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	<title>mandioca &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>mandioca &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Shoyu amazônico: a sacada que elevou as vendas de empresa paraense em 35%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 14:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[mandioca]]></category>
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		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Shoyu Amazônico]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/IMG_4609-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Ícone da gastronomia do Norte, o tucupi está no centro de um movimento de expansão de mercado liderado por empreendedores paraenses. O insumo, que transita entre pratos ancestrais e releituras modernas, destaca-se por reunir os quatro sabores básicos ao umami, oferecendo uma versatilidade única. A aposta da Manioca, segundo a CEO e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/IMG_4609-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Ícone da gastronomia do Norte, o tucupi está no centro de um movimento de expansão de mercado liderado por empreendedores paraenses. O insumo, que transita entre pratos ancestrais e releituras modernas, destaca-se por reunir os quatro sabores básicos ao umami, oferecendo uma versatilidade única.</p>
<p>A aposta da Manioca, segundo a CEO e cofundadora Joanna Martins, é transformar esse patrimônio regional em um item de consumo diário em todo o País. O resultado dessa estratégia é o &#8220;shoyu amazônico&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Sempre tivemos o sonho de popularizar os produtos da culinária amazônica para as mesas do Brasil, mas a sacada do ‘shoyu amazônico’ veio inteiramente dos clientes. O que nós fizemos foi abrir a cabeça e pensar em como aplicar essa sugestão no mercado de uma forma direta e eficiente&#8221;, explica ao <strong>Pará Terra Boa</strong>.</p></blockquote>
<p>O shoyu amazônico é feito a partir do tucupi preto, um extrato derivado da mandioca, fruto de um longo processo de fermentação e redução. Para chegar nele, é necessário cozinhar o tucupi amarelo por até 72 horas.</p>
<p>A redução é tão extrema que 40 litros de tucupi amarelo rendem entre 2 e 4 litros de tucupi preto, uma pasta densa e de sabor intenso.</p>
<p>Apesar do sabor e da história, o tucupi preto enfrentava um desafio comercial: a barreira do uso. Para o público de fora da Amazônia, o produto concentrado gerava dúvidas que limitavam seu consumo a chefs e entusiastas da culinária.</p>
<blockquote><p>&#8220;Vendíamos em uma embalagem bem parecida com a do shoyu, mas era só o tucupi concentrado. Quem já é daqui da região ou trabalha com sabores já sabe como usar, mas quando apresentávamos para o público de fora, sempre aparecia alguma dúvida de como aplicar nas receitas. Para facilitar, <a href="https://blog.maniocabrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener">chegamos a criar um blog para ensinar receitas com o tucupi preto</a>&#8220;, relembra.</p></blockquote>
<p>O ponto de virada veio da voz do próprio cliente. A reação ao paladar era unânime: &#8216;Nossa, parece shoyu&#8217;. Essa percepção recorrente virou o estalo estratégico da equipe de planejamento.</p>
<p>Se o mercado já estava familiarizado com o molho de soja, o caminho para popularizar o ativo amazônico era assumir essa identidade. Joanna ajustou a fórmula, manteve a embalagem e reposicionou a comunicação. O resultado foi imediato: o &#8216;shoyu amazônico&#8217; estreou com um salto de 35% nas vendas logo no primeiro ano.&#8221;</p>
<h3>Reconhecimento e aceitação do público</h3>
<p>Mesmo com a nova roupagem, a essência do produto permanece fiel à tradição, o que se reflete no rótulo. Enquanto os molhos de soja industriais carregam até 12 ingredientes, o &#8216;shoyu amazônico&#8217; utiliza apenas três — mandioca, água e sal. Esse conceito de clean label (rótulo limpo) atrai consumidores atentos e abre portas para quem busca saúde sem abrir mão da identidade regional.</p>
<p>Aflaviana Ribeiro, que vende comidas típicas há mais de 35 anos em Belém, conta ao <strong>Pará Terra Boa</strong> que mesmo que o tucupi já esteja presente nas suas receitas, o shoyu conquistou o paladar dela e dos seus clientes.</p>
<blockquote><p>“Embora a gente trabalhe com comida tradicional, volta e meia estamos em eventos onde conhecemos produtos novos. O tucupi preto já é um velho conhecido da gente, mas essa roupagem de shoyu deixou as coisas mais interessantes porque fica mais fácil de servir na mesa, vira uma opção de molho para aquele cliente que possui algum tipo de restrição alimentar, e a gente não leva tanto tempo explicando o que é”, conta.</p></blockquote>
<p>A empreendedora conta que, especialmente durante a COP30, precisou investir mais em produtos alternativos, mas que preservassem a identidade regional, pois o evento global trouxe consumidores ávidos por experimentar a culinária amazônica.</p>
<blockquote><p>“Precisei ser mais didática e trabalhar a acessibilidade. Algumas pessoas vêm comer um salgado ou provar um vatapá sem conhecer a fundo todos os ingredientes. Aí fizemos esse trabalho de explicar com detalhes a composição de cada receita, dos nossos temperos tradicionais e fazer adaptações caso a pessoa não queira algo de origem animal ou não possa consumir corantes, por exemplo”, explica.</p></blockquote>
<p>Já a técnica de enfermagem Larissa Santos conta que conheceu o &#8216;shoyu amazônico&#8217; após a mãe passar por uma cirurgia e precisar mudar os hábitos alimentares.</p>
<blockquote><p>“Ela não pode mais consumir molhos com muitos conservantes, corantes e excesso de sal. Aí fui em um supermercado com mais opções de produtos saudáveis e fui lendo rótulo por rótulo. Quando li que era a base de tucupi já amei, porque ela ama tucupi”, relembra.</p></blockquote>
<p>Larissa diz que a aceitação em casa foi tranquila e trouxe uma segurança devido à lista de ingredientes mais limpa, algo também apontado por Aflaviana.</p>
<blockquote><p>“Cozinhar em casa no geral é mais seguro para controlar uso de gordura e sal, mas usar temperos que também ajudam nisso é um alívio no dia a dia”, diz Larissa.</p></blockquote>
