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	<title>mapa do Caminho &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>mapa do Caminho &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Governos lançam campanha global por eletrificação e Turquia fixa meta de 35% até 2035</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:17:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/painel_solar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo Nove governos, a Comissão Europeia, a IEA e mais de 40 organizações lançaram a campanha Electrify Now (“Eletrifique Agora”) na Semana de Clima de Londres para acelerar a eletrificação limpa. A Turquia, que presidirá a COP31, definiu como meta global que a eletricidade represente 35% do consumo final de energia do planeta até 2035. Segundo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/painel_solar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>Nove governos, a Comissão Europeia, a IEA e mais de 40 organizações lançaram a campanha Electrify Now (“Eletrifique Agora”) na Semana de Clima de Londres para acelerar a eletrificação limpa.</em></li>
<li><em>A Turquia, que presidirá a COP31, definiu como meta global que a eletricidade represente 35% do consumo final de energia do planeta até 2035.</em></li>
<li><em> Segundo a Irena, fontes como solar e eólica estão cada vez mais baratas e podem abastecer 92% da eletricidade do mundo até 2050.</em></li>
<li><em>Uma pesquisa internacional revelou que 91% dos líderes de negócios consideram a eletrificação essencial para a segurança energética.</em></li>
<li><em> Cazaquistão, Chade e Trinidad e Tobago anunciaram planos para reduzir a dependência econômica de petróleo e gás.</em></li>
<li><em>O embaixador André Corrêa do Lago confirmou que a eletrificação será um pilar central do roteiro de transição para longe dos combustíveis fósseis que o Brasil entregará antes da COP31, conectando-se aos TAFF Roadmaps lançados em Belém</em>.</li>
</ul>
<p>Uma coalizão internacional formada por nove governos, a Comissão Europeia e mais de 40 organizações lançou, nesta terça-feira, 23, a campanha global Electrify Now (“Eletrifique Agora”). O anúncio, realizado durante a Semana de Clima de Londres, busca acelerar a transição para sistemas elétricos de baixa emissão de carbono e contou com o apoio de peso dos países anfitriões das próximas conferências climáticas da ONU, como Turquia (COP31) e Etiópia (COP32).</p>
<p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, defendeu a iniciativa ao afirmar que eletrificar os transportes, as indústrias e os edifícios é o caminho mais rápido para cortar emissões e reduzir a dependência de combustíveis fósseis importados.</p>
<blockquote><p>“A era da eletrificação limpa chegou. A questão é se conseguimos construir as redes, mobilizar os investimentos e entregar a infraestrutura na velocidade necessária”, destacou Guterres.</p></blockquote>
<p>A eletrificação deve consolidar-se como o tema central da COP31, em Antalya. O presidente indicado para a conferência turca, Murat Kurum, anunciou que a meta de sua gestão será alcançar 35% de eletricidade no consumo final de energia global até 2035.</p>
<p>O plano ganha força com dados da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena), que projeta que fontes eólica e solar — cada vez mais competitivas financeiramente — responderão por 92% da geração global de energia até 2050.</p>
<h3>O papel do Brasil</h3>
<p>O presidente da COP30, o embaixador brasileiro André Corrêa do Lago, celebrou o avanço da pauta e confirmou que a eletrificação terá papel central no roteiro internacional de transição que o Brasil apresentará pouco antes da COP31. A ideia é alinhar a nova campanha aos TAFF Roadmaps (planos de ação para o afastamento dos combustíveis fósseis) lançados pelo governo brasileiro durante a cúpula em Belém.</p>
<blockquote><p>&#8220;Na COP30, vimos de forma muito clara que muitas decisões já nos dão o mandato para seguir nessa direção, e o primeiro Balanço Global concluído na COP28, em Dubai, é a expressão mais clara disso”, afirmou Corrêa do Lago. &#8220;Muitas das iniciativas anunciadas em Belém por meio da Agenda Global de Ação Climática já estão promovendo a transição, inclusive por meio da eletrificação.”</p></blockquote>
<p>Paralelamente ao lançamento da campanha, países produtores de petróleo como Cazaquistão, Chade e Trinidad e Tobago anunciaram que vão estruturar planos para reduzir a dependência econômica do setor de óleo e gás. As nações trabalharão em parceria com a Beyond Oil and Gas Alliance (BOGA) e a NDC Partnership para desenhar estratégias de diversificação econômica em direção a uma matriz limpa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Conferência de Bonn debate estratégia para zerar desmatamento até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 15:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/desmate8-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo A abertura da Conferência de Bonn (64ª SB64), na Alemanha, priorizou debates para acelerar o roteiro global de eliminação do desmatamento e da degradação florestal até 2030. Cientistas e lideranças discutiram seis frentes essenciais propostas pela ciência: priorizar a conservação, alinhar mecanismos financeiros, regulamentar o comércio internacional, dar protagonismo e verbas a povos indígenas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/desmate8-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>A abertura da Conferência de Bonn (64ª SB64), na Alemanha, priorizou debates para acelerar o roteiro global de eliminação do desmatamento e da degradação florestal até 2030.</em></li>
