperação ambiental.</p>
<blockquote><p>“A proposta é valorizar o produtor e fortalecer a agricultura familiar, evitando atravessadores (gerando mais renda às famílias) e garantindo certificação e rastreabilidade”, explicou.</p></blockquote>
<p>Segundo ele, o projeto ‘Refloresta Altamira’ nasceu na Secretaria Municipal de Meio Ambiente com foco em reflorestamento e recuperação de áreas degradadas. A meta é produzir e distribuir meio milhão de mudas por ano, entre 2024 e 2028, com apoio de sete viveiros municipais e um comitê intersetorial para monitoramento participativo.</p>
<blockquote><p>“Manter a floresta em pé por meio da inclusão social e da governança ambiental é o eixo central”, afirmou o secretário.</p></blockquote>
<p>A iniciativa inclui também a criação da ‘Choco Fábrica’, empreendimento municipal planejado de acordo com todas as normas da Anvisa e que pretende consolidar Altamira como um polo de chocolate de origem.</p>
<blockquote><p>“Trazer a Choco Fábrica é valorizar a cultura cacaueira e reconhecer o papel, principalmente, das mulheres, que lideram essa produção. O projeto gera justiça social e climática em prática”, disse Oliveira.</p></blockquote>
<h3>Serviços ambientais valorizam quem atua junto à floresta</h3>
<p>A economista Catarina Sanches, representante do projeto Floresta+ Amazônia, destacou a importância dos pagamentos por serviços ambientais (PSA) como ferramenta de valorização da conservação.</p>
<p>Executado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, em parceria com o PNUD e financiado pelo Fundo Verde para o Clima, o programa recompensa financeiramente agricultores familiares que mantêm suas áreas preservadas e regularizadas.</p>
<blockquote><p>“É justo que quem conserva a floresta receba por isso. Para quem cresceu ouvindo que deveria derrubar a floresta para lucrar, essa é a única forma de mudar a mentalidade, comprovando que a floresta de pé pode ser ainda mais lucrativa”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O Floresta+ é executado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Semas) e já beneficiou mais de 800 agricultores, com pagamentos que somam mais de R$ 9 milhões desde 2022. A iniciativa é baseada no avanço da regularização ambiental e do Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pelos municípios.</p>
<p>Catarina diz que o PSA atua como incentivo direto à regularização e à redução do desmatamento.</p>
<blockquote><p>“Muitos agricultores vão em busca do recurso financeiro, mas acabam descobrindo o valor da conservação. A floresta produtiva é também uma floresta rentável”, destacou.</p></blockquote>
<h3>Da rejeição ao reconhecimento mundial</h3>
<p>A história da Cooperativa Agroindustrial da Transamazônica (COOPATRANS), de Medicilândia, foi abordada como um caso de sucesso e contada por por seu presidente, Tarcízio Venturim, que resgatou o passado de dificuldades até o nascimento da primeira fábrica de chocolate da Amazônia, a Cacauway.</p>
<blockquote><p>“Durante muito tempo, o nosso cacau era vendido como refugo para a Bahia, considerado sem qualidade. Hoje, ele está entre os melhores do mundo”, contou.</p></blockquote>
<p>A cooperativa, formada em 2010 por 40 cooperados e 120 famílias, hoje cultiva mais de 600 hectares e produz 1,2 tonelada de chocolate por mês, abastecendo oito lojas no Pará e pontos de venda em outras capitais.</p>
<blockquote><p>“O cacau transformou a Transamazônica. Passamos de uma lavoura desacreditada para uma cadeia reconhecida internacionalmente”, disse Tarcízio.</p></blockquote>
<p>Entre os mais de 100 produtos da cooperativa, estão chocolates feitos em parceria com cinco comunidades indígenas, incluindo uma linha produzida com cacau oriundo de áreas de floresta sem desmatamento. Ele também enfatiza o uso de sistemas agroflorestais (SAFs) como estratégia, garantindo resistência climática e produtividade, com lavouras que chegam a render até 4 kg de cacau por planta.</p>
<blockquote><p>“A gente não vende só chocolate: vendemos história, floresta e sustentabilidade”, resume.</p></blockquote>
<p>Ele celebra também o legado que o estado, atualmente com cerca de 140 marcas de chocolate artesanal, está criando em torno do cacau, destacando os diversos prêmios nacionais e internacionais recebidos pelos chocolates paraenses.</p>
<h3>O que ainda é desafio?</h3>
<p>Para Tarcízio, um entrave importante é o acesso ao crédito. Ele pontua que parte dos bancos ainda temem financiar lavouras enxertadas, mas garante que segue enfrentando esses desafios, assim como outros dilemas históricos, como a distância dos grandes centros urbanos do Brasil.</p>
