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	<title>IPCA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Inflação de alimentos acumulada até setembro é a maior em 28 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2022 20:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/alimentos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O grupo alimentação e bebidas acumulou inflação de 9,54% de janeiro a setembro. É a maior alta para o período em 28 anos, revela reportagem da Folha de São Paulo, segundo o cálculo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Economia e Estatísticas (IBGE). São vários os motivos que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/alimentos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O grupo alimentação e bebidas acumulou inflação de 9,54% de janeiro a setembro. É a maior alta para o período em 28 anos, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/10/inflacao-dos-alimentos-e-a-maior-ate-setembro-desde-o-inicio-do-plano-real.shtml" target="_blank" rel="noopener">revela reportagem da Folha de São Paulo</a>, segundo o cálculo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Economia e Estatísticas (IBGE).</p>
<p>São vários os motivos que levam a esse quadro trágico. O Brasil sofre os efeitos de extremos climáticos, como as fortes chuvas que prejudicaram plantações em regiões como o Sudeste; pressão de custos de produção gerada por fatores externos, como a Guerra na Ucrânia, e uma agropecuária de larga escala voltada para a exportação de <em>commodities</em>, que vê mais vantagens em exportar que atender ao mercado interno. É importante lembrar que os preços de alimentos, como as carnes, já vinham em alta, devido a descompassos entre oferta e procura antes da pandemia do novo coronavírus.</p>
<p>Apesar de todas as manobras do Ministério da Economia, o “dragão da inflação” – termo ressuscitado nesses anos de Bolsonaro – continua ativo.</p>
<p>“O diagnóstico ainda é de uma inflação alta”, diz na Folha o economista Luca Mercadante, da Rio Bravo Investimentos. “É uma inflação que tem impacto importante, que pesa na vida das pessoas. Elas percebem isso.”</p>
<p>Não só percebem como lutam para se adaptar às condições adversas, com prejuízo da própria saúde. Além de comer menos, a maioria dos brasileiros está se alimentando mal, trocando alimentos naturais por ultraprocessados. É o que revela estudo do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (Nupens/USP).</p>
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		<title>IBGE: inflação oficial fecha 2021 com alta de 10,06%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jan 2022 15:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/transporte-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do País, apresentou alta de 0,73% em dezembro, acumulando aumento de 10,06% em 2021. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 11/01, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa acumulada no ano desde 2015, quando o IPCA foi de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/transporte-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do País, apresentou alta de 0,73% em dezembro, acumulando aumento de 10,06% em 2021.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1436168&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1436168&amp;o=node" /></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 11/01, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa acumulada no ano desde 2015, quando o IPCA foi de 10,67%.</p>
<p>Com isso, a inflação oficial ficou muito acima do centro da meta de 3,75% definida pelo Conselho Monetário Nacional para o ano de 2021, cujo teto era 5,25%.</p>
<p>De acordo com o IBGE, o resultado foi influenciado principalmente pelo grupo transportes, que variou 21,03% no acumulado do ano. Em seguida vieram habitação, com alta de 13,05%, e alimentação e bebidas, que aumentou 7,94% em 2021. Cabe mencionar ainda as variações acumuladas dos grupos Artigos de residência (12,07%) e Vestuário (10,31%).</p>
<h3>Detalhes</h3>
<p>A alta de 21,03% do grupo Transportes está relacionada principalmente ao comportamento do preço dos combustíveis (49,02%) ao longo de 2021. A gasolina, subitem de maior peso no IPCA, subiu 47,49%, e o etanol, 62,23%. Apenas nos meses de abril e dezembro houve queda nos preços dos combustíveis.</p>
<p>O resultado do grupo também foi impactado pela alta dos automóveis novos (16,16%) e usados (15,05%), principalmente no segundo semestre do ano. Por fim, cabe mencionar as variações das passagens aéreas (17,59%), cujas altas mais intensas ocorreram nos meses de julho, setembro e outubro (35,22%, 28,19% e 33,86%, respectivamente) e dos transportes por aplicativo<strong>,</strong> que tiveram alta de 33,75% em 2021, em contraste com o que ocorreu em 2020, quando os preços recuaram 5,77%.</p>
<p>Em Habitação (13,05%), a principal contribuição (0,98 p.p.) veio da energia elétrica (21,21%). Nos quatro primeiros meses do ano, vigorou a bandeira amarela, com acréscimo de 1,343 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Em maio, foi acionada a bandeira vermelha patamar 1 e, nos três meses seguintes, foi adotada a bandeira vermelha patamar 2, cuja cobrança passou de R$ 6,243 em junho para R$ 9,492 em julho, em função do agravamento da crise hídrica. Os problemas na geração de energia também levaram à criação de uma nova bandeira, intitulada Escassez Hídrica, com acréscimo de R$ 14,20 a cada 100 kWh consumidos. A bandeira entrou em vigor em setembro e deve ser mantida até abril de 2022. As mudanças no valor da cobrança extra foram decisivas para o resultado do item no IPCA, especialmente nos meses de julho e setembro.</p>
<p>Ainda em Habitação, outro destaque foi o gás de botijão (36,99%), cujos preços subiram em todos os meses de 2021. Com isso, o subitem contribuiu com o 2° maior impacto dentro do grupo (0,41 p.p.).</p>
<p>A variação de Alimentação e bebidas (7,94%) foi menor que a do ano anterior (14,09%), quando contribuiu com o maior impacto entre os grupos pesquisados. Na alimentação no domicílio (8,24%), as maiores altas vieram do café moído (50,24%), com impacto de 0,15 p.p., da mandioca (48,08%) e do açúcar refinado (47,87%). Por outro lado, subitens como a batata-inglesa (-22,82%) e o arroz (-16,88%) tiveram queda de preços em 2021. Vale lembrar que o arroz foi um dos principais componentes da alta do grupo em 2020, quando subiu 76,01%.</p>
<p>Nos Artigos de residência (12,07%), os destaques foram os itens mobiliário (15,73%) e eletrodomésticos e equipamentos (13,62%). Além disso, os preços dos produtos de tv, som e informática (10,55%) também subiram em 2021.</p>
<p>O grupo Vestuário (10,31%) fechou 2021 com a quarta maior variação entre os grupos. A alta dos preços no segundo semestre, especialmente nos meses de outubro (1,80%) e dezembro (2,06%) foi decisiva para esse resultado. Os itens com maior variação foram as joias e bijuterias (12,76%) e as roupas masculinas (12,60%), que contribuíram conjuntamente com 0,16 p.p. para o índice fechado do ano.</p>
<h3>Belém</h3>
<p>No que diz respeito aos índices regionais, a região metropolitana de Curitiba (12,73%) foi a que teve a maior variação em 2021, influenciada principalmente pela alta de 51,78% nos preços da gasolina. O menor resultado, por sua vez, ocorreu na região metropolitana de Belém (8,10%), onde as maiores contribuições negativas vieram do arroz (-29,62%) e do açaí (-9,77%).</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil e IBGE</em></p>
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