<li><em>Cientistas e lideranças discutiram seis frentes essenciais propostas pela ciência: priorizar a conservação, alinhar mecanismos financeiros, regulamentar o comércio internacional, dar protagonismo e verbas a povos indígenas e conectar o plano florestal à transição para fora dos combustíveis fósseis.</em></li>
<li><em>O mapa do caminho foi lançado pela presidência brasileira da COP30 para transformar promessas climáticas internacionais em ações práticas e integradas de governança.</em></li>
<li><em>Especialistas do Ipam destacaram que as florestas em pé trazem benefícios climáticos locais cruciais, como regulação de temperatura e manutenção dos fluxos de umidade (segurança hídrica).</em></li>
<li><em> Ao longo de dez dias, as delegações alinharão detalhes técnicos e políticos sobre adaptação (Indicadores de Belém), transição justa (Mecanismo de Ação de Belém) e mitigação (Programa de Sharm el-Sheikh) rumo à COP31.</em></li>
</ul>
<p>A abertura da Conferência de Bonn (64ª SB64), na Alemanha, trouxe para o centro dos debates globais a urgência de tirar as promessas climáticas do papel. Em um painel estratégico liderado pelo Woodwell Climate Research Center, com o apoio do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e da EESI, cientistas, diplomatas e lideranças indígenas discutiram um plano prático com seis diretrizes científicas para interromper e reverter a degradação florestal nos próximos quatro anos.</p>
<p>Essa força-tarefa está alinhada à iniciativa lançada pela presidência brasileira da COP30, que desenha um mapa do caminho (roadmap) focado em governança, restauração e financiamento para blindar os ecossistemas globais. O ponto de partida consensual é o foco na conservação: embora plantar novas árvores seja crucial para capturar carbono, proteger a floresta que já está em pé é a resposta mais rápida e eficiente contra o aquecimento global.</p>
<p>Para que essa engrenagem funcione, os especialistas apontam que o mercado financeiro e o comércio internacional precisam jogar no mesmo time da sustentabilidade. Isso significa revisar mecanismos de crédito para que os recursos cheguem diretamente aos territórios protegidos por povos indígenas e comunidades locais, além de criar barreiras comerciais rígidas contra produtos oriundos de cadeias desmatadas.</p>
<p>Da mesma forma, os inventários nacionais de emissões precisam ser aprimorados para rastrear dados de degradação que hoje passam despercebidos pela fiscalização.</p>
<p>A pesquisadora do Ipam e do Woodwell Climate, Ludmila Rattis, alertou que o planejamento não pode se limitar à contabilidade do carbono. Segundo ela, a ciência já comprova que as florestas funcionam como uma infraestrutura climática viva, essencial para baixar as temperaturas locais, conter eventos extremos e alimentar as chuvas que garantem a segurança hídrica de continentes inteiros.</p>
<p>Por isso, a agenda florestal deve avançar colada ao cronograma global de transição para fora dos combustíveis fósseis.</p>
<p>O debate em Bonn também contou com contribuições de João Veras (PNUMA), Ghanshyam Pandey (Green Foundation Nepal) e do líder indígena brasileiro Dinamam Tuxá, que reforçou a necessidade de colocar as comunidades tradicionais no topo das tomadas de decisão e do acesso ao financiamento climático.</p>
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		<title>Brasil mobiliza mais de 200 contribuições para zerar desmatamento global até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 14:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2030]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/amazonia4-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em busca de transformar promessas em ações concretas, a presidência da COP30 iniciou uma série de consultas globais para criar um guia prático contra a destruição das florestas. O pontapé inicial ocorreu nesta segunda-feira, 11, em Nova York, durante o Fórum das Nações Unidas sobre Florestas, reunindo desde governos e grandes empresas até lideranças indígenas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/amazonia4-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em busca de transformar promessas em ações concretas, a presidência da COP30 iniciou uma série de consultas globais para criar um guia prático contra a destruição das florestas. O pontapé inicial ocorreu nesta segunda-feira, 11, em Nova York, durante o Fórum das Nações Unidas sobre Florestas, reunindo desde governos e grandes empresas até lideranças indígenas e especialistas.</p>