<h3>Valorizando origens</h3>
<p>A mandioca é responsável por cerca de 80% do portfólio da Manioca. No entanto, a empresa ainda encontra dificuldade, especialmente na oferta consistente de matéria-prima.</p>
<blockquote><p>&#8220;Existem as safras e períodos de produtos de maior e menor qualidade. Observamos que os SAFs (Sistemas Agroflorestais) ajudam a manter a produtividade com qualidade elevada, então entramos como parceiros dos nossos fornecedores para valorizar o produto e gerar laços ainda mais profundos e transparentes com as práticas sustentáveis que sustentam nossa produção&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Como resposta a esse gargalo, a Manioca lançou o Programa Raízes, braço estratégico de fortalecimento da agricultura familiar que oferece suporte técnico para elevar a produtividade e diversificar as culturas locais.</p>
<p>Hoje, a iniciativa abraça 23 famílias, responsáveis por fornecer anualmente cerca de 140 toneladas de insumos. O modelo consolida uma relação de valor compartilhado: a empresa assegura a compra e a evolução técnica no campo, enquanto os agricultores entregam matérias-primas de excelência, elevando o padrão do produto final.</p>
<blockquote><p>&#8220;São agricultores familiares, então essa famílias vivem inteiramente da produção agrícola o ano inteiro. Quando criamos essa parceria, garantimos não só um produto de qualidade, como também garantimos que eles saberão resistir ao assédio de práticas predatórias no campo, que lá na frente vão gerar degradação e benefícios muito menores do que uma agricultura sustentável a longo prazo&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<p>A principal aposta do projeto é reposicionar a Amazônia como fonte de soluções alimentares contemporâneas, capazes de dialogar com tendências globais de sustentabilidade e rastreabilidade. Tudo isso levando o sabor da Amazônia ao cotidiano dos brasileiros.</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje em dia, quando nós abordam nos eventos, quase sempre o &#8216;shoyu&#8217; é o principal gancho. Parte das pessoas acha que existe uma matemática muito complicada por trás, mas não: é a prova viva do melhor que a natureza pode oferecer, sem aditivos, corantes e aqueles ingredientes esquisitos. O &#8216;shoyu&#8217; é o carro chefe da integração entre o umami amazônico e a tecnologia com uma lista limpa de ingredientes&#8221;, diz.</p></blockquote>
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		<title>Produtores recebem orientações para proteger a mandiocultura no Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 15:04:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[controle de pragas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Farinha de Brag]]></category>
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		<category><![CDATA[mandioca]]></category>
		<category><![CDATA[vassoura de bruxa da mandioca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/farinha_mandioca-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A mandioca, base da alimentação e da economia de muitas famílias paraenses, está no centro de uma grande mobilização preventiva no Estado. De olho na proteção das lavouras e da tradicional farinha de Bragança, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) vem intensificando ações educativas junto aos produtores rurais. O alerta ocorre [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/farinha_mandioca-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A mandioca, base da alimentação e da economia de muitas famílias paraenses, está no centro de uma grande mobilização preventiva no Estado. De olho na proteção das lavouras e da tradicional farinha de Bragança, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) vem intensificando ações educativas junto aos produtores rurais.</p>
<p>O alerta ocorre porque o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) prorrogou, por mais um ano, o estado de emergência fitossanitária relacionado à vassoura-de-bruxa da mandioca, uma doença causada pelo fungo Rhizoctonia theobromae. A medida, oficializada pela Portaria nº 880, de 22 de janeiro de 2026, mantém as ações de prevenção e controle no Pará e no Amapá, diante do risco de avanço da praga.</p>
<p>Atualmente, no Pará, a doença está restrita ao Parque Ambiental do Tumucumaque, que abrange parte dos municípios de Almeirim e Oriximiná. Mesmo assim, o cuidado é redobrado para evitar que o problema chegue a outras regiões produtoras do estado.</p>
<p>Um dos principais focos das ações educativas foi o município de Bragança, na região do rio Caeté, reconhecido por produzir uma das farinhas que mais se destacam no Pará.</p>
<p>A farinha lavada artesanal de Bragança, feita a partir da mandioca amarela fermentada em água, é um patrimônio da agricultura familiar e possui selo de Indicação Geográfica (IG), que atesta sua qualidade e origem.</p>
<p>Para proteger essa cadeia produtiva tão importante, a Adepará, em parceria com a Superintendência Federal de Agricultura (SFA/PA) e a Secretaria Municipal de Agricultura de Bragança, promoveu encontros em comunidades produtoras de farinha, associações de agricultores, feiras e mercados.</p>
<p>Engenheiras agrônomas explicaram, de forma simples, como identificar os sintomas da vassoura-de-bruxa e quais cuidados devem ser adotados para evitar a entrada da praga nas lavouras.</p>
<p>Durante as atividades, os produtores receberam orientações sobre medidas básicas de biossegurança, como o cuidado com mudas, ferramentas e o trânsito de material vegetal entre propriedades.</p>
<p>Produtor de mandioca há anos, Euclides Paixão cultiva dois hectares e produz cerca de seis sacas de farinha por semana. Ele conta que ficou preocupado ao saber da ameaça.</p>
<blockquote><p>“Quando ouvi falar da vassoura-de-bruxa, fiquei apreensivo com o impacto que isso pode ter na economia do município. Se essa praga chegar aqui, a produção será muito afetada. Precisamos aprender a proteger nossas lavouras”, afirmou.</p></blockquote>
<p>A fiscal da Adepará, Marluce Bronze, reforça que não existe, até o momento, um produto químico eficaz contra o fungo. Por isso, a informação e a rapidez na comunicação são fundamentais.</p>
