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	<title>Juruti &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Juruti &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>BioJuruti transforma sementes da floresta em autonomia e renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/20260408064834-GC00076190-F00298761-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O que antes era descartado na natureza ou vendido apenas como insumo bruto, agora ganha a sofisticação da ciência e o valor da indústria em Juruti, no Baixo Amazonas. A inauguração do laboratório BioJuruti, no distrito de Castanhal, marca um salto estratégico para o Pará: a estrutura é voltada à extração de óleos e manteigas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/20260408064834-GC00076190-F00298761-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O que antes era descartado na natureza ou vendido apenas como insumo bruto, agora ganha a sofisticação da ciência e o valor da indústria em Juruti, no Baixo Amazonas. A inauguração do laboratório BioJuruti, no distrito de Castanhal, marca um salto estratégico para o Pará: a estrutura é voltada à extração de óleos e manteigas vegetais de ativos como cupuaçu, tucumã, castanha, buriti, patauá e andiroba, garantindo que a riqueza gerada pela floresta permaneça nas mãos de quem nela habita.</p>
<p>A iniciativa é fruto de um acordo de cooperação entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas) e a Alcoa, via programa Regulariza Pará. O projeto une a expertise da UFPA, o Instituto ISACI, a prefeitura local e, principalmente, a Cooperativa Agroindustrial de Castanhal e Planalto (COOCALP).</p>
<p>Diferente de modelos tradicionais onde as comunidades apenas coletam o fruto, o BioJuruti foca no ciclo completo. Para o secretário adjunto da Semas, Rodolpho Zahluth Bastos, essa construção coletiva é a &#8220;receita do sucesso&#8221;.</p>
<blockquote><p>“O projeto reúne comunidade, sociedade civil, iniciativa privada, universidade, poder público municipal e poder público estadual, e essa é a receita do sucesso. Cada um teve uma importância fundamental na cadeia de planejamento e implementação do projeto”, afirmou. Rodolpho</p></blockquote>
<p>O secretário enfatizou que o diferencial em Juruti é a autonomia.</p>
<blockquote><p>“Muitas vezes, em projetos de bioeconomia, a comunidade participa apenas fornecendo a matéria-prima. Aqui em Juruti, não. O protagonismo comunitário é do início ao fim. Vocês trabalham a matéria-prima e produzem a partir dela. O diferencial desse projeto é justamente esse: garantir autonomia e protagonismo completo para a comunidade”.</p></blockquote>
<h3>Sementes que viram sustento</h3>
<p>O impacto social é imediato para os agricultores e extrativistas da zona rural. Jackson Lima, diretor financeiro da COOCALP, destaca que o laboratório dá utilidade ao que era invisível.</p>
<blockquote><p>“A COOCALP, junto com o ISACI, executou esse projeto, mas o maior beneficiário são os nossos agricultores. É um projeto voltado para os cooperados do Distrito de Castanhal. Nós temos várias sementes que seriam descartadas na natureza e que hoje geram renda para dentro da comunidade”, explicou.</p></blockquote>
<p>A estrutura funcionará com apoio técnico da UFPA até 2027, preparando a cooperativa para assumir a liderança total da operação. Para o professor Ney Oliveira, do ISACI, o sucesso se deve à &#8220;territorialidade da ciência&#8221;, enquanto o professor Otávio do Canto, da UFPA, reforça o lado pragmático da preservação.</p>
<blockquote><p>“Eu agradeço imensamente a todas as instituições e pessoas que acreditaram no nosso sonho e o transformaram em realidade. Mas nada é tão concreto quanto transformar recursos naturais como castanha, buriti, andiroba, tucumã e tantos outros em renda para a comunidade do distrito de Castanhal”.</p></blockquote>
<h3>Desenvolvimento com floresta em pé</h3>
<p>Alinhado ao Plano Estadual de Bioeconomia (2022), o laboratório é uma peça-chave para manter a floresta conservada enquanto gera valor comercial. Pamella De-Cnop, diretora de Sustentabilidade da Alcoa, reforça que a meta é deixar um legado.</p>
<blockquote><p>“Nosso objetivo é contribuir para que Juruti se desenvolva de forma sustentável, com a valorização dos saberes gerados na Amazônia, gerando oportunidades e qualidade de vida para a população e construindo um legado de excelência para as gerações futuras”.</p></blockquote>
<p>A prefeita de Juruti, Lucidia Batista, celebrou a entrega como um marco da vocação local para a bioeconomia e de valor para quem vive e produz no território.</p>
<blockquote><p>&#8220;É uma entrega que gera oportunidade, renda e desenvolvimento com responsabilidade ambiental para as comunidades”, concluiu.</p></blockquote>
<p>Com o BioJuruti, o município deixa de ser apenas um observador da biodiversidade para se tornar um catalisador de inovação e inclusão produtiva no coração da Amazônia.</p>
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		<title>Guardiões da floresta: Engenheiro cria palafita sustentável para melhorar a vida de ribeirinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 11:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[andiroba]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Várzea]]></category>
		<category><![CDATA[escola da várzea]]></category>
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		<category><![CDATA[madeira biossintética]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologias sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/casa-da-varzea-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Viver cercado pela maior floresta tropical do mundo foi uma experiência transformadora na vida de José Coelho. A família morava às margens do rio Amazonas, na ilha de Santa Rita, em Juruti, trabalhando com o extrativismo de juta e criação de animais. Uma vida repleta do que é proporcionado pela natureza, mas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/casa-da-varzea-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Viver cercado pela maior floresta tropical do mundo foi uma experiência transformadora na vida de José Coelho. A família morava às margens do rio Amazonas, na ilha de Santa Rita, em Juruti, trabalhando com o extrativismo de juta e criação de animais. Uma vida repleta do que é proporcionado pela natureza, mas também por seus desafios, como as cheias anuais, que inundavam a casa e obrigavam a família a se mudar constantemente.</p>
