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	<title>Manioca &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Manioca &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Shoyu amazônico: a sacada que elevou as vendas de empresa paraense em 35%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 14:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/IMG_4609-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Ícone da gastronomia do Norte, o tucupi está no centro de um movimento de expansão de mercado liderado por empreendedores paraenses. O insumo, que transita entre pratos ancestrais e releituras modernas, destaca-se por reunir os quatro sabores básicos ao umami, oferecendo uma versatilidade única. A aposta da Manioca, segundo a CEO e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/IMG_4609-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Ícone da gastronomia do Norte, o tucupi está no centro de um movimento de expansão de mercado liderado por empreendedores paraenses. O insumo, que transita entre pratos ancestrais e releituras modernas, destaca-se por reunir os quatro sabores básicos ao umami, oferecendo uma versatilidade única.</p>
<p>A aposta da Manioca, segundo a CEO e cofundadora Joanna Martins, é transformar esse patrimônio regional em um item de consumo diário em todo o País. O resultado dessa estratégia é o &#8220;shoyu amazônico&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Sempre tivemos o sonho de popularizar os produtos da culinária amazônica para as mesas do Brasil, mas a sacada do ‘shoyu amazônico’ veio inteiramente dos clientes. O que nós fizemos foi abrir a cabeça e pensar em como aplicar essa sugestão no mercado de uma forma direta e eficiente&#8221;, explica ao <strong>Pará Terra Boa</strong>.</p></blockquote>
<p>O shoyu amazônico é feito a partir do tucupi preto, um extrato derivado da mandioca, fruto de um longo processo de fermentação e redução. Para chegar nele, é necessário cozinhar o tucupi amarelo por até 72 horas.</p>
<p>A redução é tão extrema que 40 litros de tucupi amarelo rendem entre 2 e 4 litros de tucupi preto, uma pasta densa e de sabor intenso.</p>
<p>Apesar do sabor e da história, o tucupi preto enfrentava um desafio comercial: a barreira do uso. Para o público de fora da Amazônia, o produto concentrado gerava dúvidas que limitavam seu consumo a chefs e entusiastas da culinária.</p>
<blockquote><p>&#8220;Vendíamos em uma embalagem bem parecida com a do shoyu, mas era só o tucupi concentrado. Quem já é daqui da região ou trabalha com sabores já sabe como usar, mas quando apresentávamos para o público de fora, sempre aparecia alguma dúvida de como aplicar nas receitas. Para facilitar, <a href="https://blog.maniocabrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener">chegamos a criar um blog para ensinar receitas com o tucupi preto</a>&#8220;, relembra.</p></blockquote>
<p>O ponto de virada veio da voz do próprio cliente. A reação ao paladar era unânime: &#8216;Nossa, parece shoyu&#8217;. Essa percepção recorrente virou o estalo estratégico da equipe de planejamento.</p>
<p>Se o mercado já estava familiarizado com o molho de soja, o caminho para popularizar o ativo amazônico era assumir essa identidade. Joanna ajustou a fórmula, manteve a embalagem e reposicionou a comunicação. O resultado foi imediato: o &#8216;shoyu amazônico&#8217; estreou com um salto de 35% nas vendas logo no primeiro ano.&#8221;</p>
<h3>Reconhecimento e aceitação do público</h3>
<p>Mesmo com a nova roupagem, a essência do produto permanece fiel à tradição, o que se reflete no rótulo. Enquanto os molhos de soja industriais carregam até 12 ingredientes, o &#8216;shoyu amazônico&#8217; utiliza apenas três — mandioca, água e sal. Esse conceito de clean label (rótulo limpo) atrai consumidores atentos e abre portas para quem busca saúde sem abrir mão da identidade regional.</p>
<p>Aflaviana Ribeiro, que vende comidas típicas há mais de 35 anos em Belém, conta ao <strong>Pará Terra Boa</strong> que mesmo que o tucupi já esteja presente nas suas receitas, o shoyu conquistou o paladar dela e dos seus clientes.</p>