<p>Já o secretário Rafael Oliveira vê alternativas na forma da coletividade e alinhamento de propósitos.  “Precisamos de produtores, governos e empresas privadas falando a mesma língua, com responsabilidade e governança socioambiental”.</p>
<p>Catarina Sanches acredita que, além desses aspectos, um fator importante também atravessa o campo dos desafios: a resistência técnica. Para ela, o licenciamento ambiental precisa ser visto como um aliado, não vilão.</p>
<blockquote><p>“A regularização ambiental precisa ser vista como valor agregado ao produto, não como burocracia. O cacau amazônico já é sinônimo de floresta e precisa ser reconhecido como tal”, afirmou.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Produtores do Pará vencem concurso nacional de cacau e se classificam para competição mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 19:08:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[amêndoa]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Cocoa of Excellence]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso Nacional de Cacau Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Medicilândia]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/premio-Miriam-Federicci-Mateus-Costa-Ascom-Sedap-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A cacauicultora Miriam Federicci, do município de Medicilândia, na região da Transamazônica, conquistou o primeiro lugar na categoria “Varietal” do 6º Concurso Nacional de Cacau Especial realizado em Belém. O prêmio classifica a produtora ao Cocoa of Excellence Awards (Cacau de Excelência), concurso internacional que ela venceu no início deste ano. Miriam estará acompanhada de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/premio-Miriam-Federicci-Mateus-Costa-Ascom-Sedap-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A cacauicultora Miriam Federicci, do município de Medicilândia, na região da Transamazônica, conquistou o primeiro lugar na categoria “Varietal” do 6º Concurso Nacional de Cacau Especial realizado em Belém. O prêmio classifica a produtora ao<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cacau-do-para-leva-ouro-e-prata-na-premiacao-cocoa-of-excellence-awards-na-europa/"> Cocoa of Excellence Awards (Cacau de Excelência), </a>concurso internacional que ela venceu no início deste ano. Miriam estará acompanhada de outros quatro agricultores paraenses.</p>
<p>A amostra apresentada por Miriam é de uma amêndoa com fermentação de oito dias, quando o normal para a espécie é que o processo dure de cinco a sete dias. Otimista, a agricultora diz que acredita que o cacau cultivado na Transamazônica irá de novo para a etapa final do concurso, quando serão indicadas as 50 melhores amêndoas do mundo.</p>
<blockquote><p>“Somos pequenos produtores e ainda assim conseguimos colocar nossa produção no cenário global. É uma vitória da agricultura familiar”, disse a cacauicultora ao <a href="https://globorural.globo.com/agricultura/cacau/noticia/2024/12/produtores-do-para-e-da-bahia-vencem-concurso-nacional-de-cacau.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Globo Rural</a>.</p></blockquote>
<figure id="attachment_32253" aria-describedby="caption-attachment-32253" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-32253 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/robson-brogni-Mateus-Costa-Ascom-Sedap.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/robson-brogni-Mateus-Costa-Ascom-Sedap.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/robson-brogni-Mateus-Costa-Ascom-Sedap-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/robson-brogni-Mateus-Costa-Ascom-Sedap-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/robson-brogni-Mateus-Costa-Ascom-Sedap-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/robson-brogni-Mateus-Costa-Ascom-Sedap-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-32253" class="wp-caption-text">Robson Brogni tenta uma vaga na final do Cocoa of Excellence. Foto: Mateus Costa / Ascom Sedap</figcaption></figure>
<p>Os produtores Robson Brogni, também de Medicilândia; Gilmar Batista de Souza, de Uruará; José Renato Preuss, de Brasil Novo; e Odair José dos Santos, de Novo Repartimento, também estão na disputa, que conta ainda com cacauicultores de Rondônia, da Bahia e do Espírito Santo. Entre os aspectos analisados pelos especialistas estão as características sensoriais de cada amostra.</p>