<p>A lembrança da apreensão e dificuldades que os pais e avós enfrentavam a cada subida do rio inspirou José a criar um projeto inovador de palafitas sustentáveis adaptadas para a realidade das várzeas amazônicas. Essa é apenas uma das iniciativas que conseguem aliar os saberes tradicionais com o conhecimento científico para desenvolver soluções para as questões locais .</p>
<p>Como o <strong>Pará Terra Boa</strong> mostrou ao longo da série <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/guardioes-da-amazonia-uma-alianca-pela-vida-na-terra/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Guardiões da Floresta</strong></a>, durante a Semana do Meio Ambiente, a proteção da Amazônia passa por muitas mãos e mentes e os amazônidas estão cada vez mais engajados em provar que um mundo mais sustentável é possível.  Nesta sexta-feira, 6 de junho, em que se celebra o<strong> Dia do Ribeirinho</strong>, a história de José Coelho, ganha ainda mais importância.</p>
<blockquote><p>“Todo o projeto é baseado em ideias empíricas do meu pai, da minha mãe e dos meus avós. Em 2014, quando eu cursava engenharia civil, na primeira aula de metodologia científica, o professor pediu a elaboração de um projeto com pegada sustentável. Logo veio esse insight e escrevi tudo ali, transformando os problemas em soluções”, conta José sobre a ideia batizada de Casa de Várzea.</p></blockquote>
<figure id="attachment_34791" aria-describedby="caption-attachment-34791" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-34791 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-34791" class="wp-caption-text">O engenheiro José Coelho diz que o conceito da casa de várzea pode ser aplicado a outras construções. Foto: Agência Pará</figcaption></figure>
<p>Uma das principais diferenças em relação às palafitas comuns em comunidades ribeirinhas é a inclusão de sistema de elevação hidráulica natural, que acompanha o movimento das cheias dos rios e evita o alagamento. Além disso, a casa foi projetada para ser construída com materiais sustentáveis, como madeira de projetos de manejo e uma madeira biossintética elaborada com 70% de resíduos vegetais, como caroço de açaí, fibras e galhos, e 30% de polietileno proveniente da reciclagem de plástico.</p>
<blockquote><p>“Com isso, eu consigo aliar o conforto térmico da madeira com a durabilidade do plástico. Já temos testes realizados em câmara de envelhecimento no Inmetro que comprovam que a madeira biossintética pode resistir até 300 anos pegando sol e chuva. Isso faz com que também diminua a necessidade de uso de madeira que precisa ser trocada a cada três anos quando tem contato constante com água”, explica.</p></blockquote>
<p>Além disso, a madeira biossintética recebe um tratamento para incorporar o princípio ativo da andiroba. Bastante utilizado pelos amazônidas por causa de suas propriedades anti-inflamatória, cicatrizante e terapêutica, o fruto é também um repelente natural, fazendo com que caia a ocorrência de carapanãs, mosquitos e outros insetos transmissores de doenças, como a dengue, a febre amarela e a malária. “É uma contribuição para a saúde pública dos ribeirinhos”, afirma José.</p>
<p>Outras inovações envolvem toda uma estrutura de suporte que permite que a casa possa ser habitada ou adaptada para outras construções gerando o mínimo impacto ambiental. A geração de energia, por exemplo, ocorre por meio de painéis solares; fossa séptica e biodigestores fazem o tratamento de esgoto; e um microssistema de tratamento filtra a água utilizada em pias e chuveiros antes de despejar no ambiente.</p>
<figure id="attachment_34788" aria-describedby="caption-attachment-34788" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-34788 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-1024x576.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-300x169.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-768x432.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-150x84.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-450x253.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-1200x675.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-34788" class="wp-caption-text">Primeira &#8220;escola da várzea&#8221; está em construção em Icoaraci. Foto: Arquivo José Coelho</figcaption></figure>
<h3>Iniciativa patenteada</h3>
<p>A iniciativa é hoje patenteada como Casa de Várzea e já vem sendo aplicada em projetos no estado. Entre eles está a Casa do Sebrae na COP30, que acontece em novembro, em Belém, e a Escola Nossa Senhora da Conceição, que está sendo construída na Ilha de Urubuoca, no distrito de Icoaraci, na capital paraense.</p>
<p>A estrutura terá 500 m², quatro salas de aula e oferta de cursos da educação básica, ensino técnico e cursos superiores, em parceria com a Universidade do Estado do Pará. A previsão é que a inauguração ocorra antes da conferência do clima.</p>
<p>A ideia é que a chamada escola da várzea seja um legado da COP30 e ajude a mostrar ao mundo as tecnologias e a inovação que surgem na Amazônia e chame atenção de investidores e governos para que essa ideia chegue a outras comunidades isoladas.</p>
