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	<title>manejo florestal &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>manejo florestal &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Sistemas Agroflorestais beneficiam mais de 1,7 mil famílias no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Sistemas Agroflorestais (Prosaf)]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260324125941-GC00075743-F00295900-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O uso da terra de forma sustentável tem ganhado força no Pará com iniciativas que unem produção agrícola e preservação ambiental. Um dos principais exemplos é o Projeto Sistemas Agroflorestais (Prosaf), desenvolvido pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), que vem ampliando oportunidades para agricultores familiares e distribuiu mais de 5 milhões de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260324125941-GC00075743-F00295900-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O uso da terra de forma sustentável tem ganhado força no Pará com iniciativas que unem produção agrícola e preservação ambiental. Um dos principais exemplos é o Projeto Sistemas Agroflorestais (Prosaf), desenvolvido pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), que vem ampliando oportunidades para agricultores familiares e distribuiu mais de 5 milhões de mudas e sementes em todo o estado.</p>
<p>Em 2025, o projeto atendeu diretamente 1.755 famílias de pequenos produtores rurais em diferentes regiões paraenses, onde mais de 1.600 hectares passaram a contar com Sistemas Agroflorestais (SAFs), modelo de cultivo que combina árvores, frutas e outras culturas na mesma área, ajudando a recuperar o solo e aumentar a produção.</p>
<p>Além de incentivar o plantio sustentável, o Prosaf também investiu na distribuição de insumos. No último anos foram entregues quase 2,8 milhões de sementes e mais de 2,2 milhões de mudas de espécies frutíferas e nativas da Amazônia. Entre elas, estão plantas adaptadas à região e também variedades melhoradas por pesquisas, que produzem mais e são mais resistentes a doenças. No total, mais de 5 milhões de sementes e mudas foram repassadas aos agricultores.</p>
<p>Para a engenheira agrônoma Laura Dias, diretora em exercício da Diretoria de Desenvolvimento da Cadeia Florestal (DDF), que implementou o projeto, a iniciativa vai além da produção agrícola.</p>
<blockquote><p>“Distribuímos ao longo de 2025 diversas espécies da Amazônia aos agricultores familiares participantes do Prosaf, para que consigam ter maior variedade em suas áreas de SAFs, incluindo espécies melhoradas por pesquisas, mais produtivas e resistentes a doenças”, explicou.</p></blockquote>
<p>Segundo ela, o projeto cumpre um papel importante ao unir preservação ambiental e geração de renda. Isso porque o plantio de espécies nativas ajuda a recuperar áreas degradadas e, ao mesmo tempo, cria novas fontes de sustento para as famílias.</p>
<p><strong>Formação e capacitação</strong></p>
<p>Outro ponto de destaque é a capacitação dos produtores. Mais de 160 pessoas participaram de treinamentos voltados ao plantio, manejo e cuidado com as culturas. A ideia é garantir que os agricultores consigam manter e ampliar os resultados ao longo do tempo.</p>
<p>Na prática, os efeitos já são sentidos nas comunidades. A agricultora Suely Nascimento, vice-presidente da Associação Quilombola de Moju-Miri, afirma que o conhecimento adquirido fez diferença no dia a dia da comunidade, gerando melhorias na terra e no bem estar dos moradores.</p>
<blockquote><p>“Esses conhecimentos foram muito importantes. Aprendemos coisas novas, técnicas novas e, principalmente, tivemos incentivo para o grupo e para os moradores da comunidade, que viram que o projeto está dando certo. Além disso, isso vai gerar renda e melhorar os nossos SAFs”, contou.</p></blockquote>
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		<title>Como a conservação florestal coloca o Brasil no centro da agenda climática global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 14:11:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia 2030]]></category>
		<category><![CDATA[florestas tropicais]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[restauração florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/amazonia6-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Brasil reúne as condições mais favoráveis do planeta para liderar a agenda climática global por meio da conservação, restauração florestal e silvicultura. Essa é a principal conclusão do estudo O Protagonismo das Florestas Brasileiras na Agenda Climática Global, que apresenta dados consolidados sobre o papel estratégico das florestas brasileiras no enfrentamento da crise climática. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/amazonia6-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Brasil reúne as condições mais favoráveis do planeta para liderar a agenda climática global por meio da conservação, restauração florestal e silvicultura. Essa é a principal conclusão do estudo<a href="https://amazonia2030.org.br/wp-content/uploads/2026/02/O-protagonismo-das-florestas-brasileiras-na-agenda-climatica-global.pdf" target="_blank" rel="noopener"> O Protagonismo das Florestas Brasileiras na Agenda Climática Global,</a> que apresenta dados consolidados sobre o papel estratégico das florestas brasileiras no enfrentamento da crise climática. As informações são do projeto Amazônia 2030.</p>
<p>Segundo o documento, as florestas estão entre as soluções climáticas mais escaláveis e custo-efetivas disponíveis atualmente, sendo responsáveis por absorver cerca de um terço das emissões globais anuais de gases de efeito estufa provenientes da atividade humana. Sem florestas conservadas, manejadas e restauradas, o cumprimento das metas do Acordo de Paris torna-se inviável.</p>
<p>O Brasil ocupa posição central nesse cenário. Isso porque toda a diversidade de cobertura florestal existente no Brasil define o conceito de contínuo florestal, que inclui as florestas nativas conservadas, as atividades de restauração florestal com espécies nativas e também a atividade da silvicultura de espécies nativas e exóticas, voltadas para diversos fins industriais.</p>
<p>Atualmente, são cerca de 500 milhões de hectares de florestas nativas, o equivalente a quase 60% do território nacional.  E isso inclui não apenas a Amazônia, mas também outras formações florestais nos biomas Cerrado, Caatinga, Pantanal e até mesmo nos</p>