<blockquote><p>“Embora a gente trabalhe com comida tradicional, volta e meia estamos em eventos onde conhecemos produtos novos. O tucupi preto já é um velho conhecido da gente, mas essa roupagem de shoyu deixou as coisas mais interessantes porque fica mais fácil de servir na mesa, vira uma opção de molho para aquele cliente que possui algum tipo de restrição alimentar, e a gente não leva tanto tempo explicando o que é”, conta.</p></blockquote>
<p>A empreendedora conta que, especialmente durante a COP30, precisou investir mais em produtos alternativos, mas que preservassem a identidade regional, pois o evento global trouxe consumidores ávidos por experimentar a culinária amazônica.</p>
<blockquote><p>“Precisei ser mais didática e trabalhar a acessibilidade. Algumas pessoas vêm comer um salgado ou provar um vatapá sem conhecer a fundo todos os ingredientes. Aí fizemos esse trabalho de explicar com detalhes a composição de cada receita, dos nossos temperos tradicionais e fazer adaptações caso a pessoa não queira algo de origem animal ou não possa consumir corantes, por exemplo”, explica.</p></blockquote>
<p>Já a técnica de enfermagem Larissa Santos conta que conheceu o &#8216;shoyu amazônico&#8217; após a mãe passar por uma cirurgia e precisar mudar os hábitos alimentares.</p>
<blockquote><p>“Ela não pode mais consumir molhos com muitos conservantes, corantes e excesso de sal. Aí fui em um supermercado com mais opções de produtos saudáveis e fui lendo rótulo por rótulo. Quando li que era a base de tucupi já amei, porque ela ama tucupi”, relembra.</p></blockquote>
<p>Larissa diz que a aceitação em casa foi tranquila e trouxe uma segurança devido à lista de ingredientes mais limpa, algo também apontado por Aflaviana.</p>
<blockquote><p>“Cozinhar em casa no geral é mais seguro para controlar uso de gordura e sal, mas usar temperos que também ajudam nisso é um alívio no dia a dia”, diz Larissa.</p></blockquote>
<h3>Valorizando origens</h3>
<p>A mandioca é responsável por cerca de 80% do portfólio da Manioca. No entanto, a empresa ainda encontra dificuldade, especialmente na oferta consistente de matéria-prima.</p>
<blockquote><p>&#8220;Existem as safras e períodos de produtos de maior e menor qualidade. Observamos que os SAFs (Sistemas Agroflorestais) ajudam a manter a produtividade com qualidade elevada, então entramos como parceiros dos nossos fornecedores para valorizar o produto e gerar laços ainda mais profundos e transparentes com as práticas sustentáveis que sustentam nossa produção&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Como resposta a esse gargalo, a Manioca lançou o Programa Raízes, braço estratégico de fortalecimento da agricultura familiar que oferece suporte técnico para elevar a produtividade e diversificar as culturas locais.</p>
<p>Hoje, a iniciativa abraça 23 famílias, responsáveis por fornecer anualmente cerca de 140 toneladas de insumos. O modelo consolida uma relação de valor compartilhado: a empresa assegura a compra e a evolução técnica no campo, enquanto os agricultores entregam matérias-primas de excelência, elevando o padrão do produto final.</p>
<blockquote><p>&#8220;São agricultores familiares, então essa famílias vivem inteiramente da produção agrícola o ano inteiro. Quando criamos essa parceria, garantimos não só um produto de qualidade, como também garantimos que eles saberão resistir ao assédio de práticas predatórias no campo, que lá na frente vão gerar degradação e benefícios muito menores do que uma agricultura sustentável a longo prazo&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<p>A principal aposta do projeto é reposicionar a Amazônia como fonte de soluções alimentares contemporâneas, capazes de dialogar com tendências globais de sustentabilidade e rastreabilidade. Tudo isso levando o sabor da Amazônia ao cotidiano dos brasileiros.</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje em dia, quando nós abordam nos eventos, quase sempre o &#8216;shoyu&#8217; é o principal gancho. Parte das pessoas acha que existe uma matemática muito complicada por trás, mas não: é a prova viva do melhor que a natureza pode oferecer, sem aditivos, corantes e aqueles ingredientes esquisitos. O &#8216;shoyu&#8217; é o carro chefe da integração entre o umami amazônico e a tecnologia com uma lista limpa de ingredientes&#8221;, diz.</p></blockquote>
