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	<title>maio &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>maio &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Impacto das queimadas faz desmatamento subir 92% na Amazônia em maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 19:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[maio]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[São Felix do Xingu]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/desmatamento-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um total de 960 km² foram desmatados na Amazônia em maio de 2025, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgados nesta sexta-feira, 6. Esse número representa uma alta de 92% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a devastação foi de 500 km². O ranking do desmate foi [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/desmatamento-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um total de 960 km² foram desmatados na Amazônia em maio de 2025, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgados nesta sexta-feira, 6. Esse número representa uma alta de 92% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a devastação foi de 500 km². O ranking do desmate foi liderado pelo Mato Grosso, seguido pelo Pará que perdeu 145 km² de floresta, cerca de 5% a mais do que em maio de 2024.</p>
<p>O crescimento do desmatamento no bioma chamou a atenção do governo federal. O detalhamento dos casos feito pelo Inpe mostrou que, no mês passado, 48% da área foi desmatada com a retirada de vegetação para deixar o solo exposto. Já em 51% dos casos foi identificado desmatamento com vegetação, que ocorre em áreas com cicatrizes de queimadas que perderam sua capacidade de regeneração.</p>
<blockquote><p>“Ele não é um desmatamento ocorrido em maio, é uma floresta incendiada a tal ponto que ela chega agora como uma floresta colapsada. O nosso foco historicamente foi o combate ao desmatamento, que é a remoção da cobertura florestal porque o índice de colapso de floresta por queimadas não era tão relevante como agora”, disse o ministro substituto do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, em coletiva à imprensa em Brasília (DF).</p></blockquote>
<p>Os dados revelam que esse tipo de desmatamento se manteve em níveis estáveis representando, no máximo, 14% dos registros de devastação. Porém, em 2023 chegou a 32%, foi a 21% no ano passado e agora alcançou o pico de 51%.</p>
<blockquote><p>&#8220;É uma realidade nova. De certa forma, tínhamos a expectativa de que a floresta úmida não seria vítima dessa realidade [climática de forma] tão grave como as florestas temperadas. No entanto, estamos assistindo uma situação dramática aqui no Brasil&#8221;, completou.</p></blockquote>
<p>Em 2025, pela primeira vez desde que se tem registro, a proporção da vegetação destruída pelo fogo e que não conseguiu se recuperar, como costuma acontecer em florestas úmidas como a Amazônia, superou a área destruída pelo chamado corte raso (derrubada).</p>
<figure id="attachment_34842" aria-describedby="caption-attachment-34842" style="width: 689px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-34842 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/desmatamento-maio-amazonia.png" alt="" width="689" height="455" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/desmatamento-maio-amazonia.png 689w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/desmatamento-maio-amazonia-300x198.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/desmatamento-maio-amazonia-150x99.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/desmatamento-maio-amazonia-450x297.png 450w" sizes="(max-width: 689px) 100vw, 689px" /><figcaption id="caption-attachment-34842" class="wp-caption-text">Participação das queimadas no desmatamento está maior. Gráfico: MMA</figcaption></figure>
<p>Outra preocupação é que as queimadas estão avançando não somente em regiões já abertas ou ocupadas pela agropecuária, mas atingindo principalmente áreas de vegetação nativa. De agosto de 2024 a maio de 2025, quase 56% da área queimada foi em áreas de vegetação primária ou secundária.</p>
<p>Um exemplo disso é visualizado no município de São Félix do Xingu, no sudeste paraense, onde o monitoramento mostra que a degradação não está concentrada só nas regiões de produção rural e alcança cada vez mais o que deveria estar preservado.</p>