<blockquote><p>&#8220;Essas florestas armazenam vastos estoques de carbono, regulam chuvas e ciclos hídricos, e abrigam uma das maiores biodiversidades do planeta. Além disso, as florestas, principalmente a Amazônica, prestam um serviço ambiental fundamental para a economia brasileira por meio da regularização dos regimes de chuva&#8221;, diz o relatório</p></blockquote>
<h3>Dois cenários para 2035</h3>
<p>O estudo projeta dois cenários para 2035. No cenário base, mantidos níveis médios de desmatamento, o país registraria perda aproximada de 1% no estoque de carbono das formações florestais.</p>
<p>No cenário potencial, com desmatamento ilegal próximo de zero até 2030, expansão da restauração e crescimento da silvicultura, o Brasil poderia gerar um ganho líquido de aproximadamente 1% no estoque de carbono, revertendo a curva histórica de perda florestal.</p>
<p>Esse avanço seria possível sem competir com a produção de alimentos. O levantamento indica que há extensas áreas desmatadas subutilizadas aptas a atender a expansão agropecuária e, simultaneamente, permitir a restauração florestal e o plantio comercial de árvores.</p>
<h3>Código Florestal e instrumentos de mercado</h3>
<p>O país já dispõe de arcabouço legal robusto para proteção das florestas, com destaque para o Código Florestal, que assegura Áreas de Preservação Permanente e Reservas Legais em propriedades rurais. Estima-se que 215 milhões de hectares estejam conservados ou reflorestados em imóveis rurais voltados à produção de alimentos.</p>
<p>O estudo também aponta mecanismos financeiros promissores para escalar a conservação, como o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, TFFF, e o REDD+ Jurisdicional. Ao lado desses instrumentos, políticas de comando e controle combinadas com ordenamento territorial já demonstraram eficácia histórica, como ocorreu entre 2004 e 2012, quando o desmatamento na Amazônia foi reduzido em 80%.</p>
<h3>Restauração e silvicultura em expansão</h3>
<p>A restauração florestal com espécies nativas desponta como nova fronteira econômica, atraindo capital privado e podendo alcançar milhões de hectares até 2035.</p>
<p>Já a silvicultura de espécies exóticas, considerada a mais competitiva do mundo, deve expandir sua área plantada de 4 milhões para até 6,2 milhões de hectares na próxima década, sobretudo em áreas anteriormente degradadas.</p>
<p>Além da captura de carbono, as florestas brasileiras exercem papel crucial na regulação do regime de chuvas, na segurança hídrica, na produção agrícola e na conservação da biodiversidade.</p>
<p>Para os autores, consolidar o protagonismo brasileiro exige combinar proteção efetiva contra o desmatamento ilegal, ampliação da restauração, fortalecimento da bioeconomia e criação de mecanismos financeiros capazes de transformar o capital natural em ativo estratégico para o desenvolvimento sustentável.</p>
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		<title>Manejo florestal comunitário promove uso sustentável dos recursos em Porto de Moz e vira referência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 12:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-florestal-porto-de-moz-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No oeste paraense, a população da Reserva Extrativista (Resex) Verde Para Sempre, a maior unidade de conservação de uso sustentável do País, dá exemplo de como explorar de forma sustentável os recursos naturais. Na área de aproximadamente 1,2 milhão de hectares localizada no município de Porto de Moz, cerca de 100 comunidades são beneficiadas por [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-florestal-porto-de-moz-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No oeste paraense, a população da Reserva Extrativista (Resex) Verde Para Sempre, a maior unidade de conservação de uso sustentável do País, dá exemplo de como explorar de forma sustentável os recursos naturais. Na área de aproximadamente 1,2 milhão de hectares localizada no município de Porto de Moz, cerca de 100 comunidades são beneficiadas por um projeto que promove o manejo florestal comunitário e familiar que garante renda e proteção do meio ambiente.</p>
<p>As ações são promovidas pelo projeto Bom Manejo, que é responsável pelo desenvolvimento de ferramentas de apoio e monitoramento e pela disseminação de boas práticas para execução do manejo florestal. A iniciativa é da Embrapa com apoio financeiro da Agência Brasileira de Cooperação (Ministério das Relações Exteriores), Fundação Instituto de Desenvolvimento da Amazônia (Fidesa), Organização Internacional de Madeiras Tropicais (ITTO) e do governo japonês.</p>
<p>Por meio do manejo florestal, as populações da Resex podem realizar a extração de espécies de madeira, por exemplo, de forma racional e que não comprometa nem a sobrevivência da floresta nem o futuro da atividade.</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“O manejo florestal veio para organizar a nossa atividade, esse nosso planejamento dentro da floresta de uma forma estratégica considerando a nossa economia, o nosso bem-viver e também o meio que a gente vive”, afirma Margarida Ribeiro, moradora da comunidade Arimum e uma das beneficiadas pelas estratégias do Bom Manejo.</span></p></blockquote>
<h3>Duas fases</h3>
<p>Ao longo de 16 anos de execução, o projeto teve duas fases, sendo a primeira dedicada ao desenvolvimento de quatro softwares que atendem a diferentes necessidades dos extrativistas, como o planejamento da exploração madeireira, acompanhamento da dinâmica da floresta e a gestão financeira; e a segunda para aperfeiçoamento das ferramentas e capacitação das comunidades, profissionais e empresas que atuam na região.</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“As ferramentas que foram desenvolvidas no Bom Manejo são completas. Elas dão condições de elaborar um plano de forma mais qualificada, de monitorar a floresta, além do social e do financeiro”, destaca Edilene Duarte, moradora da comunidade São Sebastião do Jussara.</span></p></blockquote>