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		<title>Apoio a negócios de impacto ajuda a conservar 450 mil hectares na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 12:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amaz]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Zeno Nativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/manioca1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A cooperação entre uma organização do terceiro setor e o mercado financeiro gerou uma estratégia de fortalecimento de pequenos negócios e proteção da floresta amazônica. A iniciativa é do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), que criou a Aceleradora de Impacto da Amazônia (Amaz) para alavancar recursos para os empreendedores locais. Em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/manioca1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A cooperação entre uma organização do terceiro setor e o mercado financeiro gerou uma estratégia de fortalecimento de <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/cop30-sera-vitrine-para-o-fortalecimento-da-bioeconomia-na-amazonia/">pequenos negócios e proteção da floresta amazônica</a>. A iniciativa é do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), que criou a Aceleradora de Impacto da Amazônia (Amaz) para alavancar recursos para os empreendedores locais.</p>
<p>Em cinco anos de atividades, R$ 42,5 milhões foram mobilizados em recursos próprios e de co-investidores para apoiar negócios que estavam em estágio inicial, mas que tinham potencial de crescer e dinamizar a economia da região. Atualmente, são atendidos 41 negócios, que têm em comum o impacto socioambiental positivo e a conexão dos seus fundadores com a Amazônia. Juntos, os projetos são responsáveis pela conservação de 450 mil hectares de floresta na região.</p>
<blockquote><p>&#8220;É um movimento para transformar a Amazônia em um polo de desenvolvimento sustentável, conectando o terceiro setor e o mercado privado para alavancar soluções econômicas que mantêm a floresta em pé&#8221;, explicou Gabriela Souza, coordenadora da Amaz,  à <a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-social-mais/2025/01/organizacao-mobiliza-r-42-milhoes-para-negocios-na-amazonia.shtml" target="_blank" rel="noopener">Folha de São Paulo</a>.</p></blockquote>
<p>Entre os negócios beneficiados está o Zeno Nativo, de Zeno Gemaque, um ribeirinho da <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/com-as-guardias-dp-cacau-producao-de-chocolate-desponta-no-acara-com-protagonismo-feminino/">comunidade Acará-açu</a>, a cerca de 40 km de Belém, que comercializa cacau e castanha-do-pará. A produção é dele e de mais 250 famílias de agricultores com quem estabeleceu parcerias que valorizam a qualidade dos frutos locais e a sua importância para a proteção da floresta.</p>
<blockquote><p>&#8220;Precisamos apontar novos caminhos e alternativas de renda para quem cuida da floresta&#8221;, defende Zeno Gemaque.</p></blockquote>
<p>Outro empreendimento apoiado pela Amaz é a <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/para-manioca-norte-precisa-ser-visto-como-parte-do-pais-nao-como-regiao-isolada/">Manioca</a> que trabalha aliando inovação e comércio justo. Os insumos são comprados da agricultura familiar e são a base para o desenvolvimento de produtos como temperos, molhos, farofas e feijão típicos da Amazônia, mas que agora, por meio da empresa, chegam aos principais mercados do país.</p>
<blockquote><p>&#8220;Só nos reconhecemos como negócio de impacto quando participamos do programa de aceleração da Amaz, em 2018. O capital da aceleradora [R$ 450 mil] nos ajudou a estruturar a cadeia produtiva em uma região de baixa profissionalização&#8221;, afirma Joanna Martins, CEO e uma das fundadoras da empresa.</p></blockquote>
