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	<title>JBS &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>JBS &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>A caminho da COP30, pecuaristas do Pará recebem apoio para elevar a sustentabilidade do rebanho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 18:59:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/bois_brincos-e1757530242680-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A caminho da COP30, o estado do Pará está recebendo recursos para elevar a sustentabilidade de sua economia. Um dos setores mais beneficiados é o da pecuária &#8211; atividade que, historicamente, lidera o desmatamento na Amazônia. Os paraenses vão receber gratuitamente 2 milhões de tags identificadoras de bovídeos. Com elas, os produtores têm preferência na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/bois_brincos-e1757530242680-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A caminho da COP30, o estado do Pará está recebendo recursos para elevar a sustentabilidade de sua economia. Um dos setores mais beneficiados é o da pecuária &#8211; atividade que, historicamente, lidera o desmatamento na Amazônia. Os paraenses vão receber gratuitamente 2 milhões de tags identificadoras de bovídeos. Com elas, os produtores têm preferência na venda de seus animais para exportação e frigoríficos nacionais.</p>
<p>A iniciativa é uma parceria da JBS com a ONG The Nature Conservancy (TNC), que já doou 120 mil brincos para rastreamento de rebanho a pecuaristas locais. Até o momento, 65.902 animais utilizam os dispositivos em 89 propriedades do estado, utilizando recursos do Bezos Earth Fund.</p>
<p>Os primeiros frutos já estão aparecendo. Como já noticiamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong>, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-realiza-primeiro-abate-com-sistema-de-rastreabilidade-individual-de-bovinos/" target="_blank" rel="noopener">o primeiro abate de animais rastreados aconteceu nos mê passado no estado.</a>O lote pioneiro, de 20 machos de uma propriedade em Marabá, teve todo o seu trajeto acompanhado por uma plataforma do Programa Pecuária Sustentável do Pará.</p>
<p>O abate foi feito em uma unidade da Friboi com inspeção federal, garantindo a rastreabilidade completa dos animais.</p>
<p>Com investimento de mais de R$ 35 milhões, o Programa Acelerador JBS oferece suporte técnico, tags de identificação e ferramentas digitais a pequenos produtores. A iniciativa busca incentivar a adesão dos pecuaristas à Plataforma Pecuária Transparente, com foco em rastreabilidade.</p>
<p>O Programa Pecuária Sustentável do Pará tem como meta identificar individualmente todos os bovinos e bubalinos em trânsito, a partir de janeiro de 2026, e alcançar a totalidade do rebanho estadual, a partir de janeiro de 2027.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-realiza-primeiro-abate-com-sistema-de-rastreabilidade-individual-de-bovinos/" target="_top">Pará realiza primeiro abate com sistema de rastreabilidade individual de bovinos</a></strong></p>
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		<title>JBS vai investir R$ 10 milhões em projeto de pecuária regenerativa na Amazônia Legal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 17:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/pecuaria_regenerativa-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A JBS anunciou um aporte de R$ 10,2 milhões em um novo Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) voltado para o financiamento da pecuária regenerativa na Amazônia. A iniciativa faz parte do programa Juntos: Pessoas+Floresta+Amazônia e foi estruturada pela Rio Capim Agrossilvopastoril com o apoio da Vox Capital. A operação total do CRA prevê a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/pecuaria_regenerativa-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A JBS anunciou um aporte de R$ 10,2 milhões em um novo Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) voltado para o financiamento da pecuária regenerativa na Amazônia. A iniciativa faz parte do programa Juntos: Pessoas+Floresta+Amazônia e foi estruturada pela Rio Capim Agrossilvopastoril com o apoio da Vox Capital.</p>