<figure id="attachment_29180" aria-describedby="caption-attachment-29180" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-29180 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-porto-de-moz-1024x591.jpg" alt="" width="1024" height="591" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-porto-de-moz-1024x591.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-porto-de-moz-300x173.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-porto-de-moz-768x444.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-porto-de-moz-150x87.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-porto-de-moz-450x260.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-porto-de-moz.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-29180" class="wp-caption-text">Manejo sustentável garante economia da Resex Verde para Sempre. Foto: Jaime Souzza / Embrapa</figcaption></figure>
<p>Para o pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental e coordenador do projeto, Milton Kanashiro, a experiência serve ainda para chamar atenção para a necessidade da articulação entre diferentes instituições para promover uma estratégia de manejo florestal que atenda aos anseios das comunidades.</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“A participação do projeto na construção do Observatório do Manejo Florestal Comunitário e o envolvimento no Fórum Florestal da Amazônia, que reúne empresas e comunidades, trazem um legado muito importante para o momento no qual vivemos”, pontua Milton Kanashiro.</span></p></blockquote>
<h3>Referência nacional</h3>
<p>Em março passado, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima  (MMA) criou um grupo de trabalho para elaborar o Programa Federal de Manejo Florestal Comunitário e Familiar, que deve dar um impulso às atividades sustentáveis em reservas extrativistas do País, tendo inclusive como referência os resultados obtidos em Porto de Moz.</p>
<blockquote><p>“O Bom Manejo é o futuro que todos nós queremos para a Amazônia. É fazer com que os povos da Amazônia sejam levados em conta. E, mais do que ser levados em conta. sejam elementos centrais das políticas públicas para o desenvolvimento da Amazônia”, ressalta o embaixador Ruy Pereira, da Agência Brasileira de Cooperação.</p></blockquote>
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		<title>Ferramenta com inteligência artificial identifica espécies florestais de valor comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 14:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
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		<category><![CDATA[NetFlora]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/netflora-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Tecnologia inédita no Brasil utiliza inteligência artificial para identificar e mapear árvores de alto valor comercial na Amazônia. Essa ferramenta inovadora, que funciona como um verdadeiro guia florestal, reconhece espécies como castanheira, cumaru-ferro, açaí e cedro com uma precisão impressionante de 95%, resultado que reduz custos de produção e torna mais sustentável o manejo das [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/netflora-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Tecnologia inédita no Brasil utiliza inteligência artificial para identificar e mapear árvores de alto valor comercial na Amazônia. Essa ferramenta inovadora, que funciona como um verdadeiro guia florestal, reconhece espécies como castanheira, cumaru-ferro, açaí e cedro com uma precisão impressionante de 95%, resultado que reduz custos de produção e torna mais sustentável o manejo das florestas na Amazônia</p>
<p>Desenvolvido pela Embrapa, com base em características botânicas, disponíveis em um banco de dados, o <a href="https://www.embrapa.br/acre/tecnologias/netflora" target="_blank" rel="noopener">Netflora</a> reúne um conjunto de algoritmos treinados com inteligência artificial (IA) para consideração de espécies florestais.</p>
<p>De acordo com o pesquisador da Embrapa Acre Evandro Orfanó, um dos coordenadores de estudos desses, o Netflora confere maior automação ao planejamento da atividade florestal e aumenta a precisão e eficiência na execução de planos de manejo.</p>
<blockquote><p>“Uma vez treinado e especializado, o algoritmo também fornece evidências, como cerâmico e área de copa, que possibilitam estimar, por meio de equações alométricas (que relacionam formas e tamanhos), o volume de madeira de cada árvore. Essas ferramentas tecnológicas recomendadas para o aumento da produção florestal com conservação ambiental”, afirma.</p></blockquote>
<p>A adoção dessas tecnologias envolve investimentos em computadores, drones, baterias e estrutura adequada de escritório. Segundo Orfanó, esse gasto inicial é compensado pela redução drástica nos custos de produção, especialmente na etapa do inventário florestal.</p>
<p>Para se ter uma ideia, no levantamento tradicional de espécies, com equipes em campo, um hectare de floresta mapeado tem custo estimado entre R$ 100 e R$ 140, enquanto com a metodologia Netflora esse valor cai para R$ 4 a R$ 6 .</p>
<p>A metodologia pode aumentar até 100 vezes a capacidade de mapeamento da área inventariada, em relação ao método tradicional. Com a ferramenta, a meta da Embrapa é mapear 80 mil hectares de floresta, com inserção de novas áreas de interesse comercial na Amazônia.</p>
<p>Inicialmente, a tecnologia já está validada para uso nos estados do Acre e Rondônia e em processo de implementação nos demais estados amazônicos, onde o recurso pode ser adotado para mapeamento de espécies não-madeireiras.</p>
<blockquote><p>“Nós temos um algoritmo treinado para identificação de açaí. Nós vamos ter em breve um outro algoritmo treinado para identificação de castanheiras, ou seja, vai ser possível utilizar essa metodologia para identificar de forma muito precisa e com custo baixo onde estão essas árvores”, comenta Bruno Pena Carvalho, chefe-adjunto de transferência de tecnologia da Embrapa Acre.</p></blockquote>
<p>Apesar da previsão de que o Pará ainda não ter sido contemplado nesta fase do projeto, Walkimário Lemos, chefe da Embrapa Amazônia Oriental, avalia que a ferramenta terá um impacto positivo quando chegar ao estado. Para ele, a agilidade e acurácia no processamento das informações devem impulsionar as atividades ligadas ao manejo florestal e ao extrativismo.</p>