<p>Os impactos são expressivos, mas a Amaz tem planos para aumentar a captação de recursos em prol dos negócios amazônicos. Uma das metas da aceleradora é lançar um segundo fundo de financiamento focado em empreendimentos que combinem a conservação ambiental, a restauração de florestas e a geração de renda em ritmo acelerado.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estamos ampliando nossa ambição para que, até 2030, possamos não apenas apoiar mais negócios, mas estruturar um ecossistema robusto que atraia mais investidores e acelere soluções sustentáveis na Amazônia&#8221;, ressalta Mariano Cenamo, CEO da Amaz.</p></blockquote>
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		<title>COP30 será vitrine para o fortalecimento da bioeconomia na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 13:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[amazonique]]></category>
		<category><![CDATA[ASSOBIO]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/manioca1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Tucupi, cupuaçu e cumaru e outras iguarias típicas da Amazônia são a matéria-prima para os produtos da Manioca, empresa focada na oferta de ingredientes da região para a culinária e que se tornou referência no setor em expansão da bioeconomia. Fundado há 10 anos, o negócio tem à frente os sócios Joanna Martins e Paulo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/manioca1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">Tucupi, cupuaçu e cumaru e outras iguarias típicas da Amazônia são a matéria-prima para os <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/para-manioca-norte-precisa-ser-visto-como-parte-do-pais-nao-como-regiao-isolada/">produtos da Manioca</a>, empresa focada na oferta de ingredientes da região para a culinária e que se tornou referência no setor em expansão da bioeconomia. Fundado há 10 anos, o negócio tem à frente os sócios Joanna Martins e Paulo Reis, que fizeram os temperos, molhos, geleias, granolas, farinhas e outros produtos com a cara e o sabor da Amazônia chegar em diferentes partes do país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com uma formação em Direito, Paulo Reis mudou de trajetória profissional após o contato com Joanna e, hoje, trilha uma carreira no empreendedorismo com foco em pequenos negócios de impacto socioambiental, com a própria Manioca e a Amazonique, sua empresa voltada à produção de sucos com frutas típicas. Para ele, apesar do cenário desafiador para os negócios na região, não há razão para mudar as operações para estados com mais estrutura ou mão de obra qualificada.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Estar aqui é um propósito nosso. Nós teríamos todos os motivos para se mudar para São Paulo, seria muito mais conveniente. Afinal, os nossos clientes estão lá. Mas não queremos virar mais um caso de exportação de matéria-prima da região&#8221;, disse o empresário à <a href="https://exame.com/esg/cop30-sera-vitrine-para-negocios-de-bioeconomia-na-amazonia-diz-fundador-da-manioca/" target="_blank" rel="noopener">Exame</a>.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Na visão dele, mesmo as dificuldades podem ser encaradas como oportunidades para criar soluções e fomentar o desenvolvimento local. Com base nisso, as empresas só contratam mão de obra local e criaram um programa de remuneração de forma justa para as comunidades produtoras das matérias-primas denominado &#8220;Raízes&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É esse tipo de experiência de bioeconomia que Paulo acredita ser possível potencializar a partir da COP30, que ocorre em novembro de 2025 no Pará. A expectativa é que o encontro abra espaço e dê visibilidade para as iniciativas já desenvolvidas na região e que apresentam soluções verdes para uma economia baseada na floresta e em baixas emissões de carbono.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A Amazônia terá um papel central e nos dá a possibilidade de sentar à mesa, discutir alternativas e tomar decisões. Precisamos estabelecer um modelo de desenvolvimento regional que se conecte com aquilo que já temos em potencial: medicamentos, ativos naturais e vegetais&#8221;, exemplificou o empresário.