<figure id="attachment_34841" aria-describedby="caption-attachment-34841" style="width: 677px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-34841 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/desmataamento-queimadas-s.felix_.png" alt="" width="677" height="456" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/desmataamento-queimadas-s.felix_.png 677w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/desmataamento-queimadas-s.felix_-300x202.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/desmataamento-queimadas-s.felix_-150x101.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/desmataamento-queimadas-s.felix_-450x303.png 450w" sizes="(max-width: 677px) 100vw, 677px" /><figcaption id="caption-attachment-34841" class="wp-caption-text">Em São Félix do Xingu, queimadas ocorrem cada vez mais em áreas de floresta. Gráfico: MMA</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Essa realidade que se coloca mostra que o esforço e a ação do governo, da sociedade e do setor privado no controle de incêndios se tornou uma prioridade. Sempre foi importante combatê-lo, mas ele adquire agora uma dimensão que supera o corte raso de floresta que era historicamente o nosso maior problema”, afirmou Capobianco.</p></blockquote>
<p>Segundo a pasta, esse quadro só mudará com o avanço da articulação do governo federal com os municípios das áreas críticas.</p>
<p>Já o secretário executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, chama atenção para o fato de que, historicamente quando a lei é aplicada, o desmatamento cai.  E isso é comprovado nos índices registrados, entre agosto de 2024 e maio de 2025, quando houve queda de 30,6% no desmatamento da Amazônia, em razão da intensificação da fiscalização.</p>
<blockquote><p>“Para o Ibama fiscalizar, porém, é necessário haver uma legislação que proteja o meio ambiente. É exatamente aí que entra o Congresso, que atua no sentido oposto, tentando acabar com a proteção ambiental, como vimos recentemente na aprovação do projeto de lei que desmonta o licenciamento ambiental, além de outras ameaças no chamado Pacote da Destruição”, avalia  Astrini.</p></blockquote>
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		<title>Maio de 2024 é 12º mês seguido a registrar temperaturas recordes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 14:18:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Copernicus]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[maio]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[quente]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/sol1-e1717683301402-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Maio de 2024 marcou o 12º mês consecutivo de temperaturas recordes na Terra, segundo dados divulgados na quarta-feira, 5, pelo observatório climático europeu Copernicus e pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). No mês passado, as temperaturas globais foram 1,52°C acima dos níveis pré-industriais, relata a Bloomberg.  No Brasil, uma onda de calor anormal dominou a região central [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/sol1-e1717683301402-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Maio de 2024 marcou o 12º mês consecutivo de temperaturas recordes na Terra, segundo dados divulgados na quarta-feira, 5, pelo observatório climático europeu Copernicus e pela Organização Meteorológica Mundial (OMM).</p>
<p>No mês passado, as temperaturas globais foram 1,52°C acima dos níveis pré-industriais, relata a <a href="https://www.bloomberg.com/news/articles/2024-06-05/the-world-has-spent-a-shocking-full-year-breaking-heat-records?srnd=green" target="_blank" rel="noopener">Bloomberg</a>.  No Brasil, uma onda de calor anormal dominou a região central do país, o que impediu o avanço das chuvas que causaram tragédia no Rio Grande do Sul pelo continente afora.</p>
<p>A divulgação dos novos dados foi feita para coincidir com um discurso do secretário-geral da ONU, António Guterres, pedindo maior ambição para as questões climáticas na cúpula do G7, que acontece na Itália entre 13 e 15 de junho.</p>
<blockquote><p>“Somos o meteoro. Estamos brincando de roleta russa com o nosso planeta. No último ano, a cada virada do calendário, a temperatura aumentou. Nosso planeta está tentando nos dizer algo, mas não parece que estamos ouvindo. Estamos quebrando recordes de temperatura global e colhendo a tempestade. É hora de agir. Agora é o momento de mobilizar, agir e entregar resultados”, disse secretário-geral da ONU, António Guterres.</p></blockquote>
<p>A <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/06/planeta-deve-superar-temporariamente-limite-de-150c-de-aquecimento-ate-2028-diz-onu.shtml" target="_blank" rel="noopener">Folha</a> destaca que foi o 11º mês consecutivo, desde julho de 2023, em que a média global de temperaturas foi igual ou superior a 1,5°C – limite para o aumento da temperatura do planeta com o qual os países se comprometeram no Acordo de Paris, em 2015. Com isso, a média entre junho de 2023 e maio de 2024 foi a mais elevada já registrada: 1,63°C acima do nível pré-industrial.</p>