<blockquote><p>“A tecnologia de inteligência artificial para manejo florestal na Amazônia é capaz de ampliar com rapidez o conhecimento acerca da floresta enriquecendo o conhecimento a respeito do manejo florestal, seja ele comunitário ou tradicional, assim como do manejo racional de açaizeiros nativos. Essa ampliação do conhecimento pode acrescentar melhorias sociais e econômicas para as nossas populações amazônicas uma vez que esse grande valor da floresta em pé passa obrigatoriamente pelo conhecimento da sua diversidade”, acrescenta Walkimário Lemos.</p></blockquote>
<p>As pesquisas para viabilizar o uso de inteligência artificial no setor florestal são realizadas pela Embrapa desde 2015 e contemplam diferentes aspectos da atividade. Na fase atual, os estudos ocorrem por meio do projeto Geotecnologias aplicadas à automação florestal e espacialização dos estoques de carbono em uso nativo e modificado da terra na Amazônia Ocidental (Geoflora), executados no Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, Pará e Amazonas, em parceria com o Fundo JBS pela Amazônia</p>
<p>.</p>
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		<title>Ideflor-Bio conclui audiências para concessão de áreas da Floresta Estadual do Paru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 16:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Alenquer]]></category>
		<category><![CDATA[Flota Paru]]></category>
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		<category><![CDATA[Óbidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/flota-do-Paru1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio) concluiu, na última sexta-feira (11), em Óbidos, o ciclo de audiências públicas para apresentar o Pré-Edital de Concessão das Unidades de Manejo Florestal (UMFs) 5ª e 6ª da Floresta Estadual (Flota) Paru. Os municípios de Monte Alegre e Alenquer também receberam o evento, que reuniu representantes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/flota-do-Paru1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio) concluiu, na última sexta-feira (11), em Óbidos, o ciclo de audiências públicas para apresentar o Pré-Edital de Concessão das Unidades de Manejo Florestal (UMFs) 5ª e 6ª da Floresta Estadual (Flota) Paru.</p>
<p>Os municípios de Monte Alegre e Alenquer também receberam o evento, que reuniu representantes do setor florestal, comunidades locais e do poder público para discutir e esclarecer dúvidas sobre o processo de concessão.</p>
<p>A Flota Paru, localizada na região oeste paraense, é uma área de extrema importância para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável do Estado.  É a terceira maior unidade de conservação de uso sustentável em uma floresta tropical no planeta. ]</p>
<p>As UMFs 5ª e 6ª, que abrangem parte dessa floresta, são áreas destinadas ao manejo florestal, visando conciliar a colheita dos recursos naturais com a preservação ambiental. A Diretoria de Gestão de Florestas Públicas de Produção (DGFLOP) é quem coordena os trabalhos.</p>
<p>Durante a audiência pública, os representantes do Ideflor-Bio apresentaram o Pré-Edital de Concessão, que estabelece as diretrizes e critérios para a seleção das empresas interessadas em realizar o manejo florestal nas UMFs 5ª e 6ª. Foram discutidos temas como as exigências técnicas para participação no processo, as obrigações das empresas concessionárias, os benefícios para as comunidades locais e a importância da conservação dos recursos naturais.</p>
<h3><strong>Participação social</strong></h3>
<p>Os participantes tiveram a oportunidade de fazer perguntas, expressar suas opiniões e fornecer contribuições para o aprimoramento da discussão.</p>
<p>As comunidades locais também tiveram a oportunidade de expressar suas preocupações e expectativas em relação ao processo de concessão. Representantes das comunidades ressaltaram a importância de considerar os impactos sociais, a inclusão das comunidades tradicionais e a valorização dos conhecimentos tradicionais na gestão das UMFs.</p>
<p>O presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, destacou a relevância do manejo florestal sustentável como estratégia para o desenvolvimento socioeconômico da região.</p>
<blockquote><p>“A concessão das UMFs busca promover a geração de empregos, a inclusão social e a conservação dos recursos naturais. As empresas concessionárias serão responsáveis pelo cumprimento de normas ambientais e sociais, garantindo a utilização responsável e sustentável dos recursos florestais”, afirmou.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Hoje é dia de celebrar os protetores da floresta: conheça quem tem cuidado da Amazônia no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 14:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[#agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Protetor da Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[floresta em pé]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/acordo-floresta-cop26-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Dia do Protetor da Floresta, celebrado neste 17 de julho, é uma data dedicada a homenagear o trabalho e o compromisso daqueles que dedicam suas vidas a defender os ecossistemas florestais, o desenvolvimento econômico de forma sustentável e o bem-estar das comunidades locais. Os protetores da floresta reconhecem a importância das florestas como ecossistemas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/acordo-floresta-cop26-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Dia do Protetor da Floresta, celebrado neste 17 de julho, é uma data dedicada a homenagear o trabalho e o compromisso daqueles que dedicam suas vidas a defender os ecossistemas florestais, o desenvolvimento econômico de forma sustentável e o bem-estar das comunidades locais.</p>
<p>Os protetores da floresta reconhecem a importância das florestas como ecossistemas complexos que oferecem uma ampla gama de serviços ambientais essenciais. Por isso, defendem uma economia de floresta em pé porque sabem que ela é fundamental para a conservação da biodiversidade, a mitigação das mudanças climáticas e o desenvolvimento econômico baseado em boas práticas.</p>
<p>Neste dia, o <strong>Pará Terra Boa</strong> celebra vários dessas pessoas que atuam em nosso estado, que, por meio de atividades da bioeconomia, geram empregos e renda, promovem o crescimento econômico inclusivo e melhoram a qualidade de vida do povo da floresta.</p>
<h3>Multiplicadores de restauração florestal</h3>