<p>O projeto, nomeado como “Mapa do Caminho para Parar e Reverter o Desmatamento e a Degradação Florestal até 2030”, está sendo desenhado pela diplomacia brasileira. O foco é consolidar as melhores práticas mundiais em financiamento, governança e políticas públicas. Embora o roteiro não seja um tratado obrigatório, ele pretende servir como bússola para que as nações acelerem o passo rumo às metas climáticas antes do prazo final da década.</p>
<blockquote><p>“Nosso objetivo com o Mapa do Caminho da Presidência da COP30 para Parar e Reverter o Desmatamento e a Degradação Florestal até 2030 é ir além dos compromissos e avançar na implementação, oferecendo um instrumento prático, orientado à ação, que os países possam usar para orientar e fortalecer suas políticas florestais no território”, afirma o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30.</p></blockquote>
<p>Para Martin Krause, da UNFCCC, o roteiro surge em um momento crítico onde as florestas são pressionadas por diversas transições econômicas:</p>
<blockquote><p>“O mundo está reestruturando sua economia e, em todas as transições econômicas da história, as florestas acabam sacrificadas. Hoje, as florestas não sofrem apenas uma pressão, mas muitas, vindas de diferentes direções. Esse roadmap pode reunir todos esses elementos, inclusive a parceria financeira, que é fundamental para transformar compromissos em resultados concretos para as florestas, para as pessoas e para o planeta.”</p></blockquote>
<h3>Ciência e agricultura como aliadas</h3>
<p>A iniciativa ganha reforço científico com análises do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), que destacam que a preservação da Amazônia é vital para a própria agricultura. Florestas em pé garantem a estabilidade do regime de chuvas e a fertilidade do solo necessárias para a produtividade no longo prazo. Além disso, os pesquisadores reforçam que investir na proteção ambiental agora é mais econômico do que remediar os prejuízos causados por eventos climáticos extremos no futuro.</p>
<blockquote><p>“Não há como enfrentar a crise climática nem garantir alimento para a população mundial sem proteger as florestas”, disse o diretor do Ipam, André Guimarães, que também é Enviado Especial da Sociedade Civil para a COP30.</p></blockquote>
<h3>Um processo colaborativo e global</h3>
<p>Embora não tenha caráter negociador, o roteiro busca refletir um consenso global. Mais de 130 países e 150 organizações já enviaram contribuições para o projeto, que pretende ser um legado político da presidência brasileira para a resiliência econômica e redução de desigualdades.</p>
<blockquote><p>“Estamos investindo tempo, esforço e em diálogo com diferentes partes interessadas. Mais de 130 países enviaram contribuições formais, tanto individuais quanto em grupo, além de cerca de 150 organizações internacionais, pesquisadores, indivíduos e agências de pesquisa. Este não é um momento de negociação, mas queremos refletir o máximo possível sobre as visões da comunidade internacional”, reforçou Marco Túlio Cabral, chefe do Núcleo de Florestas para a COP30 do Itamaraty.</p></blockquote>
<p>A expectativa é que a versão consolidada do roadmap seja apresentada em setembro de 2026, durante a Assembleia Geral da ONU, servindo como base para as metas de implementação que deverão ser levadas até a COP31, na Turquia.</p>
<p>O grande desafio da iniciativa continua sendo o financiamento — o eterno nó das negociações globais. Enquanto países em desenvolvimento cobram recursos e suporte técnico para proteger suas matas, a presidência da conferência aposta na bioeconomia e no mercado de carbono como saídas viáveis. A meta é que o documento final seja apresentado em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU.</p>
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		<title>Mais de 50 países já avançam em planos para se livrar dos fósseis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 18:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/petrobras-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Enquanto a escalada militar entre Estados Unidos, Israel e Irã faz o preço do barril de petróleo disparar, um novo estudo internacional revela que o &#8220;manual de instruções&#8221; para o mundo se livrar da dependência dos combustíveis fósseis já existe. Publicado nesta terça-feira  10, o relatório aponta que 46 países já possuem planos de descarbonização, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/petrobras-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Enquanto a escalada militar entre Estados Unidos, Israel e Irã faz o preço do barril de petróleo disparar, um novo estudo internacional revela que o &#8220;manual de instruções&#8221; para o mundo se livrar da dependência dos combustíveis fósseis já existe. Publicado nesta terça-feira  10, o relatório aponta que 46 países já possuem planos de descarbonização, enquanto outras 11 nações — incluindo Brasil, Colômbia e Reino Unido — estudam medidas para limitar a oferta desses insumos.</p>