<p>A operação total do CRA prevê a emissão de R$ 100 milhões, com a primeira tranche de R$ 50 milhões sendo lançada nesta semana e a segunda em 2025. O aporte da JBS inclui a aquisição da cota de maior risco, conhecida como &#8220;first-loss capital&#8221; e que será corrigida pelo IPCA. Essa cota é a parcela do capital com menor prioridade de retorno, o que, segundo a empresa, evidencia o seu comprometimento com a sustentabilidade. As demais tranches são de CDI + 2% e CDI + 5%.</p>
<p>Um diferencial deste CRA é a formação de um comitê de risco e impacto, composto pela Vox Capital, Rio Capim e um membro independente, que monitorará os resultados e informará os investidores.</p>
<blockquote>
<div class="not">&#8220;Queremos provar que práticas sustentáveis garantem alta produtividade. E o produtor precisa de recursos e assistência técnica para adotá-las. Acreditamos neste modelo de desenvolvimento socioambiental, por isso vamos entrar com a cota de maior risco para provar que ser sustentável é mais lucrativo&#8221;, disse o CEO da JBS, Gilberto Tomazoni.</div>
</blockquote>
<p>Em 2023, a JBS destinou R$ 10 milhões, via Fundo JBS pela Amazônia, para viabilizar a estruturação do Juntos. A previsão do Fundo JBS é investir até R$ 100 milhões nos próximos dez anos, alavancando mais de R$ 900 milhões entre recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), comerciais e doações, além de diversos instrumentos financeiros.</p>
<div class="not">
<p>O programa visa atender 3.500 pequenos produtores na região da Amazônia Legal, oferecendo consultoria técnica para uso da terra, aumento da rentabilidade e combate ao desmatamento ilegal, com o monitoramento de 380 mil hectares e a ampliação em 2,7 vezes da produtividade. Os principais objetivos do Juntos são aumentar a renda do pequeno produtor, garantir a rastreabilidade desde o início da cadeia e zerar o desmatamento nestas propriedades.</p>
<p><em>Fonte: Estadão Conteúdo</em></p>
</div>
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		<item>
		<title>Indígenas da Terra Indígena Apyterewa contestam JBS nos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 17:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[criação de gado]]></category>
		<category><![CDATA[Exchange Commission]]></category>
		<category><![CDATA[invasão]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra Indígena Apyterewa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Wenatoa-Parakana-_Foto-Funai-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Representantes da Terra Indígena Apyterewa, uma região no sul do Pará habitada pelo povo Parakanã, apresentaram uma queixa formal contra a JBS à Securities and Exchange Commission (SEC), a agência reguladora do mercado de capitais dos Estados Unidos. Eles alegam que a multinacional brasileira de alimentos forneceu informações enganosas em seu prospecto para lançar ações [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Wenatoa-Parakana-_Foto-Funai-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Representantes da Terra Indígena Apyterewa, uma região no sul do Pará habitada pelo povo Parakanã, apresentaram uma queixa formal contra a JBS à Securities and Exchange Commission (SEC), a agência reguladora do mercado de capitais dos Estados Unidos. Eles alegam que a multinacional brasileira de alimentos forneceu informações enganosas em seu prospecto para lançar ações na Bolsa de Valores de Nova York. As informações são do <a href="https://globorural.globo.com/pecuaria/noticia/2023/10/indigenas-do-para-contestam-jbs-nos-eua.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Globo Rural</a>.</p>
<p>O documento foi assinado por três líderes indígenas e acusa a JBS de fazer declarações enganosas, especialmente em relação à conexão entre a criação de gado no Brasil e invasões de terras indígenas.</p>
<blockquote><p>“A JBS, ao alegar que a criação de gado está ‘por vezes associada à invasão de terras indígenas’, e que a falta de rastreabilidade é um ‘risco inevitável’, sugere uma inevitabilidade dessa prática, como se fosse um efeito colateral comum e esperado da atividade pecuária”, afirmam as lideranças.</p></blockquote>
<p>No documneto, Wenatoa Parakanã, líder da Associação Indígena Tato’a, Maurício Terena, da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), e Toya Manchineri, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira. afirmam que “a empresa tenta se distanciar da sua responsabilidade, insinuando que a invasão de terras indígenas é um fenômeno quase natural e consequente da criação de gado, minimizando assim a gravidade do ato e a sua culpabilidade”.</p>