<p>Um dos destaques é Robson Brogni, que ficou com o 3º lugar da categoria “Blend” no 6º Concurso Nacional de Cacau Especial deste ano e que ficou com a prata no Cocoa of Excellence. Veterano em concursos, o produtor diz que as premiações aumentaram a visibilidade de sua produção e estimulam a melhoria da qualidade do cacau do Pará.</p>
<blockquote><p>“Novamente participando desse prêmio mundial é um ponto muito positivo, não só ao Pará, mas para o cacau do Brasil; você ganhar um prêmio internacional é uma vitrine mundial“, pontuou Brogni à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/61806/para-tem-o-maior-numero-de-amostras-selecionadas-para-a-seletiva-de-premiacao-mundial-na-holanda-" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
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		<title>Cacau do Pará leva ouro e prata na premiação Cocoa of Excellence Awards, na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 14:25:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Cocoa of Excellence Awards]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/cacau_premio-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Amêndoas de cacau produzidas no Pará levaram ouro e prata na premiação Cocoa of Excellence Awards (Cacau de Excelência). Em cerimônia realizada nesta quinta-feira (8), em Amsterdã, na Holanda., a produtora paraense Míriam Federicci Vieira dividiu o ouro com o representante de Ilhéus, na Bahia, Luciano Ramos., enquanto o também paraense Robson Brogni levou a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/cacau_premio-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Amêndoas de cacau produzidas no Pará levaram ouro e prata na premiação Cocoa of Excellence Awards (Cacau de Excelência). Em cerimônia realizada nesta quinta-feira (8), em Amsterdã, na Holanda., a produtora paraense Míriam Federicci Vieira dividiu o ouro com o representante de Ilhéus, na Bahia, Luciano Ramos., enquanto o também paraense Robson Brogni levou a medalha de prata.</p>
<p>Brogni, do Sítio Ascurra, e Federicci Vieira, do Sítio Bela Vista, são ambos de Medicilândia, no sudoeste do estado,</p>
<blockquote><p>&#8220;Saímos vitoriosos. Dois ouros e uma prata para o Brasil, sendo um ouro e uma prata ao Pará, para os nossos produtores da região de Medicilândia. O Governo do Pará participou e estimulou isso, viabilizando a vinda desses agricultores para receber essa premiação extraordinária. Serve como motivação para tantos outros, para termos grande produtividade e grande qualidade na amêndoa para melhor comercializar o nosso produto”, ressaltou o secretário de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Giovanni Queiroz.</p></blockquote>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Participaram da seleção 222 amostras de grãos de cacau de 52 países. O evento, realizado a cada dois anos, reúne os principais especialistas em avaliação sensorial e da indústria do chocolate para premiar os produtores. As amêndoas produzidas pelos três representantes do Brasil foram selecionadas entre as 50 melhores do mundo</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bf111">
<div data-block-type="ads" data-block-id="6"></div>
<blockquote>
<div data-block-type="ads" data-block-id="6">“Mostra que estamos produzindo uma amêndoa de qualidade, e que estamos no caminho certo, criando um produto que vem sendo premiado”, destacou Míriam Federicci Vieira</div>
</blockquote>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="7"></div>
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		<title>CacauFest capacita e integra produtores de Medicilândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 13:05:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Medicilândia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/cacaufest-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com mobilização do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), produtores de cacau de Medicilândia, na Transamazônica, participaram, de quinta-feira, 9, até domingo, 12, de mais um CacauFest. Em sua XI edição, a realização da Prefeitura celebra uma das principais atividades da agricultura familiar do município. “99% do cacau [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/cacaufest-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com mobilização do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), produtores de cacau de Medicilândia, na Transamazônica, participaram, de quinta-feira, 9, até domingo, 12, de mais um CacauFest. Em sua XI edição, a realização da Prefeitura celebra uma das principais atividades da agricultura familiar do município.</p>
