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	<title>Manejo florestal no Pará &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Manejo florestal no Pará &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Sistemas Agroflorestais beneficiam mais de 1,7 mil famílias no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Sistemas Agroflorestais (Prosaf)]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260324125941-GC00075743-F00295900-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O uso da terra de forma sustentável tem ganhado força no Pará com iniciativas que unem produção agrícola e preservação ambiental. Um dos principais exemplos é o Projeto Sistemas Agroflorestais (Prosaf), desenvolvido pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), que vem ampliando oportunidades para agricultores familiares e distribuiu mais de 5 milhões de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260324125941-GC00075743-F00295900-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O uso da terra de forma sustentável tem ganhado força no Pará com iniciativas que unem produção agrícola e preservação ambiental. Um dos principais exemplos é o Projeto Sistemas Agroflorestais (Prosaf), desenvolvido pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), que vem ampliando oportunidades para agricultores familiares e distribuiu mais de 5 milhões de mudas e sementes em todo o estado.</p>
<p>Em 2025, o projeto atendeu diretamente 1.755 famílias de pequenos produtores rurais em diferentes regiões paraenses, onde mais de 1.600 hectares passaram a contar com Sistemas Agroflorestais (SAFs), modelo de cultivo que combina árvores, frutas e outras culturas na mesma área, ajudando a recuperar o solo e aumentar a produção.</p>
<p>Além de incentivar o plantio sustentável, o Prosaf também investiu na distribuição de insumos. No último anos foram entregues quase 2,8 milhões de sementes e mais de 2,2 milhões de mudas de espécies frutíferas e nativas da Amazônia. Entre elas, estão plantas adaptadas à região e também variedades melhoradas por pesquisas, que produzem mais e são mais resistentes a doenças. No total, mais de 5 milhões de sementes e mudas foram repassadas aos agricultores.</p>
<p>Para a engenheira agrônoma Laura Dias, diretora em exercício da Diretoria de Desenvolvimento da Cadeia Florestal (DDF), que implementou o projeto, a iniciativa vai além da produção agrícola.</p>
<blockquote><p>“Distribuímos ao longo de 2025 diversas espécies da Amazônia aos agricultores familiares participantes do Prosaf, para que consigam ter maior variedade em suas áreas de SAFs, incluindo espécies melhoradas por pesquisas, mais produtivas e resistentes a doenças”, explicou.</p></blockquote>
<p>Segundo ela, o projeto cumpre um papel importante ao unir preservação ambiental e geração de renda. Isso porque o plantio de espécies nativas ajuda a recuperar áreas degradadas e, ao mesmo tempo, cria novas fontes de sustento para as famílias.</p>
<p><strong>Formação e capacitação</strong></p>
<p>Outro ponto de destaque é a capacitação dos produtores. Mais de 160 pessoas participaram de treinamentos voltados ao plantio, manejo e cuidado com as culturas. A ideia é garantir que os agricultores consigam manter e ampliar os resultados ao longo do tempo.</p>
<p>Na prática, os efeitos já são sentidos nas comunidades. A agricultora Suely Nascimento, vice-presidente da Associação Quilombola de Moju-Miri, afirma que o conhecimento adquirido fez diferença no dia a dia da comunidade, gerando melhorias na terra e no bem estar dos moradores.</p>
<blockquote><p>“Esses conhecimentos foram muito importantes. Aprendemos coisas novas, técnicas novas e, principalmente, tivemos incentivo para o grupo e para os moradores da comunidade, que viram que o projeto está dando certo. Além disso, isso vai gerar renda e melhorar os nossos SAFs”, contou.</p></blockquote>
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		<title>Dia Internacional das Florestas: Diversificar o manejo é a chave para a preservação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 12:09:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira (AIMEX)]]></category>
		<category><![CDATA[Edson Vidal]]></category>
		<category><![CDATA[ESALQ/USP]]></category>
		<category><![CDATA[Gracialda Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Manejo florestal na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Manejo florestal no Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA)]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Federal Rural da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/MARGARIDA-ARQUIVO-PESSOAL-2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho O desmatamento ilegal e a emissão de gases do efeito estufa comprometem a preservação e impulsionam uma crise climática sem precedentes na Amazônia, mas e se a solução para um manejo florestal mais eficiente estiver na valorização da própria natureza? Essa é a principal aposta de pesquisadores brasileiros, debatida nesta semana durante [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/MARGARIDA-ARQUIVO-PESSOAL-2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>O desmatamento ilegal e a emissão de gases do efeito estufa comprometem a preservação e impulsionam uma crise climática sem precedentes na Amazônia, mas e se a solução para um manejo florestal mais eficiente estiver na valorização da própria natureza? Essa é a principal aposta de pesquisadores brasileiros, debatida nesta semana durante uma programação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em Brasília, para celebrar o Dia Internacional das Florestas, comemorado neste 21 de março.</p>
<p>Nos últimos 30 anos, o manejo florestal no Brasil passou por uma transformação silenciosa, mas profunda. A diretora do Instituto de Ciências Agrárias da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Gracialda Costa, menciona que o uso de ferramentas como GPS, mapeamentos digitais e sistemas de monitoramento, permitiram que o uso da floresta deixasse de ser desordenado para se tornar planejado, principalmente na exploração da madeira, que possui grande importância social e econômica nos municípios amazônicos.</p>