<blockquote><p>“É essencial que o produtor reconheça os sintomas e avise imediatamente a Adepará ou a Secretaria de Agricultura. Quanto mais rápido o contato, maiores as chances de conter a doença e evitar que ela se espalhe”, explicou.</p></blockquote>
<p>Além das ações já realizadas, Adepará, SFA/PA-MAPA e prefeitura de Bragança alinharam novas estratégias para 2026, como o treinamento de agentes de saúde e de endemias, que atuarão como multiplicadores de informações nas comunidades rurais. Também está em estudo a realização de uma Caravana de Educação Sanitária, reunindo técnicos de diferentes órgãos para ampliar o alcance das orientações.</p>
<p>Segundo a também fiscal da Adepará, Gabriela Cunha, a iniciativa vai além da questão produtiva. “Bragança é referência nacional em qualidade de farinha. Nosso trabalho é proteger não só a economia local, mas também uma tradição cultural que faz parte da identidade do município”, destacou.</p>
<p>Ao todo, as ações educativas alcançaram mais de 7 mil pessoas, incluindo trabalhadores de casas de farinha, produtores rurais, feirantes, associações de agricultores familiares e ouvintes de rádios locais — reforçando que, quando o assunto é defesa da agricultura, a informação ainda é a melhor prevenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa aposta na mandioca como alternativa econômica para alimentação animal</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/pecuaria/pesquisa-aposta-na-mandioca-como-alternativa-economica-para-alimentacao-animal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 17:42:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[mandioca]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/dba6a1aa-e589-4626-ac38-d5230750d473-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A mandioca é a base de um projeto que foca no desenvolvimento de produtos para a alimentação animal a partir da raiz e seus derivados. A pesquisa, financiada com recursos do Governo do Estado, por meio da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), aproveita o status de &#8216;alimento do século 21&#8217;, dado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/dba6a1aa-e589-4626-ac38-d5230750d473-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A mandioca é a base de um projeto que foca no desenvolvimento de produtos para a alimentação animal a partir da raiz e seus derivados. A pesquisa, financiada com recursos do Governo do Estado, por meio da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), aproveita o status de &#8216;alimento do século 21&#8217;, dado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para investir em pesquisa e desenvolvimento de alimentos que possam ser uma alternativa econômica ao milho e à soja, amplamente utilizados na alimentação de bovinos e ovinos.</p>
<p>Embora a economia seja um fator significativo para a pesquisa, outro fator reforçado é a possibilidade de usar a mandioca como impulsionador para o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia e práticas mais sustentáveis no pasto.</p>
<p>Os seis experimentos explorados na pesquisa são trabalhados da seguinte forma: quatro deles se concentram na análise dos processos de conservação dos alimentos (ensilagem e desidratação), verificando a qualidade fermentativa e a composição química; e os outros dois experimentos avaliam os produtos gerados em ovinos, analisando variáveis como consumo, digestibilidade e desempenho dos animais.</p>
<p>Além do potencial nutritivo desses alimentos, os experimentos também avaliam os impactos produtivos e econômicos da sua utilização em propriedades rurais. Além disso, é observado seu impacto na redução do impacto ambiental causado pelo descarte inadequado dos resíduos da mandioca, gerando emprego e renda no setor rural. Ao todo, os principais alimentos obtidos foram:</p>
<ul>
<li><strong>Silagem de casca de mandioca</strong> &#8211; Produzida por meio da ensilagem processo de conservação por fermentação. Este alimento funciona como alternativa ao milho na dieta dos animais, sem perda de desempenho, fornecendo energia e reduzindo custos na pecuária.</li>
<li><strong style="font-size: 14px;">Silagem de casca de mandioca com torta de dendê &#8211; </strong>Atuando como aditivo, a torta de dendê absorve a umidade da casca e melhora a conservação da silagem, reduzindo a deterioração do alimento. Este alimento já está no mercado consumidor.</li>
<li><strong style="font-size: 14px;">Farelo de folha e casca da mandioca desidratados &#8211;</strong> Feito por desidratação solar, que garante boa conservação, eles funcionam como fonte de proteína na alimentação animal, gerando fonte de energia.</li>
<li><strong style="font-size: 14px;">Casca de mandioca enriquecida com proteína &#8211;</strong> Aumenta o teor proteico da alimentação por meio da inclusão de ureia e do crescimento de leveduras, aumentando o valor nutricional.</li>
</ul>
<p>Para Thiago Carvalho, professor da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e autor da pesquisa, o projeto possui amplos impactos econômicos, sociais e ambientais, trazendo vantagens em diversos agentes de sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>&#8220;O desenvolvimento deste projeto de pesquisa é de grande relevância devido aos seus amplos impactos econômicos, sociais e ambientais. Ele visa promover o desenvolvimento socioeconômico e a diversificação de renda para pequenos produtores de mandioca e farinheiras, agregando valor aos derivados da cultura”, diz o autor.</p></blockquote>
<h3>Parcerias e aplicabilidade</h3>
<p>Este projeto já possui parceiros práticos, que trabalham de forma coordenada e articulada para gerar conexões entre a pesquisa científica, as comunidades locais e o setor produtivo. Um deles é a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), que desenvolve e testa as tecnologias relacionadas ao aproveitamento dos derivados da mandioca na alimentação animal.</p>
<p>Outra parceria importante é o Museu da Mandioca da Amazônia, localizado na comunidade Espírito Santo do Itá, em Santa Izabel do Pará. O local atua como espaço de integração com produtores e comunidades, valorizando a cultura da mandioca e auxiliando na aplicação prática dos resultados da pesquisa.</p>