<blockquote><p>“99% do cacau plantado em Medicilândia são trabalho da agricultura familiar”, calcula o chefe do escritório local da Emater, o técnico em agropecuária Sidevaldo de Jesus.</p></blockquote>
<p>O gestor explica que a articulação do evento inicia pelo menos um mês antes. “Este ano ajudamos a realizar pelo menos cinco seminários diretamente nas comunidades. Despertamos assuntos que interessem como prévia de debates”, disse ele.</p>
<h3><strong>Programação</strong></h3>
<p>Entre concurso de quebra de cacau, exposição de maquinários, cavalgada e shows, um dos destaques da programação foi o Fórum do Cacau, na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR), no dia 8 de novembro. Cerca de 250 famílias aprofundaram-se em temas como crédito de carbono e renovação de roças por agrotecnologias.</p>
<p>Élido Trevisan, de 70 anos, proprietário do Sítio Lindo Dia, na Comunidade Nossa Senhora da Paz, diz que festivais como o CacauFest constituem vitrine de uma cadeia diferenciada de produção:</p>
<blockquote><p>“É oportunidade para mostrarmos pro Pará, pro Brasil e até pro mundo a qualidade do cacau de Medicilândia e a seriedade com que atuamos. É mais um canal de fortalecimento e de valorização”, diz o agricultor, atendido pela Emater há mais de 45 anos. Na propriedade, são 57 hectares de cacau.</p></blockquote>
<p><em>Fonte Agência Pará</em></p>
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		<title>Amêndoas produzidas em dois sítios de Medicilândia estão entre as 50 melhores do planeta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 14:53:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[amêndoa de cacau]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-150x149.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-300x298.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-1024x1018.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-768x764.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-450x448.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-1200x1193.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n.jpg 1440w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Mais uma vez o Pará aparece entre as 50 melhores amêndoas de cacau do planeta. As amêndoas produzidas no Sítio Ascurra, de propriedade de Robson Brogni, e no Sítio Bela Vista,  de propriedade de Míriam Federicci Vieira – ambas localizadas em Medicilândia, no sudoeste do Pará &#8211; entraram para o seleto grupo das melhores do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-150x149.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-300x298.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-1024x1018.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-768x764.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-450x448.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n-1200x1193.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/176877329_772298283652742_7783525757699165195_n.jpg 1440w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p>Mais uma vez o Pará aparece entre as 50 melhores amêndoas de cacau do planeta. As amêndoas produzidas no <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/em-medicilandia-sitio-ascurra-produz-cacau-fino-premiado-nacionalmente/" target="_blank" rel="noopener">Sítio Ascurra,</a> de propriedade de Robson Brogni, e no Sítio Bela Vista,  de propriedade de Míriam Federicci Vieira – ambas localizadas em Medicilândia, no sudoeste do Pará &#8211; entraram para o seleto grupo das melhores do mundo</p>
<p>Os vencedores (primeiro, segundo e terceiro colocados) serão conhecidos em 8 de fevereiro do próximo ano, no evento Cacau e Chocolate de Amsterdam, na Holanda. O<em> Cocoa of Excellence</em> (Cacau de Excelência) é uma plataforma global única que descobre, reúne, promove e recompensa produtores de cacau de excelência de todas as origens produtoras pela qualidade superior do cacau e diversidade de sabores.</p>
<p>Participaram da seleção 222 amostras de grãos de cacau de 52 países, entre os quais o Brasil.</p>
<p>Em 2021, a amêndoa de cacau híbrida produzida no sítio JE do produtor João Evangelista, do assentamento Tuerê, localizado no município de Novo Repartimento, também foi classificada entre as 50 melhores do planeta.</p>
<p>O <em>Cocoa of Excellence</em> reúne os principais especialistas em avaliação sensorial e a indústria do chocolate para premiar os produtores , sendo realizado a cada dois anos.</p>
<h3><strong>Cacau de qualidade</strong></h3>
<p>Para o produtor Robson Brogni, é de uma importância ímpar a classificação entre as 50 melhores amostras de cacau do mundo. Ele destacou que a indicação reflete o quanto o cacau paraense está mostrando sua qualidade e não apenas quantidade.</p>