<p>O documento, produzido por think-tanks como o IISD, E3G, Ecco, Sefia e o Observatório do Clima, chega em um momento em que a volatilidade energética ameaça a inflação e o crescimento global. Em abril, o foco se voltará para Santa Marta, na Colômbia, que sediará a primeira conferência internacional dedicada exclusivamente a discutir essa transição.</p>
<h3>Os cinco pilares da transição justa</h3>
<p>Para os especialistas, um &#8220;mapa do caminho&#8221; eficaz não pode ser apenas uma promessa ambiental; ele precisa de viabilidade econômica e justiça social. O estudo elenca cinco critérios essenciais:</p>
<ul>
<li>Alinhamento científico: Metas baseadas em dados climáticos rigorosos.</li>
<li>Foco duplo: Atuar simultaneamente na produção (oferta) e no consumo (demanda).</li>
<li>Justiça social: Planejamento inclusivo que proteja trabalhadores do setor.</li>
<li>Integração governamental: A transição deve ser política de Estado, não apenas de um ministério.</li>
<li>Financiamento coordenado: Apoio internacional robusto e monitoramento constante.</li>
</ul>
<blockquote><p>“Os debates na COP30 mostraram que muitos países estão prontos para ir além das promessas e ter conversas práticas”, analisa Alexandra Scott, da Ecco. Segundo ela, apesar das tensões geopolíticas, a cooperação é o único caminho para que países dispostos a mudar não enfrentem os riscos econômicos sozinhos.</p></blockquote>
<h3>Exemplos que vêm do campo</h3>
<p>O relatório traz lições de quem já está testando a transição na prática. A Alemanha transformou a eliminação do carvão em lei após negociações sociais complexas. O Chile implementou revisões periódicas para aumentar a ambição de suas metas, enquanto parcerias na Indonésia e no Vietnã vincularam o fim dos fósseis ao financiamento internacional.</p>
<p>A mensagem dos pesquisadores é clara: a transição já começou. O risco agora é que ela ocorra de forma desordenada. “A questão é se os governos a gerenciam de forma deliberada”, afirma Angela Picciariello, do IISD. Sem planejamento, países correm o risco de investir em uma oferta que não terá demanda futura, gerando prejuízos fiscais e ativos &#8220;encalhados&#8221;.</p>
<h3>2026: A janela de oportunidade</h3>
<p>Com o Brasil na presidência da COP30 e a conferência de Santa Marta no horizonte, 2026 é visto como o ano decisivo para conectar planos nacionais a uma estratégia global. Para Stela Herschmann, do Observatório do Clima, a clareza é vital especialmente para países produtores: &#8220;Eles precisam de trajetórias previsíveis para diversificar suas economias com sucesso&#8221;.</p>
<p>A dependência do petróleo, além de uma vulnerabilidade ambiental, tornou-se um motor de instabilidade.</p>
<blockquote><p>“Gerenciar essa transição de forma coordenada é do interesse de todos para construir segurança e resiliência de longo prazo”, conclui Katrine Petersen, da E3G.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Presidência da COP30 está trabalhando simultaneamente em três Mapas do Caminho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 16:40:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/andre_correa_do_lago22-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Presidência da COP30 está trabalhando simultaneamente em três Mapas do Caminho. Além dos roteiros para o afastamento dos combustíveis fósseis e para o fim do desmatamento, o comando da conferência de Belém atua para aprimorar o roadmap para alcançar US$ 1,3 trilhões anuais em financiamento para o clima em 2035. Por conta disso, o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/andre_correa_do_lago22-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Presidência da COP30 está trabalhando simultaneamente em três Mapas do Caminho. Além dos roteiros para o afastamento dos combustíveis fósseis e para o fim do desmatamento, o comando da conferência de Belém atua para aprimorar o roadmap para alcançar US$ 1,3 trilhões anuais em financiamento para o clima em 2035.</p>
<p>Por conta disso, o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, inicia nesta semana uma viagem à Europa, com escalas na Turquia, na Itália e na França, para dar solidez aos três mapas. Cada um inclui pelo menos uma entidade internacional, que será a fonte de dados mais relevantes e recentes, um coordenador e uma instituição brasileira que funcionará como um secretariado para a presidência da conferência de Belém.</p>
<p>No roadmap para o fim dos combustíveis fósseis, a fonte de dados será a Agência Internacional de Energia (IEA, sigla em Inglês). Corrêa do Lago falará com o diretor-executivo da IEA, Fatih Birol, em Paris. Também participarão a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA). No Brasil, a entidade de apoio será a consultoria Catavento.</p>