<p>Já a parceria com o mercado acontece por meio da empresa <a href="https://www.instagram.com/bonnagro/" target="_blank" rel="noopener">Bonnagro</a>, que atua na fabricação de rações e comercializa produtos como a silagem de casca de mandioca com torta de dendê, levando a inovação do ambiente acadêmico para o mercado.</p>
<p>Para o pesquisador, o projeto transforma conhecimento científico em soluções práticas, gera benefícios econômicos e sociais, reduz impactos ambientais e fortalece a cadeia produtiva da mandioca na Amazônia.</p>
<p>Já Marcel Botelho, presidente da Fapespa, reforça o papel do incentivo público em consolidar estratégias inovadores que contribuem para a geração de renda e a proteção ao meio ambiente.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Pará é um dos principais produtores de mandioca do país, e tem um potencial incrível para duplicar e até mesmo triplicar a sua produção. Pesquisas como essa tornam possível essa aplicação da produção por trazer novos mercados para a mandioca, agregando tecnologia, agregando valor e tornando mais rentável essa cadeia produtiva. Estamos falando de uma evolução científica que trará benefícios para todos os produtores paraenses não só na produção da mandioca, mas também para aqueles que trabalham com a produção animal de forma intensiva&#8221;.</p></blockquote>
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		<title>Cultivo de mandioca é solução sustentável para a agricultura no sudeste paraense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 18:52:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[macaxeira]]></category>
		<category><![CDATA[mandioca]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[sistema bragantino]]></category>
		<category><![CDATA[sudeste paraense]]></category>
		<category><![CDATA[trio da produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/mandioca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Base da alimentação dos paraenses, a mandioca tem um papel importante na produção de muitos agricultores familiares, principalmente nos municípios do sudeste do estado. Nos últimos 30 anos, porém, a espécie vem perdendo espaço para a pecuária e os grãos. A boa notícia é que uma série de estudos da Embrapa mostra que essa cultura [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/mandioca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Base da alimentação dos paraenses, a mandioca tem um papel importante na produção de muitos agricultores familiares, principalmente nos municípios do sudeste do estado. Nos últimos 30 anos, porém, a espécie vem perdendo espaço para a pecuária e os grãos. A boa notícia é que uma série de estudos da Embrapa mostra que essa cultura pode ser reativada e gerar renda de forma sustentável.</p>
<p>As pesquisas mostram que a produção de mandioca na região geralmente é pequena, usa pouca tecnologia e não aproveita bem as grandes áreas que já foram modificadas pelo ser humano.Para reverter esse quadro é possível adotar boas práticas e tecnologias já testadas e aprovadas para a realidade local.</p>
<blockquote><p>“Em todos os trabalhos conduzidos no sudeste paraense, observamos que a mandioca teve rentabilidade positiva, com elevados ganhos e renda ao produtor, tanto cultivada de forma solteira, no Trio da Produtividade, quanto consorciada com milho, seguido de feijão-caupi ou abóbora ou melancia, no Sistema Bragantino”, afirma o engenheiro agrônomo e analista da Embrapa Moisés de Souza Modesto Junior.</p></blockquote>
<p>Ele e o pesquisador Raimundo Nonato Brabo Alves são autores do livro “Mandioca: rentabilidade de sistemas de produção na mesorregião Sudeste paraense”, que apresenta detalhes sobre os processos que podem ser adotados na mandiocultura, resultando em uma produção com mais valor agregado e também mais sustentável.</p>
<p>Práticas como a derrubada da floresta e a queima de capoeiras podem ser substituídas por tecnologias como o Trio da Produtividade. Nesse processo são combinadas três práticas: a seleção de manivas-semente, plantio em espaçamento definido e capinas durante os primeiros 150 dias após o plantio da mandioca, que garantem maior produtividade mesmo sem o uso de fertilizantes e sem queima.</p>
<p>Outra solução é o chamado Sistema Bragantino, que é uma estratégia para preparo do solo com fogo. A vantagem é realizar o cultivo em consórcio com outras espécies, permitindo a utilização contínua da mesma área com menos impactos ambientais e maior rentabilidade por área.</p>
<blockquote><p>“Isso significa aumentar a média atual de 15 toneladas por hectare (t/ha) de raiz, considerada baixa, para até 55 t/ha, sendo este o potencial produtivo da cultura em condições ideais”, afirma Moisés Modesto.</p></blockquote>
<p>A ideia é que com a adoção dessas tecnologias haja um incremento da renda familiar e aumento da produtividade da cultura na região, além da redução do desmatamento e da degradação provocados pela abertura de novas áreas de cultivo. Para conhecer mais sobre essas soluções, faça o download do livro neste link.</p>
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		<title>Mapa alerta para risco de surto de praga da mandioca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 16:33:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/mandioca-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou na quinta-feira, 30,  portaria declarando estado de emergência fitossanitária relativo ao risco de surto da praga quarentenária nos estados do Amapá e do Pará. A declaração, que valerá por um ano, visa reforçar as medidas de prevenção e evitar a dispersão da praga, conhecida como &#8220;vassoura de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/mandioca-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou na quinta-feira, 30,  portaria declarando estado de emergência fitossanitária relativo ao risco de surto da praga quarentenária nos estados do Amapá e do Pará. A declaração, que valerá por um ano, visa reforçar as medidas de prevenção e evitar a dispersão da praga, conhecida como &#8220;vassoura de bruxa&#8221;, para outras áreas de cultivo.</p>
