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	<title>manejo florestal sustentável &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>manejo florestal sustentável &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Como o manejo florestal sustentável pode virar arma do Brasil no mercado de carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 14:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Fapesp]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-florestal-porto-de-moz-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Extrair madeira da Amazônia sem destruir a floresta não é apenas possível, como pode ser uma arma poderosa contra as mudanças climáticas. É o que comprova um estudo inédito que acompanhou, ao longo de três décadas, uma área experimental em Paragominas, no sudeste do Pará. De acordo com a Agência Fapesp, a pesquisa mostra que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-florestal-porto-de-moz-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Extrair madeira da Amazônia sem destruir a floresta não é apenas possível, como pode ser uma arma poderosa contra as mudanças climáticas. É o que comprova um estudo inédito que acompanhou, ao longo de três décadas, uma área experimental em Paragominas, no sudeste do Pará.</p>
<p>De acordo com a Agência Fapesp, a pesquisa mostra que o chamado Manejo Florestal de Impacto Reduzido (MF-EIR) permite que a vegetação recupere sua biomassa — a matéria orgânica que armazena carbono — de forma muito mais eficiente que o método convencional.</p>
<p>Publicado no Journal of Environmental Management, o estudo acompanhou o crescimento das árvores entre 1993 e 2023. Enquanto as áreas exploradas da forma comum perderam biomassa, as áreas onde se aplicou o manejo planejado ganharam cerca de 70 toneladas de matéria orgânica por hectare, aproximando-se da estrutura de uma floresta virgem.</p>
<h3>A diferença entre &#8220;cortar&#8221; e &#8220;manejar&#8221;</h3>
<p>O segredo do sucesso está no planejamento detalhado, que separa a exploração legal e científica do desmatamento criminoso. No manejo de impacto reduzido, nada é feito ao acaso:</p>
<ul>
<li><strong>Inventário completo:</strong> Cada árvore comercial é mapeada e registrada.</li>
<li><strong>Corte cirúrgico</strong>: Os técnicos selecionam as árvores ideais e planejam a queda para que elas não derrubem as vizinhas menores (corte direcional).</li>
<li><strong>Infraestrutura inteligente:</strong> Estradas e trilhas são desenhadas para causar o menor dano possível ao solo e à vegetação ao redor.</li>
<li><strong>Respeito ao tempo</strong>: A floresta recebe um intervalo de décadas entre uma extração e outra para que possa se regenerar sozinha.</li>
</ul>
<h3>Floresta em pé vale mais</h3>
<p>Para o coordenador da pesquisa, Edson Vidal, da Esalq-USP, o resultado de 30 anos de monitoramento traz uma prova prática que pode mudar a economia da região.</p>
<blockquote><p>Mostramos que o manejo de impacto reduzido consegue recuperar claramente a biomassa e, consequentemente, o sequestro de carbono. Com isso, os resultados podem ajudar na criação de metodologias para pagamento por serviços ecossistêmicos, como mercado de carbono, vindos dessas áreas e contribuir para a atualização da legislação de manejo sustentável em florestas tropicais”, explica.</p></blockquote>
<p>Atualmente, 94% da madeira produzida no Brasil vem de florestas plantadas (como pinus e eucalipto). O manejo sustentável surge como uma alternativa para os outros 6%, permitindo que a floresta nativa continue viva, gerando empregos e mantendo a biodiversidade, enquanto ajuda o País a cumprir metas internacionais de redução de poluentes (as chamadas NDCs).</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A pesquisa, que contou com apoio da FAPESP e da Iniciativa Amazônia+10, agora pretende expandir os horizontes. O grupo de cientistas vai comparar os dados do Pará com informações de áreas manejadas no Amazonas, Mato Grosso e Rondônia. O objetivo é criar um diagnóstico global da Amazônia que sirva de base para políticas públicas e novas leis de proteção e uso sustentável.</p>
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		<title>Guardiões da floresta: Ribeirinhos fazem do manejo responsável de madeira seu ganha-pão</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/guardioes-da-floresta-ribeirinhos-fazem-do-manejo-responsavel-de-madeira-seu-ganha-pao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 11:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[COOMFLONA]]></category>