<p>Um grupo de 34 agricultoras e agricultores familiares do Pará se formaram para serem agentes multiplicadores em restauração florestal. Moradores de assentamentos rurais do município de Ulianópolis, no Sudeste do estado, eles participaram do primeiro curso “Formar Restauração Florestal“, oferecido pelo Imazon e pelo IEB.</p>
<p>O objetivo da formação é fortalecer o conhecimento sobre sustentabilidade, reflorestamento e gestão produtiva para a agricultura familiar. E ela faz parte do projeto <a href="https://www.instagram.com/p/Cneo55AKrY6/" target="_blank" rel="noopener">Floresta para Sempre</a>, em que produtoras e produtores familiares se comprometeram em recuperar a floresta em uma área desmatada que soma 400 campos de futebol.</p>
<figure id="attachment_21869" aria-describedby="caption-attachment-21869" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-21869" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Ana-Cleide-300x199.png" alt="" width="300" height="199" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Ana-Cleide-300x199.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Ana-Cleide-1024x678.png 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Ana-Cleide-768x509.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Ana-Cleide-150x99.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Ana-Cleide-450x298.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Ana-Cleide-1200x795.png 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Ana-Cleide.png 1265w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-21869" class="wp-caption-text">Foto: Vitória Leona/Imazon)</figcaption></figure>
<p>Ana Cleide Ferreira, da comunidade Planalto, é uma das formandas. Ela disse que sua comunidade é muito pobre de árvores, porque foi muito desmatada.</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje, estamos começando um pequeno plantio de açaí e de cupuaçu. Eu espero que no futuro ele gere alimentos e renda para minha família e para as dos meus vizinhos”, afirma a formanda e produtora</p></blockquote>
<h3>Seu Zaca e seu biofertilizante</h3>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/em-barcarena-agricultores-familiares-produzem-biofertilizantes-e-reduzem-custos/" target="_blank" rel="noopener">“Seu Zaca” e a mulher dele, dona Helena, de Barcarena,</a> passaram de um gasto de R$ 500 por mês com fertilizantes para quase zero depois que começou a produzir o próprio insumo em seu sítio. Além disso,  ele notou que a terra ficou mais adubada, acumulando mais nutrientes no solo.</p>
<p>Seu Zaca e outros pequenos produtores de alimentos como jambu, cacau, açaí e cupuaçu passaram a fabricar o próprio fertilizante e melhorar a qualidade do sol, graças à capacitação do Instituto Peabiru.</p>
<p>O objetivo é valorizar a agricultura familiar e a produção sustentável de alimentos para fomentar o desenvolvimento de um sistema agroalimentar local.</p>
<figure id="attachment_14823" aria-describedby="caption-attachment-14823" style="width: 437px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-14823" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/120123_unidade-de-bioinsumo-6-300x127.jpg" alt="" width="437" height="185" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/120123_unidade-de-bioinsumo-6-300x127.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/120123_unidade-de-bioinsumo-6-1024x435.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/120123_unidade-de-bioinsumo-6-768x326.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/120123_unidade-de-bioinsumo-6-150x64.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/120123_unidade-de-bioinsumo-6-450x191.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/120123_unidade-de-bioinsumo-6.jpg 1036w" sizes="(max-width: 437px) 100vw, 437px" /><figcaption id="caption-attachment-14823" class="wp-caption-text">Foto: Instituto Peabiru</figcaption></figure>
<h3>Conquistas da cooperativa</h3>
<p>Na Resex Mapuá, são v<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/agroextrativistas-da-resex-de-mapua-comemoram-resultados-de-trabalho-em-cooperativa/" target="_blank" rel="noopener">ários os protetores da floresta</a>. Desde que a comunidade se propôs a promover o uso tradicional dos recursos naturais de forma sustentável, condizentes ao modo de vida da população tradicional local, é uma conquista atrás da outra.</p>
<p>A cooperativa de agroextrativistas dos rios Aramã e Mapuá (Coama) tem uma parceria com o projeto Florestas Comunitárias do Instituto Floresta Tropical (IFT). Há dois anos, eles celebraram a primeira venda de açaí certificado e a comercialização do primeiro lote de madeira legalizada da Resex Mapuá.</p>
<figure id="attachment_10946" aria-describedby="caption-attachment-10946" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-10946" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/IFT-madeira-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/IFT-madeira-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/IFT-madeira-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/IFT-madeira-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/IFT-madeira-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/IFT-madeira.jpeg 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-10946" class="wp-caption-text">Foto: Acervo/IFT</figcaption></figure>
<h3><strong>Aposta em açaí em terra firme</strong></h3>
<p>O agricultor Paulo Renê da Silva <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/agricultores-de-maraba-apostam-no-acai-em-terra-firme/" target="_blank" rel="noopener">apostou no plantio de açaí em terra firme</a> e já tem 15 mil plantas em seu lote, em Marabá, no sudeste paraense.</p>
<figure id="attachment_21871" aria-describedby="caption-attachment-21871" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-21871" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/acai-em-terra-firme-Foto-Vinicius-Braga-Divulgacao-1-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/acai-em-terra-firme-Foto-Vinicius-Braga-Divulgacao-1-300x168.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/acai-em-terra-firme-Foto-Vinicius-Braga-Divulgacao-1-768x429.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/acai-em-terra-firme-Foto-Vinicius-Braga-Divulgacao-1-150x84.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/acai-em-terra-firme-Foto-Vinicius-Braga-Divulgacao-1-450x252.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/acai-em-terra-firme-Foto-Vinicius-Braga-Divulgacao-1.jpg 805w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-21871" class="wp-caption-text">Foto: Vinicius Braga/Divulgacão</figcaption></figure>