<blockquote><p>“Esta é uma medida que demonstra o reconhecimento do tema por parte do Mapa. Durante a vigência do estado de emergência fitossanitária, todas as ações necessárias para erradicar a praga e evitar sua disseminação para outras áreas produtivas poderão ser adotadas com mais agilidade, tanto em nível federal quanto estadual”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.</p></blockquote>
<p>A doença foi detectada pela Embrapa Amapá nos plantios de mandioca das terras indígenas de Oiapoque, em 2024.</p>
<p>Os sintomas da doença caracterizam-se por ramos secos e deformados, nanismo e proliferação de brotos fracos e finos nos caules. Com a evolução da doença, é comum a ocorrência de clorose, murcha e seca das folhas, morte apical e morte descendente das plantas.</p>
<p>Já a dispersão pode ocorrer por meio de material vegetal infectado, ferramentas de poda, além de possível movimentação de solo e água. A movimentação de plantas e produtos agrícolas entre regiões também pode facilitar a dispersão do patógeno, aumentando o risco de infecção em novas áreas.</p>
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		<title>Alimentos do dia a dia do brasileiro podem desaparecer no futuro em função do clima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2024 13:32:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/producao-de-farinha-Macio-Ferreira-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A aceleração do processo de mudança do clima traz consigo alterações drásticas para o mundo. Enquanto diferentes nações buscam encontrar soluções para evitar o aquecimento do planeta, a população já convive com fenômenos como o prolongamento da estação seca e a redução no período chuvoso. Além de variações de temperatura, esses eventos podem impactar diretamente [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/producao-de-farinha-Macio-Ferreira-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A aceleração do processo de mudança do clima traz consigo alterações drásticas para o mundo. Enquanto diferentes nações buscam encontrar soluções para evitar o aquecimento do planeta, a população já convive com fenômenos como o prolongamento da estação seca e a redução no período chuvoso. Além de variações de temperatura, esses eventos podem impactar diretamente na agricultura e na segurança alimentar, o que significa dizer que alguns alimentos, como arroz, feijão, mandioca e cacau, podem desaparecer da mesa dos brasileiros.</p>
<p>O alerta vem de instituições importantes. O Bando Mundial, por exemplo, elaborou o Relatório sobre Clima e Desenvolvimento que estima que, até 2030, a pobreza extrema pode afetar de 800 mil a 3 milhões de brasileiros devido às consequências das mudanças climáticas. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO na sigla em inglês) dá o motivo: as alterações devem comprometer a produção de alimentos, o que vai afetar o acesso das populações mais vulneráveis aos produtos.</p>
<blockquote><p>“Devido às mudanças climáticas, pragas e doenças se deslocarão para áreas geográficas onde não existiam, gerando problemas para a produção de animais e plantas. Isso implicará em novos riscos para a segurança alimentar e a saúde humana”, disse Jorge Alberto Robayo, representante da FAO no Brasil ao <a href="https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2024/06/13/os-alimentos-que-podem-sumir-do-seu-prato-no-futuro.htm" target="_blank" rel="noopener">ECOA</a>.</p></blockquote>
<p>Entre os alimentos com maiores riscos de perda de produtividade estão os dois que compõem a base das refeições no Brasil: o arroz e o feijão, dizem os especialistas. Isso porque o arroz é mais cultivado e produtivo em áreas com maior capacidade de retenção de água, que é um recurso que pode ficar mais escasso em cenários de escassez hídrica. O caso recente do Rio Grande do Sul mostra ainda que a produção pode ser afetada pelas enchentes, que levaram a uma alta nos preços do produto.</p>
<p>Por sua vez, o feijão pode ter uma queda de produção em razão do aumento das temperaturas. Estudo da Embrapa Arroz e Feijão mostra que a demanda pelo produto deve crescer em cerca de 1,5 bilhão de toneladas até 2050, no entanto os cenários que preveem elevação da temperatura entre 1,23º C a 2,86º C levarão a diminuição da produtividade das lavouras.</p>
<figure id="attachment_29451" aria-describedby="caption-attachment-29451" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-29451 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/cacau-Sidney-Oliveira-Arquivo-Agencia-Para-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/cacau-Sidney-Oliveira-Arquivo-Agencia-Para-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/cacau-Sidney-Oliveira-Arquivo-Agencia-Para-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/cacau-Sidney-Oliveira-Arquivo-Agencia-Para-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/cacau-Sidney-Oliveira-Arquivo-Agencia-Para-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/cacau-Sidney-Oliveira-Arquivo-Agencia-Para-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/cacau-Sidney-Oliveira-Arquivo-Agencia-Para-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/cacau-Sidney-Oliveira-Arquivo-Agencia-Para-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/cacau-Sidney-Oliveira-Arquivo-Agencia-Para-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-29451" class="wp-caption-text">Cacauicultura paraense tambem será afetada pelas mudanças do clima. Foto: Sidney Oliveira / Arquivo Agência Pará</figcaption></figure>
<p>De acordo com a reportagem do ECOA, outros itens importantes para a alimentação e a economia na Amazônia também serão afetados, como o cacau e a mandioca. No caso do cacau, os extremos climáticos devem prejudicar o avanço da cacaicultura no Pará, que é o maior produtor do fruto no País. Fenômenos semelhantes também podem afetar o cultivo da mandioca, que também é parte da base da alimentação dos paraenses seja na forma de raiz ou de seus derivados, como a farinha, o tucupi e a tapioca.</p>