		<category><![CDATA[Flona do Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[madeira]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Movelaria Anambé]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/CoomflonaPara-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Florestas conservadas são sinônimo de biodiversidade preservada, mais carbono absorvido e menos aquecimento no planeta. Além disso, as matas também são territórios importantes para muitas comunidades e povos tradicionais, contribuindo tanto para a sua cultura quanto para a geração de renda. Na Floresta Nacional (Flona) do Tapajós, no oeste do Pará, é [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/CoomflonaPara-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Florestas conservadas são sinônimo de biodiversidade preservada, mais carbono absorvido e menos aquecimento no planeta. Além disso, as matas também são territórios importantes para muitas comunidades e povos tradicionais, contribuindo tanto para a sua cultura quanto para a geração de renda. Na Floresta Nacional (Flona) do Tapajós, no oeste do Pará, é o manejo responsável e sustentável dos recursos naturais que garante a conservação dessa parte da Amazônia.</p>
<p>No <strong>Dia Mundial do Meio Ambiente</strong>, comemorado nesta quinta-feira, 5, o <strong>Pará Terra Boa</strong> mostra que conhecimento tradicional, técnica, inovação e respeito aos ciclos da natureza são essenciais para aproveitar da melhor forma os recursos florestais, movimentar as economias locais e manter um ambiente saudável para o presente e o futuro.</p>
<p>Na Flona do Tapajós, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/guardioes-da-amazonia-uma-alianca-pela-vida-na-terra/" target="_blank" rel="noopener">os guardiões da floresta</a> são 312 famílias ribeirinhas que atuam no manejo sustentável de madeira há 20 anos. A criação da unidade de conservação na década de 1970 previa a proteção integral da área de mais de 530 mil hectares, o que expulsaria da região até mesmoaqueles que viviam na região antes disso. É o caso da família de Arimar Feitosa Rodrigues, de 53 anos, dois anos a mais que a Flona.</p>
<blockquote><p>“Tinha as comunidades que já moravam, meus avós já moravam lá, eu sou mais velho que a Flona, e todos foram ameaçados de serem retiradas. Houve resistência porque não foi feita consulta. Depois dos anos 80, começou uma articulação com o apoio do movimento eclesial de base que deu um grande impulso para que essas lideranças não saíssem”, conta o morador.</p></blockquote>
<p>A mobilização da comunidade conseguiu fazer o governo mudar a lei e permitir que as populações tradicionais tivessem direito de permanecer e utilizar os recursos naturais para a subsistência. Mas isso não era suficiente para os ribeirinhos que queriam poder comercializar parte dos recursos para garantir o desenvolvimento social e econômico local. Foi somente em 2004 que os moradores conseguiram o contrato de direito de uso para manejar a floresta.</p>
<blockquote><p>“Nós temos dois planos de manejo aprovados. O primeiro tem quase 90 mil hectares com ciclo de 35 anos e outra área de cerca de 30 mil hectares também com ciclo de 35 anos, que totaliza quase 120 mil hectares. Isso quer dizer que se uma árvore é retirada hoje em um determinado ponto, essa área só pode ser explorada de novo depois de 35 anos”, explica Arimar, que coordena a Cooperativa Mista da Flona do Tapajós (Coomflona).</p></blockquote>
<h3>Renda e proteção</h3>
<p>O trabalho da cooperativa se tornou fundamental para a renda das famílias envolvidas, assim como ajudou a aumentar a proteção do território pressionado pelo avanço de invasões e do agronegócio na BR-163. Para isso, o plano de manejo inclui também o monitoramento da floresta com carros e drones e medidas para evitar o uso desordenado dos recursos ou o desmatamento.</p>
<p>Já a produção da cooperativa tem o diferencial de possuir certificação FSC, que serve para identificar a origem responsável das toras extraídas. Essa e outras conquistas foram possíveis graças ao trabalho coletivo e também a parceria mantida com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e instituições de ensino e pesquisa. Foi uma dessas articulações que permitiu a Coomflona dar um passo além.</p>
<p>Um trabalho de conclusão de curso de um ex-aluno da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) estudou a viabilidade econômica do aproveitamento de resíduos para produção de móveis. Os resultados animaram a comunidade que fundou em 2017 a movelaria Anambé para utilizar a madeira e resíduos não aproveitados pela indústria para a fabricação de móveis com design rústico.</p>