<blockquote><p>“A minha inquietação sempre foi de não aceitar viver no paraíso, mas com zero de infraestrutura. O ribeirinho é um sentinela da Amazônia que vive e preserva o meio ambiente, mas não recebe os serviços necessários. A Casa da Várzea foi a minha vida, a minha infância e eu busquei traduzir tudo isso nesse projeto. Só quem sentiu na pele as problemáticas das cheias pode arrumar a solução”, afirma José Coelho.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/guardioes-da-floresta-ribeirinhos-fazem-do-manejo-responsavel-de-madeira-seu-ganha-pao/" target="_top">Guardiões da floresta: Ribeirinhos fazem do manejo responsável de madeira seu ganha-pão</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/guardioes-da-floresta-cientista-estuda-o-perigo-das-mudancas-do-clima-para-o-futuro-da-amazonia/" target="_top">Guardiões da floresta: cientista estuda o perigo das mudanças do clima para o futuro da Amazônia</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/guardioes-da-floresta-a-guia-que-promove-os-encantos-marajoaras-em-parceria-com-a-comunidade/" target="_top">Guardiões da floresta: guia promove os encantos marajoaras em parceria com a comunidade</a></strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/guardioes-da-amazonia-uma-alianca-pela-vida-na-terra/" target="_top"><strong>Guardiões da floresta: uma aliança pela vida na Terra</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Biofábrica vai ampliar produção de mandioca no oeste paraense</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/biofabrica-vai-ampliar-producao-de-mandioca-no-oeste-paraense/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 19:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/biofabrica-mandioca-Divulgacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Presente em 138 municípios do estado e alcançando uma produção anual de 4,16 milhões de toneladas em 2023, o cultivo de mandioca tem um papel importante para a economia e as comunidades rurais do Pará. Em Juruti, no oeste do estado, a instalação de uma biofábrica na Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) deve [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/biofabrica-mandioca-Divulgacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Presente em 138 municípios do estado e alcançando uma <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/para-fecha-2023-como-lider-na-producao-de-acai-dende-cacau-mandioca-e-abacaxi/">produção anual de 4,16 milhões de toneladas em 2023</a>, o cultivo de mandioca tem um papel importante para a economia e as comunidades rurais do Pará. Em Juruti, no oeste do estado, a instalação de uma biofábrica na Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) deve alavancar ainda mais a produção, trazendo benefícios principalmente para os agricultores familiares da região.</p>
<p>A universidade já desenvolve há cerca de 10 anos o projeto Maniwa Tapajós que desenvolve variedades de mandioca mais adequadas às condições geográficas e climáticas do estado e mais resistentes à seca e às doenças que afetam a cultura. Atualmente, o viveiro utilizado tem capacidade para produzir 40 mil mudas in vitro, porém a expectativa é que esse número triplique em dois anos, chegando a 120 mil mudas por meio da biofábrica.</p>
<p>O objetivo é que todas as sementes geradas sejam distribuídas gratuitamente para agricultores de Juruti, Santarém, Óbidos, Mujuí dos Campos e Belterra, atendendo aproximadamente 500 produtores rurais.</p>
<blockquote><p>&#8220;A demanda agora é expandir o laboratório que sempre funcionou para pesquisa e passará a ter capacidade de biofábricas para ir alcançando mais produtores&#8221;, contou a professora Eliandra Sá, coordenadora do Maniwa Tapajós, ao <a href="https://globorural.globo.com/agricultura/noticia/2024/06/biofabrica-no-para-vai-ampliar-producao-de-mudas-de-mandioca.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Globo Rural</a>.</p></blockquote>
<p>Na avaliação da pesquisadora, a iniciativa deve trazer ganhos em diversos aspectos, pois as sementes mais resistentes garantem uma produção maior de mandioca por hectare, o que beneficia tanto a comercialização quanto a segurança alimentar das comunidades. Além disso, a agricultura aquecida pode estimular os filhos dos produtores a permanecerem no campo, assim como fortalece a colaboração entre diferentes instituições interessadas no desenvolvimento social.</p>
<blockquote><p>“Estamos integrando instituições de ensino, gestão pública, empresas privadas e produtores para fortalecer a mandiocultura na região, que apresenta uma enorme variedade e grande potencial de uso&#8221;, diz a Eliandra Sá.</p></blockquote>
<p>Para a implantação da biofábrica, a Ufopa recebeu um aporte financeiro de R$ 240 mil da Alcoa Foundation para incremento e ampliação dos laboratórios que dão suporte ao trabalho. Após a doação das mudas, a equipe de pesquisadores realiza ainda ações de assistência técnica em temas como análise de solo, tratos culturais, espaçamento, material propagativo e nutrição dos terrenos.</p>
<blockquote><p>&#8220;O projeto também trabalha com a melhoria de qualidade de vida do produtor, pois a cadeia de mandioca para Juruti é de extrema importância, porém ali a produtividade é muito baixa. Com o escalonamento de mudas, esses agricultores poderão concorrer no mercado, aumentar a renda e garantir a própria subsistência, que é um dos papéis da mandioca na região”, destaca Bernardo Fróes, diretor de Sustentabilidade da Alcoa Brasil e presidente do Instituto Alcoa.</p></blockquote>
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		<title>Produtores rurais criam primeira agroindústria mecanizada sustentável de farinha de Juruti</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/produtores-rurais-criam-primeira-agroindustria-mecanizada-sustentavel-de-farinha-de-juruti/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 18:07:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/casa-de-farinha-juruti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um grupo de 14 produtores associados da Cooperativa de Agricultores Familiares da Comunidade São Pedro (COOPAFASP) é responsável pela administração da primeira agroindústria mecanizada de farinha do município de Juruti, no oeste do Pará. A casa de farinha recém-inaugurada fica no km 10 da PA-257 e foi construída com o apoio da Prefeitura Municipal e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/casa-de-farinha-juruti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um grupo de 14 produtores associados da Cooperativa de Agricultores Familiares da Comunidade São Pedro (COOPAFASP) é responsável pela administração da primeira agroindústria mecanizada de farinha do município de Juruti, no oeste do Pará. A casa de farinha recém-inaugurada fica no km 10 da PA-257 e foi construída com o apoio da Prefeitura Municipal e do Instituto Alcoa.</p>