<p>Um estudo pioneiro sobre o cultivo do açaizeiro em terra firme na Amazônia revelou que a presença de grandes áreas de vegetação nativa no entorno ou próximas aos plantios de açaí de terra firme pode aumentar em até quatro vezes a produtividade dessas plantações, em comparação com áreas sem floresta.</p>
<h3>Relação que virou documentário</h3>
<p>A relação dos moradores da Reserva Extrativista Arióca Pruanã com o manejo florestal sustentável é tão forte que gerou um documentário sobre o tema. O filme, em cinco episódios, mostra como o manejo sustentável é capaz de gerar renda ao mesmo tempo em que protege a floresta.</p>
<p>A iniciativa faz parte do programa Florestas Comunitárias, realizado pelo Instituto Floresta Tropical (IFT) com o apoio da empresa, na Resex, localizada no município de Oeiras do Pará.</p>
<figure id="attachment_21870" aria-describedby="caption-attachment-21870" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-21870" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Lancamento-da-webserie-STIHL_Resex-Arioca-Pruana-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Lancamento-da-webserie-STIHL_Resex-Arioca-Pruana-1-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Lancamento-da-webserie-STIHL_Resex-Arioca-Pruana-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Lancamento-da-webserie-STIHL_Resex-Arioca-Pruana-1-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Lancamento-da-webserie-STIHL_Resex-Arioca-Pruana-1-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Lancamento-da-webserie-STIHL_Resex-Arioca-Pruana-1-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Lancamento-da-webserie-STIHL_Resex-Arioca-Pruana-1-1200x800.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Lancamento-da-webserie-STIHL_Resex-Arioca-Pruana-1.jpg 1500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-21870" class="wp-caption-text">Foto: IFT</figcaption></figure>
<p>O engenheiro Florestal e coordenador do Programa Florestas Comunitárias do IFT, Marcelo Galdino,  afirma que o método é uma forma de administrar e extrair recursos florestais e, ao mesmo tempo, preservar a natureza, respeitar as comunidades e gerar renda.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Ibama promove capacitação de sensoriamento remoto em Manejo Florestal Sustentável em Santarém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 14:44:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
		<category><![CDATA[satélite]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/manejo_florestal-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ibama promoveu, neste mês de junho, o curso “Sensoriamento Remoto em Manejo Florestal Sustentável”, ministrado pela Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), em Santarém (PA). A iniciativa capacitou 34 servidores públicos de dez órgãos ambientais de todo o País para que possam aprimorar a atuação de suas atividades de monitoramento, fiscalização e licenciamento [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/manejo_florestal-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ibama promoveu, neste mês de junho, o curso “Sensoriamento Remoto em Manejo Florestal Sustentável”, ministrado pela Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), em Santarém (PA).</p>
<p>A iniciativa capacitou 34 servidores públicos de dez órgãos ambientais de todo o País para que possam aprimorar a atuação de suas atividades de monitoramento, fiscalização e licenciamento ambiental na Amazônia, por meio do chamado Manejo Florestal Sustentável (MFS.</p>
<p>Os participantes tiveram um dia na Floresta Nacional do Tapajós quando foram apresentados a técnicas e ferramentas que empregam imagens de satélite na avaliação e monitoramento das áreas de manejo e puderam confrontar a interpretação das imagens de satélite com a intervenção realizada no campo.</p>
<p>O curso faz parte do projeto “Fortalecimento da governança dos órgãos ambientais da Amazônia em Manejo Florestal Sustentável”, aprovado junto ao Fundo Euroclima, da União Europeia. O objetivo da capacitação é aprimorar análises e monitoramento das áreas autorizadas, impulsionando a bioeconomia amazônica.</p>
<p>Foram discutidas questões e desafios comuns entre os Estados da Amazônia Legal e tratados os princípios básicos de sensoriamento remoto aplicados às análises e ao acompanhamento de Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFSs).</p>
<p>O curso ainda mostrou técnicas importantes para a atuação das instituições ambientais na Amazônia. como a de identificação de corte seletivo e de instalações de infraestrutura por meio do uso de sensores adequados e do processamento das imagens e informações.</p>
<blockquote><p>&#8220;A capacitação proporcionou o aprimoramento de técnicas de sensoriamento remoto e compartilhamento de conhecimentos sobre o tema. A integração entre as instituições é significativa em um contexto que se busca potencializar a qualidade e a eficiência das atividades relacionadas ao Manejo Florestal Sustentável,  disse  Alessandra Marasciulo, coordenadora do curso.</p></blockquote>
<p>Para ela, a ação fortalece a gestão de uma das principais ferramentas de conservação e manutenção das florestas, contribuindo, inclusive, com o combate às mudanças climáticas,</p>
<p>O Ibama atua no MFS principalmente por meio das autorizações concedidas pelo Instituto nas concessões florestais federais, que hoje correspondem a cerca de um milhão de hectares na Amazônia.</p>
<p>O novo Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal (PPCDAm &#8211; 2023/2027) prevê a ampliação da área sob concessão florestal federal para cinco milhões de hectares, o que ressalta a importância da atividade como mecanismo de ampliação da governança florestal e geração de oportunidades de emprego e renda.</p>
<p>Além de servidores do Ibama e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), foram capacitados servidores do Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Amazonas, Pará, Mato Grosso e Tocantins.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Câmara aprova MP que autoriza crédito de carbono e atividades econômicas dentro de concessões florestais</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/camara-aprova-mp-que-autoriza-credito-de-carbono-e-atividades-economicas-dentro-de-concessoes-florestais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 14:39:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[concessão florestal]]></category>