<figure id="attachment_34779" aria-describedby="caption-attachment-34779" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-34779 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/movelaria-anambe-AD-Produtora-1024x638.jpg" alt="" width="1024" height="638" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/movelaria-anambe-AD-Produtora-1024x638.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/movelaria-anambe-AD-Produtora-300x187.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/movelaria-anambe-AD-Produtora-768x479.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/movelaria-anambe-AD-Produtora-1536x957.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/movelaria-anambe-AD-Produtora-2048x1276.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/movelaria-anambe-AD-Produtora-150x93.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/movelaria-anambe-AD-Produtora-450x280.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/movelaria-anambe-AD-Produtora-1200x748.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-34779" class="wp-caption-text">Movelaria agrega valor à madeira extraída na Flona. Foto: AD Produtora / Divulgação Sebrae</figcaption></figure>
<p>O projeto ainda busca maior reconhecimento, mas Arimar acredita que o potencial é grande, já que a cooperativa tem a seu favor o fato de ser uma das poucas a trabalhar com madeira certificada na região. Para ele, a parceria com o Sebrae também deve ajudar a cooperativa a se projetar no mercado.</p>
<blockquote><p>“As empresas daqui ainda não olham muito para essa questão da certificação de origem, mas imagino que faz parte do processo de transformação de mentalidade e dentro do médio prazo podemos ter um mercado mais exigente. Continuamos trabalhando nessa linha e temos hoje uma estrutura de primeira linha com capacidade para produzir de um cabo de colher a um armário”, afirma Arimar Rodrigues, confiante com um futuro de uso consciente da floresta.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/guardioes-da-floresta-cientista-estuda-o-perigo-das-mudancas-do-clima-para-o-futuro-da-amazonia/" target="_top">Guardiões da floresta: cientista estuda o perigo das mudanças do clima para o futuro da Amazônia</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/guardioes-da-floresta-a-guia-que-promove-os-encantos-marajoaras-em-parceria-com-a-comunidade/" target="_top">Guardiões da floresta: guia promove os encantos marajoaras em parceria com a comunidade</a></strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/guardioes-da-amazonia-uma-alianca-pela-vida-na-terra/" target="_top"><strong>Guardiões da floresta: uma aliança pela vida na Terra</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Apoio internacional ajuda a promover manejo florestal sustentável no Tapajós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 13:33:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Flona do Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[madeira]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[produtos madeireiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/madeira-flona-tapajos-Nadia-Pontes-DW-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os moradores da Floresta Nacional (Flona) do Tapajós, no oeste do Pará, vislumbram hoje novas alternativas para a geração de renda com produtos madeireiros. Ao invés da derrubada da floresta, os comunitários desenvolvem um projeto de manejo florestal sustentável, em que a retirada de árvores ocorre de forma racional gerando madeira certificada e produtos com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/madeira-flona-tapajos-Nadia-Pontes-DW-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os moradores da Floresta Nacional (Flona) do Tapajós, no oeste do Pará, vislumbram hoje novas alternativas para a geração de renda com produtos madeireiros. Ao invés da derrubada da floresta, os comunitários desenvolvem um projeto de manejo florestal sustentável, em que a retirada de árvores ocorre de forma racional gerando madeira certificada e produtos com maior valor agregado. As informações são da <a href="https://www.dw.com/pt-br/ajuda-internacional-foi-semente-para-comunidades-prosperarem-na-amaz%C3%B4nia/a-69734495" target="_blank" rel="noopener">DW Brasil</a>.</p>
<p>Criada em 1974, a Flona foi pioneira ao permitir que os trabalhadores locais pudessem extrair madeira de forma legal e responsável. No total, são cerca de 300 associados da Cooperativa Mista da Floresta Nacional do Tapajós (Coomflora) envolvidos no trabalho.</p>
<p>A exploração segue as orientações do plano de manejo, que recebeu apoio do Banco de Desenvolvimento Alemão (KfW). Os recursos custearam, por exemplo, o treinamento da mão de obra para o corte preciso das árvores mapeadas e a orientação para abertura de estradas temporárias que causem menor impacto possível.</p>
<blockquote><p>&#8220;É um trabalho muito bem planejado, não é de devastação. A madeira é retirada de forma sustentável para beneficiar as famílias que vivem na floresta”, diz a moradora da Flona e auxiliar de movelaria Valéria dos Santos Cardoso.</p></blockquote>