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, Paulo Reis, que também preside a <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/marcas-se-unem-para-fortalecer-negocios-da-sociobioeconomia-na-amazonia/">Associação dos Negócios de Sociobioeconomia da Amazônia (ASSOBIO)</a>, que reúne 25 empresas de diversos segmentos e diferentes estados, considera que a conferência deve favorecer as empresas locais a partir do turismo, o que pode gerar um impacto duradouro para a economia da região.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A COP também será um momento de aumento do turismo, tanto internacional como de brasileiros que não conhecem o Pará e todas as riquezas do bioma. É uma oportunidade de provarem o nosso açaí, experimentarem nossos sucos e outros alimentos. E isso envolve a visibilidade das nossas iniciativas e negócios. Tudo isto gira a economia da floresta&#8221;, destacou. </span></p></blockquote>
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		<title>Manioca e Ajinomoto estabelecem parceria para promover ingredientes da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 19:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Manioca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os ingredientes que dão vida e sabores únicos à gastronomia regional estão conquistando cada vez mais novas fronteiras. Atualmente, produtos como o tucupi, cumaru, puxari e tapioca estão mais populares no Brasil e tendem a se tornar ainda mais conhecidos com a parceria da startup Manioca com a gigante alimentícia Ajinomoto. A aliança deve permitir [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Manioca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os ingredientes que dão vida e sabores únicos à gastronomia regional estão conquistando cada vez mais novas fronteiras. Atualmente, produtos como o tucupi, cumaru, puxari e tapioca estão mais populares no Brasil e tendem a se tornar ainda mais conhecidos com a parceria da <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/para-manioca-norte-precisa-ser-visto-como-parte-do-pais-nao-como-regiao-isolada/">startup Manioca</a> com a gigante alimentícia Ajinomoto. A aliança deve permitir o aumento da produção e o desenvolvimento de novos produtos.</p>
<p>O contato entre as duas empresas ocorreu a partir da seleção da Manioca para o Ajinolab, uma iniciativa de inovação em que a companhia japonesa buscou a diversificação do portfólio com base em experiências que valorizam a biodiversidade e a geração de impactos sociais e ambientais positivos. Esse foi o primeiro investimento da Ajinomoto em uma foodtech de fora do Japão.</p>
<blockquote><p>&#8220;A decisão de estabelecer essa colaboração foi determinada pelo compromisso que temos de expandir nossa linha de produtos saudáveis, buscando atender às crescentes demandas do mercado. A missão da Manioca, alinhada à valorização da biodiversidade da Amazônia, pautada no comer bem e fazer o bem, ressoa com os valores e princípios da Ajinomoto”, afirma o presidente da empresa no Brasil, Shigeo Nakamura.</p></blockquote>
<p>Com isso, a ideia é desenvolver um plano colaborativo de negócios, que contemple, por exemplo, estratégias para aprimorar a distribuição e a inovação no ramo de alimentos saudáveis. A empresa paraense também espera que a parceria alavanque as vendas diretas ao consumidor, que hoje tem acesso aos produtos por meio do site e de 150 pontos de vareja espalhados em 21 estados do país.</p>
<blockquote><p>“Temos um sonho grande que é estar na casa de todo brasileiro”, disse Joanna Martins ao <a href="https://capitalreset.uol.com.br/amazonia/bioeconomia/por-que-a-ajinomoto-se-interessou-pela-startup-do-tucupi/" target="_blank" rel="noopener">Reset</a>.</p></blockquote>
<p>Ela é uma das fundadoras da foodtech ao lado do empresário Paulo Reis, que dirige a recém-criada <a href="https://paraterraboa.com/economia/marcas-se-unem-para-fortalecer-negocios-da-sociobioeconomia-na-amazonia/">Associação de Negócios da Sociobioeconomia da Amazônia (ASSOBIO)</a>.</p>
