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	<title>manteigas vegetais &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>BioJuruti transforma sementes da floresta em autonomia e renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:12:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/20260408064834-GC00076190-F00298761-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O que antes era descartado na natureza ou vendido apenas como insumo bruto, agora ganha a sofisticação da ciência e o valor da indústria em Juruti, no Baixo Amazonas. A inauguração do laboratório BioJuruti, no distrito de Castanhal, marca um salto estratégico para o Pará: a estrutura é voltada à extração de óleos e manteigas [...]]]></description>
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<p>A iniciativa é fruto de um acordo de cooperação entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas) e a Alcoa, via programa Regulariza Pará. O projeto une a expertise da UFPA, o Instituto ISACI, a prefeitura local e, principalmente, a Cooperativa Agroindustrial de Castanhal e Planalto (COOCALP).</p>
<p>Diferente de modelos tradicionais onde as comunidades apenas coletam o fruto, o BioJuruti foca no ciclo completo. Para o secretário adjunto da Semas, Rodolpho Zahluth Bastos, essa construção coletiva é a &#8220;receita do sucesso&#8221;.</p>
<blockquote><p>“O projeto reúne comunidade, sociedade civil, iniciativa privada, universidade, poder público municipal e poder público estadual, e essa é a receita do sucesso. Cada um teve uma importância fundamental na cadeia de planejamento e implementação do projeto”, afirmou. Rodolpho</p></blockquote>
<p>O secretário enfatizou que o diferencial em Juruti é a autonomia.</p>
<blockquote><p>“Muitas vezes, em projetos de bioeconomia, a comunidade participa apenas fornecendo a matéria-prima. Aqui em Juruti, não. O protagonismo comunitário é do início ao fim. Vocês trabalham a matéria-prima e produzem a partir dela. O diferencial desse projeto é justamente esse: garantir autonomia e protagonismo completo para a comunidade”.</p></blockquote>
<h3>Sementes que viram sustento</h3>
<p>O impacto social é imediato para os agricultores e extrativistas da zona rural. Jackson Lima, diretor financeiro da COOCALP, destaca que o laboratório dá utilidade ao que era invisível.</p>
<blockquote><p>“A COOCALP, junto com o ISACI, executou esse projeto, mas o maior beneficiário são os nossos agricultores. É um projeto voltado para os cooperados do Distrito de Castanhal. Nós temos várias sementes que seriam descartadas na natureza e que hoje geram renda para dentro da comunidade”, explicou.</p></blockquote>
<p>A estrutura funcionará com apoio técnico da UFPA até 2027, preparando a cooperativa para assumir a liderança total da operação. Para o professor Ney Oliveira, do ISACI, o sucesso se deve à &#8220;territorialidade da ciência&#8221;, enquanto o professor Otávio do Canto, da UFPA, reforça o lado pragmático da preservação.</p>
<blockquote><p>“Eu agradeço imensamente a todas as instituições e pessoas que acreditaram no nosso sonho e o transformaram em realidade. Mas nada é tão concreto quanto transformar recursos naturais como castanha, buriti, andiroba, tucumã e tantos outros em renda para a comunidade do distrito de Castanhal”.</p></blockquote>
<h3>Desenvolvimento com floresta em pé</h3>
<p>Alinhado ao Plano Estadual de Bioeconomia (2022), o laboratório é uma peça-chave para manter a floresta conservada enquanto gera valor comercial. Pamella De-Cnop, diretora de Sustentabilidade da Alcoa, reforça que a meta é deixar um legado.</p>
<blockquote><p>“Nosso objetivo é contribuir para que Juruti se desenvolva de forma sustentável, com a valorização dos saberes gerados na Amazônia, gerando oportunidades e qualidade de vida para a população e construindo um legado de excelência para as gerações futuras”.</p></blockquote>
<p>A prefeita de Juruti, Lucidia Batista, celebrou a entrega como um marco da vocação local para a bioeconomia e de valor para quem vive e produz no território.</p>
<blockquote><p>&#8220;É uma entrega que gera oportunidade, renda e desenvolvimento com responsabilidade ambiental para as comunidades”, concluiu.</p></blockquote>
<p>Com o BioJuruti, o município deixa de ser apenas um observador da biodiversidade para se tornar um catalisador de inovação e inclusão produtiva no coração da Amazônia.</p>
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