<p>Brogni recebeu a notícia em Paris, na França, ao lado da missão paraense que se encontra na Europa para promover a amêndoa de cacau do Pará, com o apoio do Governo do Estado e recursos do Fundo de Desenvolvimento da Cacauicultura do Pará (Funcacau).</p>
<blockquote><p>“Nós produtores de cacau estamos vivendo um momento muito bom com o governo do estado em relação ao apoio a cacauicultura; o governo do Pará tem estado lado a lado com os produtores, o que demonstra uma confiança em nosso trabalho, é de extrema importância”, destacou o proprietário do sítio Ascurra.</p></blockquote>
<p>Ele complementou, ainda, que  agora é torcer para a amêndoa paraense estar entre as três melhores quando o resultado for divulgado em fevereiro.</p>
<blockquote><p>“Meu objetivo foi alcançado, que era ficar entre os melhores do mundo. Mas claro que agora vamos torcer para estarmos no ‘Top 3’ em fevereiro, quando será divulgado o resultado na Holanda”, torceu  Brogni.</p></blockquote>
<h3><strong>Pequenos agricultores</strong></h3>
<p>A produtora Míriam Vieira, que ao lado do marido Leomar Vieira produz amêndoa de cacau no sítio Bela Vista, disse que a indicação é muito satisfatória.</p>
<blockquote><p> “É  uma enorme satisfação ver nosso cacau entre os 50 melhores do mundo, somos pequenos agricultores,  mas estamos procurando sempre fazer o melhor, agradecer a cada um que sempre nos incentivaram a participar do concurso, já é uma vitória até aqui, e agora torcer para que possamos estar entre os  três  melhores do mundo”, declarou Míriam</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">A agricultora afirmou que por conta com uma uma estrutura muito simples, conseguem fazer pouca quantidade de cacau fermentado por vez, mas ressaltou a importância</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">&#8220;Mas por sermos pequenos agricultores, é muito importante estarmos nesta lista, mostra que o que importa é fazer bem feito da forma que podemos”, frisou a agricultora familiar, que também é finalista do concurso nacional de melhor amêndoa promovido pela Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC).</p>
</blockquote>
<p>Para a engenheira agrônoma, Dulcimar Melo, que integra a equipe do Procacau da Sedap, a classificação do Pará entre as melhores do planeta  é um motivo de grande alegria e orgulho. Mostra não apenas o resultado do trabalho feito com dedicação pelos produtores do Pará, como também o resultado do apoio que é ofertado pelo Governo do Estado aos produtores e Funcacau.</p>
<p>A engenheira agrônoma integra a Missão Europa 2023 &#8211; Cacau, Chocolate e Produtos de Origens que promove a internacionalização do cacau paraense.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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		<item>
		<title>Governador Helder Barbalho assina decreto para combater garimpo e desmate em 15 municípios</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governador-helder-barbalho-declara-emergencia-ambiental-em-15-municipios-paraenses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 14:39:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/desmate-55-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governador do Pará e presidente do Consórcio da Amazônia Legal (CAL), Helder Barbalho, assinou na noite de terça-feira, 7, o Decreto N° 2.887 que estabelece Estado de emergência ambiental em 15 municípios paraenses. A prevê reforço de segurança em regiões onde há garimpo e desmatamento ilegal no  Estado. O decreto tem duração de 180 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/desmate-55-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governador do Pará e presidente do Consórcio da Amazônia Legal (CAL), Helder Barbalho, assinou na noite de terça-feira, 7, o <a class="c7i2X3aNEx" title="Tamanho: 3436KB" href="https://www.agenciapara.com.br/midias/anexos/41205A_decreto_n_2.887.pdf" target="_blank" rel="noopener">Decreto N° 2.887</a> que estabelece Estado de emergência ambiental em 15 municípios paraenses. A prevê reforço de segurança em regiões onde há garimpo e desmatamento ilegal no  Estado. O decreto tem duração de 180 dias.</p>
<blockquote><p>&#8220;A partir desse decreto, iremos poder reforçar as estratégias do sistema de segurança pública, como também da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade na fiscalização das áreas do Estado no combate às irregularidades ambientais, desmatamento, garimpo e todas as ilegalidades ambientais que estejam acontecendo”, enfatizou Helder Barbalho.</p></blockquote>