<p>O estabelecimento tem capacidade para produzir cerca de 100 sacas de 50 quilos de farinha por semana. A certificação fornecida pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) atesta que a produção segue as normas higiênicas e sanitárias e garante a comercialização em todo o estado.</p>
<p>Durante a inauguração, a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel, destacou o papel das lideranças femininas da comunidade que articularam a cooperativa para criar a agroindústria como forma de ampliar o desenvolvimento da agricultura familiar.</p>
<blockquote><p>“Esta agroindústria vai garantir a qualidade da farinha que é produzida aqui, vai ser um diferencial para a comunidade, porque a farinha será produzida dentro das boas práticas de fabricação, ampliando o mercado para o produto regional e gerando novas oportunidades de emprego e renda no município”, disse a diretora à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/56295/adepara-entrega-certificado-de-registro-para-funcionamento-da-primeira-agroindustria-mecanizada-de-farinha-e-juruti" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<figure id="attachment_28917" aria-describedby="caption-attachment-28917" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-28917 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-28917" class="wp-caption-text">Estabelecimento segue todas as normas para manipulação e fabricação de alimentos. Foto: Agência Pará</figcaption></figure>
<p>Antes de obter o registro, a casa de farinha passou por uma série de vistorias em que foram analisadas a conformidade dos processos de manipulação, fabricação e comercialização com a legislação vigente, o que assegura a segurança alimentar da população e gera novas oportunidades para os produtores rurais.</p>
<blockquote><p>“Nós vamos melhorar a nossa produção, vamos melhorar nosso trabalho, porque hoje nós temos tudo praticamente mecanizado e sustentável, porque nós queremos isso, nós queremos trabalhar, mas também proteger o meio ambiente”, declarou a presidente da COOPAFASP, Ana Célia de Souza Lopes.</p></blockquote>
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		<title>Governo do Pará cria nova unidade de conservação integral no Dia da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 18:09:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ecológica Mamuru]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[Juruti]]></category>
		<category><![CDATA[unidade de conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/Estacao-Ecologica-Mamuru-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Governo do Pará  cria, nesta terça-feira, 5, Dia da Amazônia, a 28ª Unidade de Conservação (UC) Estadual. A Estação Ecológica (Esec) Mamuru, localizada entre os municípios de Aveiro e Juruti, na região oeste paraense, ficará sob os cuidados do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio). Com aproximadamente 126 mil hectares, a nova [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/Estacao-Ecologica-Mamuru-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Governo do Pará  cria, nesta terça-feira, 5, Dia da Amazônia, a 28ª Unidade de Conservação (UC) Estadual. A Estação Ecológica (Esec) Mamuru, localizada entre os municípios de Aveiro e Juruti, na região oeste paraense, ficará sob os cuidados do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio).</p>
<p>Com aproximadamente 126 mil hectares, a nova UC vai reforçar o mosaico de áreas protegidas da região, que incluem terras indígenas e parques nacionais. Com uma rica biodiversidade e ecossistemas diversos, a Esec Mamuru será fundamental para garantir a proteção de espécies ameaçadas de extinção e a manutenção dos serviços ambientais.</p>
<p>O território em questão abrange uma área de extrema relevância para a preservação da floresta amazônica. Por ser uma UC de Proteção Integral, toda área será destinada exclusivamente à preservação da natureza, onde atividades humanas são restritas, visando manter os ecossistemas em seu estado natural e garantir a perpetuação da biodiversidade.</p>
<p>A partir de agora, o local contará com ações efetivas do Estado voltadas ao monitoramento, fiscalização e manejo adequado, a fim de garantir a preservação dos recursos naturais presentes na região. Além disso, serão promovidas atividades de educação ambiental e conscientização da população local sobre a importância da UC.</p>
<blockquote><p>&#8220;A Amazônia é um patrimônio natural de valor inestimável, e a criação desta UC é um passo importante para garantir a proteção da biodiversidade e os serviços ambientais que ela nos oferece. É um presente para a Amazônia no Dia da Amazônia”, enfatizou o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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		<title>Projeto Despertar Juruti Up incentiva empreendedorismo sustentável no Baixo Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 15:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CURSOS & EVENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[Baixo Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Despertar Juruti Up]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Juruti]]></category>