<blockquote><p>“A mandioca tem uma facilidade de adaptação ao calor, mas isso não quer dizer que ela não sinta extremos climáticos. Em um caso de seca, a planta sobrevive, mas tem uma tendência de redução de produtividade devido às pragas que surgem, como os ácaros e alguns insetos. Em outro aspecto, notamos que os períodos de chuvas intensas também prejudicam. A maioria das plantas não tolera o encharcamento do solo, que facilita a proliferação de fungos”, afirmou ao <strong>Pará Terra Boa</strong> a pesquisadora Elisa Moura, da Embrapa Amazônia Oriental.</p></blockquote>
<p>Para enfrentar os desafios e incertezas impostos pela nova realidade climática, a ciência tem se dedicado a encontrar variedades mais resistentes e adaptadas às diversas condições. Um projeto em parceria entre a Embrapa Amazônia Oriental, do Pará, e a Embrapa Mandioca e Fruticultura, da Bahia, se dedica há mais de 10 anos a buscar aqui no estado essas plantas.</p>
<blockquote><p>“Fazemos a seleção de materiais nessas novas condições, sem uso de irrigação. A seleção é feita com os mesmos recursos que o agricultor utiliza no campo. Atualmente, estamos trabalhando com em torno de 30 variedades, que são aquelas que apresentaram melhor potencial de produção de fécula, e vamos testando em locais representativos de diferentes condições nos municípios de Tracuateua, Paragominas e Marabá”, explica Elisa Moura.</p></blockquote>
<p>Ainda não há previsão de quando o projeto será concluído, mas a expectativa é que esse trabalho de identificação e melhoramento genético ajude no desenvolvimento de cultivares da mandioca e garanta que produto continue presente na nossa alimentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Biofábrica vai ampliar produção de mandioca no oeste paraense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 19:04:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/biofabrica-mandioca-Divulgacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Presente em 138 municípios do estado e alcançando uma produção anual de 4,16 milhões de toneladas em 2023, o cultivo de mandioca tem um papel importante para a economia e as comunidades rurais do Pará. Em Juruti, no oeste do estado, a instalação de uma biofábrica na Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) deve [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/biofabrica-mandioca-Divulgacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Presente em 138 municípios do estado e alcançando uma <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/para-fecha-2023-como-lider-na-producao-de-acai-dende-cacau-mandioca-e-abacaxi/">produção anual de 4,16 milhões de toneladas em 2023</a>, o cultivo de mandioca tem um papel importante para a economia e as comunidades rurais do Pará. Em Juruti, no oeste do estado, a instalação de uma biofábrica na Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) deve alavancar ainda mais a produção, trazendo benefícios principalmente para os agricultores familiares da região.</p>
<p>A universidade já desenvolve há cerca de 10 anos o projeto Maniwa Tapajós que desenvolve variedades de mandioca mais adequadas às condições geográficas e climáticas do estado e mais resistentes à seca e às doenças que afetam a cultura. Atualmente, o viveiro utilizado tem capacidade para produzir 40 mil mudas in vitro, porém a expectativa é que esse número triplique em dois anos, chegando a 120 mil mudas por meio da biofábrica.</p>
<p>O objetivo é que todas as sementes geradas sejam distribuídas gratuitamente para agricultores de Juruti, Santarém, Óbidos, Mujuí dos Campos e Belterra, atendendo aproximadamente 500 produtores rurais.</p>
<blockquote><p>&#8220;A demanda agora é expandir o laboratório que sempre funcionou para pesquisa e passará a ter capacidade de biofábricas para ir alcançando mais produtores&#8221;, contou a professora Eliandra Sá, coordenadora do Maniwa Tapajós, ao <a href="https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2024/06/biofabrica-no-para-vai-ampliar-producao-de-mudas-de-mandioca.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Globo Rural</a>.</p></blockquote>
<p>Na avaliação da pesquisadora, a iniciativa deve trazer ganhos em diversos aspectos, pois as sementes mais resistentes garantem uma produção maior de mandioca por hectare, o que beneficia tanto a comercialização quanto a segurança alimentar das comunidades. Além disso, a agricultura aquecida pode estimular os filhos dos produtores a permanecerem no campo, assim como fortalece a colaboração entre diferentes instituições interessadas no desenvolvimento social.</p>
<blockquote><p>“Estamos integrando instituições de ensino, gestão pública, empresas privadas e produtores para fortalecer a mandiocultura na região, que apresenta uma enorme variedade e grande potencial de uso&#8221;, diz a Eliandra Sá.</p></blockquote>
<p>Para a implantação da biofábrica, a Ufopa recebeu um aporte financeiro de R$ 240 mil da Alcoa Foundation para incremento e ampliação dos laboratórios que dão suporte ao trabalho. Após a doação das mudas, a equipe de pesquisadores realiza ainda ações de assistência técnica em temas como análise de solo, tratos culturais, espaçamento, material propagativo e nutrição dos terrenos.</p>
<blockquote><p>&#8220;O projeto também trabalha com a melhoria de qualidade de vida do produtor, pois a cadeia de mandioca para Juruti é de extrema importância, porém ali a produtividade é muito baixa. Com o escalonamento de mudas, esses agricultores poderão concorrer no mercado, aumentar a renda e garantir a própria subsistência, que é um dos papéis da mandioca na região”, destaca Bernardo Fróes, diretor de Sustentabilidade da Alcoa Brasil e presidente do Instituto Alcoa.</p></blockquote>