<p>Ao longo dos anos, a iniciativa chamou a atenção de outros parceiros, como o Fundo Amazônia, que tem a Alemanha e a Noruega como principais doadores. O dinheiro é liberado quando o Brasil consegue reduzir a taxa anual de desmatamento e serve para apoiar projetos nas áreas de prevenção, monitoramento e combate à destruição da floresta que impulsionam a preservação e uso sustentável.</p>
<p>Entre eles, está o trabalho da Coomflora, que construiu um galpão para produzir móveis com a madeira retirada da Flona. São armários, bancos, portas, janelas e outros itens com matéria-prima de origem certificada e que conquistam mercados exigentes, sobretudo no exterior.</p>
<blockquote><p>&#8220;Isso não é bom apenas para as pessoas que vivem aqui, que têm uma renda a partir disso e uma perspectiva, mas para todo o mundo. Quando a floresta que funciona como um ar condicionado do planeta é protegida, todos nós ganhamos”, declarou a ministra alemã do Desenvolvimento, Svenja Schulze, que visitou a região na última semana ao lado da <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/em-santarem-marina-silva-destaca-papel-da-sociobioeconomia-para-reducao-do-desmatamento/">ministra do Meio Ambiente Marina Silva</a>.</p></blockquote>
<p>A ministra norueguesa de Desenvolvimento Internacional, Anne Tvinnereim, também acompanhou o grupo e destacou o papel do Fundo Amazônia e da cooperação internacional no apoio ao desenvolvimento sustentável da Amazônia. Até o momento, o Fundo já recebeu R$ 3,8 bilhões em doações e desembolsou R$ 1,5 bilhão. Além disso, o Brasil recebeu cerca de R$ 4,5 bilhões neste ano de parceiros internacionais para investimentos em projetos sustentáveis.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esta visita é uma celebração do retorno do Fundo Amazônia e, sobretudo, dos resultados. Agora vemos que, com paciência, obtemos resultados muito importantes para o povo que vive aqui e para o mundo inteiro”, afirmou Anne Tvinnereim.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Manejo florestal sustentável tem potencial para injetar R$ 3,3 bilhões no PIB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2024 13:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[concessões florestais]]></category>
		<category><![CDATA[madeira]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/floresta-mais-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O manejo florestal sustentável pode ser um grande aliado do desenvolvimento econômico e da preservação da natureza. Essa é a conclusão de estudos realizados pelo Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF). De acordo com a entidade, se o Brasil ampliar as concessões dos atuais 1,4 milhão de hectares para 20 milhões de hectares, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/floresta-mais-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O manejo florestal sustentável pode ser um grande aliado do desenvolvimento econômico e da preservação da natureza. Essa é a conclusão de estudos realizados pelo Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF). De acordo com a entidade, se o Brasil ampliar as concessões dos atuais 1,4 milhão de hectares para 20 milhões de hectares, a produção de madeira é capaz de aumentar o Produto Interno Bruto (PIB) em até R$ 3,3 bilhões.</p>
<p>Além da geração de riquezas, a avaliação estima que o impacto da atividade se estenderia para outras áreas. As projeções indicam que a arrecadação de impostos cresceria R$ 250 milhões, seriam gerados cerca de 170 mil postos de trabalho e o valor de produção alcançaria R$ 6,3 bilhões até o final desta década.</p>
<p>Os dados demonstram o potencial de um segmento ainda pouco explorado no País. Segundo a FNBF, o Brasil tem 450 milhões de hectares de florestas, possuindo a segunda maior extensão florestal do planeta. No entanto, é responsável por apenas 6% do suprimento industrial de madeira, que é mantido em sua maioria por florestas plantadas.</p>
<p>Atualmente, o Pará ocupa posição de destaque no manejo florestal sustentável, atendendo a uma demanda anual de 6 milhões de m³ madeira, que geram aproximadamente US$ 200 milhões em exportações e ajudam na manutenção de 90 mil empregos.</p>
<p>Apesar disso, a atividade ainda enfrenta desafios que envolvem tanto a falta de concessões quanto a carência de linhas de crédito. Esses e outros pontos devem ser tratados em um evento denominado “Madeira Sustentável: O Futuro do Mercado” que ocorre no mês de março no Rio de Janeiro.</p>
<blockquote><p>“Dentre os gargalos do setor florestal estão a falta de linha de crédito para um setor competitivo e que mantém a floresta de pé. Também existe confusão entre quem produz legalmente a madeira e os grupos criminosos que promovem o desmatamento ilegal”, afirma o presidente do FNBF, Frank Rogieri.</p></blockquote>
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