		<category><![CDATA[Juruti Up]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/DSC_3526-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta sexta-feira, 31, se encerram as pré-inscrições para o Juruti Up, iniciativa que busca despertar o empreendedorismo sustentável entre os jovens no município de Juruti, segundo informações do g1. Podem se inscrever no projeto pessoas que tenham entre 18 a 39 anos, residentes ou estudantes do município de Juruti e que estejam cursando, pelo menos, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/DSC_3526-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta sexta-feira, 31, se encerram as pré-inscrições para o Juruti Up, iniciativa que busca despertar o <a href="https://www.paraterraboa.com/cursos-eventos/altamira-recebe-programacao-gratuita-que-incentiva-o-empreendedorismo-sustentavel-saiba-como-participar/" target="_blank" rel="noopener">empreendedorismo sustentável</a> entre os jovens no município de Juruti, segundo informações do <a href="https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2023/03/31/projeto-despertar-juruti-up-inscreve-jovens-para-oficinas-de-empreendedorismo-sustentavel.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1</a>. Podem se inscrever no projeto pessoas que tenham entre 18 a 39 anos, residentes ou estudantes do município de Juruti e que estejam cursando, pelo menos, o ensino médio.</p>
<p>O Juruti Up tem como objetivo orientar o desenvolvimento de ideias de negócio com foco na biodiversidade e agricultura, que contribuem com a manutenção da floresta em pé e ao mesmo tempo geram renda para a população da região.</p>
<p>As atividades serão realizadas aos finais de semana, em oficinas de dia inteiro durante a segunda quinzena de maio e primeira quinzena de junho de 2023. Para fazer a pré-inscrição é necessário preencher o formulário eletrônico que está disponível no <a href="https://www.jurutiup.com.br/" target="_blank" rel="noopener">site do projeto</a>.</p>
<blockquote><p>“Para mim o Juruti Up abriu um horizonte de oportunidades. Hoje sei que posso trabalhar sustentavelmente sem sair do meu município. Todas as atividades que foram feitas durante o projeto me trouxeram muito conhecimento enquanto estudante e também como empreendedora”, contou Carmem Costa, participante da primeira edição do projeto, ao g1.</p></blockquote>
<p>O projeto também oferece a etapa de aceleração as equipes da primeira edição, disponibilizando apoio técnico e financeiro para que os modelos de negócio possam dar seus primeiros passos.</p>
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		<title>Soltura de 4 mil filhotes de tartaruga emociona moradores de comunidade de Juruti, no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 15:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[APA Jará]]></category>
		<category><![CDATA[Área de Proteção Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
		<category><![CDATA[Juruti]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de manejo]]></category>
		<category><![CDATA[Soltura de quelônios]]></category>
		<category><![CDATA[tartaruga]]></category>
		<category><![CDATA[unidade de conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/tartarugas3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os moradores de uma unidade de conservação do Pará receberam centenas de visitantes no sábado, 11, para um momento emocionante: soltar cerca de 4 mil filhotes de tartarugas amazônicas à natureza, o maior número em 10 anos de projeto. A ação ambiental ocorreu na Área de Proteção Ambiental (APA) Jará, em Juruti, no Oeste do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/tartarugas3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os moradores de uma unidade de conservação do Pará receberam centenas de visitantes no sábado, 11, para um momento emocionante: soltar cerca de 4 mil filhotes de tartarugas amazônicas à natureza, o maior número em 10 anos de projeto. A ação ambiental ocorreu na Área de Proteção Ambiental (APA) Jará, em Juruti, no Oeste do estado. Além disso, neste ano ganhou ainda mais relevância, pois marcou o lançamento do <a href="https://imazon.org.br/publicacoes/plano-de-manejo-da-apa-jara/" target="_blank" rel="noopener">Plano de Manejo</a> do território, documento que orienta como cuidar, usar e desenvolver o local de forma sustentável.</p>
<p>Os animais foram soltos após meses de trabalho que envolveram coletar os ovos, deixá-los em uma chocadeira artificial construída pela própria comunidade e, após o nascimento, cuidar para que os filhotes se desenvolvessem em tanques com água até atingir o tamanho necessário para voltar à natureza com mais segurança. Dos quase 4.740 ovos coletados, os moradores da APA soltaram 3.950 filhotes, o que foi considerado uma vitória.</p>
<p>A soltura ocorreu no lago Tucunaré durante um evento aberto ao público, que reuniu aproximadamente 700 pessoas. Entre eles, estava a artesã Gelúcia Silva, que levou os filhos de 8 e 10 anos para participar da ação. “É uma oportunidade de mostrar às crianças de forma prática a preservação dos animais. Eu aprendi isso com os meus pais e, agora, estou multiplicando esses conhecimentos para que, no futuro, eles vejam que os antepassados também tiveram o cuidado com a fauna amazônica”, relata.</p>
<figure id="attachment_16789" aria-describedby="caption-attachment-16789" style="width: 371px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-16789" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/tartarugas4-300x200.jpg" alt="" width="371" height="247" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/tartarugas4-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/tartarugas4-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/tartarugas4-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/tartarugas4-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/tartarugas4-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/tartarugas4-1200x800.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/tartarugas4.jpg 1536w" sizes="(max-width: 371px) 100vw, 371px" /><figcaption id="caption-attachment-16789" class="wp-caption-text">Aproximadamente 700 pessoas participaram do evento. Foto: Imazon</figcaption></figure>