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		<title>Produtores rurais criam primeira agroindústria mecanizada sustentável de farinha de Juruti</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 18:07:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/casa-de-farinha-juruti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um grupo de 14 produtores associados da Cooperativa de Agricultores Familiares da Comunidade São Pedro (COOPAFASP) é responsável pela administração da primeira agroindústria mecanizada de farinha do município de Juruti, no oeste do Pará. A casa de farinha recém-inaugurada fica no km 10 da PA-257 e foi construída com o apoio da Prefeitura Municipal e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/casa-de-farinha-juruti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um grupo de 14 produtores associados da Cooperativa de Agricultores Familiares da Comunidade São Pedro (COOPAFASP) é responsável pela administração da primeira agroindústria mecanizada de farinha do município de Juruti, no oeste do Pará. A casa de farinha recém-inaugurada fica no km 10 da PA-257 e foi construída com o apoio da Prefeitura Municipal e do Instituto Alcoa.</p>
<p>O estabelecimento tem capacidade para produzir cerca de 100 sacas de 50 quilos de farinha por semana. A certificação fornecida pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) atesta que a produção segue as normas higiênicas e sanitárias e garante a comercialização em todo o estado.</p>
<p>Durante a inauguração, a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel, destacou o papel das lideranças femininas da comunidade que articularam a cooperativa para criar a agroindústria como forma de ampliar o desenvolvimento da agricultura familiar.</p>
<blockquote><p>“Esta agroindústria vai garantir a qualidade da farinha que é produzida aqui, vai ser um diferencial para a comunidade, porque a farinha será produzida dentro das boas práticas de fabricação, ampliando o mercado para o produto regional e gerando novas oportunidades de emprego e renda no município”, disse a diretora à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/56295/adepara-entrega-certificado-de-registro-para-funcionamento-da-primeira-agroindustria-mecanizada-de-farinha-e-juruti" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<figure id="attachment_28917" aria-describedby="caption-attachment-28917" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-28917 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-28917" class="wp-caption-text">Estabelecimento segue todas as normas para manipulação e fabricação de alimentos. Foto: Agência Pará</figcaption></figure>
<p>Antes de obter o registro, a casa de farinha passou por uma série de vistorias em que foram analisadas a conformidade dos processos de manipulação, fabricação e comercialização com a legislação vigente, o que assegura a segurança alimentar da população e gera novas oportunidades para os produtores rurais.</p>
<blockquote><p>“Nós vamos melhorar a nossa produção, vamos melhorar nosso trabalho, porque hoje nós temos tudo praticamente mecanizado e sustentável, porque nós queremos isso, nós queremos trabalhar, mas também proteger o meio ambiente”, declarou a presidente da COOPAFASP, Ana Célia de Souza Lopes.</p></blockquote>
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		<title>Pará fecha 2023 como líder na produção de açaí, dendê, cacau, mandioca e abacaxi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 13:39:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/acai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Pará tem papel importante na produção rural do país. Abacaxi, cacau e mandioca são algumas das principais culturas oriundas do campo paraense, no entanto, o destaque maior fica por conta da liderança nacional na produção açaí e dendê. Segundo o estudo, o Pará [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/acai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Pará tem papel importante na produção rural do país. Abacaxi, cacau e mandioca são algumas das principais culturas oriundas do campo paraense, no entanto, o destaque maior fica por conta da liderança nacional na produção açaí e dendê.</p>
<p>Segundo o estudo, o Pará é responsável por 93,87% da produção nacional de açaí. No total, são 114 municípios envolvidos com o cultivo e extrativismo do fruto, que alcançou mais de 224 mil hectares e uma produção de 1,6 milhões de toneladas. Estima-se que somente o açaí gerou um valor de produção de R$ 5,93 bilhões em 2022, atraindo recursos para cidades como Igarapé-Miri, que é responsável por 26,4% da produção paraense.</p>
<p>Por sua vez, o dendê apesar de ser um dos principais ingredientes da culinária baiana, 98,27% da sua produção ocorre no território paraense. <span data-contrast="auto">Tomé-Açu é o “berço” no Pará do sistema de produção do óleo através de SAFs há aproximadamente 15 anos, promovendo interações e benefícios sociais, econômicos e ambientais.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>O fruto faz parte da economia de 30 municípios paraenses e alcançou no último ano uma produção de 2,9 milhões de toneladas em mais de 185 mil hectares plantados. Tailândia, no nordeste do estado, aparece como produtor de 32,47% do total.</p>
<p>As informações constam na pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM), sistematizada pelo Núcleo de Planejamento e Estatísticas da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) com base no levantamento de 2022, que indica a relevância do estado também em outros segmentos.</p>
<p>O Pará desponta hoje como um maior produtor de cacau do Brasil, por exemplo. Foram 145,99 mil toneladas produzidas em 152,84 mil hectares de 65 municípios, com destaque para Medicilândia, região da Transamazônica.</p>
<p>Outra cultura bastante disseminada no estado é a da tradicional mandioca, que está presente em 138 municípios. Os dados do último levantamento mostram que a quantidade produzida no estado ultrapassa 4,16 milhões de toneladas em 277 mil hectares, sendo Acará, no nordeste do estado, o principal polo produtor.</p>
<p>Já o abacaxi está presente em 92 municípios e alcançou a marca de 350 milhões de frutos produzidos no último ano. Além disso, o Pará aparece como um dos três maiores produtores de pimenta-do-reino e coco-da-bala, que juntos movimentam quase R$ 700 milhões.</p>
<blockquote><p>“Com relação ao Valor de Produção dos produtos agrícolas no ano de 2022, o Estado do Pará ocupa a nona posição dentre as 27 unidades da federação, com participação de 2,76% do valor de produção nacional e apresentando um incremento de 11%, com relação ao ano de 2021&#8243;, detalhou Maria de Lourdes Minssen, coordenadora do planejamento da Sedap à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/50282/para-fecha-2023-como-lider-absoluto-na-producao-de-acai-e-dende-alem-de-mais-tres-importantes-culturas-agricolas" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