<p>O argumento dos indígenas se baseia no fato de que a JBS havia se comprometido, em 2009, com o Ministério Público Federal a não adquirir gado de territórios indígenas e a implementar um sistema de rastreamento em toda a sua cadeia de suprimentos. No entanto, segundo as lideranças indígenas, a empresa não cumpriu esses compromissos, mesmo após 12 anos.</p>
<p>A JBS afirma, em nota ao GR, que tem “compromisso histórico ligado à sustentabilidade entre os quais se destaca o respeito às áreas de terras indígenas”. A empresa argumenta que “a rastreabilidade de bovinos é um desafio setorial, no qual está empenhada há mais de uma década”. E defende a implantação de um “programa nacional oficial” para tratar da questão.</p>
<p>A Terra Indígena Apyterewa é a mais afetada pelo desmatamento na Amazônia, com 48 pontos críticos de derrubada de mata e um desmatamento significativo ocorrendo nos últimos anos.</p>
<p>Desde o início de outubro, acontece <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/operacao-retira-invasores-das-terras-indigenas-apyterewa-e-trincheira-bacaja-no-para/" target="_blank" rel="noopener">uma operação de retirada de não indígenas das terras Apyterewa</a> e Trincheira Bacajá. A medida cumpre uma determinação judicial de devolução da posse e cumprimento do direito de uso exclusivo das terras indígenas pelos povos originários, conforme o previsto no artigo 213 da Constituição Federal.</p>
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		<title>Investigação internacional descobre que cadeia de colágeno está ligada a desmate no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 18:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[colágeno]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/fazenda-de-criacao-de-gado-ao-redor-da-terra-indigena-mae-marisa-do-povo-gaviao-no-sudeste-do-para--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O cerco está se fechando para quem insiste na pecuária atrelada ao desflorestamento.  Uma investigação revela que dezenas de milhares de cabeças de gado criadas em fazendas envolvidas em desmatamento da Amazônia e do Cerrado foram abatidas em grandes frigoríficos ligados à cadeia internacional de colágeno. A gigante Nestlé, uma das empresas descobertas no rastreamento [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/fazenda-de-criacao-de-gado-ao-redor-da-terra-indigena-mae-marisa-do-povo-gaviao-no-sudeste-do-para--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O cerco está se fechando para quem insiste na pecuária atrelada ao desflorestamento.  Uma investigação revela que dezenas de milhares de cabeças de gado criadas em fazendas envolvidas em desmatamento da Amazônia e do Cerrado foram abatidas em grandes frigoríficos ligados à cadeia internacional de colágeno. A gigante Nestlé, uma das empresas descobertas no rastreamento do produto, informou que vai encerrar as compras de matérias-primas provenientes da Amazônia imediatamente.</p>
<p>A investigação é uma parceria do site <a href="https://ojoioeotrigo.com.br/2023/03/nestle-colageno-areas-desmatadas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O Joio e O Trigo</strong> </a>com The Bureau of Investigative Journalism, com o jornal britânico <em>The Guardian </em>e com a também britânica rede televisiva <em>ITV</em>.</p>
<p>De acordo com a análise, a maior parte dos casos analisados são de fornecedores indiretos dos abatedouros da JBS, em Marabá, no Pará, e em Araguaína, no Tocantins, e da Minerva no mesmo município. Há também envolvimento de uma fazenda dentro de território reivindicado pelo povo indígena Mỹky, no Norte do estado do Mato Grosso, que fornece gado para abatedouros da Marfrig.</p>
<p>A investigação encontrou pelo menos 2.600 km² de desmatamento desde 2008 ligados à cadeia de suprimentos de duas empresas localizadas em território brasileiro com conexões com a norte-americana Darling: a Rousselot e a Gelnex, em processo de aquisição pela empresa.</p>
<p>A Nestlé comercializa a proteína pela marca Vital Proteins, um fenômeno de vendas que conta com a atriz Jennifer Aniston como diretora criativa e garota-propaganda.</p>
<p>Ainda não está claro o percentual exato de colágeno produzido no Brasil e destinado à Vital Proteins. O que se sabe é que a Nestlé, e sua marca Vital Proteins, compram colágeno da Darling Ingredients, cuja empresa no Brasil, a Rousselot, compra parte de sua matéria-prima da Marfrig.</p>