		<category><![CDATA[créditos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Captura-de-Tela-2022-03-29-às-13.19.13-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira, 30, a Medida Provisória 1151/22, que muda regras da lei de gestão de florestas públicas por concessão, permitindo a exploração de outras atividades não madeireiras e o aproveitamento e comercialização de créditos de carbono. Agora, a MP será enviada ao Senado. O texto aprovado é um substitutivo do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Captura-de-Tela-2022-03-29-às-13.19.13-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira, 30, a Medida Provisória 1151/22, que muda regras da lei de gestão de florestas públicas por concessão, permitindo a exploração de outras atividades não madeireiras e o aproveitamento e comercialização de créditos de carbono. Agora, a MP será enviada ao Senado.</p>
<p>O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Zé Vitor (PL-MG), que aproveitou em grande parte a redação dada pelas comissões de Meio Ambiente e de Finanças e Tributação ao Projeto de Lei 5518/22, do ex-deputado Rodrigo Agostinho.</p>
<blockquote><p>“Esse projeto foi construído por meio de um esforço coletivo. Nós não preservaremos o meio ambiente com um discurso longe das condições práticas. O mercado de carbono garantirá a preservação da floresta”, disse o relator.</p></blockquote>
<p>A proposta permite a outorga de direitos sobre acesso ao patrimônio genético para fins de pesquisa e desenvolvimento e bioprospecção e sobre a exploração de recursos pesqueiros ou da fauna silvestre.</p>
<p>Segundo o texto, no edital da concessão para exploração das florestas poderá ser incluído o direito de comercializar créditos de carbono e outros instrumentos congêneres de mitigação de emissões de gases do efeito estufa, inclusive com percentual de participação do poder concedente.</p>
<p>Poderão ser objeto da concessão da floresta produtos e serviços florestais não madeireiros, desde que realizados na unidade de manejo, nos termos de regulamento.</p>
<p>Na unidade de manejo poderá ser realizada ainda a restauração florestal com sistemas agroflorestais que combinem espécies nativas e exóticas de interesse econômico e ecológico.</p>
<p><em>Fonte: Agência Câmara de Notícias</em></p>
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		<title>Projeto visa reduzir a emissão de gases nocivos ao meio ambiente na produção de carvão vegetal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 22:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[carvão vegetal]]></category>
		<category><![CDATA[efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[impacto ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal]]></category>
		<category><![CDATA[UFRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/carvao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Carvão vegetal é um combustível rico em carbono e produzido a partir da carbonização da madeira. Isso o torna muito demandado pelas indústrias, devido a eficiência energética. Porém, tanto a origem legal dessa madeira quanto os consequências de sua carbonização para o efeito estufa estão entre as áreas mais preocupantes do ponto de vista ambiental. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/carvao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Carvão vegetal é um combustível rico em carbono e produzido a partir da carbonização da madeira. Isso o torna muito demandado pelas indústrias, devido a eficiência energética. Porém, tanto a origem legal dessa madeira quanto os consequências de sua carbonização para o efeito estufa estão entre as áreas mais preocupantes do ponto de vista ambiental.</p>
<p>Entre os esforços para buscar alternativas de reduzir impactos ambientais na produção de carvão vegetal, está o manejo florestal legalizado e o reaproveitamento de restos de madeira certificada para a carbonização. Mas ainda fica uma lacuna: E os gases poluentes, oriundos da transformação dessa madeira em carvão vegetal?</p>
<p>Esse é o objetivo do projeto “<a href="https://novo.ufra.edu.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=3321:projeto-tem-objetivo-de-reduzir-emissao-de-gases-nocivos-ao-meio-ambiente-durante-producao-de-carvao-vegetal&amp;catid=17&amp;Itemid=121" target="_blank" rel="noopener">Geração de bioenergia a partir de resíduos do manejo florestal sustentável: descentralização da matriz energética e impactos socioambientais na Amazônia”,</a> coordenado pelo professor Thiago Protásio, da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), campus Parauapebas.</p>
<p>A ideia é adaptar para a realidade da Amazônia o sistema fornos-fornalha, modelo de carbonização desenvolvido pelo Laboratório de Painéis e Energia da Madeira (LAPEM) da Universidade Federal de Viçosa (UFV), que utiliza a tecnologia para baixa emissão de gases durante a carbonização. No entanto, em Minas Gerais, o sistema fornos-fornalha é abastecido principalmente com madeira de florestas de eucalipto.</p>
<blockquote><p>“A diferença é que agora vamos adaptar essa tecnologia para a carbonização de resíduos do manejo florestal da Amazônia, já que ainda não existem estudos sobre isso voltados à nossa realidade”, diz o Protásio.</p></blockquote>
<p>O professor explica que mesmo utilizando biomassa sustentável, a transformação da madeira em carvão vegetal ainda emite gases nocivos ao efeito estufa.</p>
<p>Para o estudo serão pesquisados resíduos de 25 espécies nativas.</p>
<p><em>Fonte:  Ufra</em></p>
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		<title>Em Juruti, Ideflor-Bio começa instalação do Centro de Treinamento em Manejo Florestal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 19:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Diretoria de Gestão de Florestas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[Juruti]]></category>