<h3>Muito além da madeira</h3>
<p>Até então, a madeira em tora representa aproximadamente 50% do valor da produção da extração vegetal na região Amazônica. No estado do Pará, por exemplo, a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira (AIMEX) anunciaram que o estado exportou mais de US$ 21,4 milhões de madeira apenas em janeiro de 2026. Para Gracialda, o dado reforça que o uso da madeira, isoladamente, não é o principal problema das florestas, mas sim a falta de uso viável e organizado de outros recursos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje, é possível saber exatamente onde está cada árvore, estimar biomassa, acompanhar o crescimento da floresta e prever impactos ao longo do tempo. Esse conjunto de tecnologias trouxe um ganho importante: operar com visão de longo prazo”, diz.</p></blockquote>
<p>Edson Vidal, do Departamento de Ciências Florestais da ESALQ/USP, explica que a pesquisa científica a longo prazo possui papel decisivo nessa mudança. A principal prova são os estudos feitos com base em 20 a 30 anos de acompanhamento.</p>
<p>O resultado é: em áreas manejadas corretamente, o carbono retirado começa a ser recomposto em menos de uma década, mantendo a diversidade de espécies estável ao longo do tempo. Porém, em áreas exploradas de forma predatória, esse processo praticamente não acontece.</p>
<blockquote><p>“É necessário controlar o crescimento da área de exploração madeireira. Mantendo essa atividade em áreas controladas, variando as espécies utilizadas e compensando esses impactos, é possível ter resultados melhores a longo prazo”, pontua.</p></blockquote>
<p>Além disso, há evidências de que a biomassa, a matéria viva na floresta, pode se recompor de forma prolongada em ciclos de 30 anos, chegando a níveis próximos aos de áreas não exploradas. Logo, o problema não é o uso da floresta, mas como esse uso é feito.</p>
<h3><strong>Fazendo o ‘dever de casa’ </strong></h3>
<blockquote><p>“Não dá pra você criar uma política publica em cima de dados desatualizados”.</p></blockquote>
<p>Gracialda frisa que não dá para depender de poucas espécies ou de um único modelo de exploração no manejo sustentável. No entanto, é necessário ter o máximo de informações sobre espécies e seus usos para essas propostas de manejo sejam pensadas de forma viável, eficiente e justa.</p>
<blockquote><p>“As pessoas do campo possuíam esse comprometimento de catalogar as espécies existentes, o que se perdeu um pouco no tempo. Então se você cria uma estrutura em cima de algo desatualizado, pode acabar perdendo algo ainda mais importante pela falta de informação”, declara.</p></blockquote>
<p>No caso da madeira, ela explica que as árvores mais valorizadas comercialmente são também as mais sensíveis à exploração. Se o manejo permanece concentrado nelas, há risco de redução populacional e até de desaparecimento local.</p>
<p>Hoje, grande parte dos inventários florestais ainda apresenta erros significativos na identificação das árvores. Prova disso é o relato da pesquisadora de que cerca de metade das espécies amazônicas não são corretamente identificadas em nível mais detalhado.</p>
<p>Desta forma, o principal ‘dever de casa’ é usar a parceria entre órgãos federais, estaduais e comunitários para revisar espécies já mapeadas e fazer sua identificação correta nos casos incompletos.  Na prática, isso reduz o risco de proteger de forma rígida espécies que não estão ameaçadas, assim como afrouxar a fiscalização em espécies que precisam de mais proteção.</p>
<h3><strong>Oportunidades (e desafios) históricos</strong></h3>
<p>Do ponto de vista técnico e ambiental, a diversificação de manejo inclui o uso de diferentes espécies de madeira; valorização de produtos florestais não madeireiros; integração da conservação da biodiversidade com produção, assim como estratégias personalizadas para cada tipo de espécie. Para Edson, esta é uma oportunidade rara e muito especial para o Brasil.</p>
<blockquote><p>“Diferente de outros países que já esgotaram seus recursos florestais, ainda há tempo de construir um modelo equilibrado na Amazônia, um modelo que a grande sociedade consiga entender e valorizar no dia a dia”, observa.</p></blockquote>
<p>Para Gracialda, o único caminho para alcançar esse ‘engajamento’ social é trazendo os povos da floresta para o centro dos debates e decisões.</p>
<blockquote><p>“É obrigatório incluir as comunidades locais nesse processo. São elas que vivem na floresta e podem transformar o manejo em fonte de renda sem abrir mão da conservação, muitas já fazem isso há séculos. Agora é reunir as melhores práticas e ampliar a escala de execução”, declara.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/plano-clima-brasil-define-estrategia-para-zerar-emissoes-ate-2050/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Plano Clima: Brasil define estratégia para zerar emissões até 2050</strong></a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/rede-bragantina-fortalece-protagonismo-feminino-com-agroecologia-e-economia-solidaria-no-para/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rede Bragantina fortalece protagonismo feminino com agroecologia e economia solidária no Pará</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/de-coisa-de-caboclo-ao-superalimento-como-o-acai-esta-transformando-geracoes-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">De ‘coisa de caboclo’ ao superalimento: como o açaí está transformando gerações na Amazônia</a></strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/no-brasil-77-das-prefeituras-usam-produtos-da-agricultura-familiar-para-a-merenda-nas-escolas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>No Brasil, 77% das prefeituras usam produtos da agricultura familiar para a merenda nas escolas</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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