<p>Na semana passada, um grupo de 114 organizações da sociedade civil divulgou uma carta aberta à Presidência da COP30 alertando para a necessidade de um forte compromisso político e um processo participativo na elaboração do mapa para além dos combustíveis fósseis. A demanda parece ser ainda mais importante diante da inclusão da OPEP nos debates. Somente assim a iniciativa não se tornará “mais um documento que junta poeira”, destacaram as entidades.</p>
<p>No mapa para eliminar o desmatamento global até 2030, a instituição-chave será a FAO, órgão das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. “A FAO cuida de florestas sob várias dimensões. Mas, naturalmente, vamos ouvir a Convenção de Biodiversidade, o PNUMA e outras instituições”, acrescentou Corrêa do Lago. A instituição escolhida no Brasil é o CPI/PUC-Rio.</p>
<p>Já o roteiro sobre financiamento climático terá outra dinâmica. Afinal, o documento foi apresentado pelas presidências da COP30 e da COP29 na conferência de Belém. Assim, uma das ações previstas para outubro é um relatório elaborado por um grupo de especialistas para refinar dados e desenvolver caminhos concretos de finanças para chegar aos US$ 1,3 trilhões. Outra frente é solicitar às agências da ONU que compartilhem serviços para reduzir a fragmentação de esforços.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Elaboração do mapa do caminho por ministérios está na fase final, diz governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 15:26:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[mapa do Caminho]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/contra_fossil-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Governo Federal afirma ter entrado na fase final de elaboração da resolução que definirá as diretrizes para o &#8220;mapa do caminho&#8221; da transição energética brasileira. Anunciado em dezembro, o documento deveria estar pronto no domingo, 8. O próprio governo admite que a proposta só será tornada pública “nas próximas semanas”. O texto, que busca [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/contra_fossil-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Governo Federal afirma ter entrado na fase final de elaboração da resolução que definirá as diretrizes para o &#8220;mapa do caminho&#8221; da transição energética brasileira. Anunciado em dezembro, o documento deveria estar pronto no domingo, 8. O próprio governo admite que a proposta só será tornada pública “nas próximas semanas”.</p>
<p>O texto, que busca reduzir gradativamente a dependência de combustíveis fósseis e estabelecer mecanismos de financiamento, é uma resposta direta à COP 30, realizada em Belém.</p>
<p>Embora o tema tenha sido debatido na conferência, a falta de consenso global impediu a finalização de um roteiro no Pará, levando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a determinar que os ministérios brasileiros assumissem a liderança da proposta.</p>
<p>As tratativas envolvem as pastas de Minas e Energia, Fazenda, Meio Ambiente e a Casa Civil. O objetivo é submeter ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) uma estratégia que garanta a segurança energética e cumpra o compromisso assumido na COP 28, como parte do Balanço Global do Acordo de Paris. O conteúdo da resolução deve ser tornado público nas próximas semanas.</p>
<h3>A Sociedade Civil cobra participação e urgência</h3>
<p>Enquanto o governo finaliza os termos técnicos, um grupo de 114 organizações da sociedade civil divulgou uma carta aberta à Presidência da COP 30. O documento alerta que, para não se tornar &#8220;apenas um documento que junta poeira&#8221;, o mapa do caminho precisa de um processo participativo, transparente e inclusivo, envolvendo Povos Indígenas e comunidades tradicionais.</p>
<p>As entidades argumentam que o cenário geopolítico de 2026, marcado por conflitos e volatilidade no mercado de petróleo, reforça a urgência de uma economia livre de combustíveis fósseis. &#8220;Os países precisam se libertar de mercados voláteis que os expõem a riscos geopolíticos e choques de preços&#8221;, salienta Andreas Sieber, da 350.org.</p>
<blockquote><p>“O Brasil precisará equilibrar com muito cuidado a necessidade de um documento que seja ao mesmo tempo ousado e inclusivo”, pontua Claudio Angelo, do Observatório do Clima.</p></blockquote>
<p>Além da eliminação de fósseis, a carta das organizações defende salvaguardas contra o lobby das indústrias de petróleo e gás, financiamento justo por parte de países desenvolvidos e a garantia de que os trabalhadores da cadeia tradicional não sejam prejudicados durante a migração para a energia limpa.</p>