<h3>Relação com agricultura familiar e comunidades tradicionais</h3>
<p>Ao longo de uma década, a empresa foi ganhando espaço pelo trabalho que alia tradição e inovação. O modelo de negócio é baseado na oferta de insumos típicos da Amazônia com uma linha de produtos diversos, como farinhas, granolas, temperos, pimentas e geleias.</p>
<p>Para isso, a <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/investimento-em-produtos-da-sociobiodiversidade-nao-encontra-eco-no-sistema-financeiro/">Manioca estruturou uma cadeia produtiva e relações de comércio justo com 45 famílias da agricultura familiar e povos e comunidades tradicionais da região</a>,  em que há a preocupação em ajudar esses negócios familiares a lidar com demandas do mercado. Isso, além de investir em campanhas de divulgação para que os consumidores de fora conheçam e aprendam a cozinhar com os ingredientes locais.</p>
<blockquote><p>“Eles não estão acostumados a atender uma indústria, por exemplo, que quer um produto mais padronizado, embalado de uma forma adequada, que seja pedido e entregue em um prazo específico, que tenha nota fiscal”, destaca Joanna.</p></blockquote>
<p>A expectativa é que a nova parceria inspire também os projetos de outras empresas do ramo para investir não só na exploração das matérias-primas locais, mas principalmente na agregação de valor e no reconhecimento dos empreendedores locais tocados por grupos familiares e comunidades tradicionais, fortalecendo assim a economia e a rede de fornecedores da região.</p>
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		<title>Fundação Getúlio Vargas vai propor que bioeconomia entre no cálculo das contas nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 14:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Manioca]]></category>
		<category><![CDATA[OCBIO-FGV]]></category>
		<category><![CDATA[PIB da bioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/manioca1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Observatório de Bioeconomia da Fundação Getúlio Vargas (OCBIO-FGV) vai apresentar ao governo federal, nesta quinta-feira, 10, um estudo  em que propõe a inclusão do &#8220;PIB da bioeconomia&#8221; no cálculo das contas nacionais. Isso permitiria ao País ser um dos primeiros a avaliar adequadamente o impacto econômico das atividades relacionadas aos produtos que vêm da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/manioca1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Observatório de Bioeconomia da Fundação Getúlio Vargas (OCBIO-FGV) vai apresentar ao governo federal, nesta quinta-feira, 10, um estudo  em que propõe a inclusão do &#8220;PIB da bioeconomia&#8221; no cálculo das contas nacionais. Isso permitiria ao País ser um dos primeiros a avaliar adequadamente o impacto econômico das atividades relacionadas aos produtos que vêm da natureza e ao desenvolvimento sustentável, de acordo com o <a href="https://globorural.globo.com/economia/noticia/2023/08/fgv-vai-propor-bioeconomia-no-calculo-das-contas-nacionais.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Globo Rural</a>.</p>
<p>Atualmente, o cálculo do PIB não captura efetivamente fatores como a dimensão econômica dos ativos ambientais brasileiros e a renda que eles geram.</p>
<blockquote><p>“Nem vícios nem benefícios ambientais são computados no PIB tradicional. Se uma indústria compra um plástico para embalar o seu produto e esse plástico tem algum impacto ambiental, o PIB não reconhece o efeito econômico que essa poluição pode ter”, explica. “O PIB tem um número, que é o preço do plástico, mas não a relação entre esse plástico e a natureza”, afirma o coordenador do observatório, Daniel Vargas.</p></blockquote>
<p>No caso da bioeconomia, os produtos brasileiros exportados incorporam serviços ambientais que não são contabilizados no PIB. Por exemplo, se um produtor rural mantém parte de sua propriedade preservada, ele oferece um serviço ambiental embutido em seus produtos. No entanto, esse serviço não é considerado na contagem econômica atual.</p>