<p>O momento foi histórico para os moradores da APA, que começaram soltando 212 filhotes em 2013, quando o projeto Manejo de Quelônios começou no local. O fato foi relembrado com carinho pelo coordenador da iniciativa, Jorge Simão. “É emocionante ver o quanto o projeto cresceu. Isso representa muita dedicação, muito trabalho. É o esforço da comunidade e de muitos órgãos e instituições que nos apoiam”, comemora.</p>
<h3><b>Lançamento do Plano de Manejo</b></h3>
<p>Durante o evento, também foi lançado o <a href="https://imazon.org.br/publicacoes/plano-de-manejo-da-apa-jara/" target="_blank" rel="noopener">Plano de Manejo da APA Jará</a>. O documento que conta a história do território, explica suas características e estabelece como ele pode ser conservado, usado e desenvolvido de forma sustentável, incluindo um plano de ação até 2026.</p>
<blockquote><p>“Ele foi construído coletivamente e com muito diálogo entre o poder público, instituições da sociedade civil e do setor privado e dos moradores da unidade de conservação e do município. Processo necessário para que esse plano de ação até 2026 reúna desde o cumprimento à legislação ambiental até o atendimento de demandas dos moradores e a implementação de projetos de desenvolvimento, como iniciativas de turismo”, explica Regiane Villanova, pesquisadora do Imazon e uma das autoras do Plano de Manejo.</p></blockquote>
<p>De acordo com a secretária de Meio Ambiente de Juruti, Nayme Lopes, o documento é importantíssimo para nortear o poder público em relação à gestão da área, que por ser uma unidade de conservação municipal cabe à prefeitura.</p>
<p>Já o morador da APA Júlio Vasquez destaca que o Plano de Manejo também é importante para orientar sobre o uso sustentável dos recursos naturais pelas próprias comunidades residentes e do entorno. “Participamos intensamente da construção do documento não só para a melhoria da nossa área, mas também de todo o município”, afirma.</p>
<p>O Plano de Manejo da APA Jará é fruto de uma parceria entre a prefeitura, o Imazon e a Alcoa Foundation.</p>
<p><em>Fonte: Imazon</em></p>
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		<title>Em Juruti, Ideflor-Bio começa instalação do Centro de Treinamento em Manejo Florestal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 19:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Diretoria de Gestão de Florestas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[Juruti]]></category>
		<category><![CDATA[Mamuru-Arapiuns]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Manejo Florestal Madeireiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_9f072c1b-2779-f69a-8807-bc923c76289b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio) já iniciou a instalação do Centro de Treinamento em Manejo Florestal Madeireiro e Não Madeireiro no conjunto Mamuru-Arapiuns, em Juruti. A ação faz parte da segunda etapa das atividades previstas para a implantação da unidade. A atividade começou na segunda-feira, 16, com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_9f072c1b-2779-f69a-8807-bc923c76289b-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio) já iniciou a instalação do Centro de Treinamento em Manejo Florestal Madeireiro e Não Madeireiro no conjunto Mamuru-Arapiuns, em Juruti. A ação faz parte da segunda etapa das atividades previstas para a implantação da unidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atividade começou na segunda-feira, 16, com prazo de 60 dias para apresentação dos resultados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Centro de Treinamento visa atender às demandas das comunidades locais, organizações governamentais, instituições de pesquisa e empresas do setor florestal. </span></p>
<h3><strong>Afinal, o que é manejo florestal?</strong></h3>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/documentario-mostra-transformacao-de-comunidades-tradicionais-do-para-a-partir-do-manejo-florestal/?preview_id=12988&amp;preview_nonce=b7622cb424&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=12989&amp;preview=true">Como já publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong></a>, o manejo florestal é muitas vezes associado apenas com a atividade madeireira e com o desmatamento, mas essa é uma visão equivocada.</p>
<blockquote><p>&#8220;O<span style="font-weight: 400;"> manejo florestal comunitário nada mais é do que a administração dos recursos naturais da floresta por comunidades locais. São grupos de pessoas que se reúnem para administrar recursos naturais como óleos, sementes e madeira. Muitas vezes ele é muito associado à questão do desmatamento, mas é possível produzir com a premissa da floresta continuar de pé&#8221;, explicou Marcelo Galdino, engenheiro florestal e coordenador de projetos do Instituto Floresta Tropical</span></p></blockquote>
<h3>Ações previstas para 2023</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o Centro de Treinamento em Manejo Florestal em 2023 estão previstas ainda a modelagem de gestão do Centro, o estudo de valoração de produtos madeireiros e não madeireiros, os serviços ecossistêmicos e a elaboração de Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) da área, cujos resultados visam a redução no impacto ambiental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor do investimento previsto para essas etapas chega a R$ 2,6 milhões, repassados pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), que gerencia as concessões florestais federais, e provenientes de concessões florestais federais existentes no Estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Centro de Treinamento em Manejo Florestal é uma iniciativa do Governo do Pará, executada por meio do Ideflor-Bio, em uma área de aproximadamente 34 mil hectares, para a construção da estrutura física do Centro, amparada pelo Decreto Estadual n° 105/2011.</span></p>