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		<title>Carrefour distribui em todo o país carne de regiões desmatadas na Amazônia Legal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 17:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[APP]]></category>
		<category><![CDATA[Carrefour]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Do Pasto ao Prato]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/carrefour1_foto-walla_santos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Parte das carnes vendidas nas prateleiras dos supermercados Carrefour no Brasil tem origem em áreas de risco ambiental na Amazônia Legal, incluindo terras indígenas pressionadas pela produção agropecuária e fazendas acusadas de utilizar mão de obra análoga à escravidão . As conclusões foram publicadas pela Repórter Brasil, após análises de dados do Pasto ao Prato, aplicativo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/carrefour1_foto-walla_santos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Parte das carnes vendidas nas prateleiras dos supermercados Carrefour no Brasil tem origem em áreas de risco ambiental na Amazônia Legal, incluindo terras indígenas pressionadas pela produção agropecuária e fazendas acusadas de utilizar mão de obra análoga à escravidão .</p>
<p>As conclusões foram publicadas pela <a href="https://reporterbrasil.org.br/2023/02/carrefour-distribui-em-todo-o-pais-carne-de-regioes-desmatadas-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">Repórter Brasil,</a> após análises de dados do<a href="https://www.dopastoaoprato.com.br/" target="_parent" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)"> Pasto ao Prato</a>, aplicativo para smartphones que monitora a origem da carne a partir de informações coletadas pelos próprios consumidores em supermercados.</p>
<p>De acordo com a reportagem, ao menos 26 plantas localizadas na Amazônia Legal abasteceram as prateleiras do Carrefour no ano passado</p>
<blockquote><p>Dos 498 produtos escaneados em lojas espalhadas pelo Brasil, 148 vieram de frigoríficos localizados no Pará, em Rondônia, no Mato Grosso e no Tocantins. Entre os fornecedores estão duas empresas gigantes do setor: a JBS e a Masterboi, diz a reportagem</p></blockquote>
<p>A JBS lidera o ranking de frigoríficos com maiores irregularidades no abate de animais no Pará, segundo auditoria do Ministério Público Federal divulgada em dezembro de 2022, de acordo com a Repórter Brasil.</p>
<h3>Outro lado</h3>
<p>Procurada pela Repórter Brasil., a JBS disse que “está comprometida com uma cadeia bovina sustentável” e afirmou que, com as informações publicadas nos relatórios anteriores, “não pode avançar em uma análise e verificar se há produtores não conformes aos critérios socioambientais e tomar medidas cabíveis”.</p>
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		<title>Supermercados europeus boicotam carne brasileira e produtos associados à JBS</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/supermercados-europeus-boicotam-carne-brasileira-e-produtos-associados-a-jbs/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 17:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[boicote]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
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		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[supermercados]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/JBS-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Cinco redes europeias de supermercados e uma fabricante de alimentos comunicaram nesta quarta-feira, 15/12, que não vão mais vender carne bovina com origem no Brasil ou produtos de carne ligados à empresa brasileira JBS por causa de recentes denúncias de destruição da Floresta Amazônica. As informações são do site alemão &#8220;Deutche Welle&#8221;. De acordo com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/JBS-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Cinco redes europeias de supermercados e uma fabricante de alimentos comunicaram nesta quarta-feira, 15/12, que não vão mais vender carne bovina com origem no Brasil ou produtos de carne ligados à empresa brasileira JBS por causa de recentes denúncias de destruição da Floresta Amazônica. As informações são do site alemão &#8220;Deutche Welle&#8221;.</p>