		<category><![CDATA[Mamuru-Arapiuns]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Manejo Florestal Madeireiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_9f072c1b-2779-f69a-8807-bc923c76289b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio) já iniciou a instalação do Centro de Treinamento em Manejo Florestal Madeireiro e Não Madeireiro no conjunto Mamuru-Arapiuns, em Juruti. A ação faz parte da segunda etapa das atividades previstas para a implantação da unidade. A atividade começou na segunda-feira, 16, com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_9f072c1b-2779-f69a-8807-bc923c76289b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio) já iniciou a instalação do Centro de Treinamento em Manejo Florestal Madeireiro e Não Madeireiro no conjunto Mamuru-Arapiuns, em Juruti. A ação faz parte da segunda etapa das atividades previstas para a implantação da unidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atividade começou na segunda-feira, 16, com prazo de 60 dias para apresentação dos resultados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Centro de Treinamento visa atender às demandas das comunidades locais, organizações governamentais, instituições de pesquisa e empresas do setor florestal. </span></p>
<h3><strong>Afinal, o que é manejo florestal?</strong></h3>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/documentario-mostra-transformacao-de-comunidades-tradicionais-do-para-a-partir-do-manejo-florestal/?preview_id=12988&amp;preview_nonce=b7622cb424&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=12989&amp;preview=true">Como já publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong></a>, o manejo florestal é muitas vezes associado apenas com a atividade madeireira e com o desmatamento, mas essa é uma visão equivocada.</p>
<blockquote><p>&#8220;O<span style="font-weight: 400;"> manejo florestal comunitário nada mais é do que a administração dos recursos naturais da floresta por comunidades locais. São grupos de pessoas que se reúnem para administrar recursos naturais como óleos, sementes e madeira. Muitas vezes ele é muito associado à questão do desmatamento, mas é possível produzir com a premissa da floresta continuar de pé&#8221;, explicou Marcelo Galdino, engenheiro florestal e coordenador de projetos do Instituto Floresta Tropical</span></p></blockquote>
<h3>Ações previstas para 2023</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o Centro de Treinamento em Manejo Florestal em 2023 estão previstas ainda a modelagem de gestão do Centro, o estudo de valoração de produtos madeireiros e não madeireiros, os serviços ecossistêmicos e a elaboração de Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) da área, cujos resultados visam a redução no impacto ambiental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor do investimento previsto para essas etapas chega a R$ 2,6 milhões, repassados pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), que gerencia as concessões florestais federais, e provenientes de concessões florestais federais existentes no Estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Centro de Treinamento em Manejo Florestal é uma iniciativa do Governo do Pará, executada por meio do Ideflor-Bio, em uma área de aproximadamente 34 mil hectares, para a construção da estrutura física do Centro, amparada pelo Decreto Estadual n° 105/2011.</span></p>
<h3><strong>Inventário Florestal Amostral</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Gracialda Ferreira, titular da Diretoria de Gestão de Florestas Públicas, o primeiro passo para a construção do Centro foi dado com o Inventário Florestal Amostral, iniciado em 2021, e que deve ser concluído neste primeiro semestre de 2023.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“O estudo é um dos pré-requisitos obrigatórios para que as áreas com florestas possam ser devidamente gerenciadas, orientando a execução de planos de manejo, estudos florestais, capacitação e demais atividades que envolvem ensino, pesquisa e extensão. A execução do Inventário Florestal Amostral fornecerá estimativas que norteiam as ações futuras, que incluem a intervenção na floresta, assim como medidas para manutenção da produção sustentável”, destacou a diretora.</span></p></blockquote>
<figure id="attachment_14470" aria-describedby="caption-attachment-14470" style="width: 1300px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-14470" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520.jpg" alt="" width="1300" height="867" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520.jpg 1300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1300px) 100vw, 1300px" /><figcaption id="caption-attachment-14470" class="wp-caption-text">As equipes do Ideflor já estão trabalhando na área. Foto: Ideflor-Bio</figcaption></figure>
<h3><strong>Avanço nas ações de preservação</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A presidente do Ideflor-Bio, Karla Bengtson, ressaltou que o Instituto vem avançando nas ações de preservação e conservação dos ecossistemas, com ações e serviços aliados à base florestal sustentável. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Estamos cumprindo todas as etapas necessárias à implantação do Centro de Treinamento em Manejo Florestal, respeitando as diretrizes previstas nas leis ambientais vigentes. O centro tem como objetivo promover a política florestal, o desenvolvimento tecnológico, o fomento técnico e financeiro às atividades florestais de forma sustentável, através de práticas de manejo que preservem o meio ambiente e garantam o acesso aos recursos florestais às futuras gerações”, disse a presidente.</span></p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
<p><strong style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">LEIA</strong><strong style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);"> MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/amazonia-perdeu-quase-3-mil-campos-de-futebol-por-dia-de-floresta-em-2022-para-segue-lider-de-destruicao/?preview_id=14390&amp;preview_nonce=a034d93f20&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=12974&amp;preview=true">Amazônia perdeu quase 3 mil campos de futebol por dia de floresta em 2022; Pará segue líder de destruição</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/considerados-vulneraveis-botos-do-araguaia-de-mocajuba-e-cameta-sao-foco-de-projeto-da-ufra/?preview_id=14412&amp;preview_nonce=f09589cc16&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=14413&amp;preview=true">Considerados vulneráveis, botos-do-Araguaia de Mocajuba e Cametá são foco de projeto da Ufra</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
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