<p>O estudo propõe a criação da Conta Nacional de Bioeconomia (CNBio), que integraria contas econômicas e ambientais por meio do uso de &#8220;contas-satélite&#8221;, extensões do Sistema de Contas Nacionais (SCN) que permitem análises mais abrangentes que vão além da economia tradicional.</p>
<p>O Observatório de Bioeconomia da FGV já deu passos significativos ao desenvolver o PIB da Bioeconomia, que identifica atividades do setor dentro das contas nacionais. Ao criar a &#8220;conta da bioeconomia&#8221;, poderia ser pioneiro e estabelecer um padrão internacional para a contabilidade relacionada à atividade, acredita Vargas.</p>
<p>No Pará, a marca <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/para-manioca-norte-precisa-ser-visto-como-parte-do-pais-nao-como-regiao-isolada/" target="_blank" rel="noopener">Manioca</a> é um dos exemplos bem-sucedidos de bioeconomia. Criada há oito anos por Joana Martins, em Belém, a empresa utiliza matérias-primas da Amazônia para produzir, de forma sustentável, seus alimentos naturais.</p>
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		<title>Para Manioca, Norte precisa ser visto como parte do País, não como região isolada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 19:55:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[granola de tapioca]]></category>
		<category><![CDATA[Manioca]]></category>
		<category><![CDATA[tucupi amarelo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Manioca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Gisele Coutinho O amor pela cozinha paraense corre no sangue da família Martins, em Belém. Por isso, divulgar os ingredientes que ajudaram a construir a identidade dessa culinária tão rica e ao mesmo tempo tão desconhecida do restante do País sempre foi uma de suas missões prediletas. Desde os tempos do pequeno e renomado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Manioca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Gisele Coutinho</em></p>
<p>O amor pela cozinha paraense corre no sangue da família Martins, em Belém. Por isso, divulgar os ingredientes que ajudaram a construir a identidade dessa culinária tão rica e ao mesmo tempo tão desconhecida do restante do País sempre foi uma de suas missões prediletas.</p>
<p>Desde os tempos do pequeno e renomado restaurante “Lá em Casa”, em Belém, até os dias atuais, passando pelo célebre festival “Ver-o-peso Cozinha Paraense”, que ocorreu de forma ininterrupta entre 2000 e 2019, são três gerações se dedicando ao cumprimento desse grande objetivo, personificado agora na figura de Joanna Martins, co-fundadora da empresa Manioca, com sede na capital paraense.</p>
<p>Inspirada pelo amor dos pais e avós pelos produtos típicos da região, lembrando das caixas de isopor carregadas de iguarias que eram despachadas para os grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro, Joanna uniu-se em 2014 ao sócio Paulo Reis com o objetivo de encontrar parceiros que produzissem, cultivassem ou coletassem esses ingredientes típicos, ou que tivessem receitas exclusivas em que se fizessem presentes, para conquistar mercados focados no público apreciador da boa mesa.</p>
<p>E é aqui que o primeiro grande objetivo dos Martins se conecta com um segundo, mas não menos importante: promover o aumento de renda e a valorização do trabalho dos pequenos produtores da região.</p>
<blockquote><p>“A gente acredita que tornar a culinária amazônica conhecida no Brasil e no mundo é uma grande, porém deliciosa missão. Mostrar ao mundo que nossos itens merecem atenção por serem únicos e carregarem muito de nossa cultura, é proporcionar aos nossos fornecedores, pequenos produtores e microempresários locais, o reconhecimento e o valor que merecem”, diz a gerente de marketing da Manioca, Mariane Bandeira, ao <strong>Pará Terra Boa</strong>, na terça-feira, 01/02.</p></blockquote>