<p>De acordo com a reportagem, as seis redes são o grupo holandês Ahold Delhaize (que inclui as marcas Delhaize e Albert Heijn), a também holandesa Lidl Netherlands (que pertence ao grupo alemão Lidl), a belga Carrefour Belgium (subsidiária do grupo francês de mesmo nome), a francesa Auchan e a britânica Sainsbury’s. A elas une-se a empresa alimentícia britânica Princes Group.</p>
<p>Os compromissos assumidos variam de uma empresa para a outra. A Lidl se comprometeu a não vender mais carne com origem na América do Sul a partir de 2022. A Albert Heijn, maior rede de supermercados da Holanda, comunicou que vai parar de vender carne brasileira. Já a Delhaize e a Carrefour Belgium não vão mais vender salgadinhos de charque e outros produtos da marca Jack Link’s, associada à JBS.</p>
<p>A Albert Heijn esclareceu que tem em suas prateleiras apenas alguns poucos salgadinhos feitos com carne brasileira. A Sainsbury’s afirmou que pretende eliminar a carne brasileira da sua marca própria de corned-beef, mas acrescentou que 90% da sua carne já vêm do Reino Unido e da Irlanda.</p>
<p>Os boicotes foram anunciados depois de uma investigação das ONGs &#8220;Repórter Brasil&#8221; e &#8220;Mighty Earth&#8221; acusar a JBS de adquirir reses criadas em áreas desmatadas, dentro de um esquema conhecido como “lavagem de gado”.</p>
<p>Por esse esquema, gado criado em áreas desmatadas é transferido para uma fazenda regularizada e depois vendido para o abate. Dessa forma, a origem da rês é mascarada.</p>
<blockquote><p>“Esses não são compromissos vagos ou anúncios bonitinhos que ficam bem em comunicados de imprensa, mas uma série de ações comerciais concretas adotadas por algumas das maiores redes de supermercado da Europa para parar de comprar e vender carne bovina de uma empresa e de um país que fizeram muitas promessas, mas apresentaram poucos resultados”, afirmou o diretor para a Europa da Mighty Earth, Nico Muzi.</p></blockquote>
<h3>BS promete tolerância zero</h3>
<p>A JBS declarou à agência de notícias Reuters que mantém tolerância zero com o desmatamento ilegal e que bloqueou mais de 14 mil fornecedores por descumprirem suas normas. A empresa acrescentou que monitorar fornecedores indiretos (que fornecem ao fornecedor final) é um desafio para todo o setor, mas que pretende criar um sistema para isso até 2025.</p>
<p>O desmatamento na Amazônia subiu no governo do presidente Jair Bolsonaro. Entre agosto de 2020 e julho de 2021, atingiu 13.235 km², segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Número equivale a mais do dobro da área do Distrito Federal e é o maior desde 2006.</p>
<h3>Ações no Pará</h3>
<p>A empresa JBS tem estado no olho do furacão há quatro anos por suspeitas de irregularidades no âmbito da Operação Lava Jato. No ano passado, o<span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);"> Ministério Público Federal (MPF) do Pará fez uma auditoria nos frigoríficos do Estado em que foram constatadas, segundo o órgão, irregularidades em vários estabelecimentos entre janeiro de 2018 e junho de 2019. Os maiores índices de irregularidades foram encontrados nos frigoríficos da JBS. Os resultados da auditoria foram divulgados no dia 7/10.</span></p>
<p>Segundo o MPF, o frigorífico comprou 940.617 cabeças de gado no período, oriundas do Pará, sendo que 31,99% apresentaram evidência de irregularidade. É um índice três vezes superior ao tolerado pelo órgão para a auditoria.</p>
<p>A auditoria é um acompanhamento do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) da Pecuária no Pará firmado entre vários frigoríficos e o MPF-PA em 2009 de não comprar gado para abate de áreas desmatadas ilegalmente, de terras indígenas, unidades de conservação e de empregadores na lista de trabalho escravo.</p>
<p>A empresa respondeu ao <strong>Pará Terra Boa</strong> na época, em outubro, que tem ampliado as boas práticas na empresa com o objetivo de reforçar a sustentabilidade da cadeia de fornecimento de bovinos no Pará. A JBS também entende que houve imprecisões nas definições dos critérios de monitoramento.</p>
<p>A empresa também anunciou um conjunto de ações com o objetivo de reforçar a sustentabilidade da cadeia de fornecimento de bovinos no Pará e ampliar a adoção de boas práticas por toda a indústria. Os investimentos somam R$ 5 milhões no Estado.</p>
<p><em>Fonte: Deutsche as/lf (Reuters, AFP, OTS)</em></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