<h3><strong>Inventário Florestal Amostral</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Gracialda Ferreira, titular da Diretoria de Gestão de Florestas Públicas, o primeiro passo para a construção do Centro foi dado com o Inventário Florestal Amostral, iniciado em 2021, e que deve ser concluído neste primeiro semestre de 2023.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“O estudo é um dos pré-requisitos obrigatórios para que as áreas com florestas possam ser devidamente gerenciadas, orientando a execução de planos de manejo, estudos florestais, capacitação e demais atividades que envolvem ensino, pesquisa e extensão. A execução do Inventário Florestal Amostral fornecerá estimativas que norteiam as ações futuras, que incluem a intervenção na floresta, assim como medidas para manutenção da produção sustentável”, destacou a diretora.</span></p></blockquote>
<figure id="attachment_14470" aria-describedby="caption-attachment-14470" style="width: 1300px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-14470" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520.jpg" alt="" width="1300" height="867" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520.jpg 1300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/up_ag_40797_f2187b5f-6450-b87f-638c-595f27a81520-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1300px) 100vw, 1300px" /><figcaption id="caption-attachment-14470" class="wp-caption-text">As equipes do Ideflor já estão trabalhando na área. Foto: Ideflor-Bio</figcaption></figure>
<h3><strong>Avanço nas ações de preservação</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A presidente do Ideflor-Bio, Karla Bengtson, ressaltou que o Instituto vem avançando nas ações de preservação e conservação dos ecossistemas, com ações e serviços aliados à base florestal sustentável. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Estamos cumprindo todas as etapas necessárias à implantação do Centro de Treinamento em Manejo Florestal, respeitando as diretrizes previstas nas leis ambientais vigentes. O centro tem como objetivo promover a política florestal, o desenvolvimento tecnológico, o fomento técnico e financeiro às atividades florestais de forma sustentável, através de práticas de manejo que preservem o meio ambiente e garantam o acesso aos recursos florestais às futuras gerações”, disse a presidente.</span></p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
<p><strong style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">LEIA</strong><strong style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);"> MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/amazonia-perdeu-quase-3-mil-campos-de-futebol-por-dia-de-floresta-em-2022-para-segue-lider-de-destruicao/?preview_id=14390&amp;preview_nonce=a034d93f20&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=12974&amp;preview=true">Amazônia perdeu quase 3 mil campos de futebol por dia de floresta em 2022; Pará segue líder de destruição</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/considerados-vulneraveis-botos-do-araguaia-de-mocajuba-e-cameta-sao-foco-de-projeto-da-ufra/?preview_id=14412&amp;preview_nonce=f09589cc16&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=14413&amp;preview=true">Considerados vulneráveis, botos-do-Araguaia de Mocajuba e Cametá são foco de projeto da Ufra</a></strong></p>
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		<title>MP ajuiza ação contra Equatorial Energia, Elecnor do Brasil e Escavabem por danos ambientais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 13:26:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Elecnor do Brasil Ltda]]></category>
		<category><![CDATA[Equatorial Energia S/A]]></category>
		<category><![CDATA[Escavabem Construções Ltda]]></category>
		<category><![CDATA[igarapé]]></category>
		<category><![CDATA[Juruti]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Estado do Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/juruti-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público do Estado do Pará ajuizou uma Ação Civil Pública de indenização por danos ambientais contra as empresas Equatorial Energia S/A, Elecnor do Brasil Ltda e Escavabem Construções Ltda, em decorrência de danos ambientais causados nos igarapés da comunidade São Braz, Zona Rural do município de Juruti. Os danos foram causados durante as [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/juruti-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério Público do Estado do Pará ajuizou uma Ação Civil Pública de indenização por danos ambientais contra as empresas Equatorial Energia S/A, Elecnor do Brasil Ltda e Escavabem Construções Ltda, em decorrência de danos ambientais causados nos igarapés da comunidade São Braz, Zona Rural do município de Juruti.</p>
<p>Os danos foram causados durante as obras feitas na região para instalação de linha de transmissão de energia elétrica, pela Equatorial Energia. Para isso, estão sendo construídas pontes que passam por cerca de três igarapés da comunidade, que estão sendo realizadas pelas empresas Elecnor do Brasil e Escavabem Construções.</p>
<p>Uma equipe de fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), que visitou o local, constatou acúmulo de sedimentos, ou seja, assoreamento, de alguns trechos de cursos d&#8217;água. No primeiro igarapé, a declividade do terreno propiciou o carregamento do solo diretamente para o leito do igarapé.</p>
<p>Além disso, concluiu-se que, após a abertura e movimentação do solo na estrada utilizada pela empresa, houve: carreamento de sedimentos para os cursos d&#8217;água; assoreamento de trechos de igarapés; processos erosivos nas entradas; alteração de parâmetros físicos da água, tornando-a imprópria para o consumo humano nos locais comunitários. Os igarapés servem como refúgio de peixes, sendo inclusive fonte de renda e sobrevivência para muitas famílias, geralmente pessoas pobres que dali tiram seu sustento. As obras realizadas pelas empresas ameaçam em caráter definitivo a própria existência física dos igarapés.</p>