<p>Mais que isso, a empresa respeita as necessidades de cada família fornecedora, cada extrativista, sem impor uma regra geral para todos. Com esse intuito, foi criado em 2017 um programa de desenvolvimento de fornecedores, que busca contribuir para que cada um se reconheça como negociante e se sinta respeitado e motivado. Entre os benefícios para essa rede de fornecedores estão dar condições para que as crianças das famílias estejam devidamente matriculadas em escolas e orientações para que os adultos possam investir e garantir melhores condições para o futuro após a aposentadoria.</p>
<h3><strong>Parte do todo<br />
</strong></h3>
<p>Entre os produtos, encontram-se itens bastante conhecidos, como o <strong>tucupi</strong> e a <strong>farinha de</strong> <strong>tapioca granulada</strong>, e outros inovadores, como a granola de tapioca, as <strong>geleias de pimenta de cheiro</strong>, <strong>priprioca</strong> e <strong>taperebá</strong>.</p>
<blockquote><p>“A cultura alimentar se desenvolve e se transforma no dia a dia através da criatividade e da busca por novas possibilidades a partir de um ingrediente conhecido. É assim que a Manioca estimula sua rede de fornecedores a apresentar novas ideias. Queremos que os mais diversos perfis de sabores sejam idealizados através do uso dos nossos ingredientes locais. Queremos vê-los sendo conhecidos em todo o Brasil porque o Norte precisa ser visto como parte, de fato, do País, não como uma região isolada ou mitificada”, diz Mariane.</p></blockquote>
<p>Ainda de acordo com ela, o carro-chefe da marca é o <strong>tucupi amarelo</strong>, já bastante conhecido do público brasileiro, seguido de perto pela <strong>granola</strong>, composta de farinha de tapioca, nibs de cacau, castanha-do-Brasil, cupuaçu e cumaru – todos com origem em pequenos negócios familiares que prezam por práticas sustentáveis em sua produção, cultivo ou extração.</p>
<h3><strong>Popularizar<br />
</strong></h3>
<p>Ao olhar para os anos iniciais da Manioca, era possível perceber que havia um interesse genuíno pelos produtos, mas apenas entre chefs de cozinha e um público consumidor muito especializado no nicho gastronômico.</p>
<p>Hoje, no entanto, eles já podem ser encontrados em lojas físicas de supermercados em quase todas as capitais do País e em <em>shoppings</em> com penetração em todo o território nacional, proporcionando acesso a todo o público brasileiro às delícias oferecidas pela empresa.</p>
<p>Segundo Mariane, o momento agora é de intensificar a busca por parceiros no varejo em cidades importantes para além das capitais, com foco no público em geral, e não apenas no nicho de aficionados por culinária.</p>
<p>Produtos como <strong>granola de tapioca</strong>, molhos de pimenta ou <strong>feijão-manteiguinha</strong> podem tranquilamente compor o dia a dia de qualquer pessoa pelo País afora, pois são perfis de sabores próximos aos habituais em muitas das regiões brasileiras.</p>
<h3>Prêmio na França</h3>
<p>Prova disso são os resultados que a Manioca vem obtendo nos últimos dois anos, em que mesmo com o cenário adverso trazido pela pandemia do novo coronavírus, as vendas crescem constantemente, chegando hoje a registrar o dobro do volume obtido em 2019, por exemplo, segundo conta Mariane.</p>
<p>Em se tratando de mercado externo, a empresa já está presente nos Estados Unidos, Japão e  Europa. No velho continente, quem está por trás das ações comerciais e de divulgação da marca é a empresa Ybá &#8211; Du Brèsil au Monde, pelas mãos da brasileira Thaís Santos.</p>
<p>“Nós, do Ybá &#8211; Du Brésil Au Monde, nos sentimos honrados em apresentar ingredientes emblemáticos e ancestrais da Amazônia na França e em toda a Europa. Como resultado do nosso trabalho em conjunto, o Tucupi da Manioca ganhou o prêmio de produto inovação no <em>SIRAH Innovation Awards</em>, prêmio organizado por uma das maiores feiras profissionais do setor gastronômico em Lyon na França. Isso ajuda a abrir muitas portas num mercado tão exigente quanto o gastronômico no continente europeu”, diz Thaís.</p>
<p>Ela conta ainda que se sente orgulhosa por estar, mesmo que indiretamente, colaborando com o cenário socioeconômico da região ao promover produtos como os da Manioca.</p>
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