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		<title>Auditoria do MP aponta irregularidades na compra de bovinos pela JBS no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 14:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/JBS-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público Federal (MPF) do Pará fez uma auditoria em 2020 nos frigoríficos do Estado em que foram constatadas, segundo o órgão, irregularidades em vários estabelecimentos entre janeiro de 2018 e junho de 2019. Os maiores índices de irregularidades foram encontrados nos frigoríficos da JBS. Os resultados da auditoria foram divulgados no último dia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/JBS-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério Público Federal (MPF) do Pará fez uma auditoria em 2020 nos frigoríficos do Estado em que foram constatadas, segundo o órgão, irregularidades em vários estabelecimentos entre janeiro de 2018 e junho de 2019. Os maiores índices de irregularidades foram encontrados nos frigoríficos da JBS. Os resultados da auditoria foram divulgados no último dia 7/10.</p>
<p>Segundo o MPF, o frigorífico comprou 940.617 cabeças de gado no período, oriundas do Pará, sendo que 31,99% apresentaram evidência de irregularidade. É um índice três vezes superior ao tolerado pelo órgão para a auditoria.</p>
<p>A auditoria é um acompanhamento do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) da Pecuária no Pará firmado entre vários frigoríficos e o MPF-PA em 2009 de não comprar gado para abate de áreas desmatadas ilegalmente, de terras indígenas, unidades de conservação e de empregadores na lista de trabalho escravo.</p>
<p>Dezesseis empresas signatárias do TAC foram auditadas, outras 11 não foram auditadas e outras 15 foram dispensadas de auditoria.</p>
<h3>Resposta</h3>
<p>A empresa respondeu ao <strong>Pará Terra Boa</strong> que tem ampliado as boas práticas na empresa com o objetivo de reforçar a sustentabilidade da cadeia de fornecimento de bovinos no Pará. A JBS também entende que houve imprecisões nas definições dos critérios de monitoramento. Leia abaixo a resposta:</p>
<p><em>A despeito de o resultado da auditoria ter sido impactado por uma mudança recente de critério adotado pelo MPF, a JBS entende ser importante adotar medidas adicionais para reforçar seu trabalho de due diligence no estado. Portanto, anuncia nesta quinta-feira (7/10) um conjunto de ações com o objetivo de reforçar a sustentabilidade da cadeia de fornecimento de bovinos no Pará e ampliar a adoção de boas práticas por toda a indústria. Os investimentos somam R$ 5 milhões.</em></p>
<div><em>Em comum acordo com o MPF, os recursos serão destinados a um conjunto de iniciativas no Estado, entre eles o projeto CAR 2.0, desenvolvido pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas/PA) com o objetivo de automatizar e acelerar a análise e verificação do Cadastro Ambiental Rural e do Programa de Regularização Ambiental no Estado.</em></div>
<div><em>A companhia também ampliou os Escritórios Verdes no Pará, duplicando as operações e chegando a quatro unidades no Estado. Os Escritórios Verdes da JBS oferecem apoio gratuito para a regularização ambiental de propriedades rurais. Ainda como parte das ações anunciadas, os escritórios passarão a atuar na regularização fundiária nas propriedades dos fornecedores no Estado do Pará.  </em></div>
<div><em>Reforçando a avaliação dos critérios de sustentabilidade, a JBS se comprometeu a realizar auditoria de 100% das compras de gado no Pará.  </em></div>
<div><em>Como forma de ampliar a adoção de critérios socioambientais para todos os elos cadeia produtiva, a JBS também vai reforçar ações para estimular a adesão de pecuaristas à Plataforma Pecuária Transparente, que permite aos produtores analisar sua cadeia de fornecimento com os mesmos critérios adotados pela JBS, de maneira segura e confidencial graças à utilização da tecnologia blockchain.  </em></div>
<div><em>Com relação aos resultados da auditoria do TAC do Pará para o ano de 2018 e o primeiro semestre de 2019, a JBS esclarece que os resultados decorrem, principalmente, de imprecisões nas definições dos critérios de monitoramento e nas bases de dados utilizadas como referência no processo de auditoria.</em></div>
<p><em>De toda forma, a JBS implementou novas medidas em seu sistema de monitoramento e bloqueou todas as fazendas fornecedoras do Pará com irregularidades apontadas na auditoria.</em></p>
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