<p>O Ministério Público requer que as empresas estabeleçam um programa de monitoramento especial para os cursos d&#8217;água das regiões atingidas, que operacionalizem um plano de abastecimento de água para as pessoas afetadas, contratem instituições de ensino e de pesquisa para elaboração, execução e monitoramento de um programa de recuperação dos igarapés atingidos. Dentre outros pedidos, pede que sejam condenadas a pagar indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 30 milhões de reais.</p>
<p><em>Fonte: MPPA</em></p>
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		<title>Família em Juruti gera renda e empregos após substituir fogo por sistema agroflorestal e restauração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 15:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Alcoa]]></category>
		<category><![CDATA[Baixo Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[bauxita]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Família Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Juruti]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[minério]]></category>
		<category><![CDATA[reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[SAFs]]></category>
		<category><![CDATA[WRI Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/Juruti_FamiliaSoares_WRIBrasil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Gisele Coutinho A vida da família Soares mudou após abolir o fogo de sua propriedade em Juruti (PA), na divisa com o Amazonas, em 2019, para produção de mandioca. De lá para cá, os rendimentos aumentaram, o solo ficou mais fértil e o quintal encheu de frutas, hortaliças e diferentes tipos de madeira, em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/Juruti_FamiliaSoares_WRIBrasil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Gisele Coutinho</em></p>
<p>A vida da família Soares mudou após abolir o fogo de sua propriedade em Juruti (PA), na divisa com o Amazonas, em 2019, para produção de mandioca. De lá para cá, os rendimentos aumentaram, o solo ficou mais fértil e o quintal encheu de frutas, hortaliças e diferentes tipos de madeira, em plena terra conhecida pela exploração da bauxita pela Alcoa. É o que contou Marliane Chargas Soares, uma das filhas, ao <strong>Pará Terra Boa</strong>, na terça-feira, 19/7.</p>
<p>Essa transformação foi possível após apoio técnico do Programa de Florestas da <a href="https://wribrasil.org.br/sobre" target="_blank" rel="noopener">WRI Brasil</a> (World Resources Institute). Além de parar com o fogo, a família passou a cultivar não só a mandioca, mas várias outras espécies no conhecido Sistema Agroflorestal (SAF), que é uma forma de uso e ocupação do solo em que árvores são plantadas ou manejadas em associação com culturas agrícolas ou forrageiras. Por lá, já tem cumaru, cedro, pau-rosa e andiroba para reflorestar, além de frutas, hortaliças, temperos, castanhas, geleias e doces.</p>
<p>Marliane deseja reflorestar todas as áreas degradadas da propriedade da família e expandir esse trabalho aos vizinhos, já que de cada 4 hectares desmatados no Brasil, 1 está no Pará, conforme você pode ler <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/de-cada-4-hectares-desmatados-no-brasil-1-esta-no-para/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<blockquote><p>“Quero que mais pessoas possam abraçar a causa de trabalhar com sistemas agroflorestais, é muito proveitoso e você não ajuda só sua família, mas todo o ecossistema. É um jeito de contribuir fazendo sua parte. Hoje podemos observar que com os SAFs você não trabalha apenas com uma cultura e sim com diversas culturas em um mesmo local para agregar valor”, disse ela, destacando a importância do conhecimento adquirido pela família com os técnicos da WRI.</p></blockquote>
<h3>Rendimentos</h3>
<p>As vendas pelo WhatsApp da família Soares não param. Marliane conta que há muito trabalho diariamente. A família toda cuida de tudo, da roça à administração do negócio rural. De vez em quando, inclusive, é preciso até contratar mão de obra terceirizada para dar uma força.</p>
<p>Etapas como da coleta de sementes, produção de mudas, plantio, assistência técnica, manutenção e monitoramento da área restaurada estão entre atividades que geram empregos diretos e indiretos e renda.</p>
<p><a href="https://wribrasil.org.br/noticias/restauracao-ja-criou-milhares-de-empregos-no-brasil-e-tem-potencial-para-criar-milhoes" target="_blank" rel="noopener">Estudos</a> apontam que a restauração florestal no Brasil gera 0,42 emprego por hectare restaurado, o que equivale a um emprego criado a cada dois campos de futebol restaurados ou 42 empregos a cada 100 hectares restaurados.</p>
<h3>Reviravolta</h3>
<p>Muitas propriedades pelo Brasil afora usam o fogo na preparação das áreas, a chamada coivara, técnica milenar de plantio. Depois de aberta uma área de floresta com a queimada e derrubada de árvores, muitas nativas e valiosas no mercado, vem o preparo para produzir.</p>
<p>No caso da família Soares, o uso do fogo era para preparar terreno para plantar mandioca por um período de dois ou três anos. Só que o fogo deixa o solo pobre de nutrientes, o que resulta em uma produção menor. Sem falar que muitas vezes o fogo se alastra por outras áreas de floresta. Uma área da propriedade de Juruti que antes produzia apenas mandioca por dois anos, agora terá a produção diversificada por 30 anos, sem uso do fogo.</p>
<p><iframe title="Um projeto de vida amazônico - Juruti/PA  (Websérie As Caras da Restauração - Episódio 1)" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/20z9yB59yig?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://www.paraterraboa.com" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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