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	<title>lca &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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		<title>No oeste do Pará, comunidade Surucuá explora potencial da bioeconomia da sociobiodiversidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 19:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Producao-chocolate-Surucua-Amazonia-4.0-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Na Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns, localizada no oeste paraense, a comunidade Surucuá, formada por aproximadamente 150 famílias, encontrou uma forma de explorar de forma sustentável os recursos locais, agregando o conhecimento e a tradição locais com inovação e tecnologia. Essa experiência deu origem a produtos à base de cupulate, uma espécie de chocolate produzido com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Producao-chocolate-Surucua-Amazonia-4.0-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Na Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns, localizada no oeste paraense, a comunidade Surucuá, formada por aproximadamente 150 famílias, encontrou uma forma de explorar de forma sustentável os recursos locais, agregando o conhecimento e a tradição locais com inovação e tecnologia. Essa experiência deu origem a produtos à base de <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/em-formato-de-barra-receita-tradicional-de-cupulate-ganha-grife-e-conquista-novos-paladares/" target="_blank" rel="noopener">cupulate,</a> uma espécie de chocolate produzido com as amêndoas do cupuaçu, além de chocolates finos que agregam valor à rica biodiversidade da região.</p>
<p>A localidade foi a primeira beneficiada pela experiência do Laboratório Criativo da Amazônia (LCA), proposta do <a href="https://amazonia4.org/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Amazônia 4.0</a> que visa demonstrar o potencial da bioeconomia da sociobiodiversidade em projetos de pequena escala protagonizados pelas populações tradicionais.</p>
<p>Um dos diferenciais do LCA é a estrutura de laboratórios móveis, também conhecidos como biofábricas, onde é possível processar, beneficiar e elaborar produtos feitos com matérias-primas da floresta. O projeto também tem impacto ambiental reduzido, já que é alimentado com energia solar fotovoltaica.</p>
<figure id="attachment_27103" aria-describedby="caption-attachment-27103" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-27103 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-1024x377.jpg" alt="" width="1024" height="377" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-1024x377.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-300x110.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-768x282.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-1536x565.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-150x55.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-450x165.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0-1200x441.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/biofabricas-LCA-Amazonia-4.0.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-27103" class="wp-caption-text">Primeira biofábrica foi instalada na comunidade Surucuá. Foto: Reprodução Amazônia 4.0</figcaption></figure>
<p>De acordo com o Instituto Amazônia 4.0, a ideia é capacitar as populações locais para o uso de tecnologias modernas que sirvam para o desenvolvimento de produtos, processos e atividades que agregam valor à biodiversidade. A longo prazo, o objetivo é contribuir para conter a devastação do bioma sem perder de vista a necessidade de apoiar alternativas para geração de renda, principalmente baseadas em sistemas agroflorestais e na restauração florestal.</p>
<p>Esses foram alguns resultados já colhidos na comunidade Surucuá. Durante a implantação do LCA, os moradores tiveram um papel importante oferecendo suporte a instalação das estruturas ou ainda em serviços de transporte, alimentação, limpeza e construção, que impactaram diretamente na empregabilidade local.</p>
<h3>Sabores regionais</h3>
<p>Além disso, a população da Resex exercitou a criatividade e pôs a mão na massa durante a criação de uma série de receitas que exploram os sabores da floresta. Entre elas estão a de cupulate com castanha do Pará, de chocolate com açaí e a de cupulate com coco liofilizado, isto é, desidratado por meio da sublimação. Outros experimentos apostaram na combinação do chocolate com o cumaru e outras especiarias da Amazônia.</p>
<blockquote><p>“A gente não dava valor nas coisas que a gente tinha, principalmente, no cupuaçu. A gente perdia muito, não tinha muito utilidade, a gente não sabia como trabalhar, só tinha a polpa e não a semente, e agora a gente sabe que a polpa a gente pode usar pra tudo&#8221;, contou a professora Aldenira Sousa em entrevista ao programa <a href="https://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2023/12/28/cupulate-comunidade-na-amazonia-aprende-a-produzir-chocolates-finos-com-fruto-tipico-da-regiao.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Profissão Repórter</a>.</p></blockquote>
<p>A ideia é que o LCA seja expandido para outras localidades, inclusive já está em execução o projeto para a região de Belterra, assim como a ideia de que sejam apoiadas estratégias de inovação para a castanha-do-Pará, o açaí, os azeites da Amazônia e a área de genômica. Enquanto isso, o projeto já deixa frutos estimulando sonhos e novas perspectivas entre os participantes.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu ouvi muito a frase: estuda pra sair da roça. E hoje, não, eu quero fazer o contrário. Estudar e voltar pra roça, voltar pra comunidade. Hoje meu grande sonho profissional é disseminar a agroecologia nas comunidades e, realmente, viver da nossa cultura&#8221;, disse a agricultora Mariane Chaves.</p></blockquote>
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