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		<title>Organizações entregam ao governo propostas para transição energética justa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 14:27:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[mapa do Caminho]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/transicao_energetica-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A produção de petróleo deve migrar de uma lógica de máxima exploração para o oposto: produzir o mínimo necessário durante a transição para energias mais limpas. Essa é uma das principais sugestões enviadas por 161 organizações sociais que integram o Observatório do Clima para subsidiar o Mapa do Caminho para uma transição energética justa e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/transicao_energetica-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A produção de petróleo deve migrar de uma lógica de máxima exploração para o oposto: produzir o mínimo necessário durante a transição para energias mais limpas. Essa é uma das principais sugestões enviadas por 161 organizações sociais que integram o Observatório do Clima para subsidiar o Mapa do Caminho para uma transição energética justa e planejada, encomendado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro de 2025.</p>
<p>O documento conta com recomendações técnicas, regulatório e econômicas e foi elaborado para contribuir com os órgãos que estão desenhando o mapa do caminho.</p>
<p>O prazo estabelecido para que a equipe ministerial do governo federal entregue ao Conselho Nacional de Política Energética o planejamento termina no dia 6 de fevereiro.</p>
<blockquote><p>“Um mapa do caminho justo e inclusivo reduz riscos no curto prazo, amplia oportunidades de crescimento sustentável no longo prazo e representa uma escolha econômica racional para o Brasil”, explica o especialista em conservação da organização social WWF-Brasil, Ricardo Fujii.</p></blockquote>
<p>De acordo com a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, esse primeiro documento já está sendo elaborado e tratará inicialmente das diretrizes e bases para o Mapa do Caminho.</p>
<p>Com base em um estudo publicado em 2024, as recomendações das organizações sociais foram organizadas em três blocos: diretrizes de política energética e transição; governança e institucionalidade; orçamento, financiamento e fundamentos econômicos.</p>
<p>A substituição de combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão e o gás natural, por geração de energia limpa e renovável, como a solar e a eólica, é uma das principais medidas apontadas por especialistas como necessárias para frear o aquecimento global causado por atividades humanas que emitem gases poluentes na atmosfera.</p>
<p>A mudança no clima provocada pela ação humana tem sido associada a eventos climáticos extremos mais frequentes, que podem se agravar no futuro caso as metas estabelecidas internacionalmente pelo Acordo de Paris não sejam atingidas.</p>
<h3>Políticas públicas</h3>
<p>Cada bloco do documento enviado ao governo traz medidas de ordem prática. Por exemplo, no que trata das políticas energéticas e de transição, é sugerido realizar o cálculo do mínimo necessário de combustível fóssil para o período de transição energética, promover o descomissionamento dos campos de petróleo prestes a esgotar e elaborar um cronograma para zerar os leilões de petróleo no Brasil.</p>
<blockquote><p>“A desigualdade gerada pela expansão fóssil não é só regional ou social. É intergeracional, com ganhos concentrados agora e custos climáticos, sanitários e fiscais para nossos filhos”, alerta Nicole Oliveira, diretora do Instituto Arayara.</p></blockquote>
<h3>Governança</h3>
<p>Como recomendação de governança, é sugerido o fortalecimento de mecanismos de integração entre governo, sociedade e setor produtivo, como o Fórum Nacional de Transição Energética e o Fórum Brasileiro de Mudança do Clima, além da criação de um órgão de coordenação central capaz de monitorar o cumprimento de cronogramas e que funcione como uma autoridade de implementação.</p>
<blockquote><p>“É uma mudança que exige compromisso e responsabilidade de todos os governos – atuais e vindouros – e de uma sociedade que faça e cobre tal escolha. Todo o setor privado – financeiro, agro, indústria – também precisa se engajar, voluntariamente ou não”, diz o pesquisador do ClimaInfo, Shigueo Watanabe Jr.</p></blockquote>
<h3>Finanças</h3>
<p>No aspecto financeiro, entre as sugestões está o embasar a suspensão de novos leilões de petróleo na gestão do risco de ativos obsoletos (stranded assets, no termo em inglês). Por essa lógica, de perda dos ativos com origem nos combustíveis fósseis em um cenário de transição global, o documento recomenda evitar a antecipação da renda de recursos ainda não explorados.</p>
<p>O fim de novos subsídios governamentais à produção de combustíveis fósseis e a revisão dos existentes também integram as recomendações orçamentárias, assim como a destinação de orçamento vinculado à transição energética tanto no Plano Plurianual (PPA) quanto na Lei Orçamentária Anual (LOA).</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lula dá 60 dias para ministérios criarem roteiro para fim dos combustíveis fósseis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 14:17:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[fim dos combustívei fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[mapa do Caminho]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/contra_fossil-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em despacho publicado no Diário Oficial da União na segunda-feira, 8, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a construção de uma proposta com diretrizes para elaborar o &#8220;mapa do caminho&#8221; para uma “transição energética justa e planejada” no País. A encomenda de Lula envolve os ministérios de Minas e Energia (MME), Fazenda (MF), [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/contra_fossil-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em despacho publicado no Diário Oficial da União na segunda-feira, 8, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a construção de uma proposta com diretrizes para elaborar o &#8220;mapa do caminho&#8221; para uma “transição energética justa e planejada” no País.</p>
<p>A encomenda de Lula envolve os ministérios de Minas e Energia (MME), Fazenda (MF), Meio Ambiente (MMA) e Casa Civil. As pastas terão de apresentar, em 60 dias, uma proposta de resolução a ser submetida, em caráter prioritário, ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).</p>
<p>O “mapa do caminho” brasileiro terá “vistas à redução gradativa da dependência de combustíveis fósseis no país”, incluindo a proposição de “mecanismos de financiamento adequados à implementação da política de transição energética”. Nesse sentido, o despacho cita a “criação do Fundo para a Transição Energética, cujo financiamento será custeado por parcela das receitas governamentais decorrentes da exploração de petróleo e gás”.</p>
<p>A encomenda de Lula é uma resposta nacional a uma demanda feita pelo próprio presidente na Cúpula de Líderes e reforçada na COP30. Lula conclamou várias vezes os países a concordarem, como um dos resultados da conferência de Belém, com o início da construção de um mapa para que o mundo começasse a se afastar de petróleo, gás fóssil e carvão.</p>
<p>Em um de seus discursos, o presidente sinalizou que iria propor a criação de um fundo com recursos do petróleo para financiar a transição energética no Brasil. “Direcionar parte dos lucros com a exploração de petróleo para a transição energética permanece um caminho válido para os países em desenvolvimento. O Brasil estabelecerá um fundo dessa natureza para financiar o enfrentamento da mudança do clima e promover Justiça Climática”, afirmou.</p>
<p><main class="post-content container">Para Claudio Angelo, coordenador de Política Internacional do Observatório do Clima &#8220;é notável como a linguagem relativa à transição energética fica mais diluída a cada passada pela roleta da política”.</main></p>
<blockquote><p>&#8220;A ‘eliminação gradual’ dos combustíveis fósseis virou ‘transição para longe dos combustíveis fósseis’ em 2023 em Dubai, ‘superação da dependência’ dos fósseis em Belém e, agora, no Brasil, ‘redução gradativa da dependência’”, afirma</p></blockquote>
<p>Ainda assim, Angelo acredita que Lula está fazendo o dever de casa e destaca a importância de o Brasil liderar essa missão.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se o Brasil, país em desenvolvimento e oitavo maior produtor de petróleo do mundo, demonstrar que está disposto a seguir o que prega, fica mais difícil para os outros países alegarem dificuldade.”</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Presidente da COP30 usa incêndio para pedir consenso em reta final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 15:39:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
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		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[mapa do Caminho]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/54938123359_75a887fe02_c-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, usou o incidente do incêndio que atingiu o Pavilhão Países na Zona Azul, na tarde de quinta-feira (20), como uma metáfora para pedir unidade e consenso nas negociações finais da conferência. O fogo, que foi rapidamente contido, exigiu atendimento médico para 27 pessoas, segundo o Ministério [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/54938123359_75a887fe02_c-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, usou o <a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/incendio-atinge-parte-do-pavilhao-da-cop30-em-belem/" target="_blank" rel="noopener">incidente do incêndio que atingiu o Pavilhão Países na Zona Azul,</a> na tarde de quinta-feira (20), como uma metáfora para pedir unidade e consenso nas negociações finais da conferência. O fogo, que foi rapidamente contido, exigiu atendimento médico para 27 pessoas, segundo o Ministério da Saúde, que informou que seis delas seguem internadas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Foi muito rapidamente contido e nos lembrou de nossa vulnerabilidade compartilhada e de como, instintivamente, nos unimos para agir em momentos de crise. Isso é exatamente o que caracteriza nossa COP. Quando enfrentamos uma crise, devemos responder juntos&#8221;, declarou Corrêa do Lago em reunião informal nesta sexta-feira (21).</p></blockquote>