<p>Os municípios onde foi estabelecido estado de emergência ambiental são: Altamira, Anapu, São Félix do Xingu, Pacajá, Novo Progresso, Itaituba, Portel, Senador José Porfírio, Novo Repartimento, Uruará, Rurópolis, Placas, Trairão, Jacareacanga e Medicilândia. Juntos, eles concentraram <span class="highlight highlighted">76% do desmatamento no período de 2019 a 2022</span>, no Pará, de acordo com o G1.</p>
<p>Com dimensões continentais, o Pará é um Estado em que 70% de sua área territorial é de jurisdição da União, o que exige ainda mais atenção do poder público.</p>
<blockquote><p>“O fundamental é que, com este decreto, nós iremos ampliar e reforçar o número do efetivo que estará em campo fiscalizando. Também iremos fazer a contratação de aeronaves e estrutura logística para melhorar a presença da fiscalização no combate às ilegalidades ambientais”, reforçou o governador.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Saiba como aumentar a produtividade de lavouras de cacau plantadas em sistemas agroflorestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2023 13:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[#sistemas agroflorestais]]></category>
		<category><![CDATA[Cacauicultor]]></category>
		<category><![CDATA[Medicilândia]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade cacau]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/up_ag_33175_20961463-5cef-d471-a996-ed11309e537e-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Ivana Guimarães O Pará Terra Boa recebeu um relato do cacauicultor Élido Trevisan, de Medicilândia, sobre problemas que ele tem enfrentado com a baixa produtividade da sua lavoura de cacau, toda plantada em sistema agroflorestal (SAF). Ele explica que, no início, as árvores forneciam a sombra ideal, mas hoje, com a lavoura mais antiga, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/up_ag_33175_20961463-5cef-d471-a996-ed11309e537e-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="14490" class="elementor elementor-14490">
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									<p><em>Por Ivana Guimarães</em></p>
<p>O <strong>Pará Terra Boa</strong> recebeu um relato do cacauicultor <span style="font-weight: 400;">Élido Trevisan, de Medicilândia, sobre problemas que ele tem enfrentado com a baixa produtividade da sua lavoura de cacau, toda plantada em sistema agroflorestal (SAF). Ele explica que, n</span><span style="font-weight: 400;">o início, as árvores forneciam a sombra ideal, mas hoje, com a lavoura mais antiga, as madeiras cresceram e há um excesso de sombreamento, o que resulta em baixa produtividade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Minha intenção não é acabar com esse sistema, mas se eu for olhar uma lavoura a pleno sol e uma lavoura de SAF, eu tenho um terço da produção. Então, nós temos um desafio aqui para essas lavouras que estão com mais de 40 anos e que estão deixando a desejar na produção e também no manejo.</span><span style="font-weight: 400;"> Eu estou aqui nessa área de 70 hectares passando por esse dilema de cair muito a minha produtividade, mas ainda esperando que venha alguma solução&#8221;, disse o produtor rural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para entender como lidar com a baixa produtividade em sistemas agroflorestais, o <strong>Pará Terra Boa</strong> conversou com Sidevaldo Santana, extensionista rural da Emater. E a boa notícia é que seu Élido não vai mesmo precisar acabar com sua produção de cacau, como explicou o especialista sobre o sistema de plantio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo ele, o sombreamento da lavoura do seu Élido e demais produtores da região foi formado de forma espontânea, com pouca interferência por parte do agricultor. Portanto, diversas plantas arbóreas compuseram o arranjo produtivo e muitas dessas arvores, com grande proximidade umas das outras e copa bastante densa, acabaram competindo com as plantas de cacau. </span></p>
<blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">“O seu Élido é um produtor tradicional de Medicilândia, preocupado com as questões ambientais, e seu sistema de cultivo de cacau é bem representativo no município. Como ele mesmo disse, esses plantios já estão decadentes, já passaram de seu pico produtivo e sua produção entrou em declínio, tornando inviável o cultivo. Portanto, já se faz necessário a renovação dessas lavouras&#8221;, explica Sidevaldo</span></p>
</blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O profissional da Embrapa afirma que seu Élido pode trabalhar de forma gradativa na substituição desses cacauais, com eliminação total das plantas cacaueiras e fazendo o raleamento deste sombreamento. De acordo com Sidevaldo, ele pode eliminar as árvores que estejam muito próximas umas das outras, as de copa muita densa, e fazer retirada daquelas que têm uma concorrência com a lavoura de cacau. </span></p>
<blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O código florestal prevê o uso racional de um percentual de madeiras da propriedade e o cacauicultor, com auxílio das secretarias municipais de meio ambiente, poderá lançar mão desse recurso e começar a fazer a renovação dessas áreas. Com certeza, se faz necessária a presença da assistência técnica para contribuir nesse processo de renovação. Hoje em dia, já se tem variedades novas de cacau, com alta produtividade e com características de comportamento diferente, umas que toleram mais sombreamento, outras mais o sol, permitindo uma readequação do SAF ali já existente&#8221;, esclareceu Sidevaldo.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</span></p>
</blockquote>
<h3><strong>O cacau em SAF&nbsp;</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A técnica de SAF consiste em plantar o cacau junto de outras culturas de árvores, como palmeiras ou frutas, simulando o bioma de origem da planta, a floresta Amazônica. Entre as culturas normalmente utilizadas estão o açaí e a banana. O extensionista rural falou sobre a importância de se plantar cacau em SAF para a cacauicultura paraense.</span></p>
<blockquote>
<p><span style="font-size: 15.68px; color: var(--c-contrast-850);">&#8220;O sistema agroflorestal tem fundamental importância nos cultivos tropicais, principalmente nos eixos ambientais, sociais e econômicos. As plantas cacaueiras cultivadas a pleno sol têm um consumo maior de energia e mais lançamentos foliares, podendo ser &#8216;pratos cheios&#8217; para pragas como chupança do cacau. Portanto, as árvores que cobrem as copas das plantas de cacau promovem um microclima agradável ao cacau, permitindo um controle biológico maior e criando um ambiente não muito atraente para as pragas&#8221;, afirma. </span></p>
</blockquote>
<p><span style="font-size: 15.68px; color: var(--c-contrast-850);">Ele explica que esse processo possibilita uma dependência menor por inseticidas, já que as árvores que compõem o SAF espontâneo ou adequadamente formado trazem uma maior ciclagem de nutrientes através da dispersão de suas folhas, flores, frutos e até mesmo dos seus galhos. Tudo isso sem falar na conservação das espécies florestais nativas dessa região. </span></p>
<blockquote>
<p><span style="font-size: 15.68px; color: var(--c-contrast-850);">O SAF adequadamente implantado permite a introdução de espécies arbóreas com finalidade alimentícias, farmacêuticas e econômicas, o que pode melhorar a soberania alimentar das famílias envolvidas no cultivo e também dos animais domésticos, promovendo mais uma fonte de renda dentro da propriedade&#8221;, finalizou.&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</span></p>
</blockquote>								</div>
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		<title>Em Medicilândia, Sítio Ascurra produz cacau fino premiado nacionalmente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Nov 2022 20:50:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Bean to bar]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau blend]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau fino]]></category>
		<category><![CDATA[Medicilândia]]></category>
		<category><![CDATA[Sitio Ascurra]]></category>
		<category><![CDATA[Tree to bar]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/Sitio-Ascurra-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Ivana Guimarães O Pará Terra Boa conversou com Robson Brogni, que junto à esposa Sarah, administra o Sítio Ascurra, precursor do cacau fino em Medicilândia (PA). Em 2008, o casal veio do Sul do país para a região e, hoje, colhe até 200 toneladas a cada safra anual. A fermentação do cacau, para que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/Sitio-Ascurra-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Ivana Guimarães</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Pará Terra Boa</strong> conversou com Robson Brogni, que junto à esposa Sarah, administra o Sítio Ascurra, precursor do cacau fino em Medicilândia (PA).