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		<title>Conheça a rotina de uma paraense que cultiva macaxeira e vende bolos de puba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 14:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Altamira]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Trabalhador Rural]]></category>
		<category><![CDATA[macaxeira]]></category>
		<category><![CDATA[mandioca]]></category>
		<category><![CDATA[plantações de mandioca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.26.09-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Ivana Guimarães A vida de quem trabalha no campo não é para qualquer um.  Quem resume é Maria Iderivânia Oliveira, mais conhecida como Tia Jane, de 57 anos: “Morar na roça é muito bom, tem muita fartura, mas também é bem difícil, a rotina é puxada”, diz.  Moradora de um trecho da BR-230, que fica [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.26.09-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Ivana Guimarães</em></p>
<p>A vida de quem trabalha no campo não é para qualquer um.  Quem resume é Maria Iderivânia Oliveira, mais conhecida como Tia Jane, de 57 anos: “Morar na roça é muito bom, tem muita fartura, mas também é bem difícil, a rotina é puxada”, diz.  Moradora de um trecho da BR-230, que fica entre Altamira e Brasil Novo, ela cultiva espécies como mandioca, abacaxi, banana, cacau e milho e, aos sábados, ainda vende produtos como bolo de macaxeira e puba no Mercado Municipal de Altamira.</p>
<p>O dia começa cedo, como o de muitos <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/dia-da-biodiversidade-produtos-paraenses-que-eram-desvalorizados-mudam-vidas-de-agricultores-familiares/" target="_blank" rel="noopener">agricultores familiares paraenses</a>. Por volta das 6h30 ela já inicia suas atividades. Enquanto seu esposo se encarrega de tirar leite, ela cuida das galinhas, dos carneiros e dos porcos. No intervalo da manhã até o meio-dia, Jane se dedica à cozinha, preparando o almoço. Já na parte da tarde, ela faz os produtos que vende na feira, como os doces de leite, banana e mamão.</p>
<p>Ela explica que sempre procura utilizar ingredientes naturais e caseiros em suas receitas. Seu leite vem diretamente do curral, os ovos são caipiras e ela colhe coco e <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/producao-da-castanha-do-para-movimenta-mais-de-r-2-bilhoes-mas-coletadores-ficam-com-apenas-5/" target="_blank" rel="noopener">castanha-do-Pará</a> na roça onde vive. Além disso, Jane também trabalha com massas, fazendo pão caseiro, bolachas de queijo e biscoitos de castanha e de nata.</p>
<blockquote><p>“Se eu vou fazer a bolachinha de queijo, eu faço o meu queijo. A castanha, eu pego no mato. E o biscoitinho de nata, eu tiro do leite que eu fervo. Ai vou guardando, vou congelando. Até dar uma quantia suficiente para eu fazer os biscoitinhos”, diz.</p></blockquote>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-19943" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.24.47.jpeg" alt="" width="250" height="333" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.24.47.jpeg 780w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.24.47-225x300.jpeg 225w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.24.47-768x1024.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.24.47-150x200.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.24.47-450x600.jpeg 450w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /></p>
<p>Quando o final de semana se aproxima, a rotina de Jane é ainda mais corrida. Ela começa a trabalhar na sexta-feira de manhã e só termina por volta das 23h. Às 3 horas da manhã de sábado, ela já está de pé, fervendo o leite e se preparando para chegar à feira por volta das 5h30.</p>
<p>Seus bolos mais procurados são o de <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cadeia-produtiva-da-mandioca-cresce-e-para-ja-conta-com-175-estabelecimentos-certificados/" target="_blank" rel="noopener">macaxeira</a> e o de puba. O segundo também é conhecido como bolo indígena e é feito na palha da banana.</p>
<blockquote><p>“Esse bolo de puba é bem complicado. É diferente do bolo de macaxeira. A macaxeira você rala, coloca os temperos e já vai pro forno. Já o bolo de puba é da mandioca brava. Então eu descasco, lavo, coloco pra pubar uns três dias. Depois eu passo na peneira, coloco no saco, ponho numa prensa aí fica aquele pozinho. Dali eu faço o bolo de puba. Que é uma delícia, né? Ele é muito procurado na feira, então é o que eu mais me dedico”, explica Jane.</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19944" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.24.48.jpeg" alt="" width="239" height="318" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.24.48.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.24.48-225x300.jpeg 225w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.24.48-150x200.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/WhatsApp-Image-2023-05-24-at-21.24.48-450x600.jpeg 450w" sizes="(max-width: 239px) 100vw, 239px" /></p>
<p>A puba é a massa resultante da fermentação natural das raízes da mandioca. Como já publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong>, ela é considerada um verdadeiro <a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/ja-tomou-seu-caldo-de-puba-hoje-saiba-quais-alimentos-de-povos-tradicionais-sao-mais-saudaveis/" target="_blank" rel="noopener">presente dos povos originários</a>.</p>
<p>O horário de trabalho de Jane varia, mas geralmente vai até às 21h. Ela costuma dormir por volta das 22h. Apesar dos desafios e da rotina cansativa, ela encontra satisfação na conexão com a terra.</p>
<p>Ao chegar em casa, ela desfruta de um merecido descanso. Um banho relaxante e uma refeição reconfortante preparam-na para o merecido sono, enquanto sonha com um novo dia de trabalho no campo, com todas as suas demandas.</p>
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