<p>O embaixador reforçou o sentimento de solidariedade citando uma frase de Mohamed Adal, que lhe chamou a atenção durante o caos: &#8220;&#8216;Mesmo em um momento de caos, uma coisa se destacou. Pessoas de todos os cantos do mundo, de diferentes nações, credos e afiliações cuidaram umas das outras'&#8221;.</p>
<p>O apelo pela união ocorreu horas após a divulgação do <a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/plano-contra-combustiveis-fosseis-fica-de-fora-de-novo-rascunho-de-decisao-da-cop30/" target="_blank" rel="noopener">rascunho do texto &#8220;Decisão Mutirão&#8221;</a>, que foi amplamente rejeitado por 29 países por excluir o roteiro para o fim dos combustíveis fósseis. Corrêa do Lago pediu um esforço para que as delegações cheguem a um consenso.</p>
<blockquote><p>&#8220;Acredito que estamos muito próximos do nosso objetivo triplo: fortalecer o multilateralismo, conectar este processo às pessoas e acelerar a implementação do Acordo de Paris. Sabemos que é um desafio considerável porque, em casa, todos os nossos governos enfrentam vários tipos de pressões&#8221;, disse.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/plano-contra-combustiveis-fosseis-fica-de-fora-de-novo-rascunho-de-decisao-da-cop30/" target="_top">Plano contra combustíveis fósseis fica de fora de novo rascunho de decisão da COP30</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/colombia-assume-lideranca-contra-combustiveis-fosseis-e-lanca-nova-conferencia/" target="_top">Colômbia assume liderança contra combustíveis fósseis e lança nova conferência</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/incendio-atinge-parte-do-pavilhao-da-cop30-em-belem/" target="_top">Incêndio atinge parte do pavilhão da COP30, em Belém</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Colômbia assume liderança contra combustíveis fósseis e lança nova conferência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 14:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[mapa do Caminho]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Copia-de-DSC05199-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Colômbia assumiu a liderança de uma das principais discussões climáticas na COP30 e anunciou, na manhã desta sexta-feira (21), a criação de uma nova conferência internacional dedicada exclusivamente à transição dos combustíveis fósseis. A Ministra do Meio Ambiente colombiana, Irene Velez-Torres, foi taxativa ao lançar a &#8220;Declaração de Belém para a transição dos combustíveis [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Copia-de-DSC05199-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Colômbia assumiu a liderança de uma das principais discussões climáticas na COP30 e anunciou, na manhã desta sexta-feira (21), a criação de uma nova conferência internacional dedicada exclusivamente à transição dos combustíveis fósseis. A Ministra do Meio Ambiente colombiana, Irene Velez-Torres, foi taxativa ao lançar a &#8220;Declaração de Belém para a transição dos combustíveis fósseis&#8221; e exigir um compromisso imediato.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esta COP não pode terminar sem um mapa claro para a eliminação gradual dos combustíveis fósseis&#8221;, afirmou, em referência a ausência do tema<a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/plano-contra-combustiveis-fosseis-fica-de-fora-de-novo-rascunho-de-decisao-da-cop30/" target="_blank" rel="noopener"> no novo rascunho de decisão da COP30,</a> divulgado pela manhã.</p></blockquote>
<p>Aplaudida, Velez-Torres revelou que mais de 80 países já apoiam um roteiro para o tema. Para garantir que o debate não termine em Belém, o governo colombiano, em aliança com a Holanda, sediará a primeira Conferência Internacional para a Transição dos Combustíveis Fósseis em Santa Marta, Colômbia, nos dias 28 e 29 de abril de 2026.</p>
<p>A coletiva reuniu ministros de 14 países, muitos deles de nações insulares do Pacífico — como Vanuatu —, que correm risco de desaparecimento devido à crise climática.</p>
<p>&#8220;Sem mitigação nós ficaremos presos num ciclo de aumento de emissões e custos de adaptação climática&#8221;, disse o ministro de Luxemburgo, Serge Wilmes.</p>
<p>A representante das Ilhas Marshall, Tina Stege, reforçou a determinação do grupo, que agradeceu o impulso dado pelo Brasil no tema.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós sabemos que alguns não estão convencidos, mas&#8230; Esse mapa do caminho é inevitável, ele vai acontecer. Esses países se uniram para garantir que ele vai acontecer&#8221;, ressaltou Stege.</p></blockquote>
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