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2008, o casal veio do Sul do país para a região e, hoje, colhe até 200 toneladas a cada safra anual. A fermentação do cacau, para que ele alcance o padrão fino, é de responsabilidade de Robson, já Sarah se especializou na área de chocolataria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ganhadores de diversos prêmios como o Melhor Cacau do Brasil 2021 na categoria <em>blend</em>, eles falam sobre os processos do cacau fino e analisam os desafios da cacauicultura paraense.</span></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/COGkgjvJ3mL/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/COGkgjvJ3mL/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Ascurra Chocolate (@ascurrachocolate)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><strong>Como tudo começou?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Começamos no ano de 2015 a fermentação de cacau fino. Até 2018, fazíamos os lotes finos, mas ainda não tínhamos um mercado que pagasse um diferencial financeiro para esse tipo de amêndoa. Vendíamos tudo como cacau comum. </span><span style="font-weight: 400;">Foi quando no início de 2019 conseguimos o primeiro cliente de cacau fino que pagava um diferencial por ele e, a</span><span style="font-weight: 400;"> partir daí, nosso leque de clientes só aumentou. </span></p>
<p><strong>Vocês produzem o próprio chocolate? Como é esse processo? Quais são os cuidados especiais que o cacau fino demanda?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando vimos que tínhamos a capacidade de produzir cacau fino de alta qualidade, além de vendermos esse cacau para clientes de todo Brasil, também decidimos iniciar nossa própria marca de chocolate Tree to Bar, que quer dizer da amêndoa à barra. A fábrica fica dentro da fazenda do cacau e todo processo é feito aqui, desde a lavoura até a fabricação do chocolate. </span><span style="font-weight: 400;">O cacau fino demanda um protocolo especial para seu preparo. Isso começa na colheita e só termina quando esse cacau chega com a qualidade ideal no cliente final: o chocolateiro.</span></p>
<p><strong>Para vocês, quais são os principais desafios dos cacauicultores paraenses? E quais os diferenciais do cacau da sua região?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os principais desafios para a cacauicultura paraense não são muito diferentes dos desafios da cacauicultura dos outros estados, pois queira ou não, nós dependemos de dinheiro para viver e na atualidade o preço do cacau está uma vergonha. O cacauicultor está literalmente pagando para trabalhar. </span><span style="font-weight: 400;">E não tem desafio maior do que esse, tentar equilibrar essa matemática de curso x benefício. </span></p>
<p><strong>O que vocês consideram um cacau de qualidade?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um protocolo diferenciado de manejo, desde a colheita até a armazenagem e, principalmente, com confiança em nossa equipe de trabalho, pois dependemos disso para no final termos um cacau de qualidade.</span></p>
<p><strong>Vocês foram premiados no Concurso Nacional de Qualidade de Cacau Especial na categoria <em>blend</em>, poderiam nos explicar um pouco sobre o que significa essa categoria? E qual a importância dessas premiações para a região?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>Blend</em> quer dizer (<em>do inglês</em>) &#8220;mistura&#8221;. Os lotes <em>blend</em> são oriundos das lavouras onde a genética é de responsabilidade da CEPLAC (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura e que é responsável pela cacauicultura no Brasil. </span><span style="font-weight: 400;">Os lotes do cacau b<em>lend</em> são resultado de uma mistura genética com mais de 15 variedades, todas aleatoriamente misturadas na lavoura. Essa mistura resulta num diferencial único no que diz respeito ao sensorial das amêndoas do cacau. </span><span style="font-weight: 400;">As premiações das amêndoas da nossa região são de extrema importância, pois isso se torna uma grande vitrine não só a nível nacional, mas também internacional, como já está acontecendo com produtores da região Transamazônica. </span></p>
<p>E para os cacauicultores que desejam produzir um cacau de melhor qualidade e ter melhores resultados, Robson Brogni deixa um recado:</p>
<div style="width: 640px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-13009-1" width="640" height="352" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/Robson-Brogni-recado.mp4?_=1" /><a href="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/Robson-Brogni-recado.mp4">https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/Robson-Brogni-recado.mp4</a></video></div>
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