<p>Já a <a href="https://wmo.int/news/media-centre/global-temperature-likely-exceed-15degc-above-pre-industrial-level-temporarily-next-5-years" target="_blank" rel="noopener">Organização Mundial de Meteorologia</a> (OMM) afirmou que agora há uma chance de 80% de que pelo menos um dos próximos cinco anos marque o primeiro ano civil com uma temperatura média que temporariamente exceda 1,5°C acima dos níveis pré-industriais – no ano passado, era 66%, explica a <a href="https://www.reuters.com/sustainability/world-hits-streak-record-temperatures-un-warns-climate-hell-2024-06-05/" target="_blank" rel="noopener">Reuters</a>. E não para aí: a entidade estima 47% de chance de que todos os anos entre 2024 e 2028 excedam o teto do acordo climático.</p>
<p>A entidade destaca que não significa que a Terra já ultrapassou definitivamente a barreira do aquecimento de 1,5oC, mas serve de alerta. Para que o limite seja considerado definitivamente superado, é preciso que ele se repita de forma consistente, em intervalos temporais bem maiores.</p>
<blockquote><p>“A OMM está soando o alarme de que excederemos o nível de 1,5°C de forma temporária com frequência crescente. Já superamos temporariamente esse nível em meses individuais e, de fato, como média durante o período mais recente de 12 meses”, disse a secretária-geral adjunta da organização, Ko Barrett.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pará desmata menos em maio, mas ainda está entre os que mais destroem a Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-desmata-menos-em-maio-mas-ainda-esta-entre-os-que-mais-destroem-a-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2023 14:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
		<category><![CDATA[maio]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/desmate-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A devastação da floresta amazônica teve uma queda de 54% nos primeiros cinco meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2022. Apesar dessa redução, 2023 ainda teve a quarta maior área desmatada em pelo menos 16 anos, ficando atrás apenas de 2022, 2021 e 2020. De janeiro a maio, a Amazônia perdeu [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/desmate-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A devastação da floresta amazônica teve uma queda de 54% nos primeiros cinco meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2022. Apesar dessa redução, 2023 ainda teve a quarta maior área desmatada em pelo menos 16 anos, ficando atrás apenas de 2022, 2021 e 2020.</p>
<p>De janeiro a maio, a Amazônia perdeu 1.542 km² de mata nativa, o equivalente ao território da cidade de São Paulo. Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon, que monitora a Amazônia Legal por imagens de satélite desde 2008.</p>
<p>Entre os estado, mesmo apresentando quedas no desmatamento entre janeiro e maio deste ano, em comparação com 2022, as maiores áreas destruídas seguem sendo Mato Grosso, Amazonas e Pará.</p>
<p>Em relação aos meses, maio foi o que apresentou a maior queda na devastação, de 77%. Isso porque a derrubada passou de 1.476 km² em maio de 2022 para 339 km² no mesmo mês deste ano. Redução que precisa seguir para que 2023 feche fora das primeiras posições no ranking dos anos com as maiores áreas destruídas.</p>
<blockquote><p>“Para intensificar ainda mais o combate ao desmatamento, é necessário que os órgãos ambientais sigam sendo fortalecidos, para que consigam ter capacidade suficiente para impedir a continuidade de atividades como o garimpo ilegal, a invasão de áreas protegidas e a grilagem de terras. E, também, realizar a destinação para a conservação de terras públicas ainda sem uso definido, que estão mais vulneráveis ao desmatamento”, afirma Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon.</p></blockquote>
<h3>Os maiores destruidores</h3>
<p>Nos cinco primeiros meses de 2023, Mato Grosso devastou 511 km² de floresta, Amazonas 372 km² e Pará 328 km², o que representa 33%, 24% e 21% do total na região.</p>
<p>Ou seja: juntos, esses estados foram os responsáveis por 78% da floresta destruída no período, o que alerta sobre a necessidade de receberem ações prioritárias de combate ao desmatamento.</p>
<p>Terceiro estado que mais desmatou de janeiro a maio, o Pará caiu uma posição em relação a destruição em maio (70 km²), comparado a abril (81km²).</p>
<p>Nosso estado, no entanto, tem enfrentado dificuldade para combater o desmatamento em algumas áreas protegidas, como a APA Triunfo do Xingu. Apenas em maio, essa unidade de conservação estadual perdeu 25 km² de floresta, o que equivale a 2.500 campos de futebol, sendo a mais desmatada de toda a Amazônia.</p>
<p>Além desse território, outras três unidades de conservação paraenses ficaram no ranking das 10 mais destruídas em maio: APA do Tapajós, Flona de Saracá-Taquera (PA) e Esec da Terra do Meio (PA).</p>
<blockquote><p>“Em maio, o Pará foi o estado que mais teve áreas protegidas entre as mais desmatadas da Amazônia, incluindo terras indígenas como a Munduruku e a Xikrin do Cateté”, alerta Raíssa Ferreira, pesquisadora do Imazon